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4:38 É sucesso a 89. Toca 112. Confira a sua sintonia. Essa é a 89.9 FM. Tá na 89, tá na melhor. Uma rádio da Fundação Arnób Abreu transmitindo para todo o planeta direto de Açu, Rio Grande do Norte, Brasil. Atenção, este programa é uma produção independente. Tudo que for debatido e apresentado é de inteira responsabilidade dos seus idealizadores. [Música] Muito bom. A barra lá em Net. Eu acho que era bom. Muito, muito bom dia. Hoje nós estamos, hoje é dia 6 de agosto de setembro de
5:27 2000, que eu tô lembrando do que ia ser de 2025 neste sábado, um sábado que pode marcar por por muito tempo a vida dos açuenses que t acompanhado esse programa que Ronaldo, no qual Ronaldo está fazendo, ex-prefeito Ronaldo, ex-deputado, ex-secretário, um balanço do seu conhecimento político, não é da vida política só, é do seu conhecimento. E isso passa. Se a gente estava falando ali agora, o Açu precisa saber de muita coisa. O Au precisa compreender sua geografia e também os seus feitos, né? Eu achei muito interessante que agora nós temos o feito RN e parabeniza o Sebrai por isso. A gente tem que pensar no nosso feito a su. Seja muito primeiro
6:12 dar bom dia aqui ao Leão do Norte que começou essa jornada comigo, dis que encerra hoje porque não deixou. Eu não posso deixar de conversar com meu primo. Bom dia, Leando. Bom dia, Nelson. Bom dia, Ronaldo. Nosso amigo aqui, o Minlevson, né? Como diz Marcelo Galvão, Joilson e estimados ouvintes da 89, do debate 89. Eh, deixar os microfones à vontade para o ex-prefeito, ex-deputado, ex-secretário Ronaldo Soares fazer sua explanação inicial. Bom dia a todos. todos já foram il nominados aqui presentes. Dizer que é uma satisfação a gente tá participando aqui do último programa, né? E o último da série, né? Último da série, né? Mas eu vou passar
6:57 também mais. Eu acho, eu acho que eu vou convidar Ronaldo para ele assumir um programa aqui na 89 para falar sobre cultura, educação, história do açu. Ei, e dizer da alegria de estar aqui pra gente conversar sobre assuntos que são da nossa história, né? São fatos que aqui aconteceram e que a gente tem que tá revivendo em nossas memórias. Eh, tem um livro de Paulo Coelho bem interessante, né, que é o alienista, que o cara anda o mundo todinho, né, à procura da felicidade, à procura de se encontrar e à procura de um tesouro e ele encontra um tesouro na capelinha da vila onde ele nasceu, né? Quer dizer, na
7:43 verdade, eh, você sempre vai encontrar-se bem melhor aonde você construiu a sua história. E aqui eu construí a minha história e a sua. Então, eu sinto muito bem, eu brinco muito com as pessoas, eu digo: "Olha, uma vez por semana eu tenho que respirar o ar que ronda em açu, porque se eu não expirar o ar deu uma vez por semana, eu fico meio encabulado." Mas será um prazer a gente conversar hoje aqui nesse último programa da série que eu me propus contar um pouco do que eu vivi, do que eu presenciei na história política de Açu. Muito bem, Ronaldo. E a gente ficou de falar sobre esses dois últimos mandatos, não é? Pronto. Então, eu fiz anotações aqui dizer o seguinte, né? A última que eu
8:28 existi foi exatamente de 80 e 2001, não, 2005 a 2008 foi o último mandato que eu existi, quando tomei a decisão de não disputar mais mandato político em razão de que eu tinha um sonho de ser candidato a deputado federal, de eleger a outra história, mas que quando eu cheguei à conclusão de que não podia fazer isso, eu preferi largar a política e cuidar da vida, mas terminei na política do mesmo jeito, porque minha família continuou na política, os filhos continuaram e paguei paguei um um uma destinação que Chiquinho de Soares, meu
9:14 pai, me deu, né? aconteceu o fato de eu ser deputado estadual e Lourinaldo ser prefeito ao mesmo tempo. E como ele se preocupava muito com nós dois, às vezes eu reclamava dele, né? Ele disse: "Tu tomara que um dia você tem um filho prefeito, outro deputado para você saber como é difícil a vida do pai". E realmente ele tinha razão. E aí você quis experimentar, né? Não sei. Eu não quis. Inventaram para mim experimentar e eu terminei tendo que viver. Mas o importante numa história política é o que fica. Quer dizer, você passa na vida, na vida a gente não leva nada, se diz, né? Tem até uma música, né? Tem Martinho da Vila. É, você não leva nada, mas você deixa muita coisa. Você deixa sua história, né? Você deixa aqui seus familiares, seus amigos, quando você parte para o
10:01 andar de cima. Então, quando você deixa uma tarefa, você tem que dar dizer as pessoas: "O que é que ficou disso? Eu posso contar algumas coisas que eu participei, que eu lutei e que hoje são realidade. Existia um, eu tinha na minha cabeça quando entrei na política e falava sobre o Vale do Açu, eu lembrava muito uma frase de um político paraibano chamado José Américo, que ele dizia que triste não era morrer de sede no deserto, era morrer de fome na terra de Canaã. E foi assim a promessa que Deus fez ao povo de Israel, né, quando saiu do Egito. Então eu sempre dizia, difícil alguém entender como alguém pode sentir sede e não ter acesso à água no Vale do Açu. Pois quando eu assumi, que entrei
10:47 na política, a cidade do Açor, o abastecimento da água era um era um precário, precaríssimo, precaríssimo. Então eu posso dizer que o projeto de Jacaré, que foi uma luta que eu realizei, que que eu hoje ainda é o projeto que atende ao abastecimento da água de açu. Você conheceu, lembra das roladeiras? Me lembro, me lembro das carroças, água de galão. Água de galão. Me lembro tudo isso. As carroças se abasteciam ali na na ali onde onde a feira do gado, ali também era na praça do Luís Paulino Cabral, né? É, mas ali onde todo mundo conhece osó de de Arudo Fonsec que hoje é de Jean. De Jean oimento era ali o cimar ali. As carroças
11:34 iam buscar água e tinha gente que botava água de ganho, né? Que que a gente chamava naquele tempo. Olha, muita coisa a gente fez na área de energia urbana e energia rural. sei quantas comunidades tem energia rural que foi uma ação política da qual eu ajudei a fazer isso. Eu fiz um trabalho uma vez aqui sobre a preservação das carnaliras e ainda hoje é um fato importante que se você tirar as carnal todas as carnal beira do Vale do Açu, uma enchente leva todo o vale. salário de desemprego para seca. Eu nunca, inclusive tava falando com os jovens hoje na hora do café, você não queira saber o sofrimento do povo nordestino de que quando tinha uma seca você deixava de ser desempregado para virar caçaco, né? Termo era esse. Pode
12:19 procurar aí na nas redes sociais e você pesquisa que você vai encontrar. E eu lutei muito. Hoje a gente tem uma coisa fantástica de pesquisa, é o chat GPT. É, eu dis, ele pesquisa todas as informações. Você procure saber como era, como era a população nordestina era tratada no período de seca e graças a Deus não veio o salário de desemprego com a seca, mas o Bolsa Família, certo, realmente resolveu isso. Teve uma seca aqui em 2011, ninguém viu cidade sendo invadida, ninguém viu legião de famílias mendingano. Se lembra aquele ano que invadiram o supermercado, pessoal? Foi em 83, rapaz. Eu era, eu tinha assumido a a prefeitura na o supermercado de Zé da Bodega, né? Então, muita gente, foi muitos lá era vizinha a prefeitura, né? Aconteceu
13:06 isso, salário de desemprego, a estadualização da Universidade Estadual, participei ativamente dela, a indenização da produção dos petróleos, do petróleo da da Petrobras aqui na região, das pessoas que tinham a sua produção impedida. E hoje a Petrobras indeniza a a a safra, né? É a safra, a plantação que tiver das pessoas, o Paulo Costa Branca de desenvolvimento do turismo que vai de quê? De depois de Touros até até Tibal que Tiba eh, né? Tibau do Sul, Tibal do Norte, não é? E o canal do Patachó ajudei muito quando eu
13:51 trabalhei para que o exército abrisse mão de um convênio que tinha e que o governo do estado pôde eh licitar e com a licitação concluiu o canal do Patachó, projeto baixo açu. Hoje mesmo eu estava conversei com o secretário de agricultura do estado, Dr. Guilherme, e a importância do tão sendo concluído. A primeira etapa nós inauguramos, eu, secretário da agricultura e Zé Agripino, governador do Rio Grande do Norte, o controle da vendo um, você falou no canal de lá do do Baixa tá vendo uma uma logística de conflito com relação a um pessoal do, eu não sei se você viu aquilo, sem terra que vão colocar no no vão destinar uma parte da da da do projeto para isso.
14:37 eh o controle da música de frutas, que foi uma coisa muito importante paraa exportação aqui no açu também no no no Parque Frutífero de Mossoró e quando secretário da agricultura foi nós que começamos a instalar esse esse processo. A pauta das cerâmicas, as cerâmicas ainda hoje ela tem uma redução de CMS para poder se para se viabilizar. E foi quando eu era prefeito no primeiro mandato no governo dos Agripinos que a gente conseguiu a emancipação do Itajá. Não participei no mandato, mas foi o mandato eh que o Vale do Açu tinha na Assembleia exercido por mim e que tava na que tava exercendo o suplente Elias Fernandes que emancipou, mas foi o mandato que eu exia que emancipou
15:23 município Itariá. Foi Elias o seu suplente? Foi. Foi ele que subiu no meu lugar. Foi. Pensei que ele tinha sido Gilvan. Não, foi, foi Elias. O meu, quando eu renunciei para vir para para disputar a prefeitura aí foi J, foi Gan Carlos, certo? Eh, o Instituto Federal de Pão Guaçu, que começou comigo e Hélio Santiago, né, foi transformado numa escola federal e depois a na época a ETFERN na Escola Técnica Federal assumiu e instalou o Instituto Federal que era base física antigamente. Era base física. Base física. com a escola de tratorista que foi instalada ali, passou um tempo com a cooperativa agropecuária, não é certo? Eh, a perenização da Lagoa de Piató, nós conseguimos no governo Garibaldo,
16:09 entrava todo dia 1000 m cá água por segundo o trabalho feito que infelizmente no governo da governadora Vilma, não por culpa dela, mas pel um erro estratégico que fizeram, terminaram acabando com a perização da Alagoa do Piató. A criação do município de Porto do Mang também foi uma uma parte de coisas que eu lutei. Asfalto de Açu Paraú, Açu Carnabbais, Carnauba Porto do Mang, tudo isso eu tive envolvido apoiando a a senador João Câmara Ronaldo, quando eu cheguei aqui diser: "Olha, foi um trabalho, foi Zé Gripino, então mas acho que era foi eu como deputado Lourinaldo, prefeito e Zé Gripino governador 93 foi e foi ali da da rua São João que era onde era a loja do pai dele
16:55 até o porto florestal. E na época a empresa, eu me lembro do nome da empresa que fez essa obra, era R. Soares. Er Soares. Onando. Ronaldo. Acho que era o cara da Bahia. E o povo dizia que a empresa era de Ronaldo. Ronaldo. É muito sugestiva, né? Se eu tivesse 100% do que disse que eu tinha, porque rico. Eh, por exemplo, o São João mais antigo do mundo. Foi uma foi uma frase criada por pelo prefeito Ronaldo Soares, mas que eu preciso registrar, não é? que quem me chamou para transformar o São João do Açu do tamanho que é hoje foi padre Francisco Canidé dos Santos. Um dia até eu me lembro da expressão dele, Ronaldo, vamos transformar esse São João que tá muito michuruca, tá muito pequeno, é só municipal praticamente.
17:42 Vamos estadualizar. E nós contratamos a destaque, muita gente questionou, mas foi importante. Paulinho Freire com com Paulo Freire que hoje é o prefeito de Natal, Gustavo, né? Gustavo Carvalho, aquele outro que era muito ligado à Vilma Porpino, né, Cláudio Porpino. Prin Pronto. Então aí a gente eles trouxeram aqui, eles fizeram um estudo e foi que começou. Dia desse eu tenho a programação toda dos 8 anos. Isso aí foi quando nós voltamos, deu maior, né? Mas no primeiro mandato, não, primeiro mandato de 83, 88, a gente fez a festa como sempre foi. Mas essa festa imensa que tá hoje, né, conhecido no mundo todo como o São João mais antigo do mundo, de 89, quando Zé Maria ganhou, ele já deu um plus, né, no São João, aumentou os números de dias, né, passou a até tem
18:29 uma frase muito célebre de Geraldo Melo, né, dizer quer festa já passou. Quando eu era prefeito, eu fazia as ve noites. A Maria com foi prefeito, passou a fazer 30 noites. E aí teve um fato extraordinário. Disseram que tinham visto um disco voador aqui na banda Magníficos, mas foi na posse de Zé Maria. Não, ali foi quando Zé Maria ganhou em 96. Foi em 96. Eh, tal, eh, a lei que estimulava as pequenas empresas através do Sebrai foi na gestão que a gente fez. Eu tive uma participação importantíssima na conclusão do Hospital Regional, certo? Eu e Arnóbia, aí já fomos nós dois, Arnób como deputado, certo? O ginásio de esporte que hoje recebe o nome de Arnob, foi um trabalho
19:14 que eu e ele realizamos junto. Essa esse asfalto aqui até o retorno que não tinha, né, na depois do hospital, eu acho que foi que veio o asfalto. Não, esse essa aqui fui eu no primeiro mandato com o Zé Agripino. A gente abriu essa avenida aqui. Aí o o quilômetro zer da estrada de Carna Báis é em frente a rádio Priceira. É, eu sei. Mas essa terra aqui era de Laí Fernandes. Fui eu que falei com ele para passar. Eu eu eu não, eu tô falando da parte de lá até o retorno que tinha. Foi a mesma coisa. Foi a mesma coisa. Mesma coisa. Eh, quando Zé Agripino tava para asfaltar carnal bairro, eu falei com eles, Agripino, vamos ver se a gente abria da BR 304. Ele disse: "Fale com os proprietários". Falei com todos eles, fui eu que falei. Dig, olha, vai valorizar muito suas terras, por isso que não vamos pagar. E fiz um acordo,
20:00 ninguém pagou também a melhoria. Então essa entrada aqui foi eu, o prefeito Zé Agrip Pino governador. É, eu me lembro que aqui era um curral de Laí. Isso era, era lá foi quem ainda quis fazer uma confusão. Digo, tudo bem, vamos fazer um acordo que é eu pago o seu terreno e depois você paga o asfalto disse: "Não, não, não, não, não. A estrada sul paraú, nós tivemos uma participação importante nela. Au, Carnal B, porto do Mangue, eh, a penalização da lagoa, rural. Deixa eu ver aqui o Edazão. O Ed Gazão. Aqui teve um movimento que até Lucílio Grupeia do Grupeia. Eu tive uma participação muito importante e a também me ajudou
20:47 que foi no governo Garibalde. Foi o primeiro convênio que Garibaldi fez com uma liga do interior do estado. Foi para ele destinou uma Mas o grupo começou em quando você realmente era prefeito em 83 eu acho. Foi. Mas aí depois quando deputado aí eu consegui, eu e as nove conseguimos um convênio com o governo do estado. Nou uma verba importante. Depois eu consegui uma no governo federal e quando prefeito aí eu fiz da prefeitura mesmo para concluir, certo? O colégio Marcos Alberto é da prefeitura de Açu aquele colégio. OK. Sim. Aí como eu a prefeitura não tinha condições de fazer o segundo grau, aí passei pro estado e o estado até lá até hoje. O Frutlândia foi um um um bairro que aí foi a prefeitura na minha gestão que comprou o terreno, que doou. Certo.
21:35 Gazão. O buraco do prefeito, viu? Eu sempre faço uma referência ao buraco do prefeito, porque famoso buraco famoso. Um desse eu tava ass, um desse não, um tempo, faz um bom tempo, eu tava assistindo uma entrevista de Elba Ramalho e perguntaram a ela quando tinha sido o lugar que ela tinha feito um show inusitado. Ela disse lá no Rio Grande do Norte, numa cidade que eu cantei no buraco do prefeito. Eu lembro dessa dessa entrevista. Bom, mas eu quero dizer uma coisa para sua interessante. Inclusive de gente tava conversando com o compadre Tarcis Saleitão, Soares Salitão e e aliás é o contrário, né?
22:20 Salitão Soares. É. E e ele me lembrou uma coisa que eu achei importante, porque ele sempre teve uma participação importante nesse grupo político que eu que eu sempre fiz parte. Às vezes eu vejo aqui as pessoas diz: "Ah, porque o grupo político dos suares?" Eu nunca, eu nunca vi esse grupo político por esse lado. Eu nunca vi. Eu sempre vi que nós, Soares, que nós aqui somos primos de muitas famílias, muitas famílias que são ligadas a famílias Soares. Eu mesmo, por parte de minha mãe, eu sou Fonseca com Oliveira, sou Silva também, minha mãe é da família Silva. Quer dizer, nós temos muitos laços familiares aqui, mas como a tradição portuguesa que nós
23:06 patriarcal, né, é patriarcal e nós adotamos, a gente só usa, só identifica as pessoas pelo sobrenome do pai. É, não é isso? Então, mas o que eu digo a vocês é que nós sempre fomos um grupo político que não tinha essa tolic e essa bobagem de alguém se achar que é dono dele. E quem remorou com isso foi com com o padre Tarcis que eu estive com ele há poucos dias. Edicionaldo, o a fortaleza do grupo político que a gente iniciou em 1982 era que todos nós éramos iguais, todos nós tínhamos atenção, todos nós tínhamos responsabilidade, todos nós nos sentíamos responsáveis pelo resultado do que fazíamos. Então eu me lembrei de contar isso aqui, a
23:52 história a vocês. Nesse momento que o Brasil e o mundo todo vive de ismo, né? achismo, né? É, e ismo também, né? Até achismo termina com ismo, né? É, então o ismo fez o mundo todo até hoje. Não existe uma terminologia tão forte na história da humanidade como ismo. Ol, cristianismo, ilanimismo, né? Judaísmo, isso ele é capitalismo, comunismo, tudo termina em ismo. É. E agora a gente tá no achismo sem saber o que é que vai acontecer no mundo. Prto. Pronto. Então hoje é eh você vê lá nos Estados Unidos é tropismo, aqui é bolsonarismo, é petismo, é lulismo. Quer dizer, eu nunca quis usar isso. Eu me lembro que meu meu amigo Neto Borriga,
24:38 assim como é conhecido, ele deve se lembrar que ele quis disse: "Ronaldo, vamos fazer um ronaldismo". Eu digo, padre Neto, meu amigo, eu não quero isso não, porque eu acho isso uma responsabilidade muito grande. Eu sempre me senti e foi assim que eu me portei, eh, me comportei também diante desse grupo que eu era mais um, eu era aquele e que algumas circunstâncias, em alguns momentos, as pessoas me atribuíram a responsabilidade de ser aquele que agregava. É, mas você foi privilegiado, né? Tudo bem, mas eu porque eu tinha essa postura, como eu era igual a todos, todos tinha a atenção de quando chegar se sentir unidos por aquele movimento que eu fazia. Mas eu nunca fui aquele
25:25 cara, não sei, uma vez na vida que eu fiz isso, de chegar e dizer: "Olha, isso vai ter que ser assim, eu vou ter que ser o candidato". Não, eu vou ter que ser o candidato. Eu vou ter que Foi em 2000 que você fez isso? Eu eu fiz isso em 2008. Eu quando resolvi a 2008 você saiu? Não, você saiu. Mas ele tá falando de uma coisa. Eu não sei se ele se recorda de uma conversa que ele teve comigo em 2008. Hum. Na casa de Peixim, ali perto da prefeitura. Porque naquela época Lula também se apresentou. Lula Soares se apresentou para ser Não, Lula não se apresentou não, mas foi cogitado. Tudo bem. Lula tinha uma aproximação muito grande comigo na família Soares, digamos assim. Lula tinha uma participação sempre no meus movimentas campanhas sempre estava presente Geó.
26:13 Gustavo sempre me ajudou também muito, mas de forma mais indireta, certo? Ele não tava tão presente aqui. A primeira vez que ele veio fazer aqui um discurso foi no Banco do Brasil, eu acho que foi na campanha de George. Teve uma campanha, mas Gustavo ele ajudava, ele participava, mas assim mais diretamente que vinha para comiss mobilização, era Lula. E aí ventilou-se em 2008 essa possibilidade. E eu conversando com você na época, na data, você me disse uma frase que eu eu disse: "Por que não, Lula?" Aí você tava defendendo a candidatura de Ivan. Isso. E eu disse: "Por que não, Lula já em 2008". Aí você disse: "Prio, a família da gente carrega um peso muito grande na política e na administração desde 1982.
26:59 A gente tem que quebrar esse ciclo. Lembra que você me falou isso? Isso. Inclusive Lula e George foi quem lembraram do nome de Ivan. Foram ao Patchó, diz: "Eu tia, porque não então Ivan não não se não apó Ivan. É tanto que em 2008 ninguém da família Soares foi candidato. Claro, nada. Então quer dizer, foi a única vez que eu não consultei ninguém dentro dos meus filhos. Só teve uma vez que eu fiz isso. Foi em 2002 com Georgio. Eu já contei isso aqui, vou repetir. A gente tava no jantar com Oddel e Danúbio e o Alace lá em Santo Antônio. E quem é o candidato? Aí eles três disseram: "Ronal, tem que ser um Soares, porque a deputada vocês foi que inventaram Ivan. Vocês que
27:45 que resolva isso." Até ele usou essa expressão e foi quando eu di em 2002, 2012 12. é 2012. Aí ele disse: "Mas pai, tá muito difícil e tal". Digo, não tem problema. A gente tava falando vamos perder, mas não vamos desistir. E aí, realmente eu acho que foi aquela atitude de Geógio que que custou a compreender o que eu tinha dito. Custou muito a compreender. Foi uma derrota fraosa, né? Foi 10.700 votos de maioria. Tudo bem, mas foi uma derrota eleitoral. É que depois veio o resultado. Aí foi uma vitória política, porque eh hoje eu tava conversando com um grupo de jovens, todos têm a idade de meus filhos, e eles ficaram admirados com tanta coisa que eu contei. Digo: "Ah, na
28:31 vida, na política, entre o fato e a narrativa, uma distância imensa, né? Nós estamos aqui nesse programa tratando de fatos políticos. A narrativa fica por conta da história. Então, foi a únicas duas vezes na minha vida que eu tomei uma atitude assim mais pessoal. Sempre eu fui uma pessoa do coletivo. Eu uso pouco, eu gosto mais de nós, eu gusto na política e tudo. Até na minha vida pessoal eu não sou muito egoísta. Eh, e eu gosto muito do nosso, eu acho que nossas causas, as nossas lutas importante. Então, essa liderança que é uma liderança não individual de Ronaldo, nunca foi. Por isso que Ronaldo é forte. Ronaldo nunca foi forte. O que
29:17 era forte e o que ainda hoje é forte é esse grupo político. Mas tem uma coisa, Ronaldo, que não pode deixar de atribuir a você, foi a capacidade de transmitir aos liderados que precisava ser um grupo. E quem não consegue liderar, os líderes eles não podem ser fabricados, eles são lapidados e eles se desenvolvem. E se você teve toda, eu tô com a afta, tô falando e toda essa competência ou essa essa visão de que precisava aglutinar, respeitar opiniões e depois tomar a sua decisão. Essa é uma sabedoria e por isso que muitos açuenses dizem, e eu até concordo
30:04 com eles, de que você é a maior liderança política. Olha, homem exercí mas eu tô colocando aqui e você sabe que a gente foi muito crítico e muita coisa, mas isso a gente tem que reconhecer. Digamos o seguinte, tá recupado de Batista aqui. Nós nunca tivemos medalhões nesse grupo. O cara podia ser uma pessoa simples como ele é, tem o negocinho dele, tem a vida dele, entendeu? E podia ser o cara mais rico daqui, entende? Desse grupo político era tratado todo mundo igual. A gente não tinha essa história porque fulano tem dinheiro, vai sufocar quem tava no grupo. É isso que Tarciso, padre Tarciso lembrou, Ronaldo, acho que essa era a maior força da gente. Até os
30:50 que apoiavam a gente, que apoiam a gente, que tem uma situação econômica boa, sempre aceitaram isso. Nunca ninguém chegou querendo impor porque tem isso, tem aquilo. Então, quer dizer, nós criamos nesse grupo e aí não fui eu só, todos nós criamos a cultura de que um grupo político para se preservar não pode ter medalhões, tem que ter pessoas comprometidas uns com os outros, né, e com sobretudo com a sua. Então, olha, eu sou na minha geração uma pessoa que pode chegar hoje aqui no rádio, dizer que tudo isso foi uma conquista que eu participei. Olha, eu sempre usei aqui a palavra, eu participei. Eu nunca disse que fui eu que fiz. Eu participei porque tudo isso foi uma
31:36 conquista por uma força política que eu representava, não é? O governador, senador, quem com quem eu fosse tratar, sabia que por trás de mim tinha uma um grupo político que tinha respaldo, que tinha força, né? E foi assim que nós construímos essa história e que hoje Mas mas você concorda aqui que a sua presença tão marcante e sempre tão decisiva assim nesse período todo, isso sufocou alguma parte da da de outras lideranças que poderiam vir na sequência? Não, não vou dizer explicar você por e vamos chegar lá à conclusão e vamos entrar agora. disse que ia ter um CPF hoje aqui. Vamos entrar aqui no CPF desse cidadão chamado Ivan Lopes
32:23 Júnior, que encheu essas essas cidade, que continua a encher essa cidade de conversas que não t fundamento e nem e são e não tem fundo verídico. Eu vou tudo que eu disser aqui hoje, vocês podem pregar atenção, vai ser educadamente dita, até porque eu tenho idade de ser pai dele. Mas certo. Quando eu digo que queimou etapas, não é com relação à sua situação com o Ivan. Não, eu vou explicar, mas foi o maior gesto que um político do interior do Rio Grande do Norte fez em relação ao cidadão. Olha, eu não sei se você conhece Oddelmo, Adelmo Aquino, que tem um só cabrro. Você acredita que a Delmaqueno em janeiro de 18 2009, foi
33:11 a minha casa lá no Path Shop 2009 2009 janeiro para fevereiro. Um dia ele ligou para mim que ele é muito amigo de Benes Leo Caio. É a Dal Maquin inclusive eu acho que ele é de uma cidade do Ceará se eu não me engano. É Alto Santos. Santos. Ele foi prefeito de lá. E aí ele disse: "Benes, eu quero visitar o Ronaldo ele já me conhecia e ele foi lá em casa. Quando ele chegou lá e disse: "Ô, Rnald, liga aí para o prefeito de Açu, o Ivan. Ele é primo da mãe de Ivan, dona Carminha. Dona Carminha, ele é primo dela. E eu liguei pra Ivan e Ivan foi lá, foi lá em casa. Aí ele disse: "Ivan, você sempre respeita esse cidadão aqui, porque o que
33:57 ele fez por você, eu nunca vi ninguém fazendo na política do Nordeste. O cara pegava uma estrutura política, um grupo político, aonde ele não fez, não deu uma contribuição até aquela data, até ele ser candidato a prefeito e a ser secretário de saúde, certo? Que o convidei para ser. Qual foi o sacrifício político que Ivan fez por esse grupo? Nenhum, mas nenhum mesmo. E o e ainda mais o PT sempre foi um adversário ferrinho aqui contra mim, mas naquele momento eu sabia que fazer o o PT indicar o vice na chapa era importante porque Fátima
34:42 estava querendo o apoio do PT e o presidente Lula sempre teve um uma percentual muito um percentual muito forte em a sua. Ainda hoje tem tem entendeu? Tem, porque estão muito discutindo a política do estado, mas ninguém tá dizendo, você pode olhar, não tem uma pesquisa avaliando qual é a força política do presidente Lula no Rio Grande do Norte, porque quando sair uma pesquisa e vire, muita coisa ainda tem para mudar aí, não é? Muita coisa ainda vai mudar. Então, quer dizer, aí eu disse, olha, o ideal é que o vice seja do PT, mas o PT até processo contra mim, o PT tinha, o PT tinha entrado. Não, não me esquecer tudo isso. Importante, vó, é fazer uma chapa, que
35:29 você saia vitorioso, que você receba apoio, que você tenha apoio de presidente para você fazer a gestão. Por que é que eu hoje tô falando sobre isso? Porque eu tenho recebido um uns vídeos de do cidadão Ivan Júnior que chega a minha arripia. Como é que um cidadão tem coragem de dizer o que ele diz na imprensa de ação. Eu acho uma coragem ou uma falta do mínimo da dignidade política que eu quero falar aqui, certo? Porque se há um político que só fez mal ao povo do Açu, é Ivan Júnior. Eu posso provar. Lembre que no tempo dos embates pesados aqui, eu sempre dizia, vamos fazer um debate no buraco do prefeito? Ele nunca
36:15 foi. E vamos aqui falar sobre alguns fatos, alguns fatos importantes. Vamos começar no aspecto político. Se o se o cidadão político Ivan Lopes Júnior tivesse colocado no seu vocabulário a palavra gratidão, hoje ele era deputado federal. Porque se existe uma característica política que ele pode se sentir dono dela, é o sentimento da ingratidão. Ele ele o ele ele foi ele ele cometeu
37:00 ingratidão com todas as pessoas, todas as pessoas dessa cidade. O dia que fizer uma reflexão, não vai ter a ingratidão coletiva e as ingratidões pessoais, mas vou deixar esquecer para não me incluir no meio, das ingratidões individuais. Eu quero tratar hoje aqui com ele e para ele a ingratidão coletiva. Eu queria que alguém me dissesse, me dissesse, me explicasse ou que essa cidade se juntasse para fazer uma pergunta.
37:46 Por que é que o prefeito Ivan Lopes Júnior assinou um decreto? tirando, cancelando a concessão da ZP do sertão. Eu tenho o decreto assinado por ele, nem justificativa tem, mas vamos tratar dessa porque essa essa é maior do que, olha, não vamos tratar do dos recursos da enchente como questão de desvio. Isso é o problema dele com a justiça que eu não tenho nada a ver, mas os recursos que vieram para corrigir os efeitos da do inverno, porque em açu o dinheiro não veio para corrigir
38:32 enchente, porque a enchente da barragem não criou um mal em açu, mas foi para corrigir os problemas das chuvas. Hoje, se você atualizar monetariamente e se você fizer um comparativo em relação a obras, representa quase R milhões de reais. Quais são os três grandes gargalos que tem aqui em Açu quando dá uma chuva grande? É o beco da 11 de agosto. É a rua Senador João Câmara, a rua da faculdade que é que desce ali em relação a senador João Câmara que desce uma parte para lá, né? Lagoinha, né? É, que vai chegar e ali no na rua da na da eh na entrada da rodoviária.
39:20 São os três mais graves, mas tem outros. É, me diga uma coisa, R milhões de reais, não podia ter feito umas obras que realmente amenizasse isso, mas não. Inventaram umas obras que dificultava a prestação de contas. Se você pegar o relatório da CG, tá lá bem claro, não precisa, não precisa dizer isso. Mas ele podia ter deixado com R milhões deais um problema de açur resolvido. Deixou. Pelo contrário, ficou mais grave. Hoje se aud é uma É porque a gente não tem muita chuva, né? E e mas tá mas hoje tá provado, tá provado que tá caindo muita chuva pelo pela como a cidade cresceram e o
40:07 concreto, tomou, o asfalto tem uma força grande de de levantar a temperatura, né? Fica bem mais quente e também cria problema com a infiltração, né? Então você tem uma chuva pequena cada vez que for asfaltando, cada vez que for calçando mais água. Se dá uma chuva de 200 ml em açúcar que não deu ainda. Ave Maria. A Maria cai um bocado de casa, Aí o cara com 20 milhões de reais, rapaz, não fazer uma ação, não tem uma. Pode olhar su não precisa aqui fazer acusação que não estou a fazer, mas você procure nas redes sociais que ele gosta tanto com uma foto do prefeito Ivan Júnior inaugurando uma obra com esses 20 milhões, corresponde hoje a 20 milhões que não tem uma foto dele
40:53 inaugurando uma obra. Uma obra não tem um ponto. A perenização da Lagoa do Piató. Já como secretário de estado, eu tenho o projeto, eu tenho, foi feito até pro Manuel Plácido, foi gasto quando ele recebeu, conseguiu uma verba com o governador Robson Faria de R$ 2.hões500.000. Eu e Manel Plá tivemos o cuidado de se sentar e atualizar o orçamento da obra feito por Garibaldi. Limpou o canal, Galiballou o canal, todo o canal fez uma obra, uma passagem, uma pontezinha ali, um riach cavalo, é, e indo pra vase ali em Linda Flor,
41:40 fez uma uma obrazinha de engenharia lá na entrada do canal e que ficava todo o tempo, todo o tempo da obra de Garibaldo, toda a a a lagoa recebia meio e meio m cico d'água por segundo, 500 L/ segundo, né? Você multiplica isso em 360 dias com 24 horas, né? É, se você pegar multiplicar por 60 segundos, por 60 minutos, você vai ver quanto tem por hora, que é uma quantidade que hoje a gente acha assim importantíssimo receber 3 m³ de água do rio São Francisco Francisco para sanar a situação de abastecimento
42:28 humano caso em época de seca. Isso e puder utilizar a outra parte na parte econômica. Então quer dizer, o cara pegar 2.500.000 que dava para fazer as duas obras que ele fez e não tem o compromisso, rapaz, da consciência dele dizer: "Rapaz, isso é a minha cidade e são meus conterrâneos, portanto eu tenho que fazer as coisas bem feitas, né? Tem que fazer, certeza, tem que ficar pra história. Um político não pode terminar a sua vida e dizer: "Tá, eu tô contando aqui o que eu disse aqui, todo mundo sabe onde tá a marca, né? Qual é a marca? Por isso que eu digo, eu tô tudo que eu disse aqui, você vai lá e vê, vai lá no baixo sul que você vê o baixo sul, entendeu? Você faz alguma coisa e fica feita.
43:14 Mandar um abraço aqui para Deixa ver, deixa eu me ler quem mandar um abraço aqui pra baratinha lá do gabinete que tá nos assistindo. Nosso primo Moisés e Moisés, ó Donscio Manso, o homem forte do camaleão que o mais bravo que eu conheço que vai voltar e Doura de Souza estão nos acompanhando, mandando um abraço para você. Então me diga uma coisa, um cara que tem uma o cara que fez um desastre desse. E aí vamos entrar na questão da ZPE do sertão. Eu um dia eu estava, eu sou muito amigo de Edilson Maia. Edilson Maia é filho de seu Zézinho do Misto. É, mora em Alagoas. que mora, formou-se em agronomia, foi para Alagoas e lá construiu a vida dele e é um empresário
43:59 de sucesso e um dos maiores técnicos do Brasil quando se trata de câa de açúcar. E aí um dia eu disse: "Ó, tá sapato em Goiás. Tá fazendo o que Deus?" Ele disse: "Eu vim aqui montar uma ZPE aqui. Como é? Vamos, vamos trazer uma ZPE pro Açur. Ele disse, Ronaldo, quem tá montando aqui é um inglês chamado Mr. Brianu aqui em su, né? Sim, entrevistei várias vezes. Vereador João Paulo tá mandando um abraço também. Vereador, um abraço forte. E aí, meu primo. E aí? E aí, resultado? Ele falou com Brian. Brian veio, Brian conseguiu o avião do Banco Nordeste. E aí eu chamei no Wilson.
44:46 Isso com essa parte produtiva aqui do vale muito bem ele conhece. E nós fomos, levantamos o voo, fomos para Jucurutu, Caicó, Jucurutu e a gente veio descendo até Macau e o que eu sabia dizia de um lado, isso dizia do outro. Quando ele saiu daqui, olhou para mim e disse: "Venho morar aqui". Eu digo: "Como é?" Disse: "Vou vir morar aqui." Essa é uma das regiões mais ricas do Brasil e vocês não sabem. A gente tá em cima, tá em cima do ouro, né? Tá em cima do ouro. Tá aí com rais novos. É aqueles Ronaldo. O que tem de minério aqui nessa região? O nordestino não sabe da metade. Pronto. Eu sou, eu vi, ouvi e vi Zé Agripino dizer uma vez na casa do ex-prefeito Zé Maria que dali até Macau
45:34 tinham 13 eh espécies ou de minerais. De minerais. Começar o sal, né? O sal, mineral. E outra coisa, a gente tinha aqui um um mineral chamado caulim magê magês. Caulim. É o sal tem 82 minerais dentro do sal de macau. O sal que a gente chama aqui. O caulinho é o que é feito pra construição civil para fazer o cimento. Se você se você tiver pressão alta é bom conversar. Cada um conversa com seus médicos, viu? Eu sempre digo isso. Mas eu eu eu se eu botar sal refinado, minha minha pressão vai lá para cima. Se eu botar o outro sal não vai não. O sal de churrasco. Sal de churrasco sinto nadinha. Esse é o meu organismo que reage assim. Nosso amigo Ivan Pinheiro tá mandando um abraço. Ana Maria Dantas e Eitor, filho
46:19 do nosso amigo Vnei. Ab. Olha, um abraço para todos. Aí resultado, esse cara começou a estudar e a montar a Ztão. A ZPE do sertão tinha uma abrangência pelo decreto que o presidente Lugo assinou do sul do Ceará. o norte da Paraíba e todo semiário, que é todo semiário, semiário mesmo, né? Porque Natal não é semiário, touros não é semiário. Isso. Inclusive, eu tava vendo uma entrevista de Ciro Gomes essa semana lá no Ceará é a única ZPE que funciona, né? Is e sabe o que é mais de todos os projetos são? Sabe o que é mais e sabe o que é mais grave contra Ivan Júnior? Que a turma que tá lá era a turma que tava aqui.
47:07 A turma que fez a ZP do Ceará era a mesma que tava fazendo de su. Temos com testemunho aqui Odel que era o presidente da Câmara para não que é um um político que tem uma independência pessoal política, né? Então, não precisa confirmar nada a pedido de ninguém para não achar que é do meu núcleo, grupo familiar, mais assim político não. E ele foi comigo, ele viu lá, a gente foi para uma reunião no Banco do Nordeste, a equipe técnica que fazia asp. Você diz banco aqui ou banco super. Pois é, é porque para ficar claro que eu sei que foi até uma cidade uma um um avanço de Açu. Açu ia ter uma cidade uma
47:54 cidade vinculada a Sul, naturalmente uma nova Açu no entorno da do Piató. Aqui eles previam que ia precisar de 50.000 casas para atender a Códra Leandas que que que é que é o BR. Qual foi o motivo desse projeto não ter caminhado, Ronald? Assim, didaticamente, só um minutinho, uma infraestrutura logística que ele me mostrou extraordinária, inclusive capital assegurado, capital internacional assegurado, ela já tava alfandegada na Receita Federal. Pronto, é esse o nome que é que até a a técnica que ajudou a ele morreu num acidente de avião. Você lembra lá em Mossoró? Pessoa de Mossoró
48:40 e tal. Eu queria que aí assim didaticamente o que é que faltou para o projeto? Queria eu, o projeto não faltou nada. O que só tá faltando é o ex-prefeito Ivan Júnior deixar de contar lorota aqui e coisas mentirosas e de explicar o povo do Açu, por que foi que ele cancelou a concessão da ZP do sertão. Nunca ele explicou isso ao povo do Açu. Ele nunca reuniu a sociedade açuense para explicar. Não era melhor do que ele ficar aqui inventando que é um administrador, que ele não é administrador? Coisa nenhuma. Pega a gestão dele em aç pelo que eu tô dizendo aqui. Você acha que um administrador competente saía da história de uma cidade sem deixar uma obra significativa, uma obra monstruosa, né? Deu de um vulto aí querer dar aula.
49:27 Leondas, eu eu entrevistei BR do mundo. Olha, faz 15 anos que eu não comento isso. E ness mas com essas últimas coisas eu fiquei assim angustiado. Eu digo, eu vou falar porque seu omisso é pior do que muita coisa. E é o maior pecado, é um pecado grande. Então primeiro ele explique, se ele quer continuar na política que deve. Ele exerce uma liderança de oposição que é importante. Ele tem uma postura no estado que é importante. Mas explique isso não só a Sul, não. Ele explica ao Rio Grande do Norte. Porque a ZPE ia atingir o Cridó, a ZPE ia fortalecer Mossoró. Vocês sabe o que foi que nós conseguimos? E foi e que foi Brian que foi vinha uma
50:12 rede, ia tirar uma rede da Transnordestina saindo de Quixadá. para su eu me lembro disso. Inclusive o prefeito da época de de Upanema, ele se preparou e Jorge Luiz, né, que era ele se preparou para para para participar dessa dessa dessa ferrovia. Você que mais? Eu nosso amigo aqui Samuel Rico chegou agora. Isso. Ei, e eu e eu o cabreiro com as histórias de Mossoró mais coisas de açu, né? Eu tinha pedido a Rosalva senadora, para passar o projeto de lei da ZP do Sertão com Céçu e ela fez. Aí então Brian disse: "Eu vou
50:58 já é falecido, né? O Bran é, eu acho que foi coitado de tristeza. Pode ter sido, entendeu? Às vezes eu fui pro seamento dele e uma vez eu perguntei a ele, Ronaldo, o que que fazia um professor como ele deixar de morar em Londres para morar no Brasil em Açu? Aí ele foi me contou umas histórias. Isso aqui tem o que que o mundo não tem mais. Ei, ele ele era apaixonado, apaixonado pela Lagoa do Piaton. Você sabe qual era o sonho dele? Ganhava para Chico Luca. Amigo dele. Para esses dois amigos, ele alugava Chico Luca para ficar passeando de canoa. Tá aquela canoa dele. Aquele não era canoa, era um bar. Passava o dia todinho tomando cerveja dentro da lagoa do Piató. Ele disse: "Isso aqui é o paraíso". E sabe qual era
51:44 o lugar que ele achava mais bonito no mundo? Os os baubás. Ba que é da família do padre Marcon. É do Vavá, né? Nosso amigo Vavá que Deus levou. É do Bezerra. Diz Bezerra. Galvão. Bezerra. Enfim. Bezerra. Quem tomar conta dele lá é Thago. Pronto. Ele é aquela a casa antiga, aqueles ba ele era ele quando ele ali. Não, quando eu quero um queijo de coalho para eu comer, Thago faz, porque ele fez muito pra Vavá. E Vato tinha uma deficiência renal e ele fazia com muito carinho, viu? Quando você quiser um queijo de coalho, bom. Dizer aí um cara chega, baixa um decreto desmanchando tudo isso e vem agora, meu Deus do céu, conversar lourota, encher,
52:30 encher e sei lá, fazer como diz, né? Água de quartinha, conversar aqui. Eu água de quartinha é boa, depende do tempo. Boa, é, mas cabo que é fácil, né? de che linguiça. Encher linguiça. Eu olha, eu fiquei, mandaram uma para mim que eu digo: "Bom, eu disse que ia ter CPF, eu quero dedicar esse programa hoje à incompetência dele, certo? Muito para mostrar ele que não precisa ser uma pessoa extraordinária, porque eu não sou, mas construir uma história política que eu posso olhar pros olhos de meus conterrâneos e dizer: "Cumpri com o meu dever se eu não fui mais longe". Porque foi assim como outro. Eu não tinha, foi uma decisão pessoal. Não foi nem decisão pessoal, foi
53:15 realidade pessoal. Mas agora você tá renovado, tá morando na praia? É, eu fui prestar, vou passar um tempo lá em Porto do Mang, porque foi uma cidade que eu criei e eu quero deixar aqui público e notório. Tem nenhum projeto polícia perguntar nenhum projeto político desse. Eu conheci dis que é ele ou a esposa. Não, nem eu nem ela. E eu conheci Faustino, gostei muito do prefeito de Porto do Mango. Falou hoje é hoje em algumas eleições, foi e outra, né? ir lá, o que ele precisar de mim, eu quero é ajudá-lo. E gostei muito, um cara bem esclarecido e eu quero aqui mandar um abraço para ele. Agora eu sou munícipe dele, mas tem que respirar o aç. Você já não, agora eu tenho que passar aqui. O que é que eu tô fazendo? Simples, toda sexta-feira eu passo aqui no sul, passo
54:02 o dia por aqui, vou matar minha saudade de Patachó, a quem eu quero aqui agradecer a todos de Patchó, pelo acolhimento que eu tinha. Morei 20 anos, rapaz, direto em Patachó. Eu tô em Patachot desde 99, né, lá em Santa e na casa que eu eu estava lá que a gente chamava casa de cima, eu passei a moral lá no dia 31 de outubro de 2004. Saí agora faz 60 dias. Eu quero passar um tempo lá. Como é que tá a sua atuação no cooperativismo? Rapaz, o seguinte, eu tenho um, olha, Ronaldo, tem aqui uma pessoa que ele queria até ligar para mandar um abraço para você, que é Ronaldo da Rematé. Fernando da Rematec. Ah, meu amigão Fernando.
54:47 Olha, manda um alô para Ronaldo e tal, não sei que tá aqui, né? Eu não posso atender, né? Pra gente não pode atender porque tá no ar. Fernando, você tá escutando aí, ó. Ei, a herança, a herança de meu amigo, meu irmão Enoque, né? Rapaz, En. Mandar um abraço aqui pra dona K, minha esposa, que tá em Anjic nos assistindo. Eh, foi candidato a vereadora lá. Eu sei. Eu tive lá na minha na minha peregrinação a cavalo para assistir a missa de São José. Só não fui esse ano, eu sempre encontrava com ela. E você também? Você Carmosinho estive com ela ontem. Dar um abraço dela. Ela é rapaz levou você pra Bahia. 25 anos. Ei, tem tá com 25 anos. Saúde boa. Digo agora você tá aposentado. Aposentado. Não vou para Bahia. Ana Maria Dantas tá mandando um abraço.
55:34 Um abraço para todos. Márcia Betânia e muita gente aqui no nos assistindo. Aí o cooperativismo você voltou? Não, não, não é que eu voltei, eu nunca saí porque eu era técnico da Ematec disposição da FECO, né? E eu continuo toda vindo. Fiquei lá com Roberto, quando Roberto precisa de mim, eu vou lá ajudar ele. Eu me aposentei lá na FECO, certo? Eu o meu contrato com a com a Rematé era a disposição da FECO. Eu fiquei lá, Roberto, compa de mim, vou lá ajudar ele, tal. E é uma liderança, é uma demora lideranças do cooperativismo do Brasil. Roberto Coelho, é verdade. Convidado para tudo, né? Inclusive, Nelson, tem estado lá, né? Alguns projetos que eles estão fazendo, eu fico ajudando, às vezes precisa inter fazer uma uma interface com a parte
56:19 institucional, né? Como eu conheci tudo isso, é a parte que eu ajudo a ele. É nessa parte. É um trabalho maneiro, certo? Mas tô gostando. Passo três dias lá, né? Passo três dias lá em Natal. Aí na sexta-feira passo por aqui, passo o dia aqui, vou para Isso, isso é coisa de de deputado, né? Três dias em Natal. Não, ele ele já disse que não não quer, quer mais, né? política, polític não, mas brincadeira parte, eu acho o seguinte, a gente vou dizer mais uma coisa, a gente tem que abrir Ronaldo, eu disse a Zé, eu disse a a domicío há uns anos, quando ele quis pensou em ser presidente do sindicato dos trabalhadores rurais, domicío, você não pode ser presidente do sindicato. Por qu, Nelson? Porque você hoje é uma pessoa capaz de abrir portas.
57:04 Se você aqui vai se limitar a abrir uma. Exatamente. Olha, mas eu queria aqui também prestar uma homenagem a muita gente e se sintam todos representados na pessoa de Nélio Dias, porque além das ingratidões pessoais, certo, que eu não quero me incluir em nenhuma delas, eu quando entreguei a prefeitura ao então prefeito eleito Ivan Lopes Júnior, tinha R milhões de reais na prefeitura de Açu, entre recursos próprios, que era R 2.750.000 e 40 e pouco, quase 40 milhões de emendas, de emendas só de Nélio. De Nélio tinha talvez esses 40, uns 25 era de Nélio. Ajudou muito o Açu, né? Demais. Foi o deputado federal que mais
57:50 ajudou o Açu. Eu me senti deputado federal na na realização dele. Portanto, eu cumpri o meu destino e esses recursos saíram todos. Todos. Sabia disso? Todo esse dinheiro foi liberado e depois foi Garibaldo que me ajudou, a deputada Fátima na época ajudou, muitos deputados ajudaram, mas o centro desse recurso e depois esse cidadão dizer o açu que tinha recebido a prefeitura com dívida, isso é uma falta de dignidade política sem marca na história da humanidade. recebeu a prefeitura com tudo em dia, um grupo político organizado, maioria na Câmara. Esse grupo político do qual eu fiz parte tantos anos e hoje eu faço parte ainda, mas uma posição
58:36 muito menos de interferência, certo? É formado por pessoas que são comprometidas com a sua. É o único grupo político que um um representante dele pode chegar aqui e dizer que fez e tá feito aí, certo? E você lembra que em 2006, Ronaldo, a gente até conversava sobre isso, Fátima e Vilma ganhou a campanha em Açu no segundo turno. Não, no primeiro turno. Não me lembro, mas sei que no segundo ganhou. Não, não. Olha, Vilma, e eu isso aí eu posso dizer muito bem, ela o primeiro turno foi candidato Vilma, Fernando Freira, Fernando Bira. Foi no primeiro, é primeiro mandato. No primeiro mandato foi em 2002, quando ela ganhou. Aqui em Açu, nós perdemos por 7.14%
59:23 no primeiro no primeiro turno. Não, mas o que eu quero chegar é o seguinte, que em 2006 houve uma vitória de Vilma e havia aquele compromisso de Vilma fazer fát queira saber, não tinha Fernando Bez. Ó, escute. E aí eu quero chegar com o Ivan, com o Ronaldo e com o Ivan que o Ivan ele foi para uma campanha com esse grupo que Ronaldo entregou a ele, certo? E de forma primorosa ele ganhou a eleição, meu amigo Nego do Táxi, contrariando as as, hein, Ronaldo, ele ganhou as eleições contrariando o que se apregava em 2006. Diga aí, nego. Olha, Adelma aqui, né? Um homem experiente, o cara não vinha do Ceará e lá no patachó, lá em casa dizer isso a
1:00:08 um primo dele, porque ele é primo de Van Júnior. Disse: "Olha, o que esse cara fez por você, eu não conheço num nordeste um político que tenha feito." Vocês sabiam que Vilma procurou Nélio? Mas você me contou uma história que eu não vou contar aqui que disse: "Eu vou fazer e vai ser assim". É, olhe, Vilma, porque eu não posso estar contando histórias que pessoas contam até, mas viva eu fico muito ansioso. É aí histórias, mas tem uma história com o Vilma que Car e eh Gustavo Carvalho tá vivo e se lembra, certo? Mas ela procurou Nélio. Ela queria muito entendimento com Nélio. E no entendimento de Néo, ela queria um entendimento político em Açu. Disse a mim. Pronto, eu podia ter sido secretário de Vilma, eu podia ter cuidado minha vida e não fui. Fiquei aqui, unii
1:00:55 com todo mundo do grupo, unimos todo mundo. Ele foi prefeito, não fui eu que fiz Ivan prefeito. É, nunca na vida alguém diz, mas eu fui quem escolhi Ivan para ser candidato então conta a história de Brasília aí. em cima da hora dis que Ivan Pieira era a sua cara. Não, isso aí vai, isso aí vai, se ele continuar aqui conversando lorota, eu vou contar outras lorotas. Mas olha, e hoje tá sendo considerado o último programa de uma série, a série, né? Mas não é, mas é, mas a gente seguinte, nós estamos falando e eu tava falando ali com rapidamente com Ronaldo, a 89 é a educativa do Vale. Eu gostei dessa expressão. É, não, eu criei um, além disso, eu
1:01:41 criei já um, tá, tá no rádio, tá, tá sendo rodando. porque efetivamente é uma rádio educativa, é educativa do Vale e a gente tá buscando esse projeto e acreditando muito no trabalho de Roberto Coelho, na trabalho de Marcelo, que é um cara publicitário excelente, do pai dele que esteve nessa última reunião, Marcelo estudou com meu filho, enfim, há um sentimento de que as coisas deem certo. Eu digo, Ronaldo, que eu trouxe minha família para morar em Açu, meus filhos, e eu só tenho um de Açu, que é o Neto de Batista, que é meu filho, João Neto. E eu tenho obrigação de fazer dar certo, de trabalhar para fazer dar certo. Então, se a gente não unir forças, os aqueles que são abridores de portas e
1:02:28 janelas com os que são protagonistas nesse momento, e eu vejo o açu num momento muito especial que tá começando a resgatar sua autoestima. É importante que você, que Leondas, que Júnior, enfim, de quem tem uma porta que ainda tenha força para abr-la, que abra para o desenvolvimento do assunto. Então, o trabalho que Roberto tá se propondo e eu tenho certeza que teve a sua mão de começar por açu, Leondas, eu fui por uma entrevista com pessoas de várias, você chegou lá, de vários municípios e municípios bons, mas ele disse: "Eu quero iniciar por açu". E eu tenho certeza absoluta que esse dedo foi, essa porta foi aberta por você.
1:03:15 Vamos fazer o seguinte, vamos cumprir o acordo que eu tenho com ele. Muito bem. Pois Rocha. Pois é. Um abraço a todos. Obrigado aos que nos ouviram. Ab. Isso. Isso. Mas a gente vai vai ter que trabalhar essa parte educacional, trazer você outras vezes aqui. Essa série de de política que nós vamos eu vou é encerrar hoje e realmente eu vou confeccionar uma revista contando essa parte. Eu tô conversando com Lourinaldo, que Lourinaldo, diferente que algumas pessoas possam achar, tem um trabalho interessante que ele fez aqui em su. Eh, ele fez um trabalho muito importante também junto com o Zé Mari. Zé Maria era o gerente, o presidente da cooperativa era ele. E eu acho que também na Cval na Cval e acho que as pessoas precisam ter conhecimento para deixar que a narrativa não tome conta da nossa
1:04:01 história oral. Só a situação de toda a área rural de eletrificação rural foi bom demais, né? Isso. Então eu quero fazer pra gente deixar esse registro e e Santa Rosa agradece a Louro por isso. Isso. Isso. E a gente deixar essas e estimular isso, essa nova geração que tem aí tem lideranças novas, tem pessoas que tão, mas eu não quero estar interferindo nesse momento político no me de Eu gosto muito de história e principalmente a história política. E eu tenho um filho que tem 10 anos e eu percebo que ele também gosta dessa história política. Política e história. Quando eu digo as pessoas, quando eu digo as pessoas uma coisa, eu faço parte de uma família que gosta de política. A gente não tem controle aqui da atividade econômica. A gente não
1:04:48 interfere aqui na economia de Açu. A gente não interfere aqui politicamente em rádio. Nós não temos aqui uma rádio. Nós não temos aqui o controle do comércio. Toda oligarca tem, né? Tem gente, não tem. Agora eu quero dizer que oligarquia não tem nada a ver com família, não é grupo. Quem controla a economia, quem controla o poder é quem é oligarque. Nós não somos. Nós somos apenas uma família que faz parte de um grupo político que tem muitas famílias no meio. Por isso é que ele tem as maiores vitórias na história de Içu. Verdade. Só isso. Pronto. Vamos seguir. Abraço a todos. Um abraço a todos. Muito obrigado, viu? Espero ter cumprido meu compromisso do CPF, viu? Com certeza. [Música]
1:05:42 989 M. [Música] Perão,