As MORTES mais DOLOROSAS em Trabalhos (Industrias)

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Resumo Breve

O vídeo narra trágicos acidentes ocorridos em fábricas, ressaltando a importância da segurança no trabalho. Cada história ilustra como a negligência e a falta de procedimentos adequados podem levar a resultados fatais.

  • Um trabalhador foi vítima de um acidente fatal com um misturador de chocolate.
  • Uma técnica de manutenção foi morta por um robô que ativou inesperadamente devido a falhas de segurança.
  • Um operário incinerou-se em um forno de fundição enquanto outro caiu em um crisol de ferro derretido.
  • Um jovem perdeu a vida por não seguir o procedimento de segurança em uma máquina de moer carne.
  • Um trabalhador foi cozido em um forno de esterilização devido à violação das regras de segurança.

Acidente na Fábrica de Chocolate

Em julho de 2009, na fábrica de chocolate em Nova Jersey, Vincent Smith Jor, um trabalhador temporário de 29 anos, sofreu um acidente fatal. Enquanto carregava blocos de chocolate, foi atingido pela pá do misturador e caiu em um tanque de chocolate quente a 50ºC. Seus colegas acionaram a parada de emergência, mas ele não sobreviveu. A investigação oficial determinou que a causa da morte foi um trauma por força contundente.

Tragédia com Robô Industrial

Em julho de 2015, na Ventra Iônia MS em Michigan, uma técnica de manutenção de 57 anos ficou presa em uma célula de trabalho quando um robô ativou-se inesperadamente. A máquina seguiu seu programa e a agarrou, resultando em sua morte. A investigação revelou que os sistemas de segurança estavam com defeito ou contornados. O marido da vítima processou a fábrica por homicídio culposo, alegando negligência.

Acidente na Fundição Caterpillar

No dia 2 de junho de 2022, um homem de 39 anos, em seu quinto dia de trabalho na fundição Caterpillar em Illinois, caiu em um crisol de ferro derretido. A tragédia ocorreu devido à falta de treinamento adequado e especificidades no trabalho. A investigação resultou em uma multa de mais de 145.000 por violações anteriores de segurança, mas críticos consideraram o valor insuficiente diante da perda de uma vida.

Morte em Fábrica de Burritos

Em janeiro de 2012, na Califórnia, José, de 19 anos, entrou em um moedor de carne industrial para limpeza sem seguir o procedimento de segurança conhecido como "lockout tagout". Um colega sem saber religou a energia, resultando na morte de José, que foi tragicamente triturado. A investigação destacou que a falha em seguir os procedimentos de segurança foi a causa principal do acidente.

O Horrível Acidente com José Melena

Em outubro de 2012, José Melena, de 62 anos, estava fazendo manutenção em um forno de esterilização em uma fábrica de atum na Califórnia. Ignorando os procedimentos de segurança, um colega iniciou o ciclo de esterilização enquanto ele estava dentro, resultando em sua morte. Quando a equipe percebeu seu desaparecimento, encontraram seu corpo cozido. A empresa e gerentes foram processados pela violação das normas de segurança.

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Transcrição

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0:04 Chocolate, para a maioria de vocês, uma fonte de prazer e alegria. Mas para um trabalhador de 29 anos, uma fábrica de chocolate se tornou o cenário de um fim trágico e inimaginável. Em julho de 2009, em uma fábrica em Nova Jersey, Vincent Smith Jor estava em seu turno. Ele era um trabalhador temporário e sua tarefa era carregar blocos de chocolate em uma plataforma elevada acima de um tanque de mistura em funcionamento. Abaixo dele, a pá do misturador girava lentamente, mas com uma força implacável. Foi quando a mecânica do processo se tornou catastrófica. Enquanto ele trabalhava, o agitador em rotação o atingiu. O impacto foi violento, desequilibrando-o e o derrubando da plataforma. Ele caiu

0:50 diretamente no tanque de chocolate quente abaixo, aquecido a cerca de 50ºC. Colegas de trabalho correram para o local e acionaram a parada de emergência. Quando a máquina finalmente desligou, não havia mais nada a ser feito. A investigação oficial concluiu que a causa do óbito foi o trauma de força contundente, resultado do golpe direto da pá do misturador. Para você, ele teve um fim amargo ou uma doce morte? Robôs industriais são braços poderosos e incansáveis, construídos para uma única tarefa: executar sua programação com força e precisão implacáveis. Em julho de 2015, na fábrica da Ventra Iônia MS em Michigan, uma mulher de 57 anos,

1:37 técnica de manutenção de robôs, entrou em uma das células de trabalho para inspecionar um maquinário. Essas células são essencialmente jaulas projetadas para manter os humanos seguros e separados dos robôs em movimento. Elas possuem um sistema de segurança que, quando o portão da jaula se abre, sensores cortam toda a energia do robô deixando o inerte. Ela entrou na jaula e então, sem aviso, sem som de alerta, o robô voltou à vida. Talvez para alguns de vocês, o que veremos a seguir pode parecer o início da revolta das máquinas, mas o robô simplesmente estava executando sua tarefa. Seu programa era pegar uma peça de engate de reboque e movê-la. Infelizmente, ela estava no caminho. O robô agarrou sua cabeça e a esmagou. Seus colegas de trabalho a encontraram minutos depois, sem vida e

2:24 ainda presa na máquina. A investigação posterior revelou que os sistemas de segurança da célula estavam com defeito ou haviam sido contornados. O robô não estava desligado, estava apenas esperando seu próximo comando. O marido dela, mais tarde moveu uma ação judicial por homicídio culposo, não contra o pobre robô, mas contra a fábrica, alegando que os dispositivos de segurança foram deliberadamente contornados para manter a produção em andamento. Ela foi morta por uma máquina que fazia exatamente o que lhe foi dito para fazer. dentro de uma jaula cuja fechadura estava quebrada. Uma tragédia causada por uma negligência simples, porém fatal. A fundição Caterpillar em Mapleton, Illinois, é um lugar onde caldeirões gigantes chamados crisóis cozinham ferro

3:12 a mais de 100ºC, mais quente que a lava de um vulcão. Um homem de 39 anos havia acabado de começar a trabalhar na fundição. Aquele dia, 2 de junho de 2022, era apenas seu quinto dia no emprego. Ele não tinha treinamento suficiente para trabalhar naquele setor da fábrica. Sua tarefa era simples, mas perigosa. Pegar uma amostra do ferro derretido dentro de um crisol. A plataforma onde ele trabalhava ficava bem ao lado da boca aberta do caldeirão. Ele pegou a amostra, terminou seu turno e foi embora para casa tomar um achocolatado enquanto assistia ao canal de Spcture. Bem, era isso que gostaria que tivesse acontecido, mas na verdade o que aconteceu em seguida foi aterrorizante. Ninguém sabe ao certo se ele simplesmente tropeçou, se desequilibrou ou escorregou. Mas em um

3:59 instante ele perdeu o equilíbrio e caiu de cabeça no caldeirão de ferro derretido. Testemunhas relataram que ele foi incinerado e metade de seu corpo ficou para fora do tonel. Uma investigação federal da administração de segurança e saúde ocupacional foi iniciada. Eles descobriram que a Caterpillar já havia sido citada pela mesma violação de segurança meses antes. Em outra de suas instalações, a empresa foi multada em mais de 145.000 pela morte de Steven. Uma quantia que os críticos consideraram insignificante. Aquele homem foi trabalhar em seu quinto dia de emprego, esperando construir um futuro para sua família. Em vez disso, a negligência de uma empresa o transformou em parte do metal que ele deveria moldar. Uma morte terrível em um calor que nem as estrelas conseguem igualar.

4:49 Em uma fábrica de burritos na cidade de Vernon, Califórnia, na noite de 22 de janeiro de 2012, José, de 19 anos, tinha como função limpar um dos moedores de carne industrial, uma máquina gigantesca com paz de metal internas, capaz de processar toneladas de carne. Antes de entrar na máquina para fazer a limpeza, ele deveria seguir um procedimento de segurança chamado lockout tagout. A energia deve ser cortada e a caixa de disjuntores deve ser fisicamente trancada com um cadeado, garantindo que ninguém possa religá-la acidentalmente. A energia foi cortada, mas ele esqueceu de trancar a caixa de disjuntores com o cadeado. Acreditando que a máquina estava segura, ele entrou na câmara do misturador para começar a limpeza. Ele

5:35 estava sozinho, fora da vista dos outros funcionários que trabalhavam em outras áreas da fábrica. Foi quando o erro fatal aconteceu. Um colega de trabalho, sem saber que ele estava dentro da máquina e vendo que o circuito estava desligado, religou a energia para operar outro equipamento. Dentro da máquina, José Luiz Hernandes foi pego de surpresa. Não havia escapatória. Seus gritos foram ouvidos por cima do barulho da máquina e os trabalhadores correram em pânico para cortar a energia. Mas a máquina era muito rápida e muito poderosa. Em poucos segundos, o homem foi triturado. Os bombeiros e paramédicos que chegaram tiveram que desmontar partes da máquina por horas para recuperar o corpo. A investigação foi clara. A morte foi causada diretamente pela falha em seguir os

6:21 procedimentos de lockout, um lembrete de que seguir regras de segurança nunca é demais. Era 11 de outubro de 2012 em uma fábrica de atum Springs, Califórnia. José Melena, de 62 anos, estava em mais um dia de trabalho. Ele estava fazendo manutenção em um dos fornos de esterilização. Pense nisso, não como um forno de cozinha, mas como um cilindro de 10 m de comprimento, uma panela de pressão industrial gigante, projetada para cozinhar 5500 kg de atum de uma só vez, com vapor super aquecido. Por volta das 5 da manhã, José entrou no forno para realizar um reparo. Era um procedimento que exigia mais uma vez a regra de segurança do Lockout Tagout, onde a máquina é fisicamente

7:08 trancada e sinalizada para que ninguém possa ligá-la. Mas naquela manhã, os protocolos foram ignorados. Enquanto José estava lá dentro, um colega de trabalho, acreditando que ele estava no banheiro, começou a carregar o forno para o próximo ciclo. Ele empurrou um carrinho com quase 6 toneladas de atum, fechou a porta pesada e selou-a. O colega então apertou o botão. O ciclo de esterilização começou. A temperatura dentro do forno subiu rapidamente para 130ºC. O homem lá dentro não tinha o que fazer. Seus gritos eram abafados pelo barulho das máquinas enquanto ele era cozido junto com o atum. Duas horas depois, um supervisor percebeu que José estava desaparecido. Um anúncio foi feito pelo sistema de som. A equipe começou a

7:54 procurar freneticamente por toda a fábrica. Foi então que o horror se instalou. Eles perceberam que ele nunca havia saído da área dos fornos. Eles desligaram o forno e esperaram que esfriasse. Quando finalmente abriram a porta, encontraram o corpo de José. literalmente cozido. A empresa e dois gerentes foram posteriormente processados por violar deliberadamente as regras de segurança. Mais uma vez, uma vida foi trocada por uma falha de procedimento e falta de cuidado. Seja no trabalho ou em outras situações, segurança nunca é demais. E para minha segurança é bom ter cuidado com a desmonetização. Fiquem todos bem e até a próxima. [Música]

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