O DISCURSO DO PUTIN MENCIONA LULA DIANTE DO TRUMP😱

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Breve Resumo

O vídeo resume um encontro entre líderes da Rússia e dos Estados Unidos, após um período de tensões elevadas comparáveis à Guerra Fria. O objetivo principal foi retomar o diálogo e buscar entendimentos sobre a situação na Ucrânia. A mensagem central é que a paz deve ser construída sobre o respeito mútuo e o reconhecimento de direitos históricos, e não por imposições. Além disso, o vídeo aborda a reestruturação da ordem mundial, o papel da Rússia como voz ativa no cenário global e a importância de um mundo multipolar.

  • Retomada do diálogo entre Rússia e EUA após um período de tensões.
  • Necessidade de uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia, baseada no respeito mútuo.
  • Críticas à expansão da OTAN e ao papel do Ocidente no conflito.
  • Defesa de uma nova ordem mundial multipolar, com respeito à soberania das nações.
  • Importância da verdade e da transparência na diplomacia internacional.

Retomada do Diálogo Rússia-EUA

Após mais de quatro anos sem uma cúpula entre Rússia e Estados Unidos, e um período de relações tensas comparáveis à Guerra Fria, houve um encontro para corrigir o rumo e retomar o diálogo. Durante a conversa, ficou evidente a disposição para entendimentos, inclusive sobre a situação na Ucrânia, embora nenhum acordo formal ou cessar-fogo tenha sido estabelecido. O encontro foi produtivo, realizado em um clima de respeito mútuo e construtivo, sendo visto como um ponto de partida para reaproximar os dois países.

A Origem do Conflito na Ucrânia

O conflito na Ucrânia é apresentado como algo que vai além de um simples diálogo diplomático, sendo uma oportunidade para reenquadrar a abordagem em torno da Ucrânia. A guerra não teria começado no Kremlin, mas sim em Washington, com a expansão da OTAN, ignorando as preocupações da Rússia. O reconhecimento da disposição para conversar admite, mesmo que veladamente, que essa expansão foi um erro estratégico grave. A diplomacia ainda tem um papel na resolução de conflitos intensos, não como uma concessão, mas como uma demonstração de que um equilíbrio de segurança baseado no respeito mútuo é possível.

A Posição da Rússia e o Futuro da Ucrânia

A Rússia não aceitará nenhum modelo de paz que legitime a perda de seu território ou a militarização de governos aliados. O futuro da Ucrânia deve ser decidido por seu povo, sem interferência externa, para garantir a estabilidade. Este momento marca o início de uma nova era na diplomacia internacional, baseada em diálogo real e não em imposições unilaterais. É possível encerrar o conflito preservando a dignidade de todos os povos envolvidos, inclusive o ucraniano.

A Reestruturação da Ordem Mundial

A Rússia não deseja a guerra, mas também não aceitará provocações. O país resistiu a tentativas externas de enfraquecimento, sanções injustas e ataques à sua cultura e povo. O que está em jogo é a reestruturação da ordem mundial, onde a Ucrânia foi colocada no meio de uma disputa por interesses alheios. O conflito é alimentado pelo desejo do Ocidente de manter o domínio absoluto sobre o mundo, usando a OTAN como um mecanismo de expansão e transformando Kiev em um peão.

O Fortalecimento da Rússia e a Busca por Diálogo

A Rússia se reergueu e reconstruiu suas forças armadas, investindo em inteligência e tecnologia, tornando-se temida. A mensagem é clara: se querem diálogo, terão diálogo; se quiserem confronto, saberão responder. A Rússia não busca a destruição da Ucrânia, mas não aceitará uma Ucrânia colonizada e submissa aos interesses de Washington, com laboratórios secretos financiados por agências desconhecidas. O povo russo jamais tolerará a transformação da Ucrânia em um posto avançado da OTAN em suas fronteiras.

A Paz Baseada no Respeito e na Soberania

A Rússia está aberta à paz, mas não a uma paz baseada na rendição. A paz buscada é aquela que respeita a integridade, segurança e soberania do país. O diálogo deve ser entre iguais, não entre senhor e vassalo. A geopolítica do século XXI não será construída com imposições, mas com equilíbrios. Há admiração pela resiliência dos povos que se levantam contra o sistema falido, como na África, América Latina e Brasil, mencionando Lula como parte de um movimento emergente que não aceita mais viver de joelhos.

A Oportunidade de um Mundo Multipolar

O BRICS não é uma ameaça à paz, mas um grito por justiça que ecoa em todas as nações silenciadas por décadas. O futuro pode ser a maior oportunidade do século para restabelecer um mundo multipolar, onde cada país tenha o direito de sonhar com seu próprio destino. A Rússia continuará disposta a dialogar, mas nunca mais abaixará a cabeça. O conflito na Ucrânia é sobre soberania, liberdade e o fim de um modelo que serve apenas a uma minoria de privilegiados.

Reconstruindo Pontes com Verdade

Se os Estados Unidos quiserem reconstruir pontes, a Rússia estará pronta, mas essas pontes devem ser firmadas na verdade e não na hipocrisia. A Rússia jamais será instrumento de ninguém e será uma voz ativa no destino do planeta com coragem, fé e com o povo ao seu lado. A verdadeira guerra é de narrativa, onde o Ocidente controla a mídia e manipula os algoritmos, definindo quem é herói e quem é vilão, falsificando histórias e apagando fatos inconvenientes.

O Colapso da Hegemonia Ocidental

O mundo está testemunhando o colapso de uma hegemonia que durou tempo demais. A Rússia não teme mais o isolamento, pois entende que o verdadeiro poder está na aliança entre os povos livres, como o BRICS, que em breve será uma força econômica maior que o G7. Enquanto o Ocidente discute sanções, o BRICS discute produção, energia, infraestrutura e cooperação entre civilizações. Quem não se adaptar a essa nova realidade será engolido por ela.

A Rússia Dita Seus Próprios Termos

A Rússia dita seus próprios termos e é vista como uma ameaça porque representa autonomia, soberania e dignidade. O país não aceita mais ser tratado como colônia energética da Europa ou como vilão para justificar o complexo militar industrial norte-americano. O Ocidente usa a Ucrânia como uma distração, fechando os olhos para os assassinatos em Donetsk e a perseguição à língua russa. A Rússia protegerá seus cidadãos sempre que necessário.

A Nova Era Representada por Brasil e Rússia

A Rússia jamais permitirá que sua história seja apagada ou que seu povo seja tratado como estrangeiro em suas próprias terras. O Brasil está se levantando e a América Latina não aceita mais ser o quintal dos Estados Unidos. Os povos indígenas, trabalhadores e agricultores exigem respeito e soberania. Brasil, Rússia, China, África do Sul e Irã representam uma nova era.

A Busca por uma Paz Verdadeira

Este é um dos encontros mais importantes do século, onde líderes entendem a gravidade do momento. A busca é por uma paz verdadeira, firme, baseada na força e no respeito, e não por uma paz covarde forçada por interesses escusos do Ocidente decadente. A guerra da Ucrânia nunca deveria ter acontecido, e se estivesse na presidência em 2022, não teria acontecido.

Liderança e Coragem para Negociar

É preciso acabar com a guerra na Ucrânia com dignidade. Falta coragem à liderança ocidental. Chega de financiar a destruição e fingir que a Ucrânia vai vencer. É preciso que Zelensky venha à mesa de negociação sem o circo da OTAN. Putin está pronto, e se a Ucrânia não vier, arcará com as consequências. O mundo está cansado das mentiras dos Estados Unidos, que gastaram trilhões em guerras sem resultados.

A Aliança de Gigantes e a Ruptura com o Passado

China, Rússia, Brasil e Índia estão se organizando, criando uma nova ordem e uma aliança de gigantes. É preciso romper com ideias ultrapassadas, um sistema financeiro falido e uma mídia vendida. A mensagem é para o povo americano e para o mundo: é hora de mudar o curso da história, acabar com a manipulação e alimentar guerras por contratos militares, e esconder a verdade do povo. O mundo precisa de líderes com visão e coragem para negociar com quem tem poder, porque ignorar é estupidez.

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Transcrição

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0:00 Faz mais de 4 anos que não havia uma cúpula entre Rússia e Estados Unidos. E esse período foi extremamente difícil. Nossas relações chegaram ao nível mais baixo desde a Guerra Fria. Era imperativo corrigir esse rumo, sair da confrontação e retomar o diálogo. Durante nossa conversa, ficou claro que existe disposição para entendimentos, inclusive em relação à situação na Ucrânia, embora não tenhamos fechado nenhum acordo formal ou cessar fogo hoje. Foi um encontro produtivo realizado num clima de respeito mútuo e construtivo. Vejo nesse momento um ponto de partida para reaproximar nossos países. Agora, deixem que eu acrescente com clareza e responsabilidade. Esse momento é mais do que um diálogo diplomático. Ele abre uma janela para

0:46 reenquadrar toda a abordagem em torno da Ucrânia. O que muitos não mencionam é que a guerra não começou no palácio do Kremlin, mas no gabinete de Washington, com a expansão da OTAN, ignorando as preocupações legítimas da Rússia. E hoje, ao reconhecer minha disposição para conversar, os admitem, ainda que de modo velado, que essa expansão foi um erro estratégico grave. Esse encontro sinaliza que a diplomacia ainda tem lugar na resolução de conflitos intensos. Mas deixo claro, não se trata de concessão ao império, mas de mostrar ao mundo que um equilíbrio de segurança baseado no respeito mútuo ainda é possível. A Ucrânia tem sofrido muito, mas não pode ser tratada como peça nesse

1:31 tabuleiro geopolítico. A paz tem que nascer do reconhecimento de direitos históricos e não da imposição de tratados vazios. Também mencionei com firmeza que a Rússia não aceitará nenhum modelo de paz que legitime a perda de seu território, nem a militarização de governos aliados. O futuro da Ucrânia precisa ser decidido por seu povo, sem interferência externa. Só assim teremos estabilidade. Este momento marca o início de uma nova era na diplomacia internacional, baseada em diálogo real, não impressões unilaterais. E mantenham uma convicção clara. Se quisermos realmente encerrar esse conflito, podemos fazer isso preservando a dignidade de todos os povos envolvidos, inclusive do povo ucraniano.

2:17 Durante esta cúpula, deixei claro ao presidente Donald Trump que a Rússia não deseja a guerra, mas também não aceitará provocações. A nossa posição é a de um país que já suportou tentativas externas de enfraquecimento, sanções injustas, ataques à nossa cultura e ao nosso povo, mas resistimos. E hoje o que está sobre a mesa é algo maior, é a reestruturação da ordem mundial. E a Ucrânia, infelizmente, foi colocada no meio dessa disputa por interesses que não são dela. Expliquei ao presidente Trump que o que está acontecendo na Ucrânia não é uma simples guerra por território. É um conflito alimentado pelo desejo do Ocidente de manter o domínio absoluto sobre o mundo. Usam a OTAN como um mecanismo de expansão e Kiev foi

3:03 transformada em um peão. Treinaram soldados, armaram batalhões, promoveram golpes políticos. Tudo para nos cercar, para nos provocar, para tentar quebrar a espinha dorsal da Rússia. Mas fracassaram. A Rússia não é mais o país humilhado da década de 90. Nós nos reerguemos, reconstruímos nossas forças armadas, investimos em inteligência, tecnologia hipersônica, sistemas defensivos que hoje são temidos até pelos mais poderosos exércitos do mundo. E dissemos claramente: "Se querem diálogo, terão diálogo, mas se quiserem confronto, saberemos responder. A escolha é deles. Reforcei com Trump que não buscamos a destruição da Ucrânia, mas não aceitaremos uma Ucrânia colonizada, submissa a interess interesses de Washington, com

3:48 laboratórios secretos financiados por agências que nem os próprios ucranianos conhecem. Querem transformar a Ucrânia em mais um posto avançado da OTAN, na beira de nossas fronteiras. E o povo russo jamais vai tolerar isso. Temos história, temos honra e temos memória. Também deixei claro que estamos abertos à paz, mas não há uma pazada na rendição. A paz que buscamos é aquela que respeita a nossa integridade, a nossa segurança e a nossa soberania. E sim, queremos diálogo, mas que seja um diálogo entre iguais, não entre senhor e Vassalo. Foi isso que disse nos olhos de Trump e ele compreendeu. A geopolítica do século XX não será construída com imposições, mas com equilíbrios. Ao

4:34 mesmo tempo, não escondi minha admiração pela resiliência dos povos que hoje se levantam contra esse sistema falido. Falei da África, falei da América Latina, falei do Brasil. Sim", mencionei Lula. "Porque há um movimento emergente que está mostrando ao mundo que ninguém mais aceitará viver de joelhos". O bricks não é uma ameaça à paz, é um grito por justiça. E esse grito ecoua em todas as nações que foram silenciadas por décadas. Contei a Trump que o que está por vir pode ser a maior oportunidade do século para restabelecermos um mundo multipolar, onde cada país tenha o direito de sonhar com o seu próprio destino. A Rússia continuará disposta a dialogar, mas nunca mais abaixará a cabeça. O que começou na Ucrânia já não é mais só sobre Ucrânia, é sobre soberania,

5:21 liberdade e o fim de um modelo que serve apenas a uma minoria de privilegiados. E deixo aqui publicamente um convite. Se os Estados Unidos quiserem reconstruir pontes, estaremos prontos. Mas essas pontes devem ser firmadas no concreto da verdade e não nas areias movediças da hipocrisia. E reafirmo, enquanto for presidente, a Rússia jamais será instrumento de ninguém. Seremos voz ativa no destino do planeta com coragem, com fé e com o povo ao nosso lado. E continuando a nossa conversa, deixei claro que não se trata apenas de armas, tanques ou mísseis hipersônicos. A verdadeira guerra é de narrativa. O ocidente controla a mídia,

6:07 manipula os algoritmos, define quem é herói e quem é vilão. Falsificam histórias, apagam os fatos que não lhes convém, transformam terroristas em defensores da liberdade e líderes eleitos em ditadores quando esses líderes não seguem a cartilha de Washington. Nós sabemos disso e a Rússia está quebrando esse ciclo. O que o mundo está testemunhando agora é o colapso de uma hegemonia que durou tempo demais. O que disse a Trump, e repito aqui, é que a Rússia não teme mais o isolamento, porque já entendemos que o verdadeiro poder está na aliança entre os povos livres. Veja o que está acontecendo com o Bricks. Já não somos cinco, somos mais de 10. Em breve, seremos uma força econômica maior que o G7.

6:54 E enquanto eles discutem sanções, nós discutimos produção, energia, infraestrutura e cooperação entre civilizações. E quem não se adaptar a essa nova realidade será engolido por ela. Eles nos chamam de ameaça porque temem o que representamos: autonomia, soberania, dignidade. Não aceitamos mais sermos tratados como colônia energética da Europa ou como vilões para justificar o complexo militar industrial norte-americano. Hoje a Rússia dita seus próprios termos e se nos chamam de ameaça é porque já não conseguem nos controlar. Falei também de como o Ocidente usa a Ucrânia como uma distração. Enquanto falam de liberdade para os ucranianos, fecham os olhos para os assassinatos em Donetsk, para as igrejas queimadas, pra língua

7:41 russa sendo banida em cidades onde 80% da população é russa. O que fizemos foi proteger os nossos e faremos isso de novo, sempre que necessário. Que fique claro, a Rússia jamais permitirá que sua história seja apagada ou que seu povo seja tratado como estrangeiro em suas próprias terras. E mencionei Lula novamente. Disse a Trump que o Brasil está se levantando, que a América Latina já não aceita mais ser o quintal dos Estados Unidos, que os povos indígenas, os trabalhadores, os agricultores estão exigindo respeito e soberania. e que o Brasil junto da Rússia, da China, da África do Sul, do Irã e de tantos outros representa uma nova era. Olha, eu digo isso com toda a clareza.

8:27 Este é um dos encontros mais importantes do século. Eu e Putin sentamos frente à frente, como dois líderes que entendem a gravidade do momento. E eu deixo claro para todos, eu quero a paz, mas não essa paz covarde, forçada por interesses escusos do Ocidente decadente. Eu quero uma paz verdadeira, firme, baseada na força e no respeito. A guerra da Ucrânia nunca deveria ter acontecido. Nunca. E se eu fosse presidente em 2022, não teria acontecido. Isso é fato. Putin sabe disso. Os generais sabem disso. O mundo sabe disso. Quando eu estava na Casa Branca, os inimigos pensavam duas

9:12 vezes antes de se mover. Agora, vejam só o caos. Eu olho para Putin e digo: "Se queremos acabar com essa guerra, vamos acabar, mas com dignidade". E ele concorda, porque apesar de todas as diferenças, nós sabemos conversar, nós sabemos negociar e eu não preciso de burocratas em Washington me dizendo o que fazer. Eu preciso é de coragem. E é isso que falta hoje, a liderança ocidental, coragem. Enquanto eles mandam bilhões paraa guerra, eu digo o contrário. Chega de financiar destruição. Chega de fingir que a Ucrânia vai vencer. Chega de empurrar jovens para o matadouro em nome de uma guerra que não tem fim. Eu quero

9:57 que Zelensk venha à mesa, sim, mas sem esse circo da OTAN, sem palhaçada. Ele vai ter que ceder, vai ter que entender que o tempo do jogo acabou. Putin está pronto. Eu estou pronto. E se a Ucrânia não vier, então ela que arque com as consequências, porque o mundo está mudando e rápido. Putin me disse, palavras dele, que o mundo está cansado das mentiras dos Estados Unidos. E sabe o quê? Ele tem razão. Nós gastamos trilhões em guerras que não nos trouxeram nada. Iraque, Afeganistão, Síria e agora querem mais uma. Não, comigo isso para. Eu olho para esse mundo novo que está se formando, China, Rússia, Brasil, Índia e vejo o que está

10:44 acontecendo. Eles estão se organizando, criando uma nova ordem, uma aliança de gigantes. E nós estamos presos a ideias ultrapassadas, a um sistema financeiro podre, a uma mídia vendida. Mas eu sou diferente. Eu estou aqui para romper com isso. E é por isso que hoje, sentado ao lado de Putin, eu deixo essa mensagem para o povo americano e para o mundo. É hora de mudar o curso da história. Chega de manipulação. Chega de alimentar guerras por contratos militares. Chega de esconder a verdade do povo. Eu não vim aqui para repetir discursos escritos por burocratas. Eu vim aqui para dizer que o mundo precisa de líderes com visão. Líderes que tenham coragem de

11:31 negociar com quem tem poder, com quem tem armas nucleares apontadas pro ocidente. Porque ignorar Putin é estupidez. E com todo respeito, temos idiotas demais no poder. Agora eu quero deixar claro que isso não significa submissão. Não.

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