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0:00 [música] Expedição Brasil na estrada, levando histórias para todo lugar. [música] De fazenda em fazenda, de canto em canto, mostrando [canto] o orgulho de quem [música] sabe criar. É o campo vivo. >> Na nossa jornada em terras gaúchas, continuamos visitando produtores, todos os elos da cadeia produtiva, [música] também latínios, frigoríficos, curtumes, instituições de ensino e centros de pesquisa, mostrando a força, a pujança davenocultura e da capocultura brasileira, em especial agora aqui no
0:47 Rio Grande do Sul. E no dia de hoje, mais uma visita Cabanha Paraíso Verde. Eu estou aqui com o Anderson Esponte trabalhando mais um projeto da Vinocultura de corte, mostrando também a força da raça de France, que é o que nós vamos mostrar hoje aqui. Anderson, obrigado por receber a expedição Brasil. Falando aí da Cabanha Paraíso Verde, como é que começou o projeto da Vinocultura, né? Há quanto tempo já na atividade da Vinocultura? Eh, nós que agradecemos, Luciano. É uma honra, um prazer receber o senhor aí e acompanhamos a Vino Cultura desde criança, >> né? Meu avô sempre teve ovelha e eu que ajudava ele sempre. E aí depois fomos aumentando um pouquinho o plantel, né? Ah, até decidir
1:33 registrar a cabanha. >> Ah, >> é, >> o início era mais pra corte. >> O início era mais pra corte. >> Sempre Ilha de France, não tão apurada. É, mas há muitos anos já com carneiro de França >> já era, já é uma paixão aí da da que tava já vivo desde infância. >> Já era paixão. É, daí quando decidimos registrar que foi registrada tatuadas fêmeas, né, como PO PA, quer dizer, por de avaliação. >> E foi o nosso início em, eu não lembro bem agora, 2021, acho que foi 22, não lembro bem. >> Tá bem recente a cabanha focada na produção de PO. na produção de PO em 4, 5 anos aproximadamente. >> Isso aí, isso aí. Alguma coisa de PC ainda da nossa das nossas >> antiga PA, né? E já vai para PC3 agora
2:22 nesse ano, tá? >> Mas na [música] maioria P. Nós vamos ter a oportunidade daqui a pouco de conhecer aqui o rebanho, vamos falar de instalações, vamos falar de manejo, conhecer os diversos lotes para você entender desse trabalho que o Anders tá comentando aqui. Antes falando aí da raça de France, a raça de France na região sul do Brasil também no Paraná e Rio Grande do Sul, Santa Catarina, bastante utilizada, em especial em cruzamentos, inclusive para produção de cordeiros, cordeiros [música] precoces, com bom acabamento de carcaça. Como é que você tá vendo o posicionamento do Ilance nesse papel de produção de cordeiro para abastecer o mercado de carne? >> Sim. Ah, é, na verdade é uma do é uma o sabor de carne muito boa, né? O Will de France e a gente cria ela em função
3:11 inicialmente em função disso, o sabor de carne, mas a gente acaba gostando muito da raça, né? Se apaixona pela raça, docilidade, rusticidade, né? e tem tido bastante mercado. Eh, agora tem um trabalho importante que que pessoal da BCIV tá organizando, que é melhoramento genético paraa interligação de rebanhos >> e assim valorização também do cordeiro. >> Eu ia até te falar disso, né? da Associação Brasileira dos Criadores de França tem dois trabalhos muito interessantes. Um é a certificação da carne, né, do com com o cordeiro Will de France e a outra esse trabalho de um programa de melhoramento genético com base em indicadores zotécnicos, com base em DEP, integrando aí todos os criadores defes para entrarem nesse programa. Como
3:56 é que você vê esses dois trabalhos da associação por fortalecimento da raça e dava cultura? Eh, com certeza um trabalho muito importante paraa raça, para valorização e aumento de de procura de fêmeas, que a gente já tem percebido isso. O pessoal tá bastante procurando bastante matriz e >> tá com com esse propósito de >> É, e não dá para atender, mas >> a gente percebe um >> um crescimento, crescimento demanda grande matriz. >> Hoje você tem trabalhado a comercialização de reprodutores e mais aqui no Rio Grande ou você já tem, né, clientes de outros estados? Como é que tá esse trabalho aqui da Cabanha Paraíso Verd? >> É, então como a gente tá começando, não faz faz pouco tempo, na verdade, >> mas já foi alguma coisa, já foi pro Paraná, já compramos, já trocamos, >> né? Santa Catarina, uma grande parte era
4:42 Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul tem sido o maior foco para nós. >> Tem sido maior foco para nós. >> Você tá aí produzindo hoje e trabalhando com ah animais PO focados na venda de reprodutores, em especial matriz tá retendo. Como é que você tem trabalhado a questão reprodutiva? Você mesmo tem desenvolvido? Você que tem feito? Tem tem [música] apoio técnico? Você tem parceiros nesse processo? Como é que tem sido isso? É, temos temos apoio sim e da da BCIF, da dos integrantes da BCIF, os amigos que a gente cria na no no grupo, né, de troca de informação, alguma troca de semen também, né, >> que que se busca compra de semen agora legalizado, né, com nota e e sempre nas
5:27 nas inseminação, buscando outra genética. E na prática eu sei que tem feito o trabalho aqui, eu sei que tem desenvolvido ou você tem algum profissional que desenvolve para você? >> Não, tem profissional da Arco que faz ass. Isso. >> Perfeito. Tem tido bom resultado nas práticas reprodutivas? Como é que tem sido os resultados? >> Tem tido 45% de de prenês nasf >> e depois você faz o repasse com >> depois faz isso. >> Você tem trabalhado aqui na reprodução trabalhando o se natural das ovelhas, tem feito protocolos. Como é que você tem trabalhado isso? procurando produzir esses marchos para vender PO no mercado. >> Sim, temos selecionado os carneiros que mais interessa para nós e o que mais a gente quer corrigir nas fêmeas >> e com bastante protocolo [música] >> e monta natural, né? Protocolo com monta natural e protocolo com para IATF
6:14 também. >> A ideia é você separar lotes. Você tá tá e direcionando a casalamentos de acordo com o reprodutor, lote de finas, você tá e orientando, direcionando esses acasalamentos? Isso. Estamos tentando ah melhorar a genética e os e as características. Daí tu [música] a gente usa um carneiro para determinar as fêmeas. >> Perfeito. Bom, eu convido você que tá acompanhando a expedição Brasil para vir com a gente. Agora nós vamos ter a oportunidade de conhecer [música] o rebanho, conhecer esse trabalho, falar um pouco de instalações, falar dos maneiros, conhecer lotes, falar um pouco também da raça de França com mais detalhes. Bora lá pra gente conhecer o projeto. >> Vamos ver. Vem com a gente para você conhecer todos os detalhes aqui da Cabanha Paraíso Verde, município de Gentil, aqui no estado do Rio Grande do Sul.
7:02 Para a fazenda crescer, você precisa entender o [música] ciclo completo da pecuária. Com conhecimento e inovação, a Sultec Agro leva o seu negócio para outro nível. Do solo ao coxo é o nosso manifesto para mostrar ao produtor a confiança que temos [música] em todo o processo que gera bons resultados. Tudo começa com o projeto Solotec, [música] onde inicia-se a relação com o produtor para entender a necessidade e pensar estrategicamente em cada projeto. Após a análise de solo e interpretação, começamos o processo [música] de correção para a nutrição do solo com fertilizantes necessários. Durante o projeto, realizamos o acompanhamento da lavoura no
7:48 desenvolvimento das culturas [música] implantadas. O ciclo continua para a produção da silagem. Esta etapa é para o produtor que se preocupa com o futuro, pois a silagem de qualidade garante uma alimentação para o rebanho durante o ano inteiro. A Sultec Agro acompanha o processo de silagem, desde o planejamento, semiadura, desenvolvimento, colheita e trituração, compactação e vedação até o fornecimento da silagem para os animais, seja para o gado de corte ou gado de leite. A terceira etapa do ciclo é a nutrição equilibrada e nutritiva, que [música] faz a diferença no seu bolso. O gado de corte precisa de alimentação adequada para as fases de cria, recria e
8:34 engorda. A Sultec Agro acompanha a qualidade nutricional para que seja feita uma dieta com as proteínas, amido, minerais e vitaminas adequadas para cada fase de vida. E para o produtor de gado de leite, cuidamos da alimentação de alta performance na conversão alimentar em todas as etapas, como início da lactação, pico de consumo, final da lactação, transição e pré-parto. O manejo da pastagem é essencial para a pecuária, seja para o gado de corte ou de leite. Pasto ajuda na nutrição animal, sistema imunológico, melhora significativa na qualidade da carne e leite e proporciona bem-estar animal. Do
9:19 solo ao coxo, somos o parceiro para os produtores que buscam a tecnologia como sua aliada para aumentar a produção, [música] rentabilidade e sustentabilidade do seu negócio. Tec Agro do solo ao coxo. Então, Luciano, esse lotezinho aqui é é
10:06 de repasse, tava em cobertura com outro carneiro e como são borregas de primeira cria, às vezes não dificulta um pouco a a primeira segurar que a primeira monta, né? >> Daí agora elas estão no repasse, são todas jovens de 15 meses, 16 meses >> e estão com >> com carneiro que já é spout já também, tanto elas todas spot e o carneiro também spot. É interessante a gente falar da precocidade aí do de França. Você falou aí idade média de 14 a 15 meses, a gente mostra um bom desenvolvimento [música] trazendo o que a gente busca, eh, principalmente para quem vai trabalhar com carne, o Il de France, trazendo aí muita precocidade e uma boa conformação de carcaça, né? Exatamente, Luciano. E essas o mais
10:52 interessante é que a gente não força o trato. Essas aqui a gente larga num piquete improvisado, inclusive elas são nesse piquete aqui que tá bem fraco de pasto. Então não improviso e eu costumo suplementar uma vez por dia com aveia branca no coxo. >> Mas 1 kg, 1, kg cada uma, no máximo. >> A maior parte do tempo a passo passo. >> É isso. Uma vezes por dia a gente chama elas pra mangueira para fornecer um sal, para dar uma revisada, para marcar o carneiro de novo, né, >> no peito >> e para sinalizar a cobertura. >> E é esse manejo aí que a gente faz com elas. >> Estão vendo aí mais um lote, o lote de matriz borregas jovens de primeira cria aqui da cabanha do Anders Sport, município de Gentil aqui no Rio Grande do Sul. Então, Luciano, esse esse
11:38 carneiro aqui é é filho do 66, do nosso amigo Olivo. Foi comprado Olivo. E ele tá em cobertura com o lote de borregas no é as boras do repasse aí já faz um, >> tá no terceiro ciclo agora. >> Praticamente estão todas todas cobertas já. E tá finalizando o ciclo. Ele é um animal bem comprido. Nós gostamos muito dele aqui pela característica de chanfro na cabeça, que é uma uma coisa bem importante. É algo que eu olho bastante no ilho, no il e é uma coisa que o meia meia imprime bastante. Então nós gostamos bastante dele aqui. Ele é um animal comprido, tem um bom posterior, mas o que a gente gosta mesmo é da
12:24 cabeça dele. E um animal forte. Eh, e tá tá no mesmo sistema das fêmeas, só com um pouquinho de aveia e no piquete improvisado. >> Qual a idade desse reprodutor? >> Esse animal tá vai para 3 anos agora. >> 3 anos. >> É, >> ele mostrando aí também, como a gente mostrava nas borregas também a característica do Will de France nessa questão da produção de carne, né? Vocês têm trabalhado, Anderson ao longo do tempo um animal mais compacto, né? Um animal não tão grande, mas com um bom acabamento de carcaça, com uma boa distribuição de musculatura, mas um animal menor, um animal mais compacto, né? >> É isso aí. Um animal mais baixo, sem excesso de altura, né? Comprido e forte, bom de osso. E outro e o ponto que eu
13:11 acho bacana mesmo é a cabeça, né? O tem que ter a cabeça, tem que ter o chão, no meu ponto de vista. >> Tá certo. É, você já tem tem já filhos dele aqui na na cabanha já com resultado? Tem filhos dele. >> Imprime bem a característica do >> Imprime bem, imprime bem e melhora as algumas alguns aprumos dele e melhora algum defeito dele também. Ele é melhorador. >> Perfeito. >> Para nós aí deu certo. >> Importante. Vendo mais um reprodutor. Reprodutor que tá aqui em monta com borregas aqui de repasse da banha Paraíso Verde aqui em Gentil no Rio Grande do Sul. Então, Luciano, esses dois aqui, a princípio, a gente não vai usar na nas coberturas aí esse ano. Ah, são dois animais espon também de fêmeas
13:57 espon, né, mano? Eu acho as duas. E esses aqui estarão estarão disponível à venda pra comercialização. >> Produtores que tm interesse em buscar reprodutores em De França já estão disponíveis pro produtor. >> É isso aí. >> Qual a idade média desses dois reprodutores? >> Dois animais novos. Esse aqui é um pouco mais velho que tava segurando ele para pra feira. Foi levado ele na Fenovinos ano passado e acabou ficando por aí nosso chodó. E esse aqui então ele tá com um ano e >> um ano e alguns dias aí >> bem jovem bastante tem toda uma vida útil pela frente aí >> tem muito a produzir ainda >> para ser utilizada nas cabanha. É, >> dois reprodutores aqui da Cabanha Paraíso Verde, mostrando aí todo o trabalho, né, de seleção,
14:44 de produção de reprodutores e de France PO para atender o mercado. >> Aqui temos três borregas ã da geração 2025 também são filhas do Esponde 73 que tá com o Anderson Mazote, esse carneiro, meu tocaio, meu amigo. E e é um carneiro que imprime muito bem, por isso que ele voltou aí uma temporada na cabanha e agora tá de volta lá no Anderson, no Mazote. E estão com 7 meses. >> 7 meses. >> 7 meses. Essa aqui é um pouco mais nova. Gostamos dela porque ela é baixinha também, cheia, boa de cabeça. Ah, vamos ver se se tudo der certo e vai dar, vamos participar da nacional em esteio esse ano. >> Ah, vai selecionar entre elas para
15:29 levar. É, vamos selecionar entre elas e mais alguma aí para para ver qual que se destaca mais pra esteiros. >> A gente percebe como a gente falava, né? Você pega os animais extremamente jovens, já num porte bastante desenvolvido, né? animal que imprime uma condição de carcaça, falando sempre no foco principal, que é a produção de carne no mercado brasileiro, [música] o fren contribui muito em função dessa precocidade e dessa conformação de carcaça. >> Isso mesmo. É um animal bem precoce. O ile para nós aqui ele ele vem muito rápido e vem bem. >> Pois é, porque a gente falava exatamente dessa idade. Você tem trabalhado aqui a cruza com as borregas a partir quais são os critérios para você colocar as borregas em monta? Depois de um ano,
16:16 Lúci, a partir de um ano, eh, a gente avalia peso e >> e o estado corporal dela, mas a partir de um ano. >> Normalmente ela nessa, nessa idade com 12 meses, ela tá pesando o quê? Peso isso? >> Ah, 70, 80 kg. Beleza. >> É, >> é um animal extremamente precoce, jovem, já dando toda a condição aí e boa habilidade materna. As fêmeas tem essa característica também e importante, né? habilidade materna e são muito boas de leito, né? >> Considerando aí o peso peso ao nascimento, qual a idade, peso médio, nascimento dos dos cordeiros aqui na propriedade >> varia parto simples, 6 kg, 5,5, 7, né?
17:03 Parto duplo, daí já vai para 4, 4,5, cinco também às vezes. >> Nesse peso, como é que é a condição de parição? As fêmeas tm a facilidade de parição, tem problema de parição, >> tá? Algum problema sempre dá. Nesse ano nós não tivemos problema, um parto triplo aí que é o primeiro, tivemos que ajudar. Mas se não, se for parto simples é um pouco mais difícil, >> tá? Pelo tamanho às vezes um pouco maior. >> Pelo tamanho maior. [limpando a garganta] >> Mas mais nas borregas do que nas adultas. >> Mais nas borrecas. Exatamente. >> Já as primípas multíporas já ficam aparição já muito tranquilo. >> Isso. Ovelha adulta é difícil trancar. É difícil trancar. acontece também, mas bem bem raro. Tendo mais um lote aqui, lote de borregas, borreas jovens sendo preparadas em breve, seguindo aí paraa
17:49 Nacional da Raça Ilha de France acontecendo aqui no Rio Grande do Sul durante a fenomenos. Anderson, mais um lote aqui da Cabanha, um lote que tá na pasta inclusive, né? E que tá aí também em monta com esse repertor, não é isso? É isso aí, Luciano. Essa, esse lote aqui é das fêmeas que foi feita em inseminação artificial. Tá no repasse também com o livro 66, o nosso carneiro aí. E fêmeas.
18:37 Temos bastante fêmeas do salto, tem várias PC, pro nossa, aqui tem bastante água viva lá do amigo Jairo. Mas o eu queria falar um pouco sobre as a cabanha do salto, que é lá do meu amigo Márcio Juliano de Camargo, de Jacuzzinho, salto Jacui. Eh, [roncando] temos várias fêmeas dele aqui e tem bastante das borga nossas que são filhas de assalto. E é uma, o Márcio foi um cara que me ajudou muito aí no Ilen. O começo sempre é difícil, né? Quando criamos a cabanha e >> Ah, verdade. >> E, e até antes disso, os primeiros carneiros que a gente comprou foi através do Márcio. Ele vinha para cá, trazia, levava de volta o que a gente tinha usado no ano anterior e assim foi
19:23 indo e criando uma amizade muito bacana >> que mantém aí essa aa relação de amizade até hoje, né? >> É isso aí. e várias cabanhas, vários amigos que a gente criou nesse nesse tempo de cabanha e antes da cabanha também antes de registrar, mas o Márcio foi um dos principais aí que que nos ajudou bastante no início, muitas ligações, WhatsApp ainda >> pedindo informação, pedindo conselho e ele é sempre disponível. a gente comentava há pouco aqui, né, antes, é uma família eh que permanentemente se encontra não só nos eventos, mas visita entre as propriedades, as exposições. Ele tá sempre eh unido, né? É muito importante, muito interessante esse trabalho na Vocultura, né? >> É isso aí. Todo mundo vai com o intuito,
20:09 principalmente na nas feiras, né? Vai com o intuito de de algum troféu, alguma coisa, mas a amizade prevalece sempre. Fora da pista é churasco junto e cerveja junto. [risadas] >> Tá certo? Falando aqui desse lote de matriz, né? Que que você destacaria nesse lote aqui que você tá trabalhando dentro do padrão, dentro do perfil aqui da Cabanha Paraíso Verde? Quem tá levando para casa, a sua genética? Tá levando que características? >> É, é o que a gente busca, né? um animais um pouco mais baixos, a gente ainda tem um pouco para selecionar, por isso que a gente usa um carneiro baixo também e ele não imprime animal alto e é o principal precocidade, seloracial é o que a gente mais busca. >> Isso tem sido a característica que você tem trabalhado aqui.
20:54 >> Tem sido o principal, o que a gente busca mais no il >> Esse lote de matriz aqui são que idade média dessas fêmeas? >> Esse aqui tem de 2 a 4 anos. >> Dois a 4 anos. >> É. também matrizes jovens aí com bastante produção pela frente, né? Beleza. Mais um lote de fêmeas, matrizes aí que foram feitas inseminação artificial. repasse com o reprodutor para garantir aí a prça de mais um lote aqui da Cabanha Paraíso Verde.
22:23 Anderson, falando aí de instalações, né? O básico para que a atividade aconteça eh na propriedade. Você reforçava com a gente há pouco aqui que o seu foco é pastagem, os animais ficam a maior parte do tempo a pasta. eventualmente alguns lotes vêm aqui para essa área. Queria que você falasse um pouco pra gente desse seu manejo e a sua estrutura de manejo no dia a dia aqui da do rebanho. [música] >> Então, Luciano, aqui são umas baias, a gente mesmo que fez, é de madeira, totalmente madeira, alguma coisa lá de muro de tijolo, a gente usa ela na época de parição para poder acompanhar de perto a fêmea e os cordeiros para fazer o manejo de umbigo, de cola, né? OK. >> E para dar uma atenção especial nessa fase aí, para ver se ele mama bem e que
23:08 tenha um um arranque bom, né? Aqui que a gente usa feno e suplementa com a veia só mineral no coxo. Daí >> normalmente é >> normalmente as ovelhas ficam aqui com os cordeiros até depois do nascimento, quanto tempo? >> S dias. Seis a s dias. >> Depois vai a campo. >> Ovelha e filhote segue a >> Isso aí. Segue e ficam a pasta. >> Você tem desmamado aqui com que idade? Qual que é o seu critério de desmanio aqui? >> 90 dias, Luciano. 90 dias. Alguma coisa que a gente vê que a ovelha sente mais. Se ela geralmente elas são boas de leite e mantém um ubre cheio mais pra frente. E aí tem casos que a gente deixa mais cinco qu meses >> até para evitar problema de de mastite no caso para ter problema. Você tem
23:53 conseguido um bom desempenho no desmame com essa idade que você tem feito? Sim, Luciano, tem casos de parto duplo e parto triplo que desmama com 20 kg, 25, 26 dependendo, né? E parto simples daí com 33, 34, 35 kg até. >> E tem casos que a gente dá uma um apoio no cripe, né, nessa época também. >> Aqui mesmo na mangueira, quando a gente recolhe as fêmeas. Ah, >> você tem estrutura de cliping lá lá fora na na estrutura da mangueira. >> É, é aqui na mangueira. Aí só uma vez ao dia e não força muito, né? Mas alguma coisa a gente suplementa daí em alguns casos. >> Você vê, como a gente comentava, né, antes, a precocidade do Willly nessa idade desmame com 90, 100 dias acima dos 30 kg, né, que mostra toda a precocidade
24:39 para quem vai produzir carne, a gente brinca é do teto pro gancho quase, né? >> Isso. >> Já praticamente no ponto de abate, né? E o criad auxilia bastante, Luciano, nesse arranque inicial aí. E até te perguntar isso, tem sempre reforçado nas visitas que temos feito Brasil afora da importância do uso do crip. Para você fez diferença o crip aqui? >> Fez, fez muita diferença. >> Perfeito. Estão vendo aqui uma parte da estrutura na parte de parições, né, onde as bases individuais aqui no momento de parição para os tratos primeiros cuidados com o recém-nascido, mamada do colosto, cura do umbigo, né? fazer aí a descola e depois as fêmeas vão a campo. Vamos embora para ver lá fora a estrutura. >> Sim. Embora. >> Lá vamos conhecer o restante da estrutura aqui na propriedade. >> Então, Luciano, aqui na mangueira que a
25:25 gente costuma recolher diariamente uma vez ao dia as fêmeas para avaliação, para para um pouquinho de suplemento com aveia e sal mineral sempre, né? E e o cripe que a gente usa é esse aqui. É pequeno, não cabe muitos animais, mas já é bem útil para nós. >> Da medida que as fêmeas vem para cá, para essa avaliação, tem acesso dos dos cordeiros aqui no crip. >> Isso aí. Aí que a gente fornece sal mineral e um pouco de ração daí com aveia pro pros cordeiros. >> Antes um detalhe interessante também, né, que a gente vai a cada região são características diferentes, até em função do manejo ou mesmo eh das questões regionais. Você fez aqui um esquema do umbrete e também um curral no
26:10 sistema das porteiras em relógio, né? >> Isso. Isso. Fizemos copiamos da UPF do Passfundo, né, da universidade, >> o Chiquinho que nos deu a dica e daí copiamos, implementamos. Aí é muito funcional, é bastante útil. >> Você com isso consegue fazer girar os animais aqui, direcionando os animais aqui para dentro do brete. >> Isso aí. Essa a ideia do do sistema relógio. >> É isso aí. O relógio funciona para fazer a parte, para facilitar ah no dia de vacinação, no pé dilúvio que a gente costuma fazer em épocas de chuva semanalmente o pé dilúvio, né? Então é facilita bastante mesmo. >> Você tem ali o palanque central, né? >> Isso. >> Aonde as duas porteiras, no caso, giram.
26:56 >> Isso aí. As duas porteiras giram. Aí a gente vai lidando aí para apertar elas para Vou puxar elas para cá para passar umas no pé dilúvio para entender melhor. Você estão vendo aí o sistema aqui da mangueira circular com porteira e que é chamado aí o sistema de relógio. Ela vem exatamente fechando ali, né? Como se fosse dois ponteiros >> nas duas porteiras. E nesse caso ali vem fechando, conduzindo os animais aqui pra área do brete. Pode ser tanto pro manejo dos animais aqui como para pro pé de lúvo,
27:41 que é o caso que hoje os animais estão estão tendo acesso aí ao pé de lá podendo ver aqui. Vamos vamos. Ajuda aí, mano. >> Então, segue aí a os animais passando aqui pel de luz e a importância de de ter esse manejo. Passamos um período de bastante chuva aqui no Rio Grande, né, para evitar problemas de casco e em especial falando aí de futur frieira. A passagem de luzes
28:26 >> é fundamental em função disso. Fica bastante prático, né? >> É muito prático. É uma ferramenta indispensável para nós. Aí >> não dá para pensar em ter o rebanho e não ter o mínimo de equipamento necessário para manejar, né? >> Com certeza. Facilita e agiliza muito o trabalho. >> E aqui também para você fazer qualquer outro tipo de ação, seja para marcar os animais, para fazer um famcha, né? Uma cura, etc. também facilita isso, né? Nota contido, né? >> Exatamente. Famacha, vacinação. Uma vez cada 15, 20 dias a gente usa para no rebanho todo aí. [música] >> Perfeito. Tô vendo aí os detalhes do manejo e o mínimo necessário de equipamentos, instalações que facilitam o dia a dia da propriedade com a Vinuc.
29:13 Então, Anderson, falávamos aqui de eh precocidade dos animais. Nós estava aqui com esse lote de matriz, algumas delas eh com cordeiro ao pé, né? E você destacava pra gente eh dois animais aqui, por exemplo, estavam no lote. Aleatoriamente você pegou os dois e foi ali na prancheta para conferir a idade. Fala um pouco pra gente disso. >> Isso. Luciano, esses aqui daí são filho do espon 181, aquele carneiro que tá no repasse também. Esse aqui tá com 3 meses agora no dia 7. >> Três meses. >> É. E essa aqui de parto duplo. Daí ela é da mesma idade, né, mano? Todos mais ou menos da mesma idade. >> Uma fêmea e um macho. Segurando aí uma fêmea. Se menin segurando macho. >> F. Isso. >> 90 dias. >> Quer dizer, quando a gente fala dessa precocidade e aí pro produtor que tá
29:59 acompanhando a expedição Brasil, a gente tá falando exatamente de produção de carne, eh, buscando toda essa condição de habilidade materna, né, da precocidade da raça de France. Aqui a gente mostra na prática exatamente o que nós estamos falando aqui. Mais um lote mostrando aqui essa eficiência produtiva e reprodutiva do L de France. Então, Anderson, falávamos aqui da importância de ter a estrutura, né, para pro manejo com os animais. Vimos aqui a facilidade [música] com que você passou um lote de matrizes aqui. E falando aí da importância do pé dilúvio, né? Fala um pouco pra gente desse manejo, né? o porquê do uso do pé dilúvio e com qual frequência você utiliza o pé de lúvio aqui nos animais. >> Eh, sim, é bastante importante, Luciano. Aqui é uma região de bastante umidade.
30:46 Ã, e quando que é essas épocas de chuva e sol e dá bastante problema de frieira, principalmente frieira, né? E daí a gente faz esse aqui no preventivo. A gente usa no preventivo. É um produto pronto, acho que vai qu 4% do produto para de com água de água que vai utilizar. >> Aí a gente costuma fazer uma vez a cada 15 dias e depende do período até uma por semana. >> E em função até da intensidade de chuva, né? As chuvas tiverem mais intensas, mais >> volumosas passa com maior [música] frequência. >> Isso aí. Isso aí. >> E no período da seca quase não se usa, né? Ah, com menos frequência. Daí >> com menos frequência. Quer dizer, o importante é prevenir com prevenir. Isso é é preventivo e a gente costuma deixar
31:33 3 minutos, 4 minutos no pedil, >> que a gente até comentava, né? A frieira é a porta de entrada do futurot, né? Quer dizer, se não cuidar nesse período depois o futurot e aí para mexer e curar futur é um problema, né? >> E é e surge de muito rápido. Dois dias aí sem atenção já tá no futurot, né? >> É. Então fica aí você que tá acompanhando a expedição Brasil, importante, você tá vendo aqui o pé dilúvio utilizando o próprio [música] brete de contenção, uma parte do brete com pé de lúvo, comprimento suficiente para [música] animal passar, né? E altura suficiente para cobrir o casco do animal. Então a importância de você tá trabalhando, né, um pé de luz. E falando aqui, aproveitando esse lote, você nós estamos vendo aí a marcação dos animais, que é uma tradição também na região sul
32:18 utilizar a marcação com tinta, né? Sim. >> Eh, você comentava com a gente que ela tem uma durabilidade boa essa marcação. E você faz a esquila a quanto tempo aqui no rebanho? >> Isso aí. Ah, nós marcamos duas vezes por ano. Uma vez a gente esquila na estação de monta antes da estação, né? Outubro, começo de novembro. E aí a gente faz a marcação e depois a gente faz a esquila novamente em março, fevereiro, março, abril né? aparição >> é é importante fazer também essa esquila fundamental, né, para é uma esquila higiênica e importante nesses dois períodos né? >> Isso é importante principalmente pra gente saber quando você olha a campo, faz avaliação a campo, a gente saber
33:03 qual o animal que tá com problema, qual animal que o carneiro marcou e daí facilita bastante para nós. >> Nesse caso da marcação, o mesmo a numeração que vai, no seu caso de genética aqui, a numeração que vai pro registro do animal, é a numeração que ele leva aqui no lombo, não é isso? é o mesmo número. Isso aí é a tatuagem do animal. >> Então fica aí, você que tá acompanhando expedição Brasil, os detalhes, né, e as características de cada região, [música] a marcação com tinta, né, no lombo dos animais. E como antes eu comentava aqui, apenas duas marcações no ano, dura o ano todo, facilita de você só de olhar o animal, você já sabe qual é o número do animal, sem necessidade de conter o animal, né, para pegar e entender eh dentro das suas anotações zotécnicas
34:03 Bom, sempre que a gente tem uma novidade diferente daquilo que a gente vem visitar na propriedade, a gente também faz questão de registrar o assunto, o tema sempre é a alvinocultura ou a caprinocultura, Mas nessa visita hoje aqui em Gentil, aqui na Cabanha Paraíso Verde com Antes, nós tivemos a oportunidade de ver um trabalho que ele faz, que é a produção do vinho. Vinho artesanal, vinho para consumo próprio, de excepcional qualidade. Anderson, como é que tá esse trabalho? Quanto tempo já produzindo vinho? Então, Luciana, é só por prazer mesmo também o vinho, né? [música] >> Aprendi com o meu avô também, assim como lidar com as ovelhas, aprendi a criar o gosto pelo vinho. >> Ah, é? >> É. Então, fizemos há muitos anos já. E só agora vamos divulgar e futuramente tentar comercializar alguma coisa, mas
34:50 não é o intuito a vendem se é um para um amigo, para outro amigo, para um cliente, pros familiares. >> Nós estão vendo aqui parte da estrutura que você utiliza, né? Como é que é um pouco dessa dinâmica? Fala um pouco pra gente. >> Então, Luciano, a gente mó a uva, né? chega a uva, a gente m adicionar o açúcar, algum outro conservante e depois vem pra pipa até ela terminar de fermentar e depois na da primeira geada, assim como dizem os italianos, foi de origem italiano, depois da geada a gente engarapa os vinhos e daí depois vai pr pra pipa. >> Normalmente esmagar e você poder engar quanto tempo aproximadamente? Em cco dias, qu dias até ir pra pipa, né? pipa. >> Depois fica mais uns dois tr meses na
35:36 pipa, faz o processo de limpeza >> e aí depois sim pra garrafa, >> quer dizer, entre você e fazer realmente aí a a produção inicial chegando com as uvas até engarrafar em torno de quro meses. >> É quatro meses. Isso aí. >> E inclusive você tem parte já do vinho desse ano produzido, guardado aqui, não? Aliás, ele tem aqui uma um cofre ali, ó. Vamos lá ver aquele cofre, mostra pra gente aqui. >> E inclusive ele mostrava aqui, ó, né? fez até uma um uma estrutura diferente que é uma barriga, um barril e tá lá o vinho. Olha aí você que tá acompanhando e que gosta de um bom vinho, é aqui sendo produzido o vinho aqui na Camanha Paraíso Viro. Fantástico. Parabéns, bom a gente poder também mostrar, né, esse trabalho sendo desenvolvido aqui. >> É, obrigado. >> Na via agronegócio, nossa paixão vai
36:23 muito além do campo. Temos uma missão clara, transformar a ovinocultura e a caprinocultura em motores de prosperidade nas pequenas propriedades rurais. Acreditamos que cada rebanho carrega um potencial extraordinário. Gerar renda, fortalecer famílias e transformar realidades. Nossa equipe é formada por especialistas que entregam soluções práticas e adaptadas ao dia a dia do produtor. Estamos presentes em cada etapa da cadeia produtiva, sempre ao lado do ovinocultor. Mais de 10 anos de estrada e 20.000 1 cordeiros acompanhados até o abate. O que nos move é ver o brilho no olhar de cada produtor ao conquistar resultados concretos. Se você acredita que a alvino cultura é um caminho de evolução e orgulho, venha caminhar com a gente. >> Bom, continuamos aqui a nossa visita, a nossa prosa. Óbvio que aqui no Rio Grande não podemos deixar de matear numa boa prosa, numa roda de conversa, o mate faz parte e a gente já vai aqui
37:10 incutindo a cultura gaúcha. As digas de passagem, eu sou apaixonado pela cultura gaúcha, estou em casa, me sentindo em casa, porque realmente é muito importante a gente ter oportunidade de conhecer, de vivenciar, né, no dia a dia. Então vamos nessa prosa, nesse mate, Anderson, eu tiver uma oportunidade de ver aqui, né, a o trabalho que você vem desenvolvendo, né, o trabalho aqui com o Will France, instalações extremamente funcionais, eh, que tão que te permite aí o maneiro dos animais, focada na na alvino cultura a pasto, né, trabalhando já com animais bem adaptados, >> reprodutor que sai daqui vai para qualquer propriedade adaptada na condição do produtor que tá te adquirindo. E eu queria exatamente entender um pouco esse cenário. Nós estamos aqui no município de Gentil. Que
37:56 região do Rio Grande é essa daqui que nós estamos e como é que é a região aqui de Gentil para a produção da Vino Cultura? Então, Luciano, criamos os animais basicamente a passo mesmo e questão de macho bem rústico, fica no tempo, dorme embaixo das árvores, posa na chuva e assim vamos seguindo. E a vino cultura aqui é até tem bastante criador, criador menor, >> né? Para basicamente para consumo familiar, >> foco mais pro consumo, né? para consumo, mas tem tá começando algum confinamento, algum criador comercial, né? Tem algumas cabanhas na região aqui em Casca, Nova Baçano, Passfundo, Tapejara. Na região aqui perto tem
38:42 bastante criador. >> Como é que você vê hoje para esse produtor que tá na atividade com foco mais eh de consumo próprio ou com alguma pequena comercialização? Você vê o potencial de crescimento da alvenocultura de corte aqui na região gentil que poderia est avançando para ter mais produtores, fornecendo cordeiro pro mercado. >> Tem tem bastante potencial e tem bastante gente e com interesse em aumentar o rebanho, mas a as cabanhas aqui perto não atende todo mundo, principalmente uma questão de fêmea. >> Muita gente pede fêmea e acaba faltando. a gente vai repassando essa oferta pros demanda pros amigos e para outros produtores, né, para tentar suprir. >> O que que você vê que falta pra gente trazer mais produtores hoje pra produção
39:30 de cordeiro em si? O que que poderia ser feito na sua opinião que pudesse criar aqui um polo de produção de cordeiro nessa região de gentil? >> Na na região aqui falta fidalizar algum algum frigorífico, >> tá, >> né? que puxa a frente. O interessante seria a cooperativa. A gente vê no Paraná que explodiu a criação de vinos >> e isso aí é porque as cooperativas puxam à frente, né? Então seria interessante na região aqui nossa cooperativa. >> Acho que essa organização seria um fator aí de motivação, de de sensibilização dos produtores para est comercializ para est produzindo e comercializando cor? >> Com certeza que seria seria e teria potencial na região toda nossa Rio Grande Fronteira é muito grande, né? Nós aqui somos propriedades pequenas.
40:15 >> E qual isso eu te perguntei, qual que é o perfil do das propriedades aqui nessa região? São pequenas e médias propriedades? Qualcar área média mais ou menos aqui? >> Aqui varia bastante, Luciano. Tem propriedades de 5, 10, 15 haares, né? E tem, claro, tem propriedades maior, uma grande parte é pequenas propriedades, >> pequenas propriedades, >> que a vino cultura encaixaria muito bem, né? >> Ela vai bem para essa pequena propriedade da região, né? >> Isso aí. Eh, e nessa tradição que você vê aqui do produtor, você tem tido a oportunidade de conversar com esses criadores, você tem comercializado reprodutores, eh, se houvesse essa essa presença, seja de um terminador comprando esse esse cordeiro para para terminar ou de um frigorífico garantido na compra, seria então o fator aqui de de desenvolvimento da velocultura da
41:01 região? Ah, seria, seria principalmente para um frigorífico que venha para somar, né, para agregar valor. Não dá pro agricultor vender o preço que era comercial comercializado. >> Tem que remunerar, >> tem que incentivar. >> A partir daí o pessoal começa a mostrar interesse. >> Cabanha Paraíso Verde, né, utilizando o nosso minerez aonde que eu tô, para onde eu vou, né? Hoje você tá com quantas matrizes? Você tá aí bastante recente na atividade. Eh, 4 anos na cabanha, 4 5 anos na cabanha como registro a atividade da Vino Cultura já desde a infância. Mas como é que é a sua expectativa? Você tá hoje com quantas matrizes? Quer chegar a quantas matrizes? Já tem um desenho disso ou ainda tá pensando nessa estratégia? >> Tô pensando, tô pensando, Luciana. Na verdade, temos que abrir um mais Páscoa
41:48 aí né? >> Uma área mais para implantar TFTO e pensamos sim aumentar o número de fêmeas. Hoje temos 52 fêmeas esse ano que vai a cobertura. Proximo ano eu pretendo segurar umas 15 a 20 borregas, né? E fazer um uma seleção um pouco melhor, >> aumentar um pouquinho, sim. E a ideia é aumentar mais futuramente, mas antes tem que ter o a boia. >> É fundamental. A gente sempre fala que antes de ser pecuarista nós temos que ser agricultor, né? Produtor de volumoso, né? Animal não pode faltar é trato. Ele pode pensar em comprar comida, né? Quer dizer, e viabiliza a atividade, né? Quer dizer, realmente é é ter a produção na própria propriedade. >> Isso aí, produção de Páscoa, volumoso e e aveia, né?
42:34 Bastante aqui. Ótima alternativa. [música] >> Dentro dessa sua estratégia aqui na propriedade, né? Hoje você tá mantendo um volume de animais com comercialização de reprodutor. Como é que é esse horizonte seu de comercialização? Tá mais no entorno aqui? Hoje tá mais no entorno, Luciano, mas aos poucos aí, conforme a gente vai aumentando e tendo mais oferta, temos que divulgar e abrir mais caminho. Com certeza é a ideia. >> Você começou a participar de feiras recentes, né, pouco tempo. Já tem aí uma ideia esse ano de participar de mais algumas comerciantes? >> Sim, temos sim. H vai ter agora final de semana em Bajé, mas a gente não vai estar podendo participar, mas agora em no mês de maio será realizada a nacional da do >> Fenovino em esteio.
43:19 >> Em esteio. >> É, vamos >> para tá presente lá. >> Pretendemos estará sim essa ideia, preparar alguns bichos e levar de vol da cabanha lá. >> Vamos levar. Antes uma coisa interessante que a gente tem falado sempre por onde temos passado também e a gente pode perceber aqui na visita com você hoje. [música] Seu filho tá aí contigo, né, o Jonathan, aliás, pai fresquinho, né, tá com filho, nasceu em dezembro agora, né, 22 de dezembro. Parabéns a você, sua esposa, né? >> Eh, e a gente viu aqui o J tá com você, jovem também, tá aí no ensino fundamental, mas gosta da atividade, tá agarrado contigo aqui. E a ouvina cultura permite isso, né? A sucessão familiar. Você vem também de um processo de sucessão do seu avô que mexia com a Vino Cultura. Tá você aí hoje, seu filho acompanhando. Como é que é ver essa
44:04 possibilidade da sucessão na atividade agropecuária? >> Isso é muito bom, Luciano, a gente ter os filhos perto, né? A gente faz, mas sabe que eles vão pro mundo e assim deve ser. Mas a gente podendo dar uma oferta de trabalho para eles ficarem em casa, é uma realização. E a gente vê que a vilocultura permite muito isso, né? Por onde a gente tem passado, né? Os filhos têm acompanhado os pais e gostam e tomam gosto desde o início, né? Porque aicultura apaixona e esse gosto vai passando né? >> Exatamente. E cria ovelha quem é apaixonado por >> Ah, isso é fato. É verdade. >> E trabalhando numa atividade que a gente gosta, sempre prazer. É meio caminhando. >> Você vê aí que ele tá acompanhando as feiras também. Vai, vai ter ido junto e toma gosto, já vai pra pista, já acompanha. >> Sim, vai, vai. Começou, nós foi
44:51 interesse ano passado, né? E agora pro próximo ano de de este ano vamos ver se fizemos o cabanheiro futuro, né? >> Ah, pois é. Pedro, meu outro filho. Aí, [risadas] >> pois é. Já vai estar na idade, já vai chegar puxando, gatinhando, mas já tá puxando bicho da pisa, né? >> É isso aí. Tem o meuado também que gosta. >> E quando a gente vai acampar, pomos de vacaria, vai todo mundo junto. >> Vai todo mundo junto, família toda junto lá. Fantástico. É isso que a gente sempre tem falado. Avino cultura, além de ser essa família, né, em todas as raças e entre raças e na própria raça, sempre essa união dos produtores, essa sucessão familiar tem sido uma constante, a gente tem sempre procurado destacar isso, porque é um desafio na agricultura brasileira, no agronegócio brasileiro, fazer a sucensão. E toda vez
45:38 que a gente tem oportunidade de vivenciar, de ver nas visitas, a gente faz questão de destacar, porque a cultura permite isso. Isso é uma coisa extremamente importante a gente ver. Meu amigo, nós vamos caminhando pro final dessa visita. Eu queria mais uma vez agradecer pela oportunidade, parabenizar pelo trabalho de vocês, né? Eh, sempre tem enfatizado que as visitas nos dão sempre uma motivação a mais de ver que a Vino Cultura em cada canto do Brasil, em cada canto de cada estado que a gente passa, tem projetos, tem pessoas fazendo acontecer a atividade. E esse é o propósito do projeto da Expetição Brasil, mostrar quem somos, onde estamos e o que estamos fazendo, né? E ter a oportunidade de estar aqui, de ver esse trabalho de vocês, nos motiva e faz com
46:24 que a gente tenha cada vez mais certeza que a vino cultura tá no caminho próspero de crescimento, no caminho no caminho certo. Eu queria que você deixasse para quem acompanha Brasil, né, uma mensagem aqui da Cabanha para quem nos acompanha no dia a dia. >> É isso aí, Luciano. Ah, a ouvindo cultura faz amigos, né? Aonde já a gente vai em feiras é uma festa, a gente reúne com outros criadores e conversa e troca ideia. E realmente quem gosta de criar ovinos vai e faça que é um prazer em produzir ovinos. Quem quiser fazer contato com você aqui tem um telefone de contato, o Instagram da Cabanha, como é que funciona? >> Tem Instagram Cabanha Paraíso Verde. >> OK. >> E e tem o meu WhatsApp 54996450572.
47:10 Então você que tá acompanhando, segue os links aqui, tanto o Instagram quanto o telefone de contato aqui da Cabanha Paraíso Verde. Meu amigo, obrigado, parabéns, sucesso, né? Espero ter oportunidade de retornar aqui o Rio Grande, de ver esse trabalho de vocês aí cada vez mais pujante e crescendo, fomentando e desenvolvendo a zona cultura aqui. >> Muito obrigado também, Luciano e parabéns pelo teu trabalho. >> Muito obrigado. Você que acompanha Expedição Vé Brasil, nos siga no Instagram, no Facebook para você ver essa jornada pelo Brasil afora, agora em especial aqui no Rio Grande do Sul. E o vídeo completo de cada visita, você já sabe, você vai assistir lá no canal do YouTube. Nos ajude a divulgar. Divulgue o link de cada vídeo entre colegas, entre amigos que gostam da vina cultura, que gostam da carne ovina. Deixa o seu comentário, o seu like, fortalecendo cada vez mais a vinocultura e a caprino cultura. Forte abraço, até a próxima
47:56 visita.
48:44 Yes.