Formação T29A - Portifólio Dolorizado ( Proteção de Carteira ) - 22/05/2025

Aula MBA EMB www.youtube.com

Breve Sumário

Este vídeo aborda a proteção de carteiras de clientes em dólar, explorando a correlação entre o Ibovespa e o dólar durante a pandemia, a importância da diversificação de investimentos, e como o dólar se consolida em momentos de crise. São discutidas estratégias para dolarizar carteiras, incluindo fundos de investimento internacionais, ETFs, fundos cambiais, REITs, BDRs, ações e renda fixa no exterior, COIs e mercado futuro.

  • A diversificação é essencial para minimizar riscos e equalizar ganhos.
  • O dólar é reconhecido como uma moeda forte devido à estabilidade política e jurídica dos Estados Unidos.
  • A cultura de investimento nos EUA, desde o nascimento, contrasta com a realidade brasileira, onde a dívida é mais comum.

Correlação Ibovespa e Dólar na Pandemia

O vídeo inicia mostrando um gráfico da correlação entre o dólar e o Ibovespa durante a pandemia, destacando que, apesar das oscilações, o dólar se manteve constante, ao contrário da queda brusca do Ibovespa. É mencionado que, mesmo com a recuperação posterior do Ibovespa, se os dois fossem atrelados, o dólar teria sofrido um tombo significativo. O autor compartilha uma experiência pessoal de ter perdido a oportunidade de investir durante a queda da bolsa em 2020 por falta de recursos.

Proteção da Carteira em Dólar

A discussão centraliza-se em como proteger a carteira do cliente em dólar, questionando se a dolarização é adequada para todos os investidores. A diversificação e a proteção são apontadas como razões principais para dolarizar, sendo a proteção mais relevante para investidores conservadores. O vídeo explora a volatilidade do dólar e se ela representa um risco significativo, concluindo que a moeda é forte e sua oscilação não é tão prejudicial.

Dolarização para Conservadores e a Importância da Informação

O vídeo aborda a importância de oferecer a dolarização como proteção de carteira para investidores conservadores, destacando que muitos clientes buscam proteção, mas desconhecem as opções disponíveis. É enfatizado que a obrigação do assessor de investimentos é levar informação e educação financeira aos clientes, mostrando que existem muitas opções de investimento para quem é conservador, preservando o poder de compra e oferecendo previsibilidade.

Alternativas para Dolarizar a Carteira

O vídeo explica que dolarizar a carteira é buscar alternativas e ativos que tenham exposição à moeda americana, visando receber o ganho de capital sobre as variações dessa moeda. É ressaltado que o dólar tende a se valorizar em relação a outras moedas, mesmo em situações de crise. A estabilidade política e jurídica dos Estados Unidos é um fator que contribui para a confiança no dólar.

Argumentos de Venda e a Cultura de Investimento

São discutidos argumentos de venda para a dolarização da carteira, como a proteção em casos de crise e a força da moeda. A conscientização sobre a importância de investir em dólar é fundamental, especialmente para clientes que planejam viagens ou buscam uma moeda mundial. A cultura de investimento nos Estados Unidos, onde a maioria da população investe na bolsa, contrasta com a realidade brasileira, onde a confiança no mercado financeiro ainda precisa ser quebrada.

Diversificação Geográfica e a Economia Argentina

O vídeo enfatiza a importância de diversificar geograficamente a carteira para proteger o patrimônio em caso de colapso no Brasil. É mencionado o caso da Argentina, onde a dolarização da economia foi uma medida para levantar a economia, mostrando como o dólar pode influenciar a economia de um país.

Carteiras Recomendadas e a Exposição Internacional

São apresentadas carteiras recomendadas do Itaú, mostrando que mesmo em perfis conservadores já existe um percentual de investimento internacional. Em perfis mais agressivos, a exposição ao dólar pode chegar a um terço da carteira. É importante que o cliente teste e entenda os benefícios da dolarização, com o apoio de analistas e estudos de mercado.

Instrumentos Financeiros e a Dolarização

São discutidos diversos instrumentos financeiros para dolarizar a carteira, como fundos cambiais e COIs (Certificados de Operações Estruturadas). É importante diferenciar COIs atrelados ao S&P 500, que não necessariamente dolarizam a carteira, de COIs de dólar, que permitem ganhar tanto na alta quanto na baixa da moeda. A proteção do capital é um fator importante a ser considerado ao escolher um COI.

Proteção Cambial e Notícias Relevantes

O vídeo aborda a proteção cambial como um dos principais benefícios da dolarização, destacando que a tendência é que a moeda brasileira se desvalorize e o dólar se valorize. São apresentadas notícias sobre crises e eventos geopolíticos que afetam a economia global, mostrando como o dólar se mantém resiliente.

Correlação e Fuga de Capital

A correlação entre a bolsa e o dólar é discutida, enfatizando que a fuga de capital é um problema quando investidores perdem a confiança na economia local. A correlação negativa entre ativos é importante para que um não influencie o outro em caso de crise. É mencionado um caso engraçado sobre diversificação, onde um funcionário de uma empresa de capital aberto não deve investir na própria empresa para evitar perdas duplas em caso de falência.

Índice DXY e Formas de Dolarizar a Carteira

O vídeo explica que o índice DXY mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes. São apresentadas as formas mais tradicionais de dolarizar a carteira, incluindo fundos de investimento internacionais, ETFs, fundos cambiais, REITs, BDRs, ações e renda fixa no exterior, COIs e mercado futuro.

Fundos de Investimento Internacionais e ETFs

Os fundos de investimento internacionais são geridos por profissionais que selecionam as melhores empresas para gerar lucro em dólar. Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice mais tranquilos e baratos, que acompanham um determinado índice. É importante considerar a liquidez dos ETFs, especialmente no Brasil.

Fundos Cambiais e REITs

Os fundos cambiais investem em diferentes moedas, buscando ganhos na variação da taxa de câmbio. Os REITs (Real Estate Investment Trusts) são equivalentes aos fundos imobiliários, com um mercado muito maior e diversos tipos de imóveis. A comercialização de REITs é mais comum em corretoras voltadas para o mercado internacional.

BDRs, Ações e Renda Fixa no Exterior

As BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são recibos de ações de empresas estrangeiras, permitindo investir em grandes empresas sem abrir conta no exterior. Ações e renda fixa no exterior oferecem acesso a empresas globais e títulos de dívida pública ou privada, com potencial de retorno elevado, mas também com custos e riscos cambiais.

Tributação e Comparação de Mercados

É mencionada a lei que tributa os rendimentos de aplicações financeiras no exterior em 15%. A comparação entre o mercado brasileiro, com 460 ativos, e o mercado americano, com milhares de empresas listadas, destaca a força e a segurança do mercado americano. A frase de Warren Buffett, "nunca aposte contra a América", reforça a confiança na economia americana.

Considerações Finais e Perguntas

O vídeo conclui com uma sessão de perguntas e respostas, reforçando que muitas informações apresentadas são para conhecimento geral e que a prática diária pode envolver um conjunto mais restrito de opções. É enfatizada a importância de diagnosticar as necessidades do cliente e direcionar para os profissionais adequados dentro da instituição financeira.

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Transcrição

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0:02 para mostrar a correlação entre o Ibovespa e o dólar durante a pandemia. Vocês estão vendo a minha tela? Esse vídeo? Oi. Ver fala para ele não conseguirar o Instagram do PCB. Só falta formação postar lá. Tem alguém falando junto. Tá com dúvida na aula ou o áudio que tá aberto? Não era o próprio suporte da Banco abri o microfone sem querer. Aí eu fechei aqui. Pode continuar. Tá. Que quando eu compartilho tela eu não enxergo mais vocês. Olha esse gráfico, gente. O dólar e o Ibovespa durante a pandemia. Imagina se fosse atrelado uma coisa na outra, como que ia ser? Tá? O Ibovespa é esse que despencou

0:49 aqui, ó. Uh. Ó, no início ali, março, abril de 2020, ó. E ainda demorou uns meses a qual que era a projeção quando os clientes ligavam, né, que a gente acabava falando pros clientes: "Segura, segura que até o final do ano a gente tá batendo de novo os 100.000 pontos". Olha o gráfico aqui, ó. Onde é que ele andava ali lá no mês 10, mês 11? Você não falou para comprar mais não? De convence alguém num momento de pânico a comprar mais? Pouca gente comprou, mas muita gente queria era vender, né? E o dólar, apesar de ter ali as oscilações dele, né, ele ele foi constante. Foi constante, ó. Não teve uma queda brusca como o Ibovespa, né? Então, ao longo do

1:34 tempo ali, ó, ele se manteve firme e forte. Ah, mas depois o Ibovespa subiu. Sim, mas imagina se eles fossem atrelados, o dólar ia tomar um tombo aqui, ó, gigantesco. Só para mostrar para vocês aí ao longo do tempo, né, a constância do dólar versus o Ibovespa lá do início da pandemia até ali o meio da pandemia que foi 2022, tá? Perdi a oportunidade de ficar rico em 2020. Como eu perdi a oportunidade de ficar rico, perdeu rico nessa nessa queda aí. Eu tava do computador ligado, só olhando o gráfico aqui, descer, descer, descer e eu não tinha nem nenhum centavo para operar. Inclusive a bolsa a bolsa despencando as oportunidades

2:20 aparecendo e o Frederico lá de braço cruzado, né? Operar vendido, né? Se a gente soubesse, né? Teve, tinha clientes que diziam assim: "Me vê aí um um investimento que não tenha risco, que tenha liquidez e que tem uma rentabilidade boa em torno de 1% ao mês". Aí dava vontade de dizer: "Olha, se eu soubesse eu também aplicava". Mas é difícil, é bem difícil. Mas enfim, só para mostrar para vocês que até nas crises o dólar acaba se consolidando, tá? Não sei se alguém quer fazer algum comentário a respeito disso. Alguém tá falando de novo. Eu tô Oi. Ei, você estão me ouvindo? Sim, sim. Ah, eu tavaando aqui, eu não sabia se vocês estavam me ouvindo.

3:05 Ué, aí, então, eh, inclusive na época da pandemia também o ouro se valorizou muito e tem os tem fundos que ele é de ouro e ainda segue a a variação cambial, né? Então, aí ele tem um para eh tipo duplica, né? que além do da valorização do ativo em si, tem a valorização da moeda também. Então, nesses momentos de crise, é lógico que é um risco muito maior, né? Porém, é um ativo também que se valoriza muito nesse período de crise. Muito bem, né? A economia brasileira despencando ali o Ibovespo, o real se desvalorizando fortemente. Mas

3:51 quando a gente fala que o real desvaloriza, a gente fala que o real desvaloriza perante o quê? ao dólar, perante ao dólar, né? Ao dólar. E a inflação ali crescendo exponencialmente, né? Com o tempo puxada pelo quê? Pelo consumo das coisas que são cotadas em dólar, as commodities principalmente, né? que era tudo cotado em dólar, ou tudo que era cotado em dólar continuou sendo consumido. E aí a inflação acabou, ó, o governo dando milhares ali de de de incentivos de de coisas para paraa população não parar de gastar, porque ninguém sabia o que que ia acontecer. Teve antecipação de FGTS, diminuição da taxa Selic, empréstimos para quem era MEI e o povo ali, ó,

4:37 gastando, gastando, gastando. E isso acabou gerando uma inflação gigantesca, né, gente? Vocês devem lembrar, né? Quem tinha carteira dolarizada ali, seja em fundos cambiais, como vocês falaram, seja em ETFs, seja em em qualquer outro tipo de de aplicação de fundo, né, naquela época protegeu sim o seu patrimônio. É só uma introdução que eu queria dar para vocês aí, fazer vocês falarem um pouco também para que para entender, né, se vocês estavam acompanhando, saber como é que como é que é o entendimento de vocês aí para que a gente pudesse começar a aula. Política contracionista. A Mayara tinha comentado, proteção, beleza, ainda ficou baixo para quem ainda ficou baixo para o que está hoje. Verdade. Tá, vou compartilhar com vocês, então, o nosso

5:24 os nossos slides pra gente ir trocando ideia. Z, fica completamente à vontade aí para para compartilhar, tá? Beleza. Beleza. Ó, estamos aí. Vocês estão vendo a tela? Deixa eu deixar ela grande aqui que ela tá pequena. Ficou não? Agora ficou. Tão vendo? Sim. Belezinha. Olha aí, ó. Como que se protege a carteira do cliente em dólar? Isso é a pergunta de R 1 milhão deais.

6:10 São todos os clientes que vão procurar a dolarização de carteira? Não. Vocês vão precisar ofertar dolarização de carteira para todo mundo? Não, depende, depende, depende, depende, né? Diz aí como é que era a tua carteira lá. O pessoal costumava procurar muito para dolarizar. Como que era? Eh, alguns clientes ficavam na dúvida e aí eu eu compro um ativo, eu compro logo o dólar, né? Sempre tinha aquela questão assim. Então, eh, tinha cliente mais arrojado que além da de investir em fundos que já t essa oscilação, né, do próprio ativo, lei do ouro, por exemplo, inclui ali

6:55 também a oscilação do dólar, que acaba acrescentando mais risco, né? Mas um fundo que eu sempre usava bastante é eh além do fundo cambial especificamente, é o próprio Bolsa Americana, né, que era um fundo que também eu tinha essa opção lá do do BDR que ele tem tinha bolsa, oscilação do dólar também, né, camião. Então, além da variação da bolsa, eh, tinha também do dólar. Então, era um coxa quando a bolsa subia e o dólar acompanhava e ele explodia assim. Mas sempre tinha, sempre aparecia assim. Ô gente, vamos pensar. Perguntei para vocês para que que tinha que dolarizar a carteira. É, vocês responderam o quê

7:42 mesmo? Para que que era que tinha que dolarizar a carteira? Diversificação. Diversificação. Proteção. Proteção. Que mais? Proteção. Proteção. Pensa comigo. Proteção tem cara de de cliente de de investidor arrojado. O investidor arrojado tá atrás de proteção, agressivo. Se importa com proteção. Quem que se importa mais com proteção? conservador. Conservador. Ah, o conservador. Olha que loucura. E por que que a gente não fazer planejamento de

8:27 viagem também, né? Então, dependendo do perfil, às vezes eles entravam já sabendo da oscilação, mas assim, entendendo que também era algo que mesmo oscilando no mercado, lá na frente eles teriam a valorização, né? Pois é. Aí, por que que a gente não oferta o dólar como proteção de carteira para conservadores? Por quê? Vocês já pensaram nisso? E a gente fala muito em oscilação, mas o dólar oscila ele é volátil, mas o que é volátil? Oferece risco? Tanto assim? Se fosse por isso, então o dólar era perigoso. Ele não servia para dolarizar, para para proteger a carteira. Sim ou não? Vocês já pararam para pensar nisso?

9:12 Parece a moeda é forte, por isso que não há essa oscilação tão significativa no ativo. Exatamente, né? Então tem clientes que buscam proteção, eles só não conhecem. Um exemplo na não tem a ver com dólar, mas tem a ver com investimento, tá? Eu tava falando com uma ex-cliente minha que fazia uns 5 anos que ela não me via e ela lembrou de mim, ela lembrou do meu nome, conversou comigo, né, da época lá do Bradesco. E aí ela disse assim para mim: "Ai, que legal, que que tu tá fazendo?" Aí eu disse para ela, tô trabalhando com investimentos. Ai, eu morro de medo disso. Morro de medo de investimentos, de perder o meu dinheiro. Aí eu disse para ela, mas como assim tu vai se é

9:57 para investir, seria para ganhar, não para perder. E ela não, mas isso é muito perigoso. Aí eu disse para ela assim: "Então isso indica que o seu perfil é conservador?" Sim, sou mega conservadora. E aí o que que eu disse para ela? Existem muitos, muitas, muitas opções de investimento para quem é conservador. Você sabia? para preservar o seu poder de compra, para que você tenha uma previsibilidade, para que você não tenha oscilações. Eu mostrei para ela que não era perigoso, que ela poderia confiar e daqui a pouco ela poderia colocar o dinheiro dela para render mais, porque aquilo que ela achava que era perigoso, ela tava generalizando, faltava informação para ela. O que que eu falei

10:43 para vocês ontem e que eu sempre falo que é a obrigação do assessor de investimentos? Quem que lembra? Qual que é a nossa obrigação para com o nosso cliente? Levar informação e educação financeira pros nossos clientes. Então o a dolarização da carteira caberia para um cliente conservador? Sim ou não? Sim. Sim, sim. Quem que tinha pensado nisso antes de dessa aula? Eu eu já pensei, tinha pensado. Que bom, que bom. Na outra aula de portfólio, montagem de portfólio, a gente tinha visto alguma uma lâmina, uma indicação lá de

11:29 conservador do acho que do ION e lá tinha um pequena porcentagem lá. Reparei nisso. Internacional. Internacional. Exatamente, né? Então, o que que seria dolarizar a carteira? É buscar alternativa, buscar ativos que fazem alguma algum tipo de exposição à moeda americana, ao dólar, né? Para poder o quê? Receber o ganho de capital justamente sobre as variações dessa moeda. Ela pode variar para baixo, mas na maioria do tempo o que que acontece com ela? Ela sobe, gente. Hum. Ela sobe. O mundo pode entrar em colapso, como a gente já viu, e ela não apanha. Ela pode oscilar, mas ela não apanha. Ela, o dólar apenas se valoriza perante as

12:16 outras moedas. E a pergunta ali, por que que o dólar é reconhecido como uma moeda forte? Eu comecei a aula falando sobre isso. Por que que o dólar é reconhecido como uma moeda forte? Gente, qual que seria o argumento para vocês, para com os clientes de vocês? Porque até então Estados Unidos é a maior economia do mundo. Agora depois dessa palhaçada toda que o Trump fez, não vai ser mais. O mundo tá se achando novamente falando economicamente, falando economicamente. Isso. Os Estados Unidos não tão não são os bamb bambãs mais da economia. Tá acontecendo algumas coisas agora, né? Mas se você for analisar, eles têm ali

13:03 uma estabilidade política, eh, e jurídica, né? Quando o cliente ele vê isso, tipo, dá para sentir confortável e confiável, né? Confiável. Falou uma palavra interessante agora, Danilo. E aqui no Brasil, como que é o nosso fiscal? Como que é, como que tá a meta da inflação? Como que tá a meta da inflação? Aí você vê o governo sempre aumenta imposto a título de cobrir as dívidas dele. Hoje já aumentou o tal do IOF pra empresa, a contribuição para empresar, né, para cobrir o rombo mas economizar que é bom, ninguém economiza. Aí tem lá

13:49 o teto da meta que sempre é excedido. Então na verdade o o fiscal aqui do Brasil faz promessas para ele mesmo que ele mesmo quebra. Fica difícil de confiar numa economia assim, não é? E aí, por mais prêmio que essa economia oferte para chamar dinheiro, não atrai, não é tão atrativo quanto uma economia consolidada, confiável, como o Danilo falou. Faz sentido para vocês? Faz sentido. Todo sentido. Bem, cadê a Z? Quer falar alguma coisa, A, sobre os argumentos de venda lá? no teu, na tua, como é que tu fazia para ofertar da dolarização da carteira?

14:35 É, eu sempre questionava, né, assim, eh, sobre viagens, eh, explicava o porquê da importância de idolarizar, né, a questão mesmo do da proteção em casos de crise, né, do quanto a moeda é forte. Então assim, eu usava muito essas questões mesmo, né, de eh conscientização. E aí a partir da conscientização, muitos clientes já pensavam: "É, realmente é importante, né?" Então tem clientes também que já procuram por saber que, ah, vou fazer uma viagem, vou me planejar, ah, eu sei que que é uma moeda, né, mundial. Então assim, eh, era mais essa conscientização que eu usava para tentar falar, né,

15:20 disso. É, eu acho que só de lembrar também o cliente que desculpa, não tá falando, pode falar, pode falar. É só de lembrar o cliente também que imagina que que o dólar antes era um para um, né, e hoje é seis, então e já vai dar uma balançada ali também, tá? E dá, é conscientização, é informação, como a Z falou, né? É, é isso, é trazer informação pro cliente de vocês. Beleza. Alguém quer fazer algum comentário? Também, Karen? Seria a questão assim, eu outro dia eu acho que já tem um tempinho que eu vi, acho que uma estatística também, né? Acho que quantas pessoas, de cada 10 pessoas aqui no Brasil, quantas que investe na bolsa? Se se eu não me engano, era dois ou trê três pessoas. Lá

16:06 nos Estados Unidos, eh, de cada 10 são oito pessoas que investem. Sim. Então, por que que eles investem na bolsa? Aqui no Brasil nós temos uma bolsa só, né, que é a B3. Exatamente. E lá nos Estados Unidos já tem mais que uma. Então lá o o as maiores instituições, né, financeiras estão lá, né? Então o pessoal, a o próprio povo, né, que mora lá nos Estados Unidos, eles têm confiança em investir, né? E aqui no Brasil ainda precisa quebrar essa barreira, né? É cultura, exatamente. É cultura, né? E e as empresas lá são muito fortes também, são consolidadas, né? A economia ajuda essas empresas também aqui. O custo é caro, as empresas acabam quebrando

16:54 muitas vezes por não conseguirem se manter. A gente já falou sobre isso, né? O custo muito alto por muito tempo. Não, não, não é viável, não é sustentável isso, né? Então aí o pessoal acaba não tendo essa cultura de confiar, né, de de confiabilidade mesmo. Eu não sei se foi aqui nessa turma que eu brinquei, mas eh lá nos Estados Unidos você nasce e ganha um seguro e e uma poupança, né? Começa começa a fazer aplicação. Aqui no Brasil você nasce e ganha uma dívida. Não tem não tem cultura de juntar dinheiro, né? não tem cultura de pensar no futuro. E os outros países mais consolidados com as suas economias mais fortes, é forte justamente porque vem de base, gente. É

17:40 isso, é cultural e cabe a nós passar essa informação pros clientes, tá? Para que eles tenham também essa cultura de diversificar tanto com ativos quanto eh geograficamente a carteira deles. Por quê? Porque se der um colapso aqui no Brasil, se acontece alguma coisa aqui conosco, a carteira dele tá diversificada, ela tá protegida, ela fica equalizada, como eu dei o exemplo para vocês ali dentro de um fundo, né? Boas colocações, gente. Obrigada. Oi. Você acredita que eu um seguro de vida trazendo essa essa questão cultural, né? o cliente trouxe a objeção, eh, eu tava convidando ele ali paraa assessoria eh de proteção, que aqui no Personal ele tem o especialista

18:25 dele também, né? E aí ele falou: "Ah, mas por que que eu preciso de um seguro, né?" Eu falei assim, a gente como brasileiro não vê essa necessidade, né? Porque aí eu trouxe justamente isso, isso é cultural nosso de brasileiro. Aí eu falei para você: "Por que você acha que a população lá dos Estados Unidos, ela é tão rica e tão próspera? Aí ele falou: "Ah, não sei, acho que por conta do dólar". Falei assim: "Sim, a moeda é forte, mas é porque qualquer pessoa que venha a falecer, a família tá bem estruturada. Então, o legado continua, continua, continua, porque todos estão protegidos. Eh, seja aqui eu tô trazendo um pouco do seguro, né, de vida, mas depois esse mesmo cliente, ele fechou o seguro e esse mesmo cliente depois fez assessoria de investimento, a gente

19:11 mapeou recurso fora, trouxe para cá. Então assim, trazendo um pouco dessa questão mesmo dele entender que é cultural, né? Do mesmo jeito que no Japão é normal comer peixe cru e aqui é um absurdo, né? Há quem gosta. Boa, Bia. Boa. Parabéns. Ninguém aqui que vem de seguro ouvu de algum cliente. Ah, não, mas eu não pretendo morrer. Eu ouvia demais. Eu ouvia demais. Eu também não pretendo morrer, senhor. Mas é, não é fatoridade que eu tô falando. É fator que aconteça alguma coisa. Você é o pilar financeiro da sua família. Existe um legado aí por trás, né? Um padrão de vida, um padrão de cuidado, eh preocupação com o futuro, com a educação dos filhos. O senhor nunca parou de para

19:56 pensar nisso? A senhora nunca parou para pensar nisso? Seu carro tem seguro, sua casa tem seguro e a sua pessoa não. Não tem seguro. É cultura, gente. É muita cultura. E é e é muito cultural a ideia também que eles acham que vender seguro a gente tá querendo que eles morram, né? Ah, eu não vou contratar um seguro, senão eu vou morrer com Sim. Eles, muito cliente falava para mim: "Não, não vou fazer seguro não". Eles achava que por fazer um seguro eles iriam morrer. Que horror. Tá me agorando, né? É, exatamente. Mas também a o preconceito do seguro veio do das vendas mal feitas, né? Também. Hum. Assim como coi, né? Assim como tantos produtos de investimentos mal comercializados, né? mal

20:42 comercializados. É isso. Por quê? Porque as pessoas vendiam antes para bater meta, né? E hoje a gente vende seguro. Tô dando exemplo do seguro porque a Bia trouxe, a gente dá o exemplo do seguro para proteção, proteção de verdade, com cobertura de verdade, né? Com auxílio pra família de verdade. E antigamente não tinha isso, tinha só um seguro vendido. E na hora que a família ia lá para fazer o resgate, não tinha nada ou tinha quase nada, né? E não dava para, é pior. Às vezes vendiam como investimento, né? No Bradesco tinha um seguro que era resgatável, é, era maravilhoso. E a galera quando tinha via cliente que tinha dinheiro na conta vendia como investimento, porque ele tinha correção do IPCA.

21:28 Ainda tem, viu? É, mas agora tem imposto de renda, né? Então já não dá para imposto de renda. Antes não tinha. Antes não tinha, então pegava um cliente que tinha, sei lá, 100.000, né? Era pouco, mas sei lá, 500.000 R$ 1000 e achava uma ótima oportunidade e colocava como uma blindagem do patrimônio e aí o cliente em um ano tentava resgatar e aí ele tinha lá uns 10% que era cobrado, eh, que eu acho que era, eu não lembro exatamente a taxa, mas tinha uma taxa de 10% e pronto. Aí nunca mais a gente conseguia vender com seguro para aquele cliente. E aí, como é que a gente vai falar de proteção, seja em qualquer âmbito na vida de um cliente? Proteção de carteira, por exemplo, como a gente tá usando aqui o dólar, né? Se a gente

22:13 vendia proteção, tudo errado no passado, o conceito de proteção precisa ser revisto e precisa ser mostrado, conscientizado pros clientes, né? Mas é nesse sentido, gente, é para trazer aí eh porque a proteção é importante, né? Veio o seguro de vida como pano de fundo aí, mas eh a gente precisa falar de proteção de carteira também com os nossos clientes e essa proteção pode vir sim através do dólar, tá? Mas bem colocado, gurias. Obrigada aí pela [Música] pela participação de vocês, né? Como é que se protege a carteira do cliente em dólar? Falamos agora diversificando os investimentos. Por quê? Porque a diversificação ela acaba minimizando os riscos. Vocês já ouviram aquela máxima

22:58 de não colocar todos os ovos na mesma cesta? Por quê? E se cai a cesta, acontece o quê? Quebra todos os ovos. quebra tudo ao mesmo tempo, né? Então não é legal, precisa diversificar em função disso, gente, tá? Para minimizar risco, mitigar o risco. Tem como zerar risco? Será? Nunca diga nunca, né? Não é muito difícil zerar risco, mas minimizar é interessante. Equalizar os ganhos da carteira, rentabilidade da carteira é interessante. Então, podendo diversificar geograficamente, como tá como tá ali explicado no slide, né? Melhor ainda. Ou seja, outros países,

23:44 outras geografias, outros setores, outros segmentos? Já pensou se a minha carteira fosse só de, deixa eu ver, um setor aí, eh, só de de de aviação, só de ações de empresas aéreas. Aí da outra pandemia tranca tudo, ninguém mais viaja, ninguém faz nada, minha carteira quebra. Agora, se eu tenho um pouco de banco, um pouco de commodity, um pouco de companhias aéreas, um pouco de renda fixa, não vai dar uma diferenciada na carteira? Se por acaso algum desses setores for mal, vai ser um pedacinho da carteira, não vai ser a carteira inteira, né? Para que que serve a diversificação? Gente, acabei de falar

24:30 para vocês, ó, traz segurança pro cliente. Ai, mas o cliente não não quer ter muito muito ativo na carteira. Não precisa ter 200 ativos na carteira, gente, mas precisa ter um pouco de cada classe. Tendo um pouco de cada classe, elas não vão despencar todas ao mesmo tempo. Isso reduz oscilação de mercado. A gente tava falando sobre oscilação e volatilidade. O algo que seja volátil não necessariamente oferece extremo risco pro cliente. Ele só é volátil. O que que é volátil? é o sobe desce de preço, o dólar oscila o tempo inteiro e, no entanto, ele é utilizado como proteção de carteira, não é? Que paradoxo, né? A gente achar que tudo que é volátil é perigoso pro cliente, pode trazer risco, né? Sem contar que aumenta

25:16 as nossas oportunidades e as nossas possibilidades de ganho, né? Então aqui é diversificação na veia, gente, precisa mostrar pros clientes esse benefício, precisa trazer pra consciência do cliente que cliente conservador também pode dolarizar a carteira através de outros ativos que a gente vai ver ao longo da aula. Alguém quer fazer algum comentário a respeito disso? Z quer falar alguma coisa? Não. Não. Perfeito. É isso mesmo. Conseguimos então. E aquilo também, né? Ô Karine, e a gente, eu acho que tem um um exemplo assim que pode ser ser seguido. É assim, a gente olha pro argentino hoje, pra Argentina lá, a gente a gente olha pro Argentina e o

26:01 cara só tem ativo da Argentina, só investe em coisas Argentina, a gente fica, pô, olha esse cara, né, maluco, né, pô, só investe na Argentina e a Argentina toda, toda, enfim, toda ferrada. O americano também olha pra gente, o cara lá de fora olha pra gente, fala: "Pô, esse cara é doido de só ter investimento no Brasil, né? Brasil, maluquí toda aí. Então, de fato, a gente tem que tem que tá exposto lá fora, tem que tá em uma moeda forte. Exatamente. E mas a Argentina tem um fato interessante. Acho que foi, faz umas duas turmas, um aluno tava comentando, ele era aqui do Rio Grande do Sul, mas de uma cidade bem do interior que fazia fronteira com a Argentina. Então ele seguidamente os

26:47 brasileiros atravessavam a fronteira para ir comprar lá porque tava muito barato. E aí trocou o presidente, né? E ele falando sobre uma medida extraordinária que o presidente fez, uma jogada de mestre para levantar a economia. O que será que ele fez? Ele dolarizou a economia. Ele falou assim, ó, pra população: "Olha, a gente vai fazer vista grossa nos próximos dois meses. Quem tiver dólar guardado, traga e deposita. Não vai ter taxa. Deposita o dólar. Traga o dólar para o banco. Uma chuva de dólar na economia, gente. Muito dólar. O que que acontece com o dólar perante a moeda local? Quem quer

27:33 responder? Quando tem muito dólar entrando na economia, hã, ele desvaloriza, o dólar desvaloriza e a moeda local valoriza. Valoriza. Foi assim que ele conseguiu levantar a economia lá da Argentina, tá? Claro que ele tomou medidas drásticas, subiu juros, cortou o populismo lá que tava acostumado, né? mas ele dolarizou a economia da Argentina. Então isso foi uma medida muito interessante. Achei muito interessante o comentário desse aluno. Eh, e foi algo que o pessoal tinha dólar mesmo, mas não tava usando. E a moeda deles lá no chão não valia quase nada. E agora o que que acontece? Agora os argentinos estão vindo, atravessando a

28:20 fronteira para vir comprar no Brasil. Por quê? Porque o real tá barato para eles e antes era o contrário. Olha que loucura. O que que o dólar faz com a economia? Achei muito bom. Achei muito bom. Obrigada, Francisco, pelo teu comentário. Aqui a gente tava falando, alguém trouxe ali a carteira recomendada, a conservadora, né, do Itaú, que mesmo no conservador já tinha ali um percentualzinho do Internacional, né? Aqui é uma carteira recomendada do Itaú também, né? Olha aqui quanto que tá esse perfil aqui é um perfil, eu acho que médio, perfil, como é que chama? Moderado, né? E aqui já é um perfil mais agressivo. Olha aqui, isso aqui é

29:07 internacional. 1/3 praticamente da carteira do perfil agressivo. A carteira a recomendada tá indicando para dolarizar. Por que será, né? Isso aqui é é trazer a cultura pro cliente, trazer a informação pro cliente. Precisa ser os 27%. Não, gente, lembra das bandas de de de negociação ali de aplicação? Não precisa. Daqui a pouco, se o cliente, ah, eu posso botar uns 30%, 35, pode. Ah, eu queria botar 15, 20% para pr para ver como é. pode também, mas o importante é que ele teste, que ele entenda, que ele sinta que que vai trazer benefício para ele. Se o banco fez a recomendação, existe um um estudo por trás, existe uma asset,

29:55 existem analistas que estão focados ali no mercado eh e nos movimentos da economia para indicar certas entradas ou certas saídas, né? Então, o Itaú aí eh trazendo tanto no perfil conservador um pouquinho, mas no moderado e no agressivo, imagina o agressivo, quase 1/3 da carteira dolarizada. Então é importante que o cliente tenha acesso a isso, sim. Certo. Como é que era as carteiras recomendadas lá no no Bradesco? Lembra como é que era a parte da dolarização? Como é que funcionava? É, tinha opção de fundos, tem a opção de COI, mas assim variava um pouco, né? Mas geralmente eu fundo de cambial mesmo. Cambial, né? Ah, uma coisa importante

30:40 que que tem muita gente que acha que vender COI do S&P tá dolarizando a carteira, não tá? Tá. Ele só o ele tá sendo exposto ao índice e a oscilação do índice, não ao câmbio, tá? Então tem que prestar atenção nisso. Teria que ter aí um um coi de dólar para poder ter pegar a variação do dólar lá tinha tinha não sei como é que tá agora, co dólar bidirecional que você poderia ganhar na alta ou na baixa. Olha o target que tinha que que atingir, né? Uhum. Eh, tem inclusive eh opções de de eh debentor, né? CRI CR agora mesmo, se eu não me engano, tem um CRI ou é o

31:26 CR? que tem a variação do dólar de petar. Que legal, né? Também. Então assim, tem algumas opções que já estão incluindo até na renda fixa, né? Essa variação também no caso da LCI e LCA. LC LCA para emissão de empresas, né? Já emitindo da da taxa petxas também. Boa. Tá. Então tem COI de tem COI de tudo quanto é jeito, gente. E o COI de dólar, ele tem ali as suas particularidades, né? Mas existem cois que ganha tanto na queda quanto na alta. Então vamos se atentar porque tem gente que tem horror a COI, mas tem cois que são exposições controladas, gente. É

32:13 interessante também e serve como proteção pro cliente, né? A gente só precisa entender como que funciona, não é? Proteção do capital, né? que aí você não eh tem o a o capital garantido, né? Tem todas essas questões do dólar também para um cliente que não quer a eh estar exclusivamente a variação do do câmbio, né? Assim, que sobe e desce, sobe e desce, ele não sabe como é que vai ficar, ele pelo menos vai ter o capital protegido e também ou pode ser na alta ou na baixa, né? Tem duas opções também. Exatamente. Capital protegido. Leia-se o valor que foi aplicado, né? Se aplicou 10.000. Boa noite. Eu tô bem controle. Tô fazendo aqui um umas coisas com a

32:58 Giovana que vai fazer uma apresentação. Ih, acho que alguém abriu o de novo. Ah, é. Tá. Beleza, gente. Alguém quer fazer algum comentário sobre as carteiras recomendadas? Ah, tirar uma dúvida. diga. Eh, esse internacional, quando fala internacional, ele quer dizer que é dólar só dólar ou pode ser outras moedas de outros países também? Outras moedas também, mas quando a gente vai pro internacional, qual que é a predominância? O que que vem na nossa cabeça primeiro? Dólar, mas pode ser outras moedas também. Sim, é câmbio, né? Sim. É porque, por exemplo, no início da aula a gente falou o dólar é para quê? proteção. Uhum. E ele se se enquadraria então mais em qual perfil? No

33:44 conservador. Já o agressivo, arrojado, ele quer o quê? Ele quer mais risco. Então o que eu f tipo fico meio controversa aqui é essa questão da porcentagem, né? Se o agressivo ele é mais, ele tem mais apetite a risco, então por que que ele tem uma porcentagem maior de dólar ao invés do conservador? E por que que tem que ser um uma um por que que tem que ser uma aplicação conservadora? Por que que não pode ser um BDR? Por que que não pode ser um fundo multimercado que tem um monte de moeda, inclusive o dólar? Não precisa ser uma aplicação de um ativo conservador. Ele pode ter 30% ali da carteira, 27% de exposição a uma Amazon da vida, um Apple, uma empresa de

34:31 tecnologia, entende? Uhum. Sim. Então, né, vai ganhar, então, teoric, tá? Então, teoricamente não seria exposto assim só, eh, lógico que há o, como que eu posso dizer, eh, há um BDR ou um fundo mais uma ETF, mas poderia ser numa empresa que tem um risco maior, correto? Depende isso, tudo depende. São ferramentas, né? vai oferecer um tesouro americano para um cliente agressivo. Ele vai dizer: "Eu quero é Amazon, filho. Eu quero é risco. Eu quero a, né? Quero ganhar dinheiro em cima. Quero proteção também quero. Quero moeda forte. Por quê? Porque eu não vou me enfiar em qualquer coisa que possa daqui a pouco quebrar. Mas entende que depende? Depende de com quem você tá falando, Danilo. Tá falando com um cliente conservador. Credo, eu tenho medo do

35:18 internacional porque oscila. Não, calma. A gente tem COI, que tem capital protegido, a gente tem os fundos de índice, que são os ETFs, que são mais tranquilos, né? Não precisa oferecer um fundo sim internacional para um cliente, não precisa oferecer um fundo multimercado daqui a pouco que vai ter uma volatilidade também, eh, se vai assustar o cliente. São ferramentas e a gente escolhe a ferramenta, lembra da dor e do remédio? Escuta a dor e oferece o remédio. A prateleira tá cheia ali, né? Aí depende do do perfil que você vai atender para você ofertar, mas a a ali o tamanho da exposição, sim, a exposição é maior para agressivo. Por quê? Porque comporta outros tipos de investimentos, entende? Sim. Inclusive,

36:05 eh, vou dar o exemplo da pandemia, né? Na pandemia, os tre, que é o o, né, a renda fixa ali, o tesouro americano, norte-americano, eh, explodiram, né? rentabilizaram muito. Então assim, alguns fundos de investimento que tinha essa esses ativos, eles não despencaram tanto, eles meio que foram protegidos, né? E aí uma forma de proteção também, além de estar exposto à moeda e ser o, né, dos investimentos mais seguros do mundo aí, que são os treasuries, eh, para quem quer ter um perfil mais conservador também, eh, incluir esses tipos de ativos, né, na carteira com crédito privado, eh, lá fora, né, a o

36:50 investimento diretamente no exterior, né, abrir a conta no exterior através da, né, a Ven e a a as empresas aí, né, de as outras corretoras, né? Uhum. Isso. Eles estão facilitando isso também, entendeu? Tá sendo facilitado. E agora vou mostrar para vocês em seguida as opções que a gente tem ali de investimentos, né? E a gente vê que tem para todos os gostos, tem para todas as exposições, né? Ó, eh, como é que protege a carteira do cliente em dólar? Serve para proteção cambiar que a gente falou, né? Por quê? Porque o dólar, a nossa moeda, ela flutua muito. O dólar também flutua, tanto saindo quanto entrando dentro dos países. Depende do movimento de mercado que sempre é feito. Mas por mais que a

37:38 nossa moeda flutue, a tendência é que ela desvalorize e que o dólar valorize. Por quê? Porque a tendência dos investidores é voar para quê? Pra qualidade. É o flight to quality, lembra? balança aqui, o investidor tira o dinheiro dele e leva de volta paraos Estados Unidos. Hoje aqui tá aqui tá a hoje a 22 de maio, fechou em 5,63 na verdade, né? A a cotação do dólar, mas a gente vê aqui que ao longo do tempo, ó, é o movimento é mais é para cima mesmo, tá? O dólar americano com relação ao real brasileiro, ele oscila, oscila, oscila, mas ele não desce, ó. Ele vai, vai, vai, vai. Ele vai subindo, mas o máximo que acontece é o que são essas flutuações aí, mas para baixo ele não

38:23 vai. É mais para é mais para mostrar para vocês que serve como proteção cambial também, porque as moedas desvalorizam. Desvalorizam perante ao quê? Ao real, ao dólar, perdão, não ao real. Beleza? Ó, aqui algumas notícias, né? Algumas antigas, algumas nem tanto, né? proteção em momentos de crise. A gente falou de crise, a gente falou de pandemia, a gente falou de eventos geopolíticos, guerra. Alguém perguntou, não sei se foi nessa turma, eu não consigo entender como é que uma guerra consegue afetar nós aqui de várias formas, dificultando o transporte dos insumos para pros outros países. Tudo se torna mais

39:10 caro. Como a gente falou no início, as commodities, o petróleo, tudo é cotado em dólar. E se por acaso os investimentos eles ficam eh o o os produtos eles ficam mais caros e eles são cotados em dólar, eles ficam caros para quem? Para nós, paraas outras moedas, né? Então é esse é o X da questão. Ó, o rebaixamento dos Estados Unidos e o tarifaço amplia o alerta fiscal e preci o dólar. Mas vocês já ouviram a aquela máxima do balança, mas não cai, né? Sobrev. Imagina 1700 e quanto? Qual que é o ano? 1792. Até agora sobreviveu inúmeras crises. Vocês acham que vai? Alguém

39:56 comentou no início da aula, provavelmente a última moeda que vai colapsar vai ser o dólar em função disso. Estados Unidos e dólar em cheque, a Kineia já tá vendo um exagero. A gente falou na Kineia ontem, né, nos analistas, porque o Trump quer enfraquecer o dólar. Oi. O dólar é um vaso trincado. Então tem várias várias várias vertentes aí. Tem gente falando bem do dólar, tem gente falando mal do dólar, tem gente achando que é exagero, tem gente que tá levantando polêmica em função do dólar. Por quê? Porque o dólar é a moeda que tá envolvida em toda a nossa economia, tá? Alguém quer falar alguma coisa sobre isso aqui? Alguém viu alguma notícia? Quer comentar?

40:43 Não podemos passar. Beleza. Não riói unha, Danilo. Eu sei que tem coisas que deixa a gente nervoso, mas não ri unha. Tranquilo. A gente falou sobre correlação, né, sobre a bolsa e sobre o dólar. É justamente a fuga de capital que é o problema, né? O problema é o investidor perdendo aí a sua confiança aqui na nossa economia por n motivos, né, ou por motivos fiscais ou porque daqui a pouco a a gente tá reduzindo juro, a gente tá com viés de redução de juros. Estados Unidos já tá mais estabilizado. O investidor ele quer ganhar, gente. Ele quer ganhar e ele sai da onde ele estiver e migra paraa

41:28 economia forte. que a gente falou, a gente começou a falar a na aula hoje sobre a as a segurança, a estabilidade dos Estados Unidos, né? E a correlação. Vocês têm dúvida sobre correlação? Alguém quer falar mais sobre correlação? Agora é a hora. Alguém tá tudo bem? Todo mundo entende o conceito de correlação. Correlação positiva anda pro mesmo lugar. Lembra do do gráfico que eu falei ali para vocês da do Ibovespa e do dólar? Imagina se um tivesse atreladinho ao outro, o Ibovespa caindo e o dólar indo junto. Aí depois o Ibovespa subindo e o dólar indo junto. Mas qualquer movimento que dá, quando a correlação é positiva, significa que os ativos estão

42:15 indo pro mesmo lado. Se a correlação é negativa, vai cada um para um lado. Então um pode colapsar que o outro talvez nem seja afetado. Então a correlação ela precisa ser negativa justamente para um ativo não influenciar o outro. Tudo bem? Ninguém tem dúvida aqui, né? Não. E a com relação nula, um fica estável e um se movimenta para um lado. É isso. Não faz não, não faz diferença a correlação nula, né? É zero a zero. Tá. Alô pessoal do CEA. Isso aí. Tem uma questão do CEA, professora, que é muito polêmica, né? que fala que para diversificar você não precisa ter uma correlação de -1, pode ser uma correlação de - 0,1 que já é

43:01 diversificação. É correto isso? Porque daí já não é nula. Não é nula. Se for zero, ela é nula. Mas se for um pouquinho diferente, vamos supor, vamos dar um exemplo meio, vou dar um exemplo meio estranho, mas assim, é como se não colocasse os dois pés no buraco, apenas um. Talvez você caia, mas talvez da chance seja menor de cair se colocar um pé só, entende? Então, se não é zero, já já saiu do zero, já tá negativo, tá tudo bem. Pode ser que balance, mas não vai andar pro mesmo lado porque não tá não é neutra, não é nula como o Fred falou. Faz sentido. Para mim fez sentido. Sim, Tars na minha.

43:48 Entendi, PR. Entendi. Entendeu? Saiu do zero, já não tá mais nulo. Saiu do zero, não tá mais nulo. Verdade. Em termos práticos faz pouca diferença, né? Se a gente pegar uma correlação negativa de 0,1. Mas eh é diversificação, né? É diversificação. Saiu no zero, já não é mais zero, entende? faz diferença. Talvez não faça muita diferença, mas saiu do zero. No no nível de responder a questão, eu responderia que não era nula ou não, tá? Não sei se tu acertou essa ou não. Acertou essa. Eu errei no simulado, mas aí na hora da prova acertei. Lembrou? Ah, então tá. Pelo menos deu certo, né? Beleza.

44:33 Obrigada, gente, pela contribuição de vocês aí. ou a correlação negativa dos ativos da bolsa de valores no Brasil. Isso aqui a gente já falou, né? Eh, só para passar o slide mesmo, pode existir uma relação inversa entre as variações de preços desses ativos, eh, que apresentam correlação negativa com o dólar, que pode ajudar a reduzir o risco da carteira. Então, talvez, eh, essa essa correlação, por menor que seja, ela ajuda a carteira a não correr tanto risco, tá? Por isso que precisa dolarizar. Por quê? Porque daí diz correlaciona com o real, né? Se eu tiver toda em bolsa brasileira e a bolsa colapsal, o que que vai acontecer? Vai tudo cair ao mesmo tempo, como já aconteceu, tá? É mais sobre isso.

45:20 Só um case engraçado sobre diversificação. Eu vi em algum lugar da internet que se você trabalha em um SA, né, que tem capital aberto na bolsa, você não pode investir na SA porque aí o risco é dobrado, né? Se a SA falir, você perde seu emprego e perde seu recurso aplicado. Meu Deus. Então você tem que diversificar justamente se você trabalhar em um SA de capital aberto. Boa. Perde duas vezes. Perde o emprego e ainda perde o dinheiro. É verdade. Tá certo, gente. O índice que representa aí que mede o desempenho do dólar é o DXY, tá? Vocês já ouviram falar provavelmente muito dele, né? Então ele mede eh como que o dólar tá em relação à moeda. Qual

46:07 moeda? Todas de todos os países. É nível global, tá? Então aqui tem ali alguns exemplos de, né, nos ali na Europa é o euro, né, no tem o IN japonês, tem a libra esterlina, tem o dólar canadense, tem a coroa suíça, tem o franco suíça, tem várias moedas que são comparadas com o Oi. É uma cesta com as seis moedas. mais fortes assim, mais fortes da economia, né? Isso. Ex. Então ele compara aí como que o dólar tá com relação a essas moedas DX y, tá? Esse é o nome do índice. Alguém quer falar alguma coisa sobre o DXY? Não. Tranquilo.

46:52 Tá. Agora chegou a hora boa. Como é que a gente faz para dolarizar a carteira? a gente já começou a falar ali no início, né, e teve algumas opções aqui que não entraram no repertório de vocês, que a gente vai falar sobre elas também, tá? Mas, basicamente as maneiras mais eh tradicionais aí de de dolarizar a carteira são essas aqui que eu vou trazer para vocês, que são os fundos de investimento internacionais, os ETFs, que são os fundos de índice, tá? Fundo cambial, que é fundo de moeda, tá? Os rates, a gente já vai explicar o que que é as BDRs que vocês comentaram, ações e renda fixa no exterior, COI e mercado

47:37 futuro. Vocês viram que tudo tá ligado ao dólar, mas não necessariamente precisa comprar o dólar. Pode ser uma exposição de outras formas, são outras ferramentas que são utilizadas para isso, tá? Não necessariamente eu preciso ofertar todas pro cliente. Depende do perfil dele, depende se ele tá, né? A gente vai falar sobre sobre isso agora nos próximos slides, mas, por exemplo, aqui, ó, fundos de investimento internacionais. O que que cabe aqui? Tem vários tipos, né? Eu já coloquei aqui para vocês o Itaú, eh, e o, né, que é de de empresas de tecnologia e o Pinco, né, dependendo do fundo, ele investe em determinadas empresas lá dos Estados

48:24 Unidos e essas empresas geram lucro em dólar. Então, mas ah, mas aí é só a empresa, Karine, não é não não pode ter moeda, pode, pode ter moeda também, mas o forte desses fundos de investimento internacionais são o link com as empresas que tem lá fora. E aí, quanto melhor, né, o o nível das empresas, melhor a rentabilidade do fundo aí que ele tá atrelado. Eh, basicamente ele é gerido por profissionais de mercado que aplicam, né, o patrimônio do fundo e realizam a seleção desses ativos. Eles pegam as melhores e as maiores empresas aí para ganhar uma rentabilidade interessante. Esses fundos eles têm taxa de administração, eles são fundos que

49:09 são fundos de ações de empresas, né? Então eles têm taxa de performance também, eles são um pouco mais caros em função disso. Vantagem, qual que é a vantagem? Eu não preciso estar atrás desses ativos sozinha. Tem um gestor que faz isso. Então, se eu tô buscando uma qualidade aí, alguém que cuide dessa carteira para mim, eu posso me expor a esse tipo de ativo através dos fundos internacionais. É uma facilidade que a gente pode ofertar pros nossos clientes, tá? Alguma dúvida aqui, gente? Podemos seguir. Olha o Fred. Normalmente respondes tem algum benchmark, professora? A a bolsa a bolsa americana são ações, né? São ações de empresas. A bolsa

49:55 americana. Tá, podemos seguir. Que cara foi essa, Fred? Não, tá bom. Eh, os ETFs, gente, são fundos de índice. É uma opção mais tranquila e mais barata pro investidor. Por quê? Porque ele é um, como ele é um fundo de índice, o que que ele faz com o índice? Acompanha. Ele é um fundo passivo, né? Tem gestão, tem. Só que ele é ele é mais tranquilo. Por quê? Porque ele ele só vai seguir aquele determinado índice. Tem ETF de tudo, gente. Tem ETF alavancado, ETF que que funciona vendido, tem ETF de de da do S&P de

50:41 ouro, tem de tudo quanto é jeito. E o ETF ele tá ficando cada vez mais disseminado. Não aqui, lá fora, né? lá fora, cerca aí de 50% da carteira dos investidores já tá em fundos de de índice, em ETFs. Aqui ainda é um caminho árduo pra gente seguir, mas seria uma forma de expor o cliente de um de um jeito mais tranquilo para ele ter uma exposição lá fora, né, mas sem ter um custo muito alto do quê? Da da taxa de gestão que os outros fundos internacionais apresentam, tá, professora? Umf, ele só replica ativos norte-americanos ou ele pode replicar ativos de qualquer economia? De dependendo do dependendo do ETF que tu vai entrar de qualquer economia. Esses

51:27 aqui, no caso, a gente tá falando de dólar, tá? E ao contrário do que se pensa, o ETF que ele é vinculado ao aos ao dólar, que ele é dolarizado, ele tem muita liquidez, porque lá o mercado é muito grande, tem muita, as bolsas de valores lá estão muito mais desenvolvidas do que a nossa. Então, lá fora, ETF tem liquidez, sim. Ao contrário daqui. Aqui a gente tem ETFs e é uma dificuldade paraa gente conseguir depois sair deles. Não tem como sair na mesma hora, né? Não tem como sair na mesma hora. Você entra num ETF e para sair dele, você tem que sair aos poucos. se você vai sair de uma vez só. Teve até um colega que deu ali um exemplo a um cliente inventou que ele queria se

52:13 desfazer de de R 1 milhão deais de ETFs. Ele queria vender para recuperar o valor e ele não conseguiu. Eh, eh, ele teve uma, como é que ele falou, colega? Eu esqueci o termo que ele falou, mas ele teve uma perda considerável do valor. Por quê? Porque ele tava com pressa de sair, saiu a mercado, vamos dizer assim, do jeito que deu, né? e ele acabou perdendo dinheiro. Então, às vezes, esse tipo de experiência aqui no Brasil, a gente precisa explicar muito bem pro cliente como que funciona. Normalmente, quando o cliente vinha me perguntar de ETF aqui dentro, eu já explicava que tinha problema de liquidez e aí eles já ficavam: "Ah, tá, não, tranquilo". Porque alguns clientes eles precisam ter a certeza de que eles vão conseguir resgatar. Mesmo que a gente diga: "Ah,

53:00 então precisa esperar seis meses para resgatar". Eles esperam, não tem problema, mas eles querem saber se vai estar para resgatar ou não. Então, quando eh a gente fala de ETFs lá de fora das empresas, né, como o SNP ali nos Estados Unidos, tem liquidez, sim, tá? E são belos fundos de índice, são fundos bem interessantes para ofertar pros clientes, tá? É uma uma bela de uma opção aí pra gente tá ofertando para dolarizar a carteira do cliente de uma forma que ele não tenha muito custo. Vai exigir dele mais informação. O cliente vai ter que ir atrás da informação, ele vai ter que eh buscar o conhecimento para ver se vale a pena. Ele vai contar com o assessor. A gente vai ter que ir atrás da informação para passar pro

53:45 cliente, né? Mas o ETF, de certa forma, ele é mais simples de fazer aplicação. Por quê? Porque através da bolsa você compra cotas, né? Através da bolsa de valores. Tranquilo, gente? Aí a tributação é como renda fixa, né, pro? A tributação é como renda fixa. É como renda fixa. Tá tudo bem. 15% ou tabela regressiva, só me lembro, pô. Fal. Não, não é tabela regressiva, não. É 15%. É 15%, perdeu. Tá. É 15%. Agora você falou em 15%, a minha cabeça deu um, acendeu uma luzinha. Tranquilo, tá gente? Beleza. A outra forma são os fundos cambiais. Aí aqui não entra empresa, gente, é só moeda, tá? É moeda,

54:31 é uma modalidade de investimento que tem objetivo de obter ganhos a partir da variação da taxa de câmbio de diferentes moedas. Quem foi que perguntou ali se tinha que ser só dólar? Foi Danilo, né? Então, diferentes pro Tarces, ah, desculpa, Tarsis, eh, diferentes moedas, porque para arbitrar aí na diferença de preços entre elas, tá? Então, ele utiliza aí o dinheiro dos dos clientes para quê? Para colocar ali numa cesta vários tipos de moeda e ganhar nessa arbitragem aí de preços entre as moedas. A predominância, é claro, é sempre o dólar, tá? Que é a moeda mais forte. Aí tem aqui o exemplo do fundo do BTG, tem o fundo da BV

55:17 também, né? Tem uma certa liquidez, o resgate é D mais1, tá? D mais1 também. E são valores baixos para iniciantes, tá? Pode iniciar ali com R$ 100, por exemplo, ou aplicação mínima nesse aqui do BTG, R$ 500 também, certo? Eh, Karine, no slide tá aparecendo ainda ETF. Eh, você falou o outro, mas ainda tá no slide. Ef. Eu já tô nos fundos. Cambiais para vocês não tá. É, é. Então, mas não tá o slide. Não sei se é na minha tela que tá travado. Vocês estão vendo fundos cambiais ainda. Uh, deixa eu parar def. Ela falou BTG e tem BTG ali. Eu achei que era o que tá na tela. É que você falou fundos cambiais que seria o próximo. Aí eu vi que tá na tela

56:03 do ETF e você continuou lendo. Então eu achei que tivesse travado a tela, mas eu achei que era só para mim. Eu também pensei que era o meu. E acho que travou o dela, ó lá. Travou. Deve tá desesperada lá. Vai, Fred, dá aula aí. Continua. Continua a aula aí, Fred. Começa aí. Continua aí, Lucas. Vai, Lucas, ministra a aula aí, pessoal. Tão me ouvindo? Não dá, não dá. Sei. Caiu lá,

56:52 né? Vocês estavam questionando o quê? Tava travada a tela. Isso, ela tava parando tut. Aham. parou no ETFs enquanto ela ela volta assim para vocês é tranquilo esse conteúdo de dolarizar carteira? Alguém tem uma certa dificuldade assim compreender como é que tá aí para vocês? Eu tenho dificuldade de entender a diferença entre BDR, ADR, isso, esse essa sopa de letrinhas ainda é um pouco confuso na minha cabeça. O que que é cada coisa assim do produto especificamente, né? Isso. Mas assim, a a dinâmica da coisa, assim, o contexto, né, do porquê é tranquilo para vocês, assim?

57:38 Eh, eu acho que isso aí é é mais cenário econômico, né? Uhum. A gente entendendo o cenário econômico, a gente sabe o que que vai ofertar pro cliente ou não, se tá de acordo com a estratégia pro cliente. Agora mesmo é saber quais são as opções, né, diante da diversificação do do dólar. E para mim é novo esse rate. Eu não conhecia essa forma de aplicar que ela vai falar ainda, ela vai chegar. Nunca tinha ouvido falar sobre esse rate. Não é é tipo um um fundo imobiliário, né? É dos Estados Unidos o fundo imobiliário. Só que esse eu nunca tinha ouvido falar. É, o RITS é tipo um fundo imobiliário, só que listado lá na bolsa. E o mercado de read lá é um é tipo que

58:24 um primo assim, vamos dizer, do do fundo imobiliário. Ele não paga. Tem tem uns que pagam mensalmente, mas eles costumam ter uma uma periodicidade um pouco maior do que o fundo imobiliário. Os segmentos também assim é mensamente maior do que aqui no Brasil. Tem muito, tem, tem de tudo, tem rit de tudo lá que tem de asilo, tem de, de, de, de de cemitério, de de telemarketing, cara. Verdade. As paradas assim, eh, nem se compara. Bem volá, é bem volátil. É, pronto, Karine vai vai voltar, tá? Ela vai sair e entrar de novo porque tá travado lá para ela. Achou que tinha caído para todo mundo. Falei: "Não, estamos aqui. Ela já tá voltando já, já. Eh,

59:10 então assim, são produtos, né, internacionais. Aí os reads tem algumas questões, alguns produtos, né, que para quem quer investir diretamente lá fora, né, né? Então assim, são opções que vão ser faladas aqui ainda, mas que hoje já tem uma certa facilidade, né? Antes para você investir no exterior é um negócio muito mais burocrático e agora tem várias corretoras aí que já facilitaram isso aí também. Mas esse daí é como se fosse tivesse no Brasil tem fundo eh que é o fundo tem o de papel e tem o estruturado ou não? Ou é só o prédio mesmo, por exemplo? É, os imóveis mesmo, não é? De Tem essa diferença também,

59:55 é, tem suas suas especificações assim, né? Mas mas ela vai trazer aqui também sobre o produto. Eu não sei se falar melhor, realmente não sei. E que produtos e que produtos que você gosta para dolarizar a carteira do cliente você faria? Então, o que é mais fácil, digamos assim, o acesso, né, são os fundos de investimento. São aqueles que a gente acaba fazendo com uma certa facilidade, porque é mais fácil até para explicar pro cliente a dinâmica, né? Mas tem fundos, vários fundos, né, multimercados, eh, que tem ali a oscilação do do câmbio também, não só dos ativos que estão decompondo. Então,

1:00:41 assim, tem uma certa variedade, né, tem uma variedade muito maior, na verdade, dentro de fundos, tá? Mas os ativos em si, os produtos, tem vários, só que aí a gente vai vendo assim de acordo o perfil que o cliente aceita com relação ao risco, né? Até para explicar para ele. Igual os ativos internacionais tem diversos. As treasuries, por exemplo, que é o tesouro norte-americano, é, eu acho, né, opção muito boa para quem quer um um uma segurança maior também até pelo ativo, né? Mas assim, eh, algumas pessoas ainda vê, coloca dificuldade, na verdade, né, em algumas coisas, ah, vou abrir uma conta internacional, ah, enfim, então acaba

1:01:28 acessando mesmo que tá mais fácil ali no aplicativo. Mas assim, eu acaba sendo muito fundos internacionais. Cóo, eu já fiz também aquele bidirecional, né, para que é mais curto, ele, se eu não me engano, são 2 anos ou três, então é um COI mais rápido também de acesso ao recurso, né? Não é tão longo. Eh, assim, os que eu mais fiz foram esses mesmo. A gente acaba fazendo mais. BDR, ele é ele é cotado em real ou em dólar? Não tô lembrado. Real. É real, né? Real. É, só o ADR que é cotado em dólar, certo? É, o ADR é tipo que um BDR, só que lá

1:02:15 nos Estados Unidos. É tipo um um é um investe tem as situações do patrocinados e não patrocinados, né? Eles investem em ações não americanas, né? É isso aí. A Vale, tem ADR lá fora, Petrobras, Petrobras, tem BDR de REITs, inclusive. Não sei se a galera sabe. Aí tem bancos que tem ações, por exemplo, da Vale, que aí eles fazem lá a custódia dessas ações, aí emite um certificado para negociar esse certificado lá e são chamados ADRs não patrocinadas, né? No caso, é quando é assim indiretamente, né? Não compra uma ADR. Ach, acho que uma uma ADR, né?

1:03:03 Eles fizeram a negociação na bolsa americana, se eu não me engano, esses tempos atrás. Como é? Oi. É, eles têm ADR. A XP que a XP fez uma ADR, eles abriram eh para fazer a negociação da das ADRs na bolsa americana esses tempos atrás, faz um tempinho. Acho que foi uma das primeiras empresas brasileiras. É, a Dr. ela é ela é negociada lá, né, lá fora. Então, pega empresas brasileiras que são negociadas na bolsa lá na NASA, né, e a BDR já é negociada

1:03:48 aqui dentro. Então, pega empresas lá for lá de fora, eh, Apple, enfim, Amazon, que são negociadas aqui na nossa bolsa. Então, a gente tem acesso, por exemplo, BDR, eu tenho acesso a empresas lá fora, de lá de fora, porém que eu possa comprar aqui no na minha bolsa, né? Não preciso não necessariamente abrir a conta lá no exterior para ter acesso a essas empresas. Então, acaba facilitando. Agora, Beatri, sua sua a questão, me perdoa que travou para mim aqui foi a sobre a XP que você falou. Eles abriram a para fazer a negociação de ADR na bolsa americana há um tempo atrás, se eu não me engano. Eu sei que

1:04:34 teve algum, eu acho que foi a XP mesmo, que eles foram os primeiros, o primeiro banco a fazer negociação na bolsa americana. Ah, que legal. Vou até pesquisar isso aqui. Não não sei, não ouvi falar, mas tem no bank também tem. A Nubo é a BDR aqui, né? Que ela é a DR suas ações listadas no mercado da lá na Nasdaq. É, mas o Nubank também tem uma ADR lá fora. Tem o Inter também. Ele parou de comercializar as ações dele no Brasil, só comercializa lá fora. Agora se tratando para um investidor, um cliente

1:05:22 conservador e dolarizar o patrimônio dele com fin de proteção, aí já expor ele pra renda fixa, né? mais ou menos, quem sabe crédito privado, renda fixa ou até mesmo só se expor mesmo a algum algum fundo que cambial, né, compre a moeda de fato. Agora para investidores eh arrojado já é esses ativos mesmo, BDR, ETPS. Deixa eu compartilhar o material. Eu acho ETF e BDR muito bom, cara, para Laris. ETF tem ETF de tudo aí, cara.

1:06:07 Verdade. Igual a gente tá falando no no o Ítalo citou ali um ETF ali, o ETF ele investe em renda fixa global. Então, tipo, você tá você tá completamente diversificado e, pô, tu compra na bolsa ali, vende rapidinho e tal, se for o caso, precisa abrir uma conta lá fora, né? Muito top, liquidez, top demais. Meu marido, ele ele faz pap também, é o Luan, ele ele era eh lá do Ion. Ele fez uma vez, tinha um cliente que tava querendo viajar pros Estados Unidos e aí ele fez um coi eh bidirecional, né,

1:06:53 que fala bilateral, que o cliente tanto se ele ele se o dólar subisse ele ganhava e se o dólar caísse ele também ganhava na variação do dólar. Eu achei muito legal quando ele falou sobre isso, que eu não fazia ideia que tinha produto assim no mercado. É, eu até comentei. Ele fez, ele fez no caso operação estruturada com opções, no caso, né? Com derivativo de opções, né? Não foi, foi o co mesmo. Coi, foi o COI mesmo que ele comprou, ele fez eh tinha um COI que era negociado no Itaú, que o cliente ganhava na variação do dólar, tanto se caísse como se subisse. É tipo um ganho garantido, entendeu? A gente viu numa outra aula sobre o índice

1:07:40 do bolsas americanas, algo assim, não era? Da máxima. Acho que é mais ou menos parecido com isso aí, não? Então, pelo que eu entendi, era só pela deixa eu pegar aqui para vocês. Mas o COI tinha parte de renda fixa, ele ele tinha alguma cláusula de de proteção, capital protegido, sabe dizer, Ebian? Não, isso daí eu posso perguntar para ele. Deixa eu abrir. O Luan é o Luan. O o seu marido é o Luan Ferreira. É mesmo. Gente boa, Luan. Ele é muito inteligente, eu ralo aqui para entender alguma coisa. Ele só de ouvir já pega as coisas. É o o Luan me deu uma ajuda aí, cara. E deu uma treinada aí numa entrevista.

1:08:27 da hora. Ele é vocês estão me ouvindo? Que ganha na baixa e ganha na alta é aquele ganha ganha, né? Deixa eu abrir para vocês aqui. Tanto na alta quanto na baixa. Ó, vou abrir para vocês aqui. É o co ganha co dólar bidirecional. Eu não vou ter a lâmina aqui, né? Queria ter a lâmina. Fala do material. Tá, mas eu tô abrindo aqui para eu ver se eu acho essa lâmina. Mais acho que alguma das aulas, gente, foi citado esse daí, viu, Beatriz? Foi

1:09:13 na foi foi teve mesmo. Falou, se eu não me engano era da XP, se não me falha a memória. Tem um tem um Bradesco também, tem um do Bradesco também que é coidola bidirecional. Só que assim, é porque eu não tenho material aqui. Eh, ganha na alta ou na baixa, só que tem que atingir um percentual lá. Então, exemplo, se atingir acima de 15% na alta, a partir do momento que foi aplicado ali, eh, aí quebra a barreira, entendeu? Aí ele ganha ou na baixa, mas assim, tem uns critérios, entendeu? Não é só assim, ah, se subir ou se cair, não. Tem que chegar num target ali. E aí

1:09:58 eu tô sem material aqui, mas tem várias casas estão trabalhando com este tipo de de de COI, porque acaba chamando atenção também, né? É um produto que é uma forma de dolarizar também, garante o capital e tem duas opções, não é só se subir ou se cair, porque é um movimento que pode acontecer eh em ambos as ambas as pontas aí. Tá aparecendo para vocês o material da aula aí na tela? Eu voltei, galera. Socorro. Que dificuldade. Meu computador, não sei. O meu Teams enlouqueceu enlouqueceu do nada, né? O meu tava travando aqui o tempo todo. Não sei se era a minha internet, mas eu acho que era o Team. Eu acho que é o Teu

1:10:45 eu tranquei de um jeito que eu não conseguia compartilhar com vocês. Eu não conseguia abrir a câmera de novo e foi uma loucura, mas tô aqui de novo. Tá. Onde é que tu Onde é que a gente para? O que que tu tava explicando? Z tava falando sobre a matéria? A os o ADR, BDR. Aí foi citado do coidola, né, da que é o bidirecional na alta ou na baixa, mas sobre os produtos aí eu compartilhei material, mas não cheguei a a acompanhar com eles. Tranquilo. Parou ali no rates ali, Karine. Belezinha. É, foi, foi. Deixa eu puxar aqui. Então, você tava falando de fundos cambiais, aí depois caiu, né? Aí tava finalizando para ir pro RS. Tudo ficou turvo e eu não consegui mais voltar. Pera aí, deixa eu

1:11:31 abrir aqui. S. Tá aparecendo para vocês? Sim. A tela do material tá sim. Tá [Música]

1:12:16 beleza. Certo? Então, só retomando aqui, eh, os fundos, né? Aqui tem gestão, aqui tem tarifa, tem taxa, tem tudo e mais um pouco porque é gestão ativa, tá? Aqui é pros clientes que querem gerir sozinhos porque é mais barato, é só comprar direto lá do do da bolsa de valores, né? A gente compra cotas dos ETFs. Antigamente era era lotes de 10 ETFs. Agora a partir de uma unidade só a gente já pode comprar. Alguém perguntou, acho que foi o Felipe, como que compra ETF? Você compra na bolsa, tá? Fundos dá para comprar através das corretoras. E qual que era outra pergunta? Como é que começava, Felipe a fazer esse tipo de

1:13:01 aplicação? Foi isso? Não, não foi que perguntei não, mas valeu a a dica, tá? Alguém perguntou ali antes de cair, eu tava vendo uma pergunta, como que começava, né? Depende do que que você quer usar, da ferramenta que você quer usar, tá? Aqui é para quem acredita que a gestão não funciona, tá? O gestor tá adivinhando, pode ser que dê certo, pode ser que não dê certo, ainda vai cobrar por isso. Quero comprar sozinho. Beleza, pesquisa um ETF que seja interessante, né? Que que acredite na tese e pode comprar as cotas sozinhos via home broker, tá? Eh, os fundos cambiais também é fundos, né? Tem o gestor, tem as taxas, né?

1:13:49 Alguém tá falando junto? Quer perguntar ou é um áudio que tá aberto? Alô. Não foi um áudio que tava aberto. Então tem gestão aqui, é gestão ativa, eh arbitragem sobre valores de moedas, tá? Moedas globais, vários tipos de moedas, mas principalmente a mais forte que é o dólar, tá? Tem para todos os gostos e para todos os bolsos também. Beleza? Vocês estão vendo fundos cambiais agora? Agora sim. Tá, então tá. Me avisa. Isso mesmo, gente. Vão me avisando, por favor, porque eu tava ali bem tranquila, achando que vocês estavam vendo a minha tela e vocês não estavam mais. Tá, tem taxa de administração, tem

1:14:36 taxa de performance, tem um custo aí por cima, mas é o custo de não ter que, tipo, por que que eu não posso comprar euro sozinha? Ué, pode. Mas aí vai ter que cuidar da, né? Qual que é o motivo da da compra da por qual motivo você tá comprando o euro? Por qual motivo você tá comprando a moeda chinesa? Por qual motivo você tá comprando o dólar? Tem gente que compra por motivo de viagem, tem gente que compra por motivo de n motivos, né? Mas se é para ganhar ali na oscilação do preço, o melhor é fazer através de um de um fundo que daí o gestor faz tudo, recolhe imposto, ninguém se preocupa com nada, né? Tem gente que gosta de, né? Não, eu faço eu mesma. Tem gente que não gosta de recolher imposto, então prefere aí eh a

1:15:21 praticidade dos fundos, tá? Eh, muitos clientes podem Oi. Em 12 meses ganhar 1.23 é sacanagem. É sim, mas não necessariamente o cliente precisa entrar nesse. É só um exemplo, tá? Mas sim, foi aqui nessa turma que teve uma oficina que eu eu dei um fundo para vocês que era ruim, tava rendendo muito mal. Foi aqui, não foi? Que vocês não queriam vender. Bemvind renda variável, né? Oi. Bem-vindo à renda variável. A renda variável varia, né? Varia, né, querido? Então, dólar foi isso aí. Não tem jeito. Então o fundo cambial ele vai

1:16:08 espelhar, né, a oscilação da moeda e vai espelhar a oscilação da moeda várias se ganhar ou se perder. Até rimou. É isso. É sobre isso, tá? Mas fundos cambiais são várias moedas, tá gente? Não é só uma, são várias juntas numa mesma cesta, tá? Os ratits, gente, rates, eh, perdoa o meu inglês aí, mas é o Real Estate Investment Trust. Ele é abreviação, né, ratites, ele é o equivalente a um fundo imobiliário nosso aqui, tá? Só que o mercado lá é muito muito muito muito maior do que o nosso, tá? Ali tem vários tipos de imóveis, galerias, lajes corporativas, apartamentos dos mais

1:16:54 variados, tem por localidade também, tipo assim, ah, eu quero investir em rit, sei lá, de Nova York, pode também, tá? E tem redes de hotéis, tem tudo

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