0:03 Comidas indianas é o que a gente vai falar hoje. Então, pega uma cadeira, senta nela, pega um lápis, um caderno, bota o lápis do lado direito do caderno, agora rasga uma folha, mastiga, engole. E vamos assistir esse vídeo de hoje. Ah, vamos. Ai Jesus amado, um rato ali, mano. Meu Deus do céu. Que pera aí o câmera. Meu Deus, tem um monte de rato. Tem um monte de rato. Pera aí, mano. Eles não estão nem aí mais. Eles não estão nem aí mais. Pera aí. É rato de estimação, mano. Só me explica isso. É rato que você dá banho nele, você passa vermífogo e aí você cuida dele. É por isso que você deixa ele ele subir na comida. Mas aí que tá, né, cachorro? A gente faz tudo isso e não deixa ele subir no nosso prato de comida. Aí o rato pode, tá ligado? Não, nada a ver.
0:49 Eu tô tentando entender o o cara, mas, mano, é tipo assim, ó. Tô no [ __ ] mesmo. Ó o outro, ó. Cara, com uma maquita, ó, em cima da comida dele. Ele tá que isso? Que isso? Oxe, ele abriu. Mas pera aí, pera aí, pera aí. Isso daqui, será que é uma parte de algum animal? Ele abriu tipo, sei lá, mano, a pança de um hipopótamo e tá pegando as tripas e tá Ai, pera aí, me dá até um negócio, mano. Sai daí. Pera aí. Ele já ficou com um problema. Que que aconteceu, mano? O cara ele já volta careca pela metade. Olha aí. E aí tá é muito nojento. Com certeza absoluta. A unha dele também nem tá precisando de um de uma pomadinha. Não, não precisa. Bobeira isso daí, ó. Ó, parece que já tá morta a unha dele. Só basta tirar, mano. É só destacar. Já
1:35 fica crocante já, ó. Só puxar e sai. E agora ele já bota pr fritar. Ele abre. Isso que é o quê? É batata? É banana. Olha, precisava estragar, mano. Ele sempre vai pro pior nível. Põe tomate aí, ó. Tomatinho com sal. Aí, galera, não é vocês que gostam, não são vocês que curtem isso? Tomatinho com sal, eu posso mandar pr vocês. É só se inscrever no canal e dar like que eu mando. Eu mando. Não, não precisa ficar olhando com essa cara não. Faço questão de mandar, ó. E não vem só aquele tomate, não. Vem. Não é só isso que vem, não. Ó lá, ó. Vem esse prato completo que ele tá mandando, ó. Que ele manda para mim, eu mando para vocês. Eu, Jesus amado. Não, não, não, não, não. Pera aí. É pão molhado. Ele tá fazendo aí. Pô, molhado numa água completamente duvidosa. Não se sabe que é se é água que sai do esgoto, ele já coloca na panela ou se eles fazem
2:21 cocô ali. Tô brincando, já tô indo pro rumo absurdo. Calma aí. Ele tá mostrando como é que eles fazem o pão, tá? Então, o processo do pão é um processo higiênico, né? Tirando um pouquinho daquela crosta, né, que fica na, enfim. Aí depois bate nessa batedeira, coloca óleo. Não me parece sujo aí também não. Só que seria bom uma máscara, né, mano? De repente também um um um chapeuzinho para evitar cair cabelo, né? Ó, calvice atacando demais ali. O cara com barba e ninguém usa nada. Olha. E vai falando, vai cuspindo na comida, o cabelo vai caindo e você vai comprando esse pãozinho aí, ó. E eles, apesar de serem meio, é, nojentos, eles conseguiram fazer o trabalho deles crescer, a
3:06 empresa deles crescer, porque isso já é uma indústria. Olha isso. Isso é uma indústria. Isso já é um negócio grande. Lá tem uma equipe, tem um monte de equipamento, não é um cara tipo sentado na sarjeta pisando na massa do pão assim, sabe? Não. Eles eles eles tm os maquinários. Agora eu te pergunto, como é que cresce desse jeito? O pessoal lá realmente não se importa? Ó, igual esse outro aqui que eu já ri, já entendi o que ele vai fazer. Ele vai tirar a pelinha da carne com a unha. Olha isso, mano. Por que que você não pega faca, filha de uma [ __ ] Eu xingo. Eu xingo. Porque, tipo assim, por que que ele tá fazendo isso, mano? Não é como se ele não tivesse faca ou não existisse faca, você entende, mano. Ele tá fazendo isso de propósito. E aí, como que ele acha que alguém vai querer comer ali? Mas pelo que eu tô vendo, eles comem.
3:52 O pessoal come, mano. >> Olha uma navalha, mano. A unha do cara é uma navalha. Olha isso. É gilete. Ele faz a barba com a unha dele. Tipo, nem uma faca consegue cortar desse jeito. >> Olha isso, mano. É, é em uma só. Cara, ele afia. Ele tem que ficar afiando a unha dele todo dia antes de ir pro trabalho. Ele tá ele lá afiando. Olha isso. Ele tem, ele tem uma arma aí, ó. Ele tem uma arma. Ah, tá. Ele tá com uma faca aqui, mano. Ele tá com uma faca aqui. Que susto. Para mim, ele tá fazendo com a unha. Nossa, que susto, mano. Xinguei o cara à toa, mano. Car, eu vou ficar com vergonha agora. Falei mal do cara, mas por que que tá segurando com o pé? Aí já começa criticar. Comecei criticar. É isso. Não tem por ficar colocando pé em comida, não. E nem me parece que a unha tá limpa. Então eu eu eu volto a dizer o que eu disse. Nojento, mano. Nojento. Ó,
4:39 vamos lá. Mais rato, mano. Caramba, por que que você tem que conviver com o rato? Hã? Calma aí, calma aí, tem áudio. A, que que ele vai fazer? Omeletinho, panela. Parece que ele já bateu em 40 cabeças, tudo amassada. E ele vem com um pãozinho. Você vai fazer um um omelete de pão, mano. Mas grudou tudo na frigideira. Como é que você vai tirar isso? Para de Parece que eles fazem questão de mostrar os ratos ali, né? Tá. Então, ovinho com pão me parece gosto. Pera aí, mano. Pera aí, velho. Colocou jornal, cara. É, é para tirar oleosidade isso. Isso é para tirar oleosidade. E papel toalha, sabe? Pô, mano, você trabalha com alimentação. Aí, ó, as pessoas vão botar isso daí na boca. O
5:25 jornal é sujo. Pior que me parece que tá gostoso. Só que eu não comeria nem fendo isso, mano. Eu não comeria. Eu quero ir pra Índia. Eu quero provar as comidas de rua, mas eu acho que tem que ter limite. Eu não vou comer um negócio que tá com rato no chão, só porque, ah, tô na Índia e lá eles fazem comidas assim. Não. E eu falei bravo, né? como se alguém tivesse me obrigando a fazer alguma coisa aqui. Não, mas é que eu tô falando que eu vou pra Índia e eu quero fazer vídeo comendo lá as comidas de rua, mas por favor, só não esperem isso, tá ligado? Não botem isso na expectativa de vocês, não tem como, mano. Olha isso. Isso é isso é óleo. Meu Deus, olha o olha o ovo boiando na gordura, mano. Credo, credo. Você não sabe se é óleo de cozinha ou óleo de carro. E lá vem carne moída. Mano, a carne moída parece bonita, mas o
6:11 [ __ ] é esse cara que tá com a mão suja pondo a mão nela. Eu não sei a de repente a mão dele nem tá suja, mas o ambiente tá tão sujo que parece que tá tudo sujo, mano. Parece que esse cara tá fedendo, com todo respeito, mano. Mas é porque o ambiente tá tão sujo que você parece que sente cheiro de tudo já. O ambiente da cozinha tem que tá limpo, mano. As pessoas vão comer. E outra, será que se alguém passa mal aqui, dá algum bo, eles tomam processo ou não tem isso mais? Tipo, se você tá comendo aqui, mano, já sabe, né, que você pode morrer a qualquer momento e a gente não se responsabiliza. Acho que fica esse senso comum, né? As pessoas sabem lá. Receitinha de hoje, sopa de vômito. >> Aqui nesse ambiente sujinho, o chefe Ralei Yuku na quina abre um balde de obra com uma sopa que ele trouxe de um local desconhecido e despeja nesse
6:57 penico de Gu, nessa panela lavada mensalmente. E então ele tampa e começa a servir esses R 11 com um jornal sanitário de calopsitas. O lado bom de comer isso é que você já sabe a tonalidade e aparência que seu barro vai sair na privada. Ou então temos uma outra opção, o conduíte recheado. Fácil de encontrar em qualquer obra no seu bairro. Aqui o chefe utilizará de recheio gorfo de vegano, calda de chorume, unhas de mendigo desidratadas, amendoim velho e um limão passado. Dá uma misturada com a mão que você coçou o saco e recheia os condues. Simples, rápido e muito nutritivo. >> Esse é o taco deles. Então, olha a risada.
7:43 >> Receitinha de hoje, salmolete, o omelete de salmonela. Fala seus pão com ovo, vocês estão bom? Eu tô bom. A simpaticíssima chefe é uma >> pera aí, ela tá ela, ela tá ela tá cozinhando na biblioteca. >> Maria começa adicionando óleo de giraua nessa frigideira com restos mortais de teflon. Em seguida, adiciona 1 2 3, enfim, uma [ __ ] de ovos de papagaio mudo. >> Coloca um mijinho de óleo de ceborreia para desgrudar as beirolas e deixa ali fritando. Olha, espero que dê tempo de pelo menos cozinhar esses ovos, mas acho bem difícil. Tempera com um pouco de raspas de canela de mendi. E enquanto isso vai preparando a já famosa cama
8:28 king size e de pererecas. É, gente, o que eu temia aconteceu. Tá tudo cru nessa bagaça. Muito vacilo isso aí, Elma. Não adianta vir com adicional de raspas de canela de mendigo, >> tá tudo cru. >> Bom, se você não tem amor, >> que nojo. Você vai beber ovo aqui, mano. Não vai comer isso não. Credo. E aí, chega ou vocês estão lambendo os beiços? Vocês querem mais, né? Vocês querem ver mais? Tô vendo. Um dia eu vou levar vocês para conhecer essa galera aqui, ó. Olha o jeito que ele já vem fazendo o suco dele. Esse daqui é suco porque a gente só vê comida, ó. Mas suco mesmo a gente não vê muito por aqui, mano. Que sujo, que sujo. Limonada suína. Nossa senhora, que delícia. Um suco de banha de porco. Como é que é, mano? Vamos ver
9:15 o preparo. Ele pega os copos que já estão amarelados, né? Pilililiu. Como que é o nome dele? Só pra gente entender. O artista pilili molenga. Ele coloca os copos e pega a bolinha de tênis e parte no meio. Tá. Um pouquinho de açúcar, isso, né? Imagino. Mas não, não é açúcar não, mano. Não é açúcar não. Ó, sobe a espada e vem, ó, com essa água que tá dentro disso que eu não sei para que que serve. Será que isso daqui é só pra gelar água? É muito ruim a gente ver isso, não entender o porquê das coisas. Eu queria muito perguntar, tipo, como é que funciona, tá ligado? Como que você fez isso, mano? Você pegou um cabo de guarda-sol e armazena água aqui embaixo. Que água é
10:03 essa? Não dá, mano. Enfim, é isso. Chega, porque senão vocês vão começar a achar que eu tô sendo xenofóbico com a Índia, sendo que não. Eu quero conhecer a Índia, eu quero comer comida de rua e vou levar vocês ainda, tá? Antes de morrer, eu quero fazer isso. [ __ ] agora foi muito pro bad vibes, né? Desculpa terminar o vídeo assim que vocês lembraram que um dia eu vou morrer. Eu lembrei também. Não, não, não. Mas não você só vamos embora. >> Escreva assim agora. Não gasta nenhum dinheiro. Não importa o que você pensa para sempre. Eu te quero. Se inscreve. Não vai então você. [Música] he