8 de junho de 2026

Resumo Breve

O vídeo oferece um guia detalhado sobre a liberação e avaliação dos resultados de TML (Limite de Umidade Transportável) aplicado no transporte marítimo de minérios. Explica a diferença entre umidade e TML, além de abordar os ensaios de compactação necessários para garantir a segurança do embarque de minérios.

  • O TML é crucial para evitar a liquefação do minério durante o transporte.
  • A densidade e a forma de compactação impactam diretamente no TML e na segurança do navio.

Introdução e Preparação dos Materiais

O apresentador dá as boas-vindas e apresenta o objetivo do material que será discutido, ressaltando que este não exclui a importância do treinamento e leitura do PRO. A temática principal é o TML, ou Limite de Umidade Transportável, que é diferente da umidade do minério.

Definição de TML e Seu Processo

O TML é definido como o valor que determina quanto minério de categoria A pode ser embarcado sem risco de liquefação. A liquefação é um processo instável causado pelo excesso de umidade. A importância da execução de um ensaio de TML é destacada para evitar o tombamento do navio.

Métodos de Ensaios e Equipamentos

O ensaio utiliza metodologias como o Proctor, que pode ser do tipo D ou C. A descrição detalha os cilindros, soquetes e pesos utilizados em cada método, além da importância de realizar a compactação adequadamente para garantir resultados corretos.

Execução do Teste de Compactação

A execução do teste de compactação requer precisão e atenção, sendo que cada camada de minério deve ser compactada 25 vezes. O protocolo de compactação é detalhado e enfatiza a importância de uma abordagem metódica para evitar que a massa de minério fique abaixo do molde.

Determinação da Densidade Real e Indexação de Resultados

A densidade real é fundamental para determinar a massa específica do minério, excluindo vazios. O vídeo comenta sobre a preparação e a execução do teste de densidade, reforçando a importância da manipulação cuidadosa do material durante os ensaios.

Comportamento em Vários Pontos de Umidade

O método para determinar a umidade inicial e subsequente é descrito, com exemplos práticos de como a umidade influencia os resultados do TML. O processo envolve a adição de água em quantidades controladas e a geração de uma curva com os dados obtidos nos ensaios.

Avaliação dos Resultados e TML

As avaliações são feitas com base em isossaturação, onde o TML é determinado em 80% de saturação por questões de segurança. O vídeo detalha como identificar e registrar os pontos onde ocorrem as medições e como assegurar que eles estejam dentro dos padrões esperados.

Simulações de Resultados de Ensaios

Apresenta um simulador que ilustra como as medições influenciam o TML, destacando a importância de realizar testes com e sem pressecagem para obter dados precisos e confiáveis.

Conteúdo e Requisitos do OMC

O OMC (Opção de Conteúdo de Umidade Máxima) é abordado como o ponto crítico que determina a liquefação. A metodologia de como o TML é determinado em relação ao OMC é discutida, enfatizando a necessidade de manutenção de margens de segurança ao manipular dados.

Considerações Finais sobre o TML e Procedimentos de Liberação

O apresentador conclui com considerações sobre a necessidade de padrões claros para ensaios de TML e OMC, além de mencionar a validade de resultados e a importância da coesão nas medições. Finaliza com orientações sobre como liberar resultados de forma eficaz e segura.

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Transcrição

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0:03 E aí, pessoal, beleza? Então, prepar, vou preparando esse material aqui para vocês, para ajudar vocês no entendimento e até mesmo na liberação, avaliação dos resultados de ITML. Pessoal, lembrando que esse material aqui ele não exclui o treinamento, o a leitura do PRO. É importante te oriento que vocês olhem o PRO que quando se juntarem com esse material aqui vocês vão ter um bom entendimento. Algumas coisas aqui para vocês já já sabem, mas eu vou falar tudo, OK? Vamos lá. Bom, o assunto é TML. O que que é o TML? Aqui já tá aqui, ó. Limite de umidade transportável.

0:51 Umidade e TML são a mesma coisa? Não. Unidade é quanto de água tem no minério. O TML é um valor que se determina o quanto eu posso embarcar eh minério de categoria A sem que haja liquefação. Minéri minério de categoria A são as cargas que estão suscetíveis a sofreremção, ou seja, com as compactações com o balanço do mar virarem onda. Beleza? Então tá aqui, ó, aqui já tem um objetivo. Estabelece os requisitos serem adotados de procedimentos operacionais do PRO. Mas não vou ficar lendo o o PR com vocês. A aplicação

1:38 aí aqui, ó, no âmbito do transporte marítimo de minérios, o termo liquifação refere-se ao processo de instabilidade ligado ao excesso de umidade no minério. a gente faz o o ensaio de proctor com soquete D ou C, representando o carregamento que tem que ocorre a compactação do carregamento do navio no oporão e posteriormente o balanço do mar. Vamos lá. O que acontece quando a gente coloca o minério que já tem uma certa água, embarcou ele, tá lá no porão do mar, a gente não sabe o TML, ele tá bem úmido, tá lá com o balanço do mar, o minério ele vai, a parte sólida vai se acomodar no fundo do porão e a líquida vai ficar por cima. Essa parte líquida, ela pode

2:24 desbalancear o navio e isso causaria o tombamento, viraria o navio. Por isso que a gente executa um ensaio de TML para verificar isso. E aí, como ele é feito para centerfeed? Eu vou passando aqui o adiantando um pouco. Para o centerfeed a gente usa o proctor proctor D80 que é o soquete menor. E para o pet feed o C70. O C70 é o teste original e foi dele que partiu o D80. O D80 é um teste modificado. Eu vou explicar o por a diferença entre eles. Aqui é o nosso cilindro. Então vocês vem aqui, ó. Aqui tem o molde, a base do molde, o colar complementar, a gente

3:10 chama de colar superior. Ah, o volume dele fica em torno de 1000 cm³, né? Esse aqui é um modelo do soquete D80. A gente tem esses furos aqui para poder essa base aqui, ela percolar bem aqui sem que ficar sofrendo a pressão do do A. E a base tá aqui, ó, do lado aqui nessa fotinha aqui, ó. A base mais a manopla do D80, ela precisa pesar em torno de 150 g e a de 70 350. Isso tem um motivo também por ser um ser mais pesado que o outro. Aqui são os itens que a gente usa, né? o paquímetro digital, uma bancada, água destilada que tá aqui, água destilada

3:55 apenas por padrão. Se você, desculpa, se você usar uma água comum ou uma água destilada, não interfere em nada no teste. Aqui é um kaisen. Depois da compactação feita com a base, o colar superior, a gente retira, faz o nivelamento e o material que ficou aqui acima da base, ele cai, aí ele sujava muito. Então a gente fez essa saia, a gente chama de saia, né? E ele, o nosso aqui aqui é pro lado e esse aqui cai aqui dentro. Facilita bastante, ganha tempo. Lá aqui ele já vai apresentar. Ah, aqui só rapidinho falando do da densidade.

4:40 Por que que a gente precisa da densidade real? A densidade real, ela vai permitir a gente saber a massa específica do minério. Quando a gente usa a densidade real, ela exclui os poros, que são os poros que entre uma pedra colada em outras juntos de outra e os poros dentro da própria pedra. Ela exclui esses poros. Então é somente o peso sólido do minério, ele sem ar, sem água, sem vazios. É através da densidade real que a gente consegue determinar o índice de vazios para fazer o cálculo do ml. E aí aqui também tá explicando o o modo de você uma breve, né, resumo de como fazer a densidade. Não é o ensai de

5:26 densidade, mas o a preparação para ela. Então, ou seja, o material tem que tá seco, você não pode, se você colocar ômedo, ela vai ter um resultado alterado que não condiz com o esperado, entendeu? Vamos lá. Execução do teste Proctor Fgerbag C70. Às vezes eu posso estar falando alguma coisa um pouco rápida e tudo mais, mas quando vocês lerem o PRO, virem alguém executando, vocês vão conseguir conciliar o que eu tô falando e o que vocês estão vendo, lendo e vai ficar mais nítido, mais claro para vocês. Procton C70 é usado o cilindro maior, pesado. Por quê? Tem que explicar a definição. O petell feed é um material muito fino, muito fino. A densidade dele

6:12 é maior e ele é rico em ferro. Se você imagina que você tem um pouco de punhado de pele de feed na mão e você consiga esmagar ele bem, você vai ver que você v consegue juntar, agrupar, aglutinar ele muito bem. Agora imagina isso em grande volume dentro de um porão de navio. Com o balanço do mar, ele vai se compactar muito melhor do que o cinterfed, por quê? O cinterfed são pedras heterogêneas, cada uma de um tamanho, e elas não se encaixam entre si. Então, entre elas vai ter vazios. Esse vazio pode ser prechido por ar ou por água. O petfide não. Por ele se aglutinar muito e a massa e a densidade com a massa específica dele ser bem maior, você consegue fazer com que fique só o sólido todo aglutinado e em cima fique água.

6:58 Diferente do centfíed em que essa água teria possibilidade de percolar por entre os poros que foram gerados entre uma pedra e outra e os poros que está dentro do minério que ela absorve a água. Por isso a compactação tem que ser mais forte, mais pesada. E é usado o C70, que é o cilindro maior. Com essa compactação mais pesada, ele reduz o valor de TML, tanto que a gente não determina OMC no C70. Mas para frente eu vou explicar o que é OMC, como se inicia o teste depois que a gente pegou a massa, a umidade inicial, nesse caso aqui, ó, deu 10,46. Essa aqui é a primeira parte da planilha. A gente repete ela para

7:45 quantos pores a gente, quantos pontos a gente for fazer. Por quê? Ponto número um, 10:46. Tá aqui, tá? 1046 é aquela umidade que tá ali. Eu quero ver como ele se comporta com 10,5 de água, depois com 11, depois com 11,5, com 12. Então, o ponto inicial é sempre a umidade inicial. Então, se vocês olharem aqui a parte de baixo da tabela, tá aqui, ó. Ignora esse zero aqui, tá? 11,5, beleza? Foi com 11,5 que ele começou. Então, ele tinha uma umidade inicial de 10,5, 10,46. O alvo dele é 11,5. E a plan disse aqui, ó, adiciona em 41,9 g de água. E aí você realiza as compactações e reserva na bandeja. Depois você vai gerar um outro ponto.

8:31 Gente, cada umidade alvo aqui a gente chama de ponto. Vai gerar um com 12, com 12,5, com 13. Cada ponto desse aqui é o que gera a curva lá no gráfico. Como a gente sabe qual o valor que se inicia e quando para? Experiência e prática. Como esse aqui já tá 10,46, você sabe que o TML tá acima disso. Como você sabe, se o TML tivesse junto dessa umidade, muito provavelmente o minério poderia se liicou e fazer até mesmo no pátio. Então a gente sabe que o TML tá acima dessa umidade inicial. Então ele começou com 11,5 e gerou a

9:17 curva aqui. Como é feita aqui, só rapidinho antes de falar da compactação, essa parte aqui já tá homogenizado e ele quarteou, dividiu a amostra aqui em várias em várias partes. Tá até aqui no PRO, o tempo que você leva do momento que você borrifa a água, faz homogeneização e quarteia, tá em torno de até 5 minutos. Então você tem até 5 minutos para fazer todo esse preparo, tempo suficiente e sobra. Ele tá com a paíso aqui na foto da direita. Esse material não pode ser jogado direto daí de cima, porque senão você já tá fazendo uma compactação sem o soquete. Então você leva a amostra até o fundo do cilindro e deixa mostrar lá para que venha para

10:04 você colocar o soquete depois e realizar a compactação. Aqui tá como efeito a compactação. Quando você pegar o soquete, você vai ter, por você não tem muita prática, você tem que ter só um pouco mais de cuidado, de atenção, no caso, que é o quê? Não forçar o soquete no fundo do do cilindro, porque o minério tá se você forçar, você tá colocando uma compactação a mais. Então, você sentiu que encostou lá o soquete no minério, você parou ali, puxa a manópola, tá em cima e solta. Você tá vendo aqui o soquete, que é essa bolinha número um aqui, ele tá colada na parte aqui, ó. interno do cilindro. A2 foi pra parte da frente, a 3 na esquerda, a quita e a cinco no meio. São 25 compactações.

10:51 A sexta compactação, ela é inclinada, ó. Ela tá entre a parte de baixo, a parte de baixa e a direita. A sétima já tá entre a esquerda e a parte de cima. E é só seguir o desenho conforme tá aqui. O 5, 10, o 15 são sempre no meio. Então quando chegar no 25, por exemplo, aqui é o 11. Aonde vai ser o 11? O 11 é o 1 de novo. O 12 é o 12, o 13 é o 3. E assim vai até você fechar 25. Fechou 25, parou. Isso é uma camada. Você vai repetir esse processo aqui de colocar o material no minério, ô, perdão, pegar pegar esse material e colocar no cilindro por mais quatro vezes. Então você vai colocar a primeira camada compacta 25 vezes, vai pegar a segunda

11:37 camada, ou seja, mais minério em cima dessa compactação, compactar mais 25 vezes. Vai fazer isso cinco vezes. Esse material vai ficar mais ou menos nessa altura aqui, ó. Aqui ele tá compactado. Ele vai ficar, já vou falar da água do vai ficar aqui, ó. Tá vendo? Ficou a base, o molde e o colar superior. Então, aproximadamente 1 cm é o que vai ficar sobre o molde. Essa parte aqui vai ser retirada com a régua de aço. A gente vai nivelar ela. Quando você fizer isso, naturalmente vai criar uns buracos ali. Você pode pegar o que caiu, a parte mais fina, e complementar para não tapar esses buracos. vai limpar todo o molde e isso aqui sim é pesado.

12:24 Essa água livre aqui drenando acontece da seguinte forma. Você tem um minério, quando você inicia o ensaio, você coloca pouca água. Então ele ainda tá absorvendo bastante água. A suração dele tá tá bem baixa, tem bastante espaços vazi lá para pra água ser ocupada. Conforme você vai adicionando a água, adicionando água, adicionando água a cada ponto que você faz, pode ser que lá no ponto 12,5, conforme a compactação que você fez, a água já começa a expulsar a outra água, ou seja, a água interna e não deixa a água externa vim, entrar. Isso chama poropressão. E aí tem essa essa água livre, a gente

13:11 mede, né, mensura aqui o valor do papel. Anota na planilha, no nautilos também, principalmente no nutilus. Depois seca e pesa esse papel com essa água para ver quanto ficou de água livre. Só voltando aqui, quando eu falei que a gente vai fechar todas as comp cinco camadas, fazer as compactações, isso refere a apenas um ponto, ou seja, o 11,5. Quando for por 12, você vai colocar essa quantidade de água aqui, ó, 63,4. Isso aqui é o exemplo da planilha. Cada ensaio tem um valor de umidade inicial diferente, de água diferente. Você vai realizar novamente as cinco camadas e 25 compactações por camada. Vai fazer isso pro 12,5, pro 13, 13,5,

13:59 14, 14,5 e vai embora. Aqui ele fez com oito pontos, mas um ensaio para ser válido, o mínimo é cinco. Ah, Ti, se eu tirar aqui, parar no cinco, parar no 13, tá válido. Tá, tá válido. Eu aconselho até fazer seis para descontar esse zero aqui. O que que é esse zero? Esse zero não interfere no resultado em absolutamente nada. Ele é apenas a umidade inicial que tá totalmente seca e que faz uma compactação dela. Só, só isso. Não tem e levar estufa novamente, não tem nada disso. Descer mais um pouquinho. Ah, sim. O tempo que ele sugere aqui é entre 1 a 2 segundos do momento que você puxa a manopla para cima e solta para

14:46 realizar compactação. Só um só uma informação, né, que tá aqui no no. Essa parte aqui ela já tá mostrando com os cheques, ou seja, você colocou depois de compactar a massa na bandeja, você botou a tag da bandeja, a tara, ou seja, a massa da bandeja, a amostra que você aqui, perdão, o primeiro aqui é o cilindro, tá? Massa úmida, ou seja, massa compactada com o cilindro. E aí vem tag da bandeja que ela tá numerada, a nossa aqui é numerada, a tara dela, a amostra úmida mais a bandeja e depois de e leva para estufa 3 horas mais uma, ela vai ter os cheques. Depois eu vou explicar aqui a secagem

15:33 aqui desses valores. Aqui é o D80, ó. Execução do teste D80. O D80, como eu falei, ele foi modificado. Por que ele foi modificado? Eles viram que se você fizer um ensaio com uma força de compactação menor do que a do C70, você tem um TML bom e seguro para realizar um embarque. Aí vem a pergunta: "Pô, por que não fazer tudo logo com C70?" Se você fizer isso, você vai reduzir muito o TML do D80, do D80, do Cerfeit. E essa redução de TML inviabilizaria o embarque. Poderia colocar um TML muito baixo, a qual aidade a umidade estaria praticamente bem próxima a ele e não

16:20 daria para embarcar. Quando você faz com D80, você amplia esse valor de TML e você continua com uma carga segura. Eu vou mostrar na planilha o valor que nós trabalhamos. Só beber uma água. Ah, sim. Tem um detalhe aqui no no D80, nós realizamos pré-secagem por o minério tem a umidade própria. Dentro da pedrinha de minério tem umidade também. Se a gente realizasse a pré-secagem do Facente C, a gente secaria completamente amostra, inclusive a água dentro da partícula. A gente não quer isso e que foi proposto, eles estudaram e veram que a 60º você

17:05 consegue tirar a água que tá fora da partícula e preservar a que tá dentro. Com isso, essa absorção da água consegue ter uma melhor lubrificação entre as partículas e você gera um melhor valor de TML do que se fosse sem feito sem pressecagem. Aqui o a compactação é a mesma, o tempo de compactação é a mesma, homogeneização, toda a mesma coisa do C70. O que muda é a préecagem e o soquete que aqui é mais leve. Aqui novamente, ó, corte amostra, colocar aqui no no cilindro

17:51 as compactações, a amostra compactada. A água com do dren Ah, ti passou de 1 cm. Tem problema? Não, não tem problema. Isso aqui é apenas um um norte, que é o o ideal esperado para que quando você faça compactação fique. Lembrando sempre de tentar alcançar esse 1 cm aqui. E tem uma outra pergunta aqui. O que acontece se você compactar e essa massa que tá aqui, ela fica abaixo do molde? descarta tudo e recomeça esse ponto. Não pode simplesmente completar com o material que tá lá, porque esse material não tá, não foi compactado, não, não condiz com o ensaio. Então, descarta.

18:37 Beleza? Agora, essa aqui é a curva de saturação. Deixa eu explicar essa parte aqui, que essa parte aqui já entra na avaliação. Todas essas linhas aqui, as que tão em cinza e a que tá em azul, se chamam linhas de isossaturação. Elas na planilha não mexem. Cada linha dessa representa o quanto já foi saturado o minério. Então, a gente tem a linha de 60, 70, 80, 90 e 100. Perceba que o primeiro ponto que a gente chama de ponto, essa bolinha aqui, ela tá lá atrás do 60. Provavelmente ela deve estar com uns 40%, ou seja, a água que ele colocou para chegar naquele ponto ali, deve estar só com 40% saturado. Ou seja, pode encher de água que ele ainda absorve bastante.

19:23 E por segurança foi determinada que a saturação em 80% determinará o TML. Por que isso? Se a gente trabalha com 100%, a gente já tá dizendo que o material ali já tá liqufeito. O se já até mesmo se liquez, porque não necessariamente ele precisa chegar 100% para se liicou e fazer. Isso será explicado no MC. Por segurança, trabalhamos então com 80%. A gente tira esses 20%, 15% entre a liquefação e a determinação de TML. Vocês podem ver aqui nessa linha tracejada em azul que aqui é determinado Tml é 80%. Vamos exemplo na planilha.

20:11 Vamos lá. Esse aqui é o simulador. Você tá vendo que tem aqui a linha de 80, a linha de 90 e a linha de 100%. Os pontos, esse primeiro, o segundo e o terceiro, preferencialmente precisam ser com pressecagem novamente, porque a pressecagem representa um melhor TML do que esses pontos sem pressecagem. Sempre, sempre, sempre vai ser assim? Provavelmente não, mas muito difícil a gente realizar um ensaio em que quando a gente fala que corta o TML, cortar o TML é quando essas linhas vermelhas aqui desses pontos cortam essa linha azul aqui de 80%.

20:56 Dificilmente vem, vai ser sem pressecagem. Então aqui nesse ensaio aqui, ó, a umidade inicial de 7,79, começou com 10. Como você sabe que é com 10? experiência, conhecimento do material. A gente sabe que com 10% o o SFGB ele não se li o que faz. Então o primeiro ponto com 10% tá aqui, ó, aqui em cima. Provavelmente aqui deve est entre 60 e 70% de absorção. Que que eu fiz? Falei, vamos ver como esse material se comporta com 11%, tá? Aqui, ó, umidade alva, 11%. Ele parou aqui ó. Tá quase cortado no TML. Cortar o TML,

21:42 cortar essa linha azul aqui na diagonal de 80%. Fiz o terceiro ponto com 11,5. Percebam que eu já dei uma diferença menor aqui foi de 10 para 11. Por quê? Eu quis ganhar esse espaço que tá entre aqui, esses dois aqui. Senão o 10,5 estaria aqui, ó. Eu ter que fazer mais um ponto e mais outro ponto. Então eu já ganhei esse espaço e fiz o próximo com 11,5. Por que não com 12? Pode ser com 12, pode o PGS não implique em nada disso, mas com entre 11, 11,5 a gente consegue ter um valor mais assertivo, OK? Então aqui o primeiro ponto com 10%, ela 10, depois eu pulei para 11 e fiz com 11,5. O próximo ponto aqui, os outros dois sem pressecagem. Contudo, eu vou alterar a densidade para

22:28 vocês observarem uma coisa, ó. Eu vou fazer com que aquele ensaio ali suba. Tá vendo que subiu? Então, ó, o primeiro, segundo e terceiro ponto não cortaram o TML. Obrigatoriamente teria que fazer o quarto com pressecagem ou diminuir um pouco a densidade. Ó, ali o resultado. Aqui vou diminuir mais um pouco que eu quero mostrar uma outra avaliação. Isso aqui já faz parte da avaliação, tá? Mais um pouco, tá? 17. Beleza? Observe que o primeiro, segundo e terceiro ponto já cortaram TML. Aí você fala: "Ah, então o quarto eu já vou

23:14 fazer sem pressecagem". Nesse caso aqui, por o terceiro ponto está tão próximo ainda da linha de 80, por ser um SFGB, talvez um um outro ponto com pressecagem seria melhor do que um 100 prcagem. ele estaria mais apto. Imagina que aqui ele estaria com mais seite. Então ele estaria absorvendo mais água do que um 100 para secagem, mas não foi o caso porque a densidade aqui deu 4,0 739, que é a densidade real do sólido. Então você observa que o terceiro ponto ficou lá perto da linha de 90. Então, o próximo ponto aqui, ó, que é o com 12, sem pré secagem, cinco pontos. 1 2 3 4 5 pontos.

24:04 Vamos agora a uma observação aqui no PRO. Ele diz que a diferença entre essa umidade alvo e a umidade aqui após o ensaio precisa de estar pelo menos 0,3 de diferença. Essa diferença, ela é uma prerrogativa para inviabilizar o ensaio. Ah, deu zero, não deu 03 de diferença, deu mais. enviabiliz ensaio. Não, não faz isso. Você observa se há correlação entre os pontos, eles se conectam, se não há uma discrepância entre um ponto começa e onde dá início ao outro. Se não houver um ensaio, pode prosseguir. Observem o terceiro ponto. Olha, 11,5.

24:50 Observem que deu 11 12, sendo que era para dar 1120. Aí, olha o resultado do ensaio. Muito bom. Ó, o primeiro ponto tá aqui em cima, ó. Ele tá na linha de iso saturação. Primeiro ponto aqui, ó, um pouco acima de 60, abaixo de 60, na verdade. O próximo ponto aqui, ó, com 11, ele já passou em 70. E o terceiro ponto aqui, ele já passou dos 80%. Entendeu? Então, com isso aqui, a gente consegue observar que não necessariamente precisa estar com 03. Agora vamos simular como se tivesse com 03. Vamos botar com 03. Vamos ver que aqui em vez de 0 3480

25:37 ele secou mais um pouquinho, ó. 1140. Tá vendo? Tá dentro do 03. Dentro do 03. Perfeito. Olha lá, saiu ficou muito melhor. Aí você fala: "Então, eu poderia repetir esse ponto". O TML até aumentou. Você poderia. O que faz você repetir ou não o ponto? Um. Verificar primeiro se o TML que foi gerado aqui condiz com um padrão do produto. E dois, se tiver um rolante de menor valor, você pode fazer para tentar melhorar até mesmo o a coerência entre os pontos ou se ele for menor resultado, que pode

26:25 ser menor resultado, você não, se ele for menor resultado, você obrigatoriamente fazer. Então você pode fazer observando o a coerência entre os pontos e se há um menor valor ou não del rolante. Gente, eu tô passando bem corrido aqui as informações e tudo mais, mas é só uma ilustração, uma ideia para vocês visualizarem como é feito uma avaliação. Conforme vocês forem olhando e vão ter dúvidas, que eu não tô lembrando aqui agora, vocês vão ter dúvidas, aí vocês me perguntem, mas com isso aqui, a leitura do PRO, você já consegue ter uma noção melhor do que só ler o PRO. Então esse site aqui tá válido, não precisa fazer nada com ele. Vamos para o OMC. O que que é OMC? Option mustery content.

27:13 é o menor ponto da curva, ou seja, dessa curva vermelhinha aqui, tá vendo, ó? Você percebe que ela faz uma curvinha, depois ele tem uma leve subida onde o material está com maior grau de saturação, ou seja, é nesse exato ponto que ele se liquefaz. Então não é com 100%, não, não é com 100%. com 94% que tá aqui, ó, grau de saturação no OMC, esse material aqui, a forças de compactações cíclicas, ele se liquefaz. Por isso, trabalhamos com um TML de 80%. Um detalhe, vamos ver como a gente, olha, determina o TML a 80%. Temos aqui

28:01 dois TMLs aqui, ó, leitura gráfica, TML, leitura gráfica, TML automático, TML. O que são esses três? O automático, eu vou mexer nessa linha vertical aqui azul para vocês verem uma coisa. Tão vendo a linha verde? Esse é o temm automático. Ele é feito quando a gente insere os valores de daqui da secagem. Com tudo isso aqui preenchido, através do cálculo matemático, ele gera um valor de tem automático. O que é a leitura gráfica? leitura gráfica somos nós que vamos fazer a avaliação de e como ela é feita. A gente vai ampliar isso aqui para 400%. Você pode usar até a lupa no computador. Você vai olhar aqui, ó. Tá vendo a linha

28:47 vermelha? Cada estrelinha dessa aqui, cruz dessa aqui, é um ponto desse aqui, ó. 10%, 11, 11,5, 12, 12,5. Então, lá tem que ter cinco estrelinhas. E de fato tem 1 2 3 4 tá escondido aqui, ó. 5. Quando essa linha vermelha passar pela ISO, pela linha de TML, que é de saturação de 80%, nesse exato momento aqui é onde se determina o TML. Nesse caso, desse exemplo desse ensaio, a linha verde coincidiu com a nossa leitura gráfica. Então, quando eu chegar aqui na leitura gráfica, ó, deixa eu voltar.

29:33 Opa, mais paraa frente. Ó lá. Então, a nossa leitura gráfica bateu junto com o TM automático. Suponhamos que a gente olhou aqui e o TML aqui a gente, essa aqui é a parte onde tá cinza, onde a gente consegue mexer. Essa aqui é para determinar, tá vendo aqui, ó? O grau de saturação em 30%. É onde a gente consegue movimentar a linha sempre azul que determina o TML, tá? Aí, suponhamos que eu vi aqui que deu 50,54. A minha leitura gráfica deu 114. Qual o TML que eu vou colocar lá? 11 é sempre o menor valor. Ah, suponhamos então que minha leitura deu 50,04. Eu analisei lá aqui para uma linha ficou

30:19 certinha aqui. Essa linha azul vertical, ela fez um ponto de interseção entre a linha vermelha e aquela linha azul inclinada. Então eu cheguei a 50,04, que é o valor que eu uso para movimentar a linha, e me deu TML 10,94. Qual que eu uso? A minha leitura gráfica ou automático? O menor valor. Então 10,94. Nesse caso aqui, as leituras ficaram iguais. Então tem médio deu 11. E o MC? O MC não tá ajustado. Eu vou ajustar com vocês aqui. Vou ampliar novamente. Perdão, ele tá ajustado porque eu gravei isso aqui antes e a gravação ficou ruim.

31:05 Então ele tá ajustado. Percebam que a linha tracejada na horizontal ela encosta na curva. A gente chama de curva essa parte aqui, ó. menor parte dessa dessa linha vermelha aqui, ó. Ele vem descendo, vem descendo, descendo, alcança o máximo que ele pode descer e depois dar uma leve subida. Quando ele faz esse máximo que ele dá aquela curvinha, é onde a gente coloca essa linha tracejada aqui na horizontal. E a linha, a linha tracejada vertical, ela divide essa arcvatura ao meio, de modo que o pontilhado eh horizontal, ele tem a mesma quantidade. Deixa eu explicar melhor. Quando o pontilhado vertical pega do

31:52 lado da estrelinha, tá? do lado esquerdo, ele já começa a encostar na linha vermelha. Ele tem que ter o mesmo lado, ele tem que ter o mesmo pontilhado do outro lado. Ou seja, se tem a linha vermelha fazendo a curva e eu tenho um ou dois tracejados do lado esquerdo, do lado direito, eu também tenho que ter dois tracejados, como aqui, ó, esse lado aqui ó. Deixa eu prentrar aqui para mostrar para vocês que fica melhor. Vou usar a captura de tela. Pronto. Ó, o desenho tá aqui. Essa aqui foi a curva. Vem a linha tracejada que tá bem aqui, ó. A linha tracejada.

32:40 Beleza? Eu tenho que fazer com que esse pedacinho que tá aqui, ó, ele fique igual, dá um conttrl Z a esse pedacinho que ficou desse lado aqui. Por isso que a gente, vocês já viram eu, a lá colocando assim o o dedo na tela, que é só para fazer essa medição. O que que isso impacta? Isso serve para medir o OMC. Nesse caso aqui, o OMC ele está em 94%. Como eu disse anteriormente, o AMC é onde o minério circ faz. Aí você pergunta, po, então qual seria o TML desse minério aí para ele se fazer? É simples. Aqui não deu 5420. O EV no MC é

33:25 pra gente movimentar essa linha tracejada vertical. Então a gente vai botar aqui, ó, 5420. 5420, viu? Eu joguei a linha azul para cima da tracejada. deu 11,74. Esse TML aí seria 94% do minério saturado, ou seja, 94% dos poros vazios preenchidos com água com a ao qual o minério se liquifaria. Claro, com forças ciclis de compactação, que a gente faz o ensaio aqui simulando o um, o carregamento do navio quando joga o minério e dois o balanço do mar. Então com 1134 esse minério aqui traria

34:12 ali com efeito. Então a gente trabalha com 80% por margem de segurança. Uma pergunta, não uma pergunta, né? Só uma informação a mais. O que é melhor? A gente ter essa linha de TML e uma compactação aqui a 90 ou a 94. Quanto mais distante estiver o UTML do grau de saturação, significa você tem mais poros livres. Então você tem uma margem de segurança ainda maior. Nossa, vai tá em 90%, já tá perigoso. Não, não tá. Por quê? Você só tá trabalhando com 80% preenchido. É só a a nível de de mais entendimento de informação. O que acontece

34:59 se esse OMC aqui tá 94, deu 89? repete o ponto aí. O ponto que eu falo são esses essas corzinhas aqui, ó, que pode ser o ponto anterior que está com problema ou o próprio ponto que você tá vendo o desvio, porque precisa tá a 90%. No mínimo, margem de segurança. Imagina que eu tô determinando um TML com 80%, tá? Aqui 11 e OMC é 82. Primeiro que eu já não vou saber quanto ele, qual é o valor máximo que esse líqu faz, que eu não consegui atingir o valor mais baixo da curva. Isso já já demonstra que o ensaio provavelmente tem alguma coisa errada.

35:44 E dois, que a proximidade da linha da da saturação de 80% com esse MC determinado e deixado lá deixa muito próximo a sua margem de segurança. Você trabalha com 80, você determinou um M582. tá muito próximo. Se você tiver que fazer qualquer ação, você já não consegue. Então, o mínimo que precisa ter um ensaio de D80 é 90% de saturação, daí até 100. Se passar de 100 tá errado. Provavelmente excesso de compactação ou a densidade está errada. Vamos dar um exemplo aqui de densidade errada, ó. 3,90. Tá errado. Isso aqui é erro de

36:30 densidade. Tá vendo? Ah, vamos fazer aqui. Tá ordenado erradamente. O que que é ordenado erradamente? Só um minuto. O que que é ordenar erradamente? A umidade após ensaio, ela precisa estar crescente. Se isso aqui e a massa aqui, ó, também. Se isso aqui acontecer, e acredite, pode acontecer. Difícil, tá? Mas pode acontecer. Isso aqui acontece no resultado. Deixa eu apagar aqui, ó. Os pontos foram trocados. Você não

37:18 consegue determinar o TML. Tanto é que dá até erro aqui, ó. Você já deu erro no automático, você nem considera fazer a sua avaliação gráfica porque está errado. Isso aqui não pode. Os pontos estão trocados. Então você tem que ir lá e refazer. Ó, agora sim. Entendeu? Então isso aqui uma uma observação aqui, ó, que eu lembrei agora. Vou botar aqui, ó. 34 40. 34 40. Perceberam que esse gráfico que tá aqui agora é muito mais bonito, coerente do que um anterior que tem aquela curvinha, tudo foi meio para trás? Fica um questionamento, qual dos dois tá certo? Você vai falar: "Ah, esse aí que você jogou agora". OK, isso é um bom

38:05 entendimento. Porém, o minério se comporta dessa forma? Provavelmente não. É provável ainda que você repita aquele ponto e ele fique muito parecido com o anterior. Então, todo ensaio de TML não tem a mesma aparência. É preciso sempre olhar a coerência dos pontos, a secagem, observar aqui em cima também, ó, a saturação, ela é crescente para fazer uma validação de ensaio. Observem esse ensaio aqui. E agora observem esse ensaio aqui. Você viu que o comportamento dos pontos tá diferente? Por que que esse ensaio aqui, ó, tá invalidado? 1061

38:51 é um resultado baixo para um TML de SFGB que comporta que consegue sugar bastante água. O que nós fizemos, o que nós o que a gente faz nesses casos? Isso aqui foi ensai oficial. Só beber um pouco d'água. A gente pega de só ver se tá a gravação aqui. Continua. Tá continua. A gente pega o oficial, o oficial não, perdão, o reserva, determina três pontos, só esses três pontos aqui, ó, como para secaixar essa linha aqui quando for cortar o TML, para verificar se os valores de TML daqueles três pontos batem com o o TML daqui. Não bateu, nesse caso deu 11 e

39:39 pouco o o reserva. Qual dos dois tá certo? Peguei o restante do oficial, realizei dois, três pontos de préecagem e fiz a comparação. Esses meus pontos de prcagem bateram do reserva. O problema aqui foi excesso, provavelmente excesso de força na hora da compactação. Então esse ensaio foi invalidado, um TML muito baixo, um resultado chamado resultado anômalo. E eu inseri os pontos da repetição do reserva com os pontos oficiais desse ensaio aqui. Verifiquei que estavam coerentes os pontos que eu fiz. oficiais com o do com os pontos sem pressecagem desse oficial, juntei eles e fiz o ensaio. Vou mostrar para vocês aqui, ó. Ficou assim,

40:25 ó. Gestão TML, ensaios. Quem não tem, tiver acesso a a essa pasta, você me avisa, avisa Sterfar Jane, Anderson, que eles dão um acesso para vocês. Ó, o Maxu é três pontos. Max SFGB. Ah, não, perdão. Aquele lá foi China Shina Enterprise. Eu abri Max Warri. Deixa eu fechar aqui que lá foi China. Ele, ele tá aí de julho. Tá validado. Três pontos oficial. Vamos

41:10 abrir esse aqui e 11:46. Esse foi TML liberado. Aí vocês verifiquem o seguinte, isso aqui é importante. Concorda comigo que esses dois primeiros pontos não estão muito alinhados com esse terceiro. Porém, como o TML foi confirmado do reserva com oficial, esse ML aqui tá válido. Um outro ponto que entra aqui de peso é o tempo de liberação. Se esse resultado ficar aqui

41:56 10, 15 dias, todo o resultado à frente dele de load só poderá ser liberado se esse aqui for liberado. Então, como houve uma confirmação de TML entre os três pontos do reservo e os três pontos do oficial, esse ensaio, ainda que você veja que tá um pouquinho torto, ele tá pronto para ser liberado. Ah, eu poderia fazer repetição do ponto aqui para corrigir, pode, não tem problema nenhum. E aí você pode fazer o seguinte, não só repetição do ponto, como retirar um ponto. Aqui no caso eu não posso retirar porque tem cinco e o mínimo que lembra que eu falei que o mínimo é cinco, então mas se eu quisesse retirar, vamos supor que tá vendo aqui, ó, se segundo ponto, eu pegaria esse aqui, jogaria por cima, ó. Tá vendo? Bonito, ó lá como é que

42:42 ficou o tá vendo? Só que o TML aumentou. Então não necessariamente você retirar um ponto e fazer o tema aumentar é bom. Você pode estar jog sempre tem que jogar uma margem para baixo, preferencialmente para baixo. Por quê? Para garantir a segurança da carga. O que ressaltou, o que corroborou para fazer essa liberação também foi que tinha ensaios, tinham ensaios com valores menores de TML, ou seja, saqu tava segura, foi confirmado o TML, então tranquilo de liberar o resultado assim. Aqui tá o resultado de três pontos, ó, três pontos reserva.

43:34 1126. Perdão, não foi nem aquele que foi liberado, não, tá? Foi esse aqui. Eu peguei os três pontos do reserva com do oficial, ó lá, 1126. Esse aqui foi resultado liberado, ensaio. Perfeito. Esse aqui foi a junção de outro ensaio. Outro ensaio não, perdão, outros pontos com, perdão, esse aqui foi os três pontos oficiais juntado com os 100 oficial. É um pouco complexo isso quando dá resultado anômalo, mas é isso que é feito. A gente pega, isso tá sendo estruturado em PRO, tá gente? Isso aqui não tá nesse PRO. A gente tá montando um pro que seja para todos os portos. E isso tá sendo englobado. Então a gente pega quando dá um resultado muito fora que não tá num padrão, não é esperado, a

44:20 gente pega o o reserva. Aí você pode perguntar e por que não faz um outro ensaio reserva? Se você fizer um outro ensaio completo com reserva, se esse valor der menor do que você fez do primeiro ensaio do oficial, esse usado tem que ser liberado, é o menor. Então a gente faz só três pontos ou dois para confirmar o TML. Se der igual, cara, libera o resultado e é baixo o mesmo. E é o que é. Se der diferente, você tenta pegar um pouco do material de oficial que ainda sobrou, vai fazer a comparação. Se der qualquer coisa dos três diferente, tem alguma coisa errada e provavelmente tá na homogeneização. Aí tem que ser avaliado. Vamos voltar pro PGS. Então, aqui eu já expliquei essas linhas aqui de saturação,

45:06 conforme a avaliação. Aqui ele fala da continuar secagem, tá vendo? Ah, já chegou no cheque 4, indo pro cheque cinco. É simples, você elimina o primeiro cheque e copia sempre os últimos resultados. Dificilmente acontece, tá? Na segunda pesagem, no máximo na terceira aqui já tá tá bom. Uma dica é, se o material já tiver na estufa e você croido e colocar lá, você pode alterar, porque esse material úmido vai acabar absorvendo às vezes a umidade. Aí dá uma leve alteração. Aqui são as descrições e de como fazem as contas do TML, o MC, tudo. Tá vendo esse primeiro aqui? Tá vendo o lado esquerdo? Proco de 170. Tá vendo esse ponto aqui lá embaixo? Esse aqui é o ponto zero, aquele ponto que a medida

45:52 tá totalmente seco e a gente realiza compactação só para ver a massa dele. Não leva para estufa, não leva para nada. E aí o ensaio do C70 fica assim, ó. Você vê que não chega nem na na linha de 90, ó, e determina com 70%. C 70% de saturação. D80 80% de saturação. Vendo aqui são erros, desvios, tá vendo? A coerência aqui, ó, era para ser essa linha azul, ó, pontilhada. Opa. E não é esse ponto aqui que tá sendo apontado aqui pela setinha, ele tá errado. Ele secou muito pouco. Ele tá secado mais aqui, ó. Quer ver?

46:39 Deixando de vou pegar esse segundo ponto aqui, ó. Ele deu 10 77. Vou botar 3350. Sequei demais ele. Opa, foi lá para trás. Tá com desvio. Agora eu vou botar ele 3 00. Aí vai lá pra frente. Ó lá, desvio de novo. Tá vendo? Então é sempre bom verificar. E quando houver desvios, não necessariamente o ponto que você tá vendo, nesse caso aqui, do PGS, nesse caso aqui, esse aqui tá com desvio, mas às vezes o ponto que tá com desvio é o anterior. Então, por isso o primeiro ponto ele é

47:25 muito importante também, ele já começa a nortear os outros pontos e você consegue identificar onde tá o desvio. Não necessariamente naquele ponto que você tá vendo que fugiu do do gráfico, pode ser no anterior e pode ser inclusive o primeiro que deveria nortear os outros, entendeu? Por isso analisa o o gráfico como um todo e faça as simulações. Antes de você liberar o resultado, mexa aqui na planilha, nas umidades, nas secagens, não esqueçam de apagar, tá? Não validem isso. Isso aqui tudo foi feito no Náutilos. O que eu digitei aqui foi apenas para ilustração e vocês verifiquem o qual o ponto que deve ser feito com desvio, igual eu coloquei aqui, ó. Coloquei 3350. Eu vou observar falar: "Pô, tá estranho.

48:10 O primeiro ponto tá ali, o outro tá lá embaixo, ele foi para trás". Aí eu vou falar: "Pô, será que o desvio tá no primeiro ponto?" Aí eu olho, pô, 10,5 deu 9, não, 10 deu 9,80. Ó, ponto tá bom, tá com 020 de diferença. Ã, cara, mas esse aqui era para dar 11, tá dando 96, deu até menor que o anterior. Não, isso tá errado. Repetir. Pum, 107. Perfeito. Tá aí o ensaio. Deu deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. É aquele desvio que eu falei que as massas estavam em ordem errada. Tanto a massa ou provavelmente aqui já é a secagem, tá em ordem não crescente.

49:01 Tã exemplo de ajuste. Caramba, foi lá para cima. T tã. Só mais um pouquinho aqui. Cadê? Cadê que eu quero mostrar para vocês o negocinho? Ah, aqui, ó. Aqui é é a densidade. Tá vendo? Densidade tá muito baixa. Quanto mais baixa a densidade, mais baixa o ML. Esse aqui tá errado. Você pode ver, ó, todos os pontos estão coerentes, ó. Tudo certinho, não tem nenhum fugindo. Uma informação também aqui legal para eu mostrar para vocês o porquê da por que que esses pontos aqui ele não desce mais ouvem mais. Aqui é a poropressão. A água interna faz pressão com a água externa. Então se você fizer mais pontos aqui, você vai conseguir só uma linha

49:47 aqui e vai embora toda a vida, entendeu? Então por isso aqui já não precisa fazer mais pontos. Beleza? Aí aqui você acertou a densidade, ó, subiu o ensaio, determinou o TML. Aqui embaixo é a metrodologia, a verificação do modo cilindro que a cada 6 meses. E aqui logo abaixo vem o do soquete. Soquete 7 dias, 15. Você pode verificar a massa dele, ó, a base dele com a manopla, ó. 350, 150. Tem uma planilha também dentro da gestão lá referente à parte metrológica. Galera, é isso. Eu tentei ser resumir

50:32 bastante. Ah, sim. Só explicar o negócio aqui. O TML rolante. Vamos pegar esse TL rolante aqui rapidão do SFGB que tá atualizado. 1071. Todo embarque que vi agora de SFGB, TIG, CPBS, vai ter que ser carregado até 1071. O tecplan, inclusive o controle de qualidade tira 0,5 disso aí. Então eles vão carregar isso aí com até 10,21, né? Quando esse 1071 vai sair, suponhamos que acabou, mas o navio fez um slad, um navio, ele vai vir para cá, ó, pro lado direito. E esse 1071 vai andar para cá, no lugar do 1084. E esses 11 aqui que é do navio Excel, ele vai sair. Beleza. Ah, ti, eu fiz quatro ensaios. Tip, se você fez quatro ensaios, esse 1071 vai andar quatro

51:19 casas. 1 2 3. Opa, saiu. Aqui só vai ficar os seis últimos resultados. E o menor resultado entre esses seis últimos é sempre chamado de TML rolante. Importante também, deixa eu mostrar na planilha. Supondo que o TML rolante seja esse aqui, ó, Shandang D11, você vai precisar preencher lá na planilha de ensaios por sul. que é a planilha base que alimenta o BI. A seguinte informação: TML1, qual a umidade base após o ensaio maior que 11? 11 12. Então lá na planilha vai ter essa mesma informação onde você vai colocar 11 12. E depois você vai procurar a densidade

52:04 agranel via úmida que tá aqui, ó. Densidade agranel via úmida. Você vai também colocar na planilha 28,55. Essa informação ela vai aqui, ó. Tá vendo? aqui tá do CIA Leader e ela teplan, controle de qualidade usa mais esse tipo de informação. Beleza? Então galera, vou parar por aqui. Qualquer dúvida que vocês tiverem, provavelmente vão ter, vocês entrem em contatos que assim fica melhor de vocês terem o entendimento do do TML. Leiam o o PRO. Tem dois documentos lá de liberação de resultados. Antes, o primeiro documento estava informando como era pelo GPV, foi descontinuado. A gente tá usando pelo Nailus. Então tem um videozinho lá

52:50 também explicando como fazer a liberação pelo Nuttilus. Lembrando que só libera o resultado de determinado produto se não houver nenhum resultado pendente antes dele, OK? porque senão isso aí eh gera dá problema lá no GPV e pra gente também, porque a gente libera um valor de um navio que acabou agora recente e a gente pode estar com TMR mais bate um navio que acabou atrás e não liberamos resultado. Beleza? Valeu aí.

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