AULA 6   PENTATEUCO

AULA 6 PENTATEUCO

Breve Resumo

Este vídeo é uma aula sobre o tabernáculo, o sacerdócio e a importância do conhecimento e da prática genuína da palavra de Deus. A aula explora os elementos do tabernáculo, as funções dos sacerdotes e como esses princípios se aplicam à vida cristã contemporânea.

  • O sacerdócio de Melquisedec é eterno e superior ao levítico.
  • O altar do holocausto e seus utensílios simbolizam a cruz e a necessidade de sacrifício.
  • A negligência dos sacerdotes leva à falta de conhecimento e ao perecimento do povo.
  • A importância de manter o fogo do altar aceso, simbolizando a busca contínua pela revelação divina.
  • A necessidade de equilíbrio entre o "sino" (anúncio, pregação) e a "romã" (frutificação) na vida do sacerdote.
  • As cores das cortinas do tabernáculo representam os quatro evangelhos e a mensagem central de Cristo como Rei, Servo, Homem e Deus.
  • O deserto como um lugar de provação da identidade e preparação para a promessa.

Introdução à Aula 6 e a Importância do Sacerdócio

A aula começa com uma breve revisão do tabernáculo, abordando o átrio, o santo, o santíssimo, as colunas e os utensílios. É introduzida a palavra hebraica "Coengadol", que significa sumo sacerdote ou grande sacerdote. O vídeo destaca a linhagem levítica e o sacerdócio eterno de Melquisedec, estabelecido por Cristo. O sacerdote tinha a função de realizar holocaustos e interceder pelo povo no tabernáculo.

O Altar do Holocausto e as Cinco Ofertas

O altar do holocausto ficava no átrio e era onde os sacrifícios eram realizados. O sacerdote era responsável por colocar o sacrifício no altar, enquanto os levitas ajudavam na preparação. São mencionadas cinco ofertas principais: holocausto, manjares, oferta pacífica, oferta pelo pecado e oferta pela culpa. O altar era feito de madeira de acácia coberta de bronze, com quatro pontas que representavam os quatro cantos da terra.

O Ritual do Sacerdote e a Importância do Conhecimento

O sacerdote precisava conhecer e manusear cada utensílio do altar, como a pá, o cinzeiro, a colher, a bacia, o garfo e o braseiro. O livro de Levítico 1 detalha o ritual do holocausto, onde o sacerdote cortava o animal, lavava as partes internas, organizava a lenha e acendia o fogo. O holocausto, em hebraico "olá", significa "aquilo que faz subir", referindo-se ao cheiro que agradava a Deus. Levítico 17:11 explica que o sangue era usado para expiação dos pecados.

A Negligência Sacerdotal e a Necessidade de Preparo

O vídeo questiona se os rituais de hoje são feitos de qualquer jeito, criticando a falta de preparo em algumas práticas religiosas. É enfatizado que no altar, tudo deve ser feito com cuidado e conhecimento. A falta de conhecimento e preparo dos líderes espirituais é apontada como uma causa do perecimento do povo. A importância de investir tempo no treinamento de obreiros e líderes é destacada, e a necessidade de humildade para aprender e ensinar é ressaltada.

O Fogo no Altar e a Crítica à Cinza da Repetição

Levítico 6:12-13 é citado para enfatizar a importância de manter o fogo aceso no altar. O sacerdote deve acender a lenha todas as manhãs e queimar a gordura das ofertas pacíficas. É feita uma crítica à repetição de mensagens sem revelação nova, comparando-as à cinza no altar. A necessidade de discernimento e de aplicar a palavra de Deus de forma relevante para o momento presente é enfatizada.

Sino e Romã: Equilíbrio entre Anúncio e Frutificação

Êxodo 28:33 descreve as vestes do sumo sacerdote, que continham romãs e sinos nas bordas. O sino representa o anúncio, a palavra profética e o movimento espiritual, enquanto a romã simboliza a frutificação. O sacerdote deve ter ambos: o barulho do anúncio e o fruto do Espírito. A falta de fruto torna o ministério apenas barulho vazio.

As Cores do Tabernáculo e os Quatro Evangelhos

Êxodo 26 detalha a construção do tabernáculo, que tinha dez cortinas de linho retorcido, pano azul, púrpura e carmesim. Cada cor representa um dos quatro evangelhos: púrpura (Mateus, Jesus como rei), carmesim (Marcos, Jesus como servo), linho branco (Lucas, Jesus como homem) e azul (João, Jesus como Deus). O tabernáculo foi feito para que Deus habitasse, e a presença de Deus requer a mensagem dos quatro evangelhos.

Justiça e Santidade no Tabernáculo

Apocalipse 19:8 é citado para mostrar que o linho finíssimo representa os atos de justiça dos santos. O tabernáculo representa a justiça e a santidade de Deus. A justiça, no hebraico "TCDK", significa equidade e equilíbrio. A cor azul aponta para Cristo como um homem celestial, e a púrpura representa Cristo como rei. O carmesim, a cor do sangue, representa a redenção.

Os Querubins e a Proteção Divina

As cortinas do tabernáculo eram bordadas com querubins, que representam a guarda da presença, a santidade e o governo celestial. Os querubins guardavam o Éden após a saída de Adão. Aquele que tem um tabernáculo completo com santidade e justiça recebe a proteção de Deus. Os querubins são como anjos da guarda, protegendo o tabernáculo de Deus.

Unidade e a Habitação de Deus

As dez cortinas do tabernáculo eram entrelaçadas, simbolizando a necessidade de trabalhar em unidade e não na individualidade. Os 50 laçados representam o Pentecostes e a unidade do Espírito. João 1:14 é citado para mostrar que o Verbo se fez carne e tabernaculou entre nós. A palavra "habitou" significa "tabernaculou", indicando que Deus fixou seu tabernáculo em nós.

O Deserto e a Provação da Identidade

O tabernáculo foi construído no deserto, um ambiente de tratamento e preparação. Deuteronômio 8:2 lembra que Deus guiou o povo para humilhá-los e prová-los. Mateus 4:1 mostra que Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto para ser tentado. O deserto é um lugar de provação da identidade. Israel não sabia quem era e desejava voltar ao Egito, enquanto Jesus sabia que era o Filho de Deus.

Fatores Humanos, Conceituais e Sistêmicos no Deserto

São apresentados três conceitos: fator humano, fator conceitual e fator sistêmico. No fator humano, Israel era inseguro interiormente, enquanto Jesus era convicto. No fator conceitual, Israel tinha liberdade externa sem transformação interna, enquanto Jesus operava com o reino de Deus. No fator sistêmico, o Egito ainda operava dentro de Israel, enquanto o reino de Deus operava dentro de Jesus. A aula termina com a promessa de continuar explorando esses temas na próxima sessão.

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