A VIDA REAL na SARDENHA e o SEGREDO DOS CENTENÁRIOS!

Breve Resumo

Neste vídeo, o casal explora a Costa Esmeralda na Sardenha, conhecida por suas praias deslumbrantes, e visita a região montanhosa de Nuoro, famosa pela longevidade de seus habitantes. Eles investigam os segredos da vida longa, incluindo a dieta, o estilo de vida e o ambiente da "zona azul".

  • Exploração da Costa Esmeralda e suas praias paradisíacas.
  • Visita à região de Nuoro, conhecida pela alta concentração de centenários.
  • Investigação dos fatores que contribuem para a longevidade na Sardenha, como dieta, estilo de vida ativo e comunidade.

Preparativos e Partida para a Costa Esmeralda

O casal se prepara para explorar a Costa Esmeralda, uma região famosa na Sardenha por suas belas praias. Eles mostram o carro alugado, um Jeep, que foi um upgrade em relação ao modelo solicitado inicialmente. Eles mencionam que no vídeo anterior já enfrentaram uma multa e esperam evitar problemas semelhantes desta vez. O destino inicial é Capricoliu, uma praia considerada incrível.

Chegada a Capricoliu e Estratégia para Estacionar

Eles dirigem em direção a Capricoliu, observando as cidades caras e pequenas ao longo do caminho. Apesar de estarem no início de julho, alta temporada, o trânsito é bom, mas encontrar vagas de estacionamento perto da praia é um desafio. Para evitar o movimento intenso da manhã, eles decidem chegar à praia por volta das 13h30, esperando encontrar vagas de pessoas que saem para almoçar.

Explorando a Praia de Capricoliu

Após uma breve espera, eles conseguem estacionar e descobrem que há três acessos a diferentes praias, todas chamadas Caprioli com variações nos nomes. Eles escolhem um local na praia, montam seu guarda-sol e cadeiras, e comentam sobre a beleza da água cristalina e da areia com pedrinhas finas. A praia é comparada a outras praias paradisíacas que já visitaram.

Passeio pela Praia e Comparação entre os Lados

O casal faz um passeio pela praia, mostrando a água verde esmeralda e a areia com pedrinhas. Eles comparam a praia com outras que visitaram, como a Ilha das Couves em Ubatuba e a Ilha do Campeche em Florianópolis. Eles exploram os dois lados da praia e comentam sobre a presença de algas em um dos lados, mas destacam que ambos os lados são maravilhosos.

Relaxamento na Praia e Decisão de Permanecer

Eles passam quatro horas na praia, aproveitando a água cristalina e o ambiente agradável. Decidem pagar por mais duas horas de estacionamento para evitar o estresse de procurar outra vaga em outra praia. Eles consideram Capricoliu sua praia preferida na Costa Esmeralda e planejam explorar o interior da Sardenha no dia seguinte.

Viagem para o Interior da Sardenha

No dia seguinte, o casal dirige em direção às montanhas para conhecer a vida no interior da Sardenha, famosa por seus habitantes centenários. Eles apreciam a paisagem montanhosa e o contraste das cores. Eles mencionam que a Sardenha não é só praia, mas também tem segredos nas montanhas.

Chegada à Região de Nuoro e a "Zona Azul"

Eles chegam à província de Nuoro, conhecida por ter a maior concentração de centenários do mundo, especialmente homens. A região é chamada de "zona azul" por pesquisadores que estudam a longevidade. Eles explicam que o termo "zona azul" surgiu porque um pesquisador marcava os locais com alta concentração de centenários em um mapa, e essas áreas ficavam cada vez mais azuis.

Explorando a Cidade e Buscando Estacionamento

O casal explora a cidade, admirando as construções de pedra e as ladeiras. Eles procuram um lugar para estacionar e fazer um tour pela cidade. Eles notam que a cidade é pacata e sem estresse, o que pode contribuir para a longevidade dos moradores.

Características da Cidade e Fatores de Longevidade

Eles mencionam que a cidade tem uma proporção de homens e mulheres centenários de um para um, o que é raro. Os estudiosos descobriram que as "zonas azuis" geralmente estão localizadas em áreas montanhosas, acima de 700 metros do nível do mar, com muitas ladeiras. A necessidade de subir ladeiras e escadarias para realizar atividades diárias contribui para a atividade física constante. A forte comunidade e a proximidade com a família também são fatores importantes para a longevidade.

Almoço Típico Sardo em Nuoro

O casal encontra um restaurante que serve pratos típicos da Sardenha e decide almoçar lá. Eles pedem pão, vinho Cannonau (considerado o vinho da longevidade), e pratos tradicionais como "pane carasau" (uma folha de pão crocante) e "culurgiones" (massa recheada com batata e queijo). O vinho Cannonau tem cinco vezes mais flavonoides do que a maioria dos vinhos, o que pode contribuir para a longevidade.

Degustando a Comida e Descobrindo Segredos da Dieta

Eles experimentam os pratos e comentam sobre os sabores e ingredientes. O "pane carasau" é feito com sêmola de trigo duro e água, e é tradicionalmente consumido por pastores. O "culurgiones" é uma massa fresca recheada com batata e queijo pecorino. Eles também pedem uma bisteca de porco, mas notam que tem muita gordura. A dieta local é rica em grãos, legumes e massas, com consumo moderado de carne.

Sobremesa e Reflexões sobre a Dieta Italiana

Para a sobremesa, eles pedem "seadas" ou "cebadas armiel", uma massa frita recheada com queijo pecorino e mel. Eles comentam sobre a combinação inusitada de queijo e mel e apreciam o sabor. Eles refletem sobre a dieta italiana, rica em carboidratos, mas destacam que a fermentação natural e os ingredientes locais podem tornar as massas mais saudáveis.

Explorando Outros Vilarejos e a Vida Local

O casal visita Vila Nova, um dos vilarejos da província de Nuoro, e observa a vida local. Eles mencionam que a expectativa de vida na região é alta, com 22 centenários a cada 100.000 habitantes. Eles destacam a tranquilidade e a ausência de estresse crônico, que são fatores importantes para a saúde.

Piscina Natural nas Montanhas

Eles decidem visitar uma piscina natural nas montanhas, a 6 km de distância. Após uma descida íngreme, chegam a um lugar lindo e tranquilo. Eles aproveitam para nadar e relaxar na água fresca.

Reflexões Finais e Despedida

O casal conclui o vídeo, refletindo sobre a beleza das montanhas da Sardenha e a cultura local. Eles agradecem aos espectadores por assistirem e anunciam que no próximo vídeo mostrarão o deslocamento para outro país, saindo do sul da Sardenha.

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Transcrição

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0:00 Fala meus amigos. Oi gente, começando mais um vídeo aqui de Rota Livre pelo Mundo, diretamente da Sardenha. Saindo do nosso Arbembi. Equipados, ó. Cadeira, guarda-sol tá no carro, água para lavar o pé, água para beber, marmita farofano. Estamos com um kit completo, é para mostrar para vocês uma das regiões assim mais famosas da Sardenha. diria que é um dos grandes motivos por Sardia ser assim tão famosa, tão procurado pro turismo. Estamos indo então na Costa Esmeralda. Ah, vamos ver que que tem nessa Costa Esmeralda, né? Porque todo mundo veio aqui só para ver as praias da Costa Esmeralda. Pois é. Se você não viu, vídeo passado a gente mostrou todo um

0:46 rolê chegando nessa região, alugando um carro. Alugamos esse carro branco aqui, ó. Pedimos um Uno, veio um Jeip. Olha só que beleza. Ó, do panda pro Jeep. Upgrade. Ganhamos um upgrade. Masão, o vídeo passado já tomamos multa, já fomos forfé. Eu espero que esse a gente Você que deixou assim? É, ele tranca e fecha sozinho. É. Ah, tá. É moderno, gente. Tô acostumada. Ela tá falando do retrovisor. Pô no porta-mala, então. Essa é a cadeira. Ai, ficou o lixo aqui ainda. E galhodeade. 30 minutos até o primeiro destino. Capricoliu

1:32 capolle. É, fala que essa é incrível. Vamos lá conferir aqui. Já termina a Óbia e aí começa só cidadezinhas caras de interior. Ontem nós somos em São Teodório, né? Tipo 2000 habitantes. Cidadezinha é muito pequeninha, gente. Estamos viajando aqui na início de julho, né? Então, alta temporada, mas nem aquele fervo perto da Indonésia, aquele trânsito que a gente pegava na Indonésia, que não conseguia andar, né? Trânsito aqui é bom, o trânsito flui bem. O problema mesmo é parar na beira de praia, porque lógico, vocês podem imaginar, poucas vagas, né? É, todo mundo quer ir pra praia, tem que ir de

2:18 carro. Então, esse tem sido o problema. Mas não tem trânsito de você ficar parado no trânsito, pelo menos não agora. Falam que para agosto é pior, né? É, agosto é altíssima. Julho mês de férias também. Julho e agosto altíssima temporada, né? Que bem comecinho de julho, então tá mais tranquilo, é mais a muvuca nas praias mesmo. É que a galera vai bem cedo e aí passa o dia, né? É. Então, decidimos usar uma estratégia diferente hoje, que é eh e é tarde, nós estamos indo agora aqui, olha só, 1 hora, vamos chegar lá 1:30, hora aí nossa ideia é pegar a galera saindo para ir almoçar e achar uma vaga de alguém que saiu para almoçar. Se vai funcionar a estratégia, não sei não. Nós vamos ver, porque senão a gente ia ter que

3:04 sair muito cedo. A gente não queria sair tão cedo, né? Eh, teve que editar vídeo antes de sair, pintar meu cabelo, pintar os cabelo branco. Amor, vai entrar ali à direita, ó. 700 m. Ai, a gente esqueceu de ver o pedágio. Pensei nisso agora, mas acho que não tem. Acho que não tem. Espero que não. Costa Esmeralda. Segue. São vários estacionamentos aqui na redondeza, né? A gente tá indo no mais próximo do acesso à praia. 1 minuto caminhando. Então, ó, 350 m esquerda. 300 m na rotatória. Bandeira Brasil. Pegue a segunda saída. Ih, Brasilzão. Bandeira representando

3:51 ali na frente, amor. 200 m esquerda. Esse parque é esquerda. Entra aqui completo. Tá cheio. Sério? Seu destino dá para esperar aqui, ó. Tem pessoas saindo, tá vendo? Então fica aqui. Mais três pessoas saindo. Já entra aí, gente. Foi só esperar uns nem 10 minutos. Já liberou. Os dois carros na frente passaram. E agora vamos nós. É vaguinha. Tchau. Até 3:44. Então, 2 horas 4€ 2€ por hora, né? Isso é 2,50 na verdade 5€ paga. Então é isso, paga naquele maquininha ali ou no aplicativo Easy

4:36 Park. Então são três acessos a três praias distintas, mas todas nome Caprioli. Muda o nome Caprioli. Leste, oeste, sul, nordeste, capcholi. Aqui estamos. Essa é a capricholle. Capricholle. Agora vamos pô no Não sei é leste ou se é oeste, eu não sei. Vou olhar no mapa aqui. Ai qu perdi o brinco e caiu meu. Ixi, é que voou. Voou meu coiso, como fala? Depois do acidente perdi uma perninha do brinco. Pronto. Aqui a maioria das praias não pode cachorro. Ontem nós mostramos uma praia que pode cachorro. É, mas era uma praia praia pública com

5:23 muita alga. Eh, aqui já é bom, ó. Essa aqui não, ela é pequenininha. Essa aqui não tem aquele espaço onde só é permitido se você alugar, né? Ah, então, mas também é bem pequeno. Por exemplo, você quiser ficar aqui já um cantinho, já tem um espacinho. Nossa, mas é linda, hein? Nossa, é linda. É um pedacinho do paraíso. Caraca, lindíssima. Só escolher um cantinho lá perto das pedras. Então se o pessoal não ficar na passagem, né? É, talvez aqui mesmo, ó. Aqui não tem alga, né? Igual da outra praia. Então já tem esse diferencial. É. Vamos armar acampamento aqui, gente. Aqui mesmo. Acho que esse cantinho aqui

6:09 tá bom. Dá para acessar o outro lado da praia aqui pela areia que tem a pedrinha ali atravessa ou por fora. Gostamos desse guarda-sol que é o sistema giratório. No Brasil tem aí o giratório porque é reto, né? Aí você tem que cavar de um lado, tirar do outro a areia e fazer esse serviço, né, amor? Esse aqui tem uma broca embaixo. Aí você gira e ele vai afundando. Uhum. E aí fica bem fixo, tá bom? Aí, ó, ficou certinho a sombrinha. Cobe a cadeira, canga. Pendurar aqui para não sair voando. Se bem que não é muito peso não, mas hoje não tá tão vento, né? Igual ontem. Antes de nadar, nós vamos sair andar. Vou

6:55 mostrar o atrapai ali para vocês do outro lado e depois tibum. Olha que água mais cristalina, verde, esmeralda. Coisa linda, gente. E aqui é bom que essa areinha, ó, pedrinha bem fininha, pequena, nem machuca o pé. É uma pedrinha misturada com areia. Aqui é um pouquinho mais geladinho, mas tá muito gostoso, muito bonito. Essa praia é incrível, hein? Eu gostei dessa. Mais que de onde alga. Ol, vou te dizer que é uma das mais bonitas que a gente já veio aqui na Sardenha. Lembrou muito aquela pro Mirinho Batuba, né? Ele é das couves que tem uma uma prainha assim. Aí ela é cheia de pedrinha. Areia areia. Tá vendo? Pedras minúsculas.

7:42 Faz mais esfoliação no pé. Faz. E esquenta, viu? Vou te falar. Ali longe da água, a areia tá pelando. Você tem que vir molhar o pé e andar rapidinho ali, né? É. Muito lindo, gente. Olha essas pedras. Praia do quê que você falou que te lembrou? Ilha das Coves pro mirim lá pro Batuba. Ah, é que é assim. E também a e aquela de Florianópoles, ilha do Campeste. Será? Ah, praia do Campest também que tem umas pedras, né? É, é uma ilha que a gente faz um passeio, vai de barco. Ilha do Campeste. E agora não lembro. É tanta, tanta praia que a gente não lembra. Acho que a trilha aqui é curtinha, né? Se tiver de sapatilha é bom, porque daí não queima o pé, não

8:28 machuca nas pedras. Gente, que lindo. Acho que é por aí, né, Tommy? Perché non tiri tanto? Dai, dai. Uau! Qual lado é mais bonito? Difícil escolher, hein? Mas eu vou te falar. Ah, amor, eu gostei mais da outra que tem alga, não tem? Aqui tem um pouquinho de alga nesse canto, mas essa é mais vazia também. É uma boa opção para quem quiser. Essa é mais, tem mais espaço na areia ali. Olha isso aqui.

9:15 Que lugar incrível. Um paraíso. Vamos voltar. Acho que na sorte escolher um cantinho mais bonito. Sem alga. É tanto que é mais cheio, né? Então acho que é predileto das pessoas mesmo aqui. Mas incrível os duas, as duas maravilhosas. É top demais, gente. Magnífico, deslumbrante. É, acho que agora dá para entender porque é tão famoso, hein? Costa Esmeralda. Costa Esmeralda já começou com tudo. Verdade. Mas até que para tem bastante espaço, ó. Marzão. Tá gostoso aqui. É, já virou de pra mostrar água cristalina para vocês aí.

10:03 Nossa, lindo. Essa é um pouquinho mais gelada. É engraçado, né? Cada região muda um pouquinho a temperatura. Essa um pouquinho mais gelada do que a gente foi ontem. Mais funda. Mais funda. É ótima pra banha essa praia. Perfeita. Bom, vamos curtir um pouquinho e daqui a pouco a gente volta. [Música] Tchau, paraíso. Chegou a hora de irmos, gente. Ficamos 4 horas nessa praia aqui. Ficamos. Amor, foi lá, pagamos mais duas horas de estacionamento extra porque a gente gostou demais. Uhum. E falamos, a vejo de ficar passando raiva, procurando

10:49 lugar para estacionar. em outra praia que vai ser mais do mesmo, né? Parecido. É. E vai pagar igual. Aí fica aqui. Aí ficamos aqui. Pelo menos a gente gostou dessa. Deu para curtir bastante. É. Tá ótimo. Então gente, tem mais opção pela costa esmeralda, mas essa aqui é uma que nossa preferida, assim, a capricholle. E amanhã, bom, amanhã a gente quer, então, como a gente falou para vocês, conhecer um pouco do interior, de como é a vida aqui dessas pessoas que vivem quase 100 anos. Vamos ver se a gente consegue descobrir alguma coisa a respeito, é, ver como é que é, pelo menos o bairro, a rua, a cidade em que eles vivem. Vê se tem

11:34 alguma coisa diferente, né? Uhum. Qual é o segredo, se é isso aí mesmo ou se é só marketing? É. Parte realidade. [Música] riflesso in questa meravigliosa piazza e tutto un momento in che vi dà l'opportunità di vivere proprio sotto il palco l'esperienza del di come si fa dire di essere forse già scaricato เฮ [Música]

12:53 Bom dia. Dia seguinte, galera. Nós estamos indo, então, conforme prometido, na direção das montanhas, eh, para conhecer aqui a vida do interior da Sardenha, né? A vida um pouco como é a cidade das pessoas centenárias e no caminho visual incrível. Olha isso aqui. Olha essas montanhas. Ó o contraste desse amarelo, né? Nossa, lindo. Muito lindo. Olha essa ardenha. Vocês acham que serem é só praia? A gente também tava achando, mas não é não. É um segredo por trás da vida nas montanhas. É verdade. Olha aqui no inverno chega a nevar. Nós

13:40 estamos a mais de 700 m, né, de altitude. Então deve fazer um friozinho bom aqui também. Incrível. Bom, foi só uma parada estratégica pra gente ver o visual, esticar as pernas. Bora continuar a viagem. [Música]

14:25 essa cidade. Bom. Uhum. [Música] Finalmente chegamos então na região de no ouro, província no ouro. que é conhecida por ter a maior densidade, concentração de centenários

15:11 do mundo, galera. Olha, principalmente homens centenários, né? Porque tem centenários naquina no Japão, assim como aqui na Sardenha, mas aqui a concentração de homens centenários é maior. Esse aqui é simplesmente um dos vilarejos aqui da região. Nesse vive em cerca de 3.000 pessoas. É a famosa blue zone. A região de no ouro é conhecida como blue zone. Para pesquisadores, assim, a galera que estuda essa questão dos centenários, zona azul, né? É zona azul em inglês. Não só aqui, mas tem outros lugares do mundo também, como Oknaua. No Japão, tem um lugar lá na Costa Rica também, na Grécia. Na Grécia tem um lugar nos Estados Unidos. ficou conhecido como zona azul, esses lugares,

15:58 porque o pesquisador marcava no mapa. Sempre que ele encontrava um centenário, ele marcava, olha aqui, tem, aqui tem, aqui tem. E essas regiões que eu falei foram ficando cada vez mais azul no mapa dele. Então, por isso aí ele começou a chamar, bom, aqui tem muito centenário, então aqui é uma zona azul. Então, estamos na zona azul da Sardenha e a gente quer descobrir um pouco, né, os segredos aqui da longevidade [Música]

16:50 Estamos encantada com a cidadezinha. É o tanto de ladeira, viu? Senhorinha firme e forte na rua. Calor escaldante. Olha que bonitinha as construções de pedras. Olha essa ladeira aqui na direita. Nossa. E é bem estreitinho, ó. O carro fica aqui grudadinho. A gente tá procurando um lugar para estacionar, pra gente fazer um um tor. Nossa, mas uma cidade bem pacata, né? Uhum. Aí, ó, gente, não tem estress aqui não. Por isso que o povo vive mais.

17:36 Aí, ó, o tuque de caminhão. Vai, elas vão fazer a volta aqui para estacionar lá perto da igrejinha histórico. Se bem que aqui tudo é histórico. É, mas não tem muita vaga não, viu? É pouca vaga. Aqui pode ir, mas tá vindo um carro de lá. Agora sim, conseguimos um lugar para parar por aqui. Gente, que bonitinha. Olha, olha essa cidade, que coisa mais linda. Ah, e por completar aquele assunto, né, de que aqui tem muito homem centenário, a maioria dos lugares tem um homem para cada cinco mulheres centenárias. E aqui é um para um. E aqui é um para um. Então, empata. Isso é raro, né? Olha a

18:22 pracinha da cidade. Que lindo. Aqui. E aqui tem o quê? uma uma fachada da igreja antiga, né? Olha. Nossa, é bem antigo, gente. O pesquisador também encontrou 10 vezes mais centenários na população daqui de Sardenha do que na numa população dos Estados Unidos, por exemplo. Olha, essa vespinha é a cara da Itália, não é? Eu queria alugar uma dessa aí para nós visitarmos Sarden. Será que ia dar conta? Mã é em dois nessas montanhas na serrinha é difícil. Sofrido. Dá uma olhada nessa rua e nessa ladeira.

19:12 Uma das conclusões que os estudiosos chegaram foi que todos os lugares que se tornaram zona azul com centenários tinham ladeiras e estava majoritariamente acima de 700 m do nível do mar. E o que acontece aqui em Sarenha é que pro pras pessoas, né, irem para um lado, pro outro, irem pra padaria, irem pra igreja, irem para qualquer lugar, elas precisam muitas vezes subir uma ladeira, subir uma escadaria. Olha como as mulheres transportavam, acho que água ou será que é vinho? Inclusive o vinho daqui é muito famoso também. Vamos ver se a gente acha mais sobre o vinho para falar para vocês. Tem água. E tem água nas fontes aqui. Água

19:59 das montanhas. Nas montanhas da Sardinha. Fala que é a melhor água daqui de sardenha, né? Óbvio que tá nas montanhas. Olha a bicicleta, galera. A bicicleta não tá tampada, não tá trancada, totalmente solta. Aqui é muito seguro, né? Também tem 3.000 habitantes. Imagino que todo mundo se conhece, né? Sim. Inclusive também, né? Essa é a questão que ajuda muito na longevidade, segundo esse estudo, o fato de você ter uma comunidade, por exemplo, eh, sei lá, ir pra igreja, né, que eles fazem, ou se, ou eles terem um grupo de encontro, amigos, amigos ou família mesmo, né? Tá perto da família, nunca solitário. Vocês não vêm aqui os senhor, senhores, senhoras italianos solitários sozinhos, né? É isso. Sempre

20:45 tem alguém junto. Olha só. Para subir. Imagina o senhor mora ali, ó. Subir essa baita escadaria aqui. Tá numa cantina que que é padaria barra alguma coisa aqui na beirinha assim da rua. Aí o pessoal toma café, come o lanchinho e aqui que nós vamos tomar um lanchinho. O carofano das frutas não foi o suficiente. A gente veio comendo aqueles pêssegos da massa aqui que é muito bom. Aquele pêssego com a chata é doce demais. Senta aqui, amor. Eu queria ver se tem almoço, mas eu acho que não vai ter não. Aqui o problema é que tudo fecha cedo, tipo 1:30 as coisas fecham.

21:30 E esse aqui tá aberto até às 3. Então esse agora é muito pequenininho. Então tipo não tem restaurante, essas coisas. É, é o que tem. Salgadinho, os lanches, os panines, talvez. Pizza. É, mas o ar da cidade é esse, gente. Aqui passa muito carro que deve ser uma das ruas principais, né? Mas é viro turístico também, pelo jeito. É bem turístico. Rota de moto, pessoal, passeio aqui de moto também que tem uma rota famosa, né? Não é para baixo, não é para lá. Vamos lá. Tá querendo comprar comer comida. Desistimos do lanchinho. Aqui parece mais uma padaria. Sei. É, ia ter lanches e pães. Vamos atrás da comidinha. Eu queria encontrar algo típico, né? É, pelo menos sardo. Vai que

22:18 eu, vai que eu ganho alguns anos de vida se eu comer a comida deles. Amor, tá querendo viver até aos 100 anos. Ô amor, se você viver aos 100 anos, eu vou ter 107. Acho que eu não vou conseguir te esperar. Eu vou morrer antes. Vai. Você tem sangue japonês. Sangue japonês dura bastante. Sangue japonês. Mas eu tenho que morar na altitude. Você viu, né? A gente tem que achar um lugarzinho nas montanhas para morar. Minas. Minas. O segredo será da longevidade é morar na altitude, nas montanhas. Gente, eu acho que é ligado ao estress também, né? Nós não perguntamos se pode estacionar, né? Verdade, amor. É bom você perguntar pra gente tirar o peso da consciência, porque aqui não pode, ó. Tá vendo?

23:04 Uma pracinha aleatória nas montanhas aqui da cidadezinha de Sardém. Ó, os bancos de pedras, ó. É. Cadê os veinos jogando baralha aqui, pô? Eles vem mais tarde, amor. Agora estamos no horário escaldante. Verdade. Eu acho que eles se reúnem mais tarde. Aqui tá beirando 38, né? 37. É. Aqui tem um mural bonito, ó. Olha a calmaria nessas ruas quando para de passar o carro, né, de do povo turistano. É isso aqui, gente. Essa paz. Zero estress, hein?

23:51 Olha que visual, gente. Nada mal, né? Meias montanhas. Mais uma lambretinha aqui, ó. Ela deve ser forte porque se ela tá aqui na nesse morro no meio das montanhas, sabe morro. É, pelo menos que uma pessoa vai. Amor, achou esse aqui no mapa, ó, aberto. Então, acho que deve ficar no horário estendido, né? Ele é da até às 10. Ai, que beleza. É bem para turista para provar as delícias da Sardenha. Então, vamos sentar, Guilinho na sombra. Olha o que tá escrito aqui no cardápio, ó. Bom, a gente traduziu e tá dizendo o seguinte: "Aproveite os pratos da

24:37 culinária sarda: nossa longevidade é comer saudável e comer comida típica". É o segredo também da longividade, aproveitar a comida, né? É, fizemos o pedido, ó. Não pode faltar pão na mesa do italiano. E o qu? Vinho. Vinho. Bom, o vinho eu só vou dar uma bicadinha porque você sabe que tô dirigindo. Amor, que vai, amorzinho que vai tomar a taça. Mas esse é o vinho canonal, acho que é assim que fala. Talvez seja espécie da uva. É, é o vinho aqui da sardinha. É. E falam que esse é um vinho que ajuda a viver mais de 100 anos, que é o vinho da longevidade. Pois é. O pesquisador, como eu tava falando para vocês, que descobriu tudo isso, ele também mandou fazer testes no vinho

25:23 daqui. Ele descobriu que o vinho daqui tem cinco vezes mais flavonoides do que a maioria dos vinhos encontrados no resto do mundo. Então, pode ser uma coisa que ajude muito. falam que os senhores daqui depois de passar o dia ali conversando com os amigos e não sei o quê, subindo ribanceira para lá para casa, cuidando da agricultura, do pastoreio também, né? Ele vai pra casa e ou com os amigos mesmos toma uma taça de vinho. Não pode faltar a taça do dia, né? Mas é uma tacinha só, gente. Hum. É, é muito bom. É um dos segredos. Então, nossa, vem o local. E vinho gostoso, viu? Ó, pão e vinho. É.

26:10 E o pão, olha, amor, além do pão, aqui também tem aquela outra comidinha típica da Sara. Esse aqui é muito típico, gente. Eu esqueci o nome. Ó, uma massinha bem crocante, fina, come ela pura, depois vocêa no azeite para ver, porque aqui também é a terra do azeite, né? Aqui a sardenha em si, né, é muito forte na produção agrícola, a produção de queijo, pão, vinho, azeite, né? Nós passamos na estrada ali na plantação de azeite, né? Uhum. Uma fazenda grande de azeitonas, de oliveiras, né? É feito com cêmula de trigo duro e água, nada mais. Mais salgadinho. Pouquinho. Acho que é pr você comer com alguma coisa, né? Um azeite, por exemplo. Hum. Tutiar no azeite é bom.

27:00 Ele é um gosto bem neutro. Bem neutro. Então tem quear alguma coisa para dar um saborzinho. Talvez jogar um ch, um chuze e um azeitinho. Uma gotinha aqui para nós provar. Vai dar merda. Ai é bom que cai aqui em cima. Hum. Agora sim. Agora sim. É um bzinho [Música] é bom. E o segredo é revesar com água, né? Vocês sabem. Água. Nome disso aqui eu falei frégula, não é? Frégula, na verdade frégula é o tipo do da massinha, do grão que eles usam pr as

27:46 massas daqui, que é de cêmula. Parece cuscuzo. Vou botar uma foto aqui para vocês. O pão quando tá feito assim, uma casquinha tem outro nome. Ele se chama de panicaraçal. É uma casquinha de pão. Então, que os pastores levavam nas jornadas para cuidar dos rebanhos, né, ó. Porque é fácil de levar, não estraga, não azeda, leve, leve. É um pão fino, crocante. E também alguns chamam ele de folha de música. Folhas de música. Parece uma folha mesmo. É. E agora chegou a comida, né, meu? É. Esse aqui é um prato bem tradicional, já esqueci o nome. Vamos pôr na tela o nome que é difícil de falar. É, é a massinha recheada de batata com queijo. O queijo veio à parte, é o queijo pecorino daqui, né, da

28:33 região, que aqui tem muita produção de carne de cabra, de ovelha, né? Então, o leite de ovelha, esse faz o queijo que é o pecorino, que é muito famoso. E o do Mor é a bisteca. É. Famosa bisteca de porco. Só uma bisteca de porco que eu pedi pr nós ter uma proteína aqui. É, a gente divide, divide e prova os dois. É porque é bem caro, tipo assim, para pedir dois pratos para cada um, é para pedir assim, o primeiro prato, segundo prato, terceiro prato para cada um, são seis pratos, então vai ficar 100 €. É fácil. Então conseguimos fazer dessa forma e degustar. Uhum. Vamos abrir esse bolinho para ver como é que é, ó. É uma massinha muito fresca, molinha. Deixa eu ver por dentro. dentro é, tá parecendo que é o queijo derretido com batata, ó. Ó, e o molho, né, que é muito bom jogar

29:19 um pouquinho de de pecorino. Ó, massa italiana, gente. Tem como não vir aqui na Itália comer massa? Hum. É divino. É muito bom. A massinha é sensacional. É leve. E o molho, o tomate daqui é muito docinho, né? Uhum. É bom demais. E essa bisteca como é que tá, ó? Tá tá bonita, mas tem bastante gordura. Deixa eu mostrar aqui, ó. Isso aqui é só gordura. Metade gordura e o restinho é carninha. Será que eles comem essa gordura? Aí não tem longividade de se comer essa

30:04 gordura. Pois é. Falam que aqui só veia. É, não se come muita carne, não é? Em todas as refeições, eles comiam carne uma vez por semana, no domingo voltamos da missa e enfim, gente que tem hábito de comer carne direto, mas eles não. Então eles comem muito grãos, né? A massa que não pode faltar, o pãozinho, a a pasta, os legumes, né? Que eles comem muitos legumes. E é isso. Mama mia. Muito bom, né, gente? Que delícia. Tá faltando a sobremesa. É, nós vamos mostrar ainda. E aí, né, a gente pensa assim, nossa, comida italiana é muita massa, muito carboidrato, muito, carboidrato simples, né, que a gente tem sempre como vilão na história. Mas

30:49 parece que aqui a história não é bem assim, porque eles usam fermentação natural, tem os processos aqui, né, a farinha e etc. falam que não é alto índice glicêmico as massas consumidas aqui, porque elas gerambacíos, né, que ajuda a equilibrar essa questão de índice glicêmico. Portanto, ela não faz tanto mal igual um pão normal a gente compra no supermercado ou qualquer outra massa, né? Macarrão industrializado, por exemplo. Uhum. Então é fermentação natural o segredo, né? E não pode faltar uma massa na mesa do italiano, seja pão, seja pasta, macarrão. Não poderia faltar o terceiro prato que

31:34 é sobremesa. E é uma massinha também. Tudo é massa aqui, né? E essa ainda parece frita, hein? É, parece uma assinha de pastel, sabe? Então, esse aí se chama, deixa eu ver o nome aqui no cardápo, cebadas armiel. Se pode também chamar de seadas ou cebadas, tá? no cardápio cebadas, mas também fala seadas com mel e queijo pecorino dentro. É, é um negócio assim, fala: "Ué, isso é uma sobremesa boa". A combinação é boa porqueijo e mel é bom, né? É verdade. E aí fala que essa aqui é a queridinha da sardenha. É tipo a joia da sardenha, da comida da E vamos provar então, né? Faça as honras. Eu corto aqui pra gente mostrar o meio dela. Corta no meio. Vamos ver a massa que parece um pastel, só que mais

32:21 grossa. Vamos ver o recheio. Falam que a combinação do pecorino, que é um queijo salgado. Olha, tem bastante queijo. Caramba. Com o mel fica sensacional. Não duvido. E olha, é bem recheada de queijo, né? Ó, queijo goiabada, queijo mel, tudo orna. Bom, vamos lá então. Bom demais. Vou começar pelo mão também. Será? Tiver difícil cortar pela beirada aqui que tem mais muita massa. Mas parece que nem mineiro. Come pelas beiradas. Olha o mel. Hum. Tá com uma cara muito boa. Tem queijo? Tem o gosto forte da cabra? Leite de cabra assim? Não,

33:09 maçuda um pouco e o queijo fica na boca. É, a massinha é bem grossa, não é assim folhada fininha, né? Não. Uma outra coisa que me surpreendeu é que tá quente e bem quente. Não sei por eu tava achando que tava fria. É, eu também pensei que fosse fria. Mas me surpreendeu na hora que eu pus na boca. Ela é quente. Bugou a cabeça. É gostoso. É muito gostoso. Hum. Hum, parece que tem um pouquinho de raspinha de limão. Não sei. Me vem um sabor assim, um cítrico. É, o pecorino é bem suave. Esse a gente já comeu outro queijo pecorino que tem aquele gosto bem forte de cabra. De cabra, né? É, eu já não gosto muito. Esse você não falar assim nem parece que é de cabra. Leite. Vou provar, né? Depois da propaganda.

33:54 É, inclusive o queijo ralado deles do pecorino, é bem suave, né? É. O queijo pecorino aqui da sardinha é muito famoso também. Nossa, é muito bom. E é muito bom mesmo, porque o que a gente compra no mercado, ele é muito forte, aí eu não gosto tanto. Esse aqui tá com uma cara muito boa. Hum. Ó, tá derretendo o queijo. [Música] Sabe aquele mel de laranjeira? Mel, será que é isso? Cítrico. Uhum. É esse mel? Eu acho que é porque tem, deve ter alguma coisinha de limão, hein, amor. Tem, tem algum cítrico. Tem. Nossa, é muito bom. Limão siciliano. Eles põe queijo com força. Olha aqui. Hum.

34:41 Muito queijo. Gostei. Não tem aquele gosto de cabra não. Nossa, massinha é crocante, né? E quentinha. Uhum. É muito bom. Pronto, almoçados. Muito bom. Boa comida boa. Só só carne de porco que tava muita gordura. né? Mas tá bom. E o preço também, vamos falar a verdade, é meio puxado para nós. R 3,50. Ai, não é bom nem converter. Nem converte. Se converte aí chora, né? AT 43. É para comer tipo uma massa e uma carne. A carne não veio nada de a sobremesa, água e o vinho. É de acompanhamento. Então fica meio puxado mesmo. Mas é só uma vez ou outra pra gente provar um pouco na culinária, né? Da onde a gente

35:26 tá. Afinal faz parte isso da viagem. A massa é muito boa. Foi o melhor do prato. É. E o doce? O docinho também. Também. Bom, então agora a gente continua aqui. Vamos ver que mais a gente descobre pelo interior aqui de Sardenha. Estamos aqui em Vila Nova, então um dos 14 vilarejos do distrito da província de Nouro, né? Aqui na blu zone aqui tá uma parte feia aqui. Obra. Aqui eles estão em obra. Mas passando por mais um vilarejo para vocês conhecerem aqui a região dos

36:12 centenários. Para ter ideia, a expectativa média de vida que já é alta, acima de 81 anos, gente. E estudos dizem que a cada 100.000 habitantes 22 centenários. Oba! A gente acabou entrando aqui mais assim de curiosidade mesmo para ver uma vila menor ainda do que aquela que a gente tinha passado aqui, ó, com a parreira, né? É um quintal de casa hoje em dia, né? Claro que a galera tem todo tipo de serviço, mas antigamente os homens aqui viviam exclusivamente pela pastoreira. É, eram pastores e fazia a

36:58 cuidar da agricultura, cuidava dos rebanhos. Aí, olha, gente, que cidade tranquila. Nenhum desses larejo aqui, você pode ver, não sofre de estress crônico, né? Ah, que é uma da dos motivos que desencadeiam várias doenças cardiovasculares, diabetes, enfim, eles não sofrem disso. Não vou falar que não tem um strress ou outro, mas não tem um estress crônico que as grandes cidades nós temos aí, né, que é muito comum. Os norte-americanos também tem muito estudos dizem, né, gente, né? Nós estamos falando a nossa cabeça, mas olha isso. Entra ali, mas muito estreito. Nós

37:44 estamos aqui no no ó no pico da montanha, num vilarejo muito pacato, pequeninho. Parece um pouco o interior do Brasil, não? Não parece. Parece o interior, interior de São Paulo. Ali já que estamos nas montanhas, por que não ver as belezas das montanhas? Disso tem uma piscina natural muito muito bela, p bela aqui e 6 km. Então vamos lá ver e aproveitar o calorão também.

38:38 Norongo, Dorongo, Dorongo, Dorongo. Barulhinho, né? Lembro da África? Acho que aqui a gente não tá uma multa, né? Pelo amor de Deus. Aí vim o guarda até aqui na montanha para multar. Bom, já estacionamos ali o carro aqui, troquei de roupa, já colocamos o L piscina, o que água. Vamos ver o que que tem de b natural, além de praia, né? Bom, eu achei que fosse ser um lugar assim que quase ninguém viria, mas tem alguns carros por aqui, então é, mas se for comparar a quantidade de carros no estacionamento da praia, que tem pouco, né? Ah, é verdade. Tipo tr 6 carros mais uma moto. Estacionamento gratuito. Ó,

39:25 parece que não paga a entrada. É bem demarcado. Aí, ó, fizeram até um portalzinho. Tudo isso sem pagar entrada, né? Muito bom. Que bom. Não pagar estacionamento. Espero não ter uma multa na hora que voltar. Por enquanto tá tudo ajudando. É descida, mas eu vou te falar, é uma descidinha brava, viu? O chinelo não é muito, é, o chinelo tá meio perigoso estourar. Tomara que não estour dessa vez. É. Eita. Mas vai valer a pena. Aí, ó. E assim tem que ter fazer, eles tm que fazer uma vaana treack. É, é verdade. Tipo papete. Tá vendo, ó? Tem corda em tudo. Então, ajuda bastante também. Legal, ó. Tipo aqui, ó. Cuidado pr não escorregar.

40:11 Uau! Olha aqui onde chegamos. Olha, Sardenha nos surpreendendo mais uma vez. Que lugar lindo. Será que os senhorzinhos vinha banhar aqui, subir, descer essa ladeira, esse morro aqui? Ai, com certeza. Do jeito que eles são ativos, né? E tá no quintal da casa. É muito bonito. A gente vai ali ver se tem uma piscina, um lugar para banhar. Agora é uma época que tem pouca água, né? Porque não época de chuva, eu acho, época de seca, né? Mas ainda tem um pouco aí. Quem tá curtindo a piscina natural também. Adoro uma água, né? Veio falar. Oi. Hum. Ai, que gostoso.

41:01 Eu acho que tá pouco mexido assim porque tem areia no fundo. V um cantinho para entrar. Mas é bem clarinho aqui, ó. Tem mais para lá. Tem. Ah, é aqui é o ponto alto, amor. Uau. Pera aí, gente. Caminho das pedras. Ai, que lindo. Ai, mas como é que entra aqui? E mas daí, como é que vamos para lá? É, então eu acho que é outra trilha, amor. É por lá, ó. Ou pela água. Não, por ali, ó. Será? Resolvemos banhar aqui mesmo. Piscina privativa tá bonita, hein? O pessoal tá ali em cima, mas acho que aqui tá igual. É a mesma coisa. E aí só vai ter a gente

41:48 também, né? Tá bom. Vai, amor. Dar um tibum refrescar. Vou pôr uma sombra ali, né? Pode ser. Nós vamos guardar o microfone, tirar a roupa e dar um tibum. Que lugar, hein? Incrível. Tem até uns banquinhos aqui na sombra. Olha. É a natureza, né? Linda. Fela. Bora, bora. Vai, tá gelado. Vai. [Música]

42:36 Viajar. Para lugares onde ainda não conheci. Me encontrar tudo que não aprendi. Eu sei. Ter fé, força e perseverança. Acreditar no sonho ainda como uma criança. Compreender que a vida é uma grande escola, que sacrifício já faz parte da vitória. É real tudo tem a sua hora. Final feliz não depende só de agora. Vem, vem. Eu sou o caminho dessa trilha. Olho pro céu, tem uma estrela que me guia. Eu sei. A cada passo, uma nova descoberta. Se eu desistir, não vou alcançar a meta. Então, sigo firme e forte na jornada, com a certeza que minha vida será abençoada. Jamais esquecer da minha família. É minha base e minha força que me guia. Então, faz bem se também tiver fé.

43:26 Que lugar incrível, hein? Nossa Senhora. Delícia, gente. É isso aí. E conhecemos então a montanha, as montanhas aqui, outra parte, né, da sardinha, além das praias. É litoral belíssimo aqui, a montanha belíssima, né? E a cultura e tudo, né? Esperamos que vocês tenham gostado. Obrigado por assistir. Então, meus amigos, a gente se vê no próximo vídeo num país, né? É, nós vamos fazer a saga de deslocamento saindo daqui no Parcliari, que é no sul de Sardenha. Lá a gente não vai ter muito conteúdo para gravar, então vai ser mais o deslocamento pegando voo pro próximo país. Até o próximo vídeo. Beijo. Obrigado. Beijo, força sobrenatural. Se a vida não me leva, eu vou levando na moral. [Música]

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