Começam os Saques: Protestos em Los Angeles Resultam na Saque de Loja da Adidas

O Dizimista www.youtube.com

Breve Resumo

O vídeo discute os recentes saques na Califórnia, argumentando que eles são um sintoma de um problema social mais profundo, enraizado na desigualdade e na perda de sonhos, especialmente entre jovens. O autor traça um paralelo com o tratamento histórico dos nativos americanos, onde a privação e a inacessibilidade a bens desejados levaram a conflitos. Ele critica o capitalismo selvagem e as políticas de Donald Trump, que, segundo ele, exacerbam a desigualdade e a dívida, e alerta para o risco de instabilidade social e conflitos futuros nos Estados Unidos.

  • Saques na Califórnia como sintoma de desigualdade social e perda de sonhos.
  • Paralelo histórico com o tratamento dos nativos americanos.
  • Crítica ao capitalismo selvagem e às políticas de Donald Trump.
  • Alerta para o risco de instabilidade social e conflitos futuros.

Saques na Califórnia e o Problema Subjacente

O vídeo começa com a discussão dos saques ocorridos na Califórnia, destacando que os alvos não são estabelecimentos de necessidades básicas, mas sim lojas de marcas como a Adidas. O autor argumenta que esses eventos revelam um problema social profundo e simbólico, comparando a situação com a história dos indígenas americanos, que, privados de seus meios de subsistência e de acesso a bens, recorriam a roubos que resultavam em violência e repressão.

Paralelo Histórico com os Nativos Americanos

O autor estabelece um paralelo entre os saques atuais e a história dos nativos americanos, que eram empurrados para reservas sem recursos, onde não conseguiam suprir suas necessidades básicas. A invasão de fazendas por jovens indígenas para roubar itens desejados, como roupas, era usada como pretexto para violência e extermínio por parte do governo americano. Essa analogia serve para ilustrar como a privação e a inacessibilidade a bens desejados podem levar a conflitos e repressão.

O Sonho Americano Inatingível e a Desigualdade

O vídeo aborda a questão do sonho americano inatingível para muitos, especialmente jovens de baixa renda. O autor menciona um vídeo em que um jovem discute com a mãe sobre o preço de um tênis, ilustrando o desejo por símbolos de status como tênis de marca e iPhones, que se tornam inatingíveis devido às condições financeiras. Ele argumenta que não se trata apenas de falta de comida, mas da supressão do sonho e da falta de oportunidades, especialmente para a população negra e parda nos Estados Unidos, que muitas vezes nasce e morre na pobreza.

Críticas ao Capitalismo Selvagem e às Políticas de Trump

O autor critica o capitalismo selvagem e as políticas de Donald Trump, argumentando que elas exacerbam a desigualdade e a dívida. Ele menciona a proposta de dar US$1.000 por criança nascida, criticando a medida como uma forma de injetar dinheiro nos bancos, em vez de ajudar as famílias. Ele aponta que cada criança que nasce nos Estados Unidos já nasce com uma dívida de mais de US$100.000 devido à dívida nacional, contrastando com a situação na Noruega, onde cada cidadão nasce com um saldo positivo de milhões de dólares.

Risco de Instabilidade Social e a Necessidade de Mudança

O vídeo alerta para o risco de instabilidade social e conflitos futuros nos Estados Unidos, comparando a situação com um avião prestes a cair. O autor critica a concentração de riqueza nas mãos de poucos e a falta de sabedoria na gestão do país, mencionando cortes em programas sociais e a construção de bunkers por bilionários. Ele apela para a mudança, começando pela rejeição de propostas que ampliem os poderes do governo para confiscar bens de cidadãos e estrangeiros, e incentiva a população a se mobilizar e mudar o rumo da história.

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Transcrição

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0:01 Começaram os saques lá na Califórnia, né? Uma coisa puxa outra, né? Mas o que eu tenho para falar é uma coisa mais importante. O que o que que está por trás desses saques aí? Qual é o problema? Qual é o problema social que tá por trás disso aí? Muito bem, senhores. Então, vocês vão perceber pelas imagens que vão passar aí os saques lá na Califórnia, né? Só que vocês vão prestar atenção no seguinte, não é supermercado que aparece aí. Não é uma quitanda, não é uma loja de frutas, não é nada disso. O que aparece aí é uma loja da Adidas sendo invadida, sendo quebrada. Quebraram tudo, invadiram, não deixaram, deixaram um tênis lá que eu vi, um jogado no chão. O

0:46 resto levaram tudo e com todo o policiamento, com todo com os fusileiros, com guarda federal, com policiais do estado da Califórnia, Los Angeles, tudo, porque é muita gente, entenda, é muita gente. Mas o que eu quero dizer é que por trás disso aí, que é extremamente simbólico, existe um problema muito maior. Lá quando quando os índios foram dizimados lá pelo exército do do general Cer e outros lá, né? Eh, acontecia muito da da seguinte característica, o exército americano empurrando os índios para fora da das áreas áreas onde eles

1:33 eles moravam, empurrava para as reservas, certo? E nas reservas não tinha búfalo e não nascia nada assim de plantação. Até hoje quem visita lá as reservas sabe que não nasce nem capim. Então, mas na época o búfalo era a pele para se proteger do frio e a carne, né? Então, tiraram os índios lá, foram empurrando. Muitos morreram de frio, os mais idosos, principalmente, muitos morreram de fome, outros morreram de tristeza. E volta e meia, um grupo de de índios mais jovens entrava numa fazenda ou um lugar lá onde existia um colono e roubava uma calça, roubava alguma

2:20 coisa, um sapato, alguma coisa que eles admiravam de ver aquilo que era totalmente diferente, só que não podiam ter, não era acessível a eles. E bastava eles invadirem ali uma fazenda, né, para para roubar uma calça, roubar um sapato. Bastava isso para provocar, para dar motivo pros militares do governo americano entrar naquela aldeia e matar criança, matar jovem, matar idosos, mulheres, porque o que eles diziam? Eles são selvagens. Então eu cresci, sou de uma época que forte à parte, era uma coisa, um

3:06 brinquedo muito bacana de brincar. Mas veja bem, a gente baseava, a gente baseava a nossa brincadeira no que a gente assistia na televisão. E o que a gente assistia na televisão era que o índio sempre era o malvado, o herói sempre era o general custer ou a sétima cavalaria, né? Então era bonito de ver aquela aquela corneta da cavalaria chegando, né? quando quando tava quase tudo perdido ali, né, que os índios estavam conseguindo cercar os colunos, de repente chegava a sétima cavalaria e acabava com a festa. Então era isso que a gente fazia. A gente brincava assim, fora do forte, a gente botava ali as barraquinhas, né, dos índios ali e ficava os os índios tentando entrar dentro do forte, como se a ameaça fosse

3:52 feita assim. Não, verdade. Na verdade, não era nada disso. Verdade, os militares da cavalaria entravam nas aldeias e e matavam todo mundo. Por isso o livro Enterre meu coração na curva do Rio, né? Livro muito importante para todos lerem como que aconteceu isso. Foi um cuidador de uma biblioteca nos Estados Unidos que resolveu juntar todos os os relatos num livro só. E o americano hoje ele refaz a história, ele começa a entender quem são os verdadeiros heróis. E o custer, general custer e companhia, o presidente lá dos Estados Unidos, passam a ser os vilões e o touro sentado e o outros outros

4:38 índios lá acabam sendo os heróis, os verdadeiros heróis. Mas voltando ao caso específico aqui da da loja da Adidas, o que que eu quero falar para você? Eh, há um tempo atrás eu assisti um vídeo de uma família que que foi despejada e ela foi para um abrigo do governo americano. E nesse abrigo, muitas crianças, muitos jovens, né? E o a pessoa que tava fazendo uma reportagem resolveu filmar um pouco do diálogo deles, de um jovem e da mãe. E eles discutiam o preço de um tênis e a mãe tentando dizer para ele comprar um tênis mais barato e mas e ele argumentando que ele queria um tênis

5:24 mais caro. 30 mais caro não era muita coisa, mas 30 para eles era muita coisa. E ficou ali minutos aquela conversa. E é exatamente isso. Aquele índio, mesmo que alimentado, mesmo que alimentado e não estava sendo alimentado, mesmo que alimentado, via coisas que ele não tinha acesso. E qual o jovem que não gosta de usar um tênis Adidas, um tênis da Nike? É um é um símbolo para eles muito importante, né? um telefone celular eh bonito, né, de preferência um iPhone e um tênis Nike, um tênis da Adidas, se poder.

6:11 Mas quando não pode, quando não tem condições de comprar, como é que faz? Então é essa a questão que eu quero chegar. Não é só comida, é o sonho. Você dá alimentação, uma ração, né? uma alimentação mínima paraa sobrevivência, mas tolle, estirpa, dizima o sonho. Porque o pobre americano, diferente do pobre lá na na Europa, que tem muitas condições na idade adulta não ser mais pobre, o pobre americano, na grande maioria nasce pobre e morre pobre.

6:57 Por quê? Porque na grande maioria são pretos e pardos os pobres. E aí o branco da elite americana não considera os pretos como sendo um dos seus. Já na Europa, como não existe esse número tão grande de pretos, a maioria do pobre é branco. E aí o europeu olha e diz: "Esse é um dos meus. Eu preciso ajudar ele a sair da pobreza. Qual é a crueldade do sistema americano? Então o que que acontece agora? Resolveram colocar um grupo

7:44 maior, incluindo os imigrantes. Então o preconceito, o preconceito que é abominável, que para mim é uma das coisas mais abomináveis que existe na vida. a discriminação, o preconceito. Você diz o seguinte, na TV aberto nós podemos colocar comerciais. Eu sou formado em comunicação social, eu sei a sacanagem que é feita. Comerciais estudados com neurociência por trás, muita tecnologia para persuadir. Mas atinge quem? Atinge os excluídos também.

8:30 E como é que faz para entender? Como é que faz para aceitar? Eu digo mais o jovem, mas isso é é ruim para todas as idades. É para criança, para adulto, para idoso, mas mais o jovem que tá cheio de energia, tá cheio de vontade, quer viver a vida. me dão um teto, uma ração. E aí é mesma história do trabalho, né, que já tem lei votada lá na Finlândia dizendo que mesmo que a pessoa tenha idade produtiva, esteja bem de saúde, eles criaram um salário mínimo. Por quê? Porque a inteligência artificial, a robótica, os aplicativos tá tomando conta, não vai ter mais trabalho.

9:16 Deus pensa assim: "Poxa, que maravilha, eles vão ganhar sem ter que trabalhar". até eles perceberem o quanto isso faz mal pra cabeça. E aí o americano, principalmente o jovem americano de classe média, que também tá sem sem colocação, sem vontade de trabalhar e sem oportunidade também. Apela para quê? Para pornografia, para drogas. É isso aí. Então, esse sistema que foi criado, esse capitalismo selvagem,

10:02 é o causador da disso aí. E aí não tem, não tem como. Ou você refaz a sociedade, revê os valores e começa de novo. Isso me lembra muito bem um livro chamado O ciclo de vida das empresas do Isaacises. Tem a ascensão e tem a queda. E como que faz para fazer uma empresa não entrar em declínio? rejuvenece, refaz os valores, reposiciona, faz um planejamento estratégico. Os Estados Unidos demorou muito para fazer isso. Então, o acidente que eu

10:48 comparo sempre com acidente aéreo é inevitável. Porém, dependendo do que fizerem daqui para frente, pode sobreviver 50% dos tripulantes. Mas do jeito que tá, tá indo direto ao morro e não vai ter ninguém sobrevivendo. A escolha tá na mão de quem? De você, cidadão americano, de não se deixar levar nessa conversa fiada do Donald Trump. Agora ele diz que vai dar 1.000 para cada criança que nascer de 25 a 28. Mas onde vai, para onde vai esse dinheiro? Pros bancos. Fica depositado no banco.

11:37 Tá percebendo sacanagem? Eles vão injetar dinheiro, só que o dinheiro fica dentro na na conta bancária. É uma forma que eles estão encontrando para salvar os bancos do do da quebradeira que vai acontecer logo logo. Não vai pra pra mãe, não, não. Fica no banco. E daí eles dizem, vão vão ver a maravilha dos juros compostos. E a equipe do Trump até faz uma projeção de quanto que vai ter de dinheiro daqui um tempo esse dinheiro aplicado, né? É 1.000, depois 750 cada ano.

12:22 É numa crueldade muito grande isso aí mesmo. Por quê? Veja bem, colocar um filho no mundo agora nos Estados Unidos, cada criança que nasce nasce devendo mais de 100.000, 000, porque a dívida americana dividida pela população é isso. Na Noruega nasce com caixa de 3 milhões de dólares cada cidadão que nasce, porque o governo tem um uma poupança trilhionária. Na Noruega, 3 milhões de dólares positivo. Nos Estados Unidos, $.000 negativo. Já nasce devendo 100.000. E com tudo isso, com todo esse essa reforma fiscal que o Donald Trump quer aprovar no Senado, a dívida sobe.

13:12 Então me diga, de quem vai adiantar esse dinheiro? Nada. Não vai vir pra mãe, pra mãe, pra família. Não vai vir. É uma mxaria perto do problema. fazer nascer uma criança num país que tá prestes a ter uma revolução civil, uma guerra civil e já nasce endividado. Qual o sentido disso? Então, voltando à questão da Adidas, é icônico, isso é é simbólico. Não estão invadindo para comer, ninguém come um tênis, certo? A pessoa deseja um tênis, ninguém precisa de um tênis. a pessoa deseja.

14:01 Então, este é o capitalismo selvagem, um capitalismo que concentra na mão de alguns e subtrai da mão dos do dos outros. E o próprio plano fiscal do Donald Trump é isso, é para subtrair mais dos pobres e levar mais pros ricos. E aí usou a palavra dos quatro bens antes do Donald Trump puxar a orelha dele, né? Insustentável. E aí o cara entra, né? Porque ele vê a oportunidade de realizar os desejo dele, de entrar numa loja e pegar um tênis da Adidas. Aí chega a polícia, desce o [ __ ] prende alguns

14:48 e dá motivo pro Donald Trump. prender milhares, colocar fuzileiro no naval, porque daí ele vai dizer pro governador do da Califórnia e a prefeita de Los Angeles, viu? Vocês não conseguem dar conta quantidade de blitz para pegar eh imigrante vai pegar traficante e aí vai mexer no negócio do tráfico. Olhe o tamanho da panela de pressão. Mas por quê? Porque os valores estão completamente invertidos.

15:34 O Zukber faz um bunker de 2 bilhões de dólares, tipo assim, tô cagando e andando, se tiver guerra atômica assim, eu entro no bunker, daqui 3 anos eu saio e vejo o que que aconteceu. Então, quer dizer, os bilionários construindo bunkers e os mais pobres, uma mãe, por exemplo, que eu vi de quatro, três crianças lá em Ohio, né, sendo que um autista dando água de torneira para encher a barriga da criança, porque não tinha comida dentro da geladeira. E agora cortaram 500 milhões, deu rai e o Donald Trump quer aprovar mais um corte de 300 bilhões. O que você acha que vai acontecer?

16:19 Vão ter que exterminar, vão ter que matar como matar os índios. Impossível. Mesmo porque do mesmo jeito que colocaram os índios para correr, porque tinham rifles, tinham armas e o índio, coitado, lá com arco e flecha, né? Tinha metralhadora automática. Não esqueça que o americano tem arma de guerra dentro de casa. Não esqueça que é muito fácil passar armas ali pela fronteira do México ou até mesmo pelo Canadá. E aí o pau vai comer.

17:05 O pau vai comer. Sem falar no problema climático que você pode ter certeza no próximo verão vai ser bem pior do que aquela queimada lá. Eu conheço a região que queimou 10.000 casas lá. 10.000 casas. Então, a Califórnia, senhores, é o epicentro de um terremoto, sem falar um terremoto, né, que tem a falha de São José ali. Quero nem lembrar disso. Não quero nem lembrar disso, porque daí eu vou começar a fazer analogia com as 10 pragas do Egito, porque guerra, terremoto, eh, incêndio,

17:51 que mais é essa situação, senhores, é essa situação que não se resolve se não houver sabedoria, que é diferente de inteligência, cara. pode ser muito inteligente, pode conseguir mandar foguete para Marte, mas não tem sabedoria. É o caso do Elomansk. É um imbecil muito bom em matemática e o Trump é um imbecil ruim em tudo. Como é que fica? Que que você espera que aconteça?

18:38 Que que você espera que me diga, me fale aí, escreva aí no teu comentário o que que você espera. Você acha que vai dar boa coisa? Se eu pego um monte de ingrediente bom, cuido do sal, cuido do fogo, mesmo sem ser um grande cozinheiro, pode ser que saia alguma coisa, né, razoável, que dê para comer, pelo menos. Agora, se eu pegar só ingrediente ruim, estragado, azedado, pode chamar o MasterChef, não tem jeito. Certo? Estados Unidos precisa mudar os ingredientes primeiro,

19:24 não é? Tirando dinheiro da educação, tirando dinheiro da alimentação, eh vendendo sonhos inacessíveis. Tem documentários aí na na TV sobre o o que a grande parcela do do dos americanos lá que não não tem não existe essa história de sonho. A América América rica de novo da o cara olha aquilo ali disse: "Como assim meu avô foi pobre, o meu pai foi pobre, eu sou pobre de novo?" Não tô entendendo. Rico de novo. Não tô entendendo. Hollywood mostra ali muito da da riqueza, né, vez os filmes ali e tal,

20:10 mas não mostram lá no interior lá de 10 estados que 60% das pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Você tá entendendo? 60 pessoas, 60% abaixo da linha de pobreza. Então é isso. Esse é o primeiro dos saques. Vão ter muitos. Vão ter muitos. E cabe você, você que votou no Trump, o mesmo que não votou no Trump, cabe você mudar essa história, mudar o rumo dessa história imediatamente, começando pela não aprovação desse desse projeto que tá no Senado, tá? Começando pela não aprovação, que na sessão 899 diz o seguinte: o Donald

20:57 Trump quer poderes de bloquear os bens de cidadãos, de países em que ele tenha preocupação em relação às tarifas. Veja, isso aí não existe. Como é que eu quem como é que vou conseguir medir preocupação? até que ponto preocupação, uma ameaça é subjetivo. Então ele quer amplos confiscar os bens dos estrangeiros, do brasileiro que inclusive está aí com legalmente com visto, com tudo, os que têm green card, inclusive você. Se amanhã depois os Estados Unidos tiver problema com o Brasil, ele vai bloquear os teus bens aí nos Estados Unidos. Se você for vender a tua casa, ele vai

21:43 taxar o imposto de 40, 50%. Tá entendendo? Você que votou no Trump? Veja lá, sessão 8889 da proposta tarifária que ele tá levando pro Senado. Pessoal, compartilhe, comente, mande um like, mande um valeu, mande uma graninha, ajuda, claro, faça qualquer coisa, só não fique parado. Até a próxima.

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