Gasparetto   Sobre o Dinheiro 1

Gasparetto Sobre o Dinheiro 1

Breve Resumo

Este vídeo aborda a relação das pessoas com o dinheiro, argumentando que muitas vezes essa relação é influenciada por crenças negativas e distorcidas, como se o dinheiro fosse algo demoníaco ou sujo. O autor incentiva a "exorcizar" essas ideias, a abraçar o dinheiro como um amigo e uma energia de possibilidade, e a reconhecer que a riqueza é uma bênção que pode trazer benefícios para si e para a sociedade.

  • Exorcizar crenças negativas sobre o dinheiro.
  • Abraçar o dinheiro como um amigo e energia de possibilidade.
  • Reconhecer que a riqueza é uma bênção.

Introdução

O autor introduz o tema do dinheiro, mencionando que é um assunto agradável, mas que para chegar ao ponto desejado, é preciso "exorcizar" a visão negativa que muitas pessoas têm sobre ele. Ele compara essa visão negativa a um "demônio" que inverte as coisas e transforma o que deveria ser prazeroso em tormento, como fez com o sexo.

A Influência do "Demônio" do Dinheiro

O autor explica que esse "demônio" do dinheiro se manifesta através de ideias distorcidas e preconceitos, transformando a falta de dinheiro em um drama e a posse em culpa. Ele critica a ideia de que não ligar para o dinheiro é sinal de espiritualidade, chamando isso de "pobreza" e alertando que essa mentalidade dolorosa e trágica.

A Lei do Destino e a Visão Perversa do Dinheiro

O autor discute a lei do destino, afirmando que as pessoas estão onde se colocam e que o fluxo dos eventos depende da sua visão. Se a visão sobre o dinheiro é perversa, existe uma força interna que evita a prosperidade. Ele critica a vergonha de falar sobre ter dinheiro no Brasil, contrastando com outras culturas que valorizam a riqueza.

Riqueza como Bênção e a Importância de uma Nova Visão

O autor defende que a riqueza é uma bênção, assim como a inteligência e a beleza. Ele incentiva a "exorcizar" a visão negativa e a adotar uma nova perspectiva para que a riqueza possa fluir. Ele argumenta que o "demônio" do dinheiro tenta impedir as pessoas de lutar por coisas materiais, alegando que são espirituais.

O Dinheiro como Energia de Possibilidade

O autor descreve o dinheiro como energia de possibilidade, que permite acesso à educação, arte, cultura e outras coisas importantes na vida. Ele questiona a hipocrisia de quem diz que o dinheiro não faz diferença, afirmando que um homem com dinheiro tem mais possibilidades e atrai mais oportunidades.

Pobreza e a Mentalidade Demoníaca

O autor critica a pobreza, chamando-a de "endemoniada" em um universo de riqueza sem fim. Ele argumenta que o "demônio" faz as pessoas acreditarem no pouco e se conformarem com uma vida limitada. Ele incentiva a "arrebentar o diabo" e a mudar essa mentalidade.

Espírito Dominando a Matéria

O autor afirma que o espírito deve dominar a matéria, e ter dinheiro é sinal de que a matéria foi dominada. Ele questiona o propósito da existência na Terra se não for para desenvolver potenciais e capacidades, e defende que o dinheiro é essencial para esse desenvolvimento.

Dominar e Ter Abundância

O autor incentiva a dominar e ter bastante dinheiro, pois o universo é milionário. Ele argumenta que, mesmo que as condições mudem, quem exorcizou o "demônio" do dinheiro consegue prosperar novamente. Ele compartilha sua experiência de ganhar mais dinheiro durante um período de crise econômica.

A Inversão de Valores e o Mérito de Ganhar Bem

O autor critica a inversão de valores que faz com que as pessoas se sintam culpadas por ganhar bem. Ele defende que ganhar bem é um mérito e que as pessoas deveriam ser consideradas por isso. Ele argumenta que quem ganha bem tem a capacidade de gerar as condições para isso e que o sucesso de um beneficia a sociedade.

A Vergonha de Ter e a Mentalidade de Escassez

O autor critica a vergonha de ter dinheiro e a mentalidade de escassez que faz as pessoas se contentarem com pouco. Ele questiona o que significa "tendo para viver" e incentiva a se lançar na vida, a ser criativo e a buscar o poder que o dinheiro proporciona.

Mérito e a Exorcização do "Diabo" da Família

O autor defende que quem tem dinheiro merece consideração e que é preciso "exorcizar" o "diabo" que vem da família. Ele argumenta que as pessoas não são vítimas do destino e que a vida oferece constantemente oportunidades de renovação.

A Escolha da Renovação e a Verdade sobre o Destino

O autor afirma que a escolha de se renovar ou permanecer igual é individual e que não se deve culpar Deus pelo destino. Ele declara que as ideias de pobreza são adotadas da família e que cada um tem o arbítrio de escolher o que quer ser e crer.

O Dinheiro como Alívio e Motivação

O autor descreve a sensação de alívio e motivação que o dinheiro traz quando chega inesperadamente. Ele argumenta que o dinheiro tem milhões de maneiras de chegar e que não se limita ao salário. Ele critica a mentalidade de pobreza que restringe as possibilidades.

O Diabo na Hora de Pagar a Conta

O autor descreve a experiência de gastar dinheiro em um jantar e sentir culpa depois, como se o "diabo" estivesse judiando. Ele explica que essa culpa vem da herança cultural e da voz da mãe, que critica o gasto e questiona a falta de planejamento.

A Herança da Cultura e a Volta à Miséria

O autor explica que a cultura distribui os "demônios" pela família, multiplicando a mentalidade de escassez. Ele descreve a volta à miséria e a escolha de opções mais baratas, como comer por quilo, como uma forma de o "demônio" fazer a pessoa pagar pelo gasto anterior.

A Possessão Demoníaca e a Importância da Inteligência

O autor afirma que a preocupação excessiva com o preço da comida e a conferência da conta são sinais de possessão demoníaca. Ele ressalta a importância de gastar com inteligência, mas que o problema principal é a culpa e os conceitos negativos que surgem a cada gasto.

O Conceito Básico do Demônio e o Medo do Amanhã

O autor descreve o conceito básico do "demônio" como o medo do amanhã, a preocupação com a falta de dinheiro e a possibilidade de passar necessidades. Ele critica a ideia de pedir dinheiro para a família como um fracasso e uma desgraça.

A Amizade com o Dinheiro e a Cabeça Legal

O autor afirma que a amizade com o dinheiro começa quando se sabe quem é amigo dele e que ele nunca abandona quem não o abandona. Ele incentiva a abraçar a energia do dinheiro e a ter uma "cabeça legal" para lidar com ele.

Milhões de Maneiras de Fluir e a Espiritualidade do Brilho

O autor explica que o dinheiro tem bilhões de maneiras de surgir e que ele cria situações para fluir. Ele incentiva a tirar o "diabo" de dentro de si e a afirmar que a espiritualidade quer brilhar e dominar a condição material.

A Alma Ama a Riqueza e a Confiança no Dinheiro

O autor defende que a alma ama a riqueza e que a cabeça é que está tomada por ideias negativas. Ele ressalta a importância da confiança no dinheiro e de não se deixar levar pelo medo e pela negatividade.

Trabalhar por Dinheiro e a Mentira do Amor

O autor afirma que não há problema em trabalhar por dinheiro e que a ideia de que só se deve fazer algo por amor é uma mentira. Ele defende que é possível fazer o bem querendo dinheiro em troca e que amor e dinheiro podem coexistir.

A Riqueza Soma e a Hipocrisia de Não Ligar para o Dinheiro

O autor argumenta que a riqueza soma e que não há problema em gostar do dinheiro de alguém. Ele critica a hipocrisia de quem diz que não liga para o dinheiro e incentiva a assumir que a estabilidade financeira e o padrão de vida são importantes.

O Prazer do Espírito e a Associação com o Dinheiro

O autor afirma que tudo que dá prazer ao espírito foi considerado ruim e que as coisas prazerosas devem ser evitadas. Ele explica que as pessoas associam o dinheiro a essas coisas e que, por isso, o evitam.

A Espiritualidade com Dinheiro e a Capacidade de se Sentir Rico

O autor questiona se as pessoas são capazes de se sentir ricas e argumenta que o dinheiro gosta de quem gosta dele e da riqueza. Ele explica que riqueza é construir, realizar e que ser rico é entrar em um espaço interior onde não há falta.

A Atitude da Riqueza e a Influência da Família

O autor afirma que quanto mais rico se sente, mais a riqueza flui. Ele compartilha sua experiência de ser desencorajado pela mãe a ter ambições e de ter encontrado apoio em uma tia rica.

A Decisão de Ser Rico e a Escolha da Riqueza

O autor explica que a decisão de ser rico leva a uma mudança de atitude e a uma preferência por coisas e pessoas que valorizam a riqueza. Ele argumenta que a riqueza começa com a decisão de se colocar na posição de rico e de exorcizar as ideias negativas.

A Riqueza Interior e o Exemplo do Vendedor de Cachorro Quente

O autor afirma que a riqueza interior é fundamental e compartilha a história de um vendedor de cachorro quente que se tornou um dos homens mais ricos dos Estados Unidos. Ele explica que o segredo foi se colocar na posição de rico e acreditar que era possível.

O Dinheiro Gosta de Quem Gosta de Viver e Fazer

O autor argumenta que o dinheiro gosta de quem não é pequeno, de quem gosta de ser rico, de construir, de realizar e de viver. Ele ressalta que mesmo as pessoas ricas que não trabalham têm uma agenda lotada e gostam de viver.

Onde Você Se Pôs com Relação ao Dinheiro?

O autor questiona onde as pessoas se colocaram com relação ao dinheiro e quais influências permitiram que moldassem sua visão. Ele critica a falsa humildade e a ideia de que rico não é humilde, afirmando que humildade é conhecimento da verdade e aceitação dos próprios limites.

A Mentira da Loteria e a Cadeira do Pobre

O autor critica a ideia de que, se ganhasse na loteria, daria tudo para os outros e ficaria com o que sobrasse. Ele chama isso de "pobreza" e argumenta que quem pensa assim nunca vai ganhar. Ele incentiva a sentar na "cadeira do rico" e a pensar como um rico.

Mudar o Bundão de Lugar e a Ilusão do Caro

O autor incentiva a mudar a mentalidade e a parar de reclamar que tudo é caro. Ele argumenta que "caro" é uma palavra de pobre e que rico fala em "quantidade". Ele explica que, mesmo que algo seja caro, não se deve afirmar isso, pois é uma afirmação de pobreza.

A Mercedes Não É Cara e a Pontinha da Impossibilidade

O autor afirma que uma Mercedes não é cara e questiona a sensação que a frase "uma Mercedes custa 180.000" causa nas pessoas. Ele critica a mentalidade de quem acha que 180.000 é algo impossível e incentiva a sentar no "banco do rico".

A Facilidade de Ganhar e o Medo do Trabalhador Honrado

O autor argumenta que, tecnicamente, não há diferença entre ganhar 10 e 180.000 e que rico acha fácil ganhar dinheiro. Ele critica o "trabalhador honrado" que tem medo de ganhar dinheiro e a ideia de que dinheiro só pertence a ladrões.

A Mácula da Pobreza e a Virada na Vida

O autor afirma que as pessoas carregam uma "mácula" de pobreza e se acostumam com a ideia de que as coisas não são para elas. Ele incentiva a mudar essa mentalidade e a acreditar que é possível dar uma virada na vida.

A Riqueza Interior e a Paquera com o Dinheiro

O autor explica que a virada na vida acontece quando a pessoa muda interiormente e decide que nasceu para a riqueza. Ele argumenta que o dinheiro só é amigo de quem está sentado no "banco da riqueza" e que paquerar o dinheiro com mentalidade de pobreza não funciona.

A Espiritualidade da Riqueza e a Roda da Fortuna

O autor afirma que a riqueza é espiritual e que a Bíblia diz que a quem tem tudo será dado e a quem não tem tudo será tirado. Ele incentiva a olhar para as coisas que gosta e a afirmar que nasceu para aquilo, criando uma "roda da fortuna" com fotos e objetos que representam a riqueza.

Vestindo a Riqueza e o Prazer Interior

O autor incentiva a "vestir a riqueza" e a reforçar a postura de que o dinheiro é amigo e que nasceu para ter. Ele argumenta que o prazer interior é fundamental e que curtir o que se tem atrai mais riqueza.

O Dinheiro Gosta de Quem Circula e a Fé no Cartão de Crédito

O autor afirma que o dinheiro gosta de quem circula, de quem gasta e investe. Ele critica o dinheiro guardado de pobre e incentiva a fazer dívidas, comprando no cartão de crédito com fé de que vai conseguir pagar.

A Briga com o Diabo e o Prazer da Conquista

O autor descreve a "briga com o diabo" que acontece ao comprar algo no cartão de crédito, com o medo de não conseguir pagar. Ele ressalta a importância de ter fé e de se dar o prazer da conquista, pois é aí que a riqueza flui.

O Olhar da Falta e o Olhar da Fortuna

O autor critica o "olhar da falta" e incentiva a focar no que se tem, curtindo e aproveitando. Ele argumenta que o dinheiro detesta a falta e que gosta do "tenho", do "curto" e do "aproveito".

A Luz do Dinheiro e a Importância de Mantê-la Acesa

O autor afirma que é preciso acender a "luz do dinheiro" e mantê-la acesa, pois quanto mais se curte, mais ele procura. Ele ressalta a importância de ter uma "cabeça para ter" e de saber manter a relação com o dinheiro.

A Relação com a Energia do Dinheiro e a Plenitude da Riqueza

O autor explica que a relação com a energia do dinheiro flui de uma certa maneira e que é preciso prestar atenção para aperfeiçoar essa relação. Ele incentiva a acordar de manhã sentindo-se pleno na riqueza e a afastar o "diabo" que quer que as pessoas se sintam pobres e coitadinhas.

O Prazer do Dinheiro e a Hipocrisia de Não Ligar

O autor afirma que algumas pessoas amam o dinheiro mesmo que não usem para nada, sentindo prazer em contar e pensar nele. Ele critica a hipocrisia de quem finge que não liga para o dinheiro, mas que, no fundo, adora ter poder e levar vantagem.

A Vingança do Dinheiro e o Medo da Perda

O autor descreve a "vingança do dinheiro" como a compra de coisas para os pais que oprimiram no passado, mas que esse prazer é movido pelo medo de perder o dinheiro e a pose. Ele argumenta que o dinheiro não gosta dessa conversa e que não se deve ter medo da perda.

Jogar Fora o Velho e Usufruir da Riqueza

O autor incentiva a jogar fora as coisas velhas e a começar a usar toda a riqueza que possui, usufruindo para dar prazer. Ele argumenta que, quanto mais se usufrui, mais vem e que, mesmo que algo quebre, o dinheiro surgirá para comprar novos.

Riqueza Coletiva e a Miséria que Prejudica

O autor afirma que a riqueza é coletiva e que ninguém pode ser rico sem beneficiar a coletividade. Ele argumenta que a pobreza prejudica a coletividade, pois impede o crescimento das empresas e a geração de empregos.

A Miséria É Ruim e a Coragem de Assumir

O autor afirma que a miséria é ruim e incentiva a ter a coragem de assumir isso. Ele argumenta que a pobreza é uma infelicidade e que impede de dar educação aos filhos e de cuidar da saúde.

A Frente Contra a Moral Besta e a Riqueza Espiritual

O autor incentiva a fazer frente à "moral besta" que valoriza a pobreza e a defender a riqueza como algo espiritual. Ele compartilha sua visão dos espíritos de luz, que são esplendorosos e vestem roupas ricas.

O Que É Bom É Bom e o Que É Ruim É Ruim

O autor afirma que o que é bom é bom e o que é ruim é ruim e que é preciso ter a coragem de assumir isso. Ele incentiva a tirar o "diabo" de dentro de si e a sentar na "cadeira do rico".

A Meditação da Riqueza e o Desapego do Velho

O autor propõe uma meditação para tomar atitude e sentar no "lugarzinho rico". Ele incentiva a desapegar de quem se foi e da pobreza, das dificuldades e das situações que marcaram o passado.

A Renovação na Vida e a Espiritualidade Rica

O autor afirma que a renovação na vida é fundamental e que tudo começa com um momento dentro de nós. Ele incentiva a ficar na riqueza sem pudor, pois a espiritualidade é rica e a vida é abundância.

A Eternidade Rica e a Abertura para as Transformações

O autor afirma que somos eternos e que caminhamos de acordo com nossas ideias. Ele incentiva a estar aberto para as transformações e a recusar a falsa modéstia e a humildade errada.

A Alma Feliz e a Aventura da Vida

O autor afirma que a alma é feliz com as coisas boas, com a vida fluindo bem e com a abundância. Ele incentiva a viver coisas maravilhosas que justificam a vida e a desfrutar das possibilidades da aventura.

A Presença do Dinheiro Purificado e a Luz que Afasta a Escuridão

O autor propõe receber a presença do dinheiro purificado como uma luz que invade e afasta a escuridão do passado. Ele incentiva a abraçar o dinheiro e a sentir que ele não tem nada contra nós.

A Luz Para Quem Se Acende e a Aventura Futura

O autor afirma que a luz é para quem se acende e que, ao se acender na riqueza, é natural fluir o dinheiro. Ele incentiva a não fechar o coração para o dinheiro e a se preparar para a aventura futura.

O Dinheiro Limpo e as Coisas Fáceis

O autor afirma que gostamos de dinheiro limpo e ganho bem, mas que também gostamos das coisas fáceis. Ele incentiva a não ter vergonha de ter dinheiro sem fazer nada e a usar esse dinheiro para realizar os desejos do coração.

A Realização do Espírito e o Mérito do Passado

O autor afirma que o espírito quer realizar coisas e que o dinheiro ajuda a realizar. Ele incentiva a se sentir merecedor, independentemente do passado, e a não negar o mérito das coisas boas por causa de erros passados.

O Vaso Escolhido e a Grandeza da Criação

O autor incentiva a se abrir como um "vaso escolhido" para receber todas as bênçãos e a abraçar a grandeza da criação. Ele afirma que todos os caminhos são humanos e espirituais e que ninguém jamais se perde de si mesmo.

A Luz do Dinheiro e a Leveza da Vida

O autor incentiva a abraçar a luz do dinheiro, a luz da bênção e a luz da sorte, que possibilitam articular na vida com leveza, beleza e generosidade. Ele afirma que nasceu para o melhor e que a alma sempre quis esse melhor.

O Trabalho no Invisível e o Conserto das Coisas Negativas

O autor afirma que, ao se colocar na posição de riqueza, o dinheiro trabalha no invisível, fazendo as coisas acontecerem. Ele incentiva a lembrar do dinheiro várias vezes por dia para reforçar essa posição e a consertar as coisas negativas sobre o assunto.

Assumir o Amigo Dinheiro e o Prazer de Estar com Ele

O autor incentiva a assumir o dinheiro como um grande amigo e a ter prazer de estar com ele, de trabalhar para tê-lo, de gastá-lo e de curtir o que ele possibilita.

A Abertura para a Riqueza e a Natureza Bilionária

O autor propõe um minuto especial para se abrir para a riqueza e para fazer desse momento um marco na vida. Ele afirma que a natureza é bilionária e que somos filhos de uma milionária, portanto, herdeiros de uma grande fortuna.

A Fortuna por Direito Natural e a Simplicidade do Espírito

O autor incentiva a se abrir para receber os direitos de filho da vida e a herança por direito natural. Ele afirma que o espírito gosta de coisas bonitas e que é preciso aceitar com simplicidade a natureza do espírito, que é abundância, fartura e riqueza.

O Prazer de Gostar e a Celebração da Consciência Espiritual

O autor incentiva a se deixar gostar de tudo que gosta e a ter o prazer de todas as coisas prazerosas, fazendo da vida uma festa. Ele propõe celebrar a alegria da consciência espiritual e do despertar para a herança de uma grande fortuna.

Descansar dos Temores Passados e a Coragem de Se Erguer

O autor incentiva a descansar dos temores passados e a identificar os resquícios de uma educação infeliz para ir tirando valor e deixando ir. Ele propõe retornar à casa com coragem e se erguer da forçada pequenez para a grandeza da elevação.

A Lei do Crer e a Vitória Interior

O autor agradece à vida por estar podendo praticar a lei do crer, a lei da atitude e a lei do entender para vencer. Ele afirma que nasceu para a vitória e que a vitória já existe dentro de si.

A Manipulação das Forças Materiais e o Aprimoramento de Todos

O autor expressa o desejo de manipular as forças materiais e de tirar todo proveito da experiência, criando abundância e recursos para o aprimoramento de todos. Ele afirma que, mesmo após a morte, continuará sendo aquele que conquistou a capacidade de dominar a vida física.

A Lucidez do Espírito Abençoado e o Vaso Escolhido

O autor incentiva a vestir a riqueza com a lucidez de um espírito abençoado e a se colocar como um "vaso escolhido" para as bênçãos do melhor. Ele afirma que a satisfação das forças espirituais é nos ver crescer e conquistar.

O Prazer do Desfrute e a Mão Dada com o Espírito do Dinheiro

O autor afirma que nasceu para o melhor e para ter o prazer do desfrute da aventura que é a vida. Ele propõe seguir a vida de mãos dadas com o espírito do dinheiro, com esse senhor extraordinário, mentor, sócio e colaborador.

O Passado Sem Força e a Nova Vida

O autor afirma que o passado não tem mais força e que começa uma nova vida.

As Partículas Douradas e a Bonança da Fartura

O autor propõe sentir que do universo inteiro chovem partículas douradas que abençoam e que entram pela respiração, fazendo parte de nós. Ele afirma que esse dourado é da conquista, do sucesso e da bonança da fartura.

A Tranquilidade e a Nova Energia

O autor afirma que está tranquilo porque agora flui na vida outra energia e que esse caminho ainda trará lições de aperfeiçoamento.

Share

Summarize Anything ! Download Summ App

Download on the Apple Store
Get it on Google Play
© 2024 Summ