Sistema Nervoso FACB7 parte 11

Breve Resumo

Este vídeo explora os circuitos neuronais, incluindo divergentes, convergentes, reverberantes e paralelos de pós-descarga, e como eles contribuem para o processamento de informações no sistema nervoso. Também aborda a organização do sistema nervoso em unidades funcionais e a interação entre os sistemas nervoso central e periférico, com foco nas funções dos sistemas simpático e parassimpático.

  • Circuitos neuronais: divergente, convergente, reverberante e paralelo de pós-descarga.
  • Organização do sistema nervoso: central e periférico.
  • Sistemas simpático e parassimpático: funções e interações.

Circuitos Neuronais: Divergência, Convergência e Reverberação

O vídeo começa com a apresentação de quatro tipos de circuitos neuronais. O circuito divergente, onde um ou poucos neurônios se ramificam e compartilham informações com vários outros neurônios, ampliando a dispersão da informação de forma direcionada. Em contraste, o circuito convergente envolve a convergência de informações de muitos neurônios para um número menor de células, como ocorre na retina, onde células fotorreceptoras convergem para células bipolares e ganglionares, priorizando informações relevantes. O circuito reverberante mantém a estimulação por mais tempo que o estímulo original, através de colaterais que retornam ao neurônio de entrada, sendo importante no pensamento complexo.

Circuitos Neuronais: Paralelo de Pós-Descarga e Representação do Sistema Nervoso

O circuito paralelo de pós-descarga utiliza diferentes caminhos com números variados de elementos intermediários para produzir estimulações diferentes em um neurônio final ao longo do tempo, gerando sequências temporais e qualitativas de processamento. O vídeo também aborda a representação do sistema nervoso em unidades funcionais, como caixas, que representam grupos de neurônios trabalhando juntos, embora estejam interconectados com outros sistemas.

Organização do Sistema Nervoso: Aferências, Eferências e Divisões

O vídeo explica como os neurônios somáticos aferentes e as aferências de órgãos homeostáticos (sistema nervoso autônomo) enviam informações para o sistema nervoso central (medula espinal e encéfalo). O sistema nervoso central, por sua vez, envia comandos através de eferências para neurônios motores somáticos (músculos esqueléticos) e neurônios motores autônomos (sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático), que controlam funções viscerais como dilatação da pupila, secreção salivar e frequência cardíaca.

Sistema Nervoso Autônomo: Simpático, Parassimpático e Divisão Entérica

O vídeo detalha a subdivisão do sistema nervoso em central (encéfalo e medula espinhal) e periférico (nervos e gânglios). Menciona a divisão entérica, que controla a motilidade e a análise química do conteúdo digestório. Explica que os sistemas simpático e parassimpático atuam de forma complementar para manter a homeostase, alternando estados de relaxamento e contração. O vídeo conclui que o sistema nervoso simpático e parassimpático devem ser vistos como colaboradores na regulação homeostática, executando comandos de acordo com suas conexões com os órgãos.

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Transcrição

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0:00 o Olá seja bem vindo a mais as aulas de fisiologia animal comparada sou professor Breno estamos no sistema nervoso especificamente agora mostrando alguns aspectos dos vertebrados Mas quem parte também estão presentes nos invertebrados e este é o vídeo número 11 Neste vídeo tem quatro nessa imagem deste vídeo tem quatro esquemas aqui mostrando neurônios formando circuitos é para você ter uma ideia de como alguns circuitos podem ser constituídos E como eles funcionariam esse primeiro do lado superior esquerdo chamado aqui de circuito divergente é um tipo de circuito importante a partir do qual um

0:47 ou poucos neurônios produzem subdivisões ramificações colaterais dos seus axônios compartilhando informações abrindo essas colaterais com os neurônios esses outros neurônios por sua vez também fazem colaterais e aumentam a dispersão da informação compartilhando com mais neurônios este exemplo é algo semelhante ao que você viu no vídeo passado nesta imagem quando este neurônio sensorial este aqui através de colaterais alcança vários interneurônios esses interneurônios por meio de novas ramificações e colaterais alcança novos neurônios Produzindo um

1:35 efeito de dispersão de compartilhamento não é uma dispersão aleatória é um compartilhamento dirigido para outros elementos neurais envolvidos com alguma função que é prioritariamente monitorada por este tipo de neurônio e ele dá início a uma reação em cadeia de compartilhamento de informações e imobiliza a funcionar novos neurônios nessa função aqui no processo de convergência é o contrário as informações que estimulam o sistema estimula os neurônios a despolarizar i acontecem em vários neurônios simultaneamente o várias células esse esquema bem mais adiante eu

2:21 vou te falar quando a gente fala de sistema sensorial ele acontece por exemplo na retina na retina muitos muitas células fotorreceptoras vão ser estimulados pela luz mas elas vão convergir as suas informações a sua liberação de neurotransmissores por um número menor de células que são as células bipolares E essas por sua vez vão convergir as suas terminações axônicas para um número cada vez menor de células que serão do exemplo da retina as células ganglionares aqui isto tem uma função de a analisar o trabalho do sistema nervoso que consegue captar muitas informações faz através de falhas captações muitas

3:10 vezes de informações semelhantes ou até iguais uma espécie de triagem e seleciona neste processo aquela informação que tem uma prioridade maior convergindo isto para um tipo celular que recebe todas as informações e tomar uma decisão baseada em todas essas sinapses no que ele deve demandar adiante existe aqui uma certa perda de informação mas em troca disso você tem uma relevância mais racionalizada no processo de elaborar uma resposta deste tipo de célula esse outro circuito até chamado de reverberante a como se ele produzisse uma estimulação para ele mesmo e pare no neurônio que tá aqui

3:55 embaixo na palavra input é ele que começa o processo de e nas suas sinapses estimular um neurônio seguinte e o outro neurônio mas um desses neurônios tem uma colateral que se ramifica retorna ao neurônio de entrada e é capaz de estimular ou inibir este neurônio este tipo de circuito reverberante tem a qualidade de manter manter-se ocupado com algum tipo de estímulo por mais tempo do que a duração do próprio estímulo por exemplo são circuitos envolvidos no pensamento complexo que uma pessoa tem quando você está pensando você está mobilizando uma grande quantidade de neurônios e eles

4:43 vão se estimulando mutuamente e alguns deles podem emitir colaterais capazes de dentro de uma rede de neurônios voltar a estimular o neurônio de entrada fazendo com que esse circuito parece um look bem uma repetição de a ação mantendo esta esta rede neural aqui Iva processando dados mesmo depois de um determinado estímulo já ter cessado Claro que isto tem fim em algum momento talvez a pessoa possa nesse momento tá pensando por mais quanto que isso para né eu estímulo que estimula que estimula que volta a me estimular que estímulo que estimula estos Não isso não são redes isoladas não são unidades de solar isoladas todos os neurônios que

5:29 você veio aqui de novo um desenho bem simplificado eles estão recebendo colaterais de centenas de outros neurônios em outros locais e tudo isso vai se mediando até um certo. Em que sinapses inibitórias podem reduzir o nível de processamento desta subunidade que a gente poderia chamar do ponto de vista arbitrário mas ela não era uma parte do todo que é indivisível ele diminui a sua atividade medida que ele pode ser inibido por Os Clones que fazem contato com esse circuito que não estão aqui no desenho um outro é esse aqui bem curioso É sim circuito paralelo de pós-descarga que você tem um neurônio ele produz três inputs produz produz colaterais para

6:15 outros neurônios um que imediatamente chega no ponto final outro que tem um elemento em dois elementos intermediários e o outro que tem quatro elementos intermediários Dependendo da forma como este neurônio vai despolarizar EA despolarização vai chegar nesses três pontos de maneiras iguais cada caminho deste vai no seu tempo de acordo com a sua constituição qualitativa a que pode estar acontecendo processos inibitórios ou excitatórios diferentes entre si produzir esse neurônio final em cada tempo um tipo de estimulação diferente poder inclusive elas e ambígua e uma entrar e inibitória em outro elas e excitatória

7:04 e vice-versa por exemplo é centrado que parece um caminho mais rápido estimula mas essa que vem mais tarde vai inibir e fazer esse neurônio parar de fazer sua atividade adiante então isso gera sequências diferentes de tempo e de qualidade de processamento relacionado com as funções só que estão só quatro exemplos de você ter uma ideia como você unindo neurónios numa constituição qualitativamente diferente você tem entre eles interações de qualidades diferentes para cada uma das funções do nosso sistema e é uma forma comum de representar o sistema nervoso com essas caixas elas

7:50 tentam ser representações arbitrárias de unidades funcionais representando grupos de neurônios que efetivamente são grupos coesos que trabalham na mesma função mas eles na verdade estão sob a influência de outros neurônios de outros sistemas ou de outras caixinhas como essa então só gostaria de te ajudar enxergar nesta representação uma forma mais simples de tentar entender o sistema nervoso porque ele tem realmente um certo grau de complexidade isso ajuda a gente a pensando em subunidades o em caixas tentar identificar as relações entre elas a que a gente tem neurônios somáticos aferentes nessa caixa nesse

8:36 retângulo azul claro e as suas informações vende receptores somáticos com a gente chegar e nos sistemas é mas eu vou falar disso essas referências que podem ser tanto somáticas quanto de órgãos responsáveis diretamente por funções homeostáticas aqueles que nos livros mais antigos eram chamados de sistema vegetativo sistema nervoso vegetativo não se usa mais essa palavra mas ela ainda aparece às vezes em alguns contextos isso aqui está relacionado com sistema nervoso autônomo ou com neurônios que fazem o monitoramento das dos órgãos que a gente popularmente conhece como vísceras

9:22 coração-pulmão vasos sanguíneos diferentes órgãos do sistema digestório órgãos relacionados com funcionamento das nossas funções vitais é um pouco esse vegetativo associado com isso esses dois é que mandam aferências do que o corpo do ponto de vista do que a cola voluntariamente está fazendo e dessas vícios que você não controla voluntariamente mas o seu cérebro sabe o que elas estão fazendo recebe por meio da medula espinal e do encéfalo que Ambos são o sistema nervoso central essas informações do que cada um desses conjuntos aqui está fazendo de volta ambas as partes do sistema nervoso central mandam comandos por meio das

10:10 referências para neurônios motores somáticos controlaria seu músculo estriado esquelético e para neurônios motores autônomos esses seria o nome mais correto de se utilizar atualmente mas ainda aparece esse nome vegetativo em alguns contextos para que o sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático controle aquelas funções que eu gosto de chamar de vicero motoras são funções relacionadas com e esta parte do teu sistema de teu corpo já vou voltar naquela imagem que são por exemplo dilatação e contração de pupilas praia regular entrada mais adequada de luz nas suas retinas para você poder

10:55 enxergar quantidade e intensidade da secreção de glândulas salivares para digestão relaxamento das vias aéreas para entrada de ar com maior ou menor resistência aumento da frequência cardíaca e também da frequência ventilatória para tua respiração troca gasosa e uma série de outras funções exercidas por essa divisão chamada difícil ser o motor por mim porque o nome é para te ajudar a lembrar motor que executa manda comando para que esses órgãos entre aspas viscerais que na verdade são os órgãos vitais do nosso funcionamento automático e precisa de pensar para regular sua

11:42 frequência cardíaca ela é alto regulada pelo próprio sistema nervoso Daí vem esse nome autônomo que antigamente era chamado de vegetativo porque as pessoas meio chamava suas funções básicas da homeostase como ventilação e pressão arterial como função vegetativa nome que caiu um pouco em desuso este desenho agora é o mesmo do que o anterior apresentando um pouco um resumo e lembrando você da subdivisão entre encéfalo e medula espinhal sistema nervoso central Todas aquelas ramificações feitas de feixes de axônios que são os nervos e gânglios que são pequenos grupos ou agrupamentos de

12:30 neurônios com algumas centenas de neurónios constitui o sistema nervoso periférico esses comandos aqui eferentes paz é através do sistema nervoso autônomo por dois tipos de gânglios que esse assunto mais de anatomia humana nos animais tem também mas a gente não deve aprofundar agora que é um preciosismo anatômico que vai sobrecarregar você mas o sistema nervoso motor a parte do controle da musculatura estriada esquelética usa principalmente os nervos espinais para se conectar com os músculos existe ainda divisão entérica que a intestinal etérico vende intestinal você tem isso vai ser visto mais adiante no sistema digestório duas

13:17 redes nervosas dentro de toda a extensão do sistema digestório que controla o empate toda a utilidade a contratilidade digestória e o outra e a outra rede nervosa controla a análise química do conteúdo a ser digerido existe isso análise química do que você ingeriu para produzir Oi Julie preciso sobre a secreção digestória para que ela produzem enzimas e outras substâncias adequadamente 11 assim customizadas personalizadas de acordo com cada refeição que o animal faz então são várias subdivisões que elas até tem separações anatômicas Mas lembre tudo isso tá intrinsecamente conectado como você vê neste desenho

14:05 representando como se fosse uma única rede de trabalho de células nervosas aqui as duas subdivisões a parassimpática e a simpática normalmente elas agem de forma complementar às vezes dá a impressão de serem antagônicas do tipo O Simpático aumenta a frequência cardíaca e o parassimpático diminui a tensão que elas não são concorrentes elas são os dois lados da mesma moeda que é função Ohm e a homeostase Ale mantida por alternância de estados de relaxamento e contração e você precisa dos dois lados eles não competem eles são simplesmente

14:51 como se fosse a sua mão direita sua mão esquerda cada uma tem a sua habilidade o seu momento de entrar em ação e uma não compete com a outra certo elas colaboram então sistema nervoso simpático e parassimpático deve ser visto Neste contexto o que interessa é por exemplo a função cardíaca você tem que ser capaz de acelerar lá e peso acelerar lá quando o cérebro assim decidir que é conveniente e é o mais adequado para aquele momento da regulação homeostática e o simpático parassimpático executam esses comandos de acordo com suas diferentes conexões com esses órgãos e no próximo vídeo vou te falar um pouquinho mais sobre a questão histológica do que é substância cinzenta

15:36 do que é substância Branca O que são núcleos e depois fazer uma comparação com diferente cérebros de vertebrados agradeço você até o final desse vídeo Lembre se tiver alguma dúvida poste no espaço do fórum para que eu possa esclarecer e responder ou eventualmente um nossos encontros síncronos as quintas-feiras conforme já indicado as datas do cronograma agradeço a sua atenção até o final desse vídeo te espero no 20 seguinte Muito obrigado

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