Transcrição completa de “5º Encontro Formativo MULTILab 2026: GESTÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA”. Clique em uma marcação de tempo para abrir o vídeo naquele momento. Precisa de outro vídeo? Use o gerador de transcrição do YouTube.
1:23 E já estamos ao vivo. Ao vivo. vem com a gente no quinto encontro formativo do projeto Multilab UFP. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas, meu boa noite especial. Aqui quem está falando é a professora Dra. Alessandra Lopes Castelini, coordenadora do projeto Multilabuí. Talvez para aquelas pessoas que não estejam me vendo nesse momento, vou fazer a minha autodescrição. Eu sou uma mulher de pele clara que tem os cabelos castanhos até a altura dos
2:08 ombros. Nesse momento eu estou utilizando alguns acessórios como brincos, uma maquiagem e estou vestindo aqui a camisa do Educar para a Equidade, o nosso curso de formação. Já estou aqui vestida já com a camisa do nosso curso e eu estou sentada no meu escritório da minha casa. Atrás de mim tem uma estante com livros e pode ver também o banner do projeto Multilab UF. Sejam todos muito bem-vindos para o quinto encontro formativo do projeto Multilab. E hoje é dia de receber uma convidada super
2:53 especial. daqui a pouquinho eu vou chamar ela, ela já está aqui nos bastidores para falar sobre educação especial e inclusiva, desafios da gestão e docência. Como que está, será pensar essa educação inclusiva na escola envolvendo todos os profissionais que atuam nas escolas? E eu quero começar dando meu boa noite especial. Eu quero ver o pessoal que está aqui no chat, minha gente, mas tem tanta gente aqui nesse chat. Tem tanta gente aqui. Eu quero ver quem chegou cedo para dar gente, tem gente que deu boa tarde. Tem gente que chegou à tarde dando boa tarde pra professora. Boa tarde, professora Alessandra. Olha só,
3:40 né? A Deus dando boa tarde pra professora. chegou, foi cedo. A Francisca Rosa, boa, agora já é boa noite. Boa noite, Marcilene. Boa noite. Boa noite, Valmir. Boa noite. Pessoal que tá chegando aqui agora. Pessoal que tá no Instagram, vem para o YouTube. Ó, estou aqui com a plaquinha do YouTube. Vem para o YouTube que hoje é dia do quinto encontro formativo do nosso curso. Boa noite. Tem o pessoal de Pernambuco, tem o pessoal de Teresina, Solimar, de Teresina, Piauí, tem a Dayane de Picos, tem a Gelsimar
4:25 de Bocaina no Piauí, tem o pessoal de Santana do Piauí, tem pessoal de Belém do Piauí, Picos. Deixa eu ver. José de Freitas, Piauí. Olha só que legal. Que legal. Tem o pessoal está chegando aqui do Ceará, Pernambuco. Gente do céu, é muita gente. Boa noite. Boa noite, Arraial, Piauí. Manda já essa live. Manda lá no grupo das amigas, manda já lá. Pessoal de Altos, Campo Grande do Piauí, Auto Longar, boa noite, Barra Mansa, Rio de Janeiro, bem-vinda. Seja muito bem-vinda aqui nossa atividade.
5:12 Salvador, Bahia, Oeiras, deixa eu ver. Inuma, Piauí, Gincel. Coloca aqui da onde que você está vendo a professora Alessandra, que a professora Alessandra já vai já marcar você aqui. Pimenteiras, olha que legal. Pará, São Pedro, Timon, Maranhão, Aroeiras do Itaim, mas tem gente de tudo quanto é lugar. É isso. Olha que coisa boa. Alagoas, São João da Canabrava, eh, Firmino, alguma coisa. Fir são de Deixa eu ver, espera aí. Firmino do Ceará, eu acho que é isso. Bom Jesus, Salvador, Quixadá. Olha que maravilha. Eu estive em Quixadá esses dias, ó, lindeza.
5:58 Olha aí, ó. Estância Velha, Cleonice, que saudade de você. Seja bem-vinda lá, Distância Velha, Rio Grande do Sul. Maravilha. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindos nessa, mais um encontro do projeto Multilab, do curso Encontros Formativos do Educar para a Equidade. Pessoal aqui, ó, da Reserva Indígena de Pernambuco. Olha que legal. Sejam muito bem-vindos. Muito bem-vindos. Matias Olimpo, Aninha, bem-vinda. Aninha, seja muito bem-vinda. Zeneida Salgueiro. Nossa, gente, tem muita gente aqui. Agora é
6:45 hora de chamar os amigos. Chama todo mundo para vir participar. Vou pedir aqui paraas minhas ajudantes, já coloca lá no grupo, estamos ao vivo. Venha paraa live, venha parcipar das nossas atividades. Quero dar as boas-vindas a cada um e a cada uma que está aqui com esse seu tempo precioso para participar do quinto encontro formativo. Chegamos à metade do nosso curso. O nosso curso é de março até dezembro, um encontro por mês. E já estamos no quinto encontro formativo. E o desafio da nossa live, do nosso encontro, tira aí, ó, uma foto, tira um print dessa live, coloca lá nos teus
7:30 stories, lá no Instagram, marca o projeto Multilab, você, vamos replicar a sua publicação, tá? Coloca lá que a professora depois vai marcar. Tira uma foto bem bonita da professora e põe lá. Estou assistindo o projeto Multilábio, quinto encontro formativo. Combinado? Eu sou a professora Alessandra, coordenadora do projeto do projeto Multilab, que é uma rede de estudos das infâncias e práticas pedagógicas em prol das diversidades, inclusão e acessibilidades. Esse projeto é vinculado à Universidade
8:15 Federal do Piauí. Já vou pedir para vocês fazerem a sua inscrição aqui no canal. Você já é inscrito no canal? Já deixa o seu joinha aqui no canal no projeto Multilab. Eu vou saber aqui que você deu o teu joinha pra professora e vou saber também que quando você se inscreve no canal você é avisado cada vez que começa uma programação. E também seguindo nas redes sociais do projeto Multilab vinculado à Universidade Federal do Piauí. Hoje nós estamos aqui no campus de Picos e nós estamos também com os nossos
9:01 parceiros. Então o projeto Multilab tem vários parceiros aí do projeto Multilab, de outras universidades da ESP, da universidade da Unicentro do Paraná, da Federal do Rio Grande do Sul, do Politécnico de Leiria em Portugal. Temos também os nossos parceiros aqui da cidade, a PAI de Picos, o Comud, temos também eh parceiros do CESC, da Secretaria Municipal de Educação de Picos, a AM a AM a AMA, que é a Associação dos Amigos eh dos autistas. Temos também a Nona GRE, que é a nona gerência regional de educação vinculada à SEDUC, é parceira do projeto Multilab.
9:49 a Apasp, que é a Associação dos Surdos, o grupo Sinalizar, a APAI, que eu já falei, e entre outros são parceiros do projeto Multilab, que no ano de 2026 tem como tema educar para a equidade. Nós acreditamos que é preciso de educar para a equidade, para uma educação mais inclusiva, para pensarmos em uma comunidade que acolhe, que inclui a todos, a todas as pessoas, sem deixar ninguém para trás. E você já fez a sua inscrição? Eu sempre vou perguntar, já fez a sua inscrição?
10:34 Porque para ficar nesse curso, para ter certificação, é preciso fazer a sua inscrição. Então, eu já deixei aqui para vocês aqui no chat, já temos aqui as nossas inscrições. Vou colocar aqui novamente aqui para vocês aqui no chat. Vou deixar aqui, ó, para quem ainda não fez a sua inscrição, faz a sua inscrição para receber a sua certificação de 120 horas. Lá em dezembro vai ter o certificado, vai receber esta certificação, tá bom? E para quem quiser ainda as camisas do educar para
11:22 equidade, temos ainda algumas unidades, não são todos os tamanhos. Quem quiser a camisa do Educar para Equidade, manda lá pra professora: "Quero a camisa". que a professora vai mandar para você o link para você fazer o teu o teu pedido para ver se tem o teu tamanho e a gente envia para o Brasil todo a camisa do educar para a equidade. Já deu o nosso tempinho já aqui do Instagram. Eu vou finalizar a live do Instagram. Vem para o YouTube que é aqui onde tudo vai acontecer. Encerrei agora. Aqui devidamente
12:08 encerrada a nossa live lá no Instagram. E agora é tempo aqui da gente ter esse papo reto diretamente aqui com vocês. Com vocês. E também quero falar dos nossos livros, o livro Manual do Profissional de Apoio, o livro Guia Prático para Incluir. Esse final de semana estivemos lá em Fortaleza, no Ceará, levando o nosso livro lá no Encontro da psicopedagogia do Ceará, levando guia prático para incluir estudo de caso para IPI e também o manual do profissional de apoio escolar. Se você quer adquirir o teu livro, quer receber o livro
12:56 autografado pela professora Alessandra, manda uma mensag, uma mensagem aqui para a professora que você vai receber os livros, a gente envia por correio, também paga ali uma taxinha e recebe na sua casa os dois livros, ó, num kit especial e a gente envia para todo o Brasil. E vem uma novidade por aí que é o férias com o Multilab. Vocês já sabem, janeiro e julho tem férias com o Multilab, uma programação especial que a gente faz para aquelas pessoas que querem aproveitar as férias para fazer cursos, oficinas e para se aperfeiçoar.
13:43 Então nós vamos ter sim o multilab de férias. E o Multilab de férias começa já dia 14 de julho. Um curso totalmente online, um intensivão do dia 14 ao dia 30 para falar de educação inclusiva na prática. Estudo de caso PAEE PEI. Um curso com 120 horas de formação. Todo mundo convidado para participar. As aulas vão ser gratuitas aqui pelo YouTube. Nós vamos ter uma taxa para quem quer ter acesso aos materiais. Mas o curso totalmente online. Aqui as aulas todas pelo YouTube do Projeto Multilab, sempre às 19 horas e com vários temas
14:30 que nós vamos trabalhar, inclusive com o trabalho dos cadernos pedagógicos do MEC. Então, se você quer garantir a sua inscrição, quer participar desse curso, quer estar com a gente aqui nesta atividade, um curso totalmente voltado, né, para o trabalho com a portaria eh 421, vamos trabalhar com os novos decretos. Já vou deixar o link já aqui para vocês, para quem quiser fazer a sua inscrição e garantir a sua vaga. Dia 14 nós iniciamos. E por que que vai ter curso de férias, professora? Vai ter curso de férias agora. Olha, a Jaque já fez a sua
15:15 inscrição, a Jaque já garantiu. A Jaque diz que ela tem todos os certificados do projeto Multilab. Ó, Jaque, ó, Jaqueline Maravilhosa, maravilhosa, tá em todas e tá aprendendo, tá sempre atrás de formação. Por quê? Porque ela é uma pessoa comprometida, engajada e que quer fazer a diferença. É uma expert diretamente do Uruguai e com a gente aqui trabalhando com educação inclusiva. E por que que a formação continuada é tão importante? Porque é por meio dessa formação que a gente vai ter, vai abrir caminhos para uma comunidade cada vez mais inclusiva. E por falar em educação especial e educação inclusiva, nós
16:03 sabemos que a sala de aula está cada vez mais diversa. Nós sabemos que hoje temos muitos desafios quando se fala em inclusão. A sala de aula mudou. A escola mudou. E será que essa escola realmente está preparada para receber os nossos estudantes? Foi pensando nisso aí, ó, recentemente saiu a portaria 421, uma regulamentação dos novos decretos da educação inclusiva de 2025, da nova política da educação especial. Tivemos aí, ó, semana passada o lançamento no dia 30 de junho dos
16:50 cadernos pedagógicos do MEC. Olha só, 14 cadernos pedagógicos. E nesses cadernos pedagógicos aqui, tratando várias temáticas desses cadernos, o que que aparece aqui, né, desses volumes? falando da política da educação especial, falando do AEE, da documentação pedagógica, das práticas inclusivas, das tecnologias, as práticas aos estudantes com autismo, para os estudantes com altas habilidades ou superdotação, para os estudantes com deficiências sensoriais, as infâncias e a educação especial inclusiva, práticas de alfabetização e letramento, o AE no
17:39 ambiente hospitalar e domiciliar, educação inclusiva é a intersetorialidade, educação inclusiva o profissional de apoio escolar. E o último caderno, que é o caderno 14, é sobre gestão escolar inclusiva. Olha só, peguem aqui, gestão escolar inclusiva. Quem ficar até o final hoje desse encontro, vou mandar para vocês em PDF esse caderno, gestão escolar inclusiva. Esses cadernos, todos eles, nós vamos estar estudando eles agora no nosso curso de férias. Vamos estar trabalhando com esse material, mas hoje nós vamos
18:26 falar com uma expert inclusão. Ela que tem aí toda uma formação voltada para a educação. que é licenciada em ciências biológicas pela Universidade Estadual do Piauí, especialista em atendimento educacional especializado em língua brasileira de sinais em Libras, psicomotricidade, biologia vegetal. atua há mais de duas décadas na educação pública com experiência na docência, na formação de professores, na gestão educacional e na implementação de políticas públicas voltadas à educação
19:12 especial e inclusiva. Atualmente ela é gerente da educação especial da Secretaria de Educação da Educação do Estado do Piauí, da SEDUC Piauí e coordena ações de fortalecimento da política da educação especial inclusiva na rede estadual de ensino de todo o estado do Piauí. E a sua atuação, ela envolve tanto a implementação como o monitoramento do AEE na formação continuada de profissionais da educação, na articulação intersetorial, a implementação de recursos de acessibilidade, acompanhamento dos centros de atendimento especializado
19:58 e também no desenvolvimento de programas e projetos voltados à garantia do acesso da permanência da participação e da aprendizagem dos estudantes público da educação especial. Ela é palestrante, formadora nas áreas de educação especial inclusiva, acessibilidade, atendimento educacional especializado, educação bilíngua de surdos, tecnologias assistivas, desenho universal para aprendizagem, direitos da pessoa com deficiência e políticas públicas educacionais, contribuindo para a construção de práticas pedagógicas inclusivas e para o
20:44 fortalecimento de sistemas educacionais cada vez mais inclusivos. É com muito orgulho, é com muita eh com muito respeito, com muita honra que nós chamamos pro palco do projeto Multilab a professora Vivien Maria Cort Veloso. Ela que é aí a pessoa mais capacitada para falar de inclusão aqui, que trabalha com todo o estado do Piauí. Seja muito bem-vinda ao palco do projeto Multilab. professora, seja muito bem-vinda. Que alegria te receber aqui.
21:30 Quero falar em nome do secretário de educação do estado do Piauí, dizer assim da nossa alegria dessa parceria com a Universidade Federal do Piauí e de recebê-la aqui, a senhora que tem acompanhado e implementado projetos de inclusão em todo o estado. Muito obrigada professora. >> Boa noite. Eita, professora Alessandra encheu minha bola aí. Responsabilidade grande. Boa noite. Boa noite a todos e a todas. Fazer aqui minha autodescrição, né? Sou uma pessoa de pele branca, tenho os cabelos com estchas louras, né?
22:15 Um pouco abaixo do ombro. Uso um óculos. Estou com um batom vermelho bem escuro, usando uma blusa marrom. Estou sentada aqui na sala da minha casa, atrás de mim, uma parede branca, né? E eu quero agradecer, professora Alessandra, pelo convite, por essa oportunidade de de poder conversar com pessoas que, assim como eu, acredito principalmente na educação. E é sempre uma alegria, né, de participar de espaço de formação, principalmente quando nós vamos reunir pessoas que acredito que a educação pode transformar vidas, não é isso? E eu quero até começar fazendo um convite, né? Durante os próximos minutos
23:03 nós vamos esquecer por um instante, professora Alessandra, o cargo que nós ocupamos, né? O cargo que você que tá nos assistindo ocupo, sejam gestores, sejam professores, sejam coordenadores, sejam profissionais da educação especial, né? Eu quero apenas que vocês pensem como educadores. Vamos fazer esse esse combinado nessa noite, né? E aí eu quero eh conduzir vocês com uma pergunta, né, com eh que vai interessar a todos nós. O que faz uma escola ser verdadeiramente inclusiva, né? E eu não quero perguntar eh eh eu não quero responder essa pergunta sozinha, nós vamos construir juntos.
23:51 Tá bom? Então, esse é o nosso combinado, né? Eh, começando aí, né? O que faz uma uma escola ser inclusiva? Aí pode, professora, colocar já até os >> os nossos slides, né? >> O que faz essa escola ser inclusiva. E para começar aí essa reflexão, eu quero apresentar para vocês essas duas escolas. Vocês vão acompanhar aí pelos slides. Coloquei a escola A e a escola B. Na escola A nós vamos ter sala de recursos, nós vamos ter professor de AE, as tecnologias assistiva, vamos ter profissional de apoio escolar,
24:38 intérprete de Libras, né? Mas e e mas aí o estudante tá sozinho. Vocês estão vendo aí o estudante sozinho. Tem tudo isso aí, mas o estudante está sozinho. Já na escola B, né? Na escola B não tem muitos recursos, não tem sala de de recursos, nem tem tantos profissionais da educação especial inclusiva. Mas aí nessa escola B, ela tem planejamento, ela tem um gestor que acompanha e ela tem um estudante que participa. Então aí eu lanço a pergunta para vocês. Qual dessas escolas é mais inclusiva? A escola A ou escola B?
25:24 Percebem aí a diferença? Nós costumamos acreditar, associar que a inclusão ela é é associada à quantidade de recursos que existem na escola, tanto recursos humanos como equipamentos, né? Mas os recursos eles são apenas os meios, né? Eles são necessários, claro, né? Mas eles, mas talvez eles não garantem totalmente a inclusão. Por quê? Porque a gente pode estar olhando pro lugar errado, né? Porque a a inclusão ela não acontece de um dia para o outro, o que garante que uma a inclusão é a forma como a escola trabalha,
26:12 é a cultura da escola. E isso nos leva a um próximo ponto, né, que a inclusão ela não é um evento, a inclusão ela é um processo. Então a gente pode existir, ver a diferença dessas duas escolas e a gente pode tá vendo aí que na escola B esse aluno tá bem mais incluído do que na escola A, que tem mais recursos, né? E isso leva essa reflexão pra gente de que a escola, de que a inclusão ela é um processo e depende de mudança, da mudança da cultura da escola. Isso isso leva um tempo, não é? Essa essa escola ela ela não
26:57 necessariamente vai garantir só a matrícula. Claro que a gente comemora a matrícula, né? A gente comemora a matrícula. E sempre bom ter aumentado essa quantidade de matrícula, mas o aluno ele precisa trilhar todo esse caminho da matrícula pro pro paraa permanência, paraa aprendizagem e o pertencimento, né? A matrícula garante ali o acesso, mas esse acesso ele não basta, né? Depois nós precisamos garantir que o aluno tenha participação, depois a aprendizagem e por fim o pertencimento. Ele tem que se sentir,
27:44 sentir que faz parte daquela comunidade, sentir que faz parte da escola. O estudante, ele pode frequentar todos os dias a escola e ainda assim ele achar que aquele lugar não pertence a ele, que ele não pertence à aquele lugar, né? Então, uma uma escola inclusiva é aquela que o que o estudante diz: "Eu pertenço a este lugar". Ele se sente pertencente a este aquele lugar, né? Nós comemoramos quando o aluno consegue a matrícula, mas a matrícula vai abrir a porta e nós temos também que garantir que ele trilhe todo esse caminho de participação, aprendizagem e pertencimento. E aí surge
28:30 uma pergunta muito importante. Como é que nós vamos fazer pro estudante passar por esse caminho, trilhar por esse caminho? E aí eu gosto de responder essa pergunta com uma metáfora da ponte. Eu gosto muito desse dessa desse dessa dessa imagem, né? Vocês vão imaginar dois lados. De um lado tá o estudante com a sua história, né? Com a sua necessidade, com as suas potencialidades, né? Com e do outro lado dessa ponte tá a aprendizagem, tá? a autonomia, tal desenvolvimento. E nessas duas imagens aí tem uma ponte
29:17 e essa ponte a gente chama de inclusão. E aí vem uma pergunta bem importante aí para vocês. Na opinião de vocês, quem constrói essa ponte? E aí vocês vão refletindo. Talvez alguns de vocês aí tenham pensado imediatamente quem constrói essa ponte, o professor do AE. Outros pode até pensar, quem constrói essa ponte é o gestor, mas a resposta é outra. Quem vai construir essa ponte aí são todos, todos que fazem parte daquela escola, né, da família, do estudante. Então são todos. Cada um vai botando uma
30:03 peça e vai ajudando, né, colocando um pedacinho dessa ponte paraa construção dela. O gestor vai lá e organiza o processo da gestão. O professor da sala comum vai ensinar. O professor do AE vai eliminar as barreiras, o profissional de apoio vai promover a autonomia desse estudante, o interérprete vai garantir a comunicação e aí quando todos trabalham juntos, essa ponte fica firme, né? E o estudante consegue atravessar essa ponte. E essa ponte aí ela vai sendo construída diariamente na escola, né? E quem é que vai colocar essas peças aí? Todas essas peças, esses pedaços da ponte.
30:50 E é justamente aí onde aparece o maior equívoco da educação especial, né? O maior mito da educação da da educação especial, da inclusão, de achar que a inclusão é responsabilidade do do AE. Talvez vocês já tenham escutado, né, que o quando um estudante com deficiência chega na escola, muitos dizem: "Ah, isso aí é com AE", né? Mas o atendimento educação educacional especializado não é não é isso, não é responsável por tudo. Ele é um serviço, né? Ele é importante, muito importante na escola e essencial, digo, né? Mas ele não substitui a escola.
31:39 Quem ensina o currículo é o professor da sala comum, né? Quem organiza os processos é a gestão. Quem inclui é a escola inteira, não é somente responsabilidade do AE. E aí nós vamos aqui passando, né, para ver como é, como se dá, né, esse processo de inclusão, essa construção da inclusão de uma da da escola inclusiva, né? A gente, eu gosto de imaginar aí trazendo esse outro slide para vocês dessa rede, né, entendo como o imaginar a escola como uma grande rede. Tá aí o estudante no centro. né? E tudo
32:26 gira ao redor dele. Ele fosse o solzinho, o sol do planeta escola, né? Eh, desse universo escola, né? Tudo vai girar ao redor dele. O professor, né? A o coordenador, o professor de AE, o profissional de apoio, se ele tiver, a equipe multiprofissional, a família, né? profissional de apoio e ninguém aí trabalha sozinho. Cada um vai botando a sua pecinha nessa construção dessa ponte. Cada um vai ajudando, não isoladamente, mas fazendo parte dessa rede. Porque quando o profissional aí ele trabalha isolado,
33:13 essa inclusão ela perde força. E quando todos trabalham juntos, o estudante percebe isso, ele aprende muito mais, ele eh ele observa, né, como ele como ele tá pertencente a essa rede, como ele pertence a isso aí, né? E quando nós observamos que essa rede, né, percebe que todos são importantes, isso garante que todos vão ter uma responsabilidade. E aí que nós vamos começar falando aí do papel da gestão, né, que é o nosso tema são os desafios, né, da gestão e da
33:58 docência aí no processo de inclusão da um processo de educação especial inclusiva. Eu queria fazer uma uma pergunta particular, principalmente para quem é gestor, que nós temos gestor assistindo. que amanhã você chegasse na escola, né, que vocês estão como gestores, né, uma escola completamente nova, qual seria a sua primeira decisão ao chegar na escola? Muitos aí poderiam até pensar: "Ah, eu vou comprar equipamentos, eu vou conseguir recursos, talvez, né? Eu hoje, né, assumindo uma escola, eu pensaria diferente, eu responderia diferente,
34:46 eu começaria construindo uma cultura inclusiva na escola, né? Porque os, como a gente falou, equipamentos ajudam, os equipamentos, recursos são os meios, mas a cultura é que transforma. o o gestão inclusiva, né, quando ela conhece seus estudantes, ela planeja, ela forma os professores, ela organiza os recursos, ela replaneja. Então, a construção dessa dessa dessa escola, conhecer o estudante, organizar recursos, promover formações, acompanhar os resultados, né, o monitoramento disso
35:33 e um replanejamento sempre, né, de de desse processo. Então, a inclusão ela não acontece por acaso, ela precisa ser organizada, ela precisa ser planejada. E e mas existe aí uma verdade, né? Uma verdade nisso, que nenhum gestor ele consegue construir uma uma escola inclusiva sozinho, né? E quem transforma planejamento e aprendizagem é o professor. Por isso, nós precisamos agora falar um pouco da docência, né? Aí vem os desafios da docência.
36:18 Quem nunca ouvi um professor dizer: "Professora, eu nunca trabalhei com aluno com deficiência e sempre que eu escuto essa frase, eu penso: "Na verdade você já trabalhou, né? Porque toda sala de aula é diversa". E foi até as palavras da professora Alessandra, né, que ela diz, a sala de aula está cada vez mais diversa, né? E aí é que entra o papel do professor. E eu gosto sempre de lembrar que nenhuma política pública ela entra sozinha na sala de aula, né? Quem transforma essa política em aprendizagem
37:05 é o professor, né? E isso exige um ciclo permanente. Conhecer, né, que eu apresento aí para vocês, conhecer o estudante, planejar, que é uma das palavras chaves da inclusão, planejamento, a execução, executar, [limpando a garganta] né? Aí vem, né, monitorar, porque é importante a gente fazer avaliação, eh, ver os resultados, esse monitoramento constante, porque aí é onde se define, se faz um replanejamento e sempre tá se pensando em novas estratégias, em novas metodologias, em novos recursos, né, né?
37:50 Porque o aí voltamos todo esse ciclo, conhecer, por que conhecer de novo? Porque o estudante muda, o estudante evolui né? Aí você, nós mudamos, a escola muda, tudo muda, né? Então ensinar ele é um processo vivo, né? Vocês observem aí por esse ciclo, né? Por isso que a gente colocou esse slide aí para com esse infográfico de um ciclo, porque ele não é estanque, né? chegou no monitoramento, viu o resultado, parou, não. E vai se se voltando este ciclo justamente por isso, porque nós mudamos, a escola muda, o estudante muda e vai se conhecendo, planejando e monitorando e replanejando
38:37 e conhecendo novamente, né? Esse é o processo que deve existir, que ele nunca termina né? E mas existe algo que precisa mudar logo no início desse ciclo. Nós precisamos mudar a pergunta em vez de dizer o que esse estudante tem, que diagnóstico ele tem e perguntar o que ele precisa para aprender, quais são as barreiras para aprendizagem. Percebam aí a diferença da pergunta dessa mudança. É uma mudança de olhar, uma mudança de paradigma, né?
39:23 Na primeira pergunta, eu tô olhando pro diagnóstico daquele estudante e essa mudança e na segunda aí eu olho as possibilidades dele, quais são as barreiras. Eh, e essa mudança de olhar, essa mudança de pergunta é quem, essa mudança de pergunta é que transforma toda a prática pedagógica, né? Nós quando mudamos dessa pergunta, nós também mudamos a nossa prática, nossa prática pedagógica. Isso muda inclusive a maneira como nós vamos enxergar o atendimento educacional especializado dentro da escola. E aí onde entra que nós vamos que nós vamos falar aqui do
40:10 papel do atendimento educacional especializado, o AE. Eu gosto de explicar isso aí usando uma comparação. Vocês vão imaginar aí uma academia, o personal trainer vai preparar você, ele vai te orientar, vai te ensinar os exercícios, né? Ele vai desenvolver suas habilidades, mas quem vive a sua vida é você, né? O AE ele vai funcionar de maneira parecida. O AE ele vai preparar as estratégias, os recursos, as tecnologias, né? Acessibilidade, mas quem vai ensinar o currículo
40:56 continua sendo o professor da sala comum. a sala comum é que vai ensinar o currículo. Então, não existe comparação entre o professor do AE e o professor da sala comum. Existe o quê? Parceria, né? E quando nós entendemos isso, nós percebemos que ninguém substitui ninguém, eles se complementam. Por isso que a gente diz que o atendimento educacional especializado é um serviço que complementa e ou suplementa a escolarização. Ele não substitui a escolarização né? E aí essa imagem aí que eu trago para vocês, talvez seja a melhor para para explicar uma uma escola inclusiva.
41:45 Aqui imagine aí a gestão e a docência, né? Imagine aí uma orquestra. Cada música, cada músico na orquestra ele toca um instrumento diferente, não é isso? E nenhum instrumento ele é igual ao outro, mas todos vão seguir a mesma partitura, né? Na escola acontece exatamente isso, né? Cada profissão com a sua função diferente, mas o objetivo é único. A aprendizagem do estudante. Uma orquestra, ela só funciona
42:30 quando todos juntos. Se na escola acontece exatamente a mesma coisa, mas existe um desafio, nem sempre nós vamos conseguir resolver eliminar todas as barreiras. E é sobre essas barreiras que eu queria que eu quero conversar com vocês agora, né? Barreiras à inclusão. Quando a gente fala em acessibilidade, muita gente pensa logo em quê? em rampas, corrãos, não é? Mas as barreiras são mais difíceis. As mais difíceis que nós encontramos nem sempre são as físicas.
43:18 Aí a gente cita aí para vocês os tipos de barreiras, as atitudinais, pedagógicas, comunicacionais e as arquitetônicas que vem logo na cabeça da gente quando a gente fala em barreira, quando a gente fala em acessibilidade. E a barreira atitudinal ao meu meu olhar, ela é a mais difícil, né? Porque ela tá dentro de você, dentro da gente. São mudanças de atitudes, são mudanças de olhar, mudanças de paradigma né? E costuma ser a mais difícil da gente remover. Porque assim, quando eu entendo que uma escola tem uma atitude acolhedora,
44:03 ela pode abrir portas, né, que nenhuma tecnologia consegue abrir. Nós nós que construímos a barreiras, nós somos também eh capazes de eliminar essas barreiras quando a gente começa a criar estratégia, quando a gente começa a planejar. Então, e hoje quando a gente fala em planejamento, a gente tá tendo aí um forte aliado que são as tecnologias. E há muito tempo na educação especial, a gente antes desse bunda da tecnologia de inteligência artificial, a gente já falava nas tecnologias assistivas como um auxílio para os
44:50 estudantes com deficiência, né? E hoje essa tecnologia, quando ela é colocada nas mãos de um professor que ele sabe dar a intencionalidade pedagógica, ela é uma forte aliada para o processo de inclusão, né? E hoje nós vivemos esse momento extraordinário de tecnologia, né? Nós temos aí inteligência artificial, temos as tecnologias assistivas, que são várias, né? eh os recursos digitais, as a comunicação alternativa. Então, nós nunca tivemos tantas possibilidades, né, como hoje nós temos. Mas eu quero deixar aqui uma mensagem importante para vocês. A tecnologia ela
45:38 não substitui o professor, né? Ela sozinha, ela não muda uma escola. Quem muda são as pessoas e isso existe a mudança, exige uma mudança de mentalidade. E quais são essas mudanças, professora? Quais são essas mudanças de mentalidade? A gente aponta aqui cinco, né, dessas mudanças de de mentalidade. voz antes, né, que era o modelo clínico, que se pensava o modelo clínico para deficiência, de curar, de ajeitar, de consertar aquela pessoa, né, que que a gente acreditava que o
46:24 estudante que tinha que se adaptar à escola hoje com modelo social de deficiência, é a escola que tem que adaptar, se adaptar ao estudante, né, Antes nós ensinávamos igual para todos. Hoje nós buscamos o quê? Ensinar com equidade. Que a professora Alassandra até mostrou, né, o tema que é educar com a equidade, né? Então, antes nós trabalhávamos isoladamente, hoje nós temos que trabalhar colaborativamente. Vendo aí, lembrando que foi falado anteriormente, para construção de uma escola inclusiva, nós precisamos a participação de todos,
47:10 cada um botando um pedacinho na ponte para aquela aquela ponte ficar firme, para que o estudante consiga passar de um lado ao outro, né? Então, e essas mudanças elas talvez sejam muito mais importantes do que investimento financeiro. Investimento financeiro é importante, é o meio, assim como os recursos, os equipamentos, né? Mas antes disso, nós precisamos investir nas mudanças de olhares, né, dessas mentalidades e que a gente pensa adaptar a escola, ensinar com equidade, trabalhar colaborativamente, avaliar para entender e garantir o
47:56 pertencimento. São cinco mudanças de mentalidades que a gente precisa, né, eh, colocar nas nossas escolas, porque essas pequenas ações elas mudam muito. E eu gosta e eh gostaria até de mostrar aqui para vocês esse próximo slide, né, que a gente fala que educar, edar educar com com equidade, tratar eh todos igualmente, né? que antes a gente falava a justiça. Ah, justiça nós vamos vamos tratar todos iguais. Mas isso quando a gente trata todos iguais, a gente não tá reconhecendo a inclusão,
48:43 a gente não tá reconhecendo as diferenças. Então, quando a gente trata todos iguais, a gente termina numa desigualdade. E aí hoje a gente fala em igualdade e e equidade, né? Igualdade é oferecer os mesmos recursos para todos e aí sempre uns vão ficar em desvantagem. E a equidade é dar o quê? Que o que cada um precisa. Aí a gente vê essa imagem que eu que eu gosto sempre de usar eh um muro e atrás desse muro tá acontecendo um jogo de futebol. O o objetivo desses três meninos aí é assistir ao jogo, né? Nós temos um bem
49:30 alto, outro médio, outro bem baixinho. O baixinho aí, se a gente for tratar com igualdade, né, com com a desigualdade, ele não vai conseguir assistir ao jogo. Com a igualdade, dando os mesmos eh eh equipamentos, mesmos recursos para todos, a o baixa vai continuar em desvantagem. com equidade, a gente dá o que ele precisa. Aí a gente conseguiu na equidade, a gente conseguiu o objetivo que é todos assistirem ao jogo. E aí a gente vai mais além quando a gente traz o dua, que é o o desenho universal da aprendizagem, que o princípio do desenho universal da aprendizagem é criar ambiente e materiais
50:18 para que todos a alcancem o mesmo objetivo. No caso aí do desenho, ele tirou o muro e aí não precisou dar os equipamentos todos, conseguiu o mesmo objetivo que assistir ao jogo, né? E aí eu volto, eh, trago aqui uma reflexão para vocês, né? Eh, quando vocês voltarem para suas escolas, qual será a primeira mudança que você fará paraa sua escola? Nem pense em grandes projetos, né? Pense em algo possível, porque a inclusão ela acontece exatamente assim, todos os dias, com
51:06 pequenas decisões, né, com planejamento, com conhecer, com planejar, com organizar, né, com monitorar. E normalmente é assim que conversa, que começa com uma conversa, com planejamento, uma mudança de olhar, né? E é assim que nós iniciamos muitas mudanças. E aí eu quero voltar com vocês naquela perguntinha lá que eu fiz no início, eu disse que a gente ia construir essa pergunta juntos, né? Como transformar a inclusão em prática dentro da escola? Hoje eu responderia sim que uma escola verdadeiramente inclusiva,
51:53 ela entende que a inclusão não é apenas responsabilidades de um, mas responsabilidades de todos, né? E eh eu deixo aqui, né, minha gratidão por ter estado aqui e espero ter contribuído e estou à disposição, professora Alessandra, para para outros cursos, né, e também agora os momentos das, né, das do chat, da interação e das perguntas. Muito obrigada. Que lindeza, que lindeza, professora.
52:40 Meu Deus, olha o nosso chat aqui tá bombando aqui, ó, o nosso chat. Já deixa aqui a sua dúvida, a sua sugestão, o que que você quer aqui, gente. Olha, professora, que assim, que maravilha, sabe? Eu acho que você chegou em boa hora da gente falar justamente disso, dessa cultura da inclusão, dessa inclusão que é de todos. Hoje o professor da ele tá sobrecarregado porque chegou um aluno lá na sala, chegou um aluno na escola, já diz: "Toma que o filho é teu". como se fosse só
53:28 assunto de professor de sala de AE. >> Uhum. >> E não é nada disso. A escola verdadeiramente inclusiva é a escola em que estão preparados para trabalhar com essa criança, para atender a criança e a sua família. >> Uhum. >> E aí, né, professora? Meu Deus, como é necessário a gente tratar desse assunto. Como tem sido fazer esse trabalho em todo o estado do Piauí, professora? Porque se fala em inclusão no estado do Piauí as suas contribuições, professora.
54:17 A gente não pode deixar de falar. Uhum. >> Como tem sido bem? A gente tem avançado em alguns aspectos, mas eu te digo, desafios são muitos ainda, né? permanece ainda. A gente tem um grande desafio com formação. E eu digo aqui, professora Alessandra, a algo que a gente até tá na construção do plano estadual de educação e que a gente tem discutido bastante, não só em formação continuada, porque a formação continuada é quando a gente tá continuando algo e aí o que a gente vê ainda na base que ainda falta muito na formação inicial do nosso professor, não
55:02 é isso? Então, os desafios são grandes ainda com relação à formação, a mudanças de paradigmas, a mudanças de atitudes, né? Temos avançado, né? No os dados dizem aí, né, que a gente tem alcançado um número bastante alto de matrícula, né, de estudantes com deficiência nas escolas e agora o desafio é a o acesso nós conseguimos vencer. Agora é permanência e a aprendizagem efetiva. Os desafios ainda são grandes. >> São são muito grandes, né, professora? Mas a necessidade, né, da gente pensar desse processo, né, desse processo,
55:48 dessa mudança. E aí te dizer aqui, professora, que tem várias questões aqui no chat. Olha só aqui, ó. Professora Vivo, a formação inicial é o ponto chave, mas precisamos pensar na formação continuada, na formação desses gestores. Hoje, professora, os gestores, eles têm uma formação voltada paraa educação inclusiva? Conta para nós. Ó, ó, já dei até uma perguntinha aqui, ó. Ó. Que sugestão você daria para um plano de ação direcionado à gestão escolar para a inclusão? >> Uhum. >> Olha aí, ó. >> Legal a pergunta. Eu vou te responder.
56:33 Você falou com relação ao plano de formação né? >> É. >> Eh, nós agora no primeiro semestre nós cons eh concluímos uma formação com os multiplicadores aqui em Teresina, juntamente com a OEI, Organização dos Estados Iberoamericanos. E aí nós lá tratamos de tecnologia assistiva, de inteligência artificial como aliada. Eh, tratamos também da intersetorialidade que a gente precisa também desse fortalecimento. Não, não a escola não ter tudo para ela. O que não o que é dela, ela dar conta, o que não é procurar as parcerias dos outros setores, né, assistência social, a saúde, né, tudo em parceria, família. Então nós
57:21 nós concluímos essa formação nesse sentido com os multiplicadores que irão replicar essa formação para os outros professores do estado, né? E aí, só me lembrando aí qual foi a outra pergunta que a que a que ela fez que sugestão para um plano de ação direcionado certo? na até a gente no começo do ano, na semana pedagógica, a gente fez um documento orientador, mas e voltado direcionado para o gestor, porque o gestor quando ele conhece, né, ele sabe quais são os princípios, o que e que o que que envolve todo o processo de inclusão, ele garante aquilo ali.
58:08 Porque eu eu sempre digo que eu eu faço essa essa metáfora da da do teatro ou da orquestra, né? O teatro tem um diretor e tem os atores. O gestor ele é o diretor, ele é quem vai conversar com todos os atores e fazer acontecer aquele aquele eh aquela cena, aquele, né, o o espetáculo, >> aquele espetáculo. Então ele é ele tem um papel fundamental. Então ele precisa entender os fluxos, entender como é que se acontece o atendimento educacional especializado. Então, num plano de ação, ele tem que prever conhecer os estudantes, conhecer
58:54 eh como é que funciona o atendimento educação especial, como é como é esse serviço e como ele vai articular com os demais professores, fazer essa articulação por vai eh fazer essa liga na rede, professor aí com o estudante, com a família, com o o profissional de apoio, ele faz todo esse esse planejamento e aí sempre tá em conversa com com esses profissionais todos juntos e pensando o que que aconteceu, qual foi a barreira, o que a gente pode fazer, que a gente pode mudar. É isso. É, é uma conversa, é uma, é uma escola que planeja junto, não
59:40 isoladamente. Que lindeza, né? E a inclusão precisa ser planejada, ó. Planejada. A inclusão não acontece de forma natural, né? Precisamos aí educar para inclusão, planejar a inclusão. >> Olha, professora, olha, tem muitos elogios. Aula maravilhosa. Parabéns. Excelente. Tem tanto coraçãozinho aqui, professora, dizendo que tão amando essa aula. O pessoal aqui assim muita coisa assim, eu digo que a gente tem um grupo aqui que é um grupo de quem quer, sabe? Aquelas pessoas que querem aprender, que
1:00:25 querem mais, querem fazer a diferença. >> É muito bom. >> Isso é muito legal, né, professora? Como eu fico feliz, sabe, de da gente ter esses momentos assim, sabe, da gente compartilhar todo esse conhecimento, toda essa experiência. E aí, muitos parabéns. E tem uma questãozinha aqui, ó. Sou profissional de apoio e percebo ainda as as indiferenças com os alunos neurodivergentes. Melhorou algumas coisas, mas muito ainda precisa melhorar. Vamos falar dos profissionais de apoio, professora. Foi um grande avanço, né? >> Sim, sim. Oi, profissional de apoio foi um grande avanço, só que a gente tem que olhar com muito cuidado, porque assim
1:01:13 ainda há muita confusão sobre as atribuições do profissional de apoio na escola, né? Muitos atribuem aquele estudante pro profissional de apoio, como se ele fosse o professor dele, não é? Ele tá lá, o profissional de apoio para ajudar, né, para mediar e para promover a autonomia desses estudantes, que é o mais importante. A gente não quer tornar esses meninos, essas crianças, esses que e essas pessoas que vão crescer e que precisam de autonomia, que precisam eh estar pertencente nessa sociedade, né? Então, a gente tem cada vez mais da autonomia. Então, uma das atribuições que a gente entende pro profissional de apoio é isso, ele promover a autonomia
1:02:00 desse estudante, né? >> Maravilha. Maravilha. Nossa, muito bom. E aí ainda também eu gosto de de comentar, né, que o profissional de apoio ele tá tudo muito recente, ele é 2025 para cá que começou a surgir, as prefeituras começaram a contratar esses profissionais. Antigamente a gente não tinha. Então assim, agora o que que a gente precisa de pessoas que possam orientar esse trabalho. >> Sim. >> E aí o que que eu falo que é nossa, é nossa tarefa >> orientar esse profissional que chega na escola e não sabe o que fazer, >> trazer a orientação adequada, o que que ele vai participar, como que ele vai
1:02:45 fazer. Então aqui um ponto muito importante, quem está fazendo curso, quem está aprendendo tudo isso aqui, serão os multiplicadores. >> Sim. >> E a gente precisa de muitas mãos, né, professora? Isso. que umas das atribuições do professor do AE nesse serviço do AE é onde ele vai est orientando esse profissional, porque o professor do AE ele vai conhecer esse estudante, fazer aquela avaliação pedagógica, identificando as barreiras daquele estudante e o profissional de apoio que tá lá na sala comum junto ao aluno percebe muita coisa e e traz isso aí, traz pro professor Jair, traz pro professor da sala comum para juntos eles poderem elaborar um plano voltado para
1:03:33 aquele estudante, né? É o, olha aí, é o trabalho colaborativo, né, entre esses próprios. >> Maravilha. E aí a questão das barreiras atitudinais. Olha só aqui, a Ana Fabíola colocou no chat que as barreiras atitudinais são as mais complexas e a escola com uma cultura inclusiva. Nós precisamos disseminar essa ideia, né, dessa escola com uma cultura inclusiva. Você já imaginou que maravilha você colocar o teu filho numa escola que tem uma cultura inclusiva? Olha que maravilha, né? que ele já te recebe bem, né? Já te acolhe bem e não te diz:
1:04:20 >> "Ah, eu não tenho vaga. Ah, a minha escola não está preparada", né? >> Exatamente. >> Chega para fazer a matrícula e que o que o ele é bem acolhido já ali na matrícula, já te dizendo que bom você estar aqui, né? Que bom que que traz isso aí um conhecimento a mais, porque a gente a gente não pode esperar chegar, né, para se preparar. E também quando o estudante chega, ele nos diz muito. O estudante ele diz pra gente como aprende, ele dá as pistas. Por isso que a gente não pode olhar pro diagnóstico, quando eu falei lá na mudança de olhar, quando a gente olha como ele aprende,
1:05:05 que barreiras ele enfrenta, essa mudança de olhar de estudo, porque a gente vai olhar para o estudante em em eh em em torno do ambiente, colocando ele em interação com o ambiente. estudante em interação com o ambiente e não só olhar para aquele estudante no seu diagnóstico. Que legal. Olha só aqui, professora, tem muitos profissionais de apoio que estão aqui acompanhando o nosso curso. Nós temos um curso de profissional de apoio. Ano passado nós formamos muitos profissionais e eu fico muito feliz de saber que eles continuam, sabe? Eles continuaram fazendo os cursos,
1:05:50 participando. E olha aqui, ó, uma questãozinha aqui. Sou profissional de apoio. Meu papel é facilitar o papel do estudante, mas a minha escola pensa que o meu papel é desenvolver os conteúdos para o estudante. Ó, Silvana. E aí é um equívoco, né? Porque o teu papel não é esse. Você já imaginou, professora, o profissional de apoio dá uma aula de química pro aluno? >> Não tem como, né? O profissional de apoio dá uma aula de histórias, conteúdos de biologia, não tem como >> não. >> Então, a gente precisa repensar, né? Olha só. Então, Silvana, o que que eu te digo? Manda essa live lá pro teu
1:06:37 diretor, paraa tua, pro teu gestor, manda lá pra tua escola para ele entender quais são os papéis, quais são os papéis, o quais são as funções do profissional de apoio, que são funções de suporte para aquele estudante. Uhum. >> Não de ensino e aprendizagem, né? Então, olha como é importante, né, professora Vivi? A gente estar aqui num momento como esse, trazer essa discussão, a gente falar, né, porque é muito importante. E olha só, e a Ana aqui, ó, falando também, nós professores de AE que orientamos. É muito legal, Ana, muito bom. Todos nós aqui, ó, que estamos a tendo esse acesso, esse
1:07:23 conteúdo, temos essa tarefa de fazer essa orientação, de conversar com os outros professores, de falar às vezes com aquele professor, né? Olha, a gente tem que fazer curso, tem que aprender sobre inclusão, né? Tem que ler, tem que aprender, tem que estudar. >> Maravilha, maravilha. Olha, professora, muitos, muitos elogios. muitos elogios falando aqui que o profissional de apoio tem sido muito guerreiro na escola, ó. Também acho, também acho. Olha só, muito bom. Olha aqui, ó. O Silvano colocou que foi no município dele foi criado um documento para os profissionais de apoio, para
1:08:09 todo mundo entender o papel do apoio e do professor regente. Ó, >> maravilha. Bacana. nos decretos, né, e na política nacional. >> Baseado nos decretos, ó. Legal, legal. Olha só. E o pessoal falando, né, que verdade, a gente precisa de mais formações, precisamos aprender. Tem gente aqui de Floriano, de Madeiro, tem gente, olha aqui, ó, da turma 02. quando eles colocam aqui a turma, a turma de profissional de apoio lá de 2025 e o pessoal tá aqui, tá participando, eu fico muito feliz, muito feliz mesmo. E assim, professora, dizer que legal, sabe? Que legal assim da gente tá aqui nesse trabalho da falando dessa parceria
1:08:56 com os professores. Então, assim, que bom, né, da gente poder ter esses momentos. Eu digo que esse é o momento ímpar para todos nós. Aí aqui, ó, olha só, só tem inclusão se tiver meios, condições e acessibilidade. >> E aqui entra um ponto, o nosso papel aqui é também de fazer essa cobrança para ter os meios, para ter cada vez mais condições, >> para ter essa acessibilidade. Então, por isso que essa formação, né, professora? Isso. >> E também a questão, né, da das mudanças. É, é um processo que exige mudanças,
1:09:43 então vai ter que acontecer essas mudanças né? >> Muito bom, muito bom. Olha, professora, depois eu te convido a entrar lá no YouTube e ver todos os comentários. São muitos. >> Vou entrar. Não tem como a gente ver tudo, tudo isso daqui, tá? Mas vou te dizer assim, ó, tem gente dizendo aqui, é só conhecimento, ó. Que legal, maravilha. A gente fica muito feliz assim, dizer que eh são muitos comentários, são muitos elogios. Tem o pessoal aqui, às vezes tem alguma pergunta perdida aqui, a gente fica meio assim. Mas eh dizer, professora, que a gente tá muito feliz da tua participação
1:10:28 aqui, que você trouxe assim eh questões preciosas pra gente falar mais e aprender mais de gestão. Pensar que nessa aula hoje a gente vai disponibilizar aquele caderno do MEC que saiu agora, um caderno de gestão escolar para que as pessoas possam ler mais, para que elas possam já ir fazendo essa leitura também desse material. >> Uhum. E a gente sempre tá indicando materiais, sabe, professora, para que para que eles leiam, para que eles estudem, para que eles vão conhecendo também e para que a gente possa aí eh propiciar, né, ajudar a construir essa cultura de uma escola inclusiva. Então
1:11:15 agora, professora, se você quiser deixar suas palavras finais, a gente daí vai dar continuidade aqui daí as nossas atividades e agradecendo mais uma vez pela tua participação. >> Eu deixo aqui, professora, meu agradecimento. É sempre bom estar, a gente tá colocando as questões de de educação e educação especial inclusiva, que eu sou apaixonada por essa área, né? sempre bom. Sou fico muito feliz e colocarme à disposição né para >> Uhum. Mas se quiserem convidar, a gente está à disposição. >> Beleza. Olha só, professora, que
1:12:00 privilégio te dizer assim, que privilégio da gente te receber hoje aqui. É muito bem-vinda para estar conosco novamente aqui no projeto Multilab, também para eh também eh compartilhar com a tua rede de contatos para que as pessoas assistam essa live. Ó, veja lá aquela live que eu falei sobre isso. >> E assim, eu sempre tô espalhando essas ideias e dizendo, né, que é uma grande alegria da gente construir essa rede juntas, né, professora? Agora com os novos decretos, com essa rede nacional de educação inclusiva, as universidades federais junto com as secretarias, junto, né, com nessa parceria,
1:12:49 professora, eu vejo sim que tem aí algo muito promissor vindo por aí. >> Eu tô bem otimista, professora, muito otimista. Vem aí os centros de formações de referência, não é? que tá proposto aí na na >> portaria 421. >> E aí vai dar acho que vai dar uma alavancada aí. >> Maravilha, né, professora? Maravilha. pode contar conosco com o projeto Multilab aí para fortalecer essas ações e nós também contamos aí com essa parceria com a CEDUC e para que a gente possa levar isso cada vez para mais pessoas para que possam ter acesso, para que isso se multiplique. Eu falo pros estudantes aqui, pros cursistas, levem
1:13:37 isso paraa sua escola. Não guarde, leve paraa tua escola. Seja um multiplicador, seja um expert em inclusão, né? Chega lá na tua escola, você é o expert. >> Uhum. >> Você tem que saber tudo de inclusão e assim a gente vai espalhando as sementes né professora? >> Vai plantando mais sementinhas por aí. >> Sementinhas por aí, né, professora? Meu, muito obrigada mais uma vez, tá? Muito obrigada, muito obrigada pelo seu tempo. E nos encontramos novamente aí, ó. Vamos pensar aí em novas oportunidades, tá bom professora? >> Muito obrigada. Boa noite e depois venha ver aqui todas essas mensagens carinhosas aqui para você. Olha aqui.
1:14:23 [risadas] >> Joia. Obrigada, professora. Tchau, tchau. Olha só, pessoal, que lindeza esse encontro, que maravilha assim essa oportunidade da gente falar sobre a gestão inclusiva com uma pessoa com que tem assim todo um conhecimento, né, dessa área e que tem contribuído para a inclusão com a implementação de ações e de projetos. Então, dizer para vocês que nós precisamos fortalecer essas redes de apoio, precisamos aí, ó, espalhar essas boas sementinhas por aí e nós contamos com a participação de cada um de vocês nesse trabalho. O
1:15:11 próximo encontro nós vamos falar sobre neurodiversidade em foco, estratégias de alfabetização para as pessoas com autismo. Então você que trabalha aí com alfabetização, que tem estudantes, que tem estudantes com autismo, que estão com dificuldade na alfabetização, próximo encontro, dia 18 de agosto, ó, com a professora Dra. Jaqueline Dantas, ela que fez a tese dela de doutorado sobre alfabetização para pessoas com TEIA. vai estar aqui no palco do projeto Multilabo
1:15:57 encontro, dia 18 de agosto, tá? Ó, eu já tô até com a roupa de ir já, ó. Minha roupa aqui, ó. Essa aqui é minha roupa de ir no nosso encontro, no encontro, ó. Vou aqui com a camisa do Educar para Equidade para o encontro número seis com a professora Jaqueline e dizer para vocês, né, que nós temos lá os nossos grupos do WhatsApp, o grupo do curso, quem se se inscreve no curso já entra lá no grupo para poder participar. Temos o nosso grupo só de material. Então, professora, quer entrar no grupo dos materiais? Vai receber o link para
1:16:44 entrar no grupo dos materiais. lá você vai receber todo dia vai receber sugestões de materiais para você participar das nossas atividades. Temos as mentorias, o profissional de apoio escolar, muita gente fazendo profissional de apoio, porque a inclusão é o nosso maior valor. E agora vou falar do nosso curso, minha gente. Vou dizer para vocês, o multilab de férias está incrível. Um curso de 120 horas do dia 14 ao dia 30. Você já imaginou sair de férias e voltar das férias com um certificado de 120
1:17:31 horas? Vamos ter trabalhar os cadernos pedagógicos. Vamos trabalhar a portaria 421, estudo de caso, PAE e PEI, tá? Todo o material serão nove encontros. Nove encontros, encontros online. As aulas vão ficar gravadas, tá? As aulas vão ficar gravadas. E olha só, a Maria, eu quero uma camisa dessa. Maria tem que mandar mensagem pra professora lá no direct, lá no grupo e diz: "Professora, quero a camisa, a camisa do educar para equidade". Tá? É só pedir a camisa, OK? Já já vou liberar a frequência. Esperem um pouquinho. E ó, quero entrar no grupo
1:18:18 dos materiais. Manda mensagem pra professora. Quero o grupo dos materiais que a professora vai trazer para vocês, tá? E as inscrições do curso, do curso de férias. Pessoal que quer fazer o curso de férias, já vou deixar aqui já para vocês. Olha só. para o curso de férias. Faça a tua inscrição. A inscrição é para quem? É para quem quer ter acesso à pasta de materiais e ao certificado, tá? O curso é gratuito, vai ser pelo YouTube, pode assistir a aula quem quiser, mas quem quiser ter acesso à
1:19:05 pasta de materiais e ao certificado, precisa fazer a sua inscrição, tá? Um curso de 120 horas online, material de apoio, vai receber a pasta com os materiais e também a certificação, tá? Tá, tá com uma taxinha lá, um preço bem amigável para vocês. Aproveitem. Quem se inscrever antes, tem um desconto legal. Vai lá, faz a tua inscrição e nós vamos iniciar agora, ó, o primeiro encontro do curso é dia 14, próxima terça-feira, primeiro encontro do curso. Vamos falar sobre educação inclusiva na prática, os
1:19:52 novos marcos legais, a portaria 421 e vamos falar também sobre os cadernos pedagógicos. São 14 cadernos pedagógicos. Vamos trabalhar com eles. Já está aqui disponível a primeira aula, dia 14. Então, se você ainda, ó, não está trabalhando ainda com essa temática, ó, vem fazer. É um curso de férias. Mas professora, eu já tô no curso do Educar para Equidade. O nosso curso aqui vai até dezembro para você pegar o teu certificado. Esse curso é para você fazer em julho, de 14 a 30 de julho. Terminou o curso,
1:20:39 já recebe o certificado, combinado? Então, todo mundo aqui já eh convidado para participar do nosso curso de férias com o Multilab. Serão nove encontros, todo mundo participando das nossas ações. E o nosso sexto encontro que vai acontecer lá no dia 18 de agosto, às 1900as. em que vamos receber a professora Dra. Jaqueline Dantas para continuar o nosso curso de formação. Já colocaram o seu desafio da nossa live? Já fez já fez aí
1:21:29 a sua, o seu print? Já colocou lá no Instagram @projetomultilab? Nós vamos repostar. E olha aqui o que que a Aparecida tá dizendo. Precisamos de curso para a educação das pessoas surdas. Afinal, estamos recebendo muitos alunos surdos nas nossas escolas e sem saber como trabalhar com esse público. Ó, verdade, Aparecida. E mais, agora com a nova política da educação especial inclusiva, precisamos trabalhar a educação bilíngue. A educação bilíngue dos surdos. Tá? Então, a gente vai pensar assim uma formação para vocês para ajudar esses professores que estão
1:22:16 chegando nas escolas e que não t esse apoio, tá bom? Então, é muito importante. Vou deixar já a nossa frequência aqui no chat. Vou deixar aqui primeiro aqui o nosso curso. Aproveitem para fazer as inscrições. Quem ainda não fez, faça. Eu vou ficar agora aqui mais um tempinho. Ai, eu prometi uma coisa também. Eu prometi que quem ficasse aqui na live e quem assistir aqui, assinar a frequência, vai receber lá no e-mail. A professora
1:23:02 vai mandar um e-mail para vocês. Vou mandar esse e-mail amanhã, tá bom? Vou mandar amanhã o e-mail com o livro lá, o caderno 14 da gestão escolar. Combinado? Então, só para quem assinar, quem assinou a frequência vai receber um e-mail com esse material, mas eu vou mandar ele só amanhã porque eu vou deixar hoje à noite, o pessoal assiste de madrugada, então vou deixar. Amanhã eu vou enviar esse material só para quem está aqui, combinado? Então, já vou colocar já aqui para vocês aqui o link da nossa frequência
1:23:48 disponível aqui já para vocês o link da nossa frequência. A lista de frequência já está liberada no chat. Tem muitas, muitas, muitas mensagens. Professora, não consegui assinar frequência. Deixa o nome aqui no chat, deixa o seu nome completo aqui no chat que facilita também a sua frequência, tá? Vou deixar aqui para vocês, ó. frequência de hoje já está aqui disponível já para vocês. A nossa missão é trazer a inclusão. A inclusão é a nossa, é o nosso maior
1:24:37 valor. Respeitamos todas as pessoas, a formação é o caminho para a inclusão e nós apoiamos todas as práticas. E aí, gostou desse encontro? Educar para Equidade. Vem com a gente com o projeto Multilab UFP. Eu espero vocês, ó, do lado de cá. Eu adorei esse encontro de hoje. Quero dizer para vocês assim que eh nós trouxemos aí um tema muito legal, muito bom e eu espero vocês no nosso curso próxima terça-feira, ó, dia de curso, dia de aprender sobre os novos decretos, a portaria 421 e a inclusão na prática. Tá bom? Nos encontramos lá no dia 14 de julho no
1:25:26 nosso férias com o projeto Multilab. Boa noite, pessoal e até a próxima. Tchau. Tchau.