GEOGRAFIA explica tudo sobre Sensoriamento Remoto | JeanGrafia

Breve Resumo

Este vídeo aborda o sensoriamento remoto e os sistemas de informação geográfica (SIG), explicando como funcionam e suas aplicações. O sensoriamento remoto utiliza sensores em satélites, drones ou aviões para obter imagens da superfície terrestre, enquanto os SIG são programas de computador que processam dados georreferenciados.

  • O sensoriamento remoto capta a radiação refletida pelos objetos na superfície terrestre, que varia de acordo com o albedo (índice de reflexão).
  • Os SIG utilizam dados de latitude e longitude para mapear e analisar informações geográficas, auxiliando em diversas áreas como a ambiental, engenharia civil, arquitetura e agronomia.

Introdução ao Sensoriamento Remoto e SIG

O vídeo introduz os temas de sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica (SIG), destacando sua relevância em vestibulares e no ENEM, especialmente em questões de alta dificuldade. O sensoriamento remoto é definido como a técnica de obtenção de imagens da superfície terrestre por meio de sensores instalados em satélites, drones ou aviões. Os SIG são apresentados como programas de computador que processam dados georreferenciados em bases cartográficas.

Como Funciona o Sensoriamento Remoto

O processo de sensoriamento remoto é explicado detalhadamente, começando com a radiação solar que atinge a superfície terrestre e é refletida pelos objetos. Cada objeto possui uma característica de reflexão, medida pelo albedo. Objetos de cor branca refletem mais radiação (alto albedo), enquanto objetos de cor preta absorvem mais (baixo albedo). A radiação refletida é captada por sensores em satélites, que possuem um cone de foco para captar imagens em faixas da superfície terrestre. Esses sensores transmitem as informações para áreas de recepção, onde os dados são processados.

Tipos de Sensores e Imagens

Existem diversos tipos de sensores que proporcionam diferentes qualidades de imagem. Imagens do Google Maps, por exemplo, são mosaicos de imagens claras captadas por sensores remotos. O sensor Landsat oferece imagens com diferenças de cores que auxiliam na identificação de áreas de desmatamento (laranja) e áreas urbanas (vermelho) em meio à vegetação (verde). O Cbers, uma parceria Brasil-China, é utilizado para captar imagens da Amazônia. O Íconos oferece imagens de alta clareza, mas é mais caro. Drones também são utilizados para captar imagens, especialmente na agricultura, para identificar problemas na vegetação.

Sistemas de Informação Geográfica (SIG)

O SIG é um banco de dados georreferenciados que utiliza dados de latitude e longitude para mapear informações. Uma tabela é criada com dados de coordenadas geográficas (latitude e longitude) ligados aos objetos que se deseja mapear, como árvores. Esses dados são inseridos em um mapa, permitindo a visualização e análise das informações. Ao clicar em um ponto no mapa, informações adicionais sobre o objeto (nome, tamanho, idade da árvore) podem ser acessadas. O SIG facilita a organização e análise de informações do espaço geográfico, auxiliando na tomada de decisões em diversas áreas.

Aplicações e Softwares de SIG

O vídeo menciona alguns softwares de SIG, como o Arqugis, Spring (do INPE) e GVSIG. Explica que questões de prova podem confundir os conceitos de SIG, sensoriamento remoto e geoprocessamento. O geoprocessamento é o tratamento da imagem na área de recepção, sendo o sensoriamento remoto uma das fases desse processo. O SIG é utilizado para monitorar áreas de desmatamento, crescimento urbano e assoreamento de rios, além de ser aplicado na engenharia civil, arquitetura e agronomia. O uso de drones barateou o processo de obtenção de imagens, mas imagens de satélite ainda são insuperáveis em áreas maiores e com mais detalhes.

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Transcrição

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0:00 e para para pensar num tema top, aquele tema que o cara que vai prestar vestibular falou assim: "Ah, não, não acredito que caiu isso. Eu não vi na escola e muitas vezes o aluno não vê mesmo, porque é um tema bem técnico e muitas vezes é visto lá no primeiro ano do ensino médio, nos primeiros meses, na parte de cartografia e pode ser que apareça nos vestibulares de São Paulo, Festion, Unespicamp, porque a galera ali é mais chata, gosta de pegar alguns detalhes para selecionar. Ou pode ser que apareça no Enem lá, naquelas questões de TR alta que a galera tem que acertar pra nota, ó, subir lá em cimão.

0:45 Belê? Tranquilo? Então vamos pra aula. Eu vou falar de, olha aqui, sensoriamento. Já vai escrevendo aí. Remoto, sensoriamento. Remoto. Só isso já você vai falar: "Meu Deus! Não, ela completa. Vou falar também. Olha aqui, cara, do gis ou sig do sistema de informação geográfica. O sensoramento remoto é uma técnica de obtenção de imagens da superfície terrestre através de sensores instalados em satélite, em drones, em aviões.

1:33 Tranquilo? O CIG são programas de computador que vão processar dados georreferenciados em bases cartográficas. Gan traduz isso? Sim, vou traduzir. Vou traduzir em formato de desenho. Então, já anota tudo aí, ó. Já deixa like, já se inscreva no canal, divulga aí pra galera no WhatsApp, ó, para cima deles. Vem aqui, ó. Nós temos o sol. Presta atenção que nós vamos falar agora desse cara aqui, ó, do sensoreamento remoto. Remotamente, remotamente eu vou utilizar um sensor. E esse sensor vai tá instalado onde,

2:19 Jean? Vou falar de um satélite, mas poderia ser um avião ou um drone hoje. Vem cá. Eu tenho o sol, o solzinho lindo, maravilhoso. Aqui eu tenho a superfície, é onde eu vou captar a minha imagem. Aí eu vou colocar aqui, ó, uma arvorezinha, uma casinha. Geralmente vem assim nas provas. Vamos fazer mais uma arrvorezinha aqui bonitinha, tá, Jean? Você não fez o satélite ou o drone? Vou fazer, cara. Olha aqui. Então aqui eu tenho o satélite e esse satélite vai fazer uma relação direta com a radiação refletida do Sol

3:05 aqui pela superfície. Então vem cá. O Sol ele vai emitir o quê? Radiação. Essa radiação ela vai se chocar com os objetos em superfície. E cada objeto em superfície tem uma característica. A principal característica dessa relação aqui, ó, radiação e reflexão. Guarda essa outra palavrinha aqui, ó. Reflexão é o Albedo. Jean. Meu Deus do céu. Meu Deus do céu. Alberto Jean. Não é Albedo. Não é Alberto. Albedo. Que que é isso?

3:52 é o índice, olha aqui, de reflexão de um dado objeto. Dado objeto, vai anotando, maluquinho, em superfície. Então, dependendo da cor, olha aí a dica. você vai ter uma reflexão desse objeto de forma diferente. Então, por exemplo, por exemplo, se eu tenho branco, que que acontece? Reflete mais. O albedo é maior. Se eu

4:40 tenho a cor preta, o Albedo vai ser menor. Reflete menos. O preto tem capacidade de absorver mais energia, o branco uma capacidade maior de reflexão. Tranquilo, gente? É só fazer o teste. Sai com uma camiseta preta no sol e fica lá. Não vai torrar. Agora sai com uma camiseta branca. É suave na nave. Bate aqui, reflete. Você fica tranquilão. A maior parte das camisetas de escola são brancas, tá? Imagina criança lá do terceiro ano do fundamental correndo igual um louco no intervalo suado. Imagina se fosse uma camiseta preta, que terror seria, tá? Então isso aqui vai influenciar na

5:25 quantidade de radiação que vai ser irradiada, que vai ser refletida pelos objetos em superfície. Então, ó, a radiação vem, ela bate nos objetos. Bateu, bateu, refletiu, vai refletir e vai ser captada pelo satélite. Não, não vai ser captado pelo satélite. O satélite está lá, né, suave na nave, dando rolezinho dele, né, em órbita, mas ele tem um sensor, tá vendo aqui, ó? sensor. Esse sensor

6:11 ele vai ter uma um cone de foco, né? Vamos pensar. Ele vai conseguir captar isso aqui. Cone deamento. Vamos traduzir isso. Então, essa é a largura que ele vai conseguir captar as imagens na superfície terrestre. Então, se ele vai andando no planeta, vamos pensar lá na em órbita, ele vai fazendo isso aqui, ó. Então essa faixa ele vai captando, tranquilo? Por isso que você vai ter vários satélites fazendo isso. Satélites que vão estar, por exemplo, na região amazônica fazendo todo esse processo de captação dessa imagem. Se você vê a quantidade de funções que hoje tem o sensoramento remoto para estudos, principalmente na

6:57 área ambiental, é gigantesca, tá? Então vem cá, esse satélite recebe essa reflexão e o sensor vai captar essa paradinha. Captou vossa mensagem. E aí, G, o que que ele faz? Ele vai transmitir, presta atenção aqui, ó. ele vai transmitir para uma área de recepção. Então, nós temos aqui uma área de recepção, né, uma anteninha parabólica aqui. Então, ele está transmitindo agora as informações, transmitindo

7:43 as informações que ele captou para uma área de recepção. essa área de recepção, eu vou falar que aqui tem um SIG, um sistema de informação geográfica. Mas guarda isso aqui, guarda. Volta aqui. Esses sensores, gente, presta atenção. Você tem vários tipos, vários tipos de sensores. Sensores que vão nos proporcionar uma imagem mais clara da superfície terrestre. Então, por exemplo, aquelas imagens do Google Maps que você tem bem claras, claro que aquilo é um mosaico de de imagens captadas por sensores remotos, né? Então, tem vários tipos de sensores, tem um tratamento da imagem, mas aquela imagem é proveniente disso aqui. Então,

8:30 você tem uma clareza dos objetos em superfície imagens que são menos claras, mas com objetivos mais específicos. Por exemplo, o sensor Landsat. O Landsat vai te dar o quê? Diferença de cores, por exemplo. Então, você tem uma área de mata, tá verde, dentro dessa área de mata, você tem uma área ali pintada de de laranja. Essa área pintada de laranja quer mostra que ali tem algo diferente, que pode ser um desmatamento. E próximo dessa área verde tem uma área vai vermelha. é uma área urbana, tá? Então você tem satélites que dão mais fidelidade na

9:17 imagem, como se fosse uma fotografia mesmo, e você tem satélites que vão dar diferença de cores e tal, é menos, vamos falar assim, clara a imagem. Aí vem um cara estudando para entender toda essa dinâmica. G me fala alguns tipos de sensores. Sim, o Cbers é um deles. É uma parceria Brasil China, tá? E o Brasil lança esse satélite às vezes aqui, às vezes lá na China. E você já tem vários níveis, né? Cbers 1, CBers 2, Cbers 3. E é, cara, uma parceria muito legal entre o Brasil e a China para fazer captação de imagens. O CBERS, por exemplo, capta imagens da

10:03 Amazônia. Fica ligado nisso. Pode ser que apareça aí nos vestibulares tradicionais. Ó, outro, como eu falei para vocês, é o Landsat. Landsat já tá no sete, se eu não me acredito, já tem uma família aí gigantesca e é muito utilizado em pesquisas ambientais, porque o objetivo dele é bem claro. E o objetivo e a imagem não é tão cara, por exemplo, como um íconos. O íconus é um sat é um sensor que vai te dar uma clareza maior na imagem. É aquelas lá do Google, algumas delas são íconos. Isso aqui é uma imagem muito cara. Tem que se investir muito dinheiro para obter aí uma imagem dessa para fazer os seus estudos. Isso aqui

10:50 simplesmente é uma imagem, gente. Uma imagem. Ela vai te dar informações no momento que você utiliza um SIG, que eu vou explicar. Pode ser satélite, pode ser um drone hoje em dia, pode ser um avião fazendo esse essa captação que aí eu vou chamar de aerofotogametria, tá? Então o avião vai fazendo esse papel de tirar fotos aí do espaço geográfico, mas isso aqui é muito caro. Hoje se utiliza muito drone, principalmente na agricultura, fazendo, tirando essas fotos de lavouras para identificar áreas onde a vegetação tá com algum tipo de problema, né, com doenças e tudo mais.

11:35 Belê? Tá, G? Quando eu falo de SIG, como eu falei para vocês, sistema de informação geográfica, tá J? Então, o que que é um banco de dados georreferenciados? Então, eu vou pegar aqui, ó, vou criar uma tabela. Nessa tabela, presta atenção, vai constar dados de latitude e longitude, que são nada mais nada menos que as coordenadas geográficas. G, eu não sei o que que é isso, tá? Então, ó, velhinho, estuda latitude e longitude porque é importante e pode ser que apareça nas provas. Esses dados vão ter vão estar ligados àquilo que quer se mapear. Então, por exemplo, eu quero

12:22 mapear a quantidade de árvores aqui. Então, eu vou pôr assim, ó. Árvore um, latitude, longitude. Árvore 2, latitude e longitude, tipo latitude 20, longitude 60. Tudo bem? Aí eu jogo esses dados aqui nesse mapa que foi captado aqui. Então eu tenho o mapa, o mapinha lindo, maravilhoso aqui, ó. E aí, a partir de um sig, eu jogo esses dados aqui. O que que vai me vai me aparecer? Bolinhas. Vamos pensar que eu escolhi bolinhas. Então, ele vai mostrar que tem duas árvores nessa região. Aí, que que eu posso? Eu posso clicar aqui e

13:08 criar mais informações que pode estar nesse banco de dados. Então eu crio aqui, ó, o nome da árvore, o tamanho da árvore, as, né, a, no caso aí se tá, se tem x anos, isso são outras informações. Então, quando eu estou nesse sistema de informação geográfica, eu quero informação dessa árvore, eu clico aqui e aparece. Então, visualmente me auxilia e me auxilia demais no QG, pelo amor de Deus, me explica. Eh, em eu entender as informações do espaço geográfico, né? Eu consigo sistematizar todo esse processo, facilita a minha organização e

13:53 análises. Eu tenho o mundo na palma da mão a partir de um sistema de informação geográfica. Vou te dar alguns exemplos aí de programas. O Arqugis, tá? O Spring. O Spring, gente, é legal que é do IMP. IMP, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Instaladas em Camp São José dos Campos, que é uma região de um tecnopolo. Eu tenho também, olha aqui, o GVSIG. GVSIG. Tá, G. Como cai nessas bendita prova esse rolê? você explicar a funcionalidade do sistema de informação geográfica ou muitas vezes ele vai

14:40 querer te confundir, vai te falar: "Olha, isso aqui e isso aqui é a mesma coisa. Sistema de informação geográfica e sensoramento remoto é tudo igual. geoprocessamento, geoprocessar a imagem. Cara, isso aí você vai estar fazendo um tratamento dessa imagem numa área de recepção, não é sensamento remoto. Sensionamento remoto é uma das fases de um processo de geoprocessamento. Isso aqui é muito utilizado para haver área de desmatamento, crescimento urbano, assoreamento de rios. Olha que legal. É utilizado na engenharia civil, na arquitetura. muito hoje na arquitetura. É utilizado demais na agronomia, principalmente pelo barateamento no momento que você tem o

15:28 drone substituindo aí as imagens de satélite. Mas claro, se você quer uma área maior, mais rica em detalhes, não se compara. Uma imagem de satélite é insuperável em todo esse processo. Beleza, pessoal? Ó, ó, ó. Dá o print, dá o print. Belê? Anota tudo, assista essa aula de novo. Semana de vestibulares aqui. Foi Fest Nespicamp ou lá no Enem, uma questão de Tri alta, é uma questão técnica lá da cartografia, lembra disso, tá? Todo esse todo esse emaranhado de coisas aqui é uma ferramenta da cartografia para você fazer uma leitura de mapa muito mais assertiva.

16:15 Cara, suave, né? Show de bola. Olha aqui, gabaritagel.com.br é minha plataforma. Vem estudar com a gente, cara. A única plataforma especialista em vestibulares de São Paulo nas ciências humanas, tá? Então não tem só eu de professor de geografia, tem o Silvester, tem o professor Rodrigo Baglini na história, cara, tem aulas de filosofia e sociologia. Vai perder chance não. www.gabaritagel.com.br. E estamos junto, pessoal, para cima deles, hein, Gabarita Gel. Abraços. เฮ [Música]

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