0:00 diagnosticado o Alzheimer, os problemas de demência, qual a efetividade do protocolo recod? Ele vai o quê? Simplesmente parar a evolução da doença ou ele consegue retroceder e a pessoa voltar a ter uma vida normal? Paciente que conseguiu reverter 14 anos em doença, por exemplo, para você ter ideia, isso é algo que a gente não vê dentro e do tratamento tradicional. [Música] E aí, como é que está a sua memória? Como é que você está pensando chegar no 60, no 70? Ou será que você já pode ter problemas de memória hoje, independente da sua idade? E alguém na sua família
0:48 tem Alzheimer? alguém que já partiu, partiu até mesmo com a doença do Alzheimer e e marcou os familiares que você vai ficar de braço cruzado, não vai fazer nada. O que a neurologia, uma área nobre da medicina, pode fazer por você que está preocupado com essas doenças. Mas, Fernando, falta de memória às vezes é porque eu tô estressado, é muita coisa para eu fazer. Mas você lembra que talvez há um tempo lá atrás você tinha 1000 coisas para fazer e não tinha problema nenhum.
1:34 E agora você chega num na sua casa, coloca a chave do carro, vai sair depois de 5 minutos, você não sabe onde tá a chave do carro. Esse assunto eu vou conversar com a médica neurologista, Dra. Poliana Castro. Ela é formada na Universidade do Pará, tem residência médica em neurologia pela FM, pela Faculdade de Medicina da ABC, tem título de especialista em neurologia pela Academia Brasileira de Neurologia. Tem subespecialização em doenças extrapiramidais, doenças de Parkson, na Escola Paulista de Medicina na UNIFESP, mestrado em neurologia, neurociências pela Escola Paulista de Medicina Unifesp,
2:22 pós-graduação em nutriendocrinologia funcional, adequação nutricional, manutenção da homeostase, tratamento e prevenções de doenças crônicas. Essa é do Dr. Lar Ribeiro, né? Sim, essa do Dr. Ribeiro, pós-graduação em prática ortomolecular, médica e pesquisadora em terapia de neuromodulação com conversor rádioelétrico assimétrico, pós-graduação em medicina funcional no tratamento de autismo e Tb, certificação Internacional no método decode para tratamento de disfunções cognitivas, incluindo a doença de Alzheimer. E nas horas de folga dela, ela é médica. Olha
3:08 só, olha o currículo aqui da doutora. Meu Deus do céu. Doutora Poliana, muito obrigada aí por estarmos conectados. Sempre a neurologia a gente entende, né, que é muita dedicação, muitos estudos, até por por curiosidade, medicina são 6 anos. Depois para você receber o título de eh neurologista, quanto tempo mais de estudos, doutora Poliana? Boa tarde, Betete. Muito grata também por estar aqui com você. Eh, depois que a gente eh terminar a faculdade, você presta prova paraa residência médica e eh dependendo do tipo de acesso, você pode levar eh 3 anos. Antigamente se
3:55 fazia 2 anos de química médica e depois mais dois anos de residência em neurologia. Depois mudou para acesso direto e aí você já entra pra residência com um pacote em que o primeiro ano você faz residência em clínica médica e os dois anos subsequentes você faz residência em neurologia. E aí depois disso vem subespecialização, vem mestrado, vem o que mais você precisar fazer pela frente, né? Bom, mas de qualquer maneira, sempre estudando, sempre fazendo especializações, congressos, então já é rotina, né? sempre participando de algum algum congresso, algum seminário. Dra. Poliana, memória. A gente vai falar aqui do protocolo recode, mas eu percebo nas minhas entrevistas que memória, queixas
4:41 de memória, principalmente depois da pandemia, eh aumentaram muito essas perguntas aqui nas nossas lives. Depois da pandemia, a memória das pessoas ficou mais prejudicada, ficaram mais prejudicadas? Excelente pergunta, Fernando. Eh, isso é algo que a gente vê com muita frequência no consultório. Os pacientes que, eh, relatam que depois da pandemia a cognição começou eh a piorar, que a memória começou a piorar, não somente a memória. Muitos pacientes abriram quadros de doença de Alzheimer, assim como de doença de Parkinson e outras condições neurodegenerativas durante a pandemia, né? Então, é lógico que eh a o
5:30 impacto eh da pandemia foi enorme tanto do do ponto de vista eh psicológico, porque o estresse a que as pessoas foram submetidas durante a pandemia com toda a questão do isolamento, o medo de morrer, o medo de sair de casa, né? Ah, eu costumo dizer que ah o psiquismo é indissociável eh da saúde biológica. Eh, é tudo muito intrinsecamente conectado. Eh, então, estress, como a gente vai ver, é um dos fatores importantes de a gente olhar dentro do protocolo recording, de a gente endereçar durante eh durante o programa de tratamento, eh não é à toa que ele tem uma participação importante eh na construção do desenvolvimento de doenças neurodegenerativas.
6:15 Então, muitas pessoas de fato começaram a perceber piora de queda da memória e do desempenho cognitivo como um todo eh durante a pandemia. Pode ter relação também com a questão do vírus da COVID, porque afinal de contas é um vírus que também eh traz acometimento do sistema nervoso. Sim, também tem esse fator pra gente considerar. Bom, eu queria entender então o que é memória do ponto de vista, né, do neurologista. Nós temos vários tipos de memória, Dra. Poliano. Sim, existem vários tipos de memória. É a capacidade que você tem de armazenar informações, né? Ah, e a memória que costuma ser mais frequentemente acometida no paciente com doença de
7:01 Alzheimer é a memória recente. Então, o paciente caracteristicamente eh vai passando a não conseguir lembrar de informações que eh ele recebeu há pouco tempo. Então, se recebeu uma visita em casa, acaba de esquecer que a pessoa veio até a casa dele. Você acabou de falar uma informação. É, o paciente repete a mesma pergunta porque esqueceu que você já deu essa resposta, né? E com o passar do tempo, ele frequentemente vai cada vez mais e mais ah falando sobre coisas do passado, que é o que vai restando ah dentro da memória dele, aquilo que já foi sedimentado antes eh da doença começar a acontecer. Bom, e a gente observa aqui até no seu
7:46 no seu currículo essa especialização no método recode, protocolo recode. O que que é esse protocolo, Dra. Poliana? Então, recode é uma sigla em inglês que significa reversal of cognitive decline, que significa em português reversão de decínio cognitivo. Por que que tem esse nome? Ah, a história do record é assim, a um médico neurologista, pesquisador do National Food of Health chamado Dr. Redon, eh, ele desenvolveu um programa, eh, que buscasse atuar nos fatores causais do que, ã, leva
8:33 ao adoecimento cognitivo, do que leva a processos neurodegenerativos, do que leva ao desenvolvimento de doença de Alzheimer. e se pautou também em princípios da medicina funcional, que é reconhecida como uma especialidade médica nos Estados Unidos, para que com base num programa amplo e voltado para fatores de risco, voltado para fatores causais, ele pudesse eh ter medicina de precisão dentro da neurologia e buscar resultados melhores nos pacientes que tivessem doença de Alzheimer e outros acometimentos cognitivos. e eh ele conseguiu o patrocínio do governo americano para desenvolver pesquisa científica, eh aplicando esse método em diferentes pacientes que estivessem em diferentes
9:19 centros clínicos e sendo aplicado por diferentes médicos. E o que ele observou de resultados foi que a em 90 a 100% dos pacientes estudados houve algum grau de reversão de declínio cognitivo. por conta disso, por conta de ele ter eh conseguido atingir reversão de cognitivo na imensa maioria dos pacientes que submeteram a esse programa de tratamento, é que lhe deu eh esse nome de protocolo recode eh pro programa de tratamento dele. E uma curiosidade também é que recode também pode significar reprogramar. Então, como é que você faz eh para tentar mudar de patamar a tua saúde neurológica, a tua
10:05 saúde cognitiva, para que o funcionamento da memória possa ter uma perspectiva eh de mudança, né? Eh, inclusive numa condição tão dramática como é a doença de Alzheimer. Bom, nós falamos aqui então do declínio cognitivo da nossa inteligência, da nossa proatividade, termos a nossa autonomia mental, né? conversarmos, termos diálogo, estudar, fazer as nossas atividades do dia a dia. Esse protocolo também serve para proteger ou para eu melhorar a minha performance cognitiva. Dout. Poliana, perfeito. Sim, se aplica nessas situações também. A, por mais que os
10:51 pacientes dos primeiros estudos do protocolo recode que ocorreram em 2014, 2016 e 2018 tivessem sido pacientes com doença de Alzheimer e pacientes em estágios pré-deniciais, como pacientes com declínio cognitivo leve e transtorno cognitivo subjetivo. Ah, a gente sabe que mesmo as pessoas que eh não tenham queixa cognitiva, eh, elas também eh podem se beneficiar do protocolo. Então, a gente usa o termo recode de reversal, quer dizer, para pacientes que já tenham queixa cognitiva e os pacientes que queiram prevenir, diminuir risco de desenvolver eh a doença, chama protocolo precold, que segue basicamente os mesmos princípios.
11:37 Então, como o protocolo ele a ele ajuda a mapear risco genético, a gente consegue identificar que pessoas tenham mais pré-disposição a desenvolver a doença. Eh, ou mesmo pessoas que simplesmente têm um histórico familiar de doença de Alzheimer, porque o fato de você ter um parente de primeiro grau com o diagnóstico eh da doença já te coloca num risco aumentado de vir a desenvolver a doença, né? Então, esses pacientes que tm o receio de desenvolver do que queiram diminuir o risco de desenvolvê-la, eles têm a indicação eh de fazer eh o protocolo recode. E digamos que a maior eh preciosidade dentro do recode é quando você consegue intervir de forma precoce, quando você consegue iniciar o tratamento naquele
12:24 paciente que tem doença de Alzheimer e que está em estágios mais iniciais, eh, e nos pacientes que querem prevenir, porque a é nessas situações em que os pacientes costumam conseguir extrair o máximo de benefício do tratamento, já que a doença te mostra o sintoma por volta de 60 anos de idade ou daí para diante ou até mesmo acima dos 50 anos. E o momento em que você manifesta o primeiro sintoma é só quando tá despontando a pontinha do iceberg, porque a doença levou décadas para se construir. Então, o paciente que hoje se apresenta com uma queixa cognitiva, a construção do processo neurodegenerativo dele começou ali décadas atrás, lá quando ele tinha 20, 30 anos de idade.
13:11 Então, as pessoas mais jovens que têm receio de desenvolver a doença, eh, elas têm na uma oportunidade que o seu familiar não ter de buscar intervenção precoce para tentar diminuir o risco de desenvolver a doença. Dout. Poliana, se eu quero ter mais músculos, eu tomo uma suplementação adequada, né? Tem a famosa creatina, eu vou paraa academia, eu me exercito, tem uma nutrição balanceada. Quando você fala desse protocolo recode, são protocolos de exercícios mentais ou são eh questão de suplementação, algum medicamento? Excelente pergunta. Eh, protocolo Recode, ele tem eh alguns pilares
13:57 essenciais que são pontos de destaque do programa. A, o programa é muito mais extente do que apenas esses pilares. Mas quem são esses pilares essenciais no programa? Alimentação, ah, exercício físico, atividade física, né? Sono, estress, manejo do estress, controle do stress, né? Eh, suplementação, detoxificação e estimulação cognitiva. Então, assim, ah, se eu tomar um monte de vitamina, isso resolve a questão? Não, nem é o propósito que colocar a responsabilidade nas vitaminas seja o que vai revolucionar a questão. A
14:43 suplementação de um papel é essencial dentro ah do tratamento, mas a remoção de fatores causais que levam à construção do adoecimento do paciente é algo que é de extrema importância e vem e é até prioritário, vem até antes mesmo eh da suplementação. Então, existe sim orientação em relação eh a ao desempenho das atividades físicas com regularidade e dentro dos todos os critérios que o programa eh solicita, né, a existe a estimulação cognitiva, eh, aonde a gente tem como direcionar o paciente para eh fazer estimulação cognitiva, por exemplo, dentro de uma plataforma que
15:29 tenha validação científica eh internacional para isso, né? né? A mesma plataforma que é utilizada no Recode nos Estados Unidos, a gente tem ela traduzida eh pra língua portuguesa, então os pacientes brasileiros conseguem fazer essa estimulação cognitiva mesmo dentro de casa, né? Lógico que dentro do consultório a gente avalia caso a caso. Muit das vezes o paciente pode não dar conta de fazer eh esses exercícios cognitivos eh eh ou sozinhos ou às vezes mesmo com suporte de algum familiar, ele pode ter dificuldade, pode ser necessário que ele faça uma reabilitação cognitiva eh eh com o profissional especializado nisso. Então tem uma série de detalhes ao longo do tratamento que a gente identifica acompanhando o paciente, já
16:16 que é um programa médico individualizado de tratamento, né? Daí eu dei no medicina de precisão, né? Mas isso tudo faz parte do que eh do que é preconizado que o paciente siga ao longo do programa de tratamento. Bom, um paciente ou um familiar, os familiares que te procuram nesse processo de principalmente, bom, são os dois, né, de prevenção, quem tá cuidando da sua saúde, eu quero chegar aos meus 70, 80, 90 anos em perfeita atividade mental e física. E tem aquele outro que já chega com o paciente aí já debilitado do ponto de vista eh de cognição, a questão do próprio Alzheimer. E pelo que você acabou de relatar, exercícios físicos,
17:02 uma boa nutrição os pilares de qualquer prevenção, qualquer doença, né? diabetes, eh problemas cardiovasculares. Então, onde que estaria a diferenciação mesmo do protocolo recode em relação à doença de Alzheimer, em relação ao a performance, a cognição, a performance da memória? Bom, vamos lá. Eh, uma coisa que eh é um tanto eh óbvia, mas eu não canso de explicar assim paraos meus pacientes, é que o cérebro faz parte do todo. Então, algumas eh a questões relacionadas com mudança de estilo de vida que
17:48 beneficiariam a saúde do paciente como um todo, vão beneficiar também o sistema nervoso. Isso é fato. Então, de fato, alimentação, atividade física, controle de estresse vão beneficiar o paciente eh em relação à saúde dele como um todo. e até no tratamento de outras doenças que ele esteja eh tratando ou que ele esteja preenido, buscando prevenção. Isso é verdade, né? Ah, mas a o programa eh como menciona há pouco, ele ele se pautou em tudo aquilo que se correlaciona com desenvolvimento de adoecimento cognitivo, além de desenvolvimento de processos degenerativos neurológicos e de doença de Alzheim. Eh, então acaba que ele ele abarca uma quantidade muito grande de princípios a serem
18:34 implementados eh ao ombro do tratamento, que é um tratamento de longo prazo, não é um tratamento de curto prazo, né? Ah, e aí, ah, tendo em vista que ele se pauta em também em uma série de minúcias que dizem respeito, particularmente, ao desenvolvimento eh do adoecimento cognitivo, a gente faz uma espécie de escaneamento em cada paciente de quais são esses fatores de risco que ah estão provavelmente fomentando o desenvolvimento daquele processo neurodegenerativo e o avançar desse processo para Cada paciente, por exemplo, a gente pesquisa os fatores relacionados com neuroinflamação, com dano autoimune pro sistema nervoso, com fatores tóxicos pro sistema nervoso, com
19:21 resistência insulínica ou toxicidade pelo açúcar, já que açúcar é um veneno pro cérebro, né? H, fatores eh metabólicos, vasculares, hormonais, traumáticos, toda sorte, toda e qualquer sorte de fatores relacionados com o stress que possam ter implicações em relação a isso. Ah, então quando a gente tá avaliando o paciente, a gente faz baterias de exame eh em grande parte laboratoriais para identificar que fatores é que eh devam estar a na raiz do adoecimento desse paciente. Por exemplo, nível sanguíneo de homocisteína, que se correlaciona quando aumentada com o aumento do risco do desenvolvimento de demência. Isso já é algo notório e
20:07 sabido desde a praxa tradicional, né? Que aumenta tanto o risco de doença cérebrovascular, ou seja, de paciente de AVC, o aumenta o risco de paciente desenvolver demência, seja ela doença de Alzheimer ou outra demência, né? Aumenta o risco de infarto, né? Ah, que mais a gente pesquisa? a gente pesquisa fatores tóxicos no sangue. Então a gente faz eh uma uma expência de screen, você faz um pocap fisiológico do corpo inteiro e também logicamente de marcadores cerebrais. Algum exame de imagem também? Sim, a gente utiliza exame exames de imagem, embora PASM não sejam os mais importantes eh no protocol. Eh, a gente utiliza assim exames de neuroimagem, eh, inclusive inclusive
20:53 medindo o volume de determinadas estruturas no cérebro, porque pode haver mudança eh do volume eh de determinadas estruturas ao longo do tratamento. Então, os hipocampos, que são estruturas vinculadas com o armazenamento da memória recente, eh eles podem aumentar de tamanho, de acordo com a literatura, de acordo com quem foi publicado até o momento do protocolo Record. Eh, a gente pode aumentar de tamanho. Então, quando ah é possível pro paciente fazer o exame, a gente consegue medir o volume antes e acompanhar ao longo do tempo para identificar se houve mudança, se houve aumento eh no volume do tocante. Estou conversando aqui com a médica neurologista, Dra. Poliana Castro, como
21:38 assunto de hoje tem a ver com cognição, demência mental, tamb pelo pela doença de Alzheimer, né? A falta de memória, a memória já não está funcionando de forma adequada. Então esse é o nosso tema de hoje. Então deixa esse positivo e compartilhe aqui esta live aí no grupo da família. Todo mundo tem uma titia, todo mundo tem uma vovó, um vovô, né? um titio e de repente você tá chegando aí numa idade, na melhor idade. Dora Poliana, já que a gente tá falando aqui a questão da idade, qual faixa etária mais comum de apresentar os sintomas do Alziner, da demência? Eh, normalmente eles são com 70, 80 anos ou tem pessoas mais jovens hoje apresentando esses
22:25 sintomas? Ah, a partir dos 60 anos é a idade mais frequente de a doença acontecer. Mas ah, se você perguntar qual que é a principal causa de demência em pacientes acima dos 50 anos, eh a resposta é a doença de Alzheimer, porque ela pode, iniciar de forma precoce, né? Então, ela pode iniciar eh eh eh eh antes ainda do que a faixa etária mais esperada. E o envelhecimento, ele é fator de risco pro desenvolvimento de demência, inclusive da doença de Alzheimer. Então, quanto mais a idade avança, maior o risco do paciente desenvolver a doença, tanto porque existem questões inerentes ao envelhecimento eh que afetam a pognição, mas principalmente porque a gente acaba
23:10 ao longo do tempo, quanto mais anos vividos, mas a gente se expõe a fatores epigenéticos desfavoráveis que aumentam o risco de gente desenvolver demência, tá? Bom, você falou vários fatores, né, Dra. Poliana, que auxiliam, que promovem, que ajudam, que escalam mais a doença de Alzheimer, prejudicando aí inclusive a questão da memória, cognição, né? Eu queria fazer uma breve relação entre diabetes e Alzheimer. Tem uma relação muito forte. As pessoas diabéticas hoje, elas devem se preocupar mais com o Alzheimer. Sim. Ah, o que existe em comum entre o diabetes e a doença de Alzheimeria é justamente a questão da resistência insulínica que tá na origem de ambas as
23:55 doenças e que é um fator de risco já reconhecido eh há décadas pela literatura científica como algo que te leva como risco aumentar a desenvolver demência, né, assim como leva logicamente para eh eh pro desenvolvimento diabético. Então é muito frequente a gente ter, receber pacientes diabéticos que estejam desenvolvendo a doença de Alzheimer, assim como a gente recebe pacientes que já estão desenvolvendo a doença de Alzheimer e que não receberam ainda, por exemplo, diagnóstico de diabetes, mas que ele já tem alterações emos laboratoriais, ele já tem sinais notórios de resistência insulínica, né? ele já tem eh eh parâmetros laboratoriais que te mostram que se ele não desenvolveu ainda, ele vai acabar desenvolvendo
24:40 diabetes em algum momento. Então existe uma correlação enorme, sim, eh, entre essas duas condições, tá certo? Então, bom, diagnosticado o Alzheimer, os problemas de demência, qual a efetividade do protocolo recode? Ele vai o quê? simplesmente parar a evolução da doença ou ele consegue retroceder e a pessoa voltar a ter uma vida normal. Fernando, eh, dentro dos estudos que foram publicados do protocolo Code, eh, existem tabelas nos artigos científicos aonde o Dr. Brenson coloca eh enumera os pacientes eh e descreve como que o
25:26 paciente eh em que situação que o paciente chegou e que tipo de ganhos que o paciente teve ao logo ao longo do programa. Eh, dentro da do descrições da evolução dos pacientes nos estudos publicados pelo Bradenson, teve paciente que conseguiu reverter 14 anos de doença, por exemplo, para você ter ideia. E isso é algo que a gente não vê dentro eh do tratamento tradicional. Então esse tipo de resultado, por exemplo, pode acontecer é variável de pessoa para pessoa o quanto que cada pessoa vai eh poder extrair, né, de benefício do programa, porque existe uma série de variáveis em jogo, né? a a o que a literatura traz eh do protocolo recode eh foram esses primeiros estudos de
26:13 2014, 2016 e 2018, em que 90 a 100% dos pacientes que tinham doença de Alzheimer ou estágios prédemiais tiveram algum grau de reversão eh de declínio cognitivo. Depois disso, teve outros estudos que vieram em 2021, 2022 e tem um estudo que iniciou em 2023 e talvez termine antes do final desse ano, que já está em andamento, cada vez com o número maior de pacientes para testar justamente a eficácia, né, do tratamento. Então, eh, a variável o quanto cada paciente possa extrair eh de benefício do programa. Eh, existe algumas questões, como por exemplo, os pacientes que chegam para iniciar o tratamento em fases mais precoces da
26:58 doença, são os pacientes que conseguem extrair maior benefício. Então, por exemplo, paciente com doença de Alzheimer em estágio leve e muit das vezes ele pode perder critério diagnóstico da doença de Alzheimer e verter para dequil cognitivo leve, aonde ele já passa a ter ganho de autonomia, aonde você já teve notoriamente modificação, evolução da doença. E é o que a é a questão da modificação da evolução da doença é algo que a gente vê eh no consultório acontecer com muita frequência. Então, semana passada, por exemplo, eu recebi uma paciente que eh veio eh até o consultório falando assim: "Doutora, eu estou te procurando porque uma conescida minha tinha recebido o diagnóstico de doença de Alzheimer e depois que ela começou seu tratamento, ela melhorou muito a pontos que ela
27:43 voltou a trabalhar. E eu quero evitar de ter essa doença, já estou com algumas queixas, quero fazer esse tratamento porque eu quero tentar ao máximo me livrar desse risco." Então, esse tipo de relato que os pacientes trazem ou das pessoas que conhecem pacientes que trataram pelo método, chegam pra gente eh relatando como que mudou a vida das pessoas eh a partir do tratamento. Agora, Dra. Poliana, qual que é a duração desse tratamento? Eu queria alguns exemplos porque lógico que nós temos pacientes que já estão em um estágio avançado aí eh com a doença, né, de de Alzheimer, declínio cognitivo e temos outros que estão começando. Então me dê alguns exemplos aí da duração desse protocolo Recode. Eu vou estar te
28:29 aguardando nos dias 8 e 9 de novembro, sábado e domingo, no espaço ali preeca, o nosso evento. 8 e 9 de novembro no Frei Canec, em São Paulo, o nosso congresso sobre doenças mentais, ansiedade, insônia, PDH, doenças emocionais. Serão dois dias repletos de autoridades nesse segmento, ministrando palestras como você se tratar, como você evitar esse tipo de doença mental, como ter um melhor sono e as últimas novidades também em medicina
29:15 regenerativa, células tronco e também peptídios. O que essa nova tecnologia que está chegando no Brasil pode ajudar você nos problemas mentais? Eu aguardo você presencialmente lá no Frei Caneca, dias 8 e 9 de novembro, sábado e domingo. Tenha um encontro marcado comigo presencialmente e todos os meus convidados estaremos juntos te esperando nesse terceiro encontro sobre práticas integrativas no tratamento e prevenção de doenças mentais. Sim. Eh, é um tratamento que a gente costuma dizer assim, ele tem data para começar e não tem data para terminar,
30:01 né? Por quê? Eh, porque a gente tá tratando de uma doença crônica aquilo devou décadas para construir. Então, eu sempre falo pros pacientes assim, aquilo que levou décadas para construir, você não tem como eh buscar desconstruir as raízes desse adoecimento de noite pro dia. É o que leva tempo também. Então, a gente não consegue de fato eh delimitar quanto tempo eh que vai levar para cada paciente. Ah, justamente porque cada paciente tem o seu próprio, eu digo seu próprio iceberg, que é como se fosse, é uma analogia que eu utilizo para dizer o iceberg, a construção de adoecimento. Então, cada paciente tem sua própria quebra-cabeça, tem sua própria construção, particularmente do seu adoecimento, que tem uma série de fatores imbricados e a gente precisa eh
30:47 eh buscar a desatar todos os nós que a gente puder eh ao longo desse processo. Então no geral é um tratamento que leva anos, né? Pode levar a veste da vida do paciente, né? Como pode acontecer de o paciente, eh, por exemplo, passar 2, tr anos em tratamento e às vezes já tá num período de manutenção em que ele tá apenas buscando manter performance cognitiva, eh, sendo que ele já tenha atingido, por exemplo, uma cognição normal. Muitos pacientes com declínio cognitivo leve tem esse tipo de evolução. Eles chegam com queixa cognitiva, já começando a impactar nas atividades do dia a dia, porém ainda não chegaram ao ponto de preencher critérios para a doença. Eh, e no que eles iniciam
31:32 o tratamento, eh, eles vão eh eh revertendo o declínio para uma cognição eh mais eficiente. conseguem voltar para uma medida normal muito frequentemente com uma cognição superior, com desempenho cognitivo superior àquele que tinham no início do tratamento e depois eles acabam entrando em manutenção. Então, às vezes, um paciente que esteja numa fase dessa de tratamento, numa fase mais eh precoce, no estágio prédicial, por exemplo, ele pode às vezes levar, por exemplo, 3, 4 anos ah para tratar tudo que precisava, eh, e tentar trazer a cognição dele para um funcionamento cognitivo normal e depois disso ele entrar em manutenção, eh, apenas para se manter distante da rota do adoecimento. Isso para te sinalizar exemplo, mas
32:19 realmente é extremamente individual. Ela tem uma fórmula de bolo não. Bom, mas daí o o familiar ou o próprio paciente vai te perguntar, Dout. Poliane, em quanto tempo eu começo a perceber que eu já estou melhorando? Independente do nível e do estágio dessa doença, a pessoa começa a ter uma decepção de melhora os familiares em quanto tempo? Essa é uma pergunta bastante frequente. Eh, e a resposta é: é individual, a gente tem como prever. Dê exemplos. Vamos lá. Muitos pacientes chegam paraa primeira consulta e quando retornam na segunda consulta, ou o paciente percebeu algum tipo de melhoria, ou a família eh percebeu algum tipo de melhoria. Muito frequentemente a família, por exemplo, pode perceber que a atenção tenha
33:04 melhorado ou que algum aspecto da comunicação que tava prejudicada possa ter melhorado, né? Ou às vezes o paciente pode ter, por exemplo, melhora da memória e já apresentar eh eh já se apresentar a percepção de que a memória tenha melhorado da primeira paraa segunda consulta. Sim, isso pode acontecer com frequência na segunda consulta. Eh, a família traz eh eh a percepção de que o paciente esteja ficando menos repetitivo, né, que ele esteja conseguindo guardar mais informações recentes eh do que antes de iniciar o tratamento, né? é igual para todo mundo? Não, não é igual para todo mundo, mas é um exemplo que eu posso lhe dar de situações em que muit das vezes, com pouco tempo tratamento, o paciente consiga já perceber que tem algum
33:51 aspecto de melhoria em relação à cognição que ele tenha percebido. Mas e eu sempre digo que eh a percepção de mudança eh da família do paciente, ela não deva ser eh algo a ser utilizado como o primordial para você ditar se você tá no caminho certo ou não, porque o iceberg de de cada paciente é extremamente individual. O quando você trata a partir da base dos fatores que motivam os adoecimentos, é diferente quando você tá tratando a conta do sintoma. Então, vamos supor que um paciente com doença de Alzheimer, ele tenha sintomas psicóticos, tenha alucinações e ele eh volte volta e meia apresente episódios em que ele ache que tem ladrão que tá querendo entrar dentro da casa, que tem eh um bandido ali na
34:38 janela querendo entrar dentro da casa dele. Isso promova agitação, risco de ele se machucar, de querer fugir de casa à noite. E aí é uma situação em que o paciente vai ficar desesperado, a família vai ficar desesperada e vai dizer assim: "Vou procurar o neurologista para ver que que eu que que eu posso fazer pro meu pai, pra minha mãe parar com esse tipo de sintoma, porque numa dessa sai correndo de casa, se bate, cai no chão, quebra uma perna, etc, né? Então é uma situação em que emergencialmente você precisa de uma de algo para contornar aquele sintoma. Todo paciente vai neurologista tradicional trazendo essa queixa, neurologista, por exemplo, passa um tipo de medicamento para tratar a psicose, para suprimir o sintoma psicótico, ele tá atuando aonde? Na ponta do sintoma. Ele não tá atuando na base do SBEC, ele não está atuando nos fatores que motivam o adoecimento, mas aquele sintoma rapidamente pode
35:24 melhorar por conta daquela intervenção que foi feita no sintoma. Doença vai continuar progredindo eh seguindo o curso que ela teria que seguir, né? Ah, se você tira o medicamento, o sintoma volta a aparecer. Na no protocolo recode, na bordagem integrativa neurologia, não é assim que funciona, porque a gente não tá tratando o sintoma, a gente tá tratando a partir da base, a gente tá o paciente e não o sintom. Então, quando você trata partir dos fatores causais, diga-se passagem atuando décadas, né, passaram décadas atuando ali e no organismo do paciente para construir doença, você não tem como prever quando você mexe aqui embaixo nesses fatores, qual é o a o fator sintoma que vai mudar primeiro? Será que é a memória? Será que é a atenção? Será que é a capacidade de eh interagir
36:12 socialmente de forma adequada, cumprindo regras sociais, né? Eh, será que é a linguagem? Eh, então assim, não dá para antever, né? Existem estratégias, estratégias logicamente que elas podem auxiliar quando algum sintoma seja o que mais tá incomodando aquele paciente, né? Mas o foco e a gente vai individualizando a prescrição de acordo com a a com o que o paciente, com que a família traz, né? E com que o paciente traz de sintomatologia que mais causa impacto na vida, na qualidade de vida do paciente e da família. Mas a gente realmente não tem como antever o que que vai melhorar eh em cada momento, o que que vai mudar na pressão simpática quando você trata partir dos fatores causais, mas sempre melhora um pouco, pelo menos assim,
36:57 sim. Eh, como é que funciona isso da melhora? Tanto pode haver a percepção subjetiva de melhora do paciente, ah, da família, quanto o neurologista, eh, experiente nessa área, ele tem como acompanhar a evolução do paciente através de métricas de avaliações neurológicas. E aí ele sabe o que que é esperado de acontecer com a evolução do paciente de acordo com a evolução natural da doença, se você não tivesse fazero essa intervenção. E aí se você entra com essa intervenção, você compara o que seria esperado de ah como que seria o declino cognitivo que ele ia ter dentro de a cada ano ou dentro de cada dois anos. Eh, e como o paciente tá evoluindo quando você implementa o recode. Então, tem pacientes, por
37:43 exemplo, que eles podem estar em fases, por exemplo, mais iniciais e você perceber em fase leve e fase moderada que o paciente melhorado eh aspectos da cognição e do comportamento. e paciente, por exemplo, que tem fases mais tardias e que às vezes a seja mais escasso de se perceber no dia a dia pela família que o paciente tenha melhorado algum aspecto de forma muito intensa, mas quando você compara a evolução dele através de métricas de neurologia dentro do consultório, você consegue ver que ele tá tendo uma uma evolução diferente, melhor do que aquela que ele teria se ele tivesseido a evolução natural da doença, né? né? Então, ao invés dele apenas declinar, ele pode demorar mais tempo para atingir uma fase mais
38:30 comprometedora eh da doença, onde ele tem um acometimento mais significativo para demorar mais eh para atingir esses estágios mais avançados. É outra coisa que a gente observa também eh dentro do do Mosóo. Estou conversando com a médica neurologista Dra. Poliana Castro. nosso tema que de hoje tem a ver com a doença de alta, conguição, né, o rendimento mental e também aí os problemas relacionados à memória. Doutora Poliana, na sua vasta formação, a gente percebe aqui no seu currículo a sua preocupação com essa medicina integrativa, né, com essa medicina ortomolecular, com essa medicina
39:15 funcional. cada grupo de médicos dá um nomo, né, para essa medicina mais integrativa, mais sistêmica mesmo. Inclusive você fez o curso, né, com o Dr. Lair Ribeiro da nutriendo funcional, prática ortomolecular. O que que isso contribui, né, essa visão mais integral do corpo humano, como você falou no começo, né, porque o cérebro tá dentro do corpo humano. O que que isso contribui aí para o sucesso do método do protocolo recode? Ah, o protocolo recode, ele essencialmente utiliza a medicina funcional, né? Então, ele essencialmente considera a importância de a gente olhar pra saúde como um todo e como que isso
40:01 afeta a saúde neurológica. Porque se a gente olhar só paraa parte, se a gente olhar só pro sistema nervoso, sem olhar o todo, sem olhar como o todo acomete a parte, a gente vai tá longe de estar oferecendo o melhor que a gente poderia em termos de tratamento para aquele paciente, né? Então o sintoma tá acontecendo aqui, mas o que motivou-se no sintoma, ele não acontece de forma eh eh isolada por conta de fatores eh que vêm do sistema nervoso, né? Ah, a gente tem uma uma barreira de proteção do sistema nervoso, chama barreira emfálica. Eh, ela serve para proteger o sistema nervoso de uma série de substâncias que possam ser ruins, né? Mas tem uma série de fatores que acaba, eh, alterando a
40:46 permeabilidade dessa barreira hemencefálica e tornando o cérebro alvo de uma série de fatores que vem de fora do crânio para dentro eh para dentro dele, né? Então, se a gente não levar em consideração fatores como alimentação, fatores como a nossa microbiota, fatores como a nossa exposição a uma série de fatores epigenéticos, ou seja, uma série de fatores ambientais que interferem na nossa expressão gênica, a gente vai acabar eh desenvolvendo adoecimento eh neurológico a a por conta desse desse tipo de exposição. Então, não tem como a gente ter uma visão mais limitada. Eh, hoje em dia o protocolo code traz isso. Ele é uma resposta da medicina funcional aplicada à neurologia e que justamente
41:33 traz a importância de a gente olhar o indivíduo indivíduo como um todo e entender da forma mais ampla possível como a exposição a esses múltiplos fatores podem afetar a saúde neurológica e acarretar a construção de um adoecimento grave como a doença de Alzheimer, assim como a doença de Ptes entre outras doenças neurodegenerativas graves, eh que classicamente são, e eh eh eh são doenças difíceis de de tratar, difícil de você modificar a evolução da doença e que tornam a neurologia uma ciência conhecida por brilhantes brilhantes eh eh diagnósticos e pobres resultados, né? A medicina funcional aplicada neurologia, com todos os seus requintes de individualização dentro da medicina de precisão, eh, começa a mostrar pra gente
42:21 um caminho em que a qualidade de vida do paciente muda, o desfecho do paciente muda, a evolução do paciente muda, né? a o destino eh dele em relação a como seria eh com a doença ah antes e depois da do protocolo recodes, antes depois da medicina funcional muda completamente esse protocolo recod. Então eh não são todos os seus colegas neurologistas que aplicam e que praticam. Isso é como se fosse uma licença. Quem que pode aplicar esse protocolo recode do Doutora Poliana? Então, o protocolo code eh é pecado pelo Dr. Bradniston, que ele seja aplicado por médico certificado internacionalmente do método, né? Eu sou
43:06 a única neurologista no país que tenho a certificação internacional no método recode atualmente, né? Então ele preconiza que eh esse método seja aplicado ah por um médico certificado. Por quê? porque o programa é extremamente extenso, não é só uma questão de você comprar eh um livro que ele tenha publicado, eh, especialmente, por exemplo, para o público leigos que tu trata e por mais que ele coloca uma série de informações sobre os princípios eh do programa, você eh ler esses livros, você eh fazer uma pós-graduação em medicina funcional, isso não te traz tudo que você precisa saber para você aplicar tudo que precisa do método. né? É um método bastante extenso, eh tem
43:52 muita informação, não somente eh da medicina funcional geral, mas muitas informações que são específicas da neurologia com abordagem integrativa, né? Então você acaba eh não não tendo como fazer isso eh a aglomentação do programa se não for com um médico certificado por conta de todos os detalhes que são passados eh no ensino, na capacitação do médico durante a certificação internacional. Olha só que informação importante, né? Tô conversando aqui com a Dra. Poliana Castro, médica neurologista. Informação importantíssima aqui, né? a única profissional no Brasil credenciada aí a utilizar o protocolo Recode para o
44:37 tratamento aí da doença de Alzheimer, declínio cognitivo, né, declínio da memória. Então aqui no Brasil hoje você pode ter acesso a esse tipo de tratamento através da Dra. Poliana Castro. Dra. Poliana, a gente tem uma audiência muito grande, inclusive fora do Brasil. Esse tratamento ele obrigatoriamente tem que ser presencial ou algumas fases do tratamento é possível ser feito através da teleconsulta? Eh, sim, a teleconsulta, o atendimento online eh costuma viabilizar eh a aplicação do protocolo do code para pessoas que moram eh em outros estádios.
45:23 Na verdade, boa parte dos pacientes eh que eu atendo e que eu aplico o protocolo eh boa parte deles são pessoas que não estão aqui em São Paulo, né? Eu atendo pessoas do Brasil inteiro, assim como atendo pessoas de fora do país que fazem consulta online, porque pasme, mesmo nos Estados Unidos, não é fácil você encontrar um neurologista que seja certificado no método recode, né? Então, tem paciente em Portugal, paciente no Chile. Por quê? Porque eh ah não é fácil você eh eh ter acesso a um profissional que conheça esse protocolo, ah, embora já tenha mais de 10 anos que ele que a primeira publicação dele dele saiu. E eh não é fácil ter um neurologista que tenha feito eh a certificação. A hoje em dia eh a gente já consegue fazer eh
46:11 praticamente tudo que precisa do protocolo à distância, né? até a avaliação cognitiva do paciente a gente consegue fazer de forma online, né, a na imensa maioria dos pacientes. Eh, então assim, a o tipo de métrica que eu preciso aplicar, eu consigo aplicar presencialmente, assim como consigo aplicar eh online com o paciente. E a pandemia nos ensinou muito a respeito disso, porque a gente foi desafiado eh a precisar ah inovar e trazer pro online como é que eu faço para avaliar parâmetro X, Y, Z, se o paciente não tá presencialmente, né? Quando eu preciso palpar o paciente, quando tu tocar no paciente, eh, eu realmente preciso dele presencialmente para isso. Mas quando eu vou avaliar a cognição, eu basicamente avalio através de testes cognitivos,
46:58 através de tarefas que eu peço pro paciente fazer. E isso é é medida através de perguntas e respostas, de coisas que eu peço pro paciente escrever eh e mostrar para mim o que ele fez. Então assim, eh, hoje em dia, a é muito difícil ter uma situação em que eu não consigo aplicar o teste cognitivo num paciente por conta eh de da distância ou por conta de ser online. Precisaria ser um paciente com nível de eh acometimento cognitivo muito grande. E aí, nesse paciente eu teria dificuldade de conseguir extrair dele respostas no teste cognitivo, tanto presencialmente quanto online. Então, no fim das contas, a gente consegue eh eh aplicar o método mesmo eh à distância.
47:45 A partir então de qual idade o protocolo, recode, né, de prevenção da doença de Alzheimer, de melhora da cognição, a partir de qual idade eu estaria a a poder utilizar esse protocolo? Ah, Fernando, o protocolo, eh, ele não define uma idade a partir do qual eh o paciente possa se beneficiar. Eh, o que a gente vê é que na maioria das pessoas, na maioria das vezes, as pessoas que já estão com a doença buscam eh o tratamento. Ah, parentes eh do paciente de primeiro grau, como por exemplo fí, muitas vezes ficam preocupados desenvolver a doença e estão ali naquela faixa etária dos 30
48:31 anos, 30 e pouco 30 e poucos anos, buscam eh o tratamento para a prevenção, para diminuir risco de vir a doença. Eh, mas por mais que seja mais procurado pelo público adulto, isso não quer dizer que não eh que não tenha aplicabilidade para pessoas mais jovens. Então, vou dar um exemplo para você. Se se você tem, por exemplo, um adolescente que tá numa época de muito conteúdo na escola, em muita prova e e que ele não tá conseguindo ter o rendimento cognitivo que ele gostaria, ele pode utilizar um tratamento com recode para buscar melhora a desempenho cognitivo, por exemplo. Isso pode acontecer com a qualidade. Eh, tem pacientes, por exemplo, na faixa etária infantil mesmo, né? crianças que tenham eh prejuízo
49:20 cognitivo por conta da sua doença neurológica. E a gente aplicando o protocolo recode para esses pacientes, mesmo em faixa faixa etário infantil, os pacientes conseguem eh melhorar eh o desempenho cognitivo. Então, eh ele é um método que a a ele é indicado para todo e qualquer paciente que tenha queixa cognitiva, seja ao conto de ter a doença de Alzheimer ou de não ter ainda esse diagnóstico, mas estar em estágios prenciais, né? ou simplesmente ter a queixa cognitiva, assim como ele é indicado pros pacientes que não tenham queixa cognitiva, mas que queiram prevenir a doença em qualquer faixa etária ou pacientes que queiram buscar otimizar o funcionamento cognitivo,
50:06 quero melhorar a minha memória, quero melhorar a minha atenção, quero melhorar minha cognição. Para esses pacientes o método se aplica também, então não existe uma distinção a respeito da idade. Ah, o paciente autista pode ser beneficiado? Pode. Eu inclusive sou mãe de dois autistas, né? Foi dessa forma que eh eu acabei buscando eh a medicina funcional. Eh, foi por conta da do diagnóstico dos meus filhos que eu fui buscar fazer pós-graduações dentro dessa área. Eh, então a o protocolo ele é permeado de forma intensa de princípios de como promover saúde cognitiva eh eh para o paciente com acometimento
50:54 neurológico que tenha algum tipo de eh de disfunção eh na cognição. Eh, então, como isso é algo que a gente também encontra no autismo, que a gente também encontra no TDH, esses pacientes costumam se beneficiar bastante eh dos princípios do protocolo recode que a gente utiliza no tratamento. Pois é, meus amigos, aqui no canal do Fernando Betet, você sempre recebe informações diferenciadas. E hoje nós abordamos o assunto do protocolo Recoach, que lógico esse foco eh para a doença Alzheimer, para declínio de memória, para declínio de cognição, entre aspas, aí da nossa inteligência,
51:39 a Dra. Poliana Castro é a única neurologista no Brasil certificada para a aplicação desse protocolo chamado Wode. Então você que tem um paciente, você que tem um familiar com essas queixas, né, avançando a doença de Alzheimer, diminuindo aí essa questão da memória, da sua cognição, entre aspas, da sua inteligência, esse método pode ser muito útil. protocolo pode ser muito útil para você. Então não tenha dúvidas. Aqui eu vou deixar o telefone, vou deixar o contato, vou deixar deixar o site aqui da Dra. Poliana Castro para que você tire as suas leças. Não importa de qual lugar do Brasil ou até mesmo do
52:26 mundo, você tenha essa queixa, como ela resumiu bem, né? Você tá com alguma queixa no funcionamento aí do seu cérebro, na sua proatividade cerebral, da sua prognição, na sua inteligência, na sua memória? Então esse protocolo pode ser útil para você ou para um familiar. E quanto antes procurar melhor, né, Dra. Poliano? Sim, quanto antes procurar é melhor. A gente costuma falar assim, tempo é cérebro, né? Se os estudos com protocolo Code, eh, eles demonstraram que os pacientes que procuram de forma precoce ao longo da evolução da doença iniciar o tratamento, são aqueles que mais se beneficiam, eh, isso é uma informação
53:13 preciosa. Eh, e quanto antes pessoas que saibam que esse tipo de tratamento existe, buscarem tanto melhor para elas. Dr. D Braderson, quando ele dá aulas eh em congressos, ele frequentemente termina as aulas deles, as aulas dele eh ã com um slide aonde ele coloca assim: "Alzheimers optional". Quer dizer, o Alzheimer, na visão dele, hoje em dia, já é uma opção, desde que você tenha essa visão de buscar ajuda de forma precoce, quando ele fala assim, o o meu trabalho busca que em algum momento a doença de Osimia seja distinta. É isso que ele fala eh com frequência no final das aulas dele. Eh, e a chave para que
54:00 algum dia se consiga eh extinguir a doença de Alzheimer eh com base no que se tem de informação disponível até hoje, especialmente através do protocolo do Code. A chave para isso é a intervenção precoce. Então, se você recebeu o diagnóstico, quanto antes iniciar a intervenção do protocolo coach, tanto melhor o tipo de benefício que você vai poder extrair eh do tratamento. E se você nem desenvolveu a doença, mas você simplesmente tem uma queixa cognitiva ou você não tem queixa alguma e você quer diminuir o teu risco de desenvolver essa doença, a gente consegue mapear o risco genético de cada paciente eh dentro do consultório e com isso aplicar um programa individualizado que vise eh mudar o a o destino, mudar a a
54:45 tirar o paciente da rota abcimento quando ele vem eh em estágios mais eh e precoce dentro de um time adequado de tratamento, né? Informação é fundamental e tempo também no tratamento dessa doença é fundamental. Então, ao primeiro sinal, um pó legal, procure ajuda, no caso aí da Dra. Poliana Castro, neurologista, nessa abordagem mais integrativa, onde utiliza esse protocolo recode aí para melhorar a performance cerebral de uma maneira geral. Dra. Poliana, muito obrigada. Até a próxima live. Obrigada, Fernando. Foi um prazer estar
55:32 com você aqui. Obrigada. Boa tarde, até o próximo. Olha, as informações da Dra. Poliana estão aqui. Aqui o site, tá aqui, aqui o WhatsApp. Não fique com dúvidas, tá? Tirar dúvida não custa absolutamente entre em contato com a Dra. Polian. Deixe seu positivo, se inscreva no canal do Fernando Bepete. Até a próxima lá. Tchau. Eu vou estar te aguardando nos dias 8 e 9 de novembro, sábado e domingo, no espaço ali Frei Caneca, o nosso evento. 8 e 9 de novembro, no Frei Canec, em São Paulo, o nosso congresso sobre doenças mentais, ansiedade, insônia, TDH, doenças emocionais. Serão
56:22 dois dias repletos de autoridades nesse segmento, ministrando palestras como você se tratar, como você evitar esse tipo de doença mental, como ter um melhor sono e as últimas novidades também em medicina regenerativa, células tronco e também peptídios. O que essa nova tecnologia que está chegando no Brasil pode ajudar você nos problemas mentais? Eu aguardo você presencialmente lá no Frei Caneca, dias 8 e 9 de novembro, sábado e domingo. Tenha um encontro marcado comigo presencialmente e todos os meus convidados estaremos
57:09 juntos te esperando nesse terceiro encontro sobre práticas integrativas no tratamento e prevenção de doenças mentais. Transforme sua saúde mental. Participe do terceiro workshop de práticas integrativas com especialistas em ansiedade, depressão, insônia e dor emocional nos dias 8 e 9 de novembro. Garanta sua vaga agora. Clique no link que está aparecendo na sua tela.