Em meio a ataques de Trump, Pix avança nos EUA

O Dizimista www.youtube.com

Breve Resumo

O vídeo discute a crescente adoção do Pix globalmente e seu impacto potencial no mercado de cartões de crédito, especialmente nos Estados Unidos. O autor argumenta que o Pix, com sua instantaneidade e menores custos, representa uma disrupção para os cartões de crédito, que ele compara a tecnologias obsoletas como o fax. Ele também critica Donald Trump por tentar reviver indústrias em declínio em vez de investir em novas tendências, usando a teoria do ciclo de vida das empresas para ilustrar seu ponto.

  • A expansão do Pix para Portugal, Argentina e Estados Unidos.
  • O cartão de crédito está se tornando obsoleto devido ao avanço do Pix e tecnologias similares.
  • A importância de investir em tendências de mercado em vez de tentar reviver o passado.

A Expansão Global do Pix e o Descontentamento de Trump

O autor comenta sobre a possível reação de Donald Trump ao avanço do Pix no mundo, mencionando que uma das missões de Trump era impedir a proliferação do Pix. Ele destaca que o Pix já está presente em Portugal e na Argentina, e que a maior operadora de cartões de crédito dos Estados Unidos está implementando o sistema. O autor questiona a utilidade do cartão de crédito na era dos smartphones e do Pix, comparando-o a um fax, algo que em breve será desconhecido pelas novas gerações.

O Declínio do Cartão de Crédito e a Ascensão do Pix Parcelado

O autor explica que o cartão de crédito surgiu quando os bancos terceirizaram a verificação de assinaturas para empresas como Visa e Mastercard. No entanto, com o avanço dos smartphones e do Pix, o cartão de crédito perdeu sua utilidade. Ele menciona o lançamento do Pix parcelado, onde o próprio banco oferece o parcelamento, eliminando a necessidade de intermediários e reduzindo custos. Essa inovação ameaça ainda mais a existência do cartão de crédito, gerando resistência por parte das grandes operadoras.

Tendências de Mercado e a Necessidade de Adaptação

O autor enfatiza a importância de estar atento às tendências e inovações do mercado para não ficar para trás, como alguém que continua vendendo aparelhos de fax. Ele compartilha a história de uma locadora que percebeu a mudança no mercado e se adaptou, ao contrário do comprador que ficou com um negócio em declínio. O autor menciona o gráfico quadrado de Gilber, que ilustra o ciclo de vida dos negócios: interrogação, estrela, vaca leiteira e abacaxi, classificando o cartão de crédito como um "abacaxi" em declínio.

A Teoria do Ciclo de Vida das Empresas e a Crítica a Trump

O autor indica o livro "Ciclo de Vida das Empresas" de Shaked Dieses, recomendando a leitura. Ele critica Donald Trump por tentar resgatar indústrias em declínio em vez de investir em tendências, argumentando que é necessário "rejuvenescer" e renascer em novos nichos de mercado. O autor expressa sua desaprovação em relação a Trump, questionando sua competência e criticando sua trajetória como empresário e político.

A Incompetência de Trump e o Declínio dos Estados Unidos

O autor questiona como o povo americano elegeu Trump, sugerindo que até uma calopsita no Salão Oval seria uma escolha melhor. Ele critica as ações de Trump, que estariam causando um grande estrago nos Estados Unidos, com aumento de despejos, indústrias afundando, desemprego, inflação e dívida interna e externa crescentes. O autor questiona a falta de sabedoria e luz de Trump para lidar com a situação e inspirar o povo americano.

A Falta de Luz e a Comparação com Seres Inferiores

O autor descreve Trump como um "desiluminado" e "chantagista", criticando suas ações políticas e militares. Ele compara Trump a um elefante em uma loja de cristais e questiona se ele possui sequer o cérebro de uma curruíra. O autor chega a afirmar que Trump não pode ser chamado de burro para não ofender os burros, e que nem mesmo uma ameba se compara a ele em termos de inteligência.

A Decadência e o Apelo à Ação

O autor lamenta a decadência de votar em alguém como Trump e faz um apelo ao povo americano para que tomem uma atitude antes que seja tarde demais. Ele adverte sobre a situação nos Estados Unidos, mencionando a perda de poder aquisitivo da população e o aumento dos preços. O autor critica a postura de Trump em relação a outros países e questiona como outros líderes mundiais o enxergam.

A Imagem Alienígena de Trump e a Crítica ao Bronzeamento Artificial

O autor imagina a reação de um extraterrestre ao ver Trump, questionando de que planeta ele veio e destacando sua aparência alaranjada. Ele faz piadas sobre o bronzeamento artificial de Trump, sugerindo que ele deve ter uma cápsula de bronzeamento em casa e que é um PhD em bronzeamento artificial.

Trump como Vendedor de Ilusões e o Impacto em seus Negócios

O autor descreve Trump como um vendedor que engana pessoas ingênuas e do bem, vendendo ilusões. Ele imagina os proprietários de hotéis que usam a marca Trump enfrentando dificuldades, com queda no movimento, falta de funcionários e problemas com fornecedores. O autor relata histórias fictícias de clientes que evitam hotéis com a marca Trump e de problemas com a manutenção devido a tarifas impostas por Trump.

O Apelo Final e o Futuro do Cartão de Crédito

O autor conclui que o cartão de crédito está fadado ao desaparecimento, enquanto o Pix ganha força nos Estados Unidos. Ele faz um apelo para que os espectadores apoiem o canal e encoraja a interação através de comentários e compartilhamentos.

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Transcrição

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0:01 É, o Donald Trump com essa eu acho que vai surtar, porque se tem coisa que ele foi obrigado, a missão dele, né, é impedir, uma das missões é impedir que o Pix prolifere no mundo. O problema é que ele vai ter uma surpresinha, se é que não está sabendo já, né? Mas que o Pix está crescendo e tomando conta já, já tá avançando, ó. Já tem Pix em Portugal, certo? Já tem Pix em Portugal, já tem Pix na Argentina e agora a maior operadora de cartões de crédito dos Estados Unidos está implementando o Pix. Porque sim, gente, o que que é o cartão de crédito? Me diga por que o cartão de crédito é um dinossauro que vai ser extinto antes da era digital aí, da era do das

0:50 transferências por smartphone, assim por diante, você lembra como é que era cartão de crédito? você tinha que assinar um negocinho lá, um papel, né? Passar numa maquininha. Foi aí que o cartão de crédito cresceu, porque o banco pensou assim, sabe uma coisa? Ficar conferindo assinatura, esses negócios todos, vamos terceirizar esse negócio aí, tá? Apareceu alguém que ofereceu o serviço, no caso Visa, Mastercard, né? Ofereceu o serviço e os bancos gostaram da ideia de sabe uma coisa ficar controlando isso aí, não. Vamos controlar só a entrada de saída aí com os bancos e, né? E pronto, com essas operadoras, né? E pronto. Então, aí nasceu e aí cresceu o cartão de crédito. Só que agora, gente, com smartphone, com Pix, qual é a utilidade do troço, cara?

1:36 Me explique qual é a utilidade da coisa. Então, realmente virou, virou tipo assim, um fax, né? Quem usa fax, será que alguém usa fax ainda? Alguém sabe o que é fax? O nosso canal, pessoal, já é um já é novo há mais tempo, né? já é jovem há mais tempo, então pessoal lembra do fax, mas tem muita gente nem sabe o que que é fax, cara. E daqui a pouco muita gente não vai saber o que que é cartão de crédito. Cartão, o que significa cartão? O que que é cartão? Não tô entendendo. É isso que vai acontecer. É isso que vai acontecer. Então os caras estão pensando ainda em cartão e claro, tá gerando uma ciumira danada, né? Porque esses grandes operadores de cartão de crédito são empresas gigantescas que passa ali trilhões de dólares por dia.

2:22 Você acha que os caras vão gostar de abrir mão dessa dessa mamata aí? Claro que não. Ainda mais que já chegaram à conclusão lá que vai baixar o custo, vai baixar, né? O, a operação vai baixar, o valor vai baixar tudo. Os custos também na na ponta lá no consumidor também vai vão ter reflexos. Então, melhora a vida de todo mundo, é instantâneo. E agora tem a modalidade do Pix parcelado. O próprio banco diz qual é o valor. Não é o cartão de crédito que vai para um outro lá que vai ganhar em cima do do dinheiro movimentado. Não, o próprio banco diz. Então, e ele, o banco estava fazendo o quê? O banco está recuperando, recuperando uma função que era dele.

3:09 O que que é o Pix parcelado? É um empréstimo, não cartão de crédito, não, um empréstimo. Você tem lá um valor, tá? Banco dizer, ó, você tem R$ 1.000 de Pix parcelado, beleza? Vai fazer uma compra lá de R$ 1000 só em 10 vezes. Ponto. Acabou o segredo. É um parcelamento ali no Pix, cara. Então, com isso mata o cartão de crédito. Só que os caras estão Deus o livre, trop tem que parar isso aí já. Tem que entende? Não pode deixar esse negócio evoluir. Não tem como. Não tem como. Tá, a tecnologia funciona, tá tudo certo, não tem como. Isso é o tipo da coisa que não tem como barrar, gente. Não tem como frear, não tem. É disrupção, cara. Não tem como.

3:55 É tendência. Tendência de mercado. A gente tem que tá ligado, sabe? Sempre tá ligado em que que quais são as tendências, que as inovações, o que que vai mudar. senão o cara continua, entendeu? Vendendo aí fax, aparelho de fax. É uma coisa impressionante. Mas é, tem gente ainda aqui que sabe outro dia eu lembro sempre comento com a minha esposa aqui, tinha uma locadora no meu bairro aqui, uma grande locadora, né? Daí a menina percebeu que aquilo ali ia desandar, né? Aí ela vendeu e abriu um outro negócio. Esse outro negócio, tendência de mercado. Quer dizer, ela tá antenada. O que que é tendência de mercado e o que que tá no ciclo, Mico ficou na mão do cara que comprou,

4:40 dava a pena de ver o cara. Mas enfim, cara, tem que se ligar, né, meu? Tem que se ligar. Que que é a tendência? Que que tá crescendo, o que que tá declinando. Tem um gráfico quadrado de Gilber, quadr quatro quadrantes, né? Primeiro, uma interrogação, sabe se lá se vai dar certo, se não vai. O segundo é uma estrela. Opa, deu certo. Maravilha. O terceiro é uma vaca leiteira, não é? Ela produz ali, tá produzindo, não é? Estabilizou, sedimentou. E o quarto é um abacaxi.

5:26 Então daqui paraa frente, cartão de crédito é abacaxi. Abacaxi entrou em declínio. E é dizes, ciclo de vida das empresas. Livro fantástico. Quem me indicou foi o Lindolfo Leopoldo do Martim. Trabalhei com Lindolfo. Uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço, dono da da franquia multicoisas. Não tô ganhando nada para divulgar aqui. Mas o que é bom, né? A gente tem que falar. Então ele me indicou esse livro, Ciclo de Vida das Empresas de Shaked Dieses. Perfeito. Aplica-se a ciclo de vida de produtos e a ciclo de vida de países. O cara que leu o eh em Shaka diz, ciclo de vida das empresas, olha pro Donald Trump e diz: "Cara do céu, cara não tem ideia da cagada que

6:12 ele tá fazendo, porque quando o negócio eh começa a declinar a empresa, o país, o produto, você não tem que tentar resgatar o que deu certo no passado, filha? Não, não faça isso, pelo amor de Deus. Ah, no passado a indústria aqui. Vamos, vamos, vamos resgatar a indústria, chamar a indústria pro pros Estados Unidos de novo. Vamos não sei o quê. Cara, esqueça, velho. Esqueça. Tem que tem o que que tem que ser feito? Tem que procurar as tendências e investir nas tendências, se renovar. Tanto é que o termo usado lá já diz é rejuvenescimento. Mas rejuvenescimento não quer dizer o cara fazer uma plástica, tá? Não

6:58 tem que renascer. Renascer num outro viés, num outro nicho de mercado, numa outra matriz energética, num voltar a furar posto de petróleo, cara. O cara, nessa senhora, cara, esse Trump. Mas ele, olha, se eu tivesse um carrinho de pipoca, eu não dava o carrinho de pipoca pro cara tocar. Ele não tem competência para tocar um carrinho de pipoca, velho. Por quê? Porque ele nasceu em berço de ouro e ganhou dinheiro enganando um monte de gente. Quebrou nove negócios, deixou criedor na mão, investidor na mão, botou dinheiro no bolso, se fingiu de morto, mas cada vez é mais rico. E agora é um vendedor de, sei lá, de hotéis, de franquia, de hotéis para levar a marca Trump. Ah, pelo amor de Deus, cara. Isso aí não é empresário.

7:45 Isso aí é vendedor de falsa de de de joia falsa, car. Joia falsificada, pelo amor de Deus. Nem empresário, cara. É. Ah, empresário de sucesso. Que empresário de sucesso, cara? Tá louco, bicho. Tá doido. O cara não tem carreira de nada. Cara, tem carreira de babaca. Acho carreira dele é essa. Babaca nível um, babaca nível dois, três, quatro. Mestre, super babaca, pós-graduado de babaca, mestrado, pós doutorado, pós-doutorado em babaca. Deve ser isso, cara. Porque como político, ele teria que começar líder de bairro, vereador, tal pá, não é? como empresário teria que começar de baixo ali, tá trabalhando ali. Nem que fosse na empresa do pai, mas, pô, eu conheci vários empresários, amigos meus, que o pai tinha avião

8:31 particular e o cara tinha um chevete podre com que faltava até a tampa do combustível. Quer dizer, o pai não dava moleza pro cara, agora ele assumiu o negócio dos pais. Você tá me entendendo a diferença? Mesmo aquele que filho do bilionário, mas criado ali na lida, cara. O ideal é aquele que pega do zero, né? Começa na pobreza ali, pega do zero e vai, vai. Esse sim é empresário de verdade. Agora que merda é essa, cara? O cara herda nunca fez porcaria nenhuma, nunca sujou uma mão de graxa, ou casa com uma mulher ou casa com cara rico, [ __ ] E daí? Inteligente. Inteligente do caramba, cara. 171 malandro. Como que o povo americano teve a capacidade, se tivesse colocado uma calopsita dentro do salão oval, seria melhor,

9:18 entendeu? Porque daí era só limpar o cocô ali, dar um alpista e pronto, acabou. Agora, olha o estrago que o cara tá fazendo nos Estados Unidos, meu. Um estrago, meu Deus tá tá totalmente falido, cara. Será que preciso pegar uma prancheta aqui, fazer o desenho? Tem gente que não enxergou isso ainda, meu. Pro cara da chute na canela de aliado, de amigo, amigo entre aspas, né? Um bando de puxa-saco ou gente submissa. Estados Unidos não tem amigo coisa não. Nem o povo do dos Estados Unidos é amigo dos Estados Unidos, cara. Que [ __ ] Quem dirá os outros? Então tem que pegar uma prancheta aqui para mostrar. Cara, tudo tudo errado, irmão. Tudo errado. 4 milhões de despejos o ano passado. Esse ano vai ser record, tá? As

10:04 principais indústrias, os ícones afundando. Ford, General Motors, desemprego, flecha apontando para cima, tá? Flecha apontando para cima, inflação apontando para cima, PIB apontando para baixo, dívida interna para cima, externa voltando para cima. Cara, o que que o que que é, meu? Hã? Qual é a da bagulha, meu? Qual é a da bagulha, Dodor? Donald Trump. Qual é da bagulha, Dodô? Você tá louco, velho. Não é que não dá para contar a verdade pro povo. Ah, entendi. Sei. Claro que não dá para contar a verdade pro povo, porque ele, o Donal Trump não tem sabedoria, não tem luz, entende? Não tem luz

10:50 para contar a verdade e o povo dizer assim: "Poxa vida, tá, Dodô, mas o que que a gente precisa fazer para ajudar?" Não tem luz. O cara não tem luz, cara. Desiluminado, completo desiluminado, cara. chantagista, sabe? Quer impor, quer chantagear, quer bombardear país soberano, bombardeou Irã lá, cara. Se se ó, se estragou o ninho de uma andurinha é muito, porque o programa nuclear iranian não ia ser idiota de colocar ali. Não, cara, aquilo ali é a entrada de um buraco que não leva lugar nenhum. Tem túneis subterrâneos lá em Bagdá, no meio do povo lá que você nem imagina, cara. Ah, vai contar outra. Você tá entendendo? Ah, o Bidenu devagar, cara. Mas que que adianta, meu?

11:37 Que que adianta? Você pega um louco, um elefante numa loja de cristais e larga o cara lá dentro. Ah, vai, vai, entra, bicho. Vai, toca aí, toca o ferrovo aí, ó. Não dá para dizer que tem cérebro de curruíra, porque curruíira é um bichinho inteligente. Aliás, entrou uma aqui em casa ontem, bonitinho, na [ __ ] passarinha desse também. As meninas adoraram. Falei comra, mas isso aqui é um penilon. Eh, não dá para chamar o cara de burro que daí por burro não, não é burro. Não é burro, cara, né? Não dá. Então tá, tá bem errado. Respeitar o animal. Daí que ameba. Dá para chamar de que amba? Não dá para chamar de que ameba. Aquela porque o japonês já viu que ameba inteligente. Ela entra no labirinto e descobre o caminho mais rápido até a comida. Cara, uma neba faz isso, bicho.

12:24 E o Trump não consegue. Se largar ele dentro de um labirinto, ele morre de fome. Ele vai ficar dando volta. De vez em quando ele vai parar para olhar no espelho, ver se o cabelinho tá em ordem, se o bronzeado tá certo, tal. Ele vai dar, mas depois vai continuar dando volta. Cara, é a de votar num cara desse, meu, é a decadência completa. Passa a régua, filho. E quem puder, como diz dizia já meu professor Irineu, deita o cabelo e risca o asfalto. E cara, pinote daí, meu. Sabe aquelas cenas do cara com empilhadeira assim que ele tá empilhando um monte de troço, de repente aquele troço desaba na cabeça, vai por cima da da empilhadeira. Cara, isso é assim, meu. É questão de um segundo, um segundo,

13:11 você vai enchendo da bexiga, chega num determinado momento, é um milésimo de segundo pau. E aí já era, meu velho, já era. Vocês vão ficar esperando o quê para tomar uma atitude, povo americano? Vocês vão ficar esperando o quê, cara? Não vão fazer nada. Ah, tá. É, ele vai tirar um trilhão de dólares do Medcade, do Medcare, do do da alimentação. Não dá nada. Sei. Só esse ano o cara que ganha 60.000 000 lá por por ano lá nos Estados Unidos já perdeu 2600 de poder aquisitivo. Para você ter uma ideia, no Trump 1, dos 4 anos do Trump, o cara perdeu $00 de

13:57 poder aquisitivo. Agora, só nesse primeiro semestre já perdeu $600, cara. É colocar 50% da na laranja, o suco de laranja. O que que você pensa que vai custar o suco de laranja aí nos Estados Unidos? Uma fortuna, cara. Vai ficar mais caro que o whisky, pô. Olha o tamanho do imbecil. Mas se meter no troço que não tem, não diz respeito a ele, cara. Não diz respeito, sabe? Aí o mundo inteiro, os outros, o Xigipin, o Putin, todos os outros presidentes ficam olhando assim: "Como é que pode, cara? Isso não. Se vem um extraterrestre aqui e o

14:43 cara olha pro pro Donald Trump, ele disse assim: "De que planeta veio esse que chegou antes? Chegou antes. Mas de que planeta que ele veio? Porque tão tão diferente, tão estranho, tão maluco esse cara. Um extraterrestre ele vai olhar assim: "Não, esse cara não é daqui. Primeiro que ele é alaranjado, né? Não é que ele come muita cenoura, tal". Ah, entendi. Ele fica naquelas cápsulas lá, tipo de, sabe, de tomografia, sabe? Mas é de de bronzeamento artificial. Ele deve ter uma em casa. Ah, cara, eu aposto que ele tem uma em casa. Disso entendo. Qual, Dodô? Qual que é o melhor bronzeador? Depende, cara. Se a Se você tiver na Austrália é esse. Se você tiver na Alemanha é esse. Se você tiver 4 horas da tarde, é esse. Às 6 da manhã, é esse. Se você tiver na Nova Zelândia, é esse.

15:28 PhD embronzeador. Cenoura. J, que que você acha? Suco de cenoura é bom, cara. Suco de cenoura é bom. É caroteno, mas pode dar carotenia, daí da flatulência e diarreia. Tem tem que tomar cuidado se fica com Ah, entendi. Cápsula aí de bronzeamento artificial, bicho. Você tem que o negócio é o seguinte, é 3 minutos e 53 segundos, nem mais nem menos. PhD e bronzeamento artificial. E diz que o cara entende, pelo amor de Deus, cara. Pelo pela madrugada, como diz o outro, pila madrugada, cara. Pila madrugada. O Trump é um vendedor, tá entendendo? É um vendedor da pior estirpe que existe. Um vendedor que engana otário, cara. Às vezes gente

16:14 ingênua, gente do bem, com cascalho na mão. É isso que ele é. Nem para vender resort, para vender hotel, botar a marca Trump lá, tal. Mas eu já tô pensando, eu já tô pensando nesses caras que t que pagam RX da marca dele. Os cara devem estar pensando assim: "Hum, deu ruim, cara". Deu ruim por quê, cara? Caiu o movimento 30% aqui no hotel. 30%. 30% só agora começo de ano gan 30%. Não. E tem outra. Não tem mexicano na lavanderia, tá com com lençol até o teto. Não tem ondureio para lavar prato. Tem prato saindo pela

17:03 janela da da cozinha. Da lavanderia da cozinha. Ah, é? Não. E tem outra. Eu que sou dono do hotel, tem que ficar manobrando o carro porque também não tem haitiano para manobrar o carro. Aí os caras ligam dodô. Fala J. Qual é? Qual é da bagulha, Dodô? Como assim? Qual é da bagulha, brother? Você manda o ice aqui, pega todo o pessoal da lavanderia, do do da cozinha, os das camareiras, não tem mais ninguém aqui, cara. Vai se levou todo mundo. Outro dia chegou o cara, olhou aqui, viu a marca Trump disse: "Ah, não nem lascando." Deu uma volta, cara. Chegou aqui com carrão que é bacana, uma Ferrari. Daí quando eu vi o Trump disse: "Não, não, eu não vou me hospedar nesse negócio aí". Aí quebrou o ar condicionado. Fui pedi,

17:48 liguei lá. Dodó, veja lá o que você tá fazendo, hein, Dodô? Liguei pra assistência técnica. Não tem a peça, mano. Por que que não tem a peça, né? Porque faltou o aço. E tem outra, Dodô. Você deu um chute na canela do Brasil e quebrou o pé, cara. O cara tava de caneleira, você quebrou o pé e o cara tá inteiro, bicho. Como assim, hein, Jo? Que história é essa, bicho? Não tem suco de laranja, não tem, não tem brownie, não tem cookies de choco, porque o cacau vem do Brasil também, não tem café, cara. Pararam de mandar café para cá. Tira essa tarifa de uma vez, cara. Por favor, o hotel tá quebrado, cara. Eu investi o dinheiro nesse hotel aqui, cara. Mas entende? Você tá fazendo tudo para derrubar o hotel.

18:35 Ah, meu Deus do céu. Vai ficar difícil, hein? Você vender o hotelzinho. Vai ficar. Então é isso, gente. Cartão de crédito, espaço, pegou um foguete do Elomans e foi embora. Se perdeu no espaço, não chegou em Garlinho. Cartão de crédito, já era. Pix entrando forte nos Estados Unidos, muito forte. Bom, então é essa, pessoal. Tá aqui, ó, falando em Pix. Apoia o canal aí, vai. Manda um pouquinho, pô. Não é? Ajuda. Agradeço bastante o pessoal aí que tá ajudando. Tá bem. Tem o valeu do YouTube, mas se você não tiver condições, marca um X assim, tchuc, diga de que cidade que você é, pá, ó, fulano de tal, não sei da onde, tal. Gostei do vídeo, compartilhe,

19:20 comente tudo isso aí, certo? Faça qualquer coisa, só não fique parado. Um abraço. Ciao.

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