Formação PAAP T29A - Fundos de Investimento - 29/04/2025

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Breve Resumo

Este vídeo aborda a distinção entre COI (Certificado de Operações Estruturadas) e operações estruturadas com derivativos, explicando suas características e como diferenciá-los. Além disso, discute a fundo os fundos de investimento, desde os conceitos básicos até as estratégias mais complexas, incluindo a análise de lâminas, a CVM 175 e a escolha de fundos adequados para diferentes perfis de clientes.

  • COI vs Operações Estruturadas
  • Fundos de Investimento: Tipos e Estratégias
  • CVM 175 e suas Implicações
  • Análise de Lâminas e Escolha de Fundos
  • Dicas Comerciais e Analogias para Clientes

COI e Operações Estruturadas: Entendendo as Diferenças

O COI (Certificado de Operações Estruturadas) e as operações estruturadas compartilham uma dinâmica semelhante, originando-se de operações com opções e derivativos. A principal diferença reside na presença de uma ponta de renda fixa no COI. Em operações estruturadas com ações e derivativos, o foco está em ações específicas, como Cirela ou Petrobras, com o objetivo de travar ganhos ou perdas. Estratégias como trava de baixa ou trava de alta são utilizadas para proteger o capital, limitando tanto as perdas quanto os ganhos. A escolha entre COI e operação estruturada depende do perfil de risco do cliente e do objetivo da operação.

Lâminas e Estruturas: Desvendando a Diferenciação

As lâminas de COI e operações estruturadas podem ser similares, mas a principal diferença está na alocação de renda fixa no COI, que garante a proteção do capital. COIs geralmente têm aplicação mínima menor (R$5.000 - R$10.000) e estão atrelados a índices como o S&P 500, enquanto operações estruturadas com ações e derivativos exigem aplicações maiores (R$30.000 - R$50.000) e estão ligadas a papéis específicos com estratégias de proteção. A mesa de derivativos é responsável pela montagem das operações, e o especialista apenas boleta a aplicação.

Preferências e Estratégias: COI vs Operações Estruturadas

A preferência entre COI e operações estruturadas é pessoal, mas operações estruturadas são frequentemente relacionadas a ações com derivativos, oferecendo proteção e estratégias de curto a médio prazo. COIs podem ser úteis quando oferecem retornos superiores aos produtos tradicionais, como o IPCA. É crucial que os especialistas em investimento conheçam ambos os produtos para montar portfólios diversificados e atender às metas dos clientes. A análise de fundos e COIs segue a mesma essência, mas com focos diferentes, visando proteger e reter o cliente.

Diferenças e Prazos: COI vs Operações Estruturadas

COIs geralmente têm prazos mais longos, em média 5 anos, enquanto operações estruturadas raramente ultrapassam 2 anos, comumente variando de 2 a 6 meses. É essencial que os especialistas se adaptem e façam conexões entre os diferentes produtos para melhor atender às necessidades dos clientes.

Fundos de Investimento: Conceitos Básicos e Analogias

Fundos de investimento são como condomínios, onde os investidores (cotistas) buscam rentabilidade, mas delegam a gestão a um gestor de fundo, que cobra uma taxa de administração. O gestor aloca os recursos em diversos ativos, e os rendimentos são distribuídos proporcionalmente entre os cotistas. Para clientes conservadores, é importante explicar que o gestor estuda o mercado e tem poder de barganha para comprar ativos que o investidor individualmente não conseguiria. Analogias como um condomínio de uso de uma Ferrari podem ajudar a simplificar o conceito.

Linguagem e Abordagem: Simplificando a Comunicação com o Cliente

É fundamental evitar termos técnicos ao conversar com clientes, utilizando uma linguagem simples e direta. Em vez de falar sobre imposto de renda de 22,5% a 15%, é mais eficaz mencionar a rentabilidade já descontada do imposto. A simplicidade é essencial, mas sem ser simplista. Analogias e exemplos práticos são cruciais para clientes que não possuem conhecimento técnico.

Rentabilidade e Impostos: Esclarecendo as Informações da Lâmina

A rentabilidade apresentada na lâmina do fundo geralmente é bruta, ou seja, antes do imposto de renda, exceto para fundos de infraestrutura, que são isentos. É importante comparar ativos com e sem imposto, utilizando o "grossup" para ajustar a rentabilidade. A rentabilidade passada não garante rentabilidade futura, e o "carrego" (rentabilidade desde o início) pode não refletir o desempenho atual.

Transparência e Informação: Evitando Meias Verdades

As informações sobre fundos podem ser incompletas, dando a impressão de engano. O diferencial do especialista é fornecer informações completas e transparentes. A marcação na curva e a marcação a mercado podem gerar confusão, e é importante explicar a diferença. A CVM 175 visa trazer mais clareza e transparência para o investidor, consolidando normas e estabelecendo novas regras para fundos de investimento.

CVM 175: Novo Marco Regulatório para Fundos de Investimento

A CVM 175 substitui a CVM 555, consolidando e atualizando as normas para fundos de investimento. Ela traz uma nova estrutura, dividindo os fundos em classes e subclasses, o que proporciona mais flexibilidade e personalização. A CVM 175 delimita as responsabilidades de gestores e administradores, aumenta a transparência e limita a responsabilidade do cotista, proporcionando mais segurança jurídica. A regulamentação também inclui investimentos em cripto e ESG.

Classes e Subclasses: Detalhando a Estrutura dos Fundos

A CVM 175 introduz subclasses dentro das classes de fundos, como "renda fixa crédito", que indica um fundo de renda fixa que investe em crédito privado. Isso proporciona mais clareza sobre a estratégia do fundo e o público-alvo. A nova estrutura visa evitar que investidores aloquem recursos em fundos inadequados para seu perfil de risco.

Ferramentas e Análise: Desmembrando a Lâmina do Fundo

Ferramentas como o "Mais Retorno" permitem analisar a composição dos fundos, incluindo o patrimônio líquido, a rentabilidade, a volatilidade e a taxa de administração. É possível visualizar os ativos do fundo e identificar a estratégia utilizada. A análise da lâmina e a compreensão dos termos técnicos são cruciais para defender o fundo perante o cliente.

Gestores e Estratégias: Conhecendo o Organismo do Fundo

O gestor é o principal responsável pelas decisões de investimento do fundo, mas a CVM 175 atribui responsabilidades iguais ao administrador. Conhecer o nome do gestor e sua estratégia pode enriquecer a conversa com o cliente. Podcasts como "Market Makers" e "Stock Pickers" trazem gestores para falar sobre suas estratégias.

Taxas e Segregação: Entendendo os Custos e a Proteção

A CVM 175 segrega os custos dentro do fundo, garantindo que as perdas ou ganhos de determinadas classes não afetem as outras. A taxa de administração é cobrada anualmente, mas deduzida diariamente, enquanto a taxa de performance é paga se o fundo performar bem. É importante saber como contra-argumentar quando o cliente questiona a taxa de administração, utilizando analogias como o pagamento da luz ou do síndico do condomínio.

Taxa de Administração: Alta ou Baixa? Depende!

Uma taxa de administração de 3% pode ser alta ou baixa dependendo da estratégia do fundo. Para fundos multimercado, pode ser aceitável, mas para fundos de renda fixa, é considerada alta. Estratégias mais complexas exigem uma equipe maior e, portanto, uma taxa de administração maior. É importante entender o conceito de linha d'água na taxa de performance, que só é paga se o fundo superar o desempenho anterior.

Lâminas e Documentos: Conhecendo as Regras do Jogo

Além da lâmina do fundo, é importante conhecer o regulamento, o formulário de informações complementares e o termo de adesão e ciência de risco. Este último é necessário quando o cliente investe em um fundo que não está alinhado ao seu perfil.

Estratégias de Fundos: Navegando pelas Opções

É crucial conhecer as diferentes estratégias de fundos para explicar as nuances aos clientes. Fundos pós-fixados são atrelados ao CDI ou Selic, enquanto fundos pré-fixados investem em ativos com taxas pré-definidas. Fundos de inflação protegem contra a corrosão do dinheiro, e fundos de gestão ativa buscam superar o índice de referência, enquanto fundos de gestão passiva replicam o índice.

Crédito Privado: Desvendando as Classes e os Riscos

Dentro dos fundos de crédito privado, existem diferentes classes: cash, high grade e high yield. Fundos cash investem em ativos de alta liquidez e baixo risco, enquanto fundos high grade investem em crédito privado de empresas com bom rating. Fundos high yield buscam retornos maiores, investindo em empresas com maior risco de crédito. Fundos de infraestrutura investem em projetos de infraestrutura e são isentos de imposto de renda.

Ferramentas e Estratégias: Analisando a Volatilidade e os Ativos

É importante analisar a volatilidade dos fundos e os ativos que os compõem. Ferramentas como o "Mais Retorno" e o "Ambima Data" permitem acessar informações detalhadas sobre os fundos e seus ativos. A escolha do fundo deve ser adequada ao perfil do cliente, considerando seu apetite por risco e seus objetivos.

Recursos e Preparação: Dicas para o Dia a Dia do Especialista

Para se preparar para atender um cliente, é importante conhecer o cenário econômico, as cotações de ações e fundos, e o calendário econômico. Sites como "Status Invest", "Infomoney", "CNBC", "Bovespa", "Mais Retorno" e "Trade Economics" são úteis para obter informações. A análise da curva de juros e a compreensão dos benchmarks são cruciais para justificar a escolha dos fundos.

Fundos Quantitativos e Multigestor: Explorando Estratégias Diferentes

Fundos quantitativos utilizam modelos matemáticos e algoritmos para tomar decisões de investimento, enquanto fundos multigestor investem em outros fundos, diversificando as estratégias. Fundos de ações podem ser long only (posição comprada), long biased (maior parte em posição comprada) ou long and short (posições compradas e vendidas). Fundos de índice replicam um índice de referência, e fundos de retorno absoluto buscam retornos positivos independentemente das condições do mercado.

Fundos Internacionais e Alternativos: Expandindo as Fronteiras

Fundos de renda fixa internacional investem em títulos de dívida no exterior, enquanto head funds adotam estratégias mais agressivas para maximizar os retornos. Fundos cambiais investem em moedas, e fundos alternativos, como private equity e venture capital, são destinados a investidores qualificados e profissionais.

Fundos Estruturados e Imobiliários: Explorando as Opções

Fundos estruturados, como FIDIC, investem em direitos creditórios, enquanto fundos imobiliários investem em imóveis. Fundos de participação investem em empresas específicas, e ETFs replicam um índice de referência.

Tributação e Métricas: Entendendo os Custos e a Performance

É importante relembrar a tributação dos fundos, incluindo o IOF e o imposto de renda. O come-cotas é uma antecipação do imposto devido, cobrado em maio e novembro. Métricas como o índice de Sharpe, a volatilidade e o drawdown são utilizadas para avaliar a performance dos fundos. A correlação entre fundos indica se as estratégias são iguais ou não.

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Transcrição

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0:00 Eh, e eles têm a mesma dinâmica, né? Como a gente falou, o COI ele ele nasceu das operações com opções, com derivativos, só que ele recebeu um nome bonitinho. As operações estruturadas não receberam. O que vai eh definir que é um COI basicamente é se ele tem alguma ponta de renda fixa. Então, mas no nosso caso, a nós nós estávamos analisando uma lâmina que ela tinha lá a sua limitação de ganho, tá? E ela batia lá uma um um valor que, por exemplo, se caso ela ultrapassasse os 33%, então ela rendia 8%, que no caso era basicamente alinhada ao CDI ali. Então a nossa Ô Jon, oi. Eh, só pegar

0:48 esse gancho. Eh, assim, quando você for olhar ações, assim, operações estruturados com ações que envolvem derivativos, você praticamente vai tá olhando a ações, papéis. Por exemplo, você vai entrar na Cirela, na Petrobras, você tá com uma perspectiva que ela não vai passar de 30% pro no próximo ano, uma operação de um ano, só que você quer ter uma garantia meio que prefixar, prefixar. Então você vai entrar numa operação que eles falam eh que no in, que no out, onde você trava baixa ou trava alta. Aí vai funcionar da seguinte forma, você vai ver assim: "Ah, cliente, você tá eh você quer entrar nessa operação? É a primeira vez que você tá entrando em

1:33 operações estruturadas. Eh, eu sei que você gosta de ações. Eh, você, ou melhor, você disse que não gostava muito porque você perdeu e tudo mais, só que eu te falei que você tinha entrado em papéis ruins, tem que fazer um acompanhamento, por isso que eu tô aqui e tudo mais, blá blá blá. Então assim, ó, a Petrobras é uma empresa sólida e tudo mais. Ela tem é uma boa pagadora de dividendos e tem uma perspectiva de uma alta de 50%. Só que você tá com medo dela cair por causa do governo Lula, supondo que ele seja petista. Tô dando um cenário que já aconteceu comigo, tá? Ah, e você tá incomodado que tem interferência do governo. Então, para não perder, o que você acha da gente ir para uma operação estruturada de ações com derivativos e e travar e você não

2:21 ter nenhuma perda? Como assim? É assim, o trader, ele é o especialista, ele vai te falar com toda a propriedade. Eu estou te trazendo um apanhado para você ver se faz sentido para você ou não, tá? Somos especialista, não podemos falar e oferecer produtos de ações, um adendo. Então aqui essa operação funciona o quê? A ação, se ela cair para baixo de zero, você não vai perder nada. Eh, ela caiu -10 é 0, - 20 é 0, - 30 é 0. Porque você colocou uma trava de baixa, 100% de proteção, percebeu? Então, quando é 100% de proteção, o seu limite é uma valorização de 30. Então, até 30 você ganha. Passou de 30 é 30. Ela valorizou

3:07 80 é 30. Percebeu? Agora, supondo que você fala assim: "Não, eu aceito correr um pouco de risco. Eh, eu aceito perder até 10. Então ela vai ter uma proteção 75%, ou seja, até -10 você perde, mas você pode ter um ganho até 38, entendeu? Então a gente só tá falando de ações com cenários de travas. Na verdade, eu acho que a dúvida do Jonathan, ela vai muito em no entendimento da lâmina. Vamos lá, Jonathan, se eu tiver errado aqui, você me corrige, porque isso a gente até trabalhou na parte de operações estruturadas. A gente falou muito sobre isso na aula de estruturadas e eu lembro que fui eu que dei, mas o questionamento foi quando bate o olho na estrutura, o que que vai diferenciar de uma operação estruturada com derivativos e o que que vai diferenciar o COI? É isso, né,

3:52 Jonathan? Isso, isso aí diretamente o objetivo. Isso, ó, eu atendi. Nossa, então peço desculpas, acabei falando uma forma de vender, ó. Pelo menos vocês tiveram algo bom, tá? Eu entendi errado, mas foi algo bom. Não, tranquilo. Mas assim, eh, essa essa questão que o Fernando falou, a gente ficou muito claro para, pelo menos para mim ontem, que cada lâmina tem a sua estrutura específica, só que como você tocou na situação que toda lâmina quando toca em renda fixa é porque é um COI de renda fixa. Então eu fiquei um pouco na dúvida porque eu peguei uma ontem que era como operação de estrutura com ações derivativos e que também tinha uma trava eh voltada pro pra renda fixa também,

4:38 entendeu? Aí só perfeito, cara. Mas é é assim, lembra que os coiss, as operações estruturadas, elas são como se fosse um pacotinho. Então assim, você vai você pode encontrar uma infinidade de possibilidades. Eu acho que para trazer uma simplicidade é se tem renda fixa, opa, pode ser um COI, mas lembra que são operações estruturadas, então ambas elas podem te oferecer proteção, alavancagem, a um retorno mínimo, um retorno eh eh uma proteção de capital, né? Porque hoje você tem, eu tenho aqui, por exemplo, um COI que eu tenho o meu capital protegido, mas eu tenho uma operação estruturada que dá proteção total em Petro. É, mas qual que é a diferença?

5:25 Que na operação estruturada, lembram que a gente falou que dentro do COI, na estrutura do COI, você tem um um percentual menor que vai garantir o teu capital protegido, que fica locado em renda fixa. Inclusive, voltem ver essa aula, porque a gente fala sobre isso. E um outro pequeno percentual do valor alocado, que seja R$ 10.000, R$ 1000, ele é alocado em um derivativo para dar o ganho lá, seja alavancado, seja ganho na baixa, enfim, né? A estratégia que for. Mas lembra que dentro de um COI, o capital garantido, ele se dá por conta de uma locação em ativos de renda fixa que proporcionem para você o teu capital protegido. Já nas operações estruturadas com derivativos e ações, você vai ter uma opção cujo qual o seu preço de

6:13 exercício vai garantir que você venda o seu papel no seu preço inicial. O que isso significa? que whatever. Se o papel cair, virar R$ 1 e ele custava R, tu tá garantindo a tua venda a R$ 100, ou seja, proteção total, tô garantindo o teu capital inicial. Ou seja, um eu uso derivativo para me proteger e o outro eu uso renda fixa. Claro que, né, você tem ali a combinação de renda fixa para ser um COE e a operação estruturada vai envolver a montagem de estratégia full opções. Fica um pouco mais claro? Boa. Fica fica assim. E aí usa o que o Fernando falou aí para comercial, tá? na operação pelo menos com água. Na

7:00 operação estruturada ele usa justamente o derivativo que é aquela situação, né? Direito de vender ali. Se o cair nesse caso. Exatamente. Exatamente. Nessa questão que a gente pegou na estrutura lá do COI, do COI, desculpa, da operação estruturada, que aí ele começa a estrutura primeiro vendendo uma pute ali uma proteção de 95% do capital. Ele comete. Isso. Quer uma dica, Lucas? Oi. E eu esqueci o nome do outro rapaz, sumiu a paixão dele. Jonathan, o Jonathan. Jonathan. Assim, quando é coi coi vai tá lá na lâmina. Aplicação mínima 5.000, 10.000 ponto e coi. Agora quando é com ações, opções, derivativos, a aplicação mínima é 30.000 ou 50.000, senão não compensa pra corretora,

7:45 entendeu? Então assim, já parte aí. Então assim, eh, e a lâmina dos dois é é similar. Eu eu lembro assim, por exemplo, vai pegar uma collar que é de ações, é muito similar do COI, só que assim o a o COI geralmente tem o capital protegido ou garantia mínima, por exemplo, eh, deu tudo errado, tem 10%, igual o COPCA, você entendeu? Então vai por essa linha na na no cabeçalho você já descobre a diferença, tá? Então assim, e COI você vai olhar, ah, COI é assim P500, ou seja, ele tá trilando alguma coisa. Agora, quando é ações, é o papel atrelado com alguma proteção, alguma estratégia de eh envolvendo long, tipo, você vai travar aqui para

8:31 ter uma ganho ou um aluguel, tá bom? Então, são as palavraschaves que vocês podem pegar e anotar. Agora acertei, né, por? Boa. Agora, agora foi, agora foi. Fala, Igão. Era, era o Igor. Fala lá, Igor. O Igão. Opa, boa noite. Eu queria mais saber uma curiosidade em relação, por exemplo, quem que faz a montagem das operações e dos cois? É um especialista em COI, é um trader? Perfeita pergunta. Perfeita pergunta. Eh, tem uma pessoa específica, tem uma mesa de estrutura hoje, tá? Uma mesa que a gente chama mesa de derivativos ou mesa de operações, né? Então é essa mesa que vai montar. Ah, o cliente aplicou 50.000, você especialista foi lá e boletou. Toda a mesa que vai fazer, vai

9:17 fazer a compra da COL, vai fazer a venda da P ou vai eh, sabe, vai é a essa mesa que vai estruturar, mas nessa mesa tem uma área específica, você não se preocupa com fazer, a não ser que você queira lançar uma opção pro cliente, aí você faz, tá? Mas uma operação estruturada, um COI, por exemplo, cara, você só vai lá, aperta o botão boletar 10.000, pronto, esquece. Você não precisa esquentar a cabeça com mais nada. Uhum. E antes antes de você falar, só para responder a pergunta, o o parente do Fogaça, né, do Henrique Fogaça, o Danilo Fogaça, ó que chique e pergunamos aqui. Eu prefiro operações estruturadas ou COAI. Eh, acho que não foi para essa turma, eu devo ter falado para outra. Eu odeio COI, mas eu sei vender, como vocês

10:03 viram, dá para trabalhar porque, tipo, eu foco no cliente, né? Mas é uma opinião pessoal, Fernando, então eu evito o máximo COI, só se fizer sentido. Por exemplo, um COIPCA, que o IPCA tradicional dá cinco e ele tá pagando 11. Aí, pô, aí nesse sentido faz. E de 100 cois e de 1000 cois 10 são bons. O resto é resto. Então, então vocês já entenderam. e operações estruturadas. Quando eu falo operações estruturadas, eu relaciono sempre ações com ah derivativos, com proteção, com estratégias de curto prazo ou médio prazo, tá? Essa é a minha resposta pessoal. Você tem alguma resposta em relação a isso? Pode ou vai na mesma linha? Cara, cara, eu sou meio suspeito a falar, eu sou apaixonado por operação

10:48 estruturada. Eu gosto, acho legal. Eh, é muito melhor uma operação estruturada para um cliente, pô, você vai lançar opção, você vai olhar lá tem 700 opções, né? Pô, você já traz um negócio pronto pro cliente. É muito mais fácil, muito. Não posso falar nada, né? Trader, então minimamente eu tenho que gostar disso aqui, né? Então vocês, ó, você deu azar, tá? Ô Fogaço, porque ele é trader, então ele gosta de operações, ações. Mas assim, então vocês já perceberam, mas vocês estão indo pra área de investimento e tudo isso. Eh, porque a gente tá falando desse ponto é tudo tá relacionado, vocês vão ter que fazer montagem de portfólio, vão ter aula pra frente. Só que vocês têm que ter noção que além dos fundos que vocês vão ter que saber vender, vocês têm que saber as categorias que

11:34 vocês viram ontem, renda fixa, multimercado, cambial. Além disso, vocês vão ter meta de COI, vão ter meta de estruturadas, vocês vão ter que saber vender. Então, eh, é um complemento. E às vezes, por que a gente tá trabalhando isso? É agora a estratégia de venda, por exemplo, o cliente tá insatisfeito com um fundo. Poxa, eh, ah, esse fundo tá ruim, tá rendendo pouco, ó, mas tem esse COI que tá assim assim assado com operações estruturadas. Vocês nunca vão falar COI, tá? é uma operação estruturada com inflação e proteção assim assim assado. Acho que na aula de COI acho que vocês já tiveram vão ter vocês vão ter alguns espíits comerciais. Então vocês vão fazer essas divisões, vocês vão ter que fazer essas análises e a análise de olhar um fundo, um coi, a essência é a mesma, só que os focos vão

12:19 ser um pouquinho diferente. Para quê? Qual é o objetivo? Vocês vão ter que desmembrar um fundo para meter o pau no fundo do concorrente. Por quê? o seu você tem que proteger o seu cliente para você. Então eu falei assim, ó, o nosso fundo, o a VOL dele, só que vocês não vão falar pro cliente V, vocês vão falar oscilação, a o risco, falar bonitinho pro cliente. Eh, é menor por temos crédito privado de triplo wa, blá blá blá, título público, CDBzão. Então, por isso que a gente tá dando 105. Agora você vai naquele fundo do XPTO das quantas que tá rendendo 115. Só que, ó, não tem triple. Eu abri aqui a lâmina, eu fui no Quantum, eu fui no Mais Retorno, eu fui vendo as aplicações dos

13:06 últimos três meses. Olha só o risco. Você diz que é conservador, você vai querer ir nesse fundo, pronto, você reteve. Vocês perceberam um eu falei bem rápido do fundo porque a gente vai ver agora do qual vocês viram, é análise de mercado, é tudo que vocês viram, tá? Então tem tudo isso que vocês tem que fazer. Eu acho que eu falei para vocês na na aula passada, eh, e acho que resumo que o Fernando trouxe aqui, tem sapato para todo tipo de pé. Ponto. Não precisa sair ofertando para todo mundo corn. Você não precisa sair ofertando para todo mundo operação estruturada, até porque se vocês oferecerem operação estruturada para perfil moderado, vocês ó, pelo compliance. Fala, Ítalo. Vamos, vamos. Vou puxar o Ítalo aqui pra gente começar porque eu falo, é só perguntar para vocês. Tem dúvida? Tem tem

13:52 questionamento aqui, gente. Ó, se tiver dúvida, fala, hein. Não tem dúvida besta não. Fala aí, Talô. Desculpa. O meu era mais um adendo sobre essa questão aí do de como diferenciar operações estruturadas com COI, né? Eh, eu acho que seria mais o prazo também, né? Que o COI geralmente é de mais longo prazo, né? 5 anos, que é a média, lógico. É, você vai pegar um tr 5 anos. Aham. E operação estruturada, você pega prazo. Operação estruturada quando você pega de 2 anos é extremamente longa. Sim, é muito longa, né? Então você pega aí 2 meses, 4 meses, se meses. É isso aí. Bora, meu povo, bora, bora que já se passou um tempo aqui e eu sei que vocês gostam de conversar assim como eu e o Fernando. Então vamos que a gente tem muito assunto para conversar. Ô, ô, meu

14:39 jovem, você preferiu Frederico como cohoster e me tirou como cohoster, né? Por isso que eu não tô vendo ninguém para aceitar. Negativo, negativo. Acho que eu botei aqui errado, cara. Vocêou errado. Eu tô aceitando todo mundo que tá entrando na sala aí. Eu tô aceitando. Maravilhoso. Maravilhoso. Aí ó, pode trocar viu, galera. Time aqui do Gravado. Pode aqui, ó. O Fred já fez o papel do Fernando, então o salário dele vai pro Fred, tá? Oi. errou, cara. Ô, Frederico, manda NPS aí pra gente já chamando NPS. deixar, vai vir, vai vir um detrator lá, o Léo coloca o corrostrado. Aí o o Fred vai colocar no NPS dele: "Pô, hoje em

15:25 vez de ver a aula, eu tive que trabalhar na aula". Mas assim, você o que o o como é que vocês veram essas a esses links que eu fiz? Porque assim, tudo que eh eu acho que eu falei para vocês, tudo tem eh é válido, é importante. Então vocês têm que fazer esses links e assim saber se adaptar, porque às vezes não vai ter ninguém para ajudar vocês, tá? E assim, eu vou contribuir um material que acho que hoje é, não sei se é minha última aula com vocês, eu contribuí um PowerPoint com a outra turma, eu preciso contribuir com vocês, depois vocês me lembram, tá bom? Boa. Qualquer coisa, joga no chat aqui e aí quem puder puxar qualquer coisa, o o PowerPoint, compartilha no grupo que a gente sabe que vocês têm um grupo

16:11 underground aí, o grupo clandestino de vocês que não é oficial, aí vocês se comunicam, se conversam, já joga esse esse PowerPoint lá para vocês. Beleza? Quem contou? Ah, mas isso aí a gente a gente já esteve do outro lado. A gente sabe como é, entendeu? A gente sabe como é. É, tem tem o professor tá infiltrado no grupo. Não, imagina não, não estamos não. Gente, bora falar de de fundo de investimento. Quem que gosta? Eu particularmente gosto. Hoje vejo menos, né? Eh, mas é um tema muito legal, tá? Eh, eu acho que o Fernando também deve ser apaixonado por fundo, porque basicamente a vida do especialista em investimento vai ser falar disso aqui, tá? com exceção de falar de um crédito privado, uma oferta pública, mas vai falar muito sobre

16:58 fundos de investimento, né? Eh, então, fundo de investimento eu eu eu sempre gostei porque é uma forma de a gente levar determinado produto pro nosso pro nosso cliente eh de forma muito mais facilitada, né? Porque hoje você tem lá, poxa, o teu cliente quer operar moeda, né? Aqui, ó, multimercado ali o Itítalo comentou: "Pô, teu cliente quer operar moeda, ele quer fazer a compra de moedas diferentes." Olha, você sabia que existe um fundo hoje que faz esse tipo de estratégia da forma que você tá pensando? Poxa, vamos deixar aqui para um gestor capacitado, vamos trazer aqui, né? Eh, alguém que sabe trabalhar dessa forma, ao invés de você ficar se preocupando, né? Então é uma é uma facilidade em em alocarmos o recurso do nosso cliente. Claro, é fácil, não é?

17:44 Porque você tem várias nuances e a gente vai ver aqui que é importante a gente trazer pro nosso pro nosso cliente. Mas de forma super simples, como slide já diz aqui, os fundos eles são como uma espécie de condomínio. Por que que a gente fala que é uma espécie de condomínio? Porque pensa um condomínio residencial. Todo mundo tá ali para quê? Para morar, para viver bem, para ficar tranquilo, né? não se preocupar com corta grama, com eh eh o elevador que dá problema. Então, para isso, a gente paga um negócio chamado taxa de condomínio que vai lá pro, né, pro condomínio, pro CNPJ desse condomínio. E aí você tem alguém que cuida desse dinheiro, que faz a administração também, porque o negócio não pode ficar lá torto à direita, né? Então você tem o quê? Um síndico que faz todo o cuidado. Ele olha se precisa cortar grama, ele olha se precisa trocar uma lâmpada, ele vê se tem que fazer manutenção no portão, se o elevador tá

18:31 com problema. Então ele vai fazer toda essa análise aqui, né? Eventualmente pode ser um síndico só ou pode ser um grupo, né? Uma uma empresa especializada nisso, independente, mas você paga para este síndico fazer esse trabalho que eventualmente você com o seu tempo, tempo é dinheiro, não pode fazer. Entenderam? Aqui agora a gente entra na dinâmica de um fundo. O fundo é basicamente a mesma coisa. O que que as pessoas que vão investir dinheiro querem? rentabilidade. Só que eu, Léo, eu não sei investir, eu não sei avaliar crédito privado, eu não sei e olhar se se vale a pena investir num CDB agora, num título pré, eu não não consigo. Ô, então eu vou lá no Farley e ele que é um gestor de

19:16 fundo, ele vai saber fazer isso para mim. Só que como nem relógio trabalha de graça, ele vai cobrar o que a gente chama de taxa de administração para trabalhar, o que é justo, né? E a gente vai ver que alguns fundos cobram um pouco mais. Então a gente paga para esse gestor, para esse para toda essa equipe que tá lá fazer essa função de buscar o melhor investimento pro nosso dinheiro. E aí, obviamente, todo rendimento adquirido através desse fundo é distribuído entre os participantes ou a gente pode chamar aqui de cotista, né, como se fosse o morador. E cada um recebe o seu montante justo em relação à aquilo que

20:02 investiu. Fica um pouco mais claro aqui para vocês? Fer, você tem algum ponto de complemento aqui em relação a isso? Sei que é parte introdutória aqui, mas é legal. Gosto de ouvir a sua contribuição. Não, bacana. Eh, uma forma que vocês têm que levar pro cliente é assim, quando são aqueles bem conservadores e vocês querem tirar eles do CDB e trazer para fundos, porque também remunera mais para vocês, sofistica a carteira que é meta de vocês. Falei assim: "Olha, esse fundo é conservador". Qual Qual a estratégia? Você consegue conhecer todos os os tipos de investimentos possíveis, imagináveis? O cliente vai falar: "Não, não conheço". Então, tem uma pessoa que estuda para isso. Eu não estudei aqui para poder fazer a gestão da sua carteira. Então, um gestor, ele estudou e faz essa gestão, ele pega os principais ativos. E

20:48 outra, você tem condições de comprar uma Ferrari? Não. O fundo ele faz o quê? Ele junta várias pessoas e tem poder de barganha para comprar, entre aspas, uma Ferrari. Por que eu tô falando de forma codificada e simples? Porque vocês vão conversar com pessoas simples que não tem conhecimento técnico. Então vocês não podem usar maioria, vocês não podem usar conhecimento técnico. Então usem analogias do jeito que eu tô fazendo. Então vocês não têm, você sozinho não tem, mas ó, se você junta você e 20 amigos e cada um der 100.000, vocês compram uma Ferrari e aí eh cada um fica dois dias com a Ferrari. Pronto, vocês fizeram um condomínio de uso de uma Ferrari e é isso que é um fundo. Pronto, vocês trazem segurança, vocês fazem analogia. É assim que vocês vão

21:34 conseguir, de primeira, nem Nossa, desculpa o palavreado. Eh, nem ferrando. Mas assim, aí vocês vão o quê? Uma segunda reunião, na terceira, e aí vocês vão sofisticando. Mas também, pessoal, é ir para um fundo de renda fixa. Não vou me botar num fundo de ações, aí é pênalty, entendeu? vocês vão tomar resgate. Então é assim que vocês vão fazer isso. Por isso que essa parte de introdução é interessante vocês saberem para vocês explicarem essas nuances pros clientes que nunca investiram em fundos. É muito importante. Eu trouxe um exemplo de argumento de dia a dia com esse comecinho. Hum. Ó, e eu vou e vocês sabem que quando eu entro em aula aqui é para ser super sincero, né? Eh, então isso que o Fer falou, gente, eh é muito

22:19 real assim. Não pensem que a gente traz os negócios para vocês aqui e a gente não usa no dia a dia. Eu confesso para vocês, eu uso muito pouco termo técnico com os meus clientes, mas muito pouco mesmo, porque são poucos clientes que exigem termos técnicos. É importante a gente saber, obviamente, mas em sua maioria vocês vão pegar clientes que às vezes, ô ô Fer, vamos lá. Quando a gente e entrou no mercado financeiro, na parte de investimento, qual que era o nosso a a o nosso tesão assim, falar técnico com o com o cliente, né? O, e falava tal de imposto de renda 15%, vai ser deduzido. Nós já vem descontado ali na na já vem deduzido o imposto de renda nessa rentabilidade e ter o cliente assim, né, tipo um cara de paisagem. Cara, esse cara tá doidão. E quanto mais

23:05 você tentava falar técnico, mais difícil ficava de você de você fechar o produto. Aí eu pensei assim: "Pô, então se eu falo de imposto de renda que vai de 22,5 a 15% e o cara não tá fechando, então eu vou usar de uma outra forma, falar assim, ó, Gabriel, hoje dentro desse fundo aqui você tem uma rentabilidade que é de 0,85 já contando imposto de renda, tá? Já descontado. Ah, tem imposto de renda. Tem não, mas já tá descontado. O 0,85 já é já é já é já é livre disso. É muito mais simples, muito mais simplificado. Então é aquilo que eu falei já para vocês, sejam simples sem ser simplista. tragam de forma fácil de entendimento pro cliente. E a gente usa muito disso

23:52 aqui na ponta hoje, porque às vezes, às vezes não, na maioria das vezes eu tenho um cliente que eu atendo, ele é agricultor, ele tá no meio da fazenda colhendo soja, vou falar com ele, tá com a camiseta suja de tá lá na terra. Você acha que se eu falar de termos técnicos com ele, ele vai entender o que eu tô falando? Aí ele fala: "Léu, o meu negócio é plantar soja, eu ganho dinheiro com isso. Esse troço eu deixo para você que estudou". E é comum acontecer isso. Claro, vocês terão uma pequena parte, um 10% da carteira de clientes que estudam, que entendem que, ah, eu opero, eu vivo isso, né? Então é natural, a gente ter que ter um pouco de termo técnico, mas é importante vocês trazerem essas

24:37 analogias e a gente traz analogias que nós utilizamos no dia a dia e que pode ajudar vocês, porque como dizem, né, nessa vida se cria, tudo se copia. Então eu ouvi o Fernando falando um negócio outro dia, uso com meus clientes agora, opa, eu ouço o Jonathan falando de uma forma, eu falo: "Op, vou adotar isso aí pro meu dia a dia". E assim a gente vai criando o nosso método de atendimento, a nossa forma simples de falar com o nosso cliente. Então isso aqui é essencial. E aí a gente começa a entrar aqui, mas antes de eu falar, vou puxar o Fred. Fala aí, Fred, hein? Eh, a rentabilidade apresentada nos fundos já é descontado o imposto de renda? Sim, senhor. Não.

25:25 O que depende da lâmina? Ô, fala aí, fala aí, fala aí. Depois, depois eu trago. Fala aí. Quando vem na lâmina é exento, não é isento, já é descontado a taxa de administração. Ali você vê a taxa bruta, aí você, se o cliente tá na dúvida de um fundo privilégio de Itaú, de render 1%, ó, aí ele vai falar assim: "Ah, mas já foi descontado alguma coisa ou ainda vou ter que pagar taxa de administração?" Não, não. Isse aquiqu é líquido de taxa de administração. Agora, quanto você vai receber? É, você tem que tirar, por exemplo, você tá a 6 meses, então vai ter que tirar 20%. 08. Agora, se é um fundo de infraestrutura e deu 1%, não, aqui é a taxa líquida. Porque é iso, você não entendeu minha pergunta, mas assim, o

26:12 que é a rentabilidade apresentada na lâmina já é a proposta, vamos supor 110, 115% do CDI, vamos supor assim, você fala, esse fundo, ele tem um objetivo de 115% do CDI. Exato. É a estratégia. É a estratégia. se aparece assim, temos a proposta tanto, eh, é isso, 110. Outra coisa que você vai ver na rentabilidade é o carrego. O que é o termo carrego, pessoal? É aquela pessoa que pegou o fundo de investimento desde o início e carregou sem resgatar até hoje. Então, o carrego dele é de 115. Só que você entrou agora em janeiro, o seu carrego de 4 meses é 92. Não. Então essa pergunta que eu fiz

26:57 eh aquela rentabilidade da apresentada na lâmina na proposta já é descontado o imposto de renda ou não? Na lâmina quando você tem lá a a taxa proposta do fundo, não tá? Se você pega, vamos abrir um site da Kineia ali, por exemplo, abriu o site da Kineia, a a o objetivo, o target, né, de retorno desse fundo é de 3% acima do CDI. bruto. O que tá na tela lá é bruto. Aí quando você vai fazer um resgate, por exemplo,

27:43 vai aí vai ser retido na fonte, etc. e tal. Aí aí desconto imposto de renda, tá, Fred? Obrigado. Por isso que daí a gente precisa, por exemplo, eh fazer um um acompanhamento muito importante, que é o que a gente chama de grossup. Não sei se alguém já falou para vocês aqui. Grossup é basicamente quando você compara um ativo com um imposto com um sem imposto. Eh, normalmente quando você vai comparar com algum ativo que é isento, você precisa daí, por exemplo, fazer o grossup dessa rentabilidade possível dentro desse fundo. Ficou claro que aí no caso são que aí no caso são os fundos de infraestrutura. Se ele rendeu eh 100% do CDI esse mês, você tem que fazer o Grossup e aumentar a porcentagem dele, porque ele é isento, então ele rendeu tipo 130, tá bom? Então

28:29 assim, sempre que vocês vão ver é bruto. Os únicos que são líquidos são os fundos de infraestrutura. Ponto. Por quê? O fundo segue tabela regressiva, ações, eh, cambiar multimercado é tabela regressiva, 225, 20, 175 e 15. Então não tem como você dar algo líquido, você entendeu? Você não sabe que período, há quanto tempo ele tá nesse fundo. Tá bom? Ô, ô, Fred, tranquilo. Obrigado. Excelente pergunta, viu, Fred? Top demais. Alguém tinha levantado e caiu. Não deu nem tempo. Francisco. E já vinha. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Fala aí, Fred. Desculpa. Alguém me falou que já vim descontado eh quando eu tava na na XP lá

29:16 na no nos inscritor. Então, isso que eu ia falar. Obrigado. Você me lembrou de um negócio. Porque tem lâmina, cara, que consegue projetar, mas assim, depende muito da casa. Atenção a isso aqui. Não é escrito em pedra, por favor. Depende da casa. às vezes projeta, sei lá, um um desconto de R pro cliente, tá? Mas assim, depende da casa para fazer isso. E às vezes assim, uma lâmina interna do banco não vai ser nem uma lâmina pública, porque pensa aí, entra naquilo que o Fernando falou, você tá numa líquida, eu tô em outra, então eu quero os mesmos percentuais, só que aí o o meu percentual é diferente do teu, se a gente for considerar IR, entendeu? Mas tem lâmina de fundo às vezes que já considera isso. Mas daí depende muito isso que eu ia falar até no no início.

30:01 Não é algo escrito em pedra, é para todo mundo. Não. Se é público, se tá em site, cara, considera que ainda vai ter o IR depois. Ponto. Majoritariamente. Tá. Ah, Léo, mas pode ter sim, pode. Tem lâmina que pode ter, tá? Então assim, vou vou acessar o site aqui, Léo. Vou entrar num fundo de investimento e a taxa que eu que vai ter lá eu considero o quê? Com imposto de renda, gente. Ponto. Beleza. Beleza. Obrigado, Francisco. Você tinha eh falado aí. É, eu tinha levantado a mão porque eu ia pontuar exatamente o que Fernando falou, né? Tem tem fundos que seguem uma tabela regressiva, né? Então não teria, né, como na lâmina lá, não tem como, não tem

30:48 como. É, é que daí fica injusto, né? Ah, mas daí aí você tá numa alíquota de 22, eu tô numa de 15. Aí não, mas espera lá, né? A rentabilidade tem que ser igual, mas daí eu tô é vários e se replica para vários produtos também, né? Para vários não, mano. Todo produto tem e um ponto de atenção que o Port falou, uma coisa é o padrão, outra coisa é algo da casa específica. Então, por isso que vocês quando forem pedir algum dado do cliente, ô, me manda então essa foto porque tá rendendo mais. Aí você vai abrir, olha que eles já fizeram o líquido de imposto, entendeu? Principalmente em aplicativo, né? Exato. Então, por isso que vocês têm que ter essas manhas. Por isso que a gente tá dando esses toques. Falei do imposto de renda, das categorias das faixas do do o Portos

31:36 trouxe o Grossup, porque assim, o cliente é enganado torto e a direita. Quando eu falo enganado, não, assim, eh, as informações vem incompletas, então dá impressão que é ser enganado, mas não, eh, ele tá com meias verdades, isso acontece muito. Então, é onde vai ser o diferencial de vocês, tá? Assim, ó, eh, hoje os produtos são commods, o que vai ser diferenciado é o atendimento de vocês. Então, por isso que a gente tá dando essas dicas. É tipo marcação na curva e marcação a mercado, né? Tem aplicativo que que deixa você trocar lá o que que você quer visualizar. Aí o teu teus ativos que marcam tudo na curva, tá tudo marcação negativa. Aí o teu cliente tá com marcação, né? Você tá com a

32:21 mercado e o teu cliente lá no outro aplicativo lá da outra plataforma tá com marcação a mercado. Aí ele mostra, óbvio que a rentabilidade vai est melhor. Só que são coisas não comparáveis, né? Então aí se o teu cliente for resgatar lá, ele vai ter a marcação igual. Só que aqui você mostra o que é real. lá é mostra que ele vai ter até o final. Então é uma questão de preferência aí também. Bora. CVM 175, tá? Ela vem para substituir a 55, o que a gente ainda costuma, eu particularmente amo muito aqui os fundos 55, né? Mas ela é uma uma uma instrução aqui da CVM que ela foi publicada em 23 de 23 dezembro de 22, tá? eh, ela vai consolidar muitas das normas para fundos de investimento que

33:08 eram anteriores, né? Então, ela vai estabelecer regras novas, eh, uma constituição nova, um funcionamento, divulgação de informação, como que os fundos precisam trabalhar com com as eh as lâminas. Então, vem para trazer mais transparência, trazer mais informação de custo, ou seja, tudo aquilo que as a as as instruções anteriores eh colocavam, ela vem para reformular e trazer mais atualizações. Eh, lembrem sempre que a instrução CVM, ela vem sempre para trazer cada vez mais clareza para o investidor em relação aos aos investimentos, porque vamos ser sincero, lá no lá no início não tinha muito essa necessidade de tanta regulamentação. Hoje, por questão de proteção contra investidor e até por conta das

33:54 instituições mesmo, você tem essa necessidade de que as casas sigam essas instruções. Então essa 175 ela vai considerar vai ser considerada basicamente como um marco regulatório, né? Ela foi extremamente significativa pro mercado, porque ela consolidou as informações de instruções antigas, atualizou essas novas normas, né, essas normas anteriores e trouxe novas normas. simplificando basicamente ali o arcabolso, ou seja, as diretrizes principais, trazendo cada vez mais essa essa clareza, principalmente na na parte de classes e subclasses. Então, 175 ela vem para trazer uma nova estrutura para os fundos de investimento, ou seja, eles vão eles vão ser divididos em classes e

34:42 subclasses. A gente já vai ver aqui pra frente. Então isso traz um pouco de flexibilidade, uma personalização um pouco melhor de estratégia, vai fazer com que o gestor tenha um um pouco mais de liberdade e que ele siga a estratégia proposta para o cliente, porque você tinha anteriormente um fundo eh de renda fixa e só tava de renda fixa. Então o o gestor ele podia investir em em eh crédito privado bancário. Ah, mas ele se ele tava um pouco mais exposto a crédito privado, o que tinha um pouco mais de oscilação. Então, poxa, mas espera lá, é tudo é renda fixa, mas o que que o que que pode distinguir isso? Então, a gente cria uma subclasse, ou seja, clareza nas responsabilidades de gestores, administradores, ela traz uma

35:28 delimitação mais clara nas responsabilidades que esses gestores, esses administradores de fundo vão ter, né? Então, o gestor que vai ser responsável pelas decisões de investimento, né, e o e o administrador que vai cuidar mais da gestão operacional, eles vão ter mais responsabilidade naquilo que eles estão fazendo, como eu já falei, transparência, tá? E outra, limita um pouco da responsabilidade do cotista, né? Então, vai eh vai proteger possíveis dívidas eh e passivos, né? Isso proporciona mais segurança, principalmente segurança jurídica, né? Porque quando a gente olha, bom, primeira coisa que a gente faz, ah, deu ruim, vou processar, né? Então, acaba que você tem eh eh essa atualização. E um e um ponto aqui eh foi a

36:14 implementação ou melhor dizendo, trazendo para essa atualização aqui e investimento em cripto e investimento em ESG, né, que é ativos verdes que protege o meio ambiente, entre outras coisas que entraram nesse portfólio que hoje fala-se menos, mas houve uma época em que o SG era top, né? O Agrotec Agraat, o SG era Tec era top, né? Então, falava-se muito no SG anteriormente, beleza? Então, essa O75, ela vem para substituir basicamente a 55. Então, se vocês ouvirem alguém falando assim como eu, provavelmente, fundo 55, lembrem-se que estamos falando dessa regulamentação aqui da instrução CVM175, beleza? E aqui a gente mostra um pouquinho dessas classes e subclasses, n? Então, antes você tinha, basicamente não tinha essa parte

37:01 aqui, tá? você tinha somente fundos de renda fixa. Com essa nova instrução, você acaba adicionando uma subclasse, ou seja, você tem um ativo de renda fixa que ele é de crédito. Ou seja, você sabe que ele é um fundo de renda fixa, mas que ele investe em crédito privado. Qual que é o resultado disso? que é um fundo que pode ter mais volatilidade, pode ter um pouco mais de risco. Então, basicamente, você tem a classe, que é o tipo de estratégia, e a subclasse é o público alvo, né? Onde você vai ter ali, qual que é a estratégia real desse fundo, né? O que que a gente tá alocando, n? Mesma coisa de renda variável. Poxa, você tem lá eh o o os de ações longas, long. Aqui você

37:47 vai ter um de small caps, por exemplo, um fundo que investe maior parte do seu recurso em small caps para investidores profissionais. Aqui você seleciona mais o seu público. Qual que era o risco aqui? Eu não entendo nada. Vou lá e, pô, gostei desse fundo aqui, tá me prometendo uma rentabilidade de 300% CDI. Então, vou investir R$ 50.000 todo o meu dinheiro da vida. Primeira crise, pau, small cap, apanhando no mercado, né? Porque não é muito difícil em cenário estressado. 50.000 vira 20. E isso era um risco, né, pro investidor. Por quê? Vamos ser sincero, investidor não vai

38:34 ficar lendo lâmina de fundo. Amanhã a gente vai ver isso. Amanhã vocês a gente vai ter aula sobre isso, mas eu não toco com vocês aqui, mas sobre lâmina de fundo. Mas vocês vão ver o tanto de informação que tem lâmina de fundo. Ah, teu cliente vai parar para ver isso aí mesmo. A a nossa função hoje é olhar uma lâmina e simplificar isso pro nosso cliente. Lembram de trazer a simplicidade das informações pro nosso cliente. Então você tinha uma certa, um fechar fechar o olho, né, para essas informações, porque o cliente ele quer o quê? Dinheiro no bolso, ele quer grana. E se tá lá dizendo que ele ele ele tem a chance de trazer, E há há um, né, a há essa essas eh comercial que fala, né, eh possibilidade de 300% do

39:19 CDI, possibilidade é garantia, né, mais pro teu cliente é, né, Fer? Algum ponto aqui? Tô m tá no mundo. Tá no mundo. Esse aí é de júnior, hein? Esse aí é de júnior, hein? Brincadeira assim. Ah, é muito importante vocês terem. Vou vou até compartilhar aqui com com vocês. Posso? Vai, manda aí. Pode, pode subir. Ó, vocês vão tem o vocês estão vendo minha tela? Tá aparecendo? Aham. Ó. E tá o Riud RFCLP FIF SIC RL. Cara, é um nome gigante para vocês verem. RF renda fixa CP é um curto prazo, ou seja, ele tem uma um tipo de categoria. LP longo

40:06 prazo, FIF, fundo de investimento financeiro, SIC, clássico, investimento condicionado, RL, renda livre. Então assim, vocês não precisam saber tudo isso. Vocês têm que saber que o quê? O RILD, o foco dele é crédito privado. Assim, o 99% dos clientes, eles vão se basear nisso. Aqui no Mais Retorno, vocês vão ter todos os dados, por exemplo, PL Médio, Patrimônio, rentabilidade dos últimos 12 meses, AVOL, eh o histórico deles, a taxa de administração. Aqui embaixo é onde vocês vão fazer a defesa do fundo de vocês perante esse. Vocês vão aqui, ó, visualize todos os ativos, desce mais um pouquinho. E aqui vocês não conseguem

40:51 ver por quê? É a estratégia do fundo, operações omitidas. Isso vocês viram no SEA. Quando é renda fixa, multimercado, você pode ter 3 meses podendo postergar por mais três meses se vocês justificarem. Então vocês têm que vir, por exemplo, 3s meses antes para vocês virem e descobrir um pouco mais da lâmina. Opa, cadê aqui? Ah, e aí vocês vão ver a as cotas de fundos aqui embaixo. Olhem só. Top, renda fixa mix. Ó, tô descendo, ó. Agora eu sei, ó. Tem 12% de cotas de outros fundos, tem 55% de debentoras. Ela é um produto, o Hield, o próprio nome diz, Hild é risco. Então, olha só,

41:40 metade dele é composto de risco, pouco dele são operações mais conservadoras. Olhem aqui, ó, 1444, que são operações compromissadas, são operações de curto prazo. Então, aqui vocês conseguem ir desmembrando. Vocês viram o que eu fiz ou eu fui muito rápido? Eu acho que eu vou até trazer depois, eu acho que fica um pouco mais, vai fazer um pouco mais sentido quando a gente vê a as estratégias dos fundos da Kifer e trazer isso aí depois também a gente traz de volta qualquer coisa, até por conta do nosso tempo de aula aqui. E para finalizar aqui, ó, tão vendo que tá omitido porque são operações omitidas. Aí eu abro dezembro aqui, ó, desculpa, ó. Letra financeira do Itaú, do Banco Santander, crédito da Portos Seguros, ó, debentor

42:26 Red Door. Aí eu sei tudo. Então, pessoal, vocês têm que saber usar as ferramentas para que estão disponíveis. Vai lá, porta. Obrigadão. Ali, ali na aonde o Fer tava montando, mostrando até depois a gente volta aqui no mais retorno, tem uma partezinha assim, eh, olhar a a lâmina mais recente do fundo, tá? Porque eh os fundos eles são obrigados a compartilhar a lâmina num período de três meses, tá? E normalmente os fundos deixam para publicar assim, tipo, na última semana. Ah, por quê? Eu vou ver a estratégia do outro fundo, vou ver o que que ele tá fazendo, o que que tá dando certo, vou dar uma copiada. Então, por questão de de estratégia mesmo, eles acabam deixando aí pros últimos dias, tá? Então, sempre tem esse site é muito bom. Eh, gente, então acho que quando a gente olha aqui é só para

43:12 mostrar um pouco da estrutura. Isso aqui é muito questão de seia, né? A gente estuda bastante, mas é legal a gente trazer toda essa estrutura aqui de volta. distribuidor, administrador, gestor, custodiante e o auditor independente. Eh, isso aqui é toda o todo o organismo do fundo, mas o que o que que mais importa para nós aqui é o gestor, é o cara que vai tomar a decisão ali. Só que a partir da CVM175, o administrador e o gestor passam a compartilhar a mesma responsabilidade. Ou seja, eles têm responsabilidades iguais perante o fundo. Ambos eles são responsáveis pelo fundo, tá? Então, é legal a gente lembrar que existe. E eu quando trabalhei na assessoria, eu gostava muito de falar um pouco sobre o fundo, eh, e, e acho, é pertinente, às vezes em determinadas conversas conhecer

44:00 o nome do gestor, né, do fundo, quem é que tá tocando esse fundo. E vocês vão ver bastante podcast, principalmente o market makers, os stock pickers, eles levam marketers e stock pickers. Ó, mandei para vocês nome de dois podcasts aí ou escrevi errado aqui, market makers. Eh, eles levam bastante gestor de fundo para falar um pouco da estratégia, contar um pouco o que tá acontecendo. Isso gera um pouco mais de corpo, enriquece um pouco mais na conversa com o seu cliente, trazer ali às vezes o nome do gestor. Então, eu gostava bastante de ouvir eh o o os boa, ó, o Francisco segue o Stock Pickers lá, tem 300 episódios, mas dá

44:46 para pegar o os mais recentes, porque isso é muito de timing, né? Então você pega ali eh eles sempre falam eh sobre acontecimentos atuais, tá? Então é muito legal eh de tá por dentro disso. Beleza? Bom, eh a gente acaba tendo, né, eh um querendo ou não, a gente fala disso aqui, taxa de administração e taxa de performance, né? Isso aqui é natural. E dentro da CVM175, a gente tem a segregação desses custos, né? dentro da da 175 é mencionado bastante, refere-se a essa segregação patrimonial das classes das cotas dentro desse fundo de investimento. Ou seja, cada classe de cota dentro de um fundo possui o seu próprio patrimônio segregado, o que garante que as perdas ou ganhos de determinadas classes não afetem as outras. Ou então você tem lá um fundo

45:33 que tem eh alocação em crédito privado, um pouco em bancário, um pouco em tesouro de Então, essas carteiras como se fosse independentes, porque uma coisa não prejudica a outra. também imposta aí na CVM 175, né? Então essa segregação ela vai proporcionar maior proteção pro investidor, concordo? Ela vai limitar a responsabilidade de caractista ao patrimônio da classe em que investiu, né? Vai facilitar fiscalização, transparência, entre outras coisas. Então, taxa de administração. Então, vamos supor aqui que um fundo de ação tem uma taxa de administração de R$ 1 ao ano. Se o investidor aplicar R.000, o fundo, a taxa de administração vai ser R$ 100 por ano. Ano, tá? e daquela questão lá que é bem famosa de de CEA, que é eh quando que é cobrado a a taxa de de administração do fundo? Ela é

46:19 cobrada anualmente, mas ela é deduzida diariamente com base nos dias úteis do fundo, tá? A taxa de performance, como a gente já conhece, se o se o fundo performar bem, vai pagar. O que é justo dentro de um fundo? Muita gente acha que não é justo, mas se o fundo tá performando e tá entregando, pô, paga. É igual imposto de renda, paga quem ganhou. Hipótes. Eu quero ver, turma, se um cliente fala assim que não acha justo a taxa de administração, que é uma porcaria, que é um roubo, como é que vocês contraargumentam? Se ele, se o fundo tiver entregando, legal, eu falo para ele, rapaz, vale a pena. Tem muito muito Não, não, mas não é essa resposta. Faz uma analogia condomínio, sei lá. que existem gestores

47:06 preparados lá, né, que estudaram, que estão acordando do patrimônio. Bacana. As duas respostas estão certas. E assim, vocês têm que levar assim para ele. Você você mora de aluguel ou a casa é sua? Ah, não, moro, a casa é minha, mas você paga a luz? Não paga. Sem luz, se você não paga luz, você fica no escuro, não fica? Fico. Então você, qual a sua especialidade? Ah, eu sou médico. Você tem tempo para investir? Aí ele vai falar: "Não, então, eh, o gestor ele tá justamente para fazer isso, para você não ter esse trabalho. Então, ele precisa ser remunerado. E é o meu papel, como seu especialista, ah, ficar atento aos fundos. Se o gestor mudar, às vezes assim, eh, ser humano, ele pode errar, pode perder a mão. Eu vou te avisar pra

47:53 gente poder relocar e e tá atuando. Vocês entenderam? Então isso é o dia a dia de vocês. Por isso que é importante vocês saberem essas nuances, porque vocês vão ter perguntas e vocês têm que sair de uma forma para se proteger e também reter o dinheiro, senão ele vai resgatar tudo e mandar pro outro banco, botar em CDB. Seria pagar o o síndico do condomínio, né? Seria pagar o síndico no condomínio. Só que você precisa trazer esse nível de lucidez, né? Olha, você tá investindo em um fundo que ele tem uma equipe altamente capacitada, né? Se eu, se você puxar os nomes aqui, você vê nomes de peso. Você tem aí fundos, por exemplo, né, o Gavia lá, dentro desse fundo aqui, você tem um um dos dos sócios, ele já foi presidente do Banco Central, então você tem nomes de peso lá dentro que fazem a diferença na hora de

48:38 escolher os ativos que vão compor esse fundo. Então você tá pagando pelo serviço. E aí eu faço uma pergunta para vocês só antes de responder a Beatriz. Beatriz, nem relógio trabalha de graça porque tu tem que comprar a pilha hoje, né? Então imagina se o administrador vai trabalhar de graça, né? Eh, taxa de administração de 3% é alta ou baixa? Sejam sinceros. O que vier na mente é a média dois, né? É a média dois, né? É pente. Nossa, cadê? Alguém falou alguma coisa? Alguém falou? Alguém falou? Depende. Falei. Essa frase é do Fernando, né? Nossa, se até você sabe,

49:23 depende do tamanho, né, do fundo da composição, principalmente da estratégia. 3% para um fundo multimercado, super OK, vale. Principalmente se for um fundo que tá entregando 150, 160 CDI, tu não vai pagar 3%. Agora, se for para um fundo de renda fixa é absurdamente alto. Agora uma taxinha de 05, 06, no máximo 1% aí se for renda fixativo, tá OK? Então a taxa de administração, ela sempre vai ser, pensa assim, ó. Se você trabalha mais, você não precisa receber mais. Concordam comigo? Quem faz hora extra. Entendam que estratégias mais técnicas,

50:11 estratégias mais complexas exigem uma equipe maior, exige um nível de atenção maior, um nível de acompanhamento maior, então naturalmente vai ter uma taxa de administração maior. Ah, Léo, então todo fundo que tem, não, não é escrito em pedra também, mas em teoria sim, você pega fundos de ações 2 3%, multimercado 2, 3%, porque você tem uma equipe muito grande, você tem uma estratégia muito complexa, pega fundo de renda fixa, ah, bota tudo em bancário e tá tudo certo. Bancário não tem erro. cobrar 1,5% já é alto. Então você tem taxas de administração mais baixa, equipes mais reduzidas. Faz sentido para vocês?

50:59 Faz boa. Então, só só recapitular aquela questão da linha d'água, né? Eh, na taxa de performance, por exemplo, o fundo ele historicamente ele atingiu 110%. Máximo, paga taxa de performance. O fundo atingiu 105% no período de um ano para frente. Ele tem que pagar essa taxa de performance ou não? Só para recapitular aqui. Onda atingiu primeiramente 110 e do outro depois 105. Não, ele não vai pagar não. Perfeito. Conceito de linha d'água. Só vai pagar se superar os 110 de novo. Pensem no seguinte. Se o fundo já foi capaz de trazer 110, por que é que eu tenho que te pagar taxa de performance? Você bateu 105, eu sei que

51:44 você bate 110. Eu só vou pagar se você chegar a 111. Aí eu começo a pensar, beleza? Só recapitular esse conceito aqui que é super básico, mas que às vezes a gente, opa, pode passar batido. Beleza? Então aqui a gente acaba trazendo um pouquinho, né, de lâmina. Você sempre vai ter a lâmina do fundo, você sempre vai ter a lâmina da casa, você vai ter a lâmina do próprio fundo que é emitido pela asset, pela casa, tá? Regulamento são as regras de funcionamento. Você tem o formulário de informações complementares, que basicamente são aquelas informações úteis de investimento. E aí você tem o termo de adesão e ciência e risco. Se eventualmente o seu cliente estiver alocando em um fundo que não esteja alinhado ao perfil dele. Entenderam? Se o seu cliente investe em um ativo que foge do perfil, ele tem que aceitar esse

52:29 termo de adesão e ciência e risco. Ele tá fugindo do perfil dele. Agora, se tá dentro do perfil, nem vai precisar aceitar esse termo aqui. Beleza? Claro. Super introdutório aqui. Vamos dar uma olhada nessas estratégias de fundo. Então, Fer, quer complementar alguma coisa? Alguém tem alguma alguma dúvida até aqui? Não, assim, a o complemento é mostrar para vocês. A gente nem viu lâmina, olha a quantidade de coisas que a gente pode relacionar e é do discurso. Por isso que é importante vocês estarem sabendo. Vocês vão ter um monte de clientes que vão pedir essas dúvidas. Vocês têm que saber essas informações. Ah, o cliente, às vezes vocês vão pegar, assumir clientes de outros gerentes, de outros especialistas. O que vocês vão ver, o

53:15 perfil dele é mais conservador e eles estão em ações, fundos de ações, fundos multimercados. Vocês vão ter que fazer revisão, explicar a estratégia e realocar. Só que se vocês não souberem essa parte, o que é cada um, ele vai perguntar: "Mas porque eu tô nisso? E por que isso? O que significa isso? Vocês têm que saber." E a gente não tá falando nem da lâmina. É muito importante. Perfeito. E quando começa a falar da lâmina, meu Deus, aí você pode entrar num num buraco negro assim de uma conversa, porque qualquer coisa que você possa trazer pro teu cliente pode gerar um pouco mais de dúvida, né? Vários questionamentos. Fala, Beatriz. Eh, até complementando o que o Fernando disse, né? Às vezes a gente consegue até mapear o investimento que o cliente acaba fora ali em outros bancos, né? e a

54:03 gente consegue trazer essa compidade às vezes mostrando essa estratégia que talvez não esteja tão alinhada o perfil dele, né? e também questão de taxa de administração, eu consigo trazer eh muito muita transferência de fundo, seja resgate ou a própria transferência de custódia, dependendo, né, de taxas assim de um perfil conservador, né, que o cliente tá pagando alto para uma estratégia super conservadora. Então a gente mostra que a gente tem ali na nossa instituição, na nossa casa, um produto que paga eh igual ou melhor, com uma taxa menor. É certeza que esse cliente vai te dar credibilidade e vai trazer o investimento para você.

54:49 Acontece muito em préve, né, Bia? Demais. Muito tradicional. Porque gente, eh, a gente não vai trazer aqui a parte prévia, mas é legal que vocês saibam, a maioria dos fundos, né, não vou dizer 100% dos fundos, mas a sua maioria possui o seu fundo eh 175, né, o fundo o fundo 555 e você tem o fundo previdenciário desse mesmo fundo, porque às vezes você tem lá o cliente que não investe em fundo, mas investe em previdência. Eu, particularmente, tenho clientes que tões só em previdência, não investe em outra coisa, só previdência. que já tem uma idade avançada e já não vale mais a pena, né, 90, 88 anos. Então acaba não fazendo sentido alocar em crédito privado para 20 anos, né? Então você tem muito essa réplica. Basicamente, por que

55:36 que eu falo réplica? Porque o fundo para ser previdenciário, ele precisa se enquadrar nas regulamentações da SUSEP, né, que é a de previdência. Então você vai ter algumas modificações, um detalhe ou outro, que pode expor, que não pode expor por questão de risco pra previdência, mas você tem muito, muita, muita similaridade com fundo 555. Então é muito tradicional que você veja lá e capitalo K10, por exemplo, que é um fundo capitalo, eh você tem lá o capitalo K10 previdência, né? Aí você tem um negócio aqui que é um apartado agora do que a gente tá falando de breve que o Fernando falou e não sei se vocês pegaram o que ele falou. Todo fundo possui seu fundo

56:21 mãe. Alguém imagina que seja isso? Pode ser sincero. Seria um fundo que aloca a maior parte do recurso. Quase quase isso tá na linha do raciocínio. Daria uma boa discussão isso aí, mas para simplificar aqui, vai cuidar dos outros. Quase, quase. Ó, a proteção. Calcula comigo. Eh, quem quem aqui já ouviu falar, eh, ah, mas antigamente os bancos só tinham fundo ruim, não tinha fundo bom, né? E hoje você tem uma prateleira aberta que que quem nasce, quem trouxe isso, basicamente, poderia se dizer que foi a XP, né, que trouxe essa parte de

57:07 prateleira aberta. Mas o fundo mãe ele ele vai ser basicamente o fundo que a Asset vai criar. Então vamos lá. A gente pega aqui a Vinland, que é uma casa. Você tem a Vinland e ela tem um fundo multimercado. O aporte inicial no fundo da casa, ele tem um recurso mínimo de R$ 100.000 para você aportar no fundo deles. Qualquer pessoa pode investir, fica pesado. Então o que que as casas fazem? Elas replicam esse fundo dentro de casa. Então eu vou juntar todo mundo aqui, Felipe, Jonathan, Igor, Danilo, Lucas, todo mundo 100.000 de cada um. E aí agora eu tenho um valor mínimo. E o que que eu faço? Eu como casa

57:54 aloco nesse fundo mãe que é da casa que tem um um ticket maior de entrada e replico esse fundo na minha casa por um ticket menor. Isso é fundo mãe. Fer, você tem alguma outra visão para trazer para eles? Talvez uma analogia aí? Eu acho que é isso mesmo. O fundo mãe é o é o próprio nome diz, a mãe é a origem de tudo que vocês t como base para pros outros fundos terem a sua suas subclasses. Um outro ponto, porque o mesmo fundo na categoria previdência ele é mais seguro porque ele tem que ter menos risco. Isso é uma exigência da SUSEP. entendeu? Do Conselho Monetário

58:41 Nacional. Por isso que vocês vão ver, por exemplo, fundo privilégio e fundo privilégio previdência. O previdência ele vai sempre, por exemplo, às vezes ou render um pouquinho menos ou quando tem uma queda, enquanto o privilégio normal ele cai 2%, ou a previdência cai um ou zero por causa disso, porque o caráter da do fundo previdenciário é pensar na aposentadoria, no resgate, é o futuro, tá? E aí, por exemplo, aí do fundo mãe renda fixa, eu quero ver que tipo de cliente eu quero. Eu tenho crédito privado, eu tenho direito creditório, tenho renda fixa curto prazo, renda fixa longo prazo, renda fixa simples referenciado. Esqueci de

59:28 algum? Acho não, acho que são só esses. É, é só esses aí. Dá deixa deixar nesses, mas entendem a complexidade do negócio? Você começa a entrar assim em outras variáveis, né? E por isso que a gente tenta trazer de forma super ajustada aqui para vocês. Fala aí, Talô. O Fernando falou aí que o os fundos de previdência são mais eh conservadores, né? Mas na verdade tem fundos tem previdências que investem em fundos de ações também, né? É, é que o o Kilfer fala de ser mais conservador é por questão regulamentar, tá? Ele precisa atender algumas exigências onde eh mesmo que invista em ações, ele não tem a mesma exposição ações que um 555.

1:00:15 Hum. Entendeu? É por questão de regulamentação. Por isso que ele que o Fer traz essa ponta assim de ser um pouco mais conservador, tá? Beleza. Boa. Vamos lá. Vamos dar uma olhada nesses fundos aqui, então, gente. Oh, agora sim. Então, papel e caneta na mão e e se eventualmente tiverem alguma dúvida, por favor, levantem a mão que a gente vai responder. Alguns são bem tradicionais aqui, os pós-fixados de vida, né? Fundo que tem rendimento atrelado ao CDI, os CDBs, fundo de bancário, a gente pode dizer aqui, rentabilidade vai ser ajustada conforme a variação desse indexador, seja um CDI, um SELIC, né? Então eles são mais indicados para aqueles investidores que buscam previsibilidade, cenário de inflação mais controlado, você tem uma certa previsão de quanto você vai

1:01:00 receber lá na frente. Esse é o pós, tá? Tipo um CDBzão V de guerra, sabe? Todo mundo conhece CDB de guerra, só que o o fundo ele vai investir em vários e aí você vai ter uma média desse CDI que vai dar a média de rentabilidade desse fundo. Beleza? Juros pré-fixados são fundos que vão usar a a atribuir-se isso aqui assim, ó. Eh, pensem o seguinte. Ah, mas você falou de fundo renda fixa e a gente chegou lá no multimercado também investe em préfixado. Mas que que história é essa? Regulamentação. Aqui a gente tá falando de fundo de renda fixa, tá? fundo de renda fixa que investe em ativos que tenham taxas pré-definidas, mas voltados para bancários, por

1:01:45 exemplo. Porque aí não confundam a seguinte, pô, mas daí tem o fundo de crédito privado lá, Léo, ele também investe em títulos pré, então ele não pode ser um fundo de de pré-fixado, ele está na subclasse de crédito privado. E dentro da classe de sub de de crédito privado, ele pode alocar em créditos privados IPCA, pós. E aí você vai ter o fundo de crédito privado IPCA, ou o fundo de crédito privado que só aloca em CDI, ou fundo de crédito privado que só aloca em pré, sei lá, estratégia pode acontecer, mas o pré ele vai trabalhar mais com bancários, vai trazer mais ativos de bancários, independente das variações ali que a gente possa teric, então eles vão ser ativos pré-fixados também. Eh, fundos que se beneficiam de curvas

1:02:33 futuras mais longas. O que que esses fundos estão fazendo agora? queimando caixa, pegando papel pré, tudo tudo mais alto, taxa mais alta, porque lá na frente, a hora que as curvas fecharem, botam dinheiro no bolso. Aí você tem os fundos de inflação, né, ligados a IPCA, ativos de de inflação. Então você vai ter eh a inflação sendo o indexador desse fundo. E quando eu falo indexador, eh, o índice de referência pro resultado do fundo. Fica mais claro assim? Ótimo. Então, a a inflação aqui ela é crucial, né, na hora de investir, pô, quer se proteger contra inflação, fundo de inflação. Você tem lá o da Kineia, né, o Kineia e PCA dinâmica, óbvio que tem uma exposição a crédito privado, mas é um fundo que se protege contra a

1:03:18 inflação. Então, ele vai trazer essa possibilidade de proteger a corrosão ali do nosso recurso também. período de alta de inflação, né? Algo que a gente tá meio que vivendo agora, pode ajudar a preservar o valor do cliente. Aí nós temos pundos de gestão ativa, tá? Eh, e gestão passiva, isso é importante falar, tá? E eu, e, gente, a minha cabeça vai voando aqui assim. Eu sempre, eu, eu quero entregar tanta informação para vocês que eu me perco aqui. Fundos de gestão ativa e passiva. Você tem o fundo ativo simplificando para vocês, indexador CDI, certo? 100% do CDI. Um

1:04:05 fundo passivo, ele vai ser um fundo que vai trazer exatamente a rentabilidade do CDI, ou seja, ele vai buscar replicar o CDI, 100% CDI. Léo, pode ser que ele traga 105, pode, mas não é obrigado. Já um fundo de gestão ativa, ele é um tipo de fundo que vai buscar superar o seu índice de referência. Portanto, fundos passivos cobram menos taxa de administração. Fundos ativos cobram mais porque, lembram, trabalha mais, tem que se comprometer mais em trazer um retorno acima. Outro ponto, como investidor, um fundo de

1:04:51 gestão ativa, ele é mais cobrado pelos investidores, porque tu tá pagando uma taxa de administração mais alta, então você quer que ele entregue acima do CDI. Já é um fundo passivo, o cliente não pode reclamar. Se entregar 103, tá ótimo, mas se entregar 100% não pode reclamar também. O gestor é pago para fazer isso. O que não pode é entregar 99, daí dá ruim. Só que alguns fundos ativos eles podem envolver uma seleção de ativos de maneira mais proativa, ou seja, vai buscar superar esse índice de referência, seja ele qual for, PCA, CELIC, CDI, enfim, tá? Então, os gestores ativos, eles vão escolher os ativos de forma proativa, com base em análise de mercado, expectativa econômica, vários contextos, visando

1:05:36 retorno superior ao seu bem marca, como eu já falei aqui. E finalizamos com os fundos de crédito privado que vão investir em títulos emitidos por empresas. Já tivemos aula de crédito privado aqui, cri cradent, já já. Sim, já sim. Perfeito. Todos esses papéis vão estar dentro dessa classe aqui. Só que dentro dessa classe você vai ter aquele fundo que investe mais em CDI, aquele fundo que investe mais em PCA ou até mesmo aqueles que investem em pós, né, papel pós. Aí você tem na classe de crédito privado também você tem uma distinção entre esses ativos de crédito privado, eh, que é exatamente esse último fundo aqui, ó. Mas vamos começar falando pelo

1:06:22 fundo cash, né? São aqueles que vão investir em ativos de alta liquidez, baixo risco, título público, título privado, de curto prazo, são mais seguros, baixa volta, tipo aquele cliente assim que saiu do CDB, começou a investir em letra, investiu num fundo passivo, tá feliz, agora ele quer alguma coisa diferente. ele começa a locar nesse tipo de fundo. O investidor quer, ele quer um pouco mais de risco, mas ele não abre mão de ser, de ser conservador, né, de ser moderado. Então, a gente tem eh o Itau High Grade, que é um fundo, e você tem,

1:07:09 acho que o V8 Cash também é um fundo assim. Aí a gente tem uma outra classe que é muito parecida, que é o que a gente chama de fundo high grade, que daí o ital high grade, na verdade, ele se encaixa mais nessa classe aqui. Então o V8 Cash ele fica mais na classe de cash e o Ita High Grade e o renda fixa crédito privado, ele se encaixa mais nessa parte de high grade aqui, tá? São fundos que também, só que eles vão investir mais em crédito privado do que em título público. O cash, ele vai ter uma um percentual um pouco maior de título público, né, que também é uma emissão privada. Aqui você vai ter ativos de alta qualidade em termos de crédito, entidades com bom histórico de

1:07:54 pagamento, bom rating de crédito, ou seja, nota de crédito, aqueles triple A, dou A, né? Então eles têm um risco de inadimplência muito baixo e também são mais usados para preservação de capital, para investidores que desejam exposição um pouco maior a crédito, mas que não querem arriscar tanto, né? Então esse fundo que eu trouxe aqui, o o Ital High Grade, é um fundo que se encaixa muito bem nessa classe, ou seja, você vai pegar lá empresas dentro desse fundo, né? crédito privado, então cri Crade Bentor, então você vai ter Clabinho, você vai ter Suzano, você vai ter eh Vale, Petro, só crédito privado de empresa boa, empresas que dificilmente vão quebrar. Beleza?

1:08:40 Na outra ponta nós temos e e entendam isso aqui tá embaixo do guarda-chuva de fundo de crédito privado, renda fixa, crédito privado. E aí você tem highild, high grade. Vai ficando claro para vocês aqui, gente? Por favor, se tiverem dúvida, levantem a mão, tá? Do outro lado nós temos RD, como o

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