0:32 Por favor! “ Enquanto houver leis que criem infernos... em meio a civilização... enquanto homens foram degradados , mulheres arruinadas... e crianças vivem em medo... enquanto houver ignorância, pobreza e miséria neste mundo... histórias como estas devem ser contadas. ” Por favor! FAVEROLLES, FRANÇA 1796
1:28 Nada. Jean! ''OS MISERÁVEIS'' DE VICTOR HUGO
2:27 Ladrão! Pare! Ladrão! Detenham-não! Detenham-não! Ladrão! Socorro! Ladrão! Detenham-não! Detenham-não! Nome? -Jean Valjean. -Profissão: ladrão. Não, Excelência. Sou lenhador. Este tribunal condena a cinco anos de prisão.
3:16 Não... Meu Deus, não... Por favor, Vossa Excelência... Eu sou lenhador, mas não há trabalho. Não consigo encontrar trabalho! Minha irmã e os filhos dela estão famintos. Nível-no. - Não! - Por favor! Eu não sou um ladrão. Meu pai, antes de mim, também era lenhador. Mas ele faleceu. Minha mãe também. E o marido da minha irmã. Estão todos mortos. Se eu encontrarse trabalho... Eu imploro, Vossa Excelência. Pão para comer, só isso. Apenas para comer. Para viver. Levem o prisioneiro. Por favor, eu imploro. Não! Soltem-me! - Jean. - Por favor, o senhor não entende.
4:04 Por favor! Não, não! Por favor, não! Calma. Não há nada que possa fazer.
7:09 Quem é esse prisioneiro? -24601. -Nome? Valjean. João Valjean. Nível-no. Continuar.
8:15 Como a lua está linda hoje. Tolo! Quieto. Jean? Você está bem? Jean! Era a profissão do meu pai. O que você está falando? Ele me ensinou a ser lenhador. E para quê? Para isto? Melhor seria tê-lo ensinado a ser ladrão.
9:49 Cuidado! Vá! Encontre algo como alavanca. Não há tempo. Ele vai morrer. - Não. - Sim, ele já está morrendo. - Fiquem todos onde estão! - Jean! Você ficou louco? Vai acabar morrendo. Vocês dois! Tirem-no daí, rápido.
10:51 Vamos, voltem ao trabalho. Lá
12:36 está ele! Pare ou eu atiro! O tribunal militar decidiu adicionar cinco anos à sua pena. A lei exige que eu lhe peça algo para dizer a seu favor. Sim. E então? Eu lhe dou a minha promessa sagrada, senhor.
13:24 O quê? O que é? Eu tentei viver como um homem, mas basta. Se tratam homens animais feitos, então é isso que terão. Três meses na solitária, por sua insolência. Leve-o daqui. A minha promessa sagrada. Da próxima vez... eu escapei!
14:32 Quem é esse? Valjean. Não. Aquilo. Sim, inspetor. É Valjean.
15:45 O tribunal militar decidiu adicionar mais dez anos à sua pena. A lei exige que eu lhe pergunte se tem algo a dizer em seu favor. Algum dia... Fale mais alto! Algum dia, eu te matarei. Seis meses na solitária por desacato. Nível-no.
17:42 Carro? Quanto tempo está aqui? 19 anos. Por quê? Eu matei alguém. E ele? Valjean? Dezenove. Chegamos aqui juntos. Pelo quê? Por um pouco de pão. Ele roubou um pão. Meu Deus... Jean?
18:29 Jean! Você acha... que algum dia, talvez, sairá daqui? Eu vou sair. E o que vai fazer? Roubar. Pão? Não. Não será pão. Não matamos por pão.
20:07 Socorro. Devíamos fazer algo. Você é também! Ele vai cair e morrerá, só isso. Socorro! Deixe-me tentar. Vá em frente. Quebre minhas correntes. Está certo. Por favor! Socorro! Jean, não! -Jean, não! -Deixe-me ir. Solte-me! Por favor, me ajudem!
20:52 Não vou aguentar... por muito tempo! Por favor... Meu Deus! Por favor... me ajude. Por favor... Meu Deus... Puxem-não!
22:38 Nenhum sinal dele. Nada. Com certeza, morreu. Devemos obrigações com as buscas?
23:46 Não se mexa ou eu atiro.
26:37 Entre! - Por favor... - Vai embora! Vai embora! - Por favor! - Você vai chamar a polícia! Madame Magloire... quem bateu à porta? Um mendigo. Um monstro. - O que ele quer? - Ele quer nos matar. Preciso de ajuda. Comida. Por favor, pode entrar. Madame Magloire, coloque talheres para o nosso convidado. Mas, senhor... Bem-vindo aqui, amigo. Entre. Quero que coloque lenços limpos na cama da alcova. - Para dormir aqui? - Sim. Acho que nosso convidado precisa de uma boa noite de sono.
27:25 - Senhor, peço que reconsidere. - Faça o que pediu. Bem, amigo, talvez você queira se lavar antes do jantar? Não posso pagar por nada disto. Não tenho dinheiro. E eu não aceitaria, mesmo se tivesse tido. Está é mais sua casa do que minha. E tudo o que há aqui é seu. Mas você nem sabe quem eu sou. Sim, eu sei. Você é meu irmão... e posso ver que já sofreu demasiadamente. Mesmo para um pai, você é diferente dos outros.
28:12 Mas há mais dos outros do que há de você. Nenhum homem bom que Deus tenha criado... pode se tornar totalmente mau nas mãos do homem. Há sempre uma falha... que o mal não pode apagar. Não sei nada disso. Eu como para sobreviver, apenas isso. Por enquanto, isso basta. Madame Magloire, onde estão os pratos de prata para convidados?
30:52 Meu Deus! Senhor, a prataria! Ela sumiu! Foi roubada pelo mendigo! Eu disse. Eu avisei. Ele levou no meio da noite. Madame Magloire... eu erroneamente fiquei com a prata que pertence aos pobres. E quem era essa pessoa? Evidentemente, um pobre. Ele é um ladrão. devemos fazer algo, avisar a polícia! Deus, ele retornou! E vai nos matar! Não abra a porta. Ah! Monsenhor. - Um momento, por favor. - Monsenhor? Então não é um padre? Silêncio! Ele é um bispo, é claro! Podemos entrar, Monsenhor? Com certeza. Eu estava aguardando. Entre.
31:41 Que surpresa agradável. Estou feliz em revê-lo, senhor. Como assim? Você percebe, é claro, que se esqueceu dos candelabros. Candelabros? Também são de prata... e devem valer pelo menos 200 francos. Por que não os levaram com você? -Eu... -Monsenhor, está dizendo... que este homem falou a verdade? Achei que estava fugindo, mas ele diz que... Sim, eu sei. Ele disse que a prata lhe foi dada por um padre bondoso. E foi, mesmo. Vocês se entregaram. - Nesse caso, senhor, vamos soltá-lo. - Imediatamente. Seis cavaleiros que cumpriram o seu dever,
32:28 e não os culpados, mas podem se retirar, agora. Tenham um bom dia. Você... É a mesma verdade? Estou livre? Tomo. Leve isto com você. Não, não posso. Leve! Ótimo. Agora, pode ir em paz. Padre...
33:13 Prometa-me... Prometa que vai usar o dinheiro desta prata... para se tornar um homem honesto. Você me ouviu? E eu lhe prometo... que o céu se alegra mais ao ver o rosto de um pecador arrependido... do que com as vestes brancas de seda de cem homens justos. Se sair daqui com ódio no coração contra seus semelhantes... então você é digno de pena. Mas, se sair com pensamentos de espera e paz... ah, então... você a merece mais do que qualquer um de nós.
34:20 Vá, meu irmão. Pois você não pertence mais ao mal. Eu comprei a sua alma. E eu a livro dos pensamentos negros... e a entrego... à Deus.
35:09 MONTEIS SUR MONTEIS - FRANÇA CINCO ANOS DEPOIS Quem é aquele com Troufiat? É o novo inspetor de polícia. Mais um? Só faltava isso! Como pode ver, inspetor, o senhor chegou em um dia muito especial. A feira só acontece uma vez por ano. Muitos bolsos serão roubados antes que o sol seja colocado. - Nenhum policial nos postos? - No dia da feira? Não.
35:55 No dia da feira, as pessoas podem fazer o que quiserem. Desde que razoável. - Pedir esmola também? - Hoje, quase qualquer coisa. A lei não permite dias especiais. Todo crime cometido deve ser punido. Com certeza, teremos que fazer algumas mudanças quando eu assumir. Há poucos crimes aqui, inspetor. Somos uma cidade muito próspera. E devemos agradecer ao bom prefeito Madeleine por isso. Ali, na plataforma. Um homem realmente maravilhoso. Já vi o bastante. Vamos. Como quiser, inspetor.
36:42 Ei, François, quer uma garota? É barato. Acha que sou maluco? Coloque-a em um canil. Então, fora daqui!
37:32 Mais alguma coisa? Sim, o senhor tem uma visita que quer vê-lo. - Sim? - Ele é o novo inspetor de polícia... e gostaria de se apresentar ao senhor. Certo. Mande-o entrar. Pode entrar, senhor. Inspetor Javert a seu serviço, senhor. Muito prazer. É uma honra servi-lo, Senhor Prefeito. Sou seu novo inspetor e sempre cumpro o meu dever. Onde o senhor serviu, antes daqui?
38:18 Fiquei 21 anos na prisão de Toulon. Eu me tornei chefe da guarda. Bem... seja bem-vindo, Inspetor. Será possível que já tenhamos nos encontrado? - Não. - Não? - O senhor já esteve em Toulon? - Nunca. Quando estará livre para operar meus homens, nos quartéis? Inspecionar seus homens? Eu trouxe nessas duas semanas senhor Prefeito, uma nova disciplina ao departamento . Seria uma honra recebermos a sua visita, assim que puder. - Amanhã, talvez? - Amanhã, estou ocupado. Sexta-feira? Está certo.
39:07 Obrigado, senhor. Não tomei mais de seu tempo. Vidrilhos? Senhor? Vocês fabricaram vidros, pelo que me informaram. Sim. Vidrilhos. Há quanto tempo esse homem é o prefeito? Três anos. - Ele tem família? - Não, ele vive sozinho. Ele tem uma governanta. A irmã Simplice. Uma mulher simples, mas conhecida por nunca dizer uma única mentira.
39:55 Ele frequenta eventos sociais? Apenas como prefeito. É um homem reservado. - Há quanto tempo ele mora aqui? - Cinco anos. - De onde ele é? - Não sei, e estamos gratos por ter vindo. Ele trouxe a ideia de usar goma-laca ao invés de resina para fazer vidrilho. É mais barato, podemos produzir o dobro pelo mesmo preço de custo. Ele dobrou o salário dos trabalhadores. Somos agora muito prósperos. Graças ao sr. Madalena. - Goma-laca? - Sim. Sim, ela é muito comum em Toulon. Na verdade, foi utilizado lá na fabricação... de vidrilhos negros.
40:48 Fique calada! - Eu suplico, tenha misericórdia... - Quieta! Que confusão é essa? Desculpe, mas esta mulher estava se prostituindo na rua. Não, eu só estava pedindo esmola. Ela agrediu e insultou um cavalheiro. Não, ele me agrediu primeiro! Ele me xingou. - Fique quieto. - Eu estava pedindo esmola. Quieta, eu disse! Sente-se ali! Sente-se! Faça seu relatório.
41:36 - Boa tarde. - Senhor Prefeito. Pode dizer ao Inspetor Javert que estou aqui para... É você! Trabalhei duro em sua fábrica... mas, como tenho um bebê e não tenho marido, se livrou de mim! Quem? Quem te despediu? Ó supervisor. Meses atrás! Eu não tenho dinheiro, não tenho nada... nada para mandar a quem cuida do meu bebê. Eu vendi meu cabelo, vendi meu corpo! Não tenho mais o que vender! Inspetor, o senhor cuidará de mim? O senhor terá misericórdia? Eu nunca agrediria um cavalheiro, ele não era um cavalheiro. Basta! Quieta, mulher. Você cometeu um crime e pagará seis meses por ele. Mas eu estava me protegendo! Ele me bateu primeiro! Seis meses.
42:24 Meu Deus! Meu Deus! Nem Deus, nem ninguém, pode alterar a sua pena. Levem-na. Um momento, por favor. Senhor? Eu gostaria que essa pessoa ficasse em liberdade. - Senhor, isso não é possível. - Por que não? A criatura insultou e agrediu um cavaleiro. Me desculpe. Eu ouvi essa mulher e sei o que estou fazendo. Meu dever é enviar essa mulher para passar seis meses na prisão. Escute com atenção. Ela não vencerá nem um dia presa. Senhor prefeito, sinto discordar... mas estou seguro dentro da minha autoridade.
43:10 Não! Este caso faz parte da jurisdição da polícia local. Pelos artigos 9 e 1 1 do Código Penal, está sob minha jurisdição. Ordene que seja libertada imediatamente! - Se me permite, senhor... - Nem mais uma palavra! - Senhor. - Saia. Eu não sabia do que eu disse. Tomo. Para ajudar com sua criança.
43:57 O senhor não me conhece. Sou uma estranha para o senhor. E foi apenas um estranho... que me ajudou, um dia. Avise-me se tiver mais problemas. Tem que tirar de cima de mim. - Como aconteceu? - Um lama. Ele tentou soltar a carroca, mas ela se afundou... ele caiu e ficou preso. - Não possui uma manivela?
44:45 Alguém foi buscar, mas não aguentará tanto tempo. Por favor... Comecem a descarregar a carroça. - Você, venha. - Sim, senhor. Use isto como alavanca abaixo do eixo. O senhor vai morrer! Sai daí! Está levantando. Rápido! Peguem-não!
45:40 Qual é o seu nome? Fauchelevent. Levem-no para minha carruagem. Deus o abençoe. Creio que poderia provar no tribunal. Você ''acredita''? É só isso? Ele é Jean Valjean.
46:27 Sem dúvida. Pelo seu próprio bem, é melhor que você esteja certo. Senhor. Faremos nossa própria investigação primeiro... e avisaremos você, se a acusação for justificável. lsso é tudo.
47:15 Senhor? Há uma jovem à porta. Ela disse que lhe deu dinheiro para sua filha e que precisa vê-lo. Mande-a entrar. Senhor... me perdoe. Eu não quero incomodar, mas não tenho a quem recorrer. Eles querem mais dinheiro. Eles são estrangeiros. - Quem? - Os Thénardier. As pessoas que estão cuidando da minha menina até eu poder buscá-la.
48:00 Estão dizendo que ela está muito doente... e que precisa de dinheiro para remédios. O que eu posso fazer? Vamos enviar um bilhete, vamos enviar o dinheiro... e pedir que enviem a criança imediatamente. - Mas, senhor, eles não... - Nem mais uma palavra. Decidido. E, enquanto isso... vamos ver se há algum trabalho adequado para você na fábrica. lrmã Simplice! - Ela desmaiou. - Pobre coitada!
49:08 Boa noite, irmã. O sr. O preferido é? Ele não está escrito. Por favor, entre. Desculpe incomodá-lo, senhor. Sem problemas. Vou direto ao ponto. Sinto informar... que um subalterno oficial agiu de má fé contra o senhor. Eu vim cumprir o meu dever e informá-lo sobre o ocorrido. E quem é esse oficial? Eu mesmo. E peço que aceite minha missão imediata. Eu poderia tê-la enviada, mas não seria o suficiente. Eu agi de forma errada e mereço ser punido. Eu devo ser despedido.
49:57 Por favor, sente-se. O senhor foi injustamente duro comigo na delegacia. E deve sê-lo agora. Quer ser afastado? Por quê? O que você fez? Há três semanas, fui para Paris... falar com o comissário de polícia... e denunciar o senhor. Por ser um prefeito que desafiou a autoridade policial? Não, eu o denunciei... por ser um fugitivo da prisão. Na verdade, eu achei que fosse. Eu estava com... essa impressão já há algum tempo. Uma certa semelhança com um homem chamado... Jean Valjean. Pode parecer absurdo, mas todo esse tempo, achei que fosse ele... e eu o denunciai.
50:47 E qual foi a resposta deles? De início, não tinha certeza... e depois me chamaram de louco. E havia certos. Então admite o seu engano? Sim. Porque o verdadeiro Jean Valjean foi encontrado. - Foi? - Sim. A polícia tem certeza de que o encontrou em Aras. Será julgado e sua identidade comprovada... ele voltará para a prisão pelo resto da vida. - Aras, você disse? - Sim. O julgamento será amanhã. E agora, senhor... eu peço que me afaste da minha carga. Seu erro não foi tão grave. Ouvir sua história... e quero que permaneça como inspetor. O senhor não entende? Há duas classes de pessoas.
51:34 Aquelas que atacam a sociedade e aquelas que protegem. Nós somos os guardiões, e eu falhei em meu dever. Meu próprio pai... cumpriu pena na prisão. Na verdade, foi lá que eu nasci. As leis da sociedade não podem ser ignoradas. Muito bem. Vamos. Não. Um cavaleiro não deve dar a mão a um espião. Boa noite, senhor. Eu continuarei em meu posto até que encontrem um substituto.
52:49 Senhor Valjean, o senhor tem algo mais a dizer? Eu sou inocente. Eu não sou Jean Valjean. O senhor enfrentou as provas desses três homens. Todos cumpriram pena com o senhor na prisão de Toulon... e todos o consideraram como Jean Valjean. Como posso continuar negando? Meu nome é Lebec. Eu descasco carroças. O senhor é realmente muito esperto por ter tantos nomes. Eles são enganadores. Eu sempre fui um conservador de carroças. É uma profissão difícil. Aos 40, já estamos finalizados. Eu... estou dizendo a verdade. Basta apenas investigar. - Eu não sei o que quer de mim. - A verdade! Seu nome! Lebec. Quando eu era garoto, me chamavam de ''pequenino''. Agora, me chame de ''velho''.
53:36 E eu nunca roubei nada. Por que todos sentem tanta raiva de mim? Não sou eu quem você procura! Ou réu tem razão. Olha para mim. Não me reconhecem? Senhor Presidente... peço que liberem o prisioneiro. Não é ele o homem que procura. Eu sou o prisioneiro Jean Valjean. Senhor, já nos conhecemos. O senhor é o prefeito de Monteis-sur-Monteis.
54:22 O senhor perdeu o juiz? O senhor está prestes a cometer um grande erro. Sou o único homem lúcido aqui... e estou contando a verdade. Brevet... não se lembra de mim? Eu me lembro de você. Eu me lembro do suspensório xadrez que usava na prisão. Chenildieu... você tem uma queimadura em seu ombro esquerdo... com as letras TFP. Não é? E, Cochepaille...
55:07 você tem, no braco direito, uma data em letras azuis... feito com pólvora. E eu, senhores... tenho minha identidade da prisão. Não tomei mais o tempo deste tribunal. O promotor sabe quem eu sou... e onde eu moro. Suponho que todos aqui me achem digno de pena. Mas por Deus, quando penso que cogitei em não fazer nada... eu me considero digno de inveja.
55:54 Ainda assim, seria melhor se nada disso tivesse acontecido. Senhor... Está tudo bem. A minha menina está com o senhor? Meu anjo. Em breve. Você logo vai. - Mas deve melhorar antes. - Não, por favor. Só de poder olhar para ela... Ela é bonita! Por favor, eu devo vê-la, por favor! Viu? Você precisa se encantar. Precisa tentar descansar.
56:43 - Oh! Deus, me salve! - Está tudo bem. Não tenha medo. Ele não veio por você. - Eu sei o que quer. - Então coopere! Eu disse para vir comigo! Senhor Prefeito! Não há nenhum senhor Prefeito, aqui. Há apenas um marginal. - Inspetor... - Senhor. Senhor Inspetor, agora! - Eu... - Fale mais alto! As pessoas falam alto comigo.
57:33 Peco que me dê três dias para buscar a filha deste pobre jovem. Pague ou quanto quiser. E se não confiar em mim, venha comigo. Acho que eu sou um tolo que pode ser comprado? Três dias para escapar? Procurando uma criança desta criatura! Claro! Claro! Cosette! Meu Deus! Minha filha! Minha Cosette... - Senhor. Senhor Prefeito! - Quieta, criatura! Acha que uma mendiga pode ser tratada como realeza? Basta! Não há mais um senhor Prefeito!
58:28 O senhor matou esta mulher. Há guarda lá fora. Venha, ou vá levá-lo à força. Eu o conselho... deixe-me em paz por um momento. Tem a minha palavra. A minha promessa sagrada. Eu cuido da sua criança.
59:18 Agora, senhor, estou à sua disposição. Vai até lá! Nada, inspetor. Nenhum sinal.
1:00:05 - Continue procurando. - Sim, senhor. Senhor Madeleine! Duval. Quero quatro homens comigo, imediatamente. Venha cá. Pegue isto para pagar por um enterro digno. O resto, você pode usar como quiser. Mas e o senhor, para onde vai? Não posso dizer. Ou você teria que contar a eles...
1:00:51 e não quero colocá-la numa posição em que seria forçada a me trair. É melhor que... Ouça. Eles estão chegando. Estão ao redor da casa. Devo esconder-me. Mas onde? Inspetor! Já é muito tarde! Pode se guardar da porta, por favor, irmã? Sim, é claro.
1:01:41 Onde está o sr. Prefeito? Está surda, Irmã? Onde está o sr. Prefeito? Eu não sei. Você está sozinha em casa? Devo perguntar tudo duas vezes? Estou sozinho. Pelo que sei, a senhora nunca contou uma mentira na vida. Nunca. Então, desculpe perguntar mas é o meu dever. A senhora não viu, na última hora, o homem que se diz chamar Madeleine? Não. Eu peço que me desculpe, então.
1:02:45 Deus a abençoe, Irmã. Eu menti! E que essa mentira conte como crédito a seu favor no paraíso. Deus o acompanhe, senhor. De fato. A HOSPEDAGEM DOS THÉNARDIER Você! Mais água! Agora! - Mas está escuro. - Agora!
1:03:47 Pretende passar a noite, senhor? Não, eu gostaria de falar com seu marido, senhora. Sobre o quê? Sobre uma criança que está morando com a senhora. Cosette. O que ela fez, desta vez? Pode ficar tranquilo, senhor. Será severamente castigada. Ela é um problema para a senhora? Não consigo que realize um dia de trabalho nem à força! - Como gostaria de se livrar dela? - Posso ajudá-lo, senhor? Este senhor quer levar aquela conversa com ele. - Chata? - Cosette. O que você está falando? Como você pode pensar assim? Desculpe, senhor, mas isso é impossível. Sabe...
1:04:33 Eu adoro essa criança. Não é, querida? Somos muito apegados a ela. Mas eu oferecia dinheiro por ela, é claro. Pode guardar seu dinheiro, senhor. Não posso permitir isso. Nós criamos essa criança. Não podemos nos separar dela. Oh! Sim, minha esposa fica nervosa com ela às vezes, mas também a ama. Então não aceitaria dinheiro? Bom, nós somos pobres, senhor, mas... Eu não posso dar uma criança para o primeiro que passa, a não ser... Sim? Teríamos que saber para onde ela vai...
1:05:18 para podermos visitá-la, às vezes. 500 francos. Mas quando sairmos daqui, nunca mais a verão ou outra vez.. Não, desculpe. É muito sacrifício. A não ser... Sim? Bom, se o senhor puder subir para mil francos. Feito. Aqui está. E nunca mais nos encontraremos.
1:06:06 Eu trouxe isto para você. Nós vamos para Paris, a maior cidade do mundo. Mil francos por aquela menina! Imaginar! lmbecil. idiota! Idiota! Ele teria dado 15 mil francos. Quem é esse homem, Thénardier? É o gerente de um alojamento. Ele e sua esposa. Ele sabe para onde foram? Ele os danos até uma estrada... que segue para cá, para Paris. Faça uma transferência. Imediata. É acha que pode encontrá-lo? Se você estiver aqui, eu o encontrarei.
1:07:30 Ótimo. Fez exatamente o que eu pedi que fiz! Nunca abra, a não ser que ouca mais duas batidas. Agora... já que foi tão boa aluna... vamos começar as nossas lições. -Licões? -Sim. De leitura. Mas eu não sei ler. Exatamente! É por isso que vou ensinar. Vasculhamos toda a região de Poullard. Vasculhem de novo. E de novo. E depois, Mouffetard. Poucos ladrões são atraídos para Mouffetard. Jean Valjean não é nenhum ladrão. Vasculhem.
1:08:28 - A senhora é a responsável? - Sim, eu sou. Estamos procurando por um fugitivo. Ele está com uma garotinha... e pode estar escondido nesta região. Se uma senhora de alguém com essa descrição por favor, nos avise. Avise-me, senhor. Seu nome é Jean Valjean, mas pode usar o nome Madeleine. - Eu entendo. - Venham! - Acorde, criança. - O que foi? Atividades a partir de. Para onde vamos? Vai partir, senhor? Oh! Para um passeio matinal. Meu anjinho e eu. Era a polícia que estava aqui agora há pouco? Estão procurando uma pessoa. Podem interrogá-lo ao sair.
1:09:16 Estou entendendo. Rápido! Rápido! O cavaleiro e a criança saíram de casa!
1:12:06 Me escute com atenção. Não deve chorar. Deve ser cativante. Sim. Ouça querida... quando eu chegar ao telhado... você deve ficar aqui. Certo?
1:14:03 Você e você, verifiquem no beco. Abram cada porta! Ele tem que estar aqui! - Você, vá à direita. - Abra esta porta! Abra! É a polícia! Abra a porta! É a polícia! Acha que escalou ou muro? Entãozinho, há uma chance. Mas com a garota, jamais. Nada. Absolutamente nada. Mas ele está aqui. Tem que estar!
1:15:00 Quero um vigia na região até segunda ordem. Sim, inspetor. Senhor. Por favor, não tenha medo. Eu não quero machucar você. É... É o Sr. Madeleine.
1:15:47 - Como você me conhece? - Não se lembra de mim? Você me retirou daquela carroça. Sou Fauchelevent. Fauchelevent. Ah! Fauchelevent. O que faz aqui? Eu trabalho aqui, no convento. - Você deve ter caído do céu. - Convento? O senhor é um homem. Como consegui entrar? Não importa. Meu propósito é ficar aqui. Mas deve entender, senhor... que as irmãs não podem empregar mais ninguém. Eu não pretendo receber. Eu faria o trabalho de graça. Apenas para ficar aqui. Com a garotinha, é claro.
1:16:33 Eu vou falar com a Madre Superiora, mas não sei o que dizer a ela. Diga que você tem um irmão recém-chegado à cidade... e que você quer que ele ajude no trabalho. Um irmão. Farei isso. - Você é o irmão? - É, Madre Superiora. - Qual é o seu nome? - Último Fauchelevent, Madre. Você está cultivando? Sim, ele é, Madre Superiora. Você é um bom cristão?
1:17:20 Sim, ele é, Madre Superiora. E essa garotinha é sua? Sim, é, Madre Superiora. Ele sabe responder. Obrigada, Madre Superiora. lsso é tudo. Senhor, uma criança. Ela ficará conosco, agora. Não tenha medo, minha criança. Elas cuidarão bem de você. E eu... Eu nunca estarei longe.
1:18:33 A transferência já foi realizada. Distrito de Le Busse. Senhor, devo lembrá-lo... de que ainda não pegamos o fugitivo Jean Valjean. Ele ainda está solto. Temos outras considerações. Antes de tudo, vem a taxa de crime em Le Busse. Mas, se interrompemos as buscas, podemos escapar por entre nossos dedos. Inspetor, eu ordeno que vá para o distrito de Le Busse! O senhor quer discutir comigo? Nunca, senhor. Você faz parte da manhã. lsso é tudo. Senhor? O que foi, agora?
1:19:19 Eu nunca desisti da busca por Jean Valjean. Mesmo que leve a vida toda, eu o encontrarei. lsso é uma promessa sagrada. DEZ ANOS DEPOlS Senhor? Madre Superiora. Já pensou no assunto? Buscou em seu coração, senhor?
1:20:05 Sim... mas não mudei de ideia. A educação dela aqui está completa agora... e por isso lhe serei eternamente grato. Mas sinto, agora que ela cresceu... que ela tem o direito de conhecer a vida lá fora antes de renunciar a ela. Verdade seja dita, ela é uma jovem brilhante... e, obviamente, muito bonita.
1:20:52 Sentiremos falta dela. Eu entendo. E, por ter cuidado dela como a senhora cuidou... eu gostaria de oferecer... um presente ao convento. No valor de 5 mil francos. - Senhor... - É um valor que eu herdei. Por favor, aceite, junto com a minha gratidão. Vou pedir que Cosette prepare um mala. E eu digo: Abaíxo dos Bourbons! Para que precisamos de um rei? Parasitas! Abaixo os Bourbons! Abaixo a monarquia! Destruam a Restauração.
1:21:38 Críem um novo governo. Você! Junte-se a nós hoje! Juntos, pegaremos no punho da espada de Deus e gritaremos: Abaixo os Bourbons! Abaixo a monarquia! Nós iremos descobrir. Apenas juntos podemos fazer com que os assassinos se ajoelhem! Estamos progredindo. Saíremos vitoriosos, não vamos entrar em desespero. Acredite! O que temos a temer. Temos uma mente que sonha, uma cabeça que fala... paixões que ardem. Venha, Cosette. E miseráveis que gritam por liberdade. Liberdade! Morte ao rei! Morte à monarquia. - Vída longa ao povo! - Cosette! Eu não entendo. O que eles fizeram? - Rápido! - Peguem suas armas e espadas!
1:22:24 Junte-se a nós! Junte-se a nós! Por quê? Por que a polícia quer prendê-los? Porque são revolucionários. Querem destruir a monarquia. A monarquia é ruim? Bem, ela não dá ouvidos aos pobres. E nunca deu. Mas ela comanda o exército francês. Lutar contra ela é inútil. Ele... Quer dizer, ''eles'' vão voltar ao parque? Eu duvido que algo os detenha, a não ser a morte. Vocês são, agora, agentes oficiais do governo. Não usarão mais o uniforme policial... até que os líderes dessa insurreição sejam capturados. Quero que se infiltrem em cada bairro... e questionem todos que possam saber sobre os traidores.
1:23:12 Encontrem os líderes e tragam-nos até mim. Ou, se resistirem... podem matá-los. Inspetor, o senhor ficou com o distrito de Dieufit. Abrets, distrito de Lamastre. Breous, distrito de Ventavon. Pai, está um dia lindo! Podemos ir ao parque? Ao parque. A raça humana está se levantando.
1:23:58 A classe baixa vai emergir de toda sua miséria. Estamos progredindo. Sairemos vitoriosos. Você tem que acreditar, ou que temos a temer. Temos uma mente que sonha, uma cabeça que fala... paixões que ardem. Almas que sofrem... e miseráveis que gritam por liberdade, liberdade! O que nós somos? Somos todos homens sem nome. Homens de misérias e vazios. Braços nós, pés descalços. Mas cada homem que tenha na alma... o voto secreto contra a repressão nos pertence! O redemoinho nos ergue. Transformaremos pedra em canhão e poleíros em geral. Tumulto... Insurreição. Seu nome é Enjolras.
1:24:44 Ele pode estar falando por outros, mas acreditamos que seja o líder. Então, eu digo hoje, novamente... Morte ao rei! Morte à monarquia! Vida longa ao povo! O que nós queremos? O fim da opressão! O fim da tirania! - O fim da espada! - Gavroche, veja. Você vê? Quem? Aquele anjo. Siga-a e encontre onde mora. Quanto vai me dar? Eu te dou um belo chute se você não seguir. Cosette... vamos embora. Rápido. Ela está partindo.
1:25:30 Você quer prendê-lo? Ainda não. Ou então, mais jovem. Marius é seu nome. Ele mora sozinho. - Talvez, se o interrogarmos... - Meu Deus! - O que foi? - Está vivo! O que você está falando? Fique aqui. Você viu um senhor passar por aqui com uma bela jovem?
1:26:16 Senhor, eu não falo com estranhos. Sou o inspetor-chefe Javert de Mouffetard. Você os viu? Sim, senhor. Acabaram de passar. - Para onde foram? - Para lá. Para o final do parque.
1:27:07 Pai? Eu esperoeí. Por favor, não me mande embora . Não posso viver como
1:27:53 antes. Não posso continuar, sem falar com você. Sou seu fiel devoto. Qual é o seu nome? Mário. Eu sou Cosette. Mademoiselle... você é o paraíso... e eu nunca mais serei o mesmo outra vez.
1:29:02 Bom dia, pai. Que linda manhã! Sente-se, Cosette. Tenho algo a lhe dizer. Mas precisa fazer essa cara tão séria? É um assunto sério. E então? Eu recebo.... que tenhamos que deixar Paris por um tempo. Deixar Paris? Por quê? Você é perigoso demais para nós. - A insurreição está crescendo. - Mas não há de ser nada. Haverá lutas na rua. Não é seguro para nós, aqui. E para onde iríamos? Londres. Talvez por um ano.
1:29:50 Você sabe que sempre faço o que é melhor para nós. Não pode. Não, Deus, não pode! Deve haver alguma maneira. Você poderia me seguir. Eu não tenho dinheiro. Cosette, não pode me deixar agora. Não tenho escolha. Tudo o que tenho eu devo a ele. Eu juro por tudo que é sagrado, se você partir agora, eu morrerei.
1:30:51 Com licença, senhor. Seu neto está aqui. Mário? Sim, senhor. vai recebê-lo? O que você deseja, rapaz? Senhor. Finalmente criou juízo? Veio me pedir perdão, eu suponho. Não, senhor. Eu... - Eu peço que tenha misericórdia. - Misericórdia? Você, que prefere ficar ao lado da escória nas ruas... e contra o governo, a monarquia, a sua família? Espera receber misericórdia de mim? Eu sei que minha presença aqui é desagrada, senhor. Então é isso que você acha!
1:31:36 Mas eu só vim lhe pedir uma coisa e partirei imediatamente. Não seja você também, rapaz. Quem disse que deve partir? Por que não pede por meu perdão? Por que não vem até aqui e me dá um abraço? Você partiu meu coração, sabia? Às vezes, agradeço... por seus pais estarem mortos, ou partiria do coração deles também. O que você quer de mim? Fale, rapaz. Eu vim lhe pedir permissão para me casar. Casar? Então você tem uma profissão? Aprende algo e ganha seu sustento?
1:32:21 Eu leciono ciência sempre que posso, mas não, não tenho salário fixo. Estou entendendo. Então, eu suponho que o jovem seja rico. Não, senhor. Eu preciso de dinheiro. Oh! Precisará, não é? Bem... Aqui está. Vinte moedas de ouro para você, e poderá comprar um chapéu! Mas, senhor, por favor... Por que não larga essa vida ridícula que está levando... e volta para nós? Obrigado senhor... O pai dela a levar para a Inglaterra e preciso de dinheiro para segui-lá. Apenas para chegar à Inglaterra. Se ao menos saiba o quanto ela é maravilhosa... e como eu a amo! Nesse caso, meu rapaz... por que não transformar a tolinha em sua amante? Mário
1:33:15 ! Volte! Mário ! Mário...
1:34:09 Mário! Por que você está tão triste? - Ela não ama você? - Saia daqui! Deixe-me em paz. Você está infeliz a ponto de abandonar, agora? O quê? Sobre o que você está falando? Começaram a luta. Construíram uma barricada. - Onde? - Na Rua St. Denis. Espere! Eu vou com você!
1:34:58 - Fique aqui. - Não! Fique aqui! Cesar fogo! Mário ! Um cromo! Eles lançaram um cromo! Fogo! Vida longa à República!
1:35:55 Eu disse para ficar longe daqui! Abaixo os Bourbons! Eu luto como qualquer outro! Rápido! Temos um espião! -Um espião? - Sim. Eu já o vi antes. Ele até me disse quem era. Quem é você, senhor? Qual é o seu nome? Javert. Ele chama Javert. Quem é Javert? Ó inspetor-chefe de Mouffetard. Bem, senhor inspetor... Tenho a honra de lhe informar que estará morto antes de tomar uma barricada. - Por que não agora? - precisamos economizar munição. A sua hora vai chegar, assim como a de todos nós.
1:36:53 Gavroche, leve esta carta para Rua Talliard, 16. É urgente! Mas... Sei que quer morrer conosco, mas sua morte não salvará a República. Viva para voltar a lutar. Agora vai! Entre. Entre, entre. O que foi? Tenho uma mensagem para Cosette. Oh! Para Cosette? Eu sou o pai dela. Pode entregar a mim. Mas ele me pediu para entregar pessoalmente a ela. Quem? Quem pediu? - Mário. - Mário?
1:37:39 Sim, é claro. Tudo bem, então. Tomo. Não. Eu faço isto pelo Marius. Espera. Onde ele está, esse Marius? Na barricada da Rua St. Denis. Eles estão em batalha. - Agora? - Voltarei para mim unir a eles. Você? Isso é ridículo! Vida longa à República!
1:38:37 Fogo! Ataquem! Ele não vai conseguir. Vai matá-lo! Gavroche! Volte! Volte! Não adianta. Matarão você também.
1:39:28 Não se atire. É um dos nossos. Cesar fogo! Você conhece? Seu nome é Sr. Madeleine. Não se atire. Eu sou responsável por ele. Cesar fogo! - Por quê? Por que veio até aqui? - Eu vim ocupar o seu lugar. Que tolice! Eu não poderia sair nem se quisesse.
1:40:15 - A não ser que se renda. - Está fora de questão. Se só podemos oferecer nosso cadáver, que seja. Mas o senhor entrou numa armadilha. Eles o viram se juntando a nós. É um de nós, agora. Eu já devia saber. A escória junto aos tolos. - Como você... - Eu sou um espião. Não precisa se preocupar. Vão estourar meus milhões em breve.
1:41:01 E você, é claro, vai assistir. Seja bem-vindo. Quanto mais conseguir aguentar? Não sobreviveremos ao próximo ataque. - Quero lhe pedir um favor. - O quê? Deixe que eu mate o espião. Como quiser. Mas não quero o cadáver dele apodrecendo aqui. Leve-o ao canto de Montrachet. A barricada é mais baixa, lá. Acabe com ele.
1:42:01 Vamos logo. Tem a sua vingança. Estou esperando. Com uma faca? Claro, é muito melhor para degolar alguém. Vire-se! Você está livre. Vá! Você... me deixa louco. Eu logo seria morto. Eu disse para ir!
1:43:04 Fogo!
1:45:08 - Ele tem que estar aqui. - Não, nada. Pode ver por si mesmo. - E o telhado? - Desabou com o tiro de canhão. Então, onde? Onde? Étienne! Traga os homens imediatamente.
1:46:05 Tragam tochas!
1:48:19 Você e você, por todos.
1:49:06 Parado! Por que eu deixei ir? Eu não tinha escolhido. ''Escolha''? Um dia... muitos anos atrás... um homem admirável...
1:49:53 roubou a minha alma. Ele removeu dela todos os pensamentos do mal... e a entregou a Deus. Não existe Deus. Há apenas... a lei. Culpa e inocência... não existem além da lei. Se é isso que acredita... então deve me matar. Mate-me agora.
1:50:40 Vire-se.
1:51:29 Javert? Javert!
1:54:00 In nomine Patrís, Et Fíllí... Et Spírítus Sanctí. Amém.
1:55:13 Obrigado por vir. - Eu fui um tolo. - Ah, senhor... somos todos tolos a maior parte da vida. É inevitável.
1:56:07 Legendas extraídas do DVD Sincronia JMM (2020)