0:00 Segure-se, porque o que você vai ouvir agora é real e assustador. Jonathan Roomy, o ator que vive Jesus em The Chosen, acaba de revelar que está enfrentando ataques espirituais intensos durante as gravações. >> Sabe, eu estava sentado na cadeira de cabelo e maquiagem e e de repente, tipo, eu começo a sentir umas dores enormes, tipo, subindo para o meu ouvido. E o mais chocante, isso também aconteceu com Jim Cavieszel, que foi atingido por um raio na cruz durante a paixão de Cristo. >> Ah, eu não fui atingido por um raio graças a Jesus até agora. Isso aconteceu com Jim Sim enquanto ele estava na cruz. >> Coincidência? Ou há uma força tentando silenciar quem mostra Jesus ao mundo?
0:45 Neste vídeo vamos expor tudo. Bastidores pesados, manifestações estranhas, pressão espiritual. E a guerra invisível que poucos têm coragem de enfrentar. >> Esse tem sido meu estado de espírito por vários meses. O que acontece quando alguém se aproxima demais da luz? Descubra agora, mas esteja pronto, porque essa história não é só atuação, é batalha real. Sabe, sinto que me tornei mais hiperconsciente da guerra espiritual [Música] e provavelmente senti mais ataques. Quando Jonathan Rumy diz isso, ele não está tentando parecer espiritualizado ou misterioso. Ele está apenas sendo honesto. Esse tipo de declaração não vem
1:30 do nada, vem de alguém que passou a perceber na pele que existe algo maior se movendo quando você se envolve profundamente com as coisas de Deus. Ao interpretar Jesus, ele não só estudou a figura de Cristo, ele se aproximou dele e ao fazer isso, começou a notar mudanças no ambiente, no corpo e até nos pensamentos. É como se de uma hora para outra aquilo que antes era invisível tivesse começado a se tornar claro. Para muitos cristãos, o termo guerra espiritual pode parecer distante, mas é mais real do que se imagina. A Bíblia já nos alerta sobre isso. Em Efésios 6, versículo 12, Paulo afirma: "Pois a
2:16 nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. Isso quer dizer que existe um campo de batalha invisível, onde o inimigo atua para gerar medo, distração, opressão, confusão e até doenças, com o objetivo de desestabilizar aqueles que estão cumprindo um propósito. E quando alguém resolve representar Jesus com verdade diante de milhões, essa guerra se intensifica. Um exemplo parecido aconteceu com o próprio apóstolo Pedro quando tentou impedir que Jesus fosse para a cruz.
3:03 Jesus, com firmeza, respondeu: "Afasta-te de mim, Satanás". Mateus 16:23. Ou seja, até os mais próximos podem ser influenciados quando não discernem o que está acontecendo espiritualmente. Isso mostra como o campo espiritual interfere diretamente em nossas decisões e atitudes. Agora, imagine o que acontece com alguém que está literalmente tentando viver Jesus diante das câmeras, dia após dia. O mais interessante é perceber que Jonathan não romantiza essa guerra. Ele não diz que é algo bonito ou inspirador. Ele diz que é difícil, que dói, que confunde. E isso
3:50 torna tudo ainda mais real. Porque a guerra espiritual não se manifesta com vozes ou visões, mas sim com pressões internas, crises repentinas, inseguranças, ataques disfarçados de ansiedade, cansaço extremo e sensações que nem sempre têm explicação lógica. A diferença é que agora ele está atento e isso muda tudo. Quando você se torna hiperconsciente da guerra espiritual, você para de lutar na carne e começa a usar armas espirituais: oração, jejum, confissão, vigilância. É nesse estado de alerta espiritual que ele começa a notar outros sinais ao seu redor, inclusive
4:37 físicos. Ah, eu não fui atingido por um raio, graças a Jesus até agora. Isso aconteceu com Jim Sim, enquanto ele estava na cruz. >> A fala de Jonathan Home pode até parecer uma brincadeira, mas carrega um peso real. Existe uma linha tênue entre representar Jesus e viver experiências que ninguém está preparado para enfrentar. Ao mencionar o episódio com Jim Cavel, ele está se referindo a algo que de fato aconteceu. Durante as filmagens da cena da crucificação em A Paixão de Cristo, Cavieszel foi atingido por um raio no alto do monte enquanto estava preso na cruz. E esse não foi o único incidente. Ele também sofreu uma luxação no ombro ao carregar a cruz.
5:22 Desenvolveu uma grave pneumonia. teve hipotermia, ficou com feridas na pele por causa do chicote de borracha que rasgou de verdade e anos depois passou por uma cirurgia cardíaca. Tudo isso durante ou por consequência da produção do filme. Não é exagero afirmar que o sofrimento de Cavel foi físico, psicológico e espiritual. E o mais impressionante é que ele aceitou tudo aquilo como parte da missão de retratar Jesus. Em entrevistas, o ator chegou a dizer que ofereceu suas dores a Deus, entendendo que, de certa forma, estava participando do sofrimento de Cristo. Isso é algo muito sério. É o tipo de
6:07 entrega que poucas pessoas estariam dispostas a fazer. E é exatamente isso que Jonathan Rumi reconhece. Ele sabe o que está em jogo. Ele entende que ao interpretar Jesus não está apenas contando uma história, está cutucando forças espirituais que não querem ver essa mensagem sendo espalhada pelo mundo. A Bíblia mostra que o sofrimento faz parte da jornada daqueles que servem a Deus com sinceridade. Em Primeira Pedro, capítulo 4, versículo 13, está escrito: "Mas alegrai-vos por serem participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação da sua glória, vos regozijeis."
6:52 Isso não significa que devemos buscar a dor, mas sim que devemos entender que ela muitas vezes acompanha os que seguem o caminho da cruz, especialmente quando esse caminho incomoda. E Jonathan sabe que o que está fazendo incomoda e muito é impossível ignorar o paralelo entre os dois atores. Ambos foram escolhidos para interpretar Jesus em obras que impactaram milhões. Ambos enfrentaram resistências fora do comum e ambos, de formas diferentes, sentiram no próprio corpo os efeitos de algo que vai além do natural. A diferença é que Jonathan ainda está no meio da caminhada. Ele viu o que aconteceu com Caviezel e ora para
7:38 que não precise passar pelas mesmas coisas. Mas ao mesmo tempo ele entende que se tiver que enfrentar dores, que seja por algo que vale a pena, que seja por Cristo. E essas dores começaram a aparecer, não em forma de raios, mas de um jeito silencioso e assustador. Palpitações cardíacas inexplicáveis durante as gravações em Uta. Essa outra cena que tivemos em Utar. Eu estava tendo palpitações toda vez que fazia isso e eu nunca as tive antes. Eu penso: "Isso é tão estranho". E não havia explicação. E eu fiz um checkup no coração e estava tudo bem. >> Quando a ciência não encontra uma causa, o que sobra é aquilo que muitos ignoram, a realidade espiritual. Para quem vive
8:24 uma vida de fé, não é difícil entender que o corpo humano também sente o impacto da batalha espiritual. A Bíblia nos mostra isso várias vezes. Em Daniel capítulo 10, o profeta relata que ficou doente, fraco e sem forças depois de uma visão espiritual intensa. Ele diz que teve medo, caiu com o rosto no chão, perdeu as forças e precisou ser tocado por um anjo para se levantar. O impacto espiritual foi tão grande que o corpo dele entrou em colapso. Isso mostra que manifestações físicas ligadas a experiências espirituais não são exagero nem loucura, são bíblicas. No caso de Jonathan, as palpitações em Uta parecem
9:11 ter sido uma forma clara de opressão espiritual, justamente por ocorrerem apenas durante as gravações de cenas específicas e desaparecerem depois. Fica evidente que havia uma resistência invisível acontecendo naquele momento. É como se o ambiente carregasse um peso, uma pressão que se manifestava no corpo dele. E mais uma vez isso nos faz pensar na guerra que acontece nos bastidores das produções cristãs. Algo que o público muitas vezes nem imagina. O curioso é que ao compartilhar isso, Jonathan recebe mensagens de médicos preocupados querendo ajudá-lo. Ele agradece, mas reforça. Já está sendo acompanhado, já fez todos os exames e
9:58 está tudo certo. Ou seja, não é problema de saúde, é algo que foge do padrão normal, algo que aponta diretamente para um tipo de ataque que não se vê, mas se sente. E é aí que entra a importância da vigilância espiritual, porque nem sempre o inimigo se apresenta com ameaças claras. Às vezes ele age na sutileza, tentando minar o emocional, bagunçar o físico, confundir os pensamentos. Tudo para parar a missão de quem está fazendo diferença. O que Jonathan viveu em Uta foi um sinal, não um raio como Kevel, mas um sintoma persistente que tirava sua paz. justamente nos momentos mais importantes. E isso levantou um alerta
10:45 em seu espírito. Ele percebeu que não era coincidência, era uma guerra disfarçada e essa guerra só se intensificaria em outras gravações de The Chosen. Durante as filmagens da última Ceia, Jonathan Romey viveu um dos momentos mais estranhos e assustadores de sua jornada, interpretando Jesus. Sabe, eu estava sentado na cadeira de cabelo e maquiagem e e de repente, tipo, eu começo a sentir umas dores enormes, tipo, subindo para o meu ouvido e eu, isso é ansiedade, é como se eu, sabe, em um momento tive palpitações cardíacas. Eu pensei: "OK, não sei o que está acontecendo, mas estou, sabe?" E eu mandei uma mensagem para meu diretor espiritual estava na outra sala e ele disse: "Estou rezando um rosário para você agora". E em 15 minutos tudo passou
11:30 e ficou tudo bem. Isso mostra com clareza que o que ele estava enfrentando não era apenas físico, era uma opressão espiritual que reagiu imediatamente à oração. O que impressiona é que essa cena específica, a última ceia, representa o momento em que Jesus revela aos discípulos que será traído e entregue à morte. é o ponto de virada mais tenso e decisivo do Evangelho. E o próprio texto bíblico nos mostra que naquela noite o clima espiritual estava pesado. Em Lucas 22:3 está escrito: "Então, Satanás entrou em Judas chamado Iscariotes." Ou seja, enquanto Jesus servia pão e vinho, Satanás já estava
12:16 agindo nos bastidores. Aquela foi uma noite de guerra invisível, onde o bem e o mal estavam frente à frente, e o que acontecia no espiritual influenciava diretamente o físico, as emoções, as atitudes. Jonathan, ao reviver essa cena, pode ter tocado sem perceber na mesma tensão espiritual daquele momento original. E a resposta foi imediata. Dores, batimentos acelerados, confusão. Mas a oração foi mais forte. A presença de um diretor espiritual ao lado dele fez toda a diferença. Isso reforça um princípio cristão importante. Ninguém enfrenta esse tipo de batalha sozinho. A intercessão, a cobertura espiritual, a
13:04 comunhão com pessoas de fé. Tudo isso é essencial para vencer ataques que não têm lógica. nem explicação. Esse episódio revela que quanto mais o projeto se aproxima do coração da mensagem de Cristo, mais resistência ele enfrenta. E Jonathan sabe disso. Por isso, ele começa a se preparar não apenas como ator, mas como homem de fé. Só que as pressões não param por aí. O próximo passo, segundo ele, envolve algo ainda mais intenso, a realidade da prisão, da flagelação e da crucificação de Jesus. Cenas com menos falas, mas com uma carga espiritual ainda mais pesada. Mas acho que falando dos tipos de
13:50 ataques e e coisas assim, acho que os ataques espirituais se manifestam de muitas maneiras diferentes. Talvez seja parte disso. Talvez seja apenas ansiedade física, talvez seja apenas eu tentando fazer o meu melhor e não sabe estragar tudo para Jesus. Jonathan Roy reconhece algo que muitos cristãos ainda têm dificuldade de entender. Os ataques espirituais não seguem um padrão único. Eles se manifestam de várias formas. Nem sempre envolvem visões ou barulhos sobrenaturais. às vezes se disfarçam de ansiedade, desânimo, dor física, insônia, confusão mental ou crises emocionais sem causa aparente. E quando essas coisas acontecem justamente no
14:37 momento em que se está tentando fazer algo que glorifica a Deus, não dá mais para tratar como algo comum. Jonathan mesmo admite que por um tempo achava que era apenas estresse, que talvez estivesse exagerando, mas com o tempo percebeu que tudo isso acontecia de forma estratégica, sempre perto de gravações importantes, cenas intensas ou momentos chave da produção. Do ponto de vista cristão, essa realidade é plenamente bíblica. Em segunda Coríntios 2 verso 11, Paulo escreve: "Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não ignoramos os seus ardis". O apóstolo está dizendo que o inimigo age
15:23 com astúcia e estratégia, se aproveitando de momentos de fragilidade, tensão e exposição. E isso se aplica diretamente ao que Jonathan viveu. O inimigo não precisa aparecer de forma assustadora. Ele atua nos bastidores de maneira sutil, silenciosa, mas eficaz. E quando alguém se dedica a levar a imagem de Jesus com autenticidade ao mundo, essa pessoa se torna um alvo natural. Um exemplo bíblico claro disso é o profeta Elias, que após um momento de grande vitória espiritual, quando enfrentou os profetas de Baal, foi tomado por uma depressão profunda e se isolou no deserto, pedindo para morrer. Ele estava
16:10 emocionalmente esgotado, sentindo-se sozinho, mesmo tendo sido usado por Deus de forma poderosa. Isso mostra que mesmo os homens mais usados por Deus enfrentam crises intensas quando estão na linha de frente e que esses ataques muitas vezes vêm logo após um momento de conquista espiritual ou no meio de uma missão importante. Jonathan também fala de forma sincera sobre o medo de errar, de estragar tudo para Jesus, como ele mesmo diz. Esse tipo de pressão espiritual é real. Não é orgulho, é responsabilidade. E ao mesmo tempo em que é uma honra representar Cristo, é também uma carga
16:56 pesada. Por isso, ele revela que tem vivido meses com esse peso nas costas, lutando não apenas para atuar bem, mas para suportar espiritualmente a missão que carrega. Isso explica porque ele está sempre atento, porque recorre à oração, a direção espiritual e porque tem buscado se manter firme. Ele sabe que o que está em jogo vai além da carreira. É uma batalha por almas. E quanto mais a série se aproxima das cenas finais da jornada de Jesus, como a prisão, a tortura e a crucificação, maior é o desgaste, mesmo com menos falas. Nos bastidores de produções como The Chosen e a Paixão de Cristo, a
17:43 guerra espiritual não é uma história isolada. Jonathan Romey não é o único a enfrentar ataques enquanto encarna Jesus. Outros nomes conhecidos como Dallas Jenkins, diretor de The Chosen, Jim Cavieszel, ator que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo, e até Mel Gibson, diretor desse mesmo filme, também passaram por experiências sobrenaturais difíceis durante as filmagens. Isso não é coincidência, mas revela uma verdade profunda sobre o que significa se envolver com o sacrifício de Cristo de forma tão intensa. Dallas Jenkins já comentou publicamente que enquanto trabalhava em The Chosen,
18:29 sentiu pressões espirituais pesadas que chegaram a interferir no andamento das gravações e no ambiente de trabalho. Em entrevistas, ele fala sobre sensações estranhas, interrupções inexplicáveis e até conflitos que pareciam ter origem no mundo invisível. Tudo isso enquanto tentava trazer uma mensagem de esperança e luz para milhões. Essa contradição só reforça o fato de que o inimigo quer impedir que a luz brilhe onde ela deve iluminar. Jim Cavieszel chegou a dizer que sentiu a mão de Deus sustentando-o durante todo o sofrimento, transformando aquilo em uma participação real no sofrimento de Cristo. Mel Gibson também
19:17 relatou momentos em que sentiu o peso da obra de forma quase insuportável. Ele mencionou experiências de tensão e angústia profunda que indicam um campo de batalha espiritual invisível. Para ele, levar a sério o sofrimento de Jesus e transmiti-lo com toda a intensidade exigiu não apenas preparo artístico, mas resistência espiritual. Esses relatos reforçam uma verdade fundamental para quem deseja seguir a Cristo com coragem. Quem ama e representa o filho de Deus pode ser alvo de ataques espirituais intensos. O inimigo não quer que a mensagem de redenção seja proclamada, especialmente quando ela é feita com
20:04 sinceridade e poder, como diz em Efésios, capítulo 6, versículo 12, porque a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade. Essa luta é real, dolorosa e muitas vezes invisível, mas também é um sinal de que o trabalho está mexendo com as forças espirituais. O que aconteceu com Jonathan, Dallas, Jim e Mel mostra que quem se dispõe a tocar a verdade do evangelho enfrenta um preço, mas também revela que Deus está presente sustentando e protegendo, mesmo nos
20:50 momentos mais difíceis. O mundo espiritual funciona de um modo que muitas vezes é difícil de entender, especialmente para quem vive focado na realidade visível. Mas a Bíblia deixa claro que existe uma batalha constante contra aqueles que amam a Deus, uma luta que não é contra pessoas, mas contra forças invisíveis. Essas forças tentam impedir que a mensagem de Deus avance. buscam desanimar, confundir e até mesmo destruir aqueles que escolhem seguir Jesus com seriedade. O inimigo sabe que atacar quem está no caminho de Deus é uma forma eficiente de enfraquecer o reino. Essa dinâmica é apresentada com
21:35 clareza em Efésios 6 versos 11 ao 12, onde Paulo orienta: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os governadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestes. Esse texto explica que as dificuldades que enfrentamos muitas vezes são estratégias de um inimigo invisível que quer impedir nosso crescimento espiritual. Um fato interessante é que os ataques geralmente vêm em momentos de
22:20 crescimento ou missão importante. A Bíblia mostra isso na vida de Jesus, quando Satanás tentou-o no deserto, exatamente no começo do seu ministério público. Mateus 4. Também vemos isso na vida de grandes personagens bíblicos, como José, que passou por injustiças, prisões e traições, mas que no final foi usado poderosamente para salvar muitas vidas. Isso mostra que a oposição é uma prova de que estamos indo na direção certa. No mundo atual, para quem dedica a vida a levar a mensagem de Cristo, essa batalha pode se manifestar de muitas maneiras. Dúvidas repentinas, medo que não faz
23:05 sentido, cansaço extremo, dificuldades pessoais e até problemas de saúde inesperados. Para os atores e produtores de The Chosen, como Jonathan Romey e Dallas Jenkins, essas experiências não são apenas teóricas, são reais, palpáveis e às vezes assustadoras. Mas é justamente nesse ponto que entra a esperança. Apesar dos ataques, Deus oferece proteção e força para seguir em frente. Além disso, existe a convicção de que essas lutas espirituais não são para nos derrotar, mas para nos fortalecer, nos fazer buscar mais de Deus e depender mais dele. A armadura espiritual mencionada por Paulo inclui a
23:51 verdade, a justiça, o evangelho da paz, a fé, a salvação e a palavra de Deus. Ferramentas essenciais para resistir a qualquer ataque. É um convite para não recuar, mesmo quando as coisas parecem difíceis demais. Jonathan Romey não é apenas um ator, ele é um soldado da fé e sua dor é um reflexo da batalha que se trava no invisível. Suas palavras nos lembram de que cada produção sobre Jesus é um campo de guerra, onde o bem e o mal se enfrentam por cada alma que vai assistir. Se você acha que tudo isso é apenas coincidência, talvez esteja espiritualmente adormecido. Porque para
24:36 aqueles que têm olhos para ver, algo realmente veio até ele. E talvez esse algo tenha nome, propósito e medo de perder a guerra para a verdade. Curta, comente e compartilhe este vídeo. Para espalhar essa mensagem, inscreva-se no canal para não perder nenhum vídeo. Até a próxima e que a paz esteja com vocês.