AULA 02 MODELAGEM TRIDIMENSIONAL E ERGONOMIA 13/05 às 20h10

DM EAD Unicesumar www.youtube.com

Breve Resumo

Este vídeo da Unicesumar explora os diferentes tipos de cós e acabamentos em peças de vestuário, focando em cós reto, cós anatômico e revel. A professora Ana detalha as características de cada um, demonstrando como e quando utilizá-los, além de fornecer dicas práticas para modelagem e identificação em peças existentes.

  • Cós reto: Usado em cinturas altas, com formato retangular e acabamento simples.
  • Cós anatômico: Ideal para cinturas baixas e médias, acompanha as curvas do corpo e exige costuras laterais.
  • Revel: Técnica de acabamento para bordas, utilizada quando não se deseja cós, proporcionando um visual limpo.

Vitroeducação Unicesumar

A Unicesumar iniciou uma nova fase com a Vitroeducação, expandindo o acesso ao ensino em diversas cidades do Brasil, tanto em modalidades presenciais quanto à distância. A instituição oferece cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, além de programas de bolsas para atletas. Os campi possuem infraestrutura completa, incluindo laboratórios, estúdios de rádio e TV, e clínicas-escola. A fazenda-escola, com 380 hectares, desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão, abrigando centros de biotecnologia, atendimento à fauna silvestre e um hospital de equinos. O curso de medicina é reconhecido como um dos melhores do país, com prática desde o primeiro ano em laboratórios de simulações clínicas e convênios com instituições renomadas para residência médica.

Aula ao vivo de Modelagem Tridimensional e Ergonomia

A aula ao vivo de modelagem tridimensional e ergonomia começa com recados importantes sobre o acesso ao ambiente de estudo, onde os alunos podem encontrar comunicados, materiais da disciplina e as quatro atividades avaliativas já disponíveis. Além dessas atividades, há também a prova na quinta semana de aula e a semana de conhecimentos gerais, que será comunicada em breve. A professora Ana introduz o tema da aula: cós reto, cós anatômico e revel, explicando a importância de entender o corpo e suas curvaturas para a modelagem.

Cós Reto, Cós Anatômico e Revel

A professora Ana explica que o cós é um elemento posicionado a partir da linha da cintura, podendo estar acima ou abaixo dela, dependendo do design da peça. Ela detalha os diferentes tipos de cintura: baixa (abaixo do umbigo), média (entre a cintura e os quadris) e alta (no umbigo). O cós reto é utilizado em cinturas altas, onde a curvatura do corpo é menor, permitindo um acabamento retilíneo. O cós anatômico, por sua vez, é usado em cinturas baixas e médias, respeitando as curvaturas do corpo e exigindo um formato mais curvo.

Cós Reto na Prática

O cós reto é ideal para cinturas altas, com uma largura geralmente entre 2 e 4 cm e formato retangular. Para demonstrar, a professora utiliza um molde base de saia, mostrando como posicioná-lo no manequim, que já deve estar marcado com as linhas fundamentais do corpo (centro frente, centro costas, linha de cintura, linha de quadril). Ela corta um retângulo de tecido com as medidas adequadas e o dobra ao meio, alfinetando-o no manequim para simular o cós reto. A professora também mostra uma saia pronta com cós reto, destacando seu formato retilíneo e a ausência de costuras laterais.

Cós Anatômico: Curvatura e Modelagem

O cós anatômico é utilizado abaixo da linha da cintura, acompanhando a curvatura do corpo. A professora demonstra com um short saia, mostrando a diferença entre o cós reto e o anatômico, que possui uma curvatura visível. Para modelar o cós anatômico, ela utiliza o molde base da saia e marca a largura desejada (5 cm) ao longo do corpo no manequim. Em seguida, ela retira o molde e corta o tecido, separando a parte do cós. A professora enfatiza a importância de fechar a pence ao modelar o cós anatômico e explica que são necessárias duas partes para a frente e duas para as costas, com costuras laterais obrigatórias.

Revel: Acabamento sem Cós

O revel é uma técnica de acabamento utilizada quando não se deseja utilizar cós. A professora explica que o revel é marcado a partir do molde base da saia e posicionado atrás da peça, proporcionando um acabamento limpo nas bordas do tecido. Ela mostra uma calça com cós alto e acabamento em revel, destacando como o revel acompanha a linha da cintura, mas com uma leve curvatura na parte de baixo. A professora demonstra como o revel é posicionado dentro da peça e costurado para dar o acabamento desejado.

Zíperes, Botões e Transpasses

A professora aborda a questão dos zíperes e botões, explicando que para zíperes invisíveis, é necessário deixar 1 cm de costura, enquanto para zíperes comuns, é preciso um pouco mais (1,5 a 2 cm). Para botões, é fundamental fazer um transpasse, ou seja, transpassar um tecido sobre o outro para criar a casinha e fixar o botão. A professora utiliza o exemplo de uma saia envelope para ilustrar o processo de transpasse, destacando a importância de utilizar duas partes de tecido para criar a casinha e fixar o botão. A professora desafia os alunos a identificarem os diferentes tipos de cós e acabamentos em suas próprias roupas, incentivando a prática e a observação para aprimorar o aprendizado.

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Transcrição

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0:00 Com a Vitroeducação, demos início a uma nova fase, tornando o ensino ainda mais acessível a todos. Hoje estamos em várias cidades do Brasil, tanto nos camps ensino presencial quanto nos polos de apoio aos estudantes da educação à distância. No ensino presencial, oferecemos cursos de graduação, pós-graduação, além de mestrado e doutorado, e programas de bolsas de estudos para atletas. Nossos camp contam com infraestrutura completa e ambientes vibrantes que inspiram criatividade, como laboratórios, estúdios de rádio e TV e clínicas escola com atendimento à comunidade. Em uma área de 380 ha está instalada a nossa fazenda escola, onde desenvolvemos projetos de ensino,

0:47 pesquisa e extensão nos centros de biotecnologia e de atendimento à fauna silvestre e no hospital de equinos, um dos maiores do sul do país. O curso de medicina da Unicesumar é um dos melhores do Brasil, onde os alunos vivenciam a prática da profissão desde o primeiro ano. No laboratório de simulações clínicas, os estudantes contamins altamente tecnológicos que simulam diversas condições de saúde. Além disso, a Unicesumar tem convênio com instituições renomadas e oferece residência médica em diversas especialidades. Temos orgulho em dizer que já formamos milhares de médicos e médicas com um olhar humanista de acolhimento e respeito aos seus

1:33 pacientes. E esse mesmo orgulho em formar tantos profissionais no ensino presencial nos impulsionou a realizar sonhos também por meio da educação à distância. Hoje podemos dizer que somos referência no mercado da educação digital. Na nossa EDTEC, desenvolvemos recursos inovadores para que os estudantes tenham uma experiência imersiva durante todo o curso. Aqui a tecnologia atua em favor do aprendizado para formar profissionais que atendam aos desafios no mercado de trabalho. Com uma metodologia flexível que possibilita ao aluno estudar no seu tempo e de onde estiver, oferecemos qualificação voltada à prática profissional. Os cursos de graduação à distância são focados em quem busca uma formação que cabe na

2:19 rotina. E nas áreas de saúde, bem-estar e engenharias, nós contamos com a nossa metodologia híbrida, que alia a flexibilidade da EAD à experiência prática do ensino presencial. Na educação continuada, nós priorizamos o desenvolvimento constante de quem passa por aqui, proporcionando novos conhecimentos a quem deseja começar ou mudar de carreira ou manter-se atualizado para o mundo em constante mudança. Para quem tem pressa em conquistar o primeiro emprego, cursos técnicos e profissionalizantes. E para quem busca se especializar e dar um salto profissional, temos a pós-graduação à distância. Na UNCESUMAR, a inovação está em tudo, inclusive nos programas de capacitação dos nossos professores. Aqui promovemos a formação

3:07 contínua do corpo docente para o desenvolvimento das habilidades que vão apoiá-los em toda a trajetória profissional, por meio da criatividade e da tecnologia. Uma coisa é fato, professores bem preparados fazem toda a diferença no sucesso dos seus alunos. E quando esses alunos colocam em prática tudo que aprenderam, eles se tornam nosso legado para o mundo. Porque aqui a gente forma muito mais do que profissionais. Nós formamos pessoas. Unicesumar, educação que muda [Música] realidades. Sabe o que mais importa para Unissesumar? Gente e educação, ou melhor, gente sendo transformada pela educação. Gente que estuda aqui e gente

3:52 que trabalha aqui. É por eles que nós nos superamos sempre para ser referência em ensino e promover oportunidades de mudança. Quem muda uma vida muda uma realidade e assim a gente muda o mundo. E como tudo isso começou? Com o professor Wilson Matos lá em 1990 em Maringá, no Paraná. Na época, com apenas dois cursos, 180 estudantes e a vontade enorme de fazer a educação acontecer. De lá para cá, nós crescemos muito e a partir de 2022, com a Vitroeducação, demos início a uma nova fase, tornando o ensino ainda mais acessível a todos.

4:58 Hoje acadêmicos, futuros designers de moda. Bem-vindos à nossa segunda aula ao vivo de modelagem tridimensional e ergonomia. Hoje, como vocês podem ver, estamos aqui nos estúdios da UNICESUMAR pra nossa aula prática de modelagem tridimensional. Antes da gente começar a nossa aula, eu sei que vocês estão ansiosos aí, a gente recebeu, né, mensagens ansiosos para ir mão na massa, pra parte prática. Eh, mas a gente tem uns recadinhos antes da gente começar, tá, pessoal? Acessem o ambiente estúdio de vocês, acompanhem os comunicados, o mural de avisos, a sala do café que tem diversos materiais lá para vocês, material da disciplina também, claro. E

5:45 acessando ali o ambiente, vocês vão ver que as quatro as quatro atividades do ambiente já estão disponíveis. Atividade de estudo um, atividade de estudo dois e três, que são os questionários, e a atividade mapa. Então, as atividades avaliativas já estão disponíveis ali para vocês. Lembrando que além dessas atividades, confiram o prazo delas, já vão fazendo o download do slide mestre, do formulário, tá? Lembrando, então, além dessas quatro atividades avaliativas, a gente tem também eh a prova que acontece na nossa quinta semana de aula. Estamos na segunda semana para vocês irem se organizando e também a semana de conhecimentos gerais que ela ainda vai iniciar, mas vocês sabem, a gente vai comunicar vocês

6:31 também do início dela. Bom, então organizem aí seus estudos e vamos pra nossa aula prática hoje. Então, eh, a professora Ana já está aqui com a gente, tá tudo prontinho pra gente iniciar. Boa noite, professora Ana, tudo bom? Vamos lá, então. Boa noite, professora Marina. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa aula de modelagem tridimensional e e ergonomia, segunda aula ao vivo. E hoje nós vamos aprender sobre cos reto, cós anatômico e revel. E para isso me acompanhem aqui no slide para nós entendermos um pouco melhor qual é a diferença desses recursos de modelagem, como eu posso utilizar eles, OK? Então

7:17 vamos ver aqui. Primeira coisa, nós precisamos entender nosso corpo, certo? Eh, nós precisamos entender que a partir do nosso corpo, das curvaturas, eu posso trabalhar com diferentes eh alturas de cintura, tá? Então, o que que é o cós? O cós, ele vai ser um elemento que ele vai ser posicionado a partir da linha da cintura, tá? Então, aqui na linha da cintura para baixo, tá? Então, a partir da linha da cintura para baixo ou a partir da linha da cintura também, ops, para cima, tá bom? Então, vai depender do design da peça que o designer criou lá na parte do desenvolvimento de produto. E agora o modelista vai olhar a

8:06 esse modelo criado e vocês farão a interpretação deste modelo, tá? E para isso eu preciso entender que dentro de um modelo, né, de um processo ali criativo de desenvolvimento de produto, eu posso trabalhar com produtos que tenham a cintura baixa, que nada mais é alguns centímetros logo abaixo do umbigo. Então, se vocês repararem, essa parte, ó, a calça, ela inicia exatamente aqui. Então, logo abaixo do umbigo, certo? Alguns centímetros abaixo. Nós temos também a cintura média, tá? O que significa isso? que é entre a cintura e os quadris, tá bom? Então, vai ser entre a cintura e mais ou menos essa medida aqui. Eu eu vejo mais ou menos a altura da cintura, o do quadril e eu pego uma

8:52 medida mediana e vai ser essa cintura média. E nós temos também a cintura alta, tá? que é exatamente essa cintura que vai ser posicionada aqui no umbigo. Ou seja, a peça inferior, a peça inferior do corpo que tenha uma cintura alta, ela vai esconder o umbigo. Então, vamos imaginar que o umbigo ele está localizado bem abaixo, eh, na verdade um pouquinho mais abaixo, né? Abaixo da peça, tá? Então, eu preciso entender dessa forma. E a partir disso, o que eu entendo que eu posso trabalhar o cós reto a partir da cintura alta, tá? Por o que eu preciso entender que eh acima da cintura, tá? Nós trabalhamos o cós reto

9:38 sempre acima da cintura. Então vamos imaginar que aqui nós temos uma cintura e logo acima cos reto, porque a curvatura do corpo, se nós formos pegar aqui uma curvatura do corpo, vamos supor que aqui é umbigo, é essa parte de cima aqui e aqui. Vamos pensar, deixa eu fazer aqui novamente. Essa parte do corpo, ela vai ser reta, tá? Então vamos imaginar que aqui tá o corpo, vai ser reta. Então, eu preciso posicionar um retângulo de tecido acima eh de dessa dessa peça inferior, tá? Então, o cós ele vai dar um acabamento final para a minha peça. O cós reto então eu trabalho sempre quando eu eu

10:24 tenho eh a cintura alta, tá? Então, quando esconde o umbigo, ou seja, acima da linha da cintura. E nós temos também o cos anatômico. O cos anatômico, como já diz anatômico, anatomicamente, né, que isso quer dizer curvatura, respeitando as curvaturas do corpo. O que eu faço? Eu sempre trabalho dentro da cintura baixa e da cintura média. Por quê? Porque eu desloqueio o posicionamento da minha cintura. Se eu desloco a minha cintura original para baixo, como é nessa situação e nessa situação, o que acontece? O meu corpo ele vai ter um maior volume. Quanto mais vai descendo aqui na região para baixo, assim em direção ao chão, o nosso corpo ele tem o

11:11 maior volume, tá? E eu preciso trabalhar com que esse tecido, que ele é eh 2D, ou seja, bidimensional, trabalhar ele tridimensional e ele vai eh acompanhar essa curvatura, essa forma do corpo, tá? Então vamos entender um pouquinho melhor. Eh, o cós reto. Então, eu sempre trabalho o cós reto quando eu tenho uma cintura alta, tá? Então eu tenho uma cintura alta. Então essa parte final aqui do cós que vai eh receber uma costura que vai unir essa parte de cima com a parte de baixo da minha saia, tá? É a linha da cintura e aqui em cima é o meu cós. Ele é exatamente na linha da cintura, então ele vai ficar exatamente

11:56 nessa parte da costura posicionado no no na cintura ali, na curvatura da cintura. Ele geralmente é fino, tá? Então ele tem uma largura ali de 2 a 4 cm. Eu não faço um cós muito alto, mas isso vai depender muito da do design da peça. E ele tem um formato retangular. Então aqui vocês têm uma imagem de um cós reto, ou seja, ele é retangular e é como se esse retângulo fosse posicionado aqui na circunferência total desse corpo, ok? E aí eu trouxe alguns exemplos, tá? Algumas imagens de produtos para vocês visualizarem. Então, eu tenho aqui um cós reto, tá? E aqui também eu tenho

12:43 outro posicionamento de cós reto, ele vai ficar bem retinho. E aqui eu também tenho outro é posicionamento de cosreto. E aí vamos praticar primeiro agora o cosreto. Para vocês trabalharem com o cós reto, o que vocês precisam? Eh, vocês precisam ter assistido às aulas conceituais, tá? E desenvolvido a base inferior do corpo, tá? Então, fecha nessa câmera superior aqui, fazendo um favor. Eu tenho aqui a minha base inferior do corpo, tá? Então, eu tenho a minha saia. É, então a base nós sempre desenvolvemos aqui, no caso, eu tenho centro, frente, tá? Essa base eu tenho metade da minha frente, então eu tenho linha central, que ela é posicionada no

13:31 centro da frente. É, eu tenho a minha linha de quadril, eu tenho a minha linha lateral, a minha linha de cintura e a minha pence, tá bom? Então vamos lá no manequim que eu vou mostrar para vocês como que eu como que vocês posicionam, né? Certo? Na verdade, eu acredito que a maioria já fez, né, esse molde base e já tem esse molde base em mãos, então já sabe como que funciona esse posicionamento. Mas eu vou relembrar vocês, tá bom? E aqui eu tenho o molde das costas inferior, então ele tem a as mesmas informações do da frente. Então eu tenho linha central, costas, eu tenho linha do quadril, eu tenho a linha da cintura e eu tenho a lateral, né? E a minha barra aqui é e a minha pence,

14:17 certo? Aqui no caso eu já deixei a minha pence fechada para eu posicionar certinho no meu manequim, tá? Então vamos aqui pro manequim. Eu tenho o meu manequim. Esse meu maneiquim ele já tá totalmente é marcado com as linhas fundamentais. Então o que o que é isso? Vocês precisam nesse momento, já ter assistido as aulas conceituais e já ter trabalhado as linhas eh fundamentais do corpo, tá? Então aqui no caso nós temos essa linha que divide o corpo ao meio, né? Então a linha centro frente. Nós temos também essa linha aqui na parte das costas, certo? Que é a linha do centro costas. Então vamos ver aqui mais na parte da frente as linhas horizontais.

15:03 Nós temos a linha de cintura, que é a linha que vai dividir a parte superior da parte inferior do corpo. E é a partir dessa linha que nós vamos trabalhar as diferenças de cós. Nós temos a linha da altura do quadril, tá bom? que é essa linha horizontal que ela vai passar exatamente na maior parte de saliência aqui do glúteo. Nós temos a linha de busto que vai passar exatamente no ápice do busto, ou seja, eh bem no bico assim na aurela do do da mama, tá? Nós temos eh as linhas de ombro, né? as linhas de cava aqui na lateral, a linha princesa. Mas hoje nós vamos trabalhar com a parte inferior do corpo. Então nós vamos trabalhar com linha de cintura,

15:49 altura do quadril, centro frentes, centro costas, lateral e também nós utilizamos a linha princesa para posicionar a pence, tá? Então esse foi o resumo das linhas fundamentais. E agora nós vamos posicionar a base. Como que eu posiciono essa base? Eu sempre começo, certo, com a minha marcação. Tô aparecendo, tô, sempre começo com a minha marcação aqui da minha linha do quadril, certo? E posiciono aqui a minha auréola do tecido no eixo é do centro frente. Então, posicionei aqui, OK? Eu venho aqui e já vou aqui na na parte bem em cima da linha do quadril e já venho suavizando o

16:36 tecido para posicionar aqui no encontro da linha do quadril com a linha eh lateral, tá? Então posiciono aqui também o tecido e aí sim eu posso finalizar. Então eu vou finalizar o posicionamento da minha saia aqui na lateral. Essa saia ela já tá com uma margem de costura, tá bom? E pronto, eu já tenho ela aqui posicionada certinho. Agora nós vamos fazer isso com a parte das costas, tá bom? Com a parte das costas é o mesmo processo. Eu tenho aqui a minha linha do centro costas com a minha linha do quadril. Então, estou posicionando bem aqui primeiro na linha do quadril, venho aqui em cima no centro das costas com a

17:25 linha com o encontro da linha de cintura e na lateral eu venho e posiciono também para ficar igual, para encontrar essa linha, certo? Vou posicionar aqui na minha lateral também. E aí eu tenho a minha saia, né? 1/4 da minha saia. Já vou até fechar essa aqui aqui na lateral para ficar melhor para vocês visualizarem o processo do cos, ok? Como que nós fazemos o cos? Como o cos reto, ele é posicionado a partir da linha da cintura para cima, se vocês repararem bem aqui, ela não é retinha. Se vocês olharem, ó, eu vou pegar até uma régua para vocês visualizarem. Ele não é

18:11 reto, tá? Ó, não sei se se dá para ver visualizar bem, mas é reta, exatamente essa parte, tá bom? Então, se o meu cós reto, ele precisa eh a partir da linha da cintura para cima, ter uma medida ali de 2 a 4 cm, lembrando que isso vai depender muito do design da peça, tá? Ou seja, o que o designer criou. E vocês, vamos supor que vocês são os modelistas, eh, vocês vão interpretar esse esse desenho. Então, a partir de cima, eu vou fazer esse cosreto. Se ele é retangular, como eu devo fazer? Eu não preciso necessariamente fazer aqui em cima do manequim direto. Eu posso ir

18:57 direto e cortar um retângulo de tecido, tá bom? Então eu vou mostrar aqui para vocês. Eu vou vir aqui, tá? Vou pegar o meu tecido. Mas o que que eu posso fazer? Eu posso medir a cintura, tá? A cintura do meu. Vou fazer de duas formas para vocês visualizarem. Vou fazer direto no tecido e depois no manequim para vocês. Aqui no meu manequim, eu tô com manequim tamanho 40 e ele tem 68 de cintura, tá? Ele tem 68 de cintura, mas eu vou fazer só a metade do meu cós, tá bom? Então o que que eu vou fazer? Eu vou vir aqui no meu tecido, tá? Vou pegar metade

19:42 disso. Eu venho aqui, isso. Eu vou vir aqui e eu posso, vamos imaginar que eu vou querer um cós de 4 cm. Se eu quero um cós de 4 cm, eu vou colocar, na verdade, 8 cm. Oito não, eu vou colocar 10 cm. Eu vou fazer uma marcação e depois eu vou mostrar para vocês o porquê. Ó, na verdade, 8 cm seria a largura do cós dobrado. Então, vamos imaginar aqui, ó. Se eu dobrar aqui, vocês concordam comigo que eu vou ter 4 cm desse lado? Deixa eu marcar com caneta para ficar mais forte, ó. 4 cm deste lado, certo? e mais 4 cm deste lado. Vocês concordam comigo? Mas eu quero ter uma margem de costura porque depois eu preciso costurar esse cós.

20:29 Então o que eu vou fazer? Eu vou colocar mais 1 cm aqui, que então em vez de ser quatro, eu vou colocar cinco, porque eu quero mais um de margem de costura. E eu vou colocar mais 1 cm aqui desse lado, tá bom? Então o meu cós total ele vai ficar com 10 cm. Então eu vou vir aqui, ó, e eu vou marcando 10 cm. E como eu estou trabalhando com e ele é fácil de de rasgar por conta do da trama e doume, eu vou ir rasgando ele dessa forma. E aí, ó, o meu cós, vou marcar o meu cós, não, né? O meu retângulo ainda não foi transformado em coss. Vou marcar os

21:16 33,5, mais ou menos. 33,5 mais 1 cm de costura, pensando. E aí eu vou vir e vou cortar aqui esse meu cós, tá? Então esse vai ser o retângulo do meu cós. Como que eu vou fazer agora? Eu vou dobrar ele no meio, tá? Lembrando que eu deixei já ali uma margem de costura. Eu vou alfinetar aqui e depois eu vou posicionar ele ali em cima do meu manequim para vocês visualizarem que fácil, tá? Ó, tô finalizando aqui e agora eu vou posicionar ele no meu manequim. Então, vamos lá no manequim, ó. Eu vou vir aqui no centro eh da frente e vou colocar aqui, posicionar

22:04 dessa forma. E aqui eu já tenho o meu cós reto. Olha que fácil. Olha que fácil, pessoal. Super fácil fazer esse cós reto. Vocês concordam? é só um retângulo, tá? E o que é legal, esse cós que você pode trabalhar, vocês podem trabalhar eles em diferentes produtos, não necessariamente só em saia, tá? Eu posso trabalhar em outros, eu vou mostrar para vocês. Olha aqui como que ficou. Então, eu só venho e eu posiciono esse meu retângulo, tá? Aqui, no caso, eu tô fazendo a metade, mas vocês podem fazer ali a a parte inteira da saia. No caso, como eu estou fazendo uma saia simétrica, é só eu fazer o espelhamento

22:49 pro outro lado, tá bom? Eu trouxe aqui uma saia para vocês visualizarem com maior facilidade, ó, pronta com cós reto. Eu tenho essa peça aqui, tá? Fecha aqui, fazendo um favor. Ixe, será que vai? Eu tenho essa peça, é uma saia básica, tá? E ela possui um cós reto, tá? Olha só, ele é retinho, ele é um retângulo, tá? Tá dando para visualizar? Ó, ele, ela tem aqui na parte das costas duas pênces, uma pence de cada lado. E bem no centro, bem na linha central costas, ó, ela tem um zíper. Vocês estão vendo? Ela tem um zíper. E aqui no caso ela tem um tecido diferente no fundo, tá? Então esse cós,

23:35 olha como que ele vai ficar posicionado dentro. Ele é um retângulo, tá? Ele é um retângulo, ou seja, aqui no meio ele não tem costura. Tá dando para visualizar? Tá. É, ele não tem costura. Então, quando ele foi feito a modelagem, foi um retângulo, exatamente um retângulo, e depois posicionado na parte inferior da saia. Vamos ver quantos centímetros que tem. Ó, esse daqui tá com 3 cm. Então, como não tem uma costura aqui em cima, ele foi um retângulo de 6 cm aberto, certo? Então, vamos imaginar aqui essa parte aberta. Mais 1 cm para costurar para este lado e mais 1 cm para costurar deste outro lado, tá? Então esse é o nosso cosreto. Aqui eu tenho uma saia

24:22 demonstrando um cós reto, mas eu posso colocar esse cós reto numa saia, eu posso colocar num numa calça, eu posso colocar em diferentes partes inferiores do corpo, tá? Então sempre quando eu for trabalhar com uma modelagem que ela finaliza bem em cima da linha da cintura, eu trabalho com posso trabalhar com um cós reto, OK? Professora Marina, tem alguma dúvida? Porque agora nós vamos passar pro Cós anatômico. Professora, eu acho que tá todo mundo aqui assistindo a aula sem piscar, porque tá com pouca interação, mas tem bastante gente acompanhando. Eh, como você tava mostrando aí, né, o cós, o cós reto, eh, é interess e você tá, né, já

25:09 marcando ele aí no manequim, espetando, né, ela com os alfinetes no manequim. Uma dúvida que a gente sempre recebe aqui é se tiver utilizando o manequim, aquele manequim de plástico de loja ou se tiver utilizando uma modelo, né, uma pessoa. Pessoal, cuidado com os alfinetes, né? Vocês podem, por exemplo, vestir a manequim de loja, tá? Né? Vestir também a modelo, claro, e espetar ali, passar o alfinete pela peça. Mas cuidado, né, professora? Tem umas dicas para vocês aí. É, exatamente. Tem que tomar muito cuidado quando vocês forem trabalhar com manequim vivo, que nós chamamos, né, uma pessoa, ao invés desse manequim específico para trabalhar a modelagem tridimensional. Se você for trabalhar

25:54 com manequim vivo, é interessante você fazer uma segunda pele, tá? Então aqui no manequim, fecha aqui no manequim, fazendo um favor. Se vocês repararem, ele é ele tem uma camada, ele é uma sarja, tá? Ele é uma sarja e tem um um revestimento ali, uma espuma aqui dentro no qual eu consigo alfinetar com facilidade. Quando eu tenho uma pessoa, né, já é diferente. Então, o ideal é que vocês, se vocês quiserem trabalhar com com uma pessoa real, essa pessoa ela precisa ficar parada o tempo inteiro no momento do desenvolvimento da modelagem, assim, numa posição bem reta. E também e vocês precisam desenvolver uma base e para começar essa modelagem. Ou seja, vocês precisam desenvolver uma segunda pele no corpo, como se fosse um um

26:40 macacão justinho, sabe? Uma leg justinha, uma parte de cima justinha com manga longa, no qual você vai conseguir eh colocar esses alfinetes no tecido que você está posicionando no em cima juntamente com essa segunda pele. Então isso seria uma uma alternativa legal de vocês trabalharem, tá? Se for trabalhar com manequim vivo, eh, o ideal seria esse manequim com com alfinete, tá bom? E aí, vamos lá agora pro cos anatômico, tá? O có anatômico, me acompanhem aqui no slide. A diferença é que se o cos reto eu trabalho com o o meu o meu molde, né, o meu cós acima da linha da cintura, o meu cós anatômico vai ser

27:26 abaixo da leve eh da linha da cintura. Então, por conta da da curvatura do corpo, ele se cós, esse molde, ele vai ser levemente curvado e ele também pode ter uma largura variável, ou seja, eh aqui no, como vocês estão visualizando, é um exemplo de como vai ficar esse cose. Então ele é levemente curvado e a largura dele, tá, pode ser variável. Isso vai depender muito do design, né, que o que o designer criou eh lá no no processo de criação. E esse e esse cós é importante que as costuras laterais elas sejam obrigatórias. Se vocês separaram lá no cos eh no cos reto, eu já não tenho costura eh nas laterais da minha

28:12 peça. Eu posso ter só uma costura no meu centro das costas. Ou um exemplo, eu posso ter um modelo que tenha um zíper na lateral. Então esse essa costura pode acompanhar o zíper e essa e ficar só com com uma emenda ali, a costura na lateral invés no centro das costas, tá bom? Já esse daqui eu preciso ter. Por quê? Porque ele vai acompanhar a curvatura do corpo. Então aqui eu trouxe um exemplo dessa saia pliçada, que ela tá abaixo, né, da linha da cintura. Então, mais ou menos a linha da cintura é aqui. Ela está por baixo. E se vocês repararem, ele tem um uma leve curvatura tanto em cima quanto embaixo. E aqui também, aqui eu tenho uma leve curvatura que eu não consigo deixar ele reto e vocês vão

28:57 visualizar melhor na prática agora, tá? Então, vamos lá, ó. Eh, ah, eu tenho outro exemplo aqui, ó. Trouxe outra peça, que eu acho mais interessante antes da gente ir pro manequim. Ó, essa peça aqui é um short saia, tá? É um short saia que ele tem um cós anatômico. Se vocês repararem a diferença, deixa eu pegar a saia reta aqui para vocês visualizarem. A saia reta ela vai ter um cós exatamente retinho, tá? Reto. E já o anatômico, vocês estão vendo que ele tem uma curvatura, ele acompanha o corpo, tá? Eh, aqui no caso eu tenho uma costura na lateral do anatômico e aqui deste outro lado eu tenho zíper. Já na no cós reto

29:43 eu não tenho costuras nas laterais, mas eu tenho o zíper invisível aqui nas costas. Eu poderia eh deslocar esse zíper invisível pra lateral também, tá? E aí sim ficaria uma costurinha aqui. Então esse cos anatômico ele vai acompanhar, tá? Então, olha aqui na parte de trás também eu consigo visualizar claramente que eu tenho uma curvatura. Ele, olha aqui também, ó. Vocês estão vendo? Ele não é retinho. E aí nós vamos visualizar o porquê aqui no manequim. Vamos lá no manequim agora, ó. Agora no cos, eh, eu preciso trabalhar o meu cós anatômico com a o meu molde base da parte inferior do corpo, tá bom? E aí, eh, primeira coisa,

30:30 eu preciso definir a largura do meu cós anatômico, tá? Então, vamos imaginar que nós vamos fazer um cós anatômico de 5 cm. Pode ser um cós de 5 cm. O meu cós anatômico, eu vou querer uma cintura alta, sim, mas o cós ele vai ser abaixo da linha da cintura. Como ele é abaixo da linha da cintura, eu não posso fazer reto, tá? Porque aqui embaixo, se vocês visualizarem, ele é por conta da nossa anatomia, ela não é não é tão retinho. Vocês estão vendo que tem uma curvaturazinha, ó? Ele vai descendo aqui e depois ele vai aumentando por conta da do volume de quadril. Esse no caso é esse corpo nós estamos trabalhando num

31:17 num ampulheta, tá bom? Mas eh os demais corpos eles têm um poucas variações, mas eh o có anatômico ele ainda precisa ser posicionado abaixo da linha da cintura, tá bom? Eh o biótipo, este tipo de corpo eh ampulheta, o que eu consigo visualizar com maior maior facilidade esses volumes, essas curvaturas, mas os demais eu também tenho é essas curvaturas, OK? Então aqui, ó, eu tenho uma curvinha, então eu não consigo posicionar um cós reto. Se vocês quiserem, vocês podem até pegar, vamos imaginar aqui, ó. Vocês podem pegar até um tecidinho e tentar colocar ele aqui, ó. Ó, se eu col, vou

32:04 até posicionar aqui embaixo, ó, só para vocês visualizarem, ó. Eu peguei um retângulo reto, tá? E tô posicionando aqui na minha lateral, ó. aqui na lateral, ó, bem retinho. Olha só como ele não assenta no corpo. Olha só como que ele fica. Vocês estão vendo? Justamente por conta da curvatura, ó. Se eu fizesse um se eu puxar aqui como se fosse uma pence, ó, eu consigo deixar ele exatamente moldado nesse volume. Mas, ó, por conta dessa curvatura abaixo da linha da cintura, eu não consigo trabalhar com um cós reto, OK? Eu preciso fazer um anatômico. Então, como que nós fazemos o anatômico? Como nós já

32:51 temos o molde base da saia, eu utilizo como base na construção desse meu cós. Ou seja, eu vou marcando a largura do meu cós em cima desse meu mourim. Então vamos imaginar que o meu cós ele tem 5 cm. Então, eu venho com minha fita métrica e eu posiciono exatamente aqui no centro eh da minha fita e eu vou marcando 5 cm ao longo do meu corpo, ó. 5 cm, 5 cm, 5 cm, tá? Ó, 5 cm, porque ele vai ter cinco. Então, o que que eu preciso entender? que essa parte aqui, toda essa parte aqui que eu tô marcando, vai ser o

33:37 meu cós. E a minha saia, a parte inferior da saia, ela vai partir daqui pra baixo, ok? Então, vou continuar aqui, ó, 5 cm é a medida que eu defini, mas essa medida, lembrando que ela pode ser variável. Ó, outro ponto, esse essa minha pência, ela precisa estar fechada, tá? Eu não posso abrir essa pence, eu preciso construir esse cos anatômico exatamente em cima da minha base, certo? Então, olha, eu já tenho a marcação do meu cós anatômico, tá bom? Agora eu vou tirar essa base e nós vamos visualizar ela aqui em cima da mesa, tá bom? Eu vou tirar a parte da frente para vocês visualizarem.

34:24 Mas o cos anatômico ele é exatamente isso, abaixo da linha da cintura. Se eu tenho um modelo abaixo da linha da cintura, eu já sei que eu preciso trabalhar um coso anatômico e não reto, ele não vai dar certo, tá bom? Então aqui é fiz a minha marcação do meu cós, tá? Ó, meu cós de 5 cm. Vocês podem pegar a curva de vocês e arrumarem. Às vezes não fica uma curva tão certinha, tão bonitinha. Então vocês podem e arrumar essa curvatura. Vocês estão vendo? E aí o que que eu vou fazer? Eu vou cortar, tá? Por quê? Porque eu preciso separar. Por que que eu preciso separar? Lembrando aqui, ó. Vamos imaginar. Eu tenho aqui, ó. Vamos

35:10 imaginar aqui, ó. Vocês estão vendo? Este daqui é o centro da frente e este é o centro da frente. Então aqui ele vai uma costura. Então eu preciso dividir, separar essas duas partes, tá? Então ó, eu vou separando com a pence fechada. Eu não abro essa pence, eu mantenho a pence dessa forma, ó. Mantive essa pence dessa forma. E esse daqui vai ser o meu cós. Outro ponto importante, o cos ele não tem essa marcação de pence. Vocês estão vendo? Ele vai ser, ó, fechadinho. Ele não tem essa costura no meio de pence. Então, vou eu vou posicionar aqui a parte das costas para

35:55 vocês visualizarem. Ó, aqui um exemplo, esses shorts aqui eu tenho uma pence, mas a parte de cima, que é o meu cós, eu não tenho essa pence. Então o que eu preciso fazer? Eu preciso eliminar essa pence, ou seja, ela não pode existir no momento da minha costura. Essa pence aqui de baixo, ela já pode existir, sim. Tá? Então, eh quando eu for eh passar essa minha modelagem pro papel ou cortar em um tecido, eu posso cortar de forma que essa pence fique exatamente aqui e depois no momento da costura eu feche ela e ela fique com essa marquinha de costura. Já o có eu não posso. Então como que eu faço isso? Eu pego um papel craft, tá? Eu pego um papel de molde.

36:41 Então, nós trabalhamos com craft, ó. Eu pego um papel craft e eu vou precisar planificar esse meu molde, tá? Esse meu molde do cós. Então, como que eu faço, ó? Eu sempre preciso, eu nunca posso eh me perder em relação ao centro. Eu sei que esse daqui é o meu centro da frente, tá? É o meu centro da frente. E aí, o que eu preciso fazer? Eu vou posicionar, alfinetar ele aqui num papel, tá? Vou alfinetar no papel. E depois que eu alfineto ele no papel, eu posso colocar a margem de costura. Mas é importante que eu

37:28 alfinete ele com a pence fechada, porque eu não vou ter essa pence ali no meu cós, tá bom? Ó, então eu já alfinetei aqui. Eu sei que é o centro da frente, certo? Então o que que eu posso colocar? Eu posso colocar o papel na dobra, tá? Vou fazer isso para ser mais fácil para vocês visualizarem. Eu vou dobrar o papel. Deixa eu fazer novamente aqui para ficar melhor, para vocês visualizarem a frente inteira desse cós, ó. Ó. Então aqui vou alfinetar. O que eu fiz? Eu dobrei o meu papel no meio, né? Porque eu vou aproveitar que é como se essa

38:13 frente aqui, ó, essa parte da dobra fosse a linha fundamental centrofente, essa linha na vertical do corpo, tá? Então eu vou posicionando aqui, alfinetando essa parte do meu cós no papel e aí eu vou preparar esse molde que ele vai ser cortado em um tecido, tá? Então, um exemplo, eu já tenho aqui a minha margem de costura, né, aqui na parte de cima do meu cós. Então, eu vou fazer assim. Na minha lateral eu também tenho a minha margem de costura. E já aqui na parte de baixo, eu vou colocar 1 cm também de costura, porque eu vou trabalhar com tecido plano e esse tecido

38:59 ele precisa, eu preciso deixar 1 cm de costura. Então vamos imaginar, ó, essa daqui é a minha margem de costura e eu vou cortar, tá? Eu vou cortar cortando o meu cós fora com a pence fechada, eu não posso abrir essa minha pence. E esse vai ser o meu cós, ó. Esse vai ser o meu cós anatômico. Eu vou tirar ele para vocês visualizarem a curvatura, tá? Ó. [Aplausos] Deixa eu dar uma arrumadinha nele aqui, ó. Ele tem uma leve curvatura. Vocês estão vendo? É que ele é curvo, que ele

39:45 é curvado. Cortar um pouquinho aqui que ele ficou com bico. Aí ele possui uma curvatura. E aí, como que eu vou fazer isso? Esse cós, a diferença dele também entre o cós reto é o seguinte, eu vou precisar cortar duas partes da frente e duas parte das costas, tá? As costas, o processo é exatamente igual. Eu preciso tirar do manequim, trazer pra mesa e posicionar com margem de costura, tá bom? Então, como agora eu não vou fazer por conta do nosso tempo, mas depois em casa vocês fazem com calma, tá? E e um ponto importante é que a diferença do cos

40:33 anatômico para o cós reto também é que o cos anatômico eu tenho que cortar dois moldes pra parte da frente. Vocês lembram que lá no aqui no cós reto eu corto ele reto, literalmente um retângulo reto e ele já ele já sai exatamente a parte do direito e a parte do avesso da peça, tá? Vocês lembram disso aqui? Não, aqui eu preciso cortar um pra parte da frente do direito, um pro avesso. Ó, vocês estão vendo até que tem uma costura aqui, um pra parte do direito das costas e um pra parte do do direito das costas, tá? Então eu preciso de quatro partes desse cós. Por quê? Porque, ó, aqui no caso eu tenho uma

41:18 parte, tá? E aí eu vou precisar de outra parte pr eu unir aqui em cima. Ou seja, aqui em cima ele tem uma costura. Já no cós reto eu não tenho uma costura, tá? Então eu vou colocar esse cós aqui na frente do manequim para vocês visualizarem, ó. Então a minha saia ela vai ficar exatamente assim, ó. Eu tenho a minha saia reta, tá? Então eu vou ter duas partes. Então eu posso trabalhar como? Eu posso trabalhar com cores, né? Com diferenças com diferenças de cores. Então vamos imaginar que olha só a importância agora da minha linha de quadril, ó. Eu não posso vir aqui posicionar aqui em cima porque vai tá errado, tá? Eu venho aqui, posiciono ali na minha linha de quadril, essa minha parte de baixo da

42:04 saia e aí sim, ó, eu tenho uma cintura mais baixa. E agora eu tenho o meu cós, tá? E aí esse cós ele vai vir exatamente aqui em cima dessa outra parte. Olha a importância de não abrir a pence. Eu deixei a pence fechadinha, por isso que ele ficou exatamente assim, ó, certinho, tá bom? Se eu tivesse aberto a minha pence, ó, vamos imaginar, abrir a minha pence e posicionada aqui, ó, ia ficar sobrando aqui na lateral, tá? Virar aqui o manequinho para vocês visualizarem, ó. Ia ficar sobrando, tá bom? E essa não é a

42:49 intenção, ó. O que tá sobrando aqui é exatamente a pence que não foi fechada aqui no meio. Então, quando eu fecho a pence, ele volta exatamente pro pro lugar que ele deveria estar. Então, este é o meu cós anatômico. E eu vou fazer isso também no na parte das costas, tá? Na parte das costas, eu faço esse processo. Eu tiro essa parte, recorto essa minha marcação, posiciono essa parte de cima que é o có anatômico, na minha mesa e e faço esse molde com a pence fechada também para ficar exatamente assim, tá? E aí agora, só para fechar, nós vamos entender sobre o revel, tá? Então, me

43:36 acompanhei aqui no slide. Eu, vocês aprenderam então cos reto anatômico e nós temos o revel. Poxa, eu quero uma peça que eu não nem sem revel e sem cós. E essa peça eh eu posso trabalhar com esse esse recurso que é o revel, tá? Então o revel ele é uma técnica utilizada para dar acabamento às bordas do tecido, tá bom? E no caso, quando eu não quero trabalhar com cose. Então, se vocês estão visualizando aqui um desenho técnico de uma saia que tem duas eh duas pênces na parte da frente, duas penses nas costas e um ziper invisível, certo? Só que eu não tenho cós. Vocês concordam comigo que eu não tenho um cós aqui? Se ela, se eu tivesse um cós, ele estaria

44:22 exatamente aqui, certo? Ele estaria aqui. Como eu não tenho cos, o que que eu posso fazer? Eu posso fazer um acabamento em revel. E esse acabamento em revel, ele é marcado a partir eh do molde, a partir do molde base, ou seja, da parte ali inferior do corpo dessa desse molde da da saia no qual nós estamos trabalhando, tá? Então, como basicamente nós vamos fazer exatamente o processo eh do da do có anatômico, a diferença, ó, vamos imaginar aqui no passo um, eu fiz a marcação igual o có anatômico, certo? Depois eu tiro o meu molde igual o cos anatômico. Só que ao invés de eu cortar no meu molde definitivo ali do meu molde ou no

45:07 tecido, esse essa parte aqui ela vai ser posicionada atrás da peça. Agora eu vou mostrar para vocês, ó. Eu trouxe uma peça para vocês visualizarem, tá? Esse revel trouxe uma calça aqui, ó. Essa calça ela é de cós alto, tá? Se eu fosse trabalhar com có cos aqui, o que que eu teria que fazer? Eu teria que fazer um cos reto. Eu teria que colocar um cós reto, ou seja, retangular aqui em cima. Mas eu não coloquei, então eu trabalhei com revel. É exatamente esse acabamento aqui, ó. Isso é o revel, tá? O revel ele vai ter também, ele vai ser retinho aqui na parte de cima porque ele vai acompanhar a linha da cintura, só que na parte de

45:53 baixo ele vai ser um pouquinho mais curvadinho, tá bom? Ele vai ser mais curvadinho. E como que eu trabalho isso? Eu não corto. Olha aqui, ó, meu molde base. Olha aqui, ó. Esse daqui é o meu molde base. Vamos imaginar da saia com a pence até na linha da cintura. O que que eu fiz? Eu fui marcando o meu revel e depois esse revel ele foi posicionado dentro da peça. Ó, vamos imaginar aqui no meu no manequim. Ã, vamos imaginar aqui no manequim que aqui nessa parte do manequim. Vamos imaginar no manequim que nós temos. Vou voltar aqui a a minha parte da saia. Vamos imaginar

46:39 que eu não cortei essa parte da saia, tá? Vamos imaginar que ela está ainda aqui e eu não cortei para fazer o o cós anatômico. Ela vai é uma saia reta de cós alto. Como que eu faria o meu revel? O meu revel eu faria a mesma marcação, certinho, tá? A diferença é que esse revel ele vai ser posicionado dentro da peça, tá? Então, eu vou tirar aqui só para vocês visualizarem, ó. Eu vou eu vou simular aqui como se fosse uma costurinha, ó. Tá bom? E aí aqui, como que seria? Eu posicionaria este aqui dentro para dar aquele

47:24 acabamento que eu mostrei para vocês. Então, eu iria costurar desta forma aqui, ó. Eu passaria a costura aqui, tá? Vou colocar um alfinete para vocês visualizarem. Ó, eu costuraria aqui. E aí, ao virar a minha costura? Deixa eu colocar mais um alfinete. Ó, ao virar a minha costura, o que que acontece? Virar aqui o meu molde. Ele vai dar um acabamento aqui na parte de cima do meu tecido, tá? Então assim, eu no, nesse caso é quando eu não quero trabalhar com o meu cós reto, tá? Eu posso fazer esse meu cós anapotômico, eu vou ter um acabamento aqui em cima e aí

48:10 a parte interna ficar exatamente dessa forma, tá bom? Eh, no anatômico eu também posso trabalhar, usar essa técnica, tá? Então vamos imaginar que eu vou que eu vou ter uma saia eh que o final dela vai ser exatamente aqui, tá bom? O que que eu posso fazer? Eu posso desenvolver um processo, tá? esse processo exatamente igual o cos anatômico, no qual eu tenho um revel que ele vai ser posicionado aqui na parte interna, dando um acabamento exatamente aqui na borda do

48:55 tecido, tá bom? E aí, agora, pessoal, eu desafio vocês, eu desafio vocês a olharem no guarda-roupa de vocês. Será que vocês têm uma peça com cós reto, com cós anatômico ou com revel? Olhem as a saia, olhem as calças, os shorts, as bermudas, todas as peças, parte inferior do corpo e tenta identificar qual é o recurso que que foi utilizado na modelagem da sua peça, tá bom? E aí, professora Marina, nós temos alguma dúvida, cara? Nós temos várias participações, o pessoal colaborando com a nossa aula, até mesmo quem já atua na área, né? A Juliana, a Liciane também colaborando aqui. O pessoal teve um

49:42 pouquinho de dúvida, professora, eles já estão pensando aqui em ergonomia e vestibilidade das peças. Você chegou a comentar um pouquinho quando eu vou colocar um zíper ou colocar um botão, como que eu vou acrescentar ali no meu molde? um zíper ou um botão. Vamos imaginar aqui nessa nessa nessa peça aqui. Bom, na minha lateral, quando eu trabalho, vamos voltar aqui, ó, tá? Vamos imaginar que é uma saia. Esse daqui é uma calça, mas vamos imaginar que é uma saia. E quando eu vou trabalhar com zíper invisível, tá? Por ser esse recurso de zíper invisível, eu sempre deixo 1 cm de costura, tá? 1 cm de costura. Olha aqui na lateral. Deixa eu

50:28 pegar minha fita métrica aqui. Tá dando para ver, ó. Eu tenho 1 cm para colocar o meu zíper. Então, sempre quando eu for fazer o meu molde, eu for trabalhar com zíper, tanto na lateral, no centro costas, no centro frente, eu deixo 1 cm. Agora, quando eu for trabalhar com um zíper comum, que nós chamamos, que é exatamente este da saia, tá? Aqui na lateral eu já tenho que deixar mais, tá bom? Ó, esse zíper comum que ele fica aparecendo já, o invisível ele não aparece. Esse ele já aparece. Então aqui no caso eu preciso deixar um pouco mais de costura, tá bom? Por conta também da máquina, por conta da da bitola da

51:14 máquina, do calcador da máquina. Então nós sempre deixamos um pouquinho mais, 1,5, 2 cm. Agora, quando eu for trabalhar com um botão, quando eu for colocar um botão, nós vão precisar fazer um transpasse, tá? Então, o transpasse é exatamente transpassar, transpassar um tecido sobre o outro, tá? Então, basicamente, como seria transpassar um tecido sobre o outro? Vou pegar um pedaço de de tecido aqui para mostrar para vocês aqui dentro ainda da saia. Vamos imaginar que nós temos aqui uma saia de cintura baixa e eu quero e aqui eu tenho outra, tá? E aqui eu tenho o outro lado da minha saia,

52:00 ó. E aqui eu tenho o outro lado da minha saia, OK? Eh, essa saia não, já sei, vamos fazer uma saia envelope, uma saia envelope que é mais fácil de visualizar. Então vamos imaginar que essa saia ela vai vir até aqui e vai finalizar aqui na linha do da princesa, tá bom? Então eu vou só fixar aqui, ó. Ou seja, essa minha saia, ao invés dela finalizar aqui no centro da minha frente, eu vou transpassar esse tecido sobre o de baixo, tá? E aí sim eu vou conseguir fazer um botão, uma casinha e um botão. O que que eu preciso pensar no processo de botão? Que eu tenho, eu preciso de duas partes. Eu preciso

52:45 utilizar duas partes de tecido. A de cima é uma casinha, ou seja, aquele buraco que o botão vai ser encaixado e a parte de baixo eu preciso colocar um botão. Então o processo de casinha e botão é eu usar transpasse, transpassar um tecido sobre o outro. Então, se vocês forem visualizar uma camisa dentro do do guarda-roupa de vocês, a camisa é a parte superior do corpo, né? Então, eu tenho a linha central. Se vocês visualizarem, vocês vão ter a parte da casinha e do botão, uma parte vai transpassar, vai passar a linha do da do centro frente para o outro lado para vocês conseguirem colocar esse botão em essa casinha. Nós podemos trazer também

53:31 sobre sobre isso, caso vocês tenham muita dúvida, né, nas próximas aulas, mas o processo de transpasse é esse. Já, como diz o nome, transpassar. Eu sempre trabalho além da linha, que seria um limite ali do corpo, tá bom? Bom, pessoal, então a nossa aula, segunda aula ao vivo foi sobre isso, foi sobre cos anatômico, anatômico, eh, cós anatômico, reto, revel. Eh, acabei falando também um pouco ali sobre o zíper que vocês perguntaram e rapidamente sobre o transpasse. Então, vamos lá, olhem no guarda-roupa de vocês. Eh, vocês têm peças com cós reto, com cós anatômico, com revel, com zíper invisível, com zíper comum. Olhem, virem a peça do avesso, peguem uma fita métrica e olhem, tentem ver qual é a quantidade de margem

54:18 de costura que a modelista deixou lá no momento de construção do molde. Veja a largura do cós reto, do cós anatômico. Veja se o có anatômico ele realmente tem uma curvinha ou se alguma peça tem um revel. E assim vocês vão aprendendo cada vez mais sobre acabamento de peças, ok? Então ficamos por aqui e até a terça-feira que vem.

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