0:03 Cadê o Frederico? Federico, você fala alguma coisa. Eu fazer uma pergunta mesmo. Pode fazer. [Música] Eh, não, mas eu, na verdade, ia perguntar uma coisa bem simples. Faz tempo que eu não mexo com tesouro direto. É, a plataforma de investimentos do Tesouro Direto, ela dá para fazer por meio de na época que eu fiz, eu poderia fazer tanto pelo banco quanto pelo pelo site quanto pelo site do Tesouro Direito, tesouro Tesouro Direto. Ainda pode ser feito assim? Pode, você pode acessar tanto pela
0:49 corretora, né, lá do banco, diretamente, quanto pelo site. Eu particularmente, eu particularmente acho mais fácil direto pela corretora do que pelo site. Mas em termos de acompanhamento para você verificar ali os detalhes da aplicação, aí ele vai muito de corretora para corretora. Muitas elas não apresentam todos os detalhes que são necessários, por exemplo, porque você sabe que a cada porte que você faz eh é uma nova fração de um título que você compra. Então ele meio que fica num saco diferente, vamos dizer assim, né? Então tem corretora que te apresenta o valor total que você tem aplicado. Vamos supor, você faz a corte no tesouro celico 2031 todos os meses, cada um desses aportes ele é separado.
1:35 Então ele vai ter uma taxa diferente, ele vai ter um prazo diferente. Então tem corretora que não te mostra separadamente cada um desses apostos. Você só consegue visualizar na hora de você solicitar o resgate, né? Então isso muda muito de corretora para corretora essa forma da visualização das aplicações que você tem. Eh, e tem algumas que também não te deixa escolher qual daqueles aplicações que você fez, que você quer resgatar. Quando você vai fazer pelo site de Inver, tem como você fazer isso. Você consegue visualizar a rentabilidade individual de cada um dos aportes, sabe? Ah, tem como você selecionar cada um deles. Cada se você investe mais de uma corretora, por exemplo, por lá, você tem uma visualização consolidada. Então, em termos de
2:21 acompanhamento da da rentabilidade, acompanhamento daquilo que você tem aplicado pelo site do direto, eu acho mais intuitivo, mais fácil que é a área logada ali do investidor do que pela corretora. Isso sim, um complemento. Dá para mim usar eh o tesouro LFT, o tesouro Selic, no caso, para a título de todo mês se eu precisar tirar alguma coisa? Dá para usar legal, né? Dá, dá tranquilo, não tem problema nenhum. Ah, o o tesouro celos eles são liquidez diária, né? Vocês sabem que todos eles são de liquidez diária. Pode resgatar a
3:06 qualquer momento. A questão é, com exceção do tesouro celi, todos eles têm uma marcação ao mercado mais acentuada. você sente mais que você resgatar antecipado. Você pode resgatar igual se estudaran, vocês podem resgatar com com ágil ou desáil. No caso do tesouro e o selque, você não sente essa marcação mercada. Na verdade, ele tem bem pouquinho, você vê ali só basicamente nos primeiros dias, tá? Então, ah, você vê uma oscilação negativa, talvez do valor ali que você cortou no segundo dia até no terceiro dia de aposto, mas depois ele se ajusta e segue só subindo aí a rentabilidade gradativamente. Você pode resgatar que não vai ter problema nenhum eh em termos de resgate com prejuízo, só nos outros. Aí a gente tá fazendo préfixado, não é? É assim, é coisa de mais de 2
3:54 milhões. Eh, e eu faço parte da comissão aqui e eu achei melhor tirar tinha um dinheiro investido em uma em um fundo que o prazo de carência terminou esse mês e um fundo de NTNB que eu fui olhar, fui olhar o índice sharp dele tava dando negativo. Aí eu falei que era melhor tirar esse dinheiro porque o rendimento ele tava rendendo, mas não tava pagando pelo risco porque a gente tava tomando. Tá. Mas aí quando você fala de você não pode analisar uma coisa só, né? Não é só um fator que você vai analisar. Tem que
4:40 analisar o fundo como todo, não olhando só. Sim, mas esse era o índice, esse era o o índice sharp era o único que tava dando negativo. E eu também já queria tirar daquele banco. Aí você já tava com viés, né? Já tava com Já tava com viés também. Aí eu, aí eu falei pro pessoal aqui, ó, vamos, mas a gente pode até deixar no banco mesmo, não vai ter problema. Só vamos achar um outro, um outro lugar para colocar, tipo, e vai ser até na mesma classe. Estava nob fixado, colocar no tesouro
5:27 Selic até os juros baixar, começar a baixar. É, aí eu não vou te dizer se p uma boa escolha você precisa dar um todos os detalhes, enfim. Aí você você já que não é só Sim, sim. Obrigada. Bom, o Léo, foi nada. O Léo tá por aí. Léo, é contigo. Microfone tá desligado, Léo. Desligar. Tá igual na aula passada. Tá para ver nada. Não ouvindo nada. Você deve ter conectado esse negócio errado, Léo.
6:14 Igual eu falei para vocês aquela aula passada que eu sir com o microfone tava do jeitinho do Léo. Aí também eu tive que ir pro celular. Ninguém tá te ouvindo, ó. Nós estamos te ouvindo ainda, Léo. Que loucura. Agora tá funcionando. Agora foi. Não tá saindo de novo. Mexer. Agora parou de novo. Parou de novo, Léo. É, é o cabo aí que esse negócio que tá que você abaixou. Foi bem que loucura que você falou.
6:59 Saiu de novo. É o cabo que tá quebrado. Foi providencial. Desisti de sair áudio aqui pelo computador. Tô até pelo celular. Hoje não corre. Entrei direto, mas eu acho que alguma configuração do Teams, porque não, eu no computador mesmo eu faço o teste, ele tá reconhecendo o áudio dos três microfones que eu uso aqui. Só no aplicativo final. Ele reconhece, ele puxa só no micro, só no aplicativo final. Ah, agora acho que sim, né? Agora deu. É a mandiga do Fred. Ele tá falando que meu fone tá quebrado e acho que ele tem razão. Não, tá doido. Esse fone vai ter
7:46 que ir fora. Que pena. Eu gosto muito dele. Ou eu tava lá na turma B, eu fui lá dar um oi pro pessoal lá. Ah, é, né? Eu entrei no link errado sem querer. Vou falar nada não. Que me falaram que você trocou de turma sem querer, aí deixaram você aqui. De forma alguma. De forma alguma. Vocês estão bonzinho? Beleza, então. Tá bom. Tranquilo. Já tiraram suas dúvidas? Já, já. Ótimo. Vamos lá, gente. Alguém tem algum alguma dúvida, algum desconforto? Quer trazer alguma coisa da aula? Como é que que vocês achar acharam da aula de
8:32 ontem? OK. Muito chato. Bom, eu vi gente postando lá me marcando, falando que era o tema que mais gostava. Foi bem interessante porque assunto novo, né, cara? Bem interessante, bem diferente do que a gente comumente está vendo. Então, foi bem importante. Que bom. Fico feliz. Vamos lá, então. Aí, ó. Boa. Vejam se já tá aparecendo para vocês a nossa a nossa tela de de hoje, hein, Léo? Sim. Perguntinho básica. Você você teve acesso aos dados econômicos de hoje? Cara, vou te falar, hoje eu tava tão ferrado, tão ferrado, que eu vou abrir
9:19 meu coração para vocês. Eu nem vi mercado hoje, gente. Tipo, notícia assim, não vi. Não vi. Não posso mentir para vocês. Eu eu eu tava realmente eh a vida do trader, né, gerando o negócio hoje. Hoje eu tava boletando. Teve até uma festinha de aniversário lá. Falei assim: "Putz, hoje eu vou participar, né? Vou comer alguma coisa". Gente, era 4 horas, não tinha parado ainda. Graças a Deus. Então tá bom. Sinal que, né? Tá rolando coisa. Bora, meu povo. 10 ou 20:10 6 e ônibus. Ah, vamos para mais uma continuação da nossa aula de ontem, né? Vamos falar de alguns pontos aqui
10:04 importantes. Vamos dar sequência a essa nossa aula de sucessão patrimonial. A gente vai trabalhar um pouco mais na parte de preve, né? Eh, vamos trabalhar um pouquinho mais, realmente entender como isso funciona, como que a gente pode fazer e lá no final a gente traz eh um casezinho legal aí paraa gente poder eh trabalhar e preparar vocês paraa aula de amanhã, né? Que a aula de amanhã é é de case, ou seja, vocês vão montar esses cases. Então, é importante que vocês estejam preparados e saibam pelo menos dar o direcionamento, aquilo que eu falei, né? A gente trabalhou muito ontem. Ah, eh, preciso obrigatoriamente saber muito sobre holding, sobre, eh, offshore, aquilo que eu falei, nem que você não saiba, o importante é você saber alguém que sabe. Beleza? A tela tá tá compartilhando, né,
10:51 cara? Tá, sim. Ótimo. Então, bora, gente. Então, eh, o que que é esse planejamento sucessório, né, então, que a gente começa a a introduzir aqui agora? Eh, eu diria que é aquele conjunto de ações e de pessoas, de famílias que realiza eh é realizado, né, em vida para quê? para organizar, para proteger, para otimizar tudo que for de de de controle do patrimônio, seja ele financeiro, eh empresarial, imobiliário. Qual que quais são os principais objetivos, né, quando a gente olha para uma sucessão patrimonial da melhor forma, né? Eh, evitar algum tipo
11:39 de perca ou por má gestão ou por algum tipo de imprevisto, uma falência, um divórcio, dívida. é uma forma que a gente tem pro nosso cliente de blindar o nosso patrimônio contra algum tipo de risco jurídico, risco financeiro. Entendam que quando a gente fala risco jurídico, a gente trabalha ali uma parte de empresa, por exemplo, puxa, uma empresa que enfrentou uma ação e que ela vai ter que eh liquidar os ativos para honrar com esse processo que eventualmente ela teve, né? Então você eh eh trabalha assim todas as possibilidades. É uma forma de você organizar esses ativos que você tem ou que o seu cliente tem, né, sobre uma estrutura mais eficiente, como a gente viu ontem, a holding familiar, a
12:26 trust, né, com olhar mais para seguro, é a gente planejar esse futuro do nosso cliente com mais clareza, vai trazer mais segurança e o principal que a gente falou ontem, vai reduzir custo operacional e tributário. Então, é importante quando a gente olha a diferença do planejamento patrimonial e do sucessório, né? Eh, a gente pega um um o a parte do tempo, né? Que o planejamento patrimonial a gente vai fazer durante a vida do titular e o planejamento sucessório a gente vai fazer após o falecimento desse titular. Os principais pontos que a gente traz aqui eh são as finalidades de cada um dele. Eh, o planejamento patrimonial, a gente vai trabalhar com a organização, a
13:12 proteção desse patrimônio e o planejamento sucessório. E a gente vai fazer com que a transmissão desse patrimônio seja da melhor forma possível. Ah, Léo, então eu tenho que trabalhar que eh esses dois temas eles são distintos, são temas eh eh sem correlação, não tá? Eu diria que um é complemento do outro. Eles andam muito juntos. A diferença é que se perde no meio do caminho entre nossos clientes entender o que que é o planejamento patrimonial, o que que é o planejamento sucessório. Ontem nós tivemos uma uma dívida, uma dúvida muito legal aqui. E gente, por incrça que parível, por incrível que pareça, hoje eu peguei um caso exatamente desse case
13:59 de ontem. Algum de vocês perguntou: "Léo, qual que é melhor, previdência ou seguro?" E aí eu respondi: "São fins diferentes que você tem aqui, são propósitos diferentes. E hoje eu tive um especialista meu, cujo qual o seu cliente contratou um planejador financeiro e esse cliente ele já tinha uma previdência no banco, o que o fim foi meio ruim porque ele tirou o dinheiro de lá. Só que esse planejador financeiro, ele achou que a cobertura da pollice não fazia sentido, dado que o cliente já tinha uma previdência.
14:47 Tá tudo errado. Aí o cliente ele achou que tinha sido enganado, que tinham empurrado um seguro para ele e ele não queria ter os dois. Lembram que que a que a dúvida ontem foi: "Ah, mas a a previdência ela não entra como um seguro? Lá no finalzinho, se o cliente tem uma previdência, ela pode entrar. Mas a finalidade dela não é ser um seguro. E aí a gente tá aqui para preparar vocês nesse sentido de entendimento de cada um desses itens para que a gente não não chegue lá na frente e cometa essa gaf de que ah,
15:33 porque tem um seguro, não precisa de prévio ou porque tem prévio não precisa de seguro. Já o foco de cada uma delas, o planejamento patrimonial é proteção do patrimônio. Você vai proteger esse patrimônio e o planejamento sucessório, ele vai fazer o quê? que cada um dos herdeiros tenham o seu devido direito na partilha, que cada um desses herdeiros possa usufruir da sua parte legal, né, da sua parte por direito. E aqui eu não tô falando de que, ah, porque tem um filho que não vai ficar com patrimônio. O que a gente tá falando aqui é de
16:20 lei, é um herdeiro legal. Ele tem por lei direito ao patrimônio. E aí, lembram que a gente comentou ontem? Quem não conhece uma história ou, né, conhece um amigo que tem uma história de uma família que brigou por questão de patrimônio, no planejamento sucessório, você vai fazer com que não tem essas brigas, que você consiga fazer que as pessoas tenham o seu direito, porque o meu direito ele vai até onde começa o direito do outro. E nas no planejamento sucessório, você precisa entender quem tem direito e quem não tem, ou quantos têm direito e quantos
17:08 não tem. para trazer um um exemplo aqui, exemplo bem prático mesmo. Eh, imaginem assim, um empresário com vários imóveis, participação societária, investimento, né, aplicações financeiras. Este, esta pessoa, ela pode criar uma holding para centralizar os bens dela. Ela pode adquirir um seguro de vida e uma previdência privada para fins sucessórios. fazer acordo de acionistas com os filhos, definindo regra clara de participação. Com isso, ele consegue o quê? Reduzir custos, riscos de penhora, litígio
17:55 futuro. Agora, se esse, se essa pessoa, se esse teu cliente ele não tiver esse planejamento, a gente pode ter herdeiro brigando por participação nas empresas ou nos imóveis. O patrimônio vai ser dilapidado em processos trabalhistas, divórcio, disputas judiciais, pode haver perda de valor por má administração ou até mesmo uma venda forçada dos bens para pagar algum tipo de tributo ou inventário, que a gente viu ontem e falamos que não é barato. Então, para recapitular um pouquinho do que a gente falou hoje, o planejamento sucessório junto ao planejamento patrimonial, ele vai evitar conflito, vai evitar custo, vai evitar burocracia. Quando alguém falece sem esse plano
18:41 sucessório, o patrimônio vai entrar automaticamente no processo de inventário. E a gente falou ontem, prazo médio, médio, prazo mínimo aqui no Brasil de 6 meses. Mas a gente teve caso de vocês aqui ontem falando que 3 anos e não tinham recebido aí recebido ainda os valores. é caro de 10, 20% do patrimônio com ITCMD, taxa judicial, cartório, advogado. Catrine, nós temos uma advogada e se você me provocar, eu tenho uma advogada nessa turma aqui, ela vai me defender, tá? Ontem a gente descobriu isso, ela falou pra gente que dos custos, que é muito caro aqui esse tipo de
19:27 processo e vamos ser sincero, né? É extremamente estressante. É muito ruim ter que fazer isso. Ou vai ter expor os herdeiros, disputas, congelamento de conta, de bens. Muito interessante para todo mundo, né? Exatamente. Perfeito. Então, a gente traz aqui um pouco das soluções que evitam, né, esse tipo de problema, a previdência privada, o seguro de vida, que não vão entrar em inventário, tem liquidez rápida, são isentos de impostos de renda em vários estados aqui do Brasil. Podemos fazer o que a gente falou ontem, a doação em vida vai permitir você transferir esses
20:12 bens com regra, cláusula de uso fruto, como a gente falou, a holding, o testamento, que vai definir previamente já quem vai ardar o quê, vai evitar esses conflitos, as trusts no exterior que vão proteger o patrimônio, garantindo uma associação automática. Então, lembrem, quem não faz planejamento sucessório em vida vai terceirizar a decisão do seu patrimônio para o Estado e o Estado não conhece a tua família, então tanto faz. Então, eh, o que é legal a gente pensar é assim que, gente, todo cliente que acumulou um patrimônio, né, o cliente que tem muito dinheiro ao longo da vida,
20:59 ele precisa dessa estratégia que vai preservar o legado dele. E o papel de vocês aqui é antecipar problemas, proteger algum tipo de relação familiar, otimizar valor dado. Se ele não tiver, vai perder tempo, dinheiro, harmonia da família. Beleza? Então, só para recapitular um pouco do que a gente falou aqui, das da importância de tudo aquilo que a gente comentou aqui, né? A gente falou bastante de seguro de vida e eu acho que é importante a gente trazer um pouco aqui do seguro ainda, porque o seguro quando bem estruturado, ele é uma das ferramentas mais poderosas e acessíveis que a gente tem aqui para garantir a liquidez, eh, a agilidade na proteção no
21:47 processo sucessório. Ele não vai substituir o inventário, mas ele complementa e facilita muito o acesso, principalmente no curto prazo, porque o pagamento da indenização costuma ocorrer em no máximo 30 dias após o envio de toda a documentação. Tem casos aí que a seguradora libera o recurso 10 dias, né? Enquanto você vai pegar cotas de imóveis, investimentos, vão ficar bloqueados no inventário. Por que que a gente falou ontem, né? Poxa, tem gente que fica no processo de inventário durante anos porque falta capital, o custo é muito caro e esses ativos eles ficam bloqueados. Só para contar uma história aqui de vida real. Eh, na época que eu trabalhava na
22:32 agência, eu tive uma uma o falecimento de uma cliente e a filha tinha acesso à conta, mas ela não era cotitular, mas ela tinha acesso à conta. Tipo, a Catrina, minha mãe, aí eu tinha acesso à conta, tinha os cartões, eu, né, ia lá sacar, a mãe veio a falecer, a filha foi lá e começou a utilizar o dinheiro da conta, claro, né, custos, etc e tal. Ela teve que devolver o recurso, ela teve que devolver o dinheiro pra conta, porque ela utilizou o dinheiro de uma pessoa falecida. E se a conta for conjunta? Aí existe um outro processo que aí você vai eh tem a modalidade da conta, né? Eu
23:20 eh mas se for uma conta na qual a pessoa seja conjunta, os os ativos que estão na conta eles passam pra pessoa que ficou como titular, né? Aí você vai eh tem tem um processo, eu não lembro o nome, mas é um processo que você vai fazer a a mudança de titularidade da conta. Então o recurso que tá na conta pode ficar acessível. Eh, tem uma parte de investimentos que eu não lembro exatamente se fica bloqueado eh 100%, mas fundos de investimento acho que ficam acessíveis. A parte de corretora não fica acessível, tá? Porque eh corretora é um é um ambiente apartado. Eh, não sei se vocês sabem, mas por exemplo, quando você tem conta corrente, eh, que nem eu e minha esposa, né, a gente tem conta corrente, só que
24:05 tudo que eu tenho em corretora e tudo que ela tem em corretora não aparece eh, em cotitularidade porque é um ambiente separado. Então, esses ativos eles não vão ser acessados, mas o CDBzão lá, o o o fundo de investimento, esse ele fica mais acessível. Fala, Dan. Ô, Léo, boa noite. Eh, conversando com o pessoal de familiar mesmo, tios, tal, eh, eu eu lembro que eles comentaram o seguinte, eh, também não sei se é tipo eh, tá na lei isso ou não, tá? Só vou jogar aqui e vamos ver que que vocês acham. Eh, ele falou
24:51 que o eh quando você eh você tem até 15 dias, se eu não me engano, alguma algum prazo do tipo para fazer o atestado de óbito. E enquanto você não faz o atestado de óbito, você fica livre ali para poder movimentar as contas. Eu não lembro se é 10 ou é 15 dias, tá? Aí, eh, e aí depois a partir do momento que você faz o atestado de óbito, aí sim, aí fica bloqueado as contas. Aí, tipo, eu não sei se isso é verídico ou não, tá? 15 dias, são 15 dias, tá? 15 dias. 15 dias são 15 dias. Hoje nem precisa levar o atestado, porque é tudo comunicado, né? O cartório com as instituições financeiras já automático, já já aparece falecido. Exatamente. Exatamente. Aparece. Ah, tá. Tem cada cada banco vai ter lá a sua informação, né? Bloqueio,
25:37 eh, ou, eh, cliente, cadastro X, enfim, né? Cada casa vai ter a sua própria comunicação para que você saiba que é um cliente falecido. Mas quando você dá o inventário, você vai quando, desculpa, quando você vai eh fazer o atestado de óbito, você vai colocar uma data nesse atestado de óbito, né? Não tem como você colocar 15 dias depois. Ah, ele faleceu hoje, né? Então tem essa questão de data também, tá? Eu já vi cá, você tá na prática. Na prática já vi casos a pessoa já ter feito afastado de ó, tudo bonitinho e ter conseguido ainda movimentar a conta da pessoa mesmo depois de ser registrado dois dias depois. Então assim, igual
26:25 falou, pode acontecer. Geralmente há eh existe obviamente que essa comunicação de forma automática integrada no sistema, né, no sistema financeiro como todo, mas já vi caso de acontecer na prática dessa demora nessa comunicação, tá? Então a pessoa, a familiar conseguiu movimentar a conta e a gente não tinha informação ainda no sistema de que a a pessoa já tinha falecido, o titular da c já tinha falecido. É, mas daí foi uma falha sistêmica, né? Aí não tem como roupar também o cliente. Ah, você espera lá, né? Muitas vezes o cliente pode alegar ali, mas eu não sabia que não podia mexer, né? Exato. Exato. Aí é questão de sistema, né? Questão sistema que bugou e o e o cliente encontrou essa
27:13 brecha, né? O que é legal de seguro, gente, é que ele tem a isenção do ITCMD, né? na maioria dos estados aqui. Então, diversos estados aqui do Brasil, eh, o valor recebido por essa indenização de seguro de vida, ele é isento, né, desse eh imposto, transmissão, causa, amortiz e doação. Eh, e mesmo onde há tributação, é comum que o valor eh só seja tributado se exceder os certos limites, né, ou dependendo de da estrutura de contrato ali em seguro, né? Então, o que que é importante a gente olhar sempre confirmar eh a legislação do estado em que a gente tá, né, onde o segurado reside principalmente, pois pode ter algum tipo de variação, né? Mas na maioria das vezes, em sua maioria, o seguro é mais eficiente tributariamente do que outros
27:58 ativos. E aí você tem aquela questão de que ele não vai entrar no inventário, né? Então ele é pago diretamente aos beneficiários indicados na pollice. Então não vai ter nenhum tipo de bloqueio judicial, não há espera por homologação de partilha, não vai ter interferência de outros herdeiros ou de juiz, né? Então mesmo que o segurado ele tenha dívidas ou esteja com algum tipo de inventário travado, o valor do seguro segue direto para os beneficiários. E aí com o valor do seguro, você consegue ter o quê? uma facilidade de você dar andamento no inventário, que é muito caro. Aí a gente tem que você pode escolher qualquer tipo de pessoa física, jurídica, como beneficiário, filho, cônjug, sobrinho, namorado, empresa,
28:44 onquisa que seja. E dá para mudar ou beneficiário a qualquer momento, sem necessidade de cartório, juiz, algum tipo de escritura. quando que o seguro ele passa a não ser válido, né? Quando o o beneficiário ele tente eh ele tente algum tipo de atentado contra a vida do do da pessoa que fez a pólice, né? Aí ele não é elegível a seguro, né? ele acaba entrando. Eh, tem uma cláusula de que chama que cancela o seguro, assim, eu não lembro o nome, tem um nome técnico para isso, mas eh que você invalidar eh você invalida o seguro, você vai deixar ele
29:30 inválido. Normalmente, assim, família com filho de casamento diferente, né? O seguro ele vai poder ser uma forma de garantir equilíbrio. Eh, deixa a empresa para um filho, seguro para outro. É uma forma de de de distribuir os bens, algum tipo de proteção contra credor, né? A gente falou aquilo que é uma um um seguro eh para pra empresa, aonde o valor recebido pelo seguro eh não pode ser penhorado, bloqueado por dívida do falecido, né? Então, se você tem uma empresa, puxa, a empresa tá em RJ, todo o patrimônio bloqueado, seguro não vai ficar nessa nessa linha. algum tipo de empresário, né, com risco de falência, algum profissional que é exposto, por exemplo, médico,
30:17 advogado, que possa ter algum tipo de problema, né, que venha a a liquidar o seu patrimônio, o seguro faz a frente. Então, o cliente ele vai falecer com dívida e se o patrimônio vai inventário, os credores vão entrar na fila. Mas e o seguro de vida, né? Se se o teu cliente ele tem dívida, o que que acontece? Patrimônio vai para inventário. O seguro não, direto pra família. Ah, protegido por lei, tá? Isso aqui a gente tá falando de lei. Um exemplo bem legal aqui, né? Vamos supor, eh, não vou usar o exemplo de vocês
31:02 aqui. Um cliente, João, faleceu com patrimônio de uma milha, imóveis, aplicações e não tinha seguro de vida. A família vai ter que abrir inventário, que durou, sei lá, 15 meses. Durante o tempo tiveram que pagar 60.000 de TCMD, 90.000 de honorário de advoc de advogados e ainda tiveram que vender um imóvel com desconto por precisavam vender para gerar caixa. Agora imagina uma segunda família Maria que tinha um seguro de vida de 500.000. Em 20 dias, o marido e os filhos receberam os valores. Conseguiram quitar todos os débitos, dívidas com funeral, pagar a escola, manter a empresa funcionando e iniciar o inventário com
31:48 tranquilidade financeira. Vê a diferença de dessas duas famílias. Uma família, ela consegue dar sequência no negócio dela como família. a outra já começa, tem muitas dívidas, tem muito valor, muito débito inicial. Se o cliente quer só por proteção, o segurão tradicional vai resolver. Agora, se ele quer deixar um legado e ainda ter liquidez em vida, aquele seguro resgatável, ele vai ser uma ferramenta mais positiva, proteção e acúmulo. Beleza? Só paraa gente complementar a nossa aula de seguros de ontem. Ficou
32:36 claro? Dúvidas? Então tá bom. Bom, todo mundo tem previdência aqui? Jonathan não tem, cara. Eu aportei hoje. Não tenho, cara. Eu tô, eu tenho em renda fixa pagamento na Entendi. Ó, pera aí, tá bem dividido aqui. Alguns t, alguns não tem. O Jonathan falou um negócio, né, que é Não tem não. Ô Fred, você, cara, eu achei que você tinha. Eu não, eu sou. Ah, não. Se bem que eu
33:22 faço parte comitê de previdência privada, comitê de investimento, mas eu mesmo ten não. Eu eu tenho, tá? Eu tenho previdência. Eu acho que é um um negócio legal. Eu tenho eu tenho porque a é a da casa, né? Você bota lá cinquentão, ela bota mais cinquentão. Então é é bom, vale a pena. Mas essa, Léo, hum, essa você só recebe se você ficar no mínimo 10 anos na instituição, não é isso? Não. Você recebe 100% do capital que você investiu. Aí o capital que a empresa investe, a partir de 5 anos, você recebe 75%, a partir de 10 anos, 50%, a partir de 15 anos, você recebe 100% do que a casa colocou. É uma coisa assim, tá?
34:08 Pode mudar uma regra e outra. Entendi. Entendeu? Mas isso é de cada instituição, né? Então, isso que eu falei. Aham. Exatamente. 75, 50 e 25. É, é muito de cada instituição. Isso pode mudar. Eu no Banco do Brasil é a partir de 15 anos recebe 56% mais ou menos. Tá vendo? Depende muito de casa. Por isso que eu falei isso. Eu eu trouxe o com base na casa que eu trabalho, né? Na casa que eu trabalho é assim, mas tem casa 15 anos para tu receber 50%. 15 anos. É bastante tempo, né? Bastante. Mas ainda assim vale muito a pena, né? Porque é um é um é de uma forma passiva passiva, você tem ali o desconto, né, do valor que vai pra previdência, você tem um complemento da da empresa que você trabalha, o que é muito e sempre que dá para aumentar eu aumento meus aportes
34:54 sempre. Exatamente. Muito bom. Eu também sempre que aumento o salário lá, você vai lá aumenta um pouquinho, né? 2 Muito bom. Fala aí, Gabriel. Ô, Léo, eh, eu vi que você tava comentando sobre esse seguro. Eu tava com uma dúvida aqui que às vezes alguns clientes têm, né, principalmente pessoa jurídica. Eh, quando o valor tá inseguro, ele pode sofrer algum tipo de bloqueio judicial, cara? Não, não pode. Independente do valor. Independente do valor, não vai entrar, não fica bloqueado o valor de seguro, né? Como a gente até mencionou aqui a anteriormente, quando tem uma empresa não fica bloqueado. Fechou? Valeu. Beleza. Ele não entra nesse bloqueio judicial, algum tipo de
35:40 bloqueio, né, financeiro. Não vai entrar. Beleza. Uma boa deixa aí para vender seguro de vida. É uma, cara, excelente. Eu acho que assim, é questão de encaixar a conversa, né? A gente falou na aula de ontem, segura aqui no Brasil ainda tem uma cultura muito ruim, né? A cultura de seguro aqui no Brasil é muito ruim, mas lá nos Estados Unidos o o advisor que não oferece um seguro, ele tá sujeito a a multas, a a questões regulatórias, né? Porque ele não ofereceu. E o cliente que não quiser seguro, ele tem que atestar, né? Ele tem que escrever que ele não quis o seguro. E o produto não é ruim, cara. É uma questão mesmo cultural, né? é cultural. Eh, eu eu eu comecei a ter
36:27 seguro assim, é porque já também foi vendido muito de forma errada, né? Ah, e ainda a galera vende vende seguro para um cara que recebe salário mínimo, vende seguro de R$ 300 aí, pô, aí claro que vai, em vez de trazer benefício, vai prejudicar. É, daí e daí cria essa cultura ruim, né? essa cultura de que seguro é é um negócio vendido no banco. É o que eu vejo mais acontecer assim que é comum é o corretor, né? Acabar tipo enchendo muitos olhos quando o cliente tem um um patrimônio relevante e querer colocar um percentual muito alto. Isso acaba queimando também o produto, né? Porque dá para você fazer uma locação ali de um valor menor, mas o cara vai enxergar a comissão, né? acaba querendo direcionar
37:13 uma parte maior para aquilo. É, mas é, tem que sempre entender assim, né, do o teu cliente tem um patrimônio de X%, porque o que que a gente olha é patrimônio financeiro, só vê ativo, né, ativo financeiro. O cara tem 15 imóveis, só de imóvel 20 milhões. Aí você vai olhar a pollice de seguro para cobrir todo esse patrimônio para ter, né, uma uma certa tranquilidade. É um uma uma a pollice de R$ 5.000. Não sei quem de vocês aqui falou ontem: "Ah, eu tenho um cliente que paga 3.000 de apóli e paga sorrindo. Eu pago R$ 100 e pago chorando." Mas é questão de Beatriz, eu acho. Hã? Acho que foi Beatriz. É, acho que foi a Bia. Exato, a Bia que falou. E eu acho que é muito questão assim de eh
37:58 a gente não pode pensar com o nosso bolso, tá? Vamos falar comercial agora. Não pode pensar com o nosso bolso, galera. Vai, eu, né? Vou falar eu, porque vocês são tudo cheio da grana, mas eu eu gosto de carro, tá? Gosto de carro, gosto de automobilismo bastante assim. Eh, e é natural eu gostar bastante de super carro, né? Sempre olho um super carro, né? Vejo o preço de porche, esses carros assim. Daí o que a primeira coisa que o que o coitado do Léo Pobre olha é o quê? IPVA, né? IPVA é caro, cara. Esses carros deu brinco, né? fala assim: "Pô, ele paga no Audi IPVA que eu pagaria o que eu ganho de salário em 10 anos." Mas a realidade dele é
38:44 outra. A pessoa para ela ter um carro de de de 1 milhão, 1 milhão200, ela tem potencial para isso. Isso aqui é muito no no nos investimentos. Vamos trazer uma analogia para investimento aqui também. Ah, não vou oferecer crédito privado porque a marcação a mercado é muito complicada. Pera lá. É, é, é, é, é você advisor que tá pensando isso ou teu cliente que te falou? Eu tô falando aqui, gente, porque eu conheço pessoas assim, tá, que não vendem crédito privado porque não sabem a marcação mercado, não sabe explicar, não sabe falar. spread da casa no dia, no primeiro dia, que tem um desgio maior, não sabe falar de acru, do papel
39:33 e por aí vai. E é uma forma de a gente acabar, né, realmente colocando a nossa, o nosso pensamento como se fosse o pensamento do cliente. Ah, não vou fazer porque o cliente não quer. Aí o teu cliente tá lá tomadaço em crédito privado lá lá na outra casa. Por quê? que lá o cara não tem não tem medo de falar. A mesma coisa seguro, gente. Não é um dos melhores assuntos. Todos de você, todos vocês aqui, com certeza você bota é com exceção daqueles que preferem esse tipo de tema, mas muitos de vocês, um tipo de tema que não é gostoso de falar com o cliente. Ninguém quer falar de morte. Você quer falar de quê? De ganhar dinheiro. 200% CDI. é muito mais fácil, é latente aqui para
40:19 nós. Mas quando quando você traz, desculpa, paraa importância disso na vida de uma pessoa, no planejamento, faz muito sentido. E aí a questão do caro é relativa, né? o meu caro não é o mesmo caro de vocês. Eh, vou vou vou fazer aqui um um uma pergunta para vocês que uma vez um um um dono de empresa que eu trabalhei, ele fez para mim. Se vocês, gente, encontram eh todo eh carro, né? V acho que um carro um jogo de pneu para carro por R$ 600 é
41:05 barato? Podem falar, sejam sinceros. É barato, caro. Dependente do carro. Sim. Depende, não é? Vai um pneu pro carro. Pneu aro 16 normal assim pro teu carro. R$ 600 um jogo de pneu. Se for para Porsche, se pr Porche tá barato, né? É. Não, não. Sem a gente sem considerar, né? Tipo, porche, não, mas um carro normal vai. Um carro de o carro que você vai usar para ir pro teu trabalho no dia a dia. 600 pila. Um jogo de pneu. Popular. Hoje t pagam milão fácil. Continua barato. Continua barato. Certo. Barato. Beleza, gente. Uma consulta num cardiologista. R$ 600 é caro ou é barato? Pensaram, né? Vocês pensaram,
41:52 né? É questão de valor, gente. É questão de valor. Se você bater as botas amanhã, você, né? Eu eu eu fiz muito tempo acompanhamento cardiológico. Para mim, R$ 600 um cardiologista. Se for um cardiologista bom e renomado, 300 pil é barato. Tô cuidando da minha saúde. Ah, o carro que se lasque. E ele fez essa pergunta para mim uma vez, porque eu também falava assim: "Ah, tem coisa que é caro, tem coisa que é barato, mas cara, é relativo, desde que você veja valor no negócio." E é isso que vocês precisam entregar pro cliente vocês valor. E vocês vem que é tipo um papo muito leve aqui que a gente traz com vocês, assim, é o tipo de conversa que eu particularmente tenho com meus clientes, assim, super leve,
42:39 sempre tento deixar vocês muito à vontade para perguntar, para questionar e a ideia é essa com o cliente, mas é uma questão de valor. Oô, Gabriel tá com a mão levantada, você quer perguntar alguma coisa? Gabi, não, eu já finalizei. Não seria seria só isso mesmo. Boa. Tá bom. Che algum complemento aqui até agora? Eh, eu, eu ia trazer que Tu estão me ouvindo bem, gente? Tá, né? Estamos. Aham. Eu ia trazer essa questão. É bom você tocar nesse ponto da para o que que é mais valorizado pela pessoa, né? A gente fala de valor é você trazer a consciência do cliente para ele poder analisar com amor da consciência dele literalmente e ver em que naquele
43:25 momento ele tá dando mais valor, né? Eh, porque o que que as pessoas pensam no geral? É na probabilidade de algo ruim acontecer. Ah, mas é mais fácil eu bater com carro, é mais fácil, né? é mais provável que eu vá eh ter alguma colisão ou que seja algum defeito no carro que seja do que um problema de saúde, do que uma morte que seja, né? Mais fácil ter alguns problemas com bem material do que com a minha prova de saúde. Mas é isso, sabe? É isso. Eu sei que vocês estão rindo aí, mas é isso que passa na na cabeça. Eu tenho certeza que passa na cabeça de vocês. Isopé. Quando a gente entra nesse tipo de alimentação, mostrar pro cliente que ah isso não, na minha
44:12 visão, tá? Isso não existe de que há uma probabilidade maior de acontecer um acidente que seja, né, uma colisão com o meu veículo do que eu simplesmente deitar para dormir hoje e não acordar amanhã. Não é que me deu essa possibilidade só porque eu não tenho nenhum problema de saúde eh eh genético, não tem nenhum problema de saúde porque eu não vou no méamelos velhos falam assim, desculpa, não sei se alguém penso isso, mas tô chamando de velho do modo de dizer, faz me leva mal e tem assim, ah, eu não gosto de ir no médico porque é só a gente ir que a gente começa a achar um monte de coisa para tratar, né? Mas se você é se você não vai, você não fica sabendo que tem ascetinha. Mas você não sabe que tinha, né? A partir do
44:58 momento que você vai, você passa, sabe? Ah, mas é só a gente ir, a gente começa a descobrir um monte de problema. Eh, é muito desses, eh, dessas como que chama, como fala aquela aquela palavra? Eu não não queria olhar, usar a palavra preconceito, mas é de crenças, muito de crenças que que as pessoas têm, né? que vem muito assim também de de geração para geração que vem sendo ano passado, eles não param para pensar em situações assim, né? E hoje em dia, se a gente vê a quantidade de pessoas por novas entre 40, 30 até 20 e poucos anos, pelo menos eu tenho a ah ouvido muito assim familiares conhecidos, né? Eh, que gente não tem nada, não tem nenhuma doença, não tem
45:44 nada, né? um problema de saúde, é simplesmente dá um derrame, dá um AVC, sabe? Hoje tá super bem, amanhã não tá aqui mais, né? Toda a habilidade de acontecer um acidente com você no carro e da pila total no carro é a mesma de acontecer um acidente com você no carro, da pelea total no carro e você morrer no carro, entende? E as pessoas não então quando a gente fala de valor, esse ponto que o Léo trouxe vai trazer essa consciência do cliente. O que que você tá mais valorizando hoje? São seus bens. materiais ao invés da sua saúde, da sua vida, né? Também acho que el vai muito nessa linha boa. Eh, eu tava pensando aqui, né?
46:31 Ah, é igual no oftalmo, né? Você vai no oftalmo, você precisa de um óculos. Eliz, boa noite, gente. Eh, a minha dúvida é que em relação que você acabou de citar, Léo, eh, quanto a bloqueio judicial, você citou que o seguro ele fica livre na questão de bloqueio, porque a gente vê que tem muitos clientes que t aquela questão, aquela preocupação, né? Aí eu queria assim ver se você consegue trazer algum exemplo de tem algum outro tipo de bloqueio com relação a investimentos que eh escapa, por exemplo, previdência, algum outro ou não? E outra pergunta, se, por exemplo, é um seguro resgatável,
47:19 aí o deu aquele prazo lá de 10 anos, vou colocar um exemplo aqui, que fosse um de 10 anos resgatável e aí caiu o recurso em conta. Se tiver o bloqueio vai pegar, não vai, porque vai est disponível em conta corrente, né? Aí é uma outra questão, né? Eh, vamos supor que o beneficiário tenha um bloqueio na conta dele, né? Eh, óbvio que se a seguradora vai entrar em contato com ele, vai perguntar dados, etc e tal, para ver aonde vai depositar esse dinheiro. Mas se for em uma conta que tenha bloqueio, o dinheiro caiu lá do benefício, vai ter bloqueio, vai ser bloqueado. E respondendo a tua primeira pergunta, sim, a previdência ela fica bloqueada judicialmente como como
48:04 garantia aí desse bloqueio diferente do seguro que não. Tá beleza? A previdência ela acaba entrando sim na nesse bloqueio. Então junto com CDB, junto com fundos, né? Eh, então então ela acaba ficando bloqueada. Então vocês lembram que ontem a gente falou que seguro e previdência são coisas distintas, não tem como a gente levar um ao máximo. Mas se você tem um, não precisa do outro. Eu tenho seguro e previdência. Tô preparadão se ela vim, né? Se a morte vim. Brincadeira, entendeu? Bo Elis.
48:50 Boa. Obrigada, viu? Tamamos junto. Certo, gente? Essa parte de seguro aqui. OK. Vamos lá. Por que que a gente tem que ter, né, a previdência? Então, por que que é interessante? Pô, mas fica bloqueado e tal. Gente, a gente vai acumular patrimônio ao longo da vida, né, dentro da previdência. Só que a previdência ela nos vai dar alguns benefícios eh fiscais e sucessórios. Ela não é só a aposentadoria complementar, mas ela também é um veículo de proteção, transmissão de riqueza, como a gente costuma dizer. Ela vai ser como uma suplementação da aposentadoria. A Eliz hoje com os seus R$ 20.000 mensais, ela tem um custo de vida, um padrão de vida. O teto, meus amores, do INSS tá o quê?
49:36 8.000. É oito e pouquinho. Ah, eles não vai conseguir viver com 8.000 ela tem uma força de de um um um uma um patrimônio de 20.000 mensal. Aqui é básico, né? Simplão de tudo. Isso aqui é muito tradicional, né? Quem fala de previdência fala sobre isso, que é um complemento do que você vai ter na sua aposentadoria. É manter o seu padrão de vida lá na frente. Pô, mas é tão simples. Pois é. O óbvio também precisa ser dito. A gente também precisa falar. Não é porque é óbvio que tem que ser esquecido. Então ela vai, a previdência, ela vai permitir que a gente consiga construir uma renda extra liberdade de contribuição, com planejamento tributário, uma autonomia para decidir
50:22 quando e como usufruir isso. E quando a gente fala de previdência, a gente precisa trazer isso para nosso cliente, que a previdência ela não é só sobre parar de trabalhar, mas sobre você ter aquela liberdade de escolher o do que escolher, o que escolher, quando escolher no futuro, continuar por prazer ou não por necessidade. Vai simplão de tudo também. PGBL, 12% da renda bruta tributável. tem essa dedução na declaração do IR, vai ter lá o seu pênalti de de ter a tributação sobre o total do recurso, mas você tem esse benefício antecipado. Então, a tradicionalmente falando, né, o profissional que tem a renda de R$ 100.000 por ano, ele pode investir até
51:08 12.000 no PGBL e ele vai deduzir esse valor de 12.000 no imposto de renda a declarar. Ele economiza no imposto agora e só paga lá na frente porque ele vai ter o imposto de renda do total. E aí você mescla junto com a a tabela, né, que a gente vai ver ali na frente para ter a otimização do seu cliente. Não é um produto para exemplo. Gosto de trazer exemplo de vida real. Tive um caso de um cliente que ele e uma cliente, na verdade, na época que eu trabalhava na assessoria e ela ligou que queria fazer uma previdência, pá, queria fazer uma previdência, previdência. Eu falei
51:54 assim: "Olha, tem duas, né? A gente explica tudo, VGBL, PGBL". [Música] Eh, e aí ela falou: "Não, eu quero o PG, o PGBL, quero o PGBL, é melhor para mim. Eh, tá bom, né? na ligação gravada, 18 dias ela precisava do dinheiro. Ela tinha aplicado R$ 20.000, ela ia resgatar 11. Hum. Por causa da tributação, né? Imposto de renda na cabeça. Começava lá nos 27%. ela não contava que precisaria do recurso. Então é importante alertar o nosso cliente a respeito disso. E outra
52:41 é planejamento de longo prazo. é lá pra frente, não vaientrar, não vai entrar em inventário, né, igual o seguro de vida e o beneficiário vai receber diretamente esse recurso. E aí a gente vai falar ali na frente sobre as tributações, né, o regime de tributação. E a previdência, ela é um é o único investimento hoje, atualmente, que você consegue fazer portabilidade sem incidência de imposto de renda. Então, é um dos poucos eh investimentos que combinam o planejamento tributário, o sucessório e estratégia de longo
53:29 prazo. O que que é legal a gente olhar isso aqui, né? Eh, até nesse gráfico aqui. Opa, passei o slide aqui. Cliquei sem querer. Hoje, eh, no Brasil, o a gente tem um envelhecimento mais rápido. A nossa expectativa de vida, ela subiu de 66 para mais de 76 anos e vai continuar crescendo. Então, a gente vai ter cada vez mais eh, pessoas idosas. vivendo por mais décadas após se aposentar. E aí o que que a gente pega aquela base, né? Eh, se a gente for contar só o INSS, tem aquela base, né,
54:15 que as pessoas mais novas pagam a previdência das pessoas mais velhas. Eh, tem uma, deixa eu ver se eu consigo achar aqui rapidamente, a não sei se tem algum ponto, mas pirâmide envelhecimento Brasil. Deixa eu só ver se tem aqui. Agora só mostrar a essa aqui, ó. Ó. Ah, acho que vai vai ser daquele site chatinho de ontem aqui, ó. Isso, esse esse site aqui ele tá falando um pouquinho sobre essa essa base populacional, né? Eh, essa aqui é a pirâmide da China, tá? Eh, em 82 e
55:02 provavelmente em 2050. Ó, você tem, ô, Léo, tá no nos slides ainda, tá? Ah, tá no slide ainda. Tá aparecendo. Então, pera aí. Eu acho que a é a forma de compartilhar. Deixa só eu mudar aqui, gente, rapidinho. Deixa eu ver se vamos ver aqui. Vê se tá aparecendo para vocês. Sei. Tá agora. Sim. Ótimo. Ótimo. Aqui, ó. Antigamente, nos anos eh 82 a 2000, você tinha uma base
55:47 populacional com pessoas mais novas de 20 a 30 anos, não é? Que é a é é a base que vai trabalhar para pagar a previdência dessas pessoas aqui. 2000 você vê esse meio aqui aumentando. Lá em 2050 a previsibilidade é de quê? Tenham mais pessoas idosas do que pessoas novas. O que nos propõe que o INSS ele vai ser sustentável, desde que não tem uma fraude no meio, etc e tal. Brincadeira, mas é verdade, né? Brincadeira. Um fundo de verdade. Um fundo de verdade. É 99% de verdade aqui. Então não é sustentável isso
56:33 daqui. Aí se você mostra esse tipo de informação, esse tipo de dado pro teu cliente, né? Ó, você vai depender do INSS, né? O Brasil ele tá se encaminhando para isso aqui. Mas eu já não acredito que eu vou aposentar. Quer ver? Vamos ver se tem aqui. Base populacional Brasil. Vamos ver. Vocês então que são mais novos que eu, pior ainda. Vamos ver se tem a pirâmide etária, Brasil. Será que isso aqui é de é é recente?
57:20 Ó, é 2022. Tá um pouco atualizado aqui, mas dá para ter uma base. Olhem só, vocês entendem que ela tá começando a a fazer para cima. Daqui um tempo a gente vai ter mais pessoa idosa do que pessoa nova trabalhando. Por quê? A gente percebe que hoje quantos de vocês aqui querem ter filhos? É só pegar esse exemplo. Não é todo mundo que quer ter filho mais. Ou se quer ter filho é um ou dois no máximo. Ah, você pega minha avó. Minha avó teve quatro. Vó da minha esposa teve quatro. Vó pro par de mãe, vó pro par de pai teve quatro, cinco, seis. Tem famílias maiores. Antigamente era diferente, mas hoje a gente tem muito
58:06 mais. Eh, pai e mãe de pet. Ó lá, ó, a Bia falando. Minha bisavó teve 19, gente. Aja, coração. Aí você vive num mundo onde tem pai e mãe de pet, pai mãe de planta, mãe de bebê reborne. Brincadeira. Esse daí é um dos maiores problemas hoje do Japão, né, professor? momento. Vocês vocês são terríveis, mas vocês entendem que as pessoas querem ter cada vez menos filhos, então o INSS vai ficar insustentável ao longo do tempo. Essa base não vai, a gente vai ter menos gente aqui embaixo para pagar a previdência dessas pessoas. Me diz em que mundo isso é
58:53 sustentável. É tipo, a gente faz analogia muito besta aqui, né? Mas que que é para fazer o entendimento de vocês. Ué, pega uma pirâmide financeira aí, essas pirâmides, né, de golpe. Quando que a pirâmide dá ruim? Quando ela começa a se tornar insustentável, que os da base não t mais dinheiro para pagar os que estão no topo. Alo, você tá dizendo que o NSS é uma pirâmide? Não, claro que não, mas é só para fazer uma analogia para vocês aqui, para ficar um pouco mais claro o entendimento disso. Piramidezinha só boa, só funciona no início. É, se pegar uma boazinha no início, né? Não, gente, para esquece isso. Não viaja não. Deus o
59:40 livre. Tá aparecendo a tela para vocês aí, car. Algum alguma algum comentário aqui no chat? Alguma coisa no chat? O que não falta? Comentar comentári aqui que dar um monte mensagem, meu. O que não fato é meme, né, desses baby reborn aí. Ah, então a gente vê, por exemplo, 2000 2030, o Brasil já tem uma projeção de que a gente vai ter mais idoso do que criança. Em 2050, a projeção é que a gente tenha de uma população 60 a mais, representando cerca de 30% do total da
1:00:25 população brasileira. Gente, vocês têm noção do que que é isso? Fica insustentável. E como a gente quer viver muito todos vocês, se a gente for viver até os 90 e a gente só se preparou até os 60, quem vai sustentar os próximos 30 anos? Essa previdência privada vai ser a ponte entre a vida ativa e o que vem depois dela, da aposentadoria. E a gente começa a entrar agora, né, na modernização que a que a previdência tem, né? a gente teve recentemente algumas mudanças e recentemente mesmo assim, né, a gente teve algumas mudanças agora eh com a lei de eh de 24 a
1:01:13 14803, que ela traz uma maior clareza e um pouco mais de flexibilidade, né, pros regimes de de tributação. Então, ela vai permitir que os clientes, eles possam escolher eh as as a forma, né, de com mais liberdade eh o o ajuste estratégico ali da previdência, né? Então, se ele na hora antes, né, você tinha que escolher o regime de tributação na contratação, agora você consegue na hora de de sair. Então, clientes que possuam planos contratados antes da lei e sem movimentação, se o cliente, se o cliente ainda não resgatou e nem começou a receber a renda, ele vai poder escolher novamente o regime de tributação, se progressivo ou regressivo. Essa decisão,
1:01:59 ela vai ser feita até o primeiro resgate ou a concessão do benefício. Isso faz com que a gente possa revisar os planos antigos na base de clientes e oferecer algum tipo de adequação mais vantajosa ao regime regressivo, olhando mais pro longo prazo do nosso cliente. Agora, clientes que fizeram movimentações após a nova lei, se o cliente resgatou ali valor, iniciou o recebimento após 10/01/24, ele teria até 30 de dezembro para mudar o regime de tributação. Após esse prazo, a escolha se torna definitiva também. Então aqui nesse cenário foi um cenário de oportunidade. Eu acho que ainda assim as casas têm uma certa dificuldade de de questão operacional de como fazer para esse resgate do seu cliente, né? essa forma
1:02:44 eh mais eh ajustada ao que ele tá querendo, né? As casas tiveram essa certa dificuldade assim, mas veio para trazer um pouco mais de flexibilidade, tá? os clientes que contrataram os planos após essa data e ainda não movimentaram e eles podem optar pelo regime regressivo até o momento do primeiro resgate e a decisão não precisa ser feita no ato da contratação, mas ela pode, né, até o momento da primeira movimentação. Como que a gente usa isso aqui no nosso dia a dia? Então, para quem vai pensar no longo prazo, um regressivo é quase sempre o mais eficiente, porque ele chega a 10% de R
1:03:30 após os 10 anos. Agora, a gente precisa revisar todos os nossos clientes com previdência, tem que estar sempre acompanhando isso para que a gente possa reavaliar o regime escolhido. E previdência é uma é um tipo de produto muito sacana assim, né? Porque é super simples. Eu ligo lá pro pro cliente do Jonathan, falo assim: "Ó, esse plano aí que o Jonathan fez é muito ruim, tá rendendo nada. Porta para cá. Ah, tá bom. 7 dias tá aqui. Então é importante vocês revisarem constantemente. Faz simulação, leva gráfico, né? mostra essas informações pros clientes de vocês, como que tá o fundo, como que tá a estratégia do
1:04:15 fundo, questão de tributação. E como que a gente leva isso de forma simples pro nosso cliente. Olha, cliente, você contratou a tua previdência aqui com a gente faz muito tempo, mas agora a lei tá mudando, ela tá te dando uma chance aí de você escolher o imposto mais vantajoso pro futuro. você tinha ainda um um certo receio da da tributação que você escolheu, você pode fazer essa alteração, mas a gente precisa entender os pontos aqui, qual que é teu objetivo daqui paraa frente. Então, essa modernização que a gente pode falar, né, ela acaba sendo um um um ajuste na nossa conversa com o nosso cliente.
1:05:01 algum complemento? Não. Como que a gente fala isso com o nosso cliente, né? Eh, como que a gente traz isso? Todo mundo precisa de previdência? Não, não sei. Depende, depende. Adoro essa a previdência, sim. Tá. Eu diria que que a maioria das pessoas têm sim uma necessidade de previdência, né? Eh, mas a questão está em depende do quê? Dos motivos diferentes de cada um. Nem todo cliente vai querer se aposentar, mas todo cliente quer uma estabilidade, uma independência, uma proteção familiar. Então, a previdência ela serve
1:05:46 como essa ferramenta mais versátil, né? Então ela vai ser para quem quer complementar renda, quem quer um planejamento sucessório eficiente, para quem deseja proteger, diversificar o patrimônio. E o nosso papel aqui de especialista é ajudar o cliente a enxergar a previdência não como fim, mas como meio, né? Como vai ajudar ele. Qual que é a expectativa do nosso cliente em relação a essa previdência? Quer de querer parar de trabalhar com quantos anos? 55. Renda mínima de quanto? Não quero depender do INSS. poxa, quer deixar algo pros filhos, quer pagar meno, manter padrão de vida, como a gente falou. E aí vocês usam essa previdência para moldar essa alocação às expectativas do
1:06:32 cliente. O que muda? O prazo, perfil, regime tributário, volume de aporte, né? Acho que tem tem aqueles pontos que a gente fala com o nosso cliente, ah, qual que são seus planos, seus objetivos? É, a gente investigar quantos anos quer parar, quantos quer receber por mês, que que você precisa de valor. E é simulaçãozinha simples serve, gente, né? Puxa, quanto você quer pro mês? Por quanto tempo? Vamos considerar aqui um percentual de tanto. Eu acho que esse aqui começa a ser um pouco da conversa que a gente tem com o nosso cliente em relação a uma previdência.
1:07:18 E aí a gente traz aqui um pouco da diferença entre esses dois planos. Ambos são previdência privada na modalidade individual e tem batemos na tecla aqui, vão continuar batendo. Planejamento sucessório, não vai entrar inventário, não tem comicotas, portabilidade sem impô de renda, regime de tributação flexível. A diferença central entre essas duas é a forma de tributação e a utilidade fiscal de cada uma. No PGBL, o plano gerador de benefício livre, ele vai ser utilizado para as pessoas que fazem a declaração completa do imposto de renda, que vai permitir aquela dedução dos 12% da renda bruta anual, né? Então você declara tudo, médico, despesa com eh dentista,
1:08:06 filhos e aí você acaba tendo uma tributação maior, né? onde a gente faz trouxe aquele exemplo da pessoa que ganha 100.000, ela aporta 12.000, ela consegue ter uma dedução. Então, a base de cálculo para calcular o imposto de renda dela vai ser de 80.000 e não mais os 100.000. Ou seja, você automaticamente já tá economizando no imposto de renda. Só que qual que é o penalty? O imposto de renda é sobretudo. Já o VG, quem faz declaração simplificada, né? você tem, dependendo da forma que você consegue eh eh fazer, você tem a a um um uma diminuição na carga
1:08:51 tributária. Aqui você já começa a trazer uma uma linha de que a pessoa que fez um um PGBL já tem já atingiu os 12%, acima disso ela já não tem mais tanto, já não tem benefício. Traz para um VG a pessoa, ah, mas por que que vai fazer isso, Léo? Pai, se teu cliente quer continuar investindo na previdência, mas já investiu o máximo do PGBL, coloca num VG, porque o imposto de renda vai ser sobre o rendimento e não sobre o valor total resgatado. Então, um cliente que aplica 100.000 e tem lá 10 anos acumulado 150.000, no VGBL, o imposto de renda só vai ser sobre os 50.000 de lucro. Já no PG seria sobre os 150. E se a gente considera 10 anos de
1:09:37 aplicação num regime regressivo que a gente vai ver na próxima slide, vai ser só 10% sobre o lucro, ou seja, 5.000 de impô de renda. E e Léo, é que ainda tem a possibilidade para quem faz, né? Quando a gente recomenda pros filhos, ainda tem a possibilidade de fazer a mágica do esforço zero, tá? seria fazer isso. Gl pro filho. Ele utiliza o filho como dependente na declaração, usa o abatimento como benefício fiscal pelo aporte que ele faz filho, considerando aí a 12% de margem. E ainda lá na frente, quando ele quiser começar os resgates, mas eu quero fazer resgates de valores pequenos até o meu filho, né, saber lidar com trabalhar ali
1:10:24 educação financeira com o filho. Faz o resgate mínimo que entra ali dentro da linha de invenção da tabela progressiva. Então, então ganha no benefício fiscal da dedução e ainda ganha resgatando ali de forma mensal que seja, né, dentro da linha de de invenção. Exatamente. Existem alguns erros que que são cometidos e que vocês não vão cometer, que são indicar um PGBL para quem não faz declaração completa, vai trazer prejuízo fiscal, indicar um VGBL para quem quer reduzir a base de cálculo anual vai ser ineficaz. não revisar o regime de tributação, se é progressivo ou regressivo junto com o tipo de plano
1:11:10 e como que a gente se posiciona como um profissional, né? Tá vendendo um plano, tá oferecendo uma estrutura tributária sucessória de longo prazo que respeita o perfilos objetivos do cliente? Isso ser um profissional que vai adequar realmente a previdência? Mas a vida é como ela é. Ah, Léo, mas tem meta de previdência. Uai, o que que te impede de ser um profissional completo? Não é porque tem meta de previdência que você vai se arrochando em préve, mas vale uma conversa, vale um entendimento melhor do seu cliente para que você consiga de fato oferecer um produto para ele que seja mais conivente com seus objetivos. A gente chega nas tabelas, né? A tabela progressiva, que é a tributação tradicional, segue a mesma
1:11:57 tabela do imposto de renda aplicado a salários e aposentadorias, né? O imposto de renda é retido na fonte é 15% no momento do resgate, você tem na declaração do imposto de renda anual o complemento ou o a restituição, né? Caso o cliente esteja numa faixa maior, ele vai pagar. Caso ele esteja numa faixa menor, ele vai 600 e vai ter a restituição. As faixas da tabela progressiva, né, como a tela aqui. E quem que faz, né? Acho que é legal a gente trabalhar isso. Quem que eh é bom fazer isso? Quem vai resgatar valor pequeno dentro da faixa de
1:12:43 isenção, quem não tem outras rendas tributáveis, aposentados isentos. para quem pretende usar o valor da previdência como renda mensal complementar. Então, a Catrine vai resgatar 2.000 por mês, como ela tá dentro da faixa de isenção, não vai pagar nada de R ao final do ano, no ajuste anual, mesmo com a retenção inicial. Já a tabela regressiva, que é essa tabelinha aqui do lado, hoje o o a a canetinha não tá. O IR nessa tabela aqui, ele é ajustado na declaração anual. Alíquota cai com o tempo. Quanto maior o prazo, menor o imposto. Quem que faz? Quem quer
1:13:29 acumular por muito tempo e fazer pouco resgate, né? essa faixa aqui, ó, de tabela, quem tá pensando em acumular por mais de 10 anos, quem tem disciplina de longo prazo e não vai precisar resgatar no curto prazo, quem quer pagar o mínimo de imposto possível com previsibilidade, então contribuiu 20, contribuir 20.000 por ano num plano com regime regressivo, depois de 2 anos, ela vai resgatar 100.000 e paga somente 10% sobre o valor, sem ajuste anual, sem surpresa. Então tem que tá alinhado esses dois assuntos aqui. Não tem esse cara aqui que eh o que que é o mecanismo de comic cotas, né? Ele é a antecipação do imposto de renda que vai ocorrer nos fundos de
1:14:15 investimento, né? Fundo de renda, renda fixa, multipecado, é um imposto que você vai pagar automaticamente, né, através da redução do número de cotas. É porque, pô, você vai ficar 50 anos no fundo, o governo não vai esperar todo esse tempo para para tu pagar o imposto dele, né? Então, ele sempre vai acontecer em maio, novembro. E aí nos planos de previdência são isentos desse comecotas. Então não tem a cobrança antecipada enquanto você tiver investindo nisso. Todo o patrimônio continua capitalizando integralmente, não vai ter interrupção. A a tributação ela só vai acontecer no momento do resgate ou, né, no recebimento da renda. Eh, se a gente compara aqui dois fundos,
1:15:01 né, com mesma rentabilidade, 10% ao ano, sei lá, ao longo de 20 anos, com 100.000 iniciais, um fundo tradicional com comic cotas vai ter lá R$ 572.000 alocados já, né, deduzindo esse comicotas. E o fundo de previdência sem o comic cotas 628.000. É uma diferença aí de R$ 56.000 a mais pro fundo de previdência. E isso aqui só ocorre por conta dessa ausência do comicotas, ou seja, não vai reduzir, né, o valor. Agora imagina todo ano investindo dinheiro na caixa, maio, novembro, alguém tira uma fatia desse desse valor, né? Então você pode usar, pô,
1:15:46 dentro da caixinha do fundo de investimento, ao longo do ano, você vai ter alguém tirando ali um pouco do teu dinheiro. Agora na caixa da previdência, teu dinheiro tá lá, ninguém mexe. Então é esse tipo de exemplo prático que a gente precisa trazer pro nosso cliente. informações como o áudio parou tá mudo. Vocês sabem que eu acho que o meu
1:16:31 fone o é USB do computador, é entrada, né? É, deve ser. Enfim, importante que já resolvemos aqui. Ficou claro, gente, essa parte aqui comicotas, as tabelas. Eu sei que é chover um pouco no olhada com vocês aqui que já estudaram paraas certificações, mas tem gente que não viu, né? Às vezes tem gente que não entende ali o impacto de um comcotas financeiramente falando, eh, dentro dos fundos de investimento. Alguém tem alguma dúvida até aqui? Léo? Oi. Eh, voltando pro PGBL sobre a questão do benefício fiscal, eh, ele
1:17:17 pega o valor cheio só no primeiro ano, né? Nos demais anos é calculado em cima do valor de aporte, certo? Como assim? Por exemplo, geralmente no primeiro ano, quando você obtém aí o PGBL, você consegue aqueles 12% em cima do valor declarado. A a partir dos próximos anos, para ele poder ter acesso a a esse benefício fiscal, ele incide, continua incidindo no que ele declara total ou no valor que ele vai aportando, que eu sei que o valor de aporte o limite é até 12%, certo? anualmente. Isso eh se de repente ele apontar 8%, esse imposto ele vai ser calculado em cima desse valor de aporte ou continua em cima do que ele
1:18:02 declara total? É em cima do valor de aporte, porque se é eh, vamos supor, o volume que ele já tem no plano de previdência, vamos supor, você tem 100.000, aí esse ano você foi lá e colocou 12.000 para ter lá a o benefício fiscal. Vai ser sobre esses 12.000, não sobre o valor que você tem. Entendi, entendi. Entendeu? Acho que me fiz entender, né? Entendeu, galera? É, porque fica um fica pensando assim que é em cima da declaração total, né? Não, não, não. É sobre o valor aportado, é sobre a grana que você coloca lá. Então, vamos supor, 10 meses, 120.000. Tu colocou lá eh esse ano, durante 10 meses, colocou 120.000, vamos supor, você tem acesso a 12.000 esse ano para utilizar como abatimento. Aí no ano que vem, começou o ano, você foi lá tinha 120.000, Você
1:18:49 você só colocou 12, 132, vai ser sobre os 120 ou sobre os 12? Vai ser sobre os 12. É sempre o valor aportado anualmente, tá? Fica claro aqui, gente? Ou seja, se você não aporta nada dentro do ano, você não tem nada para usar como dedução ano. Exato. É, não é porque eu tava pensando em questão de estratégia aí para você poder não direcionar TR para PGBL, porque querendo ou não, quanto mais valor o PGBL acumula, naturalmente, dependendo do prazo, você vai pagar um pouco mais de imposto. E aí
…