PAULINHO FREIRE COBRA UNIÃO DA DIREITA: DIVIDIR SÓ FORTACELE O GOVERNO

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Breve Resumo

O vídeo aborda as estratégias e desafios políticos para as eleições de 2026 no Rio Grande do Norte. O entrevistado discute a necessidade de união entre diferentes grupos políticos, a importância de definir um candidato forte para o governo do estado e a complexidade de equilibrar os interesses de múltiplos candidatos ao Senado. Além disso, aborda a formação de chapas proporcionais competitivas e a importância de ouvir diferentes grupos políticos antes de tomar decisões de apoio.

  • União de diferentes grupos políticos é crucial.
  • Definição de um candidato forte para o governo do estado.
  • Formação de chapas proporcionais competitivas.

Eleições de 2026 e Alianças Políticas

O entrevistado discute a formação de alianças para as eleições de 2026, mencionando figuras como Steve Valentim, Rogério Marinho, Álvaro Dias e Alisson Bezerra. Ele enfatiza a necessidade de unir esses grupos, apesar de suas vaidades e complexidades, para fortalecer a campanha. A experiência da união de partidos na campanha anterior é citada como um exemplo de sucesso, destacando a importância do tempo de televisão.

Estratégias para Unir a Oposição

O foco é a importância de trabalhar para unir o centro-direita em torno de um único candidato ao governo e dois candidatos ao Senado, evitando a divisão de votos. O entrevistado menciona conversas com figuras-chave como Silson, Rogério e Álvaro, buscando um denominador comum. Ele reconhece as candidaturas já postas de Rogério, Álvaro e Alisson, mas ressalta a importância de evitar confrontos prematuros que possam enfraquecer a oposição.

Importância da Estruturação do Palanque

Os pré-candidatos, incluindo Rogério Marinho, Álvaro Dias e Alisson Bezerra, enfatizam a importância de sua participação na estruturação do palanque para 2026. O entrevistado menciona que Álvaro expressou interesse em ser candidato ao governo, enquanto Rogério reiterou sua candidatura ao governo e Alisson também se coloca como candidato. A estratégia é viabilizar as candidaturas individualmente, mas com o objetivo final de sentar e escolher um candidato único.

Critérios para Escolha de Candidatos

O entrevistado argumenta que a escolha de candidatos não deve se basear apenas em pesquisas, pois outros fatores são importantes. Ele usa seu próprio exemplo, mencionando que não seria candidato se o critério fosse apenas pesquisa. A análise deve incluir quem pode aglutinar mais apoio, trazer mais vereadores, prefeitos e grupos políticos, além de considerar a menor taxa de rejeição. A campanha para prefeito de Natal é citada como um exemplo de decisão estratégica, onde Rogério trouxe o PL para apoiar, mesmo com restrições iniciais.

União Progressista e Chapas Proporcionais

A liderança da União Progressista é dividida entre José Agripino e João Maia, que trabalham em sintonia para fortalecer a chapa proporcional. O objetivo é consolidar o aumento de vagas e eleger um número significativo de deputados federais e estaduais. O entrevistado destaca a importância de cuidar da chapa proporcional para garantir uma representação forte.

Apoio a Candidatos e Decisões Políticas

O entrevistado menciona que muitos o procuram em busca de apoio, mas ele enfatiza que é muito cedo para definir apoios políticos. Ele valoriza a conversa com diferentes grupos, incluindo vereadores, para entender os interesses de cada um antes de tomar uma decisão. Alguns têm interesse em ser candidatos a deputado estadual, outros a federal, e essas aspirações serão consideradas no momento certo.

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Transcrição

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0:00 prefeito 2026 eh tá aí e o senhor e teoricamente pode liderar, não como candidato, que tá começando su missão agora na prefeitura, mas uma aliança com pessoas que eu diria difíceis e complicadas e vaidosas. Steve Valentim eh eh Rogério Marinho, Álvaro Dias, Alisson Bezerra, ainda tem Zé Agripin que o senhor tem que conter ali dentro do seu próprio partido. O que é que o senhor pensa em fazer em 2026? Porque não tem vaga para esse pessoal tudo. Eu vou fazer como os os gestores que tão, eu só vou pensar em político o ano que vem. Não, mas isso aí o senhor pensa todo dia. Isso aí. Mas vamos aqui o seguinte, eu tô trabalhando e vou trabalhar com a Finco para que a gente possa se unir,

0:46 né? E não tá unido não. Eu acho que um dos um dos eh grandes feitos na nossa campanha foi a união desse partido, o tempo de televisão que nós tivemos. Então a gente sabe que uma eleição não vai ser fácil. A gente tem que ver os interesses de cada um, que é que cada um quer ser candidato e a gente chegar a um denominador comum. A gente sabe que não adianta, não existe eleição ganha, né? Senão Carlos Eduardo era prefeito de Natal, era senador da República. Não existe campanha ganha. Então a gente tem que trabalhar, se unir, certo? Eu acho que o centro direito tem que sair só com um candidato a a governador e dois senadores. Não adianta dois dois candidatos a governador e quatro

1:32 senadores que a gente pode estar aqui deixando de ter mais uma vaga de senador, né? Então assim, eu tenho conversado muito, tenho conversado com Silson, com Rogério, com Álvaro, né? tenho conversado dentro do partido para que a gente possa eh eh eh no futuro chegar a um denominador comum. Existe candidaturas postas, né, a de Rogério, a de Álvaro, a de Alisson, né? Essas candidaturas elas chegam até todos eles vão chegar até o fim. Tem alguém que possa recuar e ser candidato a senador? Como é que é? Então a gente tem, não adianta a gente se confrontar agora, porque é o que é o, é o que o, o, o governo quer, que a gente entre em, em

2:18 rota de colisão para que a gente não saia com uma candidatura forte. E o intuito é que a gente possa sair com uma candidatura forte e possamos ganhar o governo do estado para botar o Rio Grande do Norte no prumo do desenvolvimento. Paulinho, todos esses candidatos, esses chamados pré-candidatos que se que se lançaram como pré-candidatos, eles têm um discurso em comum. Eu tô falando não só de, não tô falando só de Rogério Marinho, tô falando de Álvaro Dias, tô falando de Alisson Bezerra. Todos eles dizem, falam eh da sua importância com relação à estruturação desse palanque para 2026. Como é que o senhor tá vendo e essa essas movimentações? Eh, Álvaro

3:05 eh dá uma entrevista em determinado local dizendo que a intenção dele não é ser candidato ao Senado e sim candidato ao governo. Rogério já reiterou várias vezes aqui nessa bancada que é candidato ao governo e por outro lado tem Alisson Bezerra que também diz que candidato que cada um dentro do seu grupo vai procurar viabilizar a sua candidatura, né? Mas que no final nós temos que sentar e escolher um candidato, né? E assim, não, não pode ser o critério, não pode ser só pesquisa. Pesquisa é um dos critérios, né? Ah, tá. Porque se fosse o critério só de pesquisa, eu não seria candidato, né? Tinha candidato, já tinha menos de 5%, tinha 3%, girão tinha nove, outros tinha tantos candidatos. Então, a gente

3:51 tem que ver quem aglutina mais, quem pode somar mais. Eh, existem vários fatores que no final a gente precisa se reunir com maturidade, como foi feito na campanha de prefeito de Natal, quando Rogério resolveu eh trazer o PL para apoiar, teve várias restrições, até por conta do critério pesquisa, mas o que foi feito foi o seguinte: quem podia aglutinar mais, quem podia trazer mais vereadores, que aí quem pode trazer mais prefeitos, quem pode trazer mais grupos políticos, isso aí tudo tem que ser analisado numa numa numa eleição, quem tem a menor rejeição, né? Tem que ser feito todo um um trabalho, um critério para que a gente não venha errar, porque a eleição não é fácil, certo? Quem

4:38 pensar que a eleição é fácil, não é fácil. É o agora é União Brasil e o PP é União é a federação. A federação, União Progressista. União progressista. União Progressista. Quem é? É, é, é, é assim, é, é igual uma a Hidra que tem vários donos ou tem um líder só? Dinarti, eh, hoje existe José Gripino e João Maia, né? Eles estão dividindo essa essa liderança aí do do do da União Progressista, né? Da União Progressista. Eles dois estão trabalhando até agora em sintonia, né, para que a gente possa realmente primeiro também fazer uma chapa eh proporcional muito boa, porque

5:23 a gente se realmente se consolidar o aumento de 10 vagas, né, para 10 vagas, a gente tem tudo para fazer quatro, no mínimo quatro deputados e mais seis deputados estaduais, né? A gente precisa cuidar também da chapa proporcional. Eh, essa questão aí eh dessa dessas chapas proporcionais, né? Como eh eh muita gente fala assim: "Paulinho, tal candidato é o candidato de Paulinho, deputado federal, tal candidato deputado estadual e o senhor foi um que criticou, por exemplo, eh o prefeito, o prefeito anterior na época que, por exemplo, eh não apoiou, por exemplo, o senhor como se esperava. O senhor vai ter um candidato? O senhor vai fazer a mesma coisa? Não tens que ia ter um apoio aqui

6:09 natal? citou, ele não citou o meu como apoio. É aqui, olha, a gente tá, eu tenho, vários têm conversado comigo e eu tenho dito, olha, é muito cedo hoje para você definir um apoio político, a gente tem que conversar. Eu eu faço assim e eh não é só discurso, né? Porque muita gente, ah, eu vou conversar com o meu grupo político, não é só discurso. Eu para tomar uma decisão, realmente eu escuto muito. Todo mundo sabe que eu tenho um grupo de vereadores que me acompanham que a gente vai conversar, ver o interesse de cada um, ver como é que vai ser. Tem uns que tm interesse de ser candidato a deputado estadual, outros dois têm e interesse de ser candidato a federal. Então nós vamos ver isso aí e na hora certa nós vamos definir

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