The Fight Against Worldwide Child Slavery & the Sex Trade | Jim Caviezel and Tim Ballard | EP 372

The Fight Against Worldwide Child Slavery & the Sex Trade | Jim Caviezel and Tim Ballard | EP 372

Breve Resumo

Esta entrevista com Jim Caviezel e Tim Ballard discute o filme "Sound of Freedom", que aborda o tema do tráfico sexual infantil. Tim Ballard, cuja história de vida inspirou o filme, compartilha suas experiências como agente especial combatendo crimes contra crianças. Jim Caviezel fala sobre sua decisão de interpretar Ballard e a importância de expor essa realidade sombria. A conversa aborda críticas, a complexidade do mal, e a necessidade de fé e ação para combater a exploração infantil.

  • O filme "Sound of Freedom" é baseado na história real de Tim Ballard, que combate o tráfico sexual infantil.
  • A entrevista aborda a magnitude do problema, as críticas enfrentadas por Ballard e sua organização, e a importância de expor essa realidade.
  • Jim Caviezel discute sua motivação para interpretar Tim Ballard e a necessidade de coragem para enfrentar o mal.
  • A fé e o apoio da esposa de Tim Ballard foram cruciais para sua decisão de deixar o emprego e se dedicar à causa.
  • A entrevista explora a psicologia dos pedófilos e a importância de proteger as crianças da exploração.

Introdução

Jim Caviezel expressa seu entusiasmo pela entrevista, elogiando a linha de questionamento e a busca pela verdade. Ele destaca a inocência de Tim Ballard e a importância de não confundir essa inocência com fraqueza. Caviezel compartilha que, ao ler as escrituras, sente a verdade sobre o bem e o mal, e busca deixar o bem prevalecer sobre a escuridão.

Apresentação

Jordan Peterson apresenta Jim Caviezel, conhecido por seu papel como Jesus em "A Paixão de Cristo", e Tim Ballard, o homem por trás da Operation Underground Railroad. Eles discutirão o novo filme "Sound of Freedom", onde Caviezel interpreta Ballard, retratando sua luta contra o tráfico sexual infantil. O filme será lançado em 4 de julho.

A Magnitude do Tráfico Sexual Infantil

Peterson relata ter assistido "Sound of Freedom" a conselho de Tony Robbins e questiona Tim Ballard sobre a veracidade da representação do filme sobre a expansão do tráfico sexual infantil. Ballard confirma que os números apresentados no filme são precisos, citando dados do Departamento de Trabalho e da ONU. Ele relata que cerca de seis milhões de crianças são forçadas à escravidão sexual, trabalho escravo ou extração de órgãos. Ballard também destaca que os EUA são um dos maiores consumidores de material de abuso infantil e, muitas vezes, um dos maiores produtores. Ele menciona o caso real de um menino resgatado na fronteira, que é o ponto de partida do filme. Ballard critica a falta de controle sobre os menores desacompanhados que entram nos EUA, o que alimenta a "economia da pedofilia".

A Cobertura da Mídia e as Operações

Ballard lamenta a falta de atenção da mídia tradicional ao problema do tráfico infantil, atribuindo isso à natureza sombria do tema. Ele menciona que sua organização filma as operações de resgate para mostrar a realidade do problema, como o caso de uma "fábrica de bebês" na África Ocidental, onde mulheres são sequestradas, estupradas e forçadas a ter filhos para venda de órgãos, exploração sexual e rituais satânicos. Ballard sugere que o envolvimento de muitas pessoas no tráfico pode ser a razão pela qual alguns não querem que o problema seja exposto.

Críticas e Controvérsias

Peterson aborda as críticas à Operation Underground Railroad (O.U.R.) encontradas na Wikipedia. A primeira crítica é que a O.U.R. endossa teorias da conspiração, e que Ballard se recusou a condenar a teoria da conspiração QAnon. Ballard nega essa acusação, afirmando que a O.U.R. tem refutado a maioria das teorias da conspiração em suas FAQs. Ele sugere que a conexão com teorias da conspiração pode ser uma tática para desacreditar o movimento contra o tráfico infantil. Ballard explica que a única conexão possível seria com a teoria do "adrenal Chrome", que envolve o consumo de sangue de crianças, algo que ele testemunhou em rituais de bruxaria na África, mas sem evidências de conexão com celebridades como alegado por teóricos da conspiração.

Parceria com a American Airlines e Outras Críticas

Peterson questiona Ballard sobre a alegação de que a O.U.R. afirmou falsamente ter uma parceria com a American Airlines em 2022. Ballard explica que uma empresa de RP que os representava fez um acordo com a American Airlines para exibir um vídeo da O.U.R. nos voos. No entanto, o acordo não se concretizou, mas a equipe de marketing da O.U.R. anunciou a parceria por engano. A empresa de RP se desculpou e foi demitida. Ballard critica a Vice Magazine por explorar o incidente de forma desonesta. Peterson menciona que a Vice declarou falência recentemente.

Peterson aborda um artigo de 2021 da Slate que critica uma operação da O.U.R. na República Dominicana em 2014, alegando que traumatizou as crianças resgatadas. Ballard responde que Ann Gallagher, que criticou a operação, não tem conhecimento direto dos fatos. Ele explica que a operação na República Dominicana resultou na prisão de sete traficantes e no resgate de mais de 20 pessoas, incluindo nove crianças que receberam três anos de acompanhamento da International Justice Mission. Ballard argumenta que a Slate omitiu esses fatos cruciais, o que compromete a credibilidade da reportagem.

O Envolvimento de Jim Caviezel e a Produção do Filme

Peterson pergunta a Jim Caviezel sobre seu envolvimento com a Angel Studios, sua carreira e sua atração pelo filme "Sound of Freedom". Caviezel explica que, como pai adotivo de três filhos chineses, ele se tornou consciente dos perigos que as crianças enfrentam em todo o mundo. Ele foi apresentado ao roteiro por um amigo, Eduardo Verastegui, depois que outros atores recusaram o papel. Caviezel se identificou com a história e sentiu que era um "Taken" com um coração maior. Tim Ballard o escolheu para o papel após ver seus filmes "O Conde de Monte Cristo" e "A Paixão de Cristo". A Angel Studios teve a ideia de vender 2 milhões de ingressos para representar os 2 milhões de crianças traficadas.

A Decisão de Caviezel e a Importância do Filme

Caviezel explica que decidiu aceitar o papel porque se conectou com a história de Tim Ballard e seu compromisso em salvar crianças. Ele compara o filme à "Lista de Schindler", mas destaca que "Sound of Freedom" está sendo lançado agora, durante o problema, o que o torna mais impactante. Caviezel enfatiza a importância de as pessoas se levantarem contra o mal no momento em que ele ocorre. Ele expressa sua satisfação com o filme, elogiando a cinematografia, a edição e a atuação. Caviezel relata que Tim Ballard chorou ao assistir ao filme, o que o fez sentir que havia feito seu trabalho.

Sinopse do Filme e o Trabalho de Tim Ballard

Caviezel descreve brevemente o enredo do filme, onde ele interpreta Tim Ballard, um agente da Homeland Security que realiza operações para resgatar crianças vítimas de tráfico. Em um caso, ele resgata um menino que pede para salvar sua irmã. Ballard vende tudo para encontrar a menina. Peterson elogia o filme por particularizar o problema do tráfico infantil, tornando-o mais realista e palpável.

Peterson pede a Tim Ballard para detalhar sua vida antes de se dedicar ao combate ao tráfico infantil. Ballard explica que trabalhou por 12 anos como agente especial disfarçado para o Departamento de Homeland Security, investigando crimes contra crianças e tráfico infantil. Em 2006, as leis dos EUA mudaram, permitindo que agentes americanos fossem para o exterior para encontrar crianças sendo abusadas por americanos. Ballard, que fala espanhol fluentemente, foi enviado para a América do Sul, onde testemunhou a exploração infantil em primeira mão.

A Decisão de Deixar o Governo e a Reação da Esposa

Ballard relata que o governo dos EUA o impedia de prosseguir com casos em que não havia conexão com os EUA. Em 2012, ele decidiu que precisava fazer mais, mesmo que isso significasse perder o emprego. Ele teve uma conversa crucial com sua esposa, onde expressou seu dilema moral: continuar a salvar crianças, mesmo sem o apoio do governo, ou abandonar a missão e manter a segurança do emprego e da família. Para sua surpresa, sua esposa o incentivou a deixar o emprego, sentindo que era uma responsabilidade espiritual. Ela disse que não permitiria que ele "jeopardizasse sua salvação" ao não fazer isso. Ballard descreve essa decisão como um "ato irracional de serviço". A operação retratada no filme resultou no resgate de 54 crianças e jovens adultas. Na realidade, foram 120 pessoas resgatadas em três locais diferentes. Ballard fundou a Operation Underground Railroad e a Nazarene Fund para continuar o trabalho.

O Treinamento e a Fé

Peterson pergunta sobre o treinamento de Ballard antes de se tornar agente da Homeland Security. Ballard explica que tem um mestrado em política internacional e sempre quis trabalhar na aplicação da lei federal. Seu primeiro emprego foi na CIA, onde trabalhou no centro de operações após o 11 de setembro. Ele estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ballard deixou a CIA para se juntar ao recém-criado Departamento de Homeland Security, onde se tornou agente especial. Após seis meses rastreando movimentos de dinheiro, armas e terrorismo, ele foi convidado a iniciar uma unidade de crimes contra crianças. Ballard acredita que foi escolhido por ser uma "pessoa de fé", o que o ajudaria a suportar o impacto emocional do trabalho.

O Impacto do Trabalho na Unidade de Crimes Sexuais

Peterson pede a Ballard para descrever o que ele viu e como isso o afetou ao trabalhar na unidade de crimes sexuais contra crianças. Ballard relata que ficou chocado ao descobrir que as vítimas eram muito mais jovens do que ele imaginava. No primeiro caso, ele viu vídeos de três meninos sendo estuprados. A cena o deixou tão perturbado que ele foi buscar seus filhos na escola e chorou ao abraçá-los. Ballard desenvolveu PTSD e precisou de ajuda para lidar com o trauma. Ele destaca que vídeos de abuso infantil aumentaram significativamente nos últimos anos.

A Natureza do Mal e a Busca por Ajuda

Peterson observa que o trauma geralmente resulta da combinação de tragédia e malevolência. Ele sugere que para se recuperar do trauma, é necessário desenvolver uma filosofia do mal. A fé religiosa, em sua essência, é uma filosofia do bem e do mal. Peterson destaca que a tradição cristã reconhece a capacidade para o mal no coração de todos e enfatiza a obrigação moral de superar essa inclinação e lutar contra o mal no mundo externo.

Ballard explica que teve que confrontar a realidade de que milhões de pessoas querem assistir a vídeos de crianças sendo estupradas. Ele menciona o caso de um homem preso com mais de 2 milhões de arquivos de abuso infantil. Ballard descreve como é chocante ver crianças sendo sexualmente agredidas de maneiras inimagináveis. Ele sente como se tivesse "um milhão de buracos queimados em seu cérebro" por causa do que viu. Ballard superimpunha os rostos de seus próprios filhos nas vítimas, o que contribuiu para o PTSD. Ele buscou ajuda para lidar com o trauma e nunca desistiu.

A Psicologia dos Pedófilos

Peterson descreve o desenvolvimento da mentalidade de um pedófilo, referindo-se à história de Caim e Abel. Abel faz sacrifícios de alta qualidade e é recompensado, enquanto Caim tenta cortar caminho e é rejeitado. Em vez de assumir a responsabilidade por seu fracasso, Caim culpa Deus pela injustiça do mundo. Deus adverte Caim que "o espírito do pecado espreita à sua porta" e que ele o convidou para entrar. Peterson explica que pedófilos nutrem fantasias sombrias em isolamento por anos. Eles buscam vingança e excitação sexual, aumentando gradualmente a inaceitabilidade da fantasia. Peterson menciona o serial killer Ted Bundy, que detalhou como suas fantasias progrediram à medida que ele se envolvia com pornografia.

A Banalidade do Mal e a Racionalização

Peterson compartilha uma experiência de quando era criança, ao conhecer um prisioneiro que havia cometido atos terríveis, mas que aparentava ser uma pessoa comum. Ballard concorda, afirmando que os pedófilos que ele prendeu eram pessoas comuns de todas as profissões. No entanto, ao conversar com eles, Ballard sentia algo assustador em seus olhos e na forma como falavam sobre crianças, como se estivessem falando sobre mercadorias.

Peterson explica que os pedófilos racionalizam seus atos com mentiras e autoengano. Eles modificam sua autoimagem ao longo do tempo para justificar seus desejos. Ballard menciona o caso de um pedófilo que publicou artigos defendendo que a sociedade puritana reprime a verdadeira experiência sexual, que seria entre um homem e uma criança pré-púbere.

O Impacto do Mal na Atuação e a Proteção Espiritual

Peterson pergunta a Jim Caviezel sobre as consequências de interpretar um papel que o expôs ao submundo do mal. Caviezel explica que, ao interpretar personagens malignos, ele busca entender como eles ferem a Deus. Ele menciona o filme "Déjà Vu", onde interpretou um terrorista, e como estudou serial killers e terroristas para o papel. Caviezel afirma que não busca o diabo para interpretar o diabo, mas sim a Deus, para que Ele revele a verdadeira natureza do mal. Isso o protege da falsidade e do engano.

A Luz que Perpassa a Escuridão

Caviezel explica que seu trabalho é transmitir o que ele sabe ser real e certo. Ele se conecta com a inocência de Tim Ballard e busca a verdade nas escrituras. Caviezel destaca a importância de deixar a luz do bem perpassar a escuridão do mal. Ele menciona a experiência de dois maquiadores agnósticos que ficaram chocados ao ver os detalhes da tortura de Jesus no Sudário de Turim. Caviezel relata que, ao interpretar "A Paixão de Cristo", ele teve que suportar sofrimento físico e emocional, mas sentiu que era necessário para despertar as pessoas para Deus. Ele acredita que as pessoas estão mais assustadas com o diabo do que com Deus, e que o diabo as engana, fazendo-as acreditar que viverão para sempre. Caviezel enfatiza a importância de viver de acordo com a vontade de Deus e de se preocupar mais com os outros do que consigo mesmo.

A Inocência e a Fé de Tim Ballard

Peterson observa que Jim Caviezel mencionou a inocência infantil de Tim Ballard, mesmo após ter testemunhado horrores. Ele pergunta a Ballard como ele mantém essa inocência. Ballard explica que, ao entrar em situações perigosas, ele se apega à sua fé e repete escrituras em sua mente. Ele se relaciona com Jesus, que disse que seria melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao pescoço do que ferir uma criança. Ballard reconhece que não sabe como vai superar o trauma, mas confia que, ao se submeter a Deus, encontrará a cura.

A Descida ao Inferno e o Apoio da Esposa

Peterson descreve a história da Paixão de Cristo como uma tragédia arquetípica, onde o pior acontece com a pessoa menos merecedora. Ele destaca a importância da descida de Cristo ao inferno para redimir a humanidade. Peterson pergunta a Ballard como seu encontro com a escuridão o tornou uma pessoa melhor e como isso afetou seu relacionamento com sua esposa.

Ballard responde que o peso do mal é insuportável, a menos que seja entregue a Jesus. Ele se submete a Deus e repete Suas palavras em sua mente. Ballard descreve sua esposa como uma "terapeuta" que o ajudou a entregar o fardo a Deus. Ela o guiou em um exercício de visualização, mostrando-lhe dois caminhos: um para a Colômbia, cheio de escuridão, e outro para a segurança do emprego, que agora parecia assustador. Ela perguntou o que ele diria a Deus se não tivesse ajudado as crianças. Ballard escolheu o caminho da Colômbia, confiando que Deus o guiaria.

A Verdade e a Aventura

Peterson observa que as pessoas mentem e permanecem em silêncio porque pensam que será mais fácil, mas a literatura psicológica mostra que evitar o que assusta é perigoso. Ele destaca que a verdade leva a uma grande aventura, e que o resultado da verdade é sempre o melhor possível. Peterson pergunta a Ballard como sua esposa sabia que ele deveria seguir esse caminho, mesmo com seis filhos para sustentar. Ballard responde que sua esposa é um milagre e que sua fé é mais desenvolvida que a dele. Ele acredita que a maternidade a capacitou a ter insights que ele não tinha.

O Sucesso Financeiro Inesperado

Peterson pergunta como o apoio financeiro se manifestou após Ballard deixar o emprego. Ballard relata que sua esposa disse que não se importava se eles acabassem morando em uma barraca, desde que tentassem ajudar as crianças. Glenn Beck financiou a primeira operação de resgate. Ballard destaca que, ao tomar a decisão de seguir o caminho certo, ele sentiu paz e sabia que tudo ficaria bem. Eles nunca tiveram um mês ruim e sempre cresceram, com doações e oportunidades surgindo. Ballard acredita que estará melhor financeiramente do que se tivesse permanecido no emprego.

O Crescimento Pessoal e o Apoio

Peterson observa que Ballard se tornou mais forte, confiante e um melhor comunicador ao enfrentar desafios. Isso o tornou mais carismático e atraiu apoio para sua causa. Peterson pergunta quem mais tem sido fundamental para ajudar a operação de Ballard a crescer. Ballard menciona Tony Robbins, que é o maior doador para a operação. Robbins se envolveu após uma mulher mencionar a Operation Underground Railroad em um de seus eventos. Robbins foi ao Haiti com Ballard e se converteu à causa.

O Futuro e o Impacto

Peterson pergunta sobre os planos futuros de Ballard, o impacto que ele teve e como ele se protege de ser "tirado de cena". Ballard explica que não pode mais realizar operações devido à exposição na mídia. Ele está focando em alertar sobre como as crianças estão sendo alvos de "guerra espiritual". Ballard critica a falta de conexão entre os problemas que afetam as crianças, como os menores desacompanhados que entram nos EUA, a tentativa de remover o termo "pedófilo" e a sexualização de crianças nas escolas. Ele teme que as leis que protegem as crianças estejam sendo erodidas.

O Próximo Capítulo e a Distribuição do Filme

Peterson pergunta a Jim Caviezel sobre seus próximos projetos. Caviezel menciona um filme sobre a missão no Haiti e a sequência de "A Paixão de Cristo" com Mel Gibson. Ele relata que houve resistência em relação à distribuição de "Sound of Freedom", mas que o filme é sobre a luta do bem contra o mal e tem um apelo inspirador. Caviezel destaca que o filme é uma produção de alta qualidade e que não se degenera em propaganda moralista. Ele acredita que o filme tem potencial para ser um sucesso comercial. Caviezel menciona que Elon Musk tuitou o trailer do filme e que o Twitter será uma plataforma de distribuição.

Considerações Finais

Peterson agradece a Jim Caviezel e Tim Ballard por participarem da entrevista. Ele expressa seu entusiasmo pelo filme e deseja-lhes sucesso em seus empreendimentos futuros. Peterson menciona que continuará a conversa com Caviezel e Ballard no Daily Wire Plus, explorando suas trajetórias de vida. Ele encoraja os espectadores a apoiarem o Daily Wire Plus, que tem enfrentado pressão do YouTube. Peterson conclui agradecendo a todos por assistirem e ouvirem.

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