Trump intensifica pressão sobre o Japão: ameaças de tarifas de 35%

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Breve Resumo

O vídeo discute a relação tensa entre os Estados Unidos e o Japão, destacando como as políticas agressivas dos EUA, impulsionadas por dificuldades econômicas internas, estão pressionando o Japão. O Japão, tradicionalmente submisso aos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, agora resiste às exigências americanas, buscando alternativas econômicas e alinhamentos geopolíticos, especialmente com a China e outros países asiáticos. A resistência japonesa é motivada pelo desejo de proteger sua economia e evitar a falência forçada pelos EUA, que buscam manter seu protecionismo e desvalorizar o iene.

  • Os EUA estão em dificuldades econômicas e adotando medidas agressivas com parceiros.
  • O Japão resiste à submissão e busca alternativas econômicas.
  • Os EUA querem desvalorizar o iene e manter tarifas, prejudicando a competitividade japonesa.
  • A China oferece alinhamento econômico como alternativa para o Japão.

Introdução: A Tensão entre EUA e Japão

O vídeo começa abordando a relação entre os Estados Unidos e o Japão, mencionando como o governo Trump tem pressionado o Japão a ceder às suas exigências. Historicamente, após a Segunda Guerra Mundial, os EUA exerceram grande influência sobre o Japão, mantendo uma presença militar significativa e moldando a política japonesa. No entanto, o Japão agora parece estar resistindo a essa submissão, em um contexto de dificuldades econômicas nos Estados Unidos.

A Falência dos EUA e o Comportamento Agressivo

Os Estados Unidos enfrentam sérias dificuldades econômicas, o que explica seu comportamento agressivo, inclusive com parceiros. Essa situação de quase falência leva os EUA a adotarem medidas drásticas em todo o mundo. O governo americano, em um momento de "surto", está impondo sua vontade aos parceiros, mas encontra resistência, especialmente do Japão e da Alemanha.

A Insatisfação do Japão com as Tarifas de Trump

Após a imposição de tarifas por Donald Trump, o primeiro-ministro japonês foi aos EUA demonstrar sua insatisfação. O Japão, um grande investidor na economia americana, especialmente em títulos do tesouro, viu seus fundos de pensão diminuírem os investimentos atrelados ao dólar, o que foi considerado uma traição pelos EUA, que esperavam submissão contínua.

O Sentimento de Injustiça no Japão

Há um crescente sentimento no Japão de que não se pode pagar eternamente por erros passados. Jovens e artistas japoneses expressam a necessidade de abandonar a submissão aos EUA. A Alemanha, similarmente, sente-se sacrificada pelas sanções contra a Rússia, que afetam seu fornecimento de energia.

A Dívida Interna do Japão e a Desvalorização do Iene

A dívida interna japonesa, embora alta, é majoritariamente detida por cidadãos japoneses, com juros quase nulos. Isso contrasta com a dívida americana, que é amplamente detida por estrangeiros. Os japoneses financiam seu governo e contribuem para o desenvolvimento do país, o que desvaloriza o iene. Essa desvalorização facilita as exportações japonesas, mas desagrada aos EUA, que querem a valorização do iene para proteger seu mercado interno.

O Protecionismo Americano e a Destruição da Economia Japonesa

Os EUA querem manter tarifas e valorizar o iene, o que tornaria os produtos japoneses menos competitivos no mercado americano. Para desvalorizar o iene, seria necessário aumentar os juros, o que tornaria a dívida japonesa impagável. A política americana visa, portanto, destruir a economia japonesa, arrastando o Japão para a falência junto com os EUA.

A Busca por Alternativas e o Alinhamento com a China

Diante da pressão dos EUA, o Japão considera abandonar o comércio com os Estados Unidos e se alinhar com Vietnã, Taiwan e China. A China já ofereceu apoio ao Japão, incentivando-o a não ser um "peão" dos EUA. O Japão percebe que quem antes o protegia agora quer destruir sua economia.

A Resiliência e o Futuro do Japão

O Japão, um país pequeno com muitos desafios naturais, construiu uma economia forte com esforço e seriedade. Não é justo que agora, após décadas de trabalho, os EUA queiram destruir o que foi construído. A arrogância e a falta de humildade dos EUA contribuem para sua própria derrocada. O vídeo conclui incentivando a ação e a busca por conhecimento diante das mudanças históricas em curso.

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Transcrição

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0:01 Os Estados Unidos, o Trump, né, fala-se, o Trump quer que o Japão se ajoelhe. É isso aí. Só que o Japão dessa vez tá dizendo não. Esse é o assunto do nosso vídeo. Veja o que que acontece. Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos mandou e desmandou no Japão. Colocou lá milhares de soldados, navios, assim como fez também a ocupação da Alemanha. Durante esse período todo, houve um tratamento respeitoso, mas houve a submissão do Japão. Você que a economia da Alemanha floresceu, a economia do Japão floresceu, a economia da Itália

0:47 floresceu e muitos desses também tiveram imigrantes que foram lá para os Estados Unidos, assim como vieram também pro Brasil. Mas agora o que que acontece? Nos Estados Unidos tá numa dificuldade tremenda, tá quebrado, tá falido. Eh, fica fácil a gente entender porque esse comportamento agressivo, inclusive com parceiros, né, é exatamente devido a essa essa falência. Estados Unidos não agiria de outra forma ou agiria de outra forma se não tivesse essa falência. Mas como a situação ficou insustentável nas palavras do próprio Scottet, do tesouro americano, eles partem para

1:32 medidas drásticas em todo mundo. É como se os Estados Unidos tivesse, os Estados Unidos surtou, compreende? Surtou. Só que nessa de surtar, ele está agredindo todos os os parceiros e impondo a sua vontade como sempre quis impor, ou pelo menos dessa vez tentando, porque me parece que a coisa tá diferente agora. Então veja, quando o Donald Trump colocou as tarifas logo depois da entrada dele, eu lembro que um dos primeiros a ir na tela ao salão oval conversar com o Donald Trump foi o primeiro ministro lá do Japão. Por que que eles foram até lá? Porque

2:19 eles estavam absolutamente inconformados. Inconformados com tratamento, principalmente porque o Japão tinha muito dinheiro investido na economia americana, principalmente nos títulos, né? Você sabe que depois da China o Japão é o principal comprador de títulos americanos, títulos de tesouro. Porém, os Estados Unidos perceberam que nos últimos anos os fundos de pensão, e isso ficou muito evidente na no último leilão, os fundos de pensão lá do Japão tão vazando, tão saindo fora. qualquer investimento que esteja atrelado a dólares, os japoneses estão saindo fora. E isso obviamente desagradou muito, muito, muito, muito. O

3:04 governo Donald Trump considerou-se uma traição, porque o normal era o quê? a submissão. Só que agora eu tenho sentido. Por exemplo, eu falei de uma letra de R que eu li, traduzi 15 minutos e no meio um jovem lá japonês colocou a grande justiça da bola de fogo fora do contexto. O Japão, assim como muita gente lá na Alemanha tá achando o seguinte: "Olha, se a gente cometeu algum erro, a gente não pode pagar por esse erro eternamente. o Japão, pelo que eu tô sentindo, pelo que eu tô vendo os artistas, porque a a conversa começa com os artistas, né? Começa com os artistas,

3:50 os jovens estão entendendo que, sabe, não dá mais essa submissão, assim como a própria Alemanha também, eu sempre falo que o fial da Balança é a Alemanha, tá sendo sacrificada em função da das sanções em relação à Rússia. A Alemanha precisa da energia da Rússia, do gás e assim por diante. Tá sendo prejudicada, muito prejudicada. E até que ponto os caras estão pensando até que ponto? E no caso de japonêses estão dizendo: "Poxa, existia essa parceria". E foram lá o foi lá o o Donald Trump e colocou as tarifas. Muito bem. A gente sabe e até pode causar algum tipo de estranheza para você. Quando você vê que a dívida interna

4:40 do japonês é 200 e lavai pedrada por cent, estão dizendo que os Estados Unidos é uma coisa horrorosa o que eles estão fazendo que eles vão chegar a 120%. Mas o qual é a diferença? A diferença é que grande parte da dívida americana é com o estrangeiro e a maior parte da dívida japonesa é com o cidadão. Essa é a primeira diferença. A segunda diferença, os juros que os japoneses pagam é absolutamente insignificante. É quase zero, quase zero de juros. É como se o japonês somente financiasse o governo japonês. É isso,

5:26 certo? Ele financia através o o governo japonês e diz: "Olha, eu não vou tirar o dinheiro, não vou descontar esse esse cheque que é o título, 10 anos, 20 anos, 30 anos." Não quero dizer é um exemplo, um exemplo de cidadania esse tipo de investimento, tá? OK. Um exemplo de cidadania. Eles contribuem, eles não ganham, eles contribuem com o desenvolvimento do país. Mentalidade completamente diferente. Só que isso tá desagradando o Donald Trump, porque o que acontece? A moeda, o Ien, fica desvalorizada. É óbvio, não paga nada de juros, fica desvalorizado. E o que que acontece? Os produtos

6:12 japoneses, eles entram no mercado americano com facilidade, mesmo com a tarifa, porque veja, uma moeda fraca facilita exportações. Imagine que o nosso o dólar valia aqui R$ 10, certo? R$ 10. Para exportar fica fácil, agora para importar fica difícil, mas é tudo que o japonês quer e assim eles têm uma balança comercial saudável, porque eles produzem muitas coisas que eles precisariam importar, eles produzem, não tem necessidade e exportam bastante. E o Donald Trump parece que não tá gostando de ninguém, que tá indo bem. Ele fez uma

6:58 brincadeirinha sem graça lá com o Premier da Noruega. Você deve ter lembrado quando o premia da Noroega esteve no saloval e um repórter falou sobre a taxação, ele ele deu risada, diz: "Acho que a taxação sobre a Nuruega pode ser maior, porque eles têm bastante dinheiro guardado." Eles eles sabem dos 11 trilhões que o governo norueguês tem guardado. Então, os Estados Unidos tá exigindo uma desvalorização do y. Só que o que que eles querem? Eles querem manter as tarifas. Os americanos não quer manter as tarifas e a valorização do IN. Então, eles querem a valorização. Isso. Querem a valorização do IN, tá?

7:46 Que que acontece? Mantendo as tarifas e fazendo uma valorização do Yen, o automóvel japonense não fica competitivo no mercado americano. E é isso que a América não quer. Ele não quer concordência, não quer competição mais, ele quer protecionismo. Mas como que faz para desvalorizar? Aumenta os juros. Agora, se aumentar os juros da dívida do Japão, você já imaginou como que vai ficar para eles pagarem esses detentores dos títulos que grande parte é o povo japonês? É um troço aí se transforma em impagável. Então o que os Estados Unidos tá querendo é destruir totalmente, querendo assim no sentido, né? Forçando uma barra, forçando uma barra que leva aí sim o

8:33 Japão à falência. Então, os Estados Unidos estão indo à falência e querem arrastar o resto do mundo com eles. Essa é que é a questão. O Japão já está em estag inflação há décadas, décadas que a economia tá em estag inflação, tá parada. Economia tá parada, não cresce. Então isso aí seria seria uma segunda bomba atômica, uma terceira bomba atômica no na no Japão, só que dessa vez na economia japonesa, que construiu com esforço, com trabalho, com seriedade, um belo país que respeita a natureza muito mais com o americano e o alemão também.

9:19 Então agora a missão é essa. A missão é essa. Mesma coisa a Espanha que tá tranquila, tá bem lá. Não, eles querem que a Espanha tire 5% do PIB deles para investir em armamento. Então eles estão impondés da da força. Só que na cabeça, o japonês não fala isso, mas na cabeça ele pensa assim: "Vocês americanos, drogados, perdulários, eh acumuladores de bugiganga, de pinduricalo, gastadores com comumás, eh, que mais? consumidores aí de fast food, de monte

10:06 de bobagem, 50 obesos, tudo o que tem de ruim vocês fazem. Endividados fizeram tudo errado, tudo errado. Agora querem que nós que fizemos tudo certo, paguemos essa conta. Agora paraa surpresa, o Japão tá dizendo: "E qual é a possível, qual é a saída?" Aí que está 2023, essa foto aí da Tineio é quando o a China disse pro Japão: "Não seja um peão dos Estados Unidos ficou registrado." Então, qual é a saída?

10:53 é abandonar abandonar o comércio com os Estados Unidos e se alinhar a quem? Vietnã, Taiwan e China. Enfim, o Japão é um estreio no ninho ali na Ásia. Assim, eles estão percebendo que não dá para ser, não dá para continuar. Quem estava protegendo eles agora tá querendo matar a economia deles. Quer colocar eles de joelho, quer humilhar, quem trabalhou sério, quem deu sangue, trabalhou duro com afinco. Olha,

11:39 gente, não é brincadeira. O Japão é um um país pequeno. Eles têm problema de território, problema enorme de de território. Eles não têm território praticamente. Tem vulcão, tem, sabe? terremoto, tem um monte, tem tsunami, tem um monte de coisa, cara. Eles tiveram que crescer na base da, sabe, da dificuldade, da seriedade. Eu assisti a palestra do empresário japonês que ele chegou em casa, ele tava almoçando e perguntou onde é que tava o cachorro dele. O cachorro era o cardápio do dia. Agora você vai pedir para esse povo que tomou a bomba atômica na cabeça. Milhares de inocentes morreram. trabalhou sério durante décadas, agora

12:25 que você quer que eles destruam o que eles construíram? Não. E com isso, os Estados Unidos contribui mais um pouco paraa total derrocada, total e absolutamente absoluta derrocada. o que a gente já vem percebendo que tá acontecendo e de maneira cada vez mais rápida, devido essa arrogância, essa prepotência, essa falta de verdade, falta de humildade. Tudo errado. Só que, como eu digo sempre, Estados Unidos você é grande, mas não é dois. Muito bem, senhores. Compartilhe, comente,

13:11 se inscreva, torne-se membro, mande um valor pequeno. Você pode mandar pelo valeu no YouTube, você pode mandar por Pix, tá? você ajuda o desenvolvimento do canal e a gente tá construindo aqui uma biblioteca, tá construindo aqui uma videoteca, não é, para as futuras gerações, porque nós temos mudanças históricas acontecendo, históricas acontecendo. O mundo ficou parado durante um bom tempo, mas agora tá havendo uma disrupção muito grande na tecnologia, na geopolítica, na economia. E como eu sempre digo e sempre encerro, faça qualquer coisa, só não fique parado. Um abraço, até a próxima.

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