Como colocar limites nas pessoas (mesmo se você foi criada para agradar).

Breve Resumo

Este vídeo aborda a dificuldade de estabelecer limites, explorando como padrões de comportamento enraizados na infância influenciam a capacidade de se posicionar. A psicóloga Raquel Cristina oferece um guia para romper com o hábito de agradar a todos, ensinando a validar direitos emocionais, identificar gatilhos, praticar a assertividade e lidar com a culpa. O objetivo é capacitar mulheres a se relacionarem de forma mais saudável e autêntica, priorizando o próprio bem-estar sem se sentirem egoístas.

  • Entender a origem do padrão de agradar a todos.
  • Validar seus direitos emocionais.
  • Identificar gatilhos emocionais.
  • Praticar a assertividade.
  • Lidar com a culpa através da autocompaixão.

Introdução

Raquel Cristina introduz o tema da dificuldade em estabelecer limites, especialmente para quem foi condicionado a agradar. Ela explica que esse padrão não é fraqueza, mas uma estratégia de sobrevivência aprendida na infância, frequentemente em ambientes onde agradar era mais valorizado do que ser verdadeiro. O vídeo tem como objetivo ajudar a reestruturar esse padrão, ensinando a se posicionar sem culpa.

A Origem do Padrão de Agradar

Raquel Cristina explica que o padrão de agradar frequentemente se origina na infância, através da modelagem e da educação. Ela compartilha sua própria história, explicando como a experiência de sua mãe como filha adotiva a levou a desenvolver um comportamento submisso para provar sua gratidão. Raquel cresceu observando esse modelo e internalizou a crença de que dizer "não" era ser egoísta e ingrata. Reforços positivos ao ceder e punições ao se posicionar contribuíram para a formação de crenças limitantes sobre o próprio valor e o direito de desagradar.

Primeiro Passo: Validação Emocional

O primeiro passo para romper com o padrão de agradar é validar seus direitos emocionais. Isso significa reconhecer que você tem o direito de dizer não, de escolher o que te faz bem, de discordar e de mudar de ideia. Raquel propõe um exercício prático: escrever uma lista com três direitos emocionais que você vai começar a praticar na semana. Exemplos incluem o direito de dizer não sem justificativa e o direito de cuidar de si antes de cuidar do outro.

Segundo Passo: Identificação de Gatilhos Emocionais

O segundo passo é identificar os gatilhos emocionais, ou seja, as situações em que você sente mais dificuldade de se posicionar. Esses momentos geralmente vêm acompanhados de pensamentos automáticos, que são distorções cognitivas que te aprisionam na necessidade de atender às expectativas dos outros. Raquel sugere questionar esses pensamentos, perguntando-se se são verdades ou apenas interpretações baseadas no medo de desagradar.

Terceiro Passo: Praticando a Assertividade

O terceiro passo é praticar a assertividade, que é a arte de falar a verdade com respeito e firmeza. A assertividade é o meio-termo entre a passividade (não se posicionar) e a agressividade (ser grosseiro). Raquel enfatiza que é possível expressar seus limites de forma clara e respeitosa, preservando seus relacionamentos. Ela oferece uma lista de frases que podem ser usadas no dia a dia, como "Eu entendo seu ponto de vista, mas nesse momento eu preciso cuidar de mim".

Quarto Passo: Lidando com a Culpa

O quarto passo é aprender a lidar com a culpa, que é uma reação natural quando você começa a se priorizar. Raquel explica que a culpa, nesse caso, não é uma bússola, mas um resíduo do passado, um sinal de que você está saindo de um padrão que não te serve mais. Ela sugere praticar a autocompaixão, tratando-se com a mesma gentileza e paciência que você trataria uma amiga que está aprendendo algo novo.

Considerações Finais e Recursos Adicionais

Raquel Cristina conclui o vídeo reforçando que desconstruir um padrão não é fácil, mas é possível com esforço e autoconsciência. Ela oferece um e-book chamado "Limites que curam", um manual terapêutico com técnicas e estratégias da psicologia para ajudar a colocar limites de forma mais leve. Ela encoraja os espectadores a curtirem o vídeo e se inscreverem no canal para mais conteúdos de desenvolvimento pessoal.

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Transcrição

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0:00 Se você tem dificuldade de colocar limite nas pessoas, mesmo sabendo que essa tua falta de postura te faz mal, esse vídeo aqui ele vai fazer muito sentido para você, tá? Porque, querida, se toda vez que você tenta dizer não, que você já sente aquela culpa, você tem o medo de magoar, você tem medo de parecer ingrato ou egoísta, é porque talvez você não tenha entendido qual é a verdadeira função emocional de colocar limite. E como psicóloga, eu posso te afirmar com muita tranquilidade até que esse teu padrão de comportamento, ele não é sobre fraqueza, tá? Aliás, eu acho que ele é justamente o contrário. A gente tá falando de uma mulher super forte que aprendeu a sobreviver agradando o outro e desagradando a si. E por que que eu tô te falando isso com tanta propriedade? Porque quando a gente é criança é muito natural a gente ter dificuldade com limites. A maioria de

0:46 nós aqui pela época e idade viemos de uma educação muito punitiva, onde a gente foi criada para calar e obedecer. Então dentro desse contexto ficava muito difícil pra gente enquanto criança, se posicionar. Eu pelo menos não tinha o lugar de fala de falar: "Não quero esse biscoito, não quero esse vestido". Só que hoje com mulher adulta, com maturidade emocional, essa habilidade já deveria fazer parte da tua vida. E se ela ainda não faz, é porque existe um padrão emocional que tá enraizado aí dentro. E eu preciso te falar que esse padrão, sim, nasceu lá do ambiente em que você cresceu. E eu tô te falando porque a maioria das mulheres que eu atendo foram criadas em famílias onde agradar muito mais importante do que ser verdadeira. E se tem uma coisa que a gente não pode nunca desconsiderar, é

1:33 que a gente aprende muito por modelagem. Então, se você cresceu vendo a sua mãe sempre cedendo, seu pai se anulando, você foi aprendendo que ser boazinha era o que te fazia ser uma pessoa, uma criança amada. Por isso hoje quando você tenta se posicionar parece que você tá fazendo alguma coisa de errado. E é exatamente sobre isso que a gente vai conversar hoje. Esse vídeo aqui eu acho muito interessante a gente falar sobre esse seu medo de desagradar e entender que ele não nasceu com você, ele foi aprendido, ele foi ensinado. É exatamente por isso que ele pode ser reestruturado. Então o que que eu pensei? Eu vou gravar um vídeo, conversar com as meninas para conseguir mostrar um caminho para você romper esse padrão de querer agradar todo mundo o

2:18 tempo todo e te ensinar a se posicionar sem culpa, porque eu acho que esse essa é a cereja do bolo, sabe? Mesmo que você tenha passado uma vida inteira tentando agradar, porque te ensinaram que isso é certo, dá para fazer, bora manter essa conversa aqui, porque o que eu mais gosto é de construir habilidades em você que vão transformar a forma como você se relaciona com o [Música] outro. Olá, querida. Tudo bem com você? Seja muito bem-vinda a mais um vídeo aqui desse canal. Eu sou Raquel Cristina, psicóloga. Um prazer enorme ter você por aqui. Bem-vindo a mais um vídeo que vai te desenvolver como mulher e como pessoa. Querida, como colocar

3:04 limite nas pessoas se você foi criada para agradar? E a primeira premissa desse vídeo aqui é que você entenda que a gente não vai parar para culpar os seus pais, sabe? A primeira premissa é que você entenda o contexto que você cresceu e quais comportamentos você foi aprendendo que viraram padrão na sua vida. Isso é muito mais importante do que qualquer outra coisa, porque não necessariamente você foi criada para agradar. Você pode só ter sido educada sem que os seus pais entendam o que eles estavam fazendo com você. E por que que eu tô te falando disso com tanta propriedade? Porque eu fui essa criança. Sim, eu fui uma criança ensinada e criada para agradar. Eu vou te contar um pedacinho da minha história. Eu vou fazer um espelhamento aqui com você para

3:50 você entender como essa criação para agradar ela pode se estabelecer na sua vida. E não porque os seus pais realmente querem que você seja assim. Na maioria das vezes o que eu observo é que eles também estão reproduzindo um padrão de comportamento deles. Minha história é a seguinte, a minha mãe, ela é uma mulher adotada, foi adotada, né? E ela veio de uma situação de muita vulnerabilidade emocional, financeira, afetiva. E quando ela foi adotada, apesar dela ter encontrado uma família que fez super bem para ela, que fez muito por ela, ela assumiu sem perceber um papel de gratidão gigante. E aí era como se ela tivesse que provar o tempo todo que ela merecia estar ali. Então, ela se tornou uma mulher extremamente submissa, proativa demais, que não dizia

4:38 não para absolutamente nada pros outros. E foi dentro desse modelo com essa mulher que eu fui crescendo e que eu fui criada. Então eu ouvia muitas frases do tipo: "Que que custa? Que garota imprestável". Eu lembro de um episódio muito específico. Eu tava vendo um desenho e a minha tia me pediu para ir na barraca, sei lá, comprar qualquer coisa que eu não tô lembrando agora. Só que naquele tempo não tinha pause e play, sabe, no desenho como tem hoje nas séries. Não tinha. Então, se eu perdesse aquilo, já era. Sei lá quando ia passar de novo na TV Globo. E quando eu disse que não, que não dava para eu ir, porque eu tava vendo desenho, não foi só um não que a minha tia e a minha mãe ouviram, sabe? Foi como se eu tivesse falhado como pessoa, como se eu fosse uma criança

5:23 muito má. E aí eu era pequenininha, eu lembro que a mensagem que eu li foi: "Dizer não é ser egoísta, é ser ingrata." Porque minha mãe disse assim: "Poxa, tua tia faz tanto por você, o mínimo que você pode fazer é quando ela te pede um favor, você obedecer logo de cara". E aí eu não preciso nem te falar que é exatamente assim, talvez não na mesma situação que você foi moldando um padrão, porque assim, crescer com a expectativa de agradar o tempo todo, eh, envolve muito reforço e muita punição. E esse reforço e punição te marca, me marcou muito, sabe? Por exemplo, quando você ganha elogio, sei lá, porque você cede, você empresta uma boneca que você não quer emprestar. Tô falando de você pequenininha, né? Você recebe um elogio,

6:10 você recebe uma validação quando você diz sim, mas quando você enquanto criança tenta se posicionar, já vem uma crítica, uma rejeição, um olhar atravessado, um silêncio, uma culpa, ou seja, um monte de punição. E tudo isso vai criando dentro da gente crenças do tipo: "Ah, se eu disser não, eu vou ser uma pessoa ruim. O meu valor depende do quanto eu sou útil para as pessoas. Eu acho que essa é uma das mais complicadas, porque ela faz com que a gente confunda a nossa potência com servidão. Então, a gente tá o tempo todo fazendo favor outros. Outra frase: se eu for verdadeira, eu vou ser rejeitada. Eu não tenho direito de desagradar. E o que que é pior disso tudo? Muitas vezes, essas frases, elas nem são ditas em voz alta. Elas só são pensamentos e crenças

6:55 que vão guiando o seu comportamento e aí elas decidem a forma como você se relaciona. Por isso que é muito importante rever quais são as crenças que você tem a respeito de limites, tá? E agora que você já entende um pouco de onde pode estar vindo esse teu padrão, deixa eu te mostrar quais são os primeiros passos para você começar a romper com eles. Primeiro passo, ele fala muito de validação. Você precisa aprender a reconhecer que você tem sim direitos emocionais. Querida, você tem o direito de dizer não. Mesmo que a outra pessoa se frustre, você tem o direito de escolher o que você quer e o que você não quer. O que que te faz bem, o que que te faz mal. Você tem o direito de discordar, de ter a sua própria vontade,

7:41 de mudar de ideia. E isso não te torna uma pessoa menos generosa, menos amorosa, ao contrário, faz de você uma mulher inteira. Lá na terapia, lá no consultório, que hoje eu tô aqui na sala, eu vejo muitas mulheres ainda carregando crença de que para ser boas elas precisam dizer sim o tempo todo. E esse é um dos primeiros questionamentos que eu faço. Coloco logo elas para pensar. o quanto você tem dito sim pros outros e não para si mesma. Sabe essa pergunta eu acho que ela até um pouco simples, mas ela faz um espelhamento do quanto a gente se negligencia em prol de outras pessoas e o quanto isso torna a nossa existência uma coisa injusta. Porque se você nasceu, foi criada para

8:26 agradar, faz sentido. Vou deixar um exercício para você, para você já aplicar hoje, porque conhecimento sem ação não te gera transformação. Você sabe que esse é meu lema. Escreve uma lista com três direitos emocionais que você vai começar a praticar essa semana. Deixa eu te dar um exemplo para ficar mais fácil. Eu tenho direito de dizer não sem precisar justificar todas as minhas escolhas. É ser boa, porque tem gente que não respeita os nossos limites e fica questionando por não? Então essa é uma um exemplo. Outro exemplo, eu tenho direito de mudar de ideia. Eu tenho direito de cuidar de mim antes de cuidar do outro. Esse exercício de validação emocional, ele já vai fazer com que você comece a mudar a tua base interna, emocionalmente falando sobre

9:13 limites. Segundo passo, identifica quais são os seus gatilhos emocionais. Ó, você já parou para observar em que situações você sente mais dificuldade de se posicionar? Sério, observa quando você sente esse desconforto em se posicionar. Por quê? Talvez seja com a mãe, com o parceiro, com os filhos, com a chefe, com uma amiga que demanda muito. E geralmente esses momentos eles vêm muito acompanhados de pensamentos automáticos. A gente não dá pra gente descartar eles, né? O pensamento pode ser: "Vai me achar egoísta, vai parar de contar comigo, eu vou magoar ele, o que que custa deixar isso aqui e ir lá ajudar rapidinho?"

9:58 E esses pensamentos a gente precisa entender que eles são distorções cognitivas, são modos automáticos que a sua mente usa para te proteger, só que são pensamentos ao mesmo tempo que te mantém aprisionada na necessidade de atender a demanda, expectativa e necessidade do outro. E aí tem uma coisa que funciona muito para mim, né? Quando chega a culpa, eu começo a questionar os meus próprios pensamentos mentalmente. Eu tenho feito muito isso e tá funcionando porque eu tô conseguindo me priorizar. Eu sempre me pergunto: "Isso é uma verdade, Raquel, ou é só uma interpretação sua baseada nesse seu medo de desagradar? Outra que é boa? O que que eu diria para uma amiga que tivesse nessa mesma situação?

10:45 Esse tipo de reflexão que a gente para para fazer ajuda a gente sair do piloto automático e entrar num modo mais consciente. E aqui o que que eu tô te convidando a fazer? Racionalizar um pouquinho mais as suas crenças internas. Tudo bem? Terceiro passo, começa a praticar a assertividade. A assertividade, para quem não sabe, é a sua arte de falar a verdade com respeito, com firmeza, com doçura, tudo isso ao mesmo tempo. E por que que eu gosto tanto de desenvolver a assertividade das minhas pacientes? Desenvolver em mim a assertividade, porque na maioria das vezes a gente tem ir para o 8 ou 80. E do que que eu tô falando aqui? da passividade, que é você não se posicionar, tá? De não falar

11:32 nada, ou da agressividade, que é de você ser grossa, de você ser desrespeitosa, de você ser violenta. Então, a assertividade é o meiotermo, sabe aquele 50% que você precisa ser para comunicar os teus limites de uma forma assertiva, sem ser dura e sem ser fria. Ou seja, você ser assertiva é você saber se expressar com muito respeito por você e pelo outro. Aliás, se você quer um vídeo sobre comunicação assertiva, comunicação não violenta, deixa aqui nos comentários, porque vai ser um prazer gravar esse vídeo para você, tá? E parece que é um tema muito bobo, mas não é. Eu conheço uma pessoa que ela evita ser muito firme porque ela sempre acha que vai machucar as outras pessoas se ela falar o que pensa e sente. E aí o

12:17 que que ela faz? Ela vai pro lado do oito. Ela é uma mulher muito passiva e eu vi falando com ela, ó, o teu silêncio, a tua omissão, a tua passividade machuca uma pessoa que é muito mais importante que é você mesma, porque ela simplesmente suporta tudo, aguenta tudo, não fala nada. E aí, querida, o que que você precisa entender sobre comunicação assertiva? é que você pode dizer tudo, qualquer coisa, e ainda assim preservar as tuas relações. Vou deixar aqui uma lista de frases que você pode começar a usar no teu dia a dia. Hoje eu tô te dando bastante repertório, tá? Ó, eu entendo seu ponto de vista, mas nesse momento eu preciso cuidar de mim. Uma frase boa. Eu te respeito, mas eu não posso me comprometer com isso

13:02 agora. Quando o pessoal fica te pedindo ajuda e você tá ocupada. Ó, isso funciona para mim, mas eu prefiro de uma outra forma. Quando o pessoal tá se metendo nas coisas que você tá fazendo, são frases simples, mas que vão te devolvendo pro seu próprio centro, entende? Quarto passo, você precisa aprender a lidar com a culpa, porque sim, você vai sentir culpa, porque o seu sistema emocional ele foi treinado para ver a autopriorização como egoísmo. Então você precisa internalizar que a culpa, nesse caso, não é uma bússola. Ela é resíduo de lá de trás. Ela é um sinal que você tá saindo de um script que não era mais seu. Então é super natural que quando você começar a se priorizar, o teu sistema emocional que

13:48 foi treinado para agradar vai começar a gritar que você tá sendo ruim, que você tá sendo egoísta. Então, já nesse vídeo aqui, entende uma vez por todas que a culpa, nesse caso, não é um sinal que você tá sendo errada, é só um sintoma de que você tá saindo daquele padrão. E aí entra uma coisa que eu adoro trabalhar também, gosto, a autocompaixão, que em suma, é sobre você se tratar como uma melhor amiga. E aí começa a dizer para si mesma, querida, eu posso cuidar de mim e ainda assim ser uma pessoa amorosa. Sentir culpa não significa que eu sou uma pessoa má, significa que eu tô aprendendo a me valorizar. E aí, nesse processo inicial, é legal você se tratar como você trataria uma criança que tá aprendendo uma coisa nova, com

14:35 muita paciência e com muito afeto. E agora a gente tá chegando ao fim desse vídeo, senão ele fica um vídeo super longo, já tá com 17 minutos. E se tem uma coisa que precisa ficar clara para você, é que desconstruir um padrão não é fácil, tá? É como tentar parar um carro que tá descendo uma ladeira e ainda por cima da marcha ré. Precisa de um esforço gigante. E você vem sido criada para funcionar de um jeito, para agradar, para evitar conflito, para ser aceita. E começar a funcionar de uma outra forma exige muita força. Só que eu não tô falando aqui de uma força brutal que a gente conhece. Eu tô falando de assertividade, de autoconsciência, de autopercepção, de autogerenciamento. E só o fato de você tá aqui até agora

15:21 assistindo esse vídeo com mais de 17 minutos, já mostra que você tá nesse caminho, que você precisa começar e você escolheu começar por aqui. Exatamente por isso, vou deixar aqui na descrição um e-book. O nome dele é Limites que curam. Eh, ele é muito profundo, muito estruturado, com muita técnica, com muita estratégia da psicologia para que você consiga colocar limites nas pessoas de uma forma mais leve para você. Ele é um manual terapêutico mesmo que eu criei com muito carinho paraas minhas pacientes, porque elas não conseguiam, elas tinham muita dificuldade de se posicionar com maturidade e passavam a vida tentando agradar os outros. Então, nele eu compartilho muita técnica, muita estratégia da psicologia, coisas que eu aplico no meu consultório, coisas que eu

16:07 vivo na minha vida. Sim, ele é um manual terapêutico mesmo, acho que vai fazer muito sentido para você, porque nele eu vou te ensinar a desconstruir a tua culpa, a comunicar os teus limites com mais assertividade. E mais do que isso, eu acho que eu vou trazer muita coisa que eu já aplico, como eu te falei, no meu consultório, na minha própria vida. Eh, e o que que é melhor disso tudo? Eu tava até pensando aqui antes de gravar, esses materiais terapêuticos que eu venho criando, eles não substituem a psicoterapia de forma nenhuma, mas eles têm técnicas e estratégias para você conseguir aplicar no seu tempo. E é por isso que eu tenho achado ele tão funcional, porque ele traz a psicologia para perto das pessoas. Agora me conta uma coisa, esse vídeo aqui ele fez sentido para você? Se sim, já curte para

16:54 eu e o algoritmo saber, porque todas as vezes que você curte, o algoritmo entende que ele é um conteúdo bom, entrega para maior número de pessoas e você me ajuda com o meu propósito de vida. E se esse é o teu primeiro vídeo aqui no canal e você ainda não é inscrita, se inscreve, porque assim, todos os dias quando eu consigo, eu tô trazendo vídeos que vão te desenvolver como mulher e como pessoa. Um beijo no teu coração. Até o próximo vídeo.

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