0:05 [Música] เ [Música]
1:19 Olá, acadêmicos, futuros designers de moda. Bem-vindos ao nosso vídeo explicativo. Opa, bem-vindos à nossa aula ao vivo, né? Tô falando vídeo explicativo já. Então, já falo. Vídeo explicativo está disponível lá na nossa sala do café para realizar a atividade mapa. Hoje estamos iniciando a nossa aula ao vivo da disciplina de modelagem tridimensional e ergonomia com a professora Ana. Já tá tudo prontinho aqui pra gente iniciar a nossa aula. Antes da gente iniciar aqui com a nossa aula, tem alguns recadinhos. Tô estamos acompanhando o chat aqui também. Eh, e é bom que a gente já explica algumas dúvidas que já estão chegando aqui. Pessoal, bem-vindos à disciplina de
2:06 modelagem tridimensional e ergonomia. E para quem está chegando no segundo ano agora de design de moda, bem-vindos ao segundo ano. Tem algumas diferencinhas, tá? Nossas aulas são sempre às 8:10. O prazo de algumas atividades é um pouco diferente, porque na quinta semana nós temos prova, mas fiquem tranquilos que a gente vai tá comunicando vocês sobre todos esses prazos, todas essas datas, todas as informações do nosso curso. Vocês sabem que vocês podem acompanhar lá nos comunicados. Bom, para a nossa aula vocês podem estar interagindo aqui sobre o nosso conteúdo no chat. Estamos acompanhando também o chat e nós vamos iniciar então desmembrar e desbravar esse universo tanto da modelagem
2:54 tridimensional como da ergonomia, tá? Pra gente iniciar já está disponível no estúdio de vocês. Acessem sempre o ambiente, já está disponível no estúdio de vocês a atividade de estudo um e a atividade mapa. lá na sala do café e no material da disciplina também tem o vídeo explicativo da atividade mapa, tem diversos conteúdos, tem um curso sobre costura manual que eu vi que o pessoal já tá interagindo aqui. E então vamos iniciar. Vocês mandaram mensagem falando que estão animados, estão ansiosos para começar essa disciplina. Então vou convidar professora Ana Abre Breu para trazer aqui o conteúdo para vocês. Boa noite professora Ana. Boa noite, professora Marina. Boa noite
3:40 a todos. Vamos iniciar a nossa aula, então, nossa primeira aula ao vivo. E hoje nós vamos falar sobre ergonomia na modelagem tridimensional, tá? Então, entender o universo da ergonomia é muito importante para saber aplicar todos os conhecimentos e desenvolver uma modelagem assertiva. O que é uma modelagem assertiva? que vai realmente atender toda a todas as necessidades do usuário, ou seja, é um produto que vai acompanhar os movimentos do usuário, né, que vai respeitar a sua mobilidade. Então, nós vamos entender como que é utilizada a ergonomia eh para desenvolver produto e em específico na
4:26 modelagem tridimensional, que é a nossa disciplina, OK? E hoje nós vamos falar mais sobre eh o design ergonômico no vestuário feminino, OK? Então vamos lá. Primeira coisa, eh eu trago para vocês, esse termo design ergonômico, tá? Então, design ergonômico, ele é um termo que o Pasquarelli e ele ele começou a integrar os conhecimentos de ergonomia, que é uma área de estudo que pode ser aplicada em diferentes eh desenvolvimentos de produto, em diferença em diferentes áreas. E aí no nosso caso, que nós estamos dentro da grande área de design, ele fez um link com o design e ele apresenta que o design ergonômico ele é
5:14 um projeto de interfaces tecnológicas, tá? Então aqui no nosso caso na moda é um projeto de interface, ou seja, de vestuário, de vestuário tecnológico, que ele tem como objetivo minimizar os problemas encontrados eh entre essa interface usuário e vestuário, tá? oferecendo eh produtos tecnológicos, seguros, confortáveis, eficientes, efetivos e aceitáveis. Eh, então eu vou perguntar para vocês, eh, quem aqui já foi em uma loja comprar um determinado produto de moda e provando diferentes produtos, acabou optando por um determinado, né, para um, decidiu por um ali naquele momento de decisão de compra, levou o produto, né, realizou
6:02 ali o pagamento desse produto, levou ele embora e no momento do uso desse produto começou a perceber algumas eh alguns desconfortos por conta do projeto do produto, tá? Então isso eh falta de analisar a ergonomia, ou seja, ou de aplicar também os conhecimentos de ergonomia dentro do processo de desenvolvimento de produto. Então por isso que é muito importante levar em consideração o usuário. A ergonomia ela vai falar sobre isso, levar em consideração quem vai vestir esse produto e e incluir ali no desenvolvimento de produto eh todas as ferramentas, né, os recursos necessários. Nós vamos falar então de modelagem, integrar a ergonomia com a modelagem tridimensional, então integrar
6:47 todos os recursos de modelagem, as técnicas, né, de modelagem para eh resultar aí um produto realmente eficiente, eh eficaz e que o usuário ele tem uma determinada satisfação com o uso dele, ok? E aí eu trago aqui para vocês essa imagem que mostra uma arara cheia de roupas, né? Então, quando nós vamos comprar um determinado produto, nós nos deparamos com essa com essa imagem, né, com com um estabelecimento muito muito parecido com essa imagem. E aí vocês podem perceber que quando geralmente nós vamos num numa numa loja que tem muitos produtos disponíveis para venda, nós
7:34 temos eh diferentes tamanhos, tá? E muitas vezes um tamanho de uma, é, um tamanho de uma determinada marca é um e o da de outra marca é outro. E vocês, acredito que vocês já identificaram essas diferenças. Então, a na marca A eu uso o tamanho X e na marca Y eu uso o tamanho Y, tá? Então, o por que que isso acontece, né? Porque por por uma falta de padronização de tamanhos. Então, quando nós estamos falando sobre desenvolver uma uma modelagem ou um modelo industrial, eh nós estamos falando sobre grade de tamanhos, né? Então, o designer ele vai fazer um projeto de um produto e esse produto ele
8:22 vai ser pensando ali no no Fest Fashion ou na produção em série, ele vai ser vendido, né, em vários tamanhos. eh vai ser disponibilizado ali para venda vários tamanhos e várias versões também de cores muitas vezes ou de estampas desse produto. E tudo isso parte de um usuário, da necessidade do usuário e do corpo desse usuário e onde que esse usuário vai usar esse determinado produto, tá? Então, por isso que nós precisamos tomar muito cuidado com a as medidas que serão utilizadas para desenvolver eh um produto. Então, aqui no caso eu trouxe uma interface de do site da Leves, no qual ele mostra tabelas de medidas. Então, eh, acredito
9:09 que vários de vocês já já fizeram uma compra online, né, uma compra de vestuário e vocês se depararam com essa interface, tá? Então, uma interface de tabela de medidas o que apresenta? Os tamanhos, como na primeira coluna, né? Então, ali tem um tamanho PP, PMG e extra G. o as medidas do busto de cintura e de quadril das respectiv dos respectivos tamanhos, tá? Então o que entende-se que quando foi desenvolvido uma modelagem para essa determinada peça que está sendo vendida, eh essas medidas foram tomadas como base. E como eu sei qual é a melhor medida e como que eu
9:54 defino essa medida? Essa medida, ela parte do corpo do usuário, tá? Então eu preciso ter um usuário que que tem ali, eu preciso estudar e entender qual é o biótipo do meu usuário e a partir disso eu consigo desenvolver eh uma modelagem que vá realmente atender as necessidades dele. OK? E aí outro ponto interessante dessas interfaces do do dos e-commerces é que eh eles apresentam direcionamentos para nós entendermos eh e descobrirmos, né, qual é o tamanho que nós vestimos. em uma determinada marca. Então ali nessa imagem vocês podem visualizar que tem uma modelo e em cima dessa modelo tem os direcionamentos de medidas, né?
10:39 Então ombro a ombro, né? a cintura, a largura de busto, o quadril, o comprimento da da cintura até o chão, o comprimento da manga. Então, todas essas medidas elas são importantes e elas vão direcionar o modelista no momento de fazer a modelagem desse produto, certo? E aí, por meio disso, né, por meio dessas informações que o modelista ele utiliza lá no momento de do desenvolver a modelagem desse produto, eh é criado essas informações, né, é incluída essas informações no e-commerce para que o usu para que nós, né, enquanto consumidores, consiguimos, eh, identificar qual é o tamanho que eu vou vestir daquela dessa
11:26 determinada marca. Então, todas essas informações, elas precisam estar muito bem alinhadas. Então, a mens a informação que é utilizada lá no desenvolvimento de produto, ela vai seguir, né, durante todo o processo de produto e inclusive ela vai estar disponível no e-commerce, OK? E aí aqui é outro exemplo de guia de [Música] medidas. Vocês podem ver, eh, perceber que tem diferentes formas, eles mostram diferentes direcionamentos para medir o corpo, mas os pontos anatômicos, os pontos fundamentais, as linhas fundamentais para desenvolver uma modelagem, para entender qual é essas medidas, elas são importantes lá no
12:12 processo de modelagem, tá? Então, todas as informações lá no momento de desenvolver essa peça, elas devem ser eh transmitidas pro usuário para que essa peça ela se e ele encontre um produto mais assertivo ali pro seu pro seu biótipo corporal, tá? Então, geralmente lá no processo de modelagem, o modelista ele vai utilizar uma tabela de medidas muito similar a essa, tá? e no qual tem uma essa primeira coluna todas as medidas eh todas as as nomenclaturas das medidas, né? Então, busto, cintura, quadril, altura de quadril, ou seja, as medidas fundamentais para eh serem incluídas ali num numa modelagem. E logo na sequência, nas próximas tabelas, nas
12:58 próximas colunas, nós temos os tamanhos e, respectivamente, as medidas. E há uma variação de medidas, dependendo ali da região e principalmente dos tamanhos, tá? Então, geralmente, como que é realizado? Eu pego um determinado tamanho, tá? E aí eu desenvolvo a primeira peça, tá? Então vamos imaginar que nós estamos criando uma saia com pregas, que é uma uma das da das tendências do inverno deste ano. E e para isso eu preciso fazer uma modelagem, tá? Então vamos imaginar que o estilista ele criou essa essa saia com pregas e o modelista vai desenvolver a modelagem. Então ele vai pegar uma um tamanho dessa tabela de
13:46 medidas, vamos supor o M, e vai fazer a modelagem, tá? Depois que é feita essa modelagem, ele vai costurar essa peça, ou seja, ele vai pegar os moldes, ele vai cortar esses moldes num tecido que vai ser confeccionado e costurar essa peça. Depois que essa peça estiver pronta, eh, desse tamanho específico, eh, essa peça ela vai ser provada e depois que for aprovada, ou seja, ela vai ser provada em um modelo de prova. O que seria um modelo de prova? uma pessoa que tem as medidas, essas medidas mesmo, a medida do tamanho M. Depois que for aprovada, aí sim, aí vai ser realizado um processo chamado degradação, que é o aumento dos tamanhos e a diminuição dos
14:34 tamanhos para obter um eh tamanhos completos daquele determinado modelo, tá bom? Então, por isso que é muito importante eu trabalhar com uma tabela de medidas com tamanhos e que eu consiga ali me direcionar para desenvolver uma modelagem e depois no final obter uma grade completa de tamanhos, tá bom? E aí dentro desse desse aspecto de tabela de medidas, nós temos essa norma brasileira, né, 16933, que é uma norma nova de 2021, que foi resultado de uma pesquisa árdua e longa ali de várias instituições, né, instituições privadas e
15:19 algumas eh no qual eles eles fizeram uma pesquisa nacional com 10.000 mulheres, eles utilizaram um body scanner, que é uma técnica que eu vou mostrar logo na sequência para medir o corpo de das mulheres brasileiras. E eles identificaram que as mulheres brasileiras possuem eh uma variedade de cinco biótipos. Então, o biótipo retângulo, o biótipo triângulo, o colher, o triângulo invertido e ampulheta. Mas os dois biótipos que que tiveram um maior evidência ali naquele naquele grupo de pessoas que foi realmente que participou do experimento foi o retângulo e o colher. E aí essa norma o que ela traz? Ela traz medidas referenciais para esses dois biótipos.
16:06 Ou seja, se você vai montar uma marca agora, se você tá fazendo freelance de modelagem, se você quer seguir para essa área, você já tem um direcionamento para iniciar suas modelagens, tá? Então essa tabela de medidas, ela vai ajudar você no processo de desenvolvimento da modelagem. Então eu trouxe aqui para vocês uma parte da norma. A primeira parte da norma, ela vai falar sobre o quê? como tirar as medidas, tá? Então, ela vai mostrar essas eh vai ter essas ilustrações mostrando exatamente os pontos anatômicos e como deve ser tirada essas medidas. Eh, no caso do experimento, né, da essa pesquisa que
16:51 resultou nessa nessa norma, foi realizada eh as medidas, né, a coleta das medidas por meio do body scanner. Mas qual é a forma tradicional de tirar medidas? Por meio de uma fita métrica, certo? Então nós temos a fita métrica, nós precisamos encontrar os pontos anatônicos adequados ali, eh, certinho, e posicionar a fita. E aí eu consigo tirar essas medidas. No caso, como foi uma pesquisa grande e com várias pessoas e que andou ali todas eh que que permeou em todas as regiões do Brasil, eles utilizaram o body scanner. E o que é o body scanner? O body scanner é esse equipamento no qual eh, no caso, a participante fica paradinha ali em cima
17:38 e ele vai literalmente escanear o seu corpo e esse corpo eh esse scanner, esse resultado, essa imagem desse scanner é projetada ali em uma em uma interface no computador, tá bom? Então é uma forma mais rápida de fazer esse processo de medição de tamanhos, tá bom? E aí, essa é uma segunda parte da norma que eu que eu trago para vocês, que é que é uma parte do das medidas, tá? Eh, essa norma ela é bem grande, ela traz um complemento de medidas e vocês podem encontrar mais mais detalhes sobre ela no livro eh no livro didático da disciplina. Então, quem ainda não assistiu as aulas ao as aulas conceituais ou não leu o livro, tem mais informações sobre essa tabela. É muito
18:25 importante entender sobre essa pesquisa, porque ela é a mais recente e a mais relevante ali na nossa área em relação a medidas, tá? Então, como trabalhar ali a com as medidas no desenvolvimento da modelagem. E no caso dessa imagem que eu trouxe para vocês, é a uma primeira parte do resultado das medidas, ou seja, eles apresentam as medidas com base na estatura. Isso quer dizer que eles identificaram que a mulher brasileira ela tem diferentes estaturas e dependendo da diferença da estatura, né, vai alterar o comprimento da peça. Então por isso que às vezes você utiliza um produto, você usa uma determinada calça e você empresta pra sua pra outra
19:11 pessoa, pra sua irmã, pra sua amiga, pra sua mãe ou quem for. E às vezes a causa vai ficar curta ou vai ficar comprida por conta dessa eh variação do comprimento. Então eles apresentam aqui um exemplo, o biótipo colher eh dividem entre estatura baixa, média e e alta. Então eu consigo identificar qual é o gap ali da minha estatura e aí eu começo a a me direcionar com base nessa nas medidas daquela coluna de estatura. Então, um exemplo ali na aqui no biótipo colher, a minha estatura é 1,60, então eu tô dentro da média estatura e aí eu vou trabalhando com as medidas dentro dessa categoria. Então é uma forma de filtrar cada vez mais e desenvolver uma
19:58 modelagem eh mais coerente ali com o biótipo do corpo, tá? de quem é o seu usuário, quem vai comprar esse determinado produto. E aqui no caso também nós temos o biótipo retângulo, que traz também esse mesmo direcionamento das estaturas baixas, da média e a estatura alta, tá bom? E aí, eh, eu trouxe essa, essa fala da Maria Adelina, que é uma superintendente do Comitê Brasileiro do Têxtil e de vestuário da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que ela fala assim: "É mais ou menos o que a gente já viu no e-commerce, que é uma numeração mais metrológica, não codificar as pessoas". Então, a ideia, o que que ela quer dizer com isso? que a ideia dessa norma não é codificar as
20:46 pessoas. Você usa P, você usa M, você usa G ou você usa GG ou independente. Ela fala assim: "Isso não serve mais. Eh, se que isso se perdeu no tempo, as empresas foram usando isso até para fazer marketing. Como aqui você entra no 40, no concorrente não. E isso não funciona mais. É como dizer que um apartamento de trê eh que tem um apartamento de três quartos. OK? Mas qual a metragem? Podem ter 3/4 nos quais cab cabe uma poltrona. Então, a intenção da norma não é trazer esses eh esses estereótipos de medida e sim realmente entender qual é o biótipo do corpo e dependendo do biótipo vai ter uma variação das medidas, tá? Eh, então essa
21:35 é a intenção da do trabalho da dessa dessa norma. E aí pensando em todo esse esse processo de tabela de medidas, utilizar a tabela de medidas para desenvolver uma modelagem, será que a Não caiu não a internet, né? Aqui começou a carregar, mas acho que tá OK, né? Vou continuar. Eh, nós temos técnicas para desenvolver a modelagem, né? Então aqui no caso nessa disciplina nós vamos trabalhar com a modelagem tridimensional, que é a técnica que nós utilizamos o manequim técnico, tá? Esse manequim técnico, ele é um manequim que tem as medidas, tá? De um determinado corpo, tá? Então pode,
22:22 vocês podem encontrar ali no mercado diferentes eh tipos de manequim e tamanhos de manequim. Então, a técnica modelagem tridimensional vocês podem encontrar pelo termo molage, que é um termo francês ou drapping, que é um termo inglês. Nós temos também a técnica de modelagem bidensional, que que vocês também vão aprender, e também é possível desenvolver a modelagem computadorizada. Então, ali no começo, eh, a partir da de 1980, os sistemas computadorizados eles, eh, começaram a a surgir ali no Brasil. E na verdade na na indústria de vestuário, nós começamos a a trabalhar com sistemas computadorizados, ou seja, desenvolver, passar a desenvolver a modelagem no computador a partir da
23:09 década de 90, tá? por conta de uma empresa brasileira que acabou, os empresários eles se sentiram mais seguros em contratar essa empresa para para trabalhar por conta da do suporte técnico. Até então tinha sim outros softwares para trabalhar, mas eram softwares gringos e aí a questão da da negociação ou dava algum problema e o suporte técnico já era em outro idioma. de como veio uma empresa brasileira. Isso começou a ser implementando implementado aos poucos nas indústrias de confecção. Então nós também temos a modelagem computadorizada. E o que é legal pensar? É legal pensar que nós temos a modelagem plana, que é a modelagem 2D, que ela é realizada ali
23:55 sobre uma mesa, né? E eu tenho um papel e eu posso trabalhar com ela. Eu posso desenvolver essa modelagem 2D também dentro de uma interface de um computador, né? ali uma interface de um software. Eu tenho a modelagem tridimensional, que é a modelagem que nós vamos trabalhar aqui na disciplina, né? Nós vamos trabalhar a a manual, que tudo parte da manual. Vocês precisam saber eh como realmente eh marcar as linhas do manequim, identificar os principais pontos, saber posicionar o tecido. E essa essa essa técnica de modelagem, ela também pode ser eh desenvolvida no computador, tá? eh, por meio de um avatar, de um, nós falamos um avatar, ou seja, um manequim tridimensional que está ali dentro da interface do computador. E uma coisa
24:42 legal que eu trouxe para vocês eh é sobre esse manequim, tá? Eh, essa marca mim é um manequim do brasileiro, tá? O que eles fazem? eles eles vendem os o os manequins eh para serem utilizados na técnica de modelagem tridimensional eh manual. E esses manequins, eles podem ser eh personalizados. Então, um exemplo, eh eu vou lá na na empresa e eles vão escanear o meu corpo e produzir esse manequim. Ou seja, eu vou ter um manequim com o meu biodipon, com as minhas medidas. Então a modelagem vai ficar muito certinho porque foi realizado o processo de escaneamento
25:28 corporal, tá? Eh, e aí por meio desse processo de escaneamento corporal, eu consigo utilizar esses dados para colocar dentro de um software de modelagem tridimensional, ou seja, o avatarzinho dentro de um software de modelagem eh eh tridimensional pode ser o meu corpo, exatamente o meu corpo, tá? Então aqui eu coloquei um vídeo para vocês, mas depois nós vamos disponibilizar o slide para vocês olharem com calma esse vídeo. Ele mostra todo o processo, como é realizado o escaneamento e como é é é confeccionado esse esse manequim, que esse esse manequim ele é um pouquinho diferente, tá bom?
26:13 E o que que é interessante, que várias marcas eh do segmento de moda e e afins, eles perceberam que era uma oportunidade legal trabalhar com o a medida real do corpo humano e começaram a comprar esse manequim da mim. Ou seja, um exemplo, a Henner. A Henner é uma empresa que investiu seriamente nesses manequins, por invés deles eh ficarem testando a modelagem, ou seja, costurando a modelagem, testando num corpo real, em uma pessoa para fazer ajustes, eles já têm um manequim que tem as medidas do corpo real do de um usuário e aí sim eles têm menos chances de erro no
27:01 processo de prova do produto ou retrabalho dessa modelagem. Sabe quando vocês vão eh encomendar um produto eh na cidade de vocês? Ah, tem um tem um atelier específico, uma costureira específica e eu vou lá e encomendo uma peça sob medida. E aí você chega, ela tira as medidas do seu corpo, aí você chega para provar essa peça, essa primeira prova e ela precisa fazer alguns ajustes. Aí depois ela fala assim: "Ah, depois você volta para fazer outro ajuste". Olha, você precisa fazer pelo menos três ajustes. Então, neste caso, diminui esse tempo de aprovação da peça. Por quê? Porque eu já tenho um manequim com a com o corpo do usuário. Então, a modelagem tem maior chances de ser assertiva, tá? E aí eu trouxe aqui
27:48 para vocês um exemplo da Henner, né, que a Henner ela investiu nessa tecnologia, né, dos manequins e e elas eh foi feito o o escaneamento de um grupo de pessoas que fazem parte do dos usuários, né, do do perfil ali da marca para que essa modelagem ela seja mais eh assertiva, tá? E aí eu trouxe aqui um um uma fala da Fernanda Feijó, que é diretora do estilo da Henner, que ela fala assim: "O aprimoramento da nossa tabela de medidas foi feito em parceria com a BNT, com SENAI CETICT e a Sociedade Brasileira de Plusize, tá? Eh, eles, o
28:37 que que eles quer? ele eles buscaram, eles se interessam oferecer mais conforto ao cliente, além de tornar o ciclo do desenvolvimento de produto mais ágil e sustentável, sem a necessidade de reapresentar eh retrabalho, né, várias amostras. Então, além do produto ficar mais confortável, né, no cliente, porque eu já tenho ali uma simulação do corpo real dele, eh, eu consigo lançar esse produto muito mais rápido. E aí a questão da sustentabilidade é o quê? Eu não tenho, eu não fico mais testando e errando o produto, sabe? Quando você vai testando, testando, costurando, cortando e costurando a peça e depois essas peças que não deram certo, o que são, o que que eu posso fazer com essas peças, né? Eh, eu refaço ela, eu jogo ela no lixo.
29:25 Então, por isso que por isso que tem essa questão da da sustentabilidade, tá bom? E aí eu trouxe para vocês o exemplo do software Cl, do Cl. Eh, tem dois vídeos aqui que depois nós vamos disponibilizar para vocês também e aí vocês vão poder ver com calma como que é esse processo. Esse software Clare da Coreia e ele é um software que ele vem há um tempo revolucionando o processo de desenvolvimento, tá, de produto do vestuário. Por quê? Eu tenho esse avatarzinho do lado que vocês estão vendo. Esse avatarzinho, eh, eu consigo, eh, adaptar o corpo dele, ou seja, eu consigo incluir ali as medidas da minha
30:11 tabela de medidas ou eu consigo fazer um escaneamento de um corpo e jogar as informações desse escaneamento ali dentro. Então, eu tenho um corpo cada vez mais próximo do real do meu usuário, tá bom? E e o que é legal do do clô? O clô eu consigo desenvolver a modelagem tridimensional nesse nesse avatar. Então vamos imaginar, nós vamos desenvolver a nossa modelagem tridimensional no manequim físico. Por quê? Para você aprender a técnica de modelagem tridimensional, você precisa partir do físico e depois ir pro digital. Então aqui no digital você também tem essa essa esse manequim virtual. E por meio dos comandos de ferramentas,
30:56 né, por por meio do do guia do do mouse e do scroll do mouse, aquela bolinha do meio do mouse, você consegue ir fazendo a modelagem tridimensional. Além disso, há opção de você fazer uma modelagem plana também. E ao no momento em que você tiver fazendo uma modelagem plana nessa segunda tela ali do do sistema, ele já vai eh vestindo esse corpinho, ou seja, ele já vai vestindo o corpinho com moldes de tecido. Então, além dessa facilidade de você tá desenvolvendo a modelagem, tem a questão do caimento, né, do tecido. o caimento da modelagem, a modelagem, o molde em relação ao tipo de tecido, porque muitas vezes eh a
31:41 modelagem, o molde está correto, mas o resultado final não ficou com o aspecto que eu queria, porque às vezes o tecido não é apropriado para aquele tipo de modelo, né? eu quero algo mais pesado, eu quero algo mais fluído, então eu preciso entender qual é o tipo de matériapra que eu vou trabalhar ali. Então, no caso, eh, eles também possuem um simulador de tecidos e no qual eu incluo informações sobre eh sobre esse tecido ou seja, características do tecido. E esse tecido ele vai caindo sobre o corpo e eu vou eu vou acertando os detalhes. Outro ponto legal é que eu cons além de vestir esse corpinho, né, com essa peça, o próprio software ele vai eh mostrando
32:28 em qual região do corpo está a peça está apertada. Ele vai mostrando por meio de sistema de cores. Então assim, ah, essa essa parte ficou vermelha, poxa, eu sei que tá apertado, eu preciso soltar um pouquinho aqui na modelagem. Então isso é legal dentro da tecnologia computadorizada da modelagem tridimensional, que eu também consigo ir visualizando isso e fazendo esses testes por meio de uma interface, tá? Aqui eu vou deixar para vocês esse esse episódio desse podcast que é o da do canal mod olhares da moda, transformação 3D na moda em sites de Cairê da loja Renner. O Cairê, ele é um cara que ele
33:14 que ajudou a construir todo um hubo ali dentro da Henner e a implantar o ClD, tá? Esse software. Então, eh, ele fala como tudo isso aconteceu, como que foi o processo, eh, como foi, como foi a aceitação das pessoas, né? Como foi essa transição do processo da modelagem. Então, vale muito a pena porque entender como que é, como que eles fizeram, porque a Henner é uma super potência nacional e eles e eles estão muito à frente da da tecnologia ali dentro da modelagem. Então, é legal ficar sabendo eh o que eles estão o que eles estão como eles estão trabalhando, né? E uma das questões legais que ele fala nesse processo, nesse, nesse podcast que ele,
34:01 né, nesse vídeo que ele apresenta, nesse talk, ele fala sobre a prototipagem virtual. O que que é a prototipagem virtual? Vocês lembram que eu comentei lá no começo da aula, que geralmente eu pego um tamanho da tabela de medidas e aí eu confecciono essa primeira peça e eu provo numa modelo para ver se esse produto realmente está OK para ser produzido em série, tá? Para ser produzido em vários tamanhos. Então, dentro do Clô 3D ele apresenta ferramentas, não gente, eu tô falando do Clô 3D, mas nós temos outros softwares que também fazem esse tipo de de processo. Eu tô falando do Clow porque ele é o ele é o mais falado no momento, tá? E ele sim, ele está na frente dos demais, OK? Mas depois se vocês
34:48 procurarem eh tem muita coisa legal. Inclusive, se eu não me engano, o fórum de vocês é sobre isso, né? E e aí voltando sobre a prototipagem virtual, eh a Henner, o que que ela tá fazendo, né? No caso da Henner, eles investiram tanto nessa tecnologia 3D, ou seja, essa modelagem tridimensional, né, essa adequação entre a tabela de medidas, entre o corpo do do do consumidor deles e do sistema e da modelagem Tri, que eles tem uma essa linha de produtos fitness da loja. E eles estão desenvolvendo 40% da das peças dessa linha em 3D, tá? O que isso significa? Que eles não tão mais
35:35 prototipando fisicamente, costurando essa primeira peça fisicamente, tá? Eles fazem todo o teste dentro do sistema. Então, olha a importância do conhecimento de ergonomia e modelagem para essa para esse modelista que tá trabalhando. Inclusive, esse é um ponto importante também, o Caiê, ele fala nessa nessa nessa troca de conversa, nessa troca de ideia, que hoje em dia as empresas elas não estão mais buscando designers ou estilistas e modelistas, que ambos, ambas as profissões elas estão se integrando. Então eu preciso ter esse conhecimento de modelagem, de ergonomia e também do desenvolvimento de produto para que eu consiga desenvolver um produto que vai ser mais assertivo, que tenha, né, eh, que seja aprovado com
36:24 maior facilidade e vá no mercado e tenha eh sucesso ali de vendas. Então, tudo isso eh é muito interessante vocês entenderem porque é o futuro da moda, na verdade, não é o futuro, é o que já está acontecendo, né? Então, conhecer tanto do desenvolvimento, tanto da criação, quanto da modelagem, porque inclusive o que que eles estão fazendo? Como esse esse software, né, no caso, ele gera uma imagem, uma imagem 3D, eles estão utilizando essa imagem 3D como se fosse o croqui, tá? Então isso também é outro ponto interessante, é a integração da modelagem, da técnica de desenho, da técnica eh dos conhecimentos de ergonomia, do
37:10 processo criativo. Então está tudo muito integrado, cada vez mais. E aí voltando aqui para para fitness, paraa linha fitness, eles não estão confeccionando as peças físicas para aprovação. O que que é aprovação? Lembrando, eu faço a primeira peça física, eu vejo se a peça está eh confortável, se ela tá coerente com a ideia do do designer que ele criou para entrar na produção. O que que seria para entrar na produção? Para produzir em série, para produzir em PM, G, GG, para produzir na cor rosa, verde, azul, vermelho e preto, tá? Eh, então com isso, o que acontece? O que está acontecendo? está diminuindo as amostras físicas, ou seja, diminuindo eh esses
37:56 produtos físicos e eles estão lançando cada vez mais rápido os produtos lá na frente, tá? Porque eu não preciso ficar fazendo esse teste eh esse teste de costurar mesmo e de de cortar esse produto. Isso só acontece por quê? Porque eles fizeram o processo de escaneamento corporal, tá? e eles têm essa essas informações da tabela de medidas eh muito coerente com o corpo do público alvo, tá bom? E a outro outro ponto importante aqui que é legal falar da Henner é que ela é precursora na incorporação da moda F digital no varejo, ou seja, integrar esse mundo digital e virtual. Por que também lá no momento em que o designer e o barra
38:41 modelista vai criar esse produto e vai fazer essa modelagem, esse resultado da modelagem ele vai ser eh renderizado e vai ser disponibilizado lá no e-commerce. Então, essas imagens que vocês estão vendo aqui no site, no site, ó, desculpa, no que está no site, inclusive, mas eh no slide, eh são imagens geradas por meio do do software, né? Então, olha só, eh, o trabalho do do designer/modelista lá da frente, que também está sendo utilizado aqui no final, no processo de venda desse desse produto, tá bom? Eh, então o que que ele fala aqui? Eu trouxe para vocês dessa reportagem bem bacana, que o
39:28 processo envolve uma série de passos, né? esse processo de você integrar esse mundo digital com virtual, enfim, é o desenho de roupas em um ambiente virtual de forma rápida, intuitiva, existência de uma biblioteca de materiais têxteis e de eh digitais, ou seja, eu tenho um um abastecimento de materiais, né, ali de informações de materiais dentro do do sistema, né, eu tenho uma base de manequins digitais que eu consigo desenvolver isso também. Eh, e tudo isso eu consigo ver em tempo real, tá bom? Em tempo real. E aí, eh, essas peças elas são disponibilizadas com maior rapidez e também não tem tanta não
40:14 tem tanta eh, como que eu posso te falar? eh reclamação dos produtos por conta de todo o estudo ali do corporal que está totalmente pautado na ergonomia, na antropometria, né, no desenvolvimento desse produto, no desenvolvimento da modelagem, tá? E também principalmente nos no nas linhas corporais, né? Então, entender exatamente quais são as linhas corporais, onde que eu posso posicionar uma pence, onde que eu posso posicionar um recorte, eh qual é a curvatura correta da minha cava aqui para eu conseguir levantar ou abaixar o braço e não ficar pegando aqui na parte de baixo? Qual é a a altura adequada de um cos para fazer um determinado exercício aqui pensando na linha fitness que não vá eh causar desconforto para esse
41:01 usuário? OK? Então, toda todo esse processo de ergonomia, de desenvolvimento, de materiais têxteis e de modelagem, eles são muito importantes para desenvolver um produto assertivo. E também, pessoal, fiquem atentos a a esse slide, porque é muito legal vocês assistirem todos os vídeos que demonstram certinho todo o processo, tanto do body Scanner, do Clô e do e e dessa conversa com o Cairi que eu comentei com vocês, OK? E aí, professora Marina, será que temos perguntas? Temos diversas participações, pessoal. esses vídeos que a professora Ana falou, a gente vai disponibilizar para vocês lá na sala do café também todos os links
41:47 para vocês acessarem com mais facilidade. Nós temos várias interações, né, o pessoal participou bastante, eh, mas a gente tem algumas dúvidas que é legal a gente falar. Eh, eles perguntaram, por exemplo, do daquele manequim ajustável, professor, aquele que aumenta e diminui, né? Perguntaram se existe e existe, na verdade, né? Sim, sim. Existe manequim ajustável. Ele não é muito recomendado para fazer modelagem, porque aquele manequim ajustável, ele ajusta só na largura, né? Ele ajusta ali na largura. Ele geralmente tem uns botões assim, como se fosse uns botões na frente e você vai abrindo e ele vai abrindo literalmente o centro da frente pra lateral. Ele vai abrindo. Então, ele vai abrindo só na lateral. Mas o que o que eu posso ter?
42:34 Uma variação de busto, né? de volume de busto, eu posso ter uma variação de volume de glúteo ou de volume de abdômen, que já esse manequim regulável não faz. Então, aí no caso você vai precisar fazer uma adaptação, né? Você vai ter que usar uma técnica chamada burragem e vai ter que colocar alguma manta acrílica ou ou espuma, trabalhar ali até chegar na medida correta, tá? Então não é só aumentar na lateral a o manequim, né? Você tem que pensar no corpo do usuário tridimensional, tá? Como uma olhando ali 360º. Ele é, o pessoal tá compartilhando aqui, né? Fica um buraco no meio do manequim que atrapalha. É, acaba dificultando. Outra dúvida interessante que a Alessandra
43:20 trouxe aqui é sobre aquela simulação digital da modelagem dos tecidos. E ela perguntou aqui, né, como que o computador vê o caimento, né? Não é que ele vê, ele faz uma simulação, né, professora? Exatamente. Ele faz uma simulação por meio das informações. Geralmente o software ele já vem com algumas informações de tecido, mas o que é interessante, você alimentar eles. É bom você ter um profissional que realmente entenda de tecidos, né, ali, um engenheiro têxtil e que vai passar todas as informações corretas e você consegue incluir essas informações no sistema. E aí esse sistema ele vai fazer uma simulação do tecido, tá? É igual a professora Mariana falou, ele vai simular eh os estudos assim sobre isso, tá? Tão
44:07 cada vez mais avançados, eles estão chegando cada vez mais num processo mais real do do do vestuá do de um caimento assim, né, físico, assim, olhando a a olhando em vez em vez de ser no no aspecto digital, mas eh é possível já trabalhar dessa forma, né? Legal. Aí a gente tem algumas participações aqui da Renata Rocha, que ela falou que ela trabalha para Renner, professora, e que realmente os manequins fazem essas medidas do corpo real, né? que o pessoal perguntou também se houve uma mudança e realmente houve uma mudança, né, dos padrões de manequins, eh, das tabelas de medida, porque as
44:53 pessoas também foram mudando, mas eh foi tendo uma adaptação para um corpo mais real, né, professora? É, exatamente. Inclusive, eh, no Brasil nós tínhamos duas marcas de manequins de modelagem tridimensional, né? Uma acabou fechando, eu acho que é uns 5 anos atrás ou ou até um pouquinho mais. E aí a princípio só tinha uma, só que ela só vendia aquele biótipo específico de corpo. E o corpo daquele manequim, ele é muito pequeno com pensando no corpo da brasileira, tá? E aí por isso que veio a mim. Então ela vem com uma proposta mais real de corpo. Então tem muita coisa que vai mudando assim e tá chegando mais próximo da realidade do do corpo do dos usuários,
45:41 né? Legal. É, o pessoal interagiu bastante, ficaram bem interessados nessa parte da digitalização, né, que realmente é um caminho, tá? A Carla até complementou aqui, né, que são scanners de tecidos com as propriedades, a elasticidade, o caimento. Então, se o tecido é pesado, se o tecido é levinho, se ele vai ter uma fluidez, se ele vai ser mais reto, né? Então, eh, o pessoal tá tá agregando aqui a aula também. Que legal. É, compartilhando, eh, pessoal falando que que já usou aquele manequim ajustável, que já não usa muito e realmente ele traz alguns desafios. E comentaram também um pouco, a gente tem um tempinho pra gente comentar sobre o sobmedida,
46:27 professor. Onde é que o sobedida entra no que a gente tá estudando aqui, tá? Eh, é lógico que quem tem um um atelier sob medida, né, não vai conseguir fazer um um manequim específico para cada para cada usuário, né, para cada cliente, porque é um investimento muito alto. Mas então, qual é a saída? É você trabalhar com manequins que tenha eh você tenha biótipos específicos e você consiga fazer adaptação em cima desse manequim, que é o que eu comentei, o processo de burragem, né? você vai adaptando as medidas e ali os volumes. Ah, eu tenho um volume maior de busto, coloca um bojo, compro um bojo, coloca um bojo. Eh, vai trabalhando dessa forma para você chegar cada vez mais num corpo
47:13 próximo ao seu ao seu cliente, né? a gente sabe que é um investimento muito alto esses manequins, mas mesmo se você não tiver eh, no caso, vamos imaginar que você tem um uma cliente que você tem um manequim, sei lá, com uma medida 44 e essa cliente é 40, né? Aí vai dificultar um pouquinho. Então, por isso que nesse caso é importante você entender o processo de modelagem, as linhas de construção, onde como que você deve finalizar uma pence, eh a partir de qual ponto que você não pode passar o final da pence, eh, ou as pregas. Então, entender os detalhes básicos, sabe? A diferença de uma cava e a diferença da da curvatura da cava da frente, da cava
48:00 das costas, enfim. Isso vai ajudar. Legal. Eh, bom, a gente vai ver também, né, nas próximas aulas a técnica e de modelagem tridimensional, que é o que a gente vai focar mais. O pessoal perguntou bastante sobre tabelas, talvez seja um assunto pra gente discutir mais ali na disciplina de modelagem bidensional. Quem já fez, né, viu já. Quem ainda não fez, fiquem tranquilos, vocês vão ter essa disciplina da modelagem bidensional, que a gente se baseia mais nas tabelas. A modelagem tridimensional tem uma abordagem um pouco diferente aí do que as medidas, né, tabeladas ali. Eh, bom, queria
48:45 agradecer então todos os alunos que participaram aqui, colaboraram com a aula no nosso chat e agradecer também a professora Ana, que veio compartilhar os conhecimentos dela hoje com vocês. Obrigada. Obrigada, professora Marina. Obrigada a todos pelas contribuições. Depois eu vou ler aqui no chat rapidinho com, né, todas as informações e e nós vamos ter sim, né, eu lendo aqui rapidinho, parte prática, nós vamos ter parte prática também, ir pro manequim entender e vocês também devem assistir as aulas conceituais, né, professora Marina? É bom lembrá-los porque lá tem toda a parte eh a base da parte prática, né? Lembrando que aqui na nas aulas ao vivo é um complemento da da conceitual. Então, muita coisa que nós vamos
49:30 trabalhar aqui é o que vocês já começaram a desenvolver na conceitual. Então, vocês precisam trazer para ao vivo ah o material da desenvolvido na conceitual. Então, por isso que é interessante fazer essa sequência certinha. Isso mesmo. Então, leiam o livro da disciplina, estudem as aulas conceituais que semana que vem a gente se encontra então com a parte prática. Até mais, pessoal. Até mais, pessoal.