0:00 que hoje é um assunto importante, pessoal não se perder aí no meio do caminho. Diga, fala, Naí. Então, professora, boa noite. Eh, eu cheguei agora e vi vocês falando a respeito da mentoria. Eh, não sei se já tá disponível para solicitar a partir de qual momento. Como é que a gente faz essa solicitação? Porque eu me Na verdade a gente tava falando sobre participar da mentoria ou não, mas não que já tivesse começado. A Z deve ter essa informação agora, né, Z? Com relação a T29. É, então eles não passaram pra gente ainda, então não começou a a o processo não. Ah, pronto, tá certo. Eu pensei que já tava começando para escolher, mas tá
0:47 bom. Muito obrigada. ali vai começar ali quando finalizar essa essa parte, iniciar os comitês, aí vocês já entram para as mentorias. Acredito que é nesse processo aí, mas já tá quase. Mas vai abrir na plataforma, daí vocês podem ficar ali testando também. Eu me lembro, eu tava numa ansiedade quando abriu as mentorias, que eu já queria escolher a minha logo. E foi muito legal esse período de escolher o mentor. Foi muito bom, muito gostoso lembrar disso. Avisaram lá, gente, no grupo. Eu avisei,
1:33 tá? G2, planejamento financeiro. [Música] Ô, Léo, eu vou te dizer que eu tô no calendário aqui, tá Zenob. Boa noite. Boa noite, turma. Boa noite. Boa noite. Obrigado aí, por ter chamado a galera lá. Se quiser eu passo o link da nossa sala paraa turma B também. Pra turma B. Não, acho que é só da turma A. Não vamos misturar não. Deixe de graça, Frederico. Frederico tá sempre muito
2:22 [Música] animado. 25 pessoas. Boa noite, quem tá chegando. Boa noite. Boa noite. Bem-vindos. Pessoal, houve um equívoco, um
3:08 equívoco. Já conversei com o Léo aqui, ele vai tocar aqui com vocês, tá? Mas estarei de volta quarta-feira pra gente concluir aqui também. Eu vou, vai ser minha última aula com vocês na quarta, beleza? Beleza. Você vai dormir agora, né? Boa. Eu acho que não. É o que, Fred? O Frederico perguntou se tu vai dormir agora. Você vai dormir agora. Diz sonho, querido. Meu sonho, mas não. Beijo, gente. Boa aula para vocês, viu? Valeu, Zé. Tchau, Zé. Valeu. Até mais. Tchau. Tchau. Tchau, hein? Tchau. Tchau. Ô, já temos um quórum aqui, né, K? Já acho que já podemos. Já, já passou de 25 aí. aqui. É. E ô, vocês acharam que não
3:54 ia me ver, né? Mais é a gente comemorando ali. Gente, né? É, eu tô sabendo. Você já tavam comemorando até aqui, fazendo churrasco e tudo. As notícias correm. Brincadeira, gente. E aí, como vocês estão? Tudo certinho, galera? Hoje um tema saudade de vocês também. Puxa, e essa semana vocês vão enjoar de mim. Vocês vão enjoar de mim. Nós vamos se ver segunda, terça e quarta. Então preparem-se, tá? Para para aguentar a minha pessoa aqui. Bora, gente. Um tema. Ai, vamos ser sincero, chato para caramba, pô. Que teminha chato de ser de você abordar, de você falar. Quando que
4:41 dá para usar, quando que não dá, quando que é bom, quando que não é. planejamento patrimonial, planejamento sucessório. Eh, tem gente que só de falar disso já arrepia, né? Mas vamos lá. Deixa eu eh compartilhar aqui a minha janela. Vamos ver lá. Cá, me avisa aí a hora que tiver compartilhando, por favor. Tá compartilhando já, Léo. Só eu não sei se tem como botar a tela cheia. É, tá tela, tá tela cheia. Aham. Já tá tela cheia. Ah, já tá, tá. Ô, a Cátia falou: "Fique até o final do curso." Eles quer, eles te querem até o final do curso, que honra, que honra estar aqui com
5:26 vocês. Bora lá. Boa, né? Ótimo. É sempre uma felicidade estar aqui com vocês e vamos falar desse tema que, querendo ou não, é um teminha um pouco mais denso, né? Quando a gente fala, é um tema eh que gera bastante dúvida. Então, acho que eu vou tentar trazer de uma forma super leve aqui. Vamos fazer daquela forma que a gente sempre faz aqui, né, para para fixar um pouco o tema na cabecinha de cada um de vocês. e algumas coisas é natural assim, a gente vai para uma vertente onde ah a gente vai falar de mais itens do que de outros, mas o que que é importante aqui que vocês saibam que existem esses instrumentos de sucessão patrimonial, planejamento sucessório, tá? e que dentro da
6:14 instituição em que vocês trabalharão ou trabalham, existe uma área para cuidar de determinado assunto, tá? Então, a gente vai ver aqui, eh, por exemplo, holding, Léo, não vou falar de holding no meu dia a dia com o meu cliente. Contudo, vocês terão clientes que possuem grandes fortunas, que t muito dinheiro e que eventualmente vai fazer sentido ele ter uma holding. Então, é importante a gente saber que existem esses mecanismos para que se vocês atendam determinados clientes, clientes que possuam uma possibilidade de fazer isso, pelo menos vocês saibam direcionar esse cliente. Então, acho que tem vários fatores aqui que influenciam a gente
7:02 trazer, né, esse esse tema aqui. Eu acho que a gente vai dividir, hoje a gente vai trazer um pouco mais de de eh sucessão patrimonial. Amanhã a gente vai falar um pouco mais de planejamento sucessório mesmo, mas não se preocupem que os temas eles andam juntos, tá? Os temas eles caminham muito próximo um do outro. Ah, mas isso é planejamento sucessório, isso é sucessão patrimonial. Então, sucessão patrimonial é tudo aquilo que a gente vai trazer eh a parte de patrimônio do cliente, como que ele vai transmitir isso da melhor forma possível, né? E o planejamento sucessório, ele vai envolver aquela tomada de decisão sobre como esses bens ativos eles serão transferidos, ou melhor dizendo, como eles vão ser gerenciados atualmente para
7:51 que diminua a carga tributária. Além disso, vai respeitar a tomada de decisão do seu cliente. É comum você ter um cliente que às vezes tem três ou quatro filhos e por algum motivo ele não quer deixar determinado bem para esse cliente. Óbvio que dentro desse cenário você tem uma questão chamada lei. A gente precisa obedecer a lei, mas em outros casos existe sim essa chance de você obedecer aquilo que o seu cliente quer. a distribuição do patrimônio dele, né, da forma que ele quer seja respeitada. Então, a gente vai trazer um
8:38 pouco da importância desse planejamento sucessório, alguns mecanismos dessa sucessão patrimonial. A gente vai falar um pouco dessa importância de tudo isso, né? o motivo que a gente usa, por que a gente usa, eh, quando usar, para que fique um pouco mais claro para vocês. Eu acho que os mais tradicionais, a gente conhece aqui, doação em vidas, eh, a previdência eh e e seguro de vida, né? São alguns dos pontos que entram aqui. Ah, Léo, vou ter que vender seguro de vida. não vai ter que vender. Mas você, se você sair dessa aula entendendo que o seguro de vida ele tem a sua importância dentro de um planejamento, acabou, nós ganhamos a vida, né? Eu acho que hoje o seguro ele
9:25 é muito visto como eh um produto dentro do banco, mas quando você entra numa linha de planejamento, não sei se se já tem alguém aqui que tem o selo CFP, mas isso aqui é estudo, é módulo de CFP, a parte de seguro, né? Então ele encaixa muito bem nessas conversas com os nossos clientes. Tem um case muito legal que eu gosto de trazer aqui sempre em aula, que eu eu trabalhei com um especialista de investimento, que a primeira pergunta que ele fazia eh pro pro cliente dele quando ele tava em reunião era qual era o regime de casamento desse cliente, se ele eventualmente eventualmente fosse casado. E aí você pergunta, né, putz, mas que que tem a ver o regime de
10:10 casamento? Gente, tudo, tudo. Eh, eu tô eu tô num processo eh de de um processo de compra de imóvel e eu e eu não entendia muito bem, né, porque as pessoas falavam assim: "Ah, eh, pobre casa em comunhão total de bem, rico casa em separação total, né? Eu falava assim: "Bale ela, poxa, né? Eh, o que que eu eu perante minha esposa aqui? Não, a gente não tem que separar nada. Não precisa separar. Tudo que a gente ganhar é nosso mesmo, né? Não estamos, a gente não tá casando, pensando em separar. Esse é o nosso pensamento. Imagine se vocês soubessem a trabalheira que dá para
10:57 enviar documentação para você fazer a compra de alguma coisa, porque daí não respondo mais sozinho. Eu preciso obrigatoriamente de 50% da da positiva da minha esposa pra gente comprar alguma coisa, alienar um bem, fazer qualquer coisa. Tá, mas é onde que eu tô querendo chegar com chegar com essa com essa analogia aqui, né? Que quando você casa em separação total de bem, eh, os bens ficam incomunicáveis, né? O bem de cada um é o bem de cada um, eh, só com exceção de casa de falecimento e tudo. Só que pensa, teu cliente, ele é empresário, né? E a empresa dele vem a a decretar falência. E quando você tem
11:44 falência, todos os seus bens são bloqueados. Para quê? para que você possa quitar essa dívida da falência da empresa. Então você casa em separação total de bem para que os bens que estejam no nome da esposa não fiquem comunicáveis com o que você tem perante a empresa. Então começa a fazer um pouco mais de sentido esse assunto. Você faz assim: "Caraca, nunca tinha pensado nisso. Não sei se alguém pensou nisso, mas quando eu descobri isso, para mim foi uma novidade. falei assim: "Caramba, ah, se se eu soubesse, né?" Então, é esse tipo de coisa que a gente vai trabalhar nessa aula, tá? Eh, é uma aula um pouco mais detalhada, um pouco mais chatinha, como eu falei, alguns eh assuntos, temas, eles acabam
12:30 sendo um pouco novo aqui para nós, né? Um pouco de de novidade. Então, assim, vamos debater, né? Abram para perguntas. A Cata aqui, se tiver alguma pergunta no chat, ela vai trazer também. E vamos para cima, tá? Eh, alguém tem alguma dúvida até aqui? Então, tá bom. É começo de aula, é bem eh difícil a gente ter alguma dúvida, mas legal, a gente vai ter bastante dúvida lá na frente. Acho que o que a gente começa a olhar aqui são os elementos do planejamento sucessório, né, que a gente vê lá o testamento, eh, os inventários, ou seja, o testamento vai ser ali basicamente aquele a a a informação de que eu quero que seja dessa forma. Esse aqui é o testamento, né? Você você
13:16 tem descrito como que você quer que fiquem os seus bens após a sua partida dessa terra. Beleza? Ah, e se não tiver testamento, aí vai por, né, questão de familiar. Ah, se tem esposa, 50% da esposa ou a outra parte é o que a gente chama de disponível, que daí você pode dividir entre os filhos, pais, etc. e tal. Mas o testamento ele serve para dar esse direcionamento. Quando a pessoa parte daqui, a gente vai fazer um negócio que a gente chama de inventário de bem, que é basicamente a gente listar tudo aquilo que tem, né? Você vai ter lá informação, você vai colocar casa, carro, ação, renda fixa, renda variável. Para quê? para que você possa compilar toda o
14:03 patrimônio desse teu cliente, dessa tua cliente, para que você consiga dividir entre os herdeiros legais da pessoa. E enfim, você vai trazer a nomeação dos herdeiros. Quem é de fato herdeiro? Quem não é, né? Hoje você tem lá na linha eh de sucessão, você tem eh o cônjuge, né? ele é direto. Aí você tem os filhos, os pais, que são os de primeiro grau. Aí você tem primos que são de segundo grau e por aí vai. é para entender como funciona e como vai ser dividido este patrimônio. Hoje a gente tem o o o tributo que a gente vai falar um pouquinho mais ali na frente, que é o
14:49 ITCMD, que ele é um tributo estadual que vai incidir sobre sobre essa transmissão de bens, tanto por sucessão, né, causa amortis, quanto por doação também. A doação é feita em vida. Ô, Léo, tem uma pergunta aqui, ó, do Danilo. Se ele declara imposto de renda, já tem todo o histórico ali, correto? Sobre herdeiros, né, Danila, essa pergunta ou sobre a listagem dos ativos e passivos pro inventário? É, sobre a listagem dos ativos, né? É tudo todos os bens, né? Isso. Listagem de ativos, vamos supor, financeiros, sim, você tem ali, né? Eh, eh, uma a vamos eh a obrigatoriedade é
15:36 que você tenha tudo, tá? A obrigatoriedade que você tenha seus imóveis, que você tenha lá e a ah, se recebeu o aluguel, né? Quanto foi pago de imposto sobre esse rendimento dos aluguéis, quantas ações você tem, quantas CDBs, quantas LCs, tem que tem com constar tudo. Só que a gente vive no quê? Brasilzão velho de guerra, né? Onde a carga tributária do Brasil ela é muito alta. E é aqui que nasce o que a gente chama de jeitinho brasileiro. Ninguém coloca 100% ali, né? Ninguém coloca 100%. Então assim, às vezes, poxa, passa batido, o cara foi lá, tinha dinheiro e físico, você vê e para nós é
16:22 menos latente isso, mas você pega pessoas mais antigas, né? Eu trabalhei um um há muito tempo atrás com o Paulo, cara, é muito gente boa, senhor, 60 e poucos anos era tinha mais saúde que eu e não usava banco, era tudo no dinheiro. Ele ia comprar carro, ele gostava de comprar e vender carro, fazer essas negociações com dinheiro na cintura, assim, ó, com dinheiro de carro, 30, 40.000, tudo na cintura. Então, às vezes você, ah, a pessoa foi lá, comprou esse, comprou uma, um imóvel no dinheiro, gente, é suposição aqui, não tô dizendo que pode acontecer, ah, mas daí você tem que informar o COAF e tá tudo certo. Tem mesmo. Mas vamos, né, como eu falei, a gente tem algumas brechas que podem acontecer e vamos
17:08 imaginar que o teu cliente não declare esse imóvel. Eh, tem um outro negócio que é muito comum em áreas de invasão, né, domiciliar. Ali você tem regiões onde os imóveis que estão ali eles não eh não são averbados, ou seja, perante a prefeitura esses imóveis não existem. Logo, se ele não existe, você não tem uma escritura de imóvel. Se você não tem uma escritura, você não tem informação de que aquele imóvel pertence a alguém. Paraa prefeitura, aquele imóvel ali é um campo, um espaço. Não, mas o o boleto de PTU chega todo ano. É, né,
17:55 Fred? Esse aí não dá, né? Isso é imposto, tem que arrecadar. Mas em alguns casos não tem, tá? Não paga IPTU quando é determinada área, né? se for eh de invasão, porque eh existia uma área aqui perto aqui perto de casa eh ah que era uma área de invasão, né? Só que o que que aconteceu? A a área foi tomando tta forma, né? foi crescendo tanto que a prefeitura começou a a existe, não sei se é averbal o nome certo, mas a documentar esses imóveis dessa região. Aí sim esses imóveis passaram a ter o pagamento do IPTU. Mas eles não tinas, né? Não, cara, é
18:41 Curitiba. Você acredita? Eu sou de Curitiba. Curitiba também tem essas coisas. Curitiba também tem. Então, às vezes você pode ter esse imóvel, né? Então, nesse caso, vamos supor, poxa, era uma área que tava em expansão, né? O o o cliente do Danilo foi lá, comprou esse imóvel porque viu oportunidade, então ele não declara esse imóvel porque perante a prefeitura ele não existe. Aí com o passar do tempo teve, né, toda a documentação, etc. e tal. Aí ele precisa constar, né, precisa ter essas informações, precisa existir, né? Senão ele vai ser um bem que supor, vamos imaginar aqui que vai dar, pode dar briga depois, né? Ele não
19:27 vai tá documentado, como é que vai comprovar que é um que é um imóvel que você pode dividir? E este ITCMD, que é esse imposto sobre, né, de transmissão, causa, mortação, ele é ele é esse tributo que vai incidir sobre a transferência dos bens e direitos em duas situações. a causa mortil, como ele propriamente já diz, quando ocorre o falecimento, onde você tem a herança, ou em doação, quando uma pessoa vai transferir o bem ou o direito em vida para a outra gratuitamente. Normalmente acontece entre pai e filho, por exemplo, né? Faz a doação em vida.
20:14 E aí você tem que a responsabilidade pelo pagamento, ou seja, o responsável pelo pagamento do tributo é quem está recebendo o bem ou o direito. Então, no caso de herança, o herdeiro vai pagar o imposto. No caso de doação, o donatário, quem recebe o bem, ele vai ser o responsável. Se for, né, um caso onde a gente tenha mais de um herdeiro, como é que funciona? Cada um vai pagar o imposto proporcional ao valor que recebe. Então, se a a herança herença a herança é se lá de 600.000 é dividido em três, cada parte vai pagar em cima dos 200.000 o ITCMD.
21:01 Se algum herdeiro algum dia decidir ceder seus bens para outra pessoa, a responsabilidade passa a ser de quem os recebe. Vamos supor, um dos filhos não quer, quis abrir mão, quer deixar para outra pessoa. É essa pessoa que vai pagar. Mas aconteceu aqui o seguinte, eh, mãe faleceu, a gente assim, eu e meus irmãos abrimos mão, aí que que o advogado falou: "Ó, você tem que pagar tributo." Então, faz o seguinte, vocês receber a parte de vocês na conta de vocês e dá pro seu pai, transfer seu pai. Foi isso que fizemos. Sai mais barato. Uhum. Por que que sai mais barato? Porque não pagou imposto. E por que que
21:47 foi pro teu pai? Porque o teu pai era era tinha tinha idade, alguma coisa assim? Não, a gente queria passar para ele. A gente não queria nada, não quisemos. Porque na linha de sucessão o teu pai é o primeiro. Eh, aí tem a questão de do casamento, ou seja, ele era parte dono. Dono também, certo? Sim. Era 50% para eles. Os outros 50 era dividido entre os três filhos. Exato. E e é o que eu tô explicando até para para todo mundo entender, por e eu quis provocar esse assunto justamente para que a galera entenda, né? Ah, mas por que que foi pro pai e não pagou? Se fosse para o o Fred, ele ia pagar, porque o Fred é herdeiro, o pai é dono também de 50%.
22:36 Então ele só assumiu os outros 50% para ele, por isso que não pagou, porque ele também era dono. Porque dependendo do regime de casamento, ambos eles eram donos de 100%. Só que como eram dois, dividia por 50%. E o ITCMD, gente, ele é bem negligenciado assim nos planejamentos sucessório, sabe? E o Fred aí, né, que recentemente, lamentavelmente, passou por isso, ele sabe o quanto é o quanto é caro isso, dependendo do estádio, 4 a 8%. É um custo muito alto do teu patrimônio para você ter, né, esse custo
23:22 em loco para você pagar. Então, o que a gente traz com essa aula aqui é antecipar a sucessão com planejamento tributário, evitar surpresa no inventário, né? Entender que quem paga é quem recebe. Não é uma coisa assim como vida de novela, né? Ai, recebi uns bens aqui. É, tem a parte financeira aí, né? A Beatriz comentou: "É caro para viver e para morrer também?" É, para morrer é caro também. mais caro até do que nascer, né? E essa essa imagem aqui, gente, ela vai mostrar pra gente uma trajetória como se fosse, né, um formato de curva aqui e ascendente e
24:10 descendente, que vai simbolizar o crescimento do patrimônio até certo pico, seguindo fase de uso, redução do patrimônio. Então, nessa fase A aqui é a fase que a gente chama de acumulação. Quem é que já não tem nenhum life planner aqui, né? Espero que não. Quem já teve reunião com Life Planner? Alguém já já teve uma conversa para isso aqui é muito comum usado pelos life planners é quem vende seguro resgatado, porque realmente essa importância que eles trazem aqui nessa fase A aqui, que é a fase de acumulação, é onde a gente tá construindo o patrimônio, a força de trabalho da pessoa, né? Ela tem uma
24:56 plena capacidade produtiva, o salário dela tá em crescimento, né? O padrão de vida vai começar a melhorar conforme a renda vai aumentando. Saúde tá sempre estável, né? Tá, tá muito bem de saúde, sempre contribuindo pra produtividade. Só que aqui a gente tem alguns riscos e é legal a gente trazer isso aqui. Falta de planejamento, risco de endividamento, baixa educação financeira e gastos desproporcionais à renda. São alguns pontos de atenção que a gente traz para esse cenário aqui. E esse essas ameaças aqui tá nas mãos de quem identificar? De vocês especialistas de
25:47 investimento. E não tô falando para vocês ser o Thiago Negro da vida, não, dizer que você tem que ganhar 2000 e guardar 1800. Mas eu tô dizendo que vocês têm que dentro de uma conversa entender, porque vocês vão ter dentro do do atendimento com o seu cliente, você tem acesso à conta corrente, você tem acesso a extrato de cartão. E quando a gente fala de planejamento é você olhar esse tipo de informação, quanto gasta no cartão, quanto entra de receita. E é aquele tipo de de assunto que não é na primeira conversa, não é num primeiro momento que você vai falar com o teu cliente, é tempo, né? você você acompanhar o teu cliente para que você consiga montar
26:34 este planejamento. Essa fase aqui é legal pra gente trazer e aqui façam analogias na cabecinha de vocês com clientes. Começar projeto de longo prazo, alocações de longo prazo, investimento, previdência, planejamento patrimonial. Aqui é onde você tem e a faca e o queijo da mão. Só que o que que a gente tem aqui? Um jovem que não tem risco, que não tem medo do risco, que acha que nunca vai precisar de um planejamento sucessório ou patrimonial. E a nossa missão é alertar o nosso cliente sobre isso. Na fase B
27:20 aqui nós temos a fase de manutenção, onde o objetivo aqui é, OK, ganhei dinheiro, criei uma empresa, tô patrão ou tô patroa, tenho dinheiro. Agora a gente precisa fazer o quê? manter esse patrimônio, eu tenho que preservar o meu patrimônio acumulado. Então, você tem uma acumulação anterior que permite você aproveitar várias alocações, diversificações em ativos diferentes. Você consegue ter um olhar para um planejamento de forma mais sustentável daqui paraa frente. Lá na fase A você tem às vezes um cliente que começou o planejamento,
28:07 investiu na previdência, mas ele teve um imprevisto, tomando risco, né? Ele precisa tirar da previdência. Agora aqui não, aqui já é algo mais direcionado. Ele já tem e a a a o momento de vida mais, me faltou a palavra, mas já tá mais equilibrado. É a melhor palavra. é um momento mais estratégico pra gente realizar, realizar esse planejamento sucessório, a blindagem patrimonial, por exemplo, constituir uma hold, a gente vai ver isso ali na frente, seguros, trustes, doações planejadas. Qual que são as quais são as ameaças que a gente encontra aqui? Maus
28:52 investimentos, descontrole de gastos, né? Porque você pega lá aquele aquela pessoa que sempre teve tudo reduzido, agora ela começou a ganhar muito dinheiro. Então ela acha que agora é o momento de aproveitar. Eu não sei a vida, o dia de amanhã. Você encontra muita gente ainda nessa fase com uma ausência de planejamento. E aqui novamente tá a importância de vocês. Essa é a fase do pico, né? É a fase de capacidade patrimonial, onde o cliente tem grana. E é aqui onde a a a sucessão patrimonial começa a ser planejada. Ah, Léo, qual que é a idade ideal de cada um? Não tem, gente, não tem uma idade exata, mas você
29:39 tem faixas, né? Porque hoje a gente tem uma sociedade que ela é mais tardia. Você tem a sociedade eh envelhecendo um pouco mais tarde. Eu vejo pelo meu irmão, né? tem seus 20 anos hoje, então ele vai levar um tempo maior para maturar, né, para chegar nessa fase aqui na fase B. Fala, Bia. Olé, eu acho que tem muito a questão também da da parte cultural, né, essa questão da faixa etária, né, eh, a baixa educação financeira, como você mencionou, a gente não ter esta cultura aqui no Brasil dessa importância de
30:25 sucessão, blindagem, seguros, eh, prejudica bastante. Por isso que, principalmente nessa faixa etária de manutenção hoje, é bem mais difícil de negociar. Por quê? São pessoas que acredita eh que tá muito enraizado nessa cultura de que eh não precisa, de que tá gastando um dinheiro à toa, né? Enfim, de que nada vai acontecer com ela ou então os argumentos mais comuns, né? Vou fazer a transmissão ainda em vida, então para que que sabe tem outras estratégias. Então eu acho que futuramente com, né, e aqui eu sonho um pouco também, né, mas com a quebra de, né, trazendo mais educação financeira mesmo,
31:10 desde primário ali paraas crianças, né, e também isso virando mais cultural, porque se a gente pega uma economia grande, Estados Unidos, lá praticamente nasceu uma criança, nasceu um seguro de vida, né? Eh, basicamente os bebês já saem do hospital com o seguro. Então, por isso que eles são muito ricos, porque quando alguém falece, a família não tá desamparada. Por isso que a gente vê tanto em filme, ai recebi uma herança. Por quê? Porque eles têm isso muito bem definido desde novo. Então, essa parte de ah, tem idade, não tem idade, eu acho que na verdade é cultural. O mais correto seria mesmo a gente já começar a a vida adulta aí com o seguro, né? Realmentear, por exemplo.
31:58 Ex. Exato. E e eu e eu iria até um pouco a mais, né? A psicanálise fala muito disso, né? Que todas as nossas tomadas de decisão hoje ou todas as as nossas eh as nossas vivências, né? O quem somos hoje, eh tem uma explicação da nossa criança, né? do eu interior. Eh, e aí tem uma questão também eh, eu não não sei se eu poderia dizer emocional nessa questão, Bia, mas tá muito em linha com o que você falou, que é basicamente assim: pensa aquela pessoa que ela criou uma empresa do zero, ela conquistou tudo e hoje ela tem lá 2, 3, 4 milhões. Fica entre nós, é um bom dinheiro, né? 4 milhões hoje é um bom dinheiro. E essa pessoa, ela acha que o dinheiro compra tudo. Ela acha que o dinheiro dá conta
32:46 de tudo, só que aí que tá. Só ter dinheiro não resolve. Você precisa também saber no momento de passar, né, já que a gente vive num Brasilzão, qual é o custo disso. E aqui entro num num num num num seg numa segunda fase desse complemento. Quem aqui sabe que tem que pagar para transferir o dinheiro de uma pessoa para outra depois que falece? Vocês sabem porque vocês são profissionais e já ouviram falar certificação, já ouviram alguém contando, comentando e falando. Mas vai, vocês são fora da curva, mas pega a média da população brasileira. E é caro, tá? E é caro, não. Você tem E é caro quando
33:31 você tem que fazer aquele inventário. Nossa, o inventário é pago à vista, você não consegue parcelar. Não é um negócio, você passa no cartão de crédito, você tem que pagar ali para fazer. Quantas pessoas tem ficam com os bens bloqueados por anos porque não tem o capital suficiente para pagar o inventariante, fazer o inventário, né? Vou dizendo, porque tem lá um imóvel que comprou por 100.000, mas hoje o o imóvel é avaliado em 1 milhão. Aí você vai pegar o valor venal do imóvel, né? Não pelo valor de compra. Você precisa ter lá um percentual disso. Às vezes não tem. E aí que tá, como o Fred falou, é caro, mas
34:17 ninguém sabe que é caro. E aí você pega lá um pai de família que era o único provedor, tinha uma família, né? Tinha casa, carro, tinha tudo, tudo no nome dele. E aqui eu tô falando família brasileira, tá gente? provedor de tudo, né? Sempre deixou as coisas no nome dele, não casou, foi indo do jeito que dava. E aí descobre a esposa depois que é um baita dinheiro só para ela ter acesso aos bens. Mas aí a gente chega nessa fase C, né, que é a utilização dos recursos, né, a
35:02 fase de utilização desse dinheiro que a gente eh eh ganhou ao longo da vida. Geração de renda a partir do patrimônio, força de trabalho já tá mais residual, ela já tá em menor grau. Aqui é o momento onde nós chegamos próximo da aposentadoria. Os custos já podem ser mais previsíveis. plano de saúde, por exemplo, você consegue continuar uma rentabilidade daquilo que já foi acumulado. E quais são essas ameaças que a gente encontra aqui? Redução da força de trabalho, diminuição do salário ou uma aposentadoria limitada, ausência de planejamento, né? Não fez lá atrás, começa a descobrir agora que as coisas são difíceis. Então,
35:49 o que que a gente traz aqui, né, eh, como comentário, que a falta de planejamento na fase, ela vai gerar consequência séria para quem? Pro herdeiro. Putz, aí você entra um um patrimônio que pode ser diluído em inventário caro, disputa, má gestão. E o que que a gente tira de conclusão, né? acumular, quando proteger, quando fazer esse planejamento, quando usufruir com segurança todo esse legado. Então, a gente vai trazer bastante desse cenário e vocês eh na cabecinha de vocês já vai já vai trazendo aqui, opa, para essa fase aqui poderia ser assim, para essa fase poderia ser dessa forma.
36:35 Então vocês vão ver que ainda ainda bem eh que a gente vai estar junto essa semana aqui hoje, amanhã eh falando sobre isso para que na quarta-feira vocês farão cases com base nessas informações. Beleza? Cá. Algum tem alguma alguma pergunta aí no chat? Observações apenas. A Bia colocou assim: "O tio do meu marido morreu, não tinha herdeiros. Os pais também eram falecidos e tinha se separado. Quem recebeu a herança foram os irmãos e ele não tinha inventário. Foi uma dor de cabeça lascada. fazem 3 anos e até hoje eles estão para receber o dinheiro.
37:21 O Ítalo fez um comentário sobre a pobreza não resiste a 14 horas de trabalho e o Lucas colocou que tem muitos já adiantando a doação do patrimônio em vida por conta da nova reforma tributária com alíquotas progressivas. Ser brasileiro não é para qualquer um. É isso aí. Já pensando no tributário mesmo, né, gente? Porque é uma dor de cabeça. Exato. Que é uma dor de cabeça, né? Os custos são elevados, como o Fred mesmo comentou aqui. Então, a gente precisa eh eh entendam, isso aqui não é jeitinho, isso aqui é é é o que de fato a gente precisa fazer. Só que qual que é o problema de tudo isso? É chato, não é? Olha só o slogan que a Bia lançou aqui. Achei muito bom, ó. É caro para viver e para morrer também. Planejamento sucessório é essencial. É por aí. É, é isso aí. É tipo isso. Fala,
38:09 Dan. Ô, Léo, eh, sobre aquela taxa que você comentou do ITCM, eh, tem que envolver advogado para poder fazer essa parte de de pagamento ou de documentação ou e de que maneira que é pago? Se é via banco, tem que fazer no na declaração de posto de renda, alguma coisa do tipo? Eh, ele normalmente você pode eh ter o apoio, né, de um de um advogado para te ajudar nisso, né? Ele vai trazer toda a a parte operacional da coisa. E é basicamente assim, um boletão tu vai lá e paga, não é? Emitido junto a Então é simples. Então é, entendeu? É simples o que eu tô te falando, o boleto, mas o
38:54 operacional disso para fazer sozinho, eu confesso para você que eu não sei o processo. Eu, na minha atual eh, humildade de conhecimento, eu diria: "É muito melhor contratar um advogado." Uhum. Entendi. Porque ele vai saber como fazer eh a a forma, né, que o estado pede. Porque aí eu acredito operacionalmente falando, comparando com um, sei lá, com alguma coisa mais do nosso dia a dia, um crédito imobiliário, por exemplo, quando você adquire um imóvel, depois do registro do contrato, vem os boletos que você paga sobre os impostos. Eu acredito que seja após o registro do inventário. Aí vem aí os,
39:41 né, a parte que você precisa desembolsar. Mas aí o bom mesmo é contratar um advogado. É, eu tava eu tava olhando aqui porque tem uma, na verdade você, eh, eu, eu tava vendo se eu achava aqui algum modelo, porque é uma, é como se fosse uma, sabe, imposto de renda quando você paga, 15%, que você tem que emitir a DARF. É tipo isso, você faz uma declaração de TCMD. Eu tava tentando ver se eu achava um modelo aqui, mas não tem. Eu não não achei aqui. Deixa eu ver se tem alguma. A pergunta é porque teoricamente o esse é o cenário que é deve ser mais o mais tranquilo, né? Porque você tá em vida, você vai fazer a doação. Então teoricamente deveria ser mais tranquilo, né? Mas quem não conhece, né? Todos os
40:27 procedimentos, o ideal seria então envolver o advogado mesmo, né? Aqui, ó, a Bia, que descreveu a situação lá do tio, do esposo dela, colocou assim, ó: "Fazem-se todos os levantamentos dos bens e os herdeiros. Faz o registro do inventário e cada herdeiro paga sobre o que herdou." Aqui, ó. Ó, essa aqui é é o modelo, tá? E não sei se de fato é essa utilizada. Eu peguei só um modelo de imagem aqui na internet, só para que vocês saibam. Eh, é, mas tá bloqueando aqui o troço. Pera aí, vou ver se a gente acha uma outra aqui. Aqui nesse caso que da que a Bia comentou é por conta do que o tio faleceu, certo? Ó, aí eu acho que tem todo esse procedimento, né?
41:14 Ele tá bloqueando aqui porque é desse desse site aqui. Esse site é tipo, mas é uma é uma declaração que você preenche, tá, com as informações. Claro que previamente, como a Beatriz falou, com as informações já de todos os bens que serão transmitidos, se é uma casa, se é um carro, se qualquer coisa que seja, já vai estipulado nessa declaração. Ou seja, além disso, antes dessa parte, você precisa fazer o quê? Entender quais são os bens para que você possa, enfim, declarar aqui, entendeu? É tipo uma analogia super simples aqui, gente. Vendeu ação acima de 20% com ganho. Que que você tem que fazer? você vai lá
42:00 calcular ou o seu contador vai calcular, né, a as eh o qual que foi o teu rendimento, o que que você teve de rendimento. Aí você vai no site lá no Sincalk, Cicalk e vai emitir a DARF no código 6015 e depois você vai no banco e paga DARF. Então são processos, a mesma coisa aqui acima de 20.000, né? É aqui aqui nação acima de 20.000. Exato. Mas só para trazer um exemplo, é super simples aqui para vocês, tá? Para ficar um pouco mais fácil. Beleza? Eh, eu vi aqui, a Beatriz tinha falado dívida também. Dívida também. Se, por exemplo, é uma dívida que não tem nenhum tipo de seguro, né? é uma dívida que não tem nada que possa eh proteger
42:48 em caso de falecimento da pessoa, vai junto, gente. E aí, por exemplo, aquela questão do casamento, se casa em comunhão total de bem, a dívida é de quem fica, né? Se casa em comunhão, eh, separação total, aí, vamos supor, é uma dívida, puxa, de um carro, né, ou um financiamento de carro. é que de casa você tem lá o seguro, né, agora, mas aí a a dívida se vai. Então, por isso que tem essa questão de de escolher ali também o o a forma de de casamento. Beleza? Eh, observações e recadinhos paroquiais. Eh, a Bia complementou, sim. Eh, e dívida também. Ninguém erda dívida, mas pode ser a batida da
43:34 herança, tá? E gente, sobre o material, que tem alguém relatando ali, alguns de vocês, que o material tava diferente, né? Esse material que tá sendo apresentado agora na aula vai ser repassado para vocês quando terminar a aula aqui. Então fiquem tranquilos, tá? Fiquem bem tranquilos que vocês vão receber sim. Pronto, Léo, desculpa aí, era só para fazer um parênteses. Tá tranquila, tá? Eh, é até bom, é até bom que vocês falem que depois a gente sobe o outro material aqui para vocês também, tá? esse material com que tem acho que alguns complementos aqui de slide, tá perfeito? A nível de complemento mesmo, tá? Boas. Então, quando que a gente começa a introduzir esse tipo de assunto, né, com o nosso cliente? Eu acho que primeiro é
44:19 estabelecer o relacionamento, como eu já falei aqui para vocês, né? Eh, então, nessa primeira parte, puxa, a gente vai trabalhar toda aquela parte de conhecimento, né? entender o seu cliente, não vai ser um tipo de conversa que você vai trazer na primeira conversa, né? Você vai eh trazer ali ah a importância de que eh além de especialista em investimento, você também vai planejar o o o vai fazer o planejamento desse cliente patrimonial e sucessório. Você vai trazer a responsabilidade disso, né? né? Então você vai trazer ali um certo ambiente no qual vai gerar confiança, credibilidade e mostra profission profissionalismo de vocês para que o cliente se sinta seguro em compartilhar as informações, porque vocês concordam comigo que esse tipo de
45:05 assunto não é um assunto que o cliente vai se abrir. Nossa, vou te contar tudo aqui, né? E uma conexão também, né, Léo, para que o cliente tenha aí a confiança para abrir o jogo aí conosco, né? Porque muitas vezes nós acabamos sendo inclusive psicólogos dos clientes, né, com relação a vários assuntos. Exatamente. E aí a gente coleta essas informações com base que a gente já tem um certo relacionamento, né, onde você vai precisar reunir esses dados relevantes, como renda, despesa, dívida, investimento, quais são os objetivos do cliente, né, situação familiar, qual é o a o trabalho dele hoje, como é o patrimônio dele hoje, tipo um suitability tradicionalmente
45:51 conhecido. Mas o que que a gente quer com isso? uma fotografia clara de como tá a realidade financeira do nosso cliente. A gente vai fazer o quê com essas informações? Analisar e avaliar a situação financeira desse nosso cliente. Com base nisso que ele passou, a gente vai ter o quê? O que a gente chama de diagnóstico da saúde financeira, que são os gastos versus as receitas, o quanto ele gasta versus o quanto ele ganha. E aí você vai avaliar, né, vai adequar eh o seu cliente aos investimentos, ao que ele quer fazer. você vai trazer um ponto de risco, vai ver se há algum gargalo, se há alguma oportunidade. Aqui nesse momento, você aponta os principais
46:36 eh eh pontos de atenção e vai identificar se o cliente como ele está em relação a esses objetivos, né? se ele tá aderente ou não. Aí a gente, né, vai trazer a o desenvolvimento, vai sentar, vai marcar uma reunião. Mas, pô, Léo, isso aí parece tão simples, né, gente? Não é uma conversa só. Eu diria que cada um desses pontos aqui, ó, eu diria que é uma reunião, porque o relacionamento é o que importa pro teu cliente compartilhar essas informações com vocês. Para que você consiga desenvolver realmente e apresentar essas
47:21 recomendações desse planejamento, você precisa ter este esta esta propriedade com o seu cliente para que aí sim você crie esse plano mais personalizado de acordo com os objetivos dele. Vai sugerir esses ajustes de orçamento, novos ativos, estratégia, se vai se proteger, se vai reduzir custo, se não vai, vai trazer simulações. Então aqui você traz uma proposta mais concreta, né, onde vai ser alinhada com os seus objetivos e que vai fazer com que o seu cliente queira implementar todas as recomendações que você fez para ele. E é comum a gente pegar, nesse caso aqui,
48:08 ah, pessoas que só trabalham com planejamento, só lidam com isso, porque vocês estão vendo que não é um assunto tão simples que resolve em 20 minutos. E aí você tem sempre que revisar a situação do seu cliente. Você tem que sempre recontratar este assunto com ele para que ele esteja ciente do que que tá acontecendo e se eventualmente necessário, mudança de rota, um ajuste, né, de velas aqui do do barco. Essa linha de raciocínio aqui, ela é fundamental para você conversar com seu cliente quando você estiver na frente dele. Com base nessas informações, você
48:54 vai eh eh eh fracionando isso daqui. Eu ia falar descifrando, mas é fracionando isso, né? Então, se vocês estabelecerem assim, quando vocês forem eh estiverem com o cliente de vocês, cada um desses itens aqui, ó, trazer dentro de uma conversa. E ponto importante, a vida como ela é. Vamos lá, vida real. Ah, Léo, não vou ter tempo para falar, tem meta para bater a receita, cap, produto, NPS e mais uma porrada de coisa. Vou ter tempo mesmo. Eu tenho, eu tenho, eu tenho na minha agenda lá que eu preciso falar com 30 clientes no dia. Você acha que eu vou falar? Você acha que eu vou falar disso com o meu cliente? Óbvio que
49:42 não. Mas gente, tenham anotado que vocês têm um negócio chamado CRM, que nem me venho agora como é a tradução disso, mas eu sei que é um negócio onde você bota as informação do teu cliente. Ponto. Isso é um CRM. Hã, onde você anota, onde você registra, faz o registro de contato do seu cliente, vai lá, foi se apresentar pro teu cliente, ó, vai começar a estabelecer e definir o relacionamento com esse cliente. Tá tudo certo? Lembra que eu falei? Fraciona isso aqui, não precisa falar tudo na primeira conversa. É relacionamento, gente, aos que namoram, aos que são casados. Customer relationship. Obrigado, Danilo.
50:28 Perfeito. Maravilha. Tá aqui quem quiser olhar no chat, porque o meu inglês está extremamente enfero. Eh, e só para fazer uma analogia super simples aqui, gente, igual relacionamento, vai tempo, vai dinheiro, vai energia, né? Tem que sair. É mais coisa do teu cliente para falar sobre isso. Beleza? Uma analogia super simples aqui, eh, que que para que faça um pouco mais de sentido para vocês, gente. OK? Claro, até aqui OK para vocês? Maneiro. Alguma dúvida? Beleza. Assim, gente, super tranquilo. A gente, né, vai fazendo essa construção da aula aqui. Eh, Bia, fala aí.
51:20 Minha mão, eu se você tiver falando, tá mudo. Oi, vocês estão me ouvindo? Ah, agora sim, gente. Oi, pode falar. Te ouvimos, Bia. Pode falar. Oi, vocês estão me ouvindo? Sim, estamos ouvindo. Eh, eu queria falar também que às vezes até importante saber o acordo prupicial do cliente em questão de em questão de casamento, porque assim, dependendo do acordo prenopicial, o herdeiro também tem algumas garantias, né? Ordeiro não, cônjuge. Ainda tem algumas garantias que você acaba tendo que que eh resguardar
52:07 também o cliente. Ah, o pacto antinupcial, esse nome é até bonito, né? É a cor do É que eu sou formada em direito também. Aí tem algumas coisinhas que eu sei, eu e eu eu queria muito trabalhar com essa parte de eh sucessão patrimonial. Dá dinheiro, hein? É, então queria bastante. Eu tô pensando ainda ir para esse lado, mas é difícil. É, é, é, é bem é bem é bem complexo, mas assim, é muito legal. É uma área que dá bastante dinheiro, né? Mas você tem que, né, tá atento a tudo isso. Eh, eu só não lembro que você
52:52 falando aqui, eh, existe sim, eu sei que tem, que você resguarda ali, por exemplo, eh, um, vamos supor, um imóvel que obrigatoriamente vai ser eh transferido para aquele filho. É, é, é como se fosse uma obrigatoriedade, tá? Eh, só que isso ele, né, se for dependendo do casamento ali, ah, vamos supor, a comunhão parcial de bens, né? Aí tem um imóvel que é comprado eh pelos me vem muito questão de CFP, né? Porque eh CFP tem essas desculpa, essas mistura familiar assim, essas loucuras, gente. A prova é uma, sério. Eh, aí o o o pai e a mãe tem, o pai tinha um filho de segundo casamento e aí
53:39 eles compraram o imóvel e os dois têm um filho agora. Então eles acordam que esse imóvel que eles compraram juntos vai ficar 100% para o filho do casal. É mais ou menos isso que a Bia tá falando aqui. É como se fosse uma regra já pré-definida. É, às vezes até em questão assim, porque num casamento com separação total de bens, eh, a mulher ela é ela já herda 50% de tudo, mas o acordo pré-nopicial você, a pessoa, os cônjuges conseguem se resguardar de algumas coisas em eventuais separações. Então, por exemplo, você pode redir prénupcial em que mesmo você casando num regime de separação total de bens, vocês conseguem
54:25 dividir os bens em caso de separação, entendeu? ou alguma coisa assim do tipo. E também tem os filhos E também tem os filhos comuns. Então, por exemplo, eh, se eu tenho um filho e aí eu me caso com outra pessoa eventualmente e esse filho e eu tenho um filho com essa outra pessoa, o meu filho ele vai herdar os 25%, caso meu marido faleça, né? Meu filho, ele herda os 25% meu, né? Tipo, ele ele é ele é ardeiro nos meus 50% e nos 50% do meu marido. E por exemplo, o outro filho que se eu tivesse fora do casamento, ele só herdaria sobre a minha parte. Ele não herdaria sobre a parte do meu marido.
55:12 Exatamente. Mas é tudo pré-definido. Ah, eu vi uma frase um dia que era mais ou menos assim: "Ah, mas daí eu não quero que seja dessa forma, então não casa nesse regime, né? Ah, eu não quero que seja 50% dos bens do outro. Então não casa no regime, porque isso aqui é lei e a lei sobressai a tudo. Ah, dá para mudar o regime de casamento? Dá perante lei, perante um juiz que tem que aprovar essa mudança também. Então assim, tem que ver muito bem antes, né, o contrato que você vai estabelecer. Mas muito boa, boa sua, sua contribuição, gente. Obrigado. A partir daqui a Beatriz toca porque ela é advogada. E se vocês também acharem ruim, eu tenho uma advogada agora, a Beatriz, né? Ela vai me defender aqui, Bia, por favor. Brincadeiras à parte. Vamos lá.
56:00 É, gente, eu eu de defesa aqui tô triste. Mulher, dá teus pulos aí. Pessoal vai, pessoal vai cair matando aqui. Vamos lá. Então, como que a gente traz, né? É, eu acho que resume muito a ao que a gente falou aqui, é isso aqui é o diagnóstico, o desenvolvimento, a apresentação, a implementação e a revisão e o acompanhamento. Resume tudo isso que a gente trouxe até aqui, né, nesse slide anterior, só que simplificado dentro dessas informações. Então, salvem muito bem que quando a gente vai fazer um planejamento, precisa passar por estes passos aqui para que esse processo ele se conclua da melhor forma possível, né? eh, da melhor forma, como diria o Misael, para aqueles fãs de TikTok, né? Então, é importante a gente
56:46 entender os objetivos desse planejamento, né? O ponto de partida é entender que a pessoa, o que que ela quer alcançar, né? Independência financeira, aposentadoria, educação dos filhos, compra de bem, imóveis, negócios, enfim. E você traz com isso a proteção desse patrimônio frente aos riscos pessoais, profissionais e familiares. E gente, por que que isso vai importar, né? Porque os objetivos eles definem as estratégias a serem adotadas dentro desse planejamento. Criação de holding, trush, seguro, alocação. E a gente vai ver isso aqui ali na frente. A gente vai compreender dentro dessa análise as entradas e saídas de recurso, renda ativa, renda passiva, gastos fixos, gastos variáveis, quando
57:32 tem superavit, quando tem déficit dentro do mês, porque sem o controle do fluxo não tem como acumular patrimônio, nem planejar a locação. Então, a gente precisa dentro disso estimar a necessidade de liquidez para definir reserva, certo? E junto a isso, a gente faz o que a gente chama de gestão de dívida, né, que é entender o passivo total dividido pelo ativo total, que avalia quanto do patrimônio está comprometido com alguma obrigação. Por exemplo, dívida bancária, financiamento, que a Beatriz tinha falado lá lá anteriormente. Ah, as dívidas vão também, tá aí, ó, gestão de dívida, banco, financiamento, empréstimo. A gente vai trazer o quê? Um comparativo
58:18 entre ativos acumulados, o tamanho desses passivos, porque uma estrutura patrimonial saudável, ela vai exigir de vocês que o passivo seja proporcional e controlável frente ao ativo. É uma gestão eficiente de dívida que vai reduzir os custos sucessórios e garantir a proteção desses herdeiros. Ó lá, ó, falamos, Thiago Negro, tá aí, ó, reserva de emergência, né? Um assunto extremamente falado. Fundo líquido para imprevisto, demissão, doença. Isso aqui é o que a gente gosta de falar com o nosso cliente. Só que a gente fala normalmente só sobre isso. Esquece todo o resto. Custo de oportunidade, avaliar se manter grande reserva em liquidez prejudica a
59:05 rentabilidade no longo prazo. Para que isso, Léo? porque protege contra a necessidade de vender algum ativo importante em momento que não seja favorável. Quem nunca, né? Aquela frase: "Vendi o carro para quitar as dívida, fiquei sem carro e fiquei com as dívidas", né? Precisou se desfazer de um ativo para quitar alguma alguma dívida que tinha, né? Precisou vender o carro ali para quitar aquela aquela dívida que ele tinha. Então, é como se fosse a base da preservação do patrimônio. E o que que a gente avalia? Ou a Ô, Léo, só para complementar, perdão, ou aliena, né, também o a como garantia ali, né, o imóvel, o veículo, aí gera uma gana. É, não tem
59:53 mais exatamente, vai, pô, tá alienada a dívida, né? Precisa que tá. Então é entender isso, né? Se esse imóvel que está alienado e tem essa dívida que foi contraída, se o cônjuge vai conseguir pagar essa dívida ao longo do tempo. Imagina, casal comprou uma casa, aí o marido queria jogar cassino, foi lá, tomou um crédito, alienou bem, né? Convenceu a esposa a assinar. gastou tudo dinheiro em cassino. Será que vai conseguir honrar com essa dívida? Gente, eu trago alguns exemplos aqui, né, para fazer a gente pensar
1:00:38 mesmo, para puxa, e aí será que conseguiria pagar? Então você vai antever isso, ó, quer jogar em jogo, joga, mas não aliena teu imóvel, entendeu? Tipo isso, né? Não, que a gente vai incentivar, por favor. É só um exemplo hipotético aqui, por favor. Tá? Amanhã vocês falam: "Pô, L tava falando lá na aula lá que eu tenho que incentivar meu cliente a jogar no cassino, pelo amor de Deus". Aí aqui a gente começa a entender, né, um pouco desses pontos relevantes que eh profissão, estado civil, quem que é o provedor da casa, se tem independente quanto, tem recurso aqui, tem recurso no mercado, vão afetar diretamente a estrutura do planejamento, né?
1:01:23 Se as profissões elas possuem risco, exige proteção jurídica, tem que ter algum seguro adequado para isso. Casamento, comunhão parcial, universal vai afetar a partilha dos bens. Quando a gente fala de ser único provedor, né, existe, tem que ter um plano de sucessão mais robusto, porque é a única pessoa que provém dinheiro na casa. Quem são os dependentes? Você tem educação, precisa de algum seguro educacional para garantir a educação dos filhos, saúde, moradia, a casa tá financiada, precisa ter um um seguro que venha quitar essa casa se eventualmente você partir aqui. Esses dados, gente, nos ajudam a personalizar a
1:02:09 estratégia, né? Se a gente consegue fomentar com o nosso cliente isso que ele quer, esses objetivos. E os projetos eles entram na parte assim, me fala aí, ô Jonathan, que você quer fazer tua vida? Você quer comprar uma empresa? Você quer mudar de país? Esses dois dados que eu trouxe aqui, comprar uma empresa mudar de país, exigem planejamentos totalmente diferentes. Abertura de trush, abertura de offshore, mudança na estrutura familiar, casou, teve filho, teve mais um filho, mais um filho. Cada projeto vai trazer algum tipo de risco, algum impacto tributário, jurídico, financeiro. E com esse planejamento a
1:02:55 gente faz o quê? antecipa e protege o patrimônio evitando prejuízos no futuro. Ponto. Você será que entendendo isso hoje? Eu já ganhei a vida. Amanhã vocês chegam lá pros colegas de trabalho de vocês já começa a falar: "Sabia que planejamento patrimonial ele serve para antecipar e proteger o nosso patrimônio. Um pouquinho, como é? Acho que alguém tava com o microfone aberto aí, gente. Não tô. Eu ia comentar que o pessoal tá rindo aqui do do tigrinho e do bebê reborn que vai ficar com quem? Gente, isso aí, isso aí tá dando briga.
1:03:40 Vocês cuidem, vocês cuida. Esse assunto aí tá dando briga. E aqui a gente coloca, né, eh, alguns pontos que é legal de a gente falar. Quem nunca viu aqui disputa entre herdeiro? não, na boa. Comum, né? Ei, não teve aí um caso que deixaram lá se meses o corpo do homem na cama só para receber benefício? Se é verdade, se é verdade ou não, eu não sei. Eu ouvi essa notícia. Foi lá no Rio aconteceu isso da mesma história do tio Paulo lá, né? Da da mesma série. É o segundo capítulo da
1:04:26 série, né? É o tipo de coisa que a gente vê, gente, Brasil. E aí você vem dizer que, ah, eu nunca vi uma disputa entre herdeiro. Au, imagina, isso é mais comum do que vocês imaginam. Eu não vou muito longe. Tinha um um conhecido, né? A gente era muito amigo, a gente fez algumas alguns cursos educacionais juntos muito tempo atrás. E a família dele sempre foi muito bem de vida, assim, né? Sempre teve bastante patrimônio e tudo. Eh, e aí eu adoro minha mãe porque ela é bem fofoqueira assim, né? Aí eu falo: "Mãe, tem alguma atualização aí para me passar?" Aí eu vou lá, ela me fala: "Você não sabe? Você lembra do fulano? Nossa, saiu no
1:05:14 tapa com a irmã dele lá, fulana, por depois que, né, o o o os pais deles, o querido, faleceu, nossa, estavam brigando lá por questão de quem quer ficar com o imóvel, quem quer ficar com a casa de não sei aonde. Falei: "Não, brinca". Ela falou: "Verdade, tavam brigando". Então, assim, é muito comum a gente encontrar essas essas brigas, né, familiares por questão eh eh de herança, quem vai ficar com dinheiro, né? Então, é é evitar esse tipo de coisa, é você garantir a continuidade dos negócios familiares, né? Você vai trazer suporte financeiro e proteção para aqueles que dependem do do provedor da
1:05:59 casa. Vai garantir que esse patrimônio se permaneça sempre vivo, né? vai garantir que essa transferência seja conforme a vontade. E o principal ponto aqui também, minimizando custos legais e tributários. Vamos dar uma olhada. Alguma dúvida até aqui? Diva, divisora, divisora de informações variadas aleias. Olha el melhor. Muito bom. Minha mãe é uma diva, né? Divisora de informações variadas alias. Nossa, vou falar isso para ela. Muito bom, gente. Tá, vamos começar a entender um
1:06:46 pouquinho agora do que são esses veículos, tá? Offshore é um nome bem comum dado a empresas e contas bancárias abertas em territórios onde há menor tributação para fins lícitos. Lembrem-se sempre, um offshore, ela é uma empresa estabelecida em um país fora com o propósito de gerenciar os ativos e realizar algum tipo de investimento. Eh, esse offshore significa ele fora da costa, né? ou seja, fora do país. Então, assim, é qualquer empresa que seja constituída fora do Brasil, ela vai ser considerada uma
1:07:32 offshore. Então, essas offshores, elas são constituídas eh tipo isso, Minda, lembra muito isso, né, em paraíso fiscal, onde tem menor tributação ou quase nada. Então, elas são constituídas em jurisdições que oferecem essas vantagens fiscais e regulatórias, que são os paraísos fiscais, como a gente falou, o custo de uma offshore, ele varia entre 2 a 5.000 inicialmente. E aí você tem os custos de
1:08:18 manutenção que vão variar aí a partir de 1.000. Então não é um mecanismo eh para mim que sou um mero mortal, talvez para vocês que tenham posses e paraa Karine que tem muita posse, faça sentido uma offshore. Lembram da questão de tributação, pagar menos tributo? Então a gente vai fazer o quê? Uma proteção patrimonial. onde onde a gente vai manter os investimentos através da soft, onde a gente vai contar com essa barreira legal. Não é jeitinho, é uma barreira legal, uma vez que os ativos estão em nome da PJ e não da PF. Então você vai fazer investimento em outro país, você vai diversificar o
1:09:03 risco, vai acessar a economia mais estáveis, uma moeda mais forte, conta com uma confidencialidade de outra jurisdição. A offshore e ela evita impostos juntamente com a burocracia do processo de sucessão. Normalmente o como a acho que foi a Bia colocou aqui o exemplo, né, de um tio que faleceu lá, que tá há 3 anos e não recebeu ainda. É isso. São 3 anos. No offshore, você leva ali 3 dias para ser realizado. Você tem a economia tributária, proteção contra aquele imposto de sucessão ITCMD, que vai variar de 4 a 8%. Não vai precisar pagar. Então ela tem um custo mais elevado, mas ela acaba sendo muito
1:09:50 benéfica nessa questão de ITCMD. Por quê? Se você tem lá um uma PJ, você vai ter pessoas dentro dessa PJ. Então, a partir do momento em que uma falece, automaticamente o percentual dessa pessoa vai para as outras pessoas. Aí existe, né, vamos imaginar aqui num processo eh tradicional eh tá, mas e quem que compra a partir dessa pessoa? Pode ser que, né, existam, aí você tem uma outra parte que daí a gente entra numa PJ brasileira, mas só para antecipar um ponto lá de seguro, existe um seguro que a empresa faz para garantir que se algum dois sócios vier a falecer, o dinheiro desse seguro cumpre a parte do finado para não precisar ir
1:10:37 pra família, para não precisar gerar nenhuma nenhum problema em relação a PJ. Mas nesse caso aqui, o percentual da pessoa do do finado vai automaticamente paraas outras pessoas. Ficou claro? A medida que for surgindo dúvidas, vocês vão trazendo aqui para nós. Uma outra opção é a trust. Oi, quem falou? Fred, nessa questão da offshore ali, quando o cara morre, vai direto para os outros. para as outras pessoas. Quem tem direito, isso aí é como se fosse eh eh repassado o percentual dessa pessoa que faleceu pros outros. Ele é distribuído.
1:11:24 Ah, sim. Ele é distribuído, melhor dizendo, a palavra certa, ele é distribuído o percentual. E professor, aí no caso dessa offshore lá dentro, ele bota ele o e quem ele quiser que tenha o direito de sucessão, no caso, os filhos, esposa, tudo lá dentro dessa. Exatamente. Tudo lá dentro. sócio, no caso, como um sócio. Exatamente. Porque é uma PJ, então é sócio. Exatamente. E acontece de ser não só familiares, pode ser outras pessoas, pode, não tem problema. Não tem problema. Quem quem ele quiser ali colocar dentro dessa dessa sociedade, podemos dizer assim, vai fazer parte dessa dessa associação. Entendi. Eh, uma assessoria, sim. Toda essa parte que vocês comentaram aqui no chat, né? o
1:12:11 custo advocatício ali, né, eh, pra assessoria disso é é mais alto, não é um um trabalho simples, não é um negócio tão tão simples, né? Então, realmente você tem que ter bastante grana para fazer, né, para constituir a PJ e para ter alguém que vai te ajudar nisso. Então, você também precisa de de dinheiro para isso acontecer. Já trush, ela é uma estrutura de planejamento eh no qual os bens são administrados por um terceiro. Prestem bem atenção nisso, em favor de um ou mais beneficiários. É como se o proprietário ele contratasse um serviço de gestão dos seus bens até que os familiares e ou beneficiários
1:12:57 recebam esses bens no futuro. Esse esse modelo como fosse uma carteira administrada ali. Tem tem vocês, gente, vocês vão lembrar de várias coisas. Vocês vão lembrar que parece um fundo de investimento, vocês vão lembrar que parece uma carteira administrada, vai parecer várias coisas, tá? Parece, realmente, lembra bastante. Uhum. aqui no chat, o Francisco tá tá comentando que uma boa assessoria jurídica também é bem custosa para uma offshore, tem que ter muita grana mesmo. E o Felipe comentou que a partir de 5 milhas é interessante a offshore. Não sei se tu tem algum comentário sobre isso, Léo. É assim, eh, tem essa questão de, né, a partir de tantos valores, eu acho que OK
1:13:44 a gente pensar assim, né, eh, a partir de 5, 10 milhões já começa a pensar em fazer uma offshore. é 5 milhões, se não tem tanto ativo, né, e físico, pode ser que uma offshore seja favorável ou até mesmo uma holding, mas aí vai depender muito do caso. O ponto importante é que vocês anotem aqui, não tem como eu dizer exatamente qual é a melhor. É muito importante que vocês saibam disso. Não tem como eu dizer que pra Karine é melhor eh a holding e que pro Danilo também. Não, eu não sei, eu não falei com eles, eu não sei quais são os projetos, não sei quais são os ativos que eles têm, qual é a família. Então, não tem como dizer qual é a melhor. Lembra das aulas, gente, que eu que eu
1:14:30 passei com vocês? Depende, tudo depende. Aqui o Léo tá expondo ferramentas e aí depende de qual ferramenta que é interessante pro cliente para resolver a dor dele naquele momento. Para cada dor existe um remédio. Então, às vezes pode ser que caiba para todos nós aqui uma trust, mas pode ser que para alguns seja mais vantajoso uma holding, depende, tá? Então não é receita de bolo, como eu gosto de dizer, porque cada caso é um caso, é bem personalizado mesmo nesse momento, né? E como é algo que custa, hum, precisa ser bem pensado e bem planejado primeiro. Então é interessante analisar bem isso, tudo isso que o Léo falou agora é é o essencial. analisa bem, entende o momento do cliente para
1:15:16 ver qual ferramenta que resolve o problema dele naquele momento. Esse formato aqui de trusth, ele eh nasceu, na verdade, lá na Inglaterra, lá na época das cruzadas, né, quando o cavalheiro, né, o o proprietário da terra, ele precisava partir para alguma guerra, ele deixava as suas terras eh ao cuidado de outro cavaleiro que não iria pra guerra, nomeado pelo rei, que cuidava do patrimônio em benefício do proprietário e da sua família família. Então isso é lá de muito tempo que nasceram essas trustes e hoje é um mecanismo que a gente utiliza para para essa sucessão aqui. Então eles são
1:16:04 esses instrumentos de gestão patrimonial, né? Eles vão organizar os bens para que o beneficiário eles possam utilizá-los no futuro sem a necessidade de um inventário. Então, o proprietário do patrimônio, ele vai decidir que tipo de acesso os beneficiários terão a esses bens. Então ele vai poder definir que a partir de determinada idade seus filhos receberão imóveis, vão receber as aplicações financeiras, eh os ativos, né, enfim, tudo que ele tenha direito. Então, o entendimento ele não fica pro parte dos especialistas aqui. É, é para que vocês saibam que há essa possibilidade, né? Eh, eh, a gente vai falar um pouco menos disso, é menos utilizado aqui no Brasil a Trust,
1:16:50 mas é para que vocês saibam sobre o que falar com o cliente em vocês e principalmente saibam a quem recorrer na hora de atender o cliente de vocês. E dentro dessa estrutura, nós temos alguns nomes, né? Eh, o setl setlor, que é quem vai determinar as regras paraa transferência dos bens na etapa inicial de formação do trust. O trust, que vai ser pessoa física, pessoa jurídica, é quem vai administrar os bens em favor dos beneficiários e por fim o beneficiário, né, que vai usufruir o bem aportado no trche. Entenderam?
1:17:37 Ficou claro? Ficou, professor. Ótimo. Alguma pergunta até aqui? Nesse caso aí é um contrato, é tipo de serviço, professor. A gente contrata ali aquele agente fiduciário, aí tem a questão da gente dar autonomia total para ele ou ou não, ou assim semeia eh metade de metade ou qualquer decisão que o fido doário eh ven a tomar, ele me consulte primeiro. Tem essas questões. Eh, na verdade ele só vai fazer a administração, ele não toma a decisão, né? Então o trash que vai ser aquela aquele responsável, ele só vai cuidar, vai manter, né, fazer o ajuste ali,
1:18:24 entender se há necessidade de alguma mudança para que ele possa falar com o setlore que vai podemos fazer essa mudança. Uhum. Porque entenda assim que é como se fosse eh, ó, eu não quero fazer a gestão desses ativos aqui. Eh, eu vou deixar esses ativos pro Danilo, meu filho. Só que eu quero que você administre até ele ter 18 anos e e que a cláusula de para ele ter o direito a esses bens é a formação da faculdade. Então, ele vai cuidando. Então, sim, é como se fosse um contrato de negócio. Entendi. E aqui você tem honorários advoca advocatícios, você tem a administração também disso
1:19:09 aí. Você tem lá anuidades, né, que variam $.000, $ 4.000. E aí você pode ter, puxa, vai de 10 a 15.000, né, para para você ter. E e então assim, é um valor mais alto. E aí eu pergunto, eu vos pergunto, vale a pena para quem tem menos do que vai 5, 10 milhões ali, como foi comentado aqui anteriormente? Aqui você já entra numa linha de precisa ter um patrimônio. Ah, é obrigatório. Se o
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