LARGA DEU SÔ! #060

Larga Deu Sô www.youtube.com

Breve Resumo

Este episódio do "Larga Deu Sô" aborda temas como a proposta de uma nova estatal aérea no Brasil, a investigação contra Eduardo Bolsonaro e as recentes controvérsias envolvendo a primeira-dama Janja e o presidente francês Macron. Os participantes criticam a ineficiência do governo em lidar com problemas estruturais, a falta de liberdade de expressão e o uso do dinheiro público.

  • Criação de uma estatal aérea no Brasil é criticada como um plano para desviar dinheiro público e criar empregos apadrinhados.
  • Investigação contra Eduardo Bolsonaro é vista como perseguição política.
  • Janja é criticada por declarações em viagens internacionais e por querer calar a oposição.
  • O tapa de Macron é analisado sob a perspectiva de fragilidade política e impacto na imagem do líder.

Introdução

O programa "Larga Deu Sô" é apresentado como um espaço liberal e libertário para discutir temas relevantes com um viés mineiro e foco na liberdade de expressão. Os participantes se posicionam contra um estado grande e explorador, buscando discutir abertamente suas opiniões sobre os acontecimentos no Brasil e no mundo.

Estatal Aérea

O governo está considerando criar uma estatal aérea, o que é visto como uma má ideia, especialmente após o exemplo da Argentina, onde a privatização de uma empresa aérea trouxe lucro. A criação de uma estatal no Brasil é criticada como uma oportunidade para nomear diretores com altos salários sem a necessidade de eficiência ou lucro, utilizando o dinheiro dos contribuintes. O Consórcio Nordeste é mencionado como um possível facilitador desse plano, com histórico de má gestão de recursos públicos, como a compra fracassada de respiradores pulmonares.

Investigação Contra Eduardo Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu investigação contra Eduardo Bolsonaro, aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob a acusação de conspirar contra a democracia brasileira no exterior. Os participantes questionam se isso configura uma conspiração real ou uma luta política, com o STF sendo visto como um órgão repressor do governo atual. A possível condenação de Bolsonaro é discutida, assim como a possibilidade de sanções dos Estados Unidos contra ministros do STF. A investigação contra Eduardo Bolsonaro é vista como uma forma de deslegitimar futuras ações da Lei Magnitsky.

Liberdade de Expressão e a Lei Magnitsky

É questionado se Eduardo Bolsonaro tem influência no governo americano para boicotar o Brasil, sendo que a Lei Magnitsky é direcionada a pessoas específicas, não afetando o governo brasileiro como um todo. A competência do STF para processar Eduardo Bolsonaro, um deputado licenciado, é questionada, levantando dúvidas sobre a legalidade e o uso de recursos públicos nessa investigação. A narrativa de ataque à democracia brasileira é considerada cansativa e a perseguição a figuras políticas é criticada.

O Tapa de Macron

O tapa de Brigitte Macron em Emmanuel Macron é discutido, com a análise de que, apesar de poder ser visto como algo folclórico, coloca o presidente em uma posição de fragilidade política, especialmente em um contexto de tensões internacionais. A importância do autocontrole e da imagem pública de um líder é ressaltada. A situação é vista como um reflexo da desconstrução de valores e do autoritarismo dos identitários.

Janja e suas Declarações

As declarações de Janja em viagens internacionais são criticadas, especialmente a de que ela fala o que quer e a busca por repressão aos que falam aqui. É ressaltado que, em reuniões oficiais, ela não representa ninguém além de si mesma e que suas falas podem prejudicar as relações internacionais. A entrevista de Janja à Folha de São Paulo é mencionada, onde ela afirma ter noção do que fala e não querer ficar calada. A postura da primeira-dama é contrastada com a representatividade que o cargo exige, como educação, elegância e postura.

IOF e o Medo do Governo

O governo retirou o IOF em menos de 6 horas após a divulgação, por medo de um novo vídeo de Nicolas viralizar. É questionado se o que mais prejudica o governo são os vídeos de Nicolas ou as falas de Janja. A incompetência do governo Lula é criticada, assim como a tentativa de regular as redes sociais e proibir a liberdade de expressão. A possibilidade de Janja ser a sucessora de Lula é mencionada, mas vista como improvável devido à sua desconstrução progressiva.

Considerações Finais

O governo Lula é criticado por não acompanhar o mundo e a tecnologia, sendo incapaz de entender que todos têm voz e vez. A importância de preservar a liberdade e vigiar o estado é ressaltada. Os participantes convidam os espectadores a curtir, compartilhar e divulgar o "Larga Deu Sô", reforçando a importância de um estado menor e do controle do cidadão sobre o estado.

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Transcrição

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0:01 Larga Deus. [Música] Olá, boa noite. Hoje, dia 27 de maio de 2025, nós temos mais um episódio do Larga Delso, um programa liberal libertário com toda a todo o viés, né, da mineridade, todo o viés de Minas Gerais e com a busca de liberdade, uma busca da gente poder falar o que nós achamos, porque nós somos efetivamente contra um estado, um estado grande, um estado que nos explora e um estado Newton, Tadeu, Marcelo e quem nos ouve, que quer ter até companhia aérea no Brasil. Nilton, boa noite. Boa noite, Casa Eduardo. Boa noite,

0:48 Tadeu, Marcelo. E boa noite a todos vocês que nos assistem aqui, os nossos assinantes, né, dona Cláudia, Igreja Rescando Almas Vanderson. E hoje vai ser um dia da gente comentar sobre liberdade de expressão, né? O exemplo vem de cima ou um mau exemplo. Casard, Pois é, Tadeu. Boa noite. Boa noite, Carlos Eduardo, Nilton, Marcelo, nossa audiência. Então, aí mais uma semana trazendo aí as nossas opiniões e os assuntos que esquentam os noticiários aí do Brasil e do mundo. Vamos em frente. Boa noite, Cabral. Boa noite, Carlos Eduardo, Tadeu, Nilton. Boa noite aos nossos espectadores aí. Um abraço para todos. O Brasil é bom demais porque toda semana tem uma quantidade de maluquíci pra

1:34 gente pra gente debater aqui. Então, mais um largadu. Vamos embora. Boa noite então Marcelo. Boa noite Clara. o Dedé Reciclando Almas, Maria José Barroso e vários outros aqui estão nos acompanhando. Eh, nós vamos começar o assunto sobre a estatal aérea, né? Igual eu tinha começado a falar, eles não perdem oportunidade de nos surpreender, né? Não, Newton, a Lula tá de volta e a gente achou que já tinha acabado esse esse papo, essa conversa mais estapafúrdia. Ali, na verdade, eles tão pensando, tão pensando nisso sério e coisa boa não vai vir, né? É difícil. Pois é. A gente acaba de ter um exemplo do nosso vizinho na

2:21 Argentina que eles o o o Milei ele falou: "Gente, ou a gente acaba com isso ou administra direito". E os funcionários começaram lá do lado argentino, ah, que tem que continuar do jeito que tá. Eu sei que ele deu uma mexida e agora passou até ter lucro. né? A opção era jogar fora aquilo, vender, privatizar, mas aí os funcionários deram uma iniciativa de greve, etc. Ele falou: "Ó, fica para vocês se vocês quiserem". Mas eles não queriam. Eles queriam naquele regime peronista, macrista, esquerdista deles, ter uma vaca para encher de carraparto e continuar eh parasitando o estado. E o Brasil não perde a oportunidade de fazer a coisa

3:06 errada. E através do consórcio Nordeste, né, que é um grupo de governadores do Nordeste, eles acharam que agora é uma oportunidade e com a falência, não sei se já está no processo falimentar recuperação judicial, mas com a paralisação das atividades daquela companhia ROPES, que é a antiga Passaredo, sediada em Ribeirão Preto, até a Juiz de Fora ficou prejudicada e eh perdeu muitos gols para São Paulo, que fazia Congonhas aqui ou Guarulhos, se eu não me engano. E o Nordeste também perdeu o bolso. Então os governadores estão vendo duas coisas, uma boa desculpa, uma queda de da oferta de serviço disso e uma oportunidade para criar uma oportunidade de parasitismo estatal. Imagina uma empresa para você nomear não sei quantos

3:53 diretores a salários absurdos, eh, sem precisar de ter eficiência, sem precisar de dar lucro, porque o caixa do governo vai lá e só ocorre tirando, né, o o bolso, saqueando o bolso dos pagadores de impostos, então vai ser uma farra, ainda mais indo do Nordeste, que tem uma tradição de acabar com dinheiro público, especialmente do Sudeste. Então, é um plano perfeito, o golpe perfeito, um dinheiro eh público para sustentar uma empresa ineficiente e ter um monte de apadrinhado de uma administração de uma empresa que precisa ter lucro eficiência. Vai ser um desastre, mas enfim, que não seja um desastre aéreo. Talvez se Pois é, Nilton. E

4:39 quando você fala aí da empresa, né, Aerolula, isso aí, na verdade é um jeito diferente de gastar mais dinheiro público, né? No Nordeste, ou seja, o Nordeste recebe um dinheiro muito grande do restante dos estados do país. Eles devem estar pensando como gastar mais, como gastar mais mal o dinheiro público, né, naturalmente, porque gastar bem eles não gastam de jeito nenhum. Eu acho que quando nós falamos do consórcio do Nordeste, sempre cabe lembrar aquela compra fracassada dos respiradores pulmonares. Isso aí mostra muito bem como eles tomavam conta do dinheiro público. Eles compraram lá 300 respiradores por 48 milhões e nunca nunca nunca receberam nada, né? Receberam umas caixas vazias. E por último, né? É isso aí que chama muita

5:26 atenção. Agora em abril de 2025, o Tribunal de Contas da União decidiu não responsabilizar nenhum dos gestores de lá, viu? Concentrando apuração só na empresa que não forneceu. Aí, Marcelo, fica fácil a gente tentar montar uma nova empresa sem nenhuma responsabilidade, sem precisar de dar lucro, né? Ainda mais nessas circunstâncias, Carlos Eduardo estatal, envolvendo Nordeste, todo respeito aos nossos irmãos do Nordeste, a gente fala de indicadores, indicadores inclusive que são fornecidos por pro por agências eh governamentais. Então assim, no Brasil estatal aérea, eu tenho certeza que vai dar certo. Certo para quem tá envolvido. Obviamente que pro brasileiro vai dar tudo errado,

6:11 porque não tem como uma estatal aérea, um ambiente que precisa de competitividade, um ambiente que precisa de mercado, precisa ter abertura, algo que não é barato, estatal aérea, a certeza. O Newton falou que tomara que não não seja não ocorra um desastre aéreo. Bom, aéreo eu acho que não vai acontecendo, mas um desastre eu tenho certeza. É uma loucura isso. Mais uma vez aquelas loucuras que a gente fala aqui, a esquizofrenia Brasil, só maluquice. É por isso que eu falo, como eu falei no começo do programa, o Brasil para nós do Largadu é uma beleza, porque toda semana é maluquíse a vontade pra gente comentar aqui. Óbvio que vai ser um desastre, né, Carlos Eduardo? É, não tem jeito não, Nilton. Você você falou da companhia aérea Argentina, né, da

6:58 Aerolinas Argentina. Eu acho que é importante a gente frisar aqui o seguinte, como que o governo cobrando atividade, né, que dê lucro, que dê resultado, as coisas mudam. Ou seja, o Milei entrou já falando, ó, do jeito que tá, vai privatizar, vou vender tudo porque não tem interesse nenhum em ter uma companhia aérea dando prejuízo. Essa companhia desde 2008, ela dava prejuízo cada vez mais com o governo argentino injetando dinheiro, injetando dinheiro. Esse ano, né, de 2024 que passou, ela deu 20 milhões de dólares de de lucro. Primeiro ano desde 2008. pagou 25% das dívidas, ou seja, reduziu

7:46 25% das dívidas sem comprometer o caixa e por último já está projetando 2025 dá um resultado positivo. Então assim, administrando tudo, dá resultado positivo. O problema que tem é que a gente vê que o governo atual, né, PT, petistas, equivalente ao petismo, eles não têm muito interesse em dar lucro não, né, Tade? ou talvez a visão de lucro deles seja outra, né? É, eh, são governos sendo governos, né? Ao, ao invés de atacar a raiz do problema para resolver de fato a questão da gente ter poucas opções de de companhias aéreas e um preço muito elevado, eu não sei se todos sabem, 40%

8:33 dos custos da de uma empresa de aviação é combustível. E nós temos o combustível aéreo mais caro do mundo. Então, por quê? Porque tem tributação excessiva, porque tem ineficiência, porque a gente só tem uma refinaria. Então são vários problemas que precisam ser equalizados. 90% das ações judiciais eh contra companhias aéreas do mundo, 90% acontecem movidos passageiros brasileiros. Então, eh, virou uma indústria. Eh, você tem o problema também do tráfego. O controle de tráfego aéreo do Brasil é arcaico. Poderia voar Congonha Santos do Mô em 30 minutos, a gente demora

9:18 50. Então é muito mais fácil. Não é? Sem dúvida. Vamos criar uma companhia aérea, subsidiar ela, pegar o dinheiro do governo e dos contribuintes e colocar nela do que você atacar os problemas estruturais que fazem com que a gente não tenha eficiência no setor. Não é muito mais bonitinho com aquele discurso lindo do ministro do turismo, não. Porque nós precisamos ter voos aéreos eh próximos no Nordeste para incentivar o turismo que não sei o quê. Tudo vem vestido numa roupinha bonita, mas podem ter certeza, vão mexer no nosso bolso como sempre mexe. Pois é, né, Tadeu? Eu acho que é muito importante a gente pensar dessa forma, ou seja, a o raciocínio esquerdista,

10:06 petista, que não tem dó do dinheiro público, nem do suor do pagador de imposto, que eu acho que isso é o pior de tudo, né? o suor, ou seja, eles confiscam 30%, 34% da nossa vida todo ano através de impostos que nos deixa crescer, não nos deixa ter o retorno financeiro do nosso trabalho. Mas não bastasse isso é o seguinte, a o a milpia, né, o jeito de enxergar a coisa é sempre o jeito errado. Ou seja, se tá com pouco voo, vamos criar uma companhia aérea. Aerolula aí já quer criar a companhia aérea da aeronáutica também, né? É tudo, ou seja, é tudo criar forma de gastar dinheiro. Ao invés de falar assim, olha, nós temos pouca companhia aérea. Por quê? Porque tá difícil operar

10:52 avião no Brasil. Por que tá difícil operar avião no Brasil? Primeiro, o país que não cresce. Se não cresce, tem muita pobreza. Quem é pobre não viaja de avião, é mais difícil. Então vamos, né, tentar deixar crescer. Ah, não, o combustível é altíssimo. Por quê? A infraestrutura é péssima. Então, por que que a gente não melhora infraestrutura? Você entendeu? Ou seja, e eh e não se cria um ambiente virtuoso, né, de uma precariedade cognitiva, ou seja, vai direto assim, não, se o problema é companhia aérea, vamos resolver companhia aérea e nunca dá certo. A gente já cansou de ver e vai nessa e vai nessa e a coisa não vai indo. E com essa visão, né, a gente tem agora que mudar de assunto. Ou seja, a PGR pediu investigação sobre Dualdo Bolsonaro. Aí a foi aceito pelo judiciário, né, pelo

11:39 Supremo. E a ideia que tem, gente, é o seguinte. Ele está no exterior conspirando contra a nação brasileira, contra a democracia brasileira, né? É, a verdade é que assim, eu em momento nenhum entendi isso. Queria perguntar para vocês se vocês, como vocês vêm assim, se ele está conspirando contra a democracia brasileira ou se ele está no meio de uma luta política, né? Uma luta política de pessoas que estão efetivamente invadindo o estado e igual o Luís X já pensando assim: "O estado sou eu, né, Nilton? Que que você acha? Bom, eh, essa história é mais um capítulo de uma história que a gente já

12:25 sabe o final, o spoiler já foi dado lá atrás. Eh, estamos num momento de manutenção de poder. O o grupo que está estabelecido no poder não vai abrir mão do que tá do do poder de jeito nenhum. E o órgão repressor que vai manter o poder na mão deste grupo é o STF. O o o órgão repressor do regime é o STF. A Polícia Federal é a milícia que o STF tem na mão, que aplica a a força bruta, a coersão que prende as pessoas. Enfim, o mundo, o a geopolítica internacional eh ela tá tá flutuando. A gente não sabe exatamente o que vai acontecer. A gente já antecipou isso

13:11 alguns programas atrás, Carlos Eduardo, falando sobre a lei Magnitsk, as possibilidades de sanções que estão para cima dos, né, do dos nossos eh ministros do STF. Mas isso ainda a gente fica imaginando como a coisa vai ser. Eles também estão imaginando como a coisa vai ser e como reagir. E a condenação do Bolsonaro, que é uma está iminente, né? ela vai acontecer a qualquer momento. A gente já dizia isso, era uma questão de estabelecer qual é a melhor oportunidade. Eu tava achando que eles iam adiar isso paraas vésperas do período eleitoral de 2026, mas eles decidiram já enterrar a candidatura dele por agora. Então acho que eles vão antecipar essa

13:57 condenação que a gente já prevê. Por outro lado, uma reação dos Estados Unidos, né, a à injustiça, a esse a essa, vamos chamar de pseudodemocracia brasileira, de pseudoestado democrático de direito, pode acontecer a qualquer momento. Talvez eles estejam estudando uma melhor oportunidade. O fato é que essa essas sanções que estão por vir vão acontecer em breve. a gente não sabe como. Bom, Alexandre Moraes resolveu se antecipar e falou o seguinte: "Vamos deslegitimar as ações que virão da lei magnífica, criando um fato antecedente.

14:43 Então ele já cria essa investigação contra Eduardo Bolsonaro, classifica que ele já, né, ele está atacando o Brasil através e de uma de um estado estrangeiro. E quando vier a sanção, a narrativa já está montada, já tá pronta. Olha, essa sanção ocorreu inclusive, como já nós já havíamos dito, porque um brasileiro antipatriota, antinacional ou antidemocrático, está usando sua influência para que um governo estrangeiro prejudiquem as pessoas, prejudique brasileiros, no caso Alexandre Moraes e companhia. Então eles parece que o Alexandre Moraes

15:29 entendeu que é melhor, né, dar a primeira, jogar a primeira carta já para ele ter uma história para ser contada quando as sanções chegarem e atrapalharem a vida financeira dele. É, é uma, é, é um jogo de xadrez. É um jogo de xadrez. Eu já, eu sei que o, o Alexandre Moraes vai perder. Ele não tem a força para combater uma democracia americana da maneira que é. né? Quando isso chegar, eu ia utilizar uma expressão chula aqui, eu vou evitar, mas quando a água bater na bunda dele, o ele vai vai sentir o geladinho e ele vai ver que não tem condição. A as oligarquias, porque não é apenas uma oligarquia, né? Existe uma pluralidade de interesses oligárquicos que sustentam

16:15 esse poder. Quando chegar o cheiro para eles, eles vão abandonar o Alexandre Moraes aerí. O pessoal dos bancos do Brasil, que todos têm interesses internacionais, fazem parte do sistema Swift, tem negócios em dólar e americanos, eles não vão ficar, o pessoal da Fiesp não vai ficar com Alexandre de Moraes, o agronegócio já não fica mesmo. Ou seja, né, até aí quem vai ser o último a abandonar, a gente vai perceber quando ligar a televisão e olhar a Rede Globo. a Rede Globo falar, olha, e eu nem conheço o Alexandre Morais, né? Quando começar a abandonar aí a gente vai ver que o jogo muda. É, vai ser na televisão que a gente vai ver as nossas oligarquias abandonando esse regime e aí

17:01 a gente vai ter oportunidade de estabelecer um novo tipo de governo. Aí junto com Alexandre de Moraes vai embora Lulo, PTU e toda essa galera. Eh, pois é, Nilton, a gente já vem vendo, né, a mudança do perfil editorial de vários jornais e vários veículos de imprensa que estavam aí muito alinhada à esquerda. Já vem mudando, né? A a eu queria agradecer aí a presença da Fátima, do Egídio, da Vina, do Afonso, que acabaram de entrar aí. Marcelo, e eu queria te perguntar uma coisa assim que eu achei muito interessante porque do jeito que é colocado, parece que o Eduardo Bolsonaro ele tem influência no governo americano para o governo americano fazer um boicote ao governo brasileiro, né? E na verdade não tem

17:49 nada disso. Essa lei Magnitsk, ela é uma lei contra uma pessoa pontual que relaciona, é proibido de relacionar dentro da do território americano com empresas americanas. Então assim, tem nada de governo brasileiro e eh inserido nisso, tem nada de risco à democracia inserido nisso, né? Além, além disso que você falou, Carlos Eduardo, e aí eu vou numa parte um pouco mais técnica, ah, havia havia súmulas do Supremo Tribunal Federal que tratavam da competência da Corte para processar eh alguns alguns algumas figuras, alguns expoentes do meio político em razão da sua função. Eu vou lembrar aqui, se eu não me engano, da Súmula 394 que tratava

18:36 exatamente disso. acontece que o Eduardo Bolsonaro, para além do que você falou, que é uma lei voltada para uma pessoa, as questões são outras. A gente tem aí a questão ah da jurisdição de cada umas de cada um dos países, todas essas questões de ordem formal. E o fato é que o o Eduardo Bolsonaro ele é deputado licenciado, ou seja, deputado licenciado, ele deixa de estar no exercício da função, que é o que se chama em relação ao Supremo de competência raciones. Quer dizer, ele precisava estar investido da função para que ele pudesse estar eh eh estar sendo investigado. Aí eu me pergunto, por que que o procurador-geral da República tá investigando o Eduardo Bolsonaro e por que o Supremo Tribunal Federal vai processar o Eduardo Bolsonaro? São as

19:21 duas perguntas que se acrescentam a tudo que você falou, a lei americana que trata de casos específicos e de apenações específicas com fundamentos específicos, eh, eh, e tudo aí, todas as circunstâncias que você se referiu, ah, para não dar nenhum motivo de que, eh, possa haver qualquer desconfiança de que está havendo ataque à democracia brasileira, etc, etc, etc. essa narrativa que já tá cansando. Eu acho até que as pessoas que apoiavam isso não aguentam mais. Eh, a tudo é muito bem delineado a partir daquilo que se pretende fazer. É a pessoa eh de alguém que está provocando determinados atos e são sanções, por exemplo, de ordem eh econômico-financeira. Então assim, é

20:09 mais uma, o Newton já discorreu muito bem eh sobre a perspectiva política e e o que que pode acontecer acontecer de parte a parte em relação a Brasil, em relação a ministros do do Supremo, em relação a à pessoas envolvidas. Agora, tecnicamente, formalmente, é mais uma vez é mais uma das esquizofrenias brasileiras. Eu fico me perguntando como um deputado licenciado pode estar sendo eh processado eh pela máquina, pela estrutura jurisdicional brasileira, gastando o nosso dinheiro, tá? É exatamente como é estatal, porque quem tá pagando toda essa estrutura jurisdicional aí somos nós com nossos impostos. Eu fico me perguntando eh eh o que que acontece, o que que se faz quando a gente vê o nosso dinheiro sendo jogado no ralo. E aí se ele for apenar o

20:55 Eduardo Bolsonaro, ele vai fazer como? Ele vai lá em Washington catar o Eduardo Bolsonaro, onde ele tiver, vai dar um tapa na cara do Trump, igual aconteceu com com o Macron. O que que vai acontecer? A gente fica se perguntando. É, né? Não é fácil não. Mas aí, Tadeu, quando fala isso, eu fico imaginando assim, Eduardo Bolsonaro tava sendo, né, aventado, boa noite, Henor. Tava sendo aventado como um dos possíveis candidatos para representar a direita, né? E a imagem mental que eu faço é como tivesse um quadro assim naquela delegacia meio na penumbra. Algumas carinhas aí assim, Bolsonaro Ticato tá fora. Aí o próximo agora vai ser Eduardo Bolsonaro, tá fora. Quem mais que sai aí nessa fila? Tadeu?

21:42 É, Carlos Eduardo, é o pessoal aí que eu eu eu eu tenho uma visão que eh o o os possíveis eh principalmente aqueles que têm condição de eh ganhar uma cadeira no Senado em 2026, eh pelo lado da direita, vão ser muito perseguidos, porque eh o STF tem um receio que amanhã se abra um pedido de impeachment de um ministro que não respeita a Constituição, porque o artigo 53 da Constituição, ele é muito claro quando ele fala da que o que o parlamentar ele é inviolável, que é civil e penalmente por

22:29 qual quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. E a gente não vê isso sendo cumprido no Brasil. Então, eh, quer dizer, a gente vê só de um lado, né? Há uma perseguição. Eh, então, pô, tá ficando chato. Eu, na minha visão, o que eles estão fazendo é dar mais arma ainda pro governo americano aplicar a lei que eles tanto temem aqui no Brasil, porque o que eles estão fazendo é perseguir o cara. Ele tá falando, é, se o que ele tá falando não é verdade, se prova que não é verdade. Agora, poxa, ele pode falar, é crime no Brasil tá falando crime falar e as pessoas estão ficando com medo. Então, poxa, você é óbvio que se você calunia alguma

23:17 pessoa, pô, tem lei específica para isso. Agora, se você emite a sua opinião sobre determinado assunto, isso é opinião sua, eu posso achar que o governo Lula é lindo e vocês podem achar que é horrível. é um direito de cada um, é um direito nosso de ter a nossa opinião. E isso tá sendo cerciado eh de maneira e e com apoio de muitas pessoas, principalmente da imprensa, que deveria combater isso, mas eles vão pagar caro por isso, esse apoio deles eh a essa perseguição, a isso que eles chamam eh novamente é é uma coisa muito linda, né? Eles fantasiam, vestem eh a censura com uma roupinha bonita e começa a defender

24:03 aquilo, mas eh vai custar caro, principalmente para esses órgãos de imprensa que defendem isso e não dão o verdadeiro nome a essa perseguição, essa censura. Estão tentando nos empurrar guela abaixo. Pois é, né, Tade? O que se fala é de defesa da democracia, mas sobre, né, essa máxima, eles vão efetivamente destruindo tudo que a gente vem construindo, né, de instituições, da ação de cada instituição, do seu dever e vai acabando com o país e a imprensa vai apoiando. Infelizmente, assim, é uma coisa que a gente vê que um ou outro agora começou a ser mais crítico, mas no final das contas a gente eh eh acaba vendo. Isso aí é um tapa na nossa cara. E tapa na

24:50 nossa cara a gente vê o que aconteceu com Macron essa semana, né, gente? Ele realmente tomou um tapa, foi só um empurrão. É um carinho que o casal tá acostumado a ter. Nilton, que que você me fala? Tinha uma música que fez muito sucesso no Brasil, que era dói, um tapinha não dói. E essa música acabou sendo cancelada depois porque disseram que era misógena. tal, enfim, né? Eu achava que essas relações mais quentes eram coisas da do hemisfério sul aqui abaixo da linha do Equador, mas parece que não. Os franceses também têm esse sangue latino, a gente se esquece disso e reagem com muita

25:35 energia, né, quando estão eh chateados, decepcionados. Então, tem duas coisas que eu queria falar a respeito disso e talvez três. A primeira é o seguinte: ah, de fato foi um tapa, né? De fato foi uma agressão, uma expressão de violência da senhora Brigite Macron seu marido, coisa de casal, apesar do que aconteceu, né? A gente não sabe, mas não foi uma brincadeira. Tanto é que ele coloca o braço na sequência, ele vendo que a porta está aberta e logo está sendo queimado desembarque ali no tinampã. Ele então ele é um bom ator, ele se recompõe, ele vem, ele coloca o seu

26:23 braço pra esposa vir e passar a mão no seu braço e descer a escada. O a Brigite. Ela recusa o braço do Macron e usa o corrimão para descer a escada ao seu lado atrás. né, dizendo que está ela está de mal. O que fica muito ruim nessas situações para nós reles mortais, um um um uma, né, um tapa de inverno, não sei o quê. Isso fica é uma coisa até folclórica no Brasil. Tinha um amigo meu que dizia o seguinte: "O primeiro beijo eu já esqueci faz tempo, mas o primeiro tapa eu lembro até hoje", né? Então, eh, folclórico faz parte da da

27:10 cultura, uma mulher mais agressiva, não sei o quê. No final a gente acha isso até bonitinho. Mas quando se trata de um presidente, de um país importante, que tá à beira de um conflito internacional com a Rússia às portas da OTAN e a França querendo protagonismo, levar o tapa da mulher, isso coloca ele numa situação de fragilidade política. e coloca a sua representação enquanto, né, líder de um povo de uma maneira muito eh descuidada. Você vai tá cuidando dos interesses de segurança nacional, não consegue nem ter segurança nem dentro da sua própria casa. Então isso coloca em cheque o poder do Macron, né, para ser e a sua

27:56 legitimidade para ser um presidente. É isso que as pessoas estão falando. Isso tem um efeito psicológico sobre seus eleitores, sobre seu povo muito grande, né? Eh, essa relação eh doméstica quando se vai paraa vida pública interessa as pessoas. Tanto é que daqui a pouco a gente vai falar da nossa primeira dama que não, né? e ela fala: "Ah, ninguém me controla". Bom, ninguém controla. Eh, esse é o problema, não é? Esse é o problema. Se a pessoa não tem autocontrole, como é que faz? Então, essas são as questões que foram importantes dessa questão do do tapa do do Macron. E o mundo, e agora vocês vão comentar mais sobre isso do que eu, e o mundo tá num momento que precisa de

28:42 controle, né? Estamos à beira de uma guerra mundial. Agora a gente não pode negar essa possibilidade. A a Rússia tá dobrando suas apostas, a China tá chegando, querendo aproveitar a oportunidade para ter maior mais espaço eh na da sua influência do seu comércio. Então assim, o Macron, eh lamento, cara, vida segue. Mas não teve problema não, Nil, né? que ele acabou falando que aquilo ali é um carinho só, é o jeito que eles convivem normalmente. Então que não tinha briga, não, não tinha nada demais, não. É só um jeito quente de se conviver, né, Marcelo? Eu a gente fica rindo depois da

29:27 fala do Nton aí que é engraçado, né? Vida que segue, né, Macron? Rapaz, eu eh o Nton sempre antecedendo, ele acaba esgotando muita coisa legal. Aí que que eu vou destacar? a gente vê eh um alinhamento eh alguns, né, no mundo, um alinhamento. E veja bem, não ninguém aqui defende violência de nenhum tipo contra quem quer que seja. Agora, me parece um paradoxo que justamente esses lugares muitas vezes que se alinham as tais pautas identitárias aconteça uma coisa como essa e ninguém fala nada como acontece no Brasil. Tade, eu antes tinha destacado eh com relação à à a à inviolabilidade dos parlamentares, deputados e senadores e que funciona

30:12 para um lado e não funciona pro outro, né? Então isso aí é a a França tá lá eh perdendo sua identidade. Não há aqui também nenhuma violência, nenhuma discriminação com quem é contra quem quer que seja. Mas um país, como como o Newton bem falou, destacou, que quer representar aí uma parcela significativa do Ocidente e tá eh praticamente sofrendo um processo de islamização, sofrendo com pautas identitárias, etc., né? Me parece bem sintomático eh esse tapa, né? Então eles têm que lidar com tem tem que lidar com com essa realidade. Mas é como o Newton falou, né, cara? Tá, Macron não liga para isso não, vida que segue. Mas ele tomou o tapa. Pois é, né? Eh, o motivo, gente,

30:58 da gente trazer aqui pro Larga Deus uma briga de marido e mulher, né? Eh, dizem que não pode nem meter a colher, na verdade, não é isso não. É porque nós somos um podcast liberal, libertário, né? a gente entende que tem um princípio de não agressão, é uma base da sociedade. Eu não te agrido, você não me agride. E isso vale também pro matrimônio, né? Vale lado do matrimônio seja, a mulher não deve agredir o homem. O homem não deve agredir a mulher, nem tampouco fisicamente, nem tampouco com palavras e ações. A gente tem que lembrar disso também, né? Não, tá? A coisa tá muito complexa. Você fica imaginando o Putin apanhando, Xinping apanhando e o o Trump

31:44 apanhando. Dá para para imaginar o Lula a gente já consegue vislumbrar um pouquinho maior, né? Ô Carlos Eduardo, eu vejo é esse pessoal que gosta de ser o os donos da dos bons costumes, do que é certo, de que ah, como eu defendo o que é bonito. São, é isso aí. a casa acaba caindo, entendeu? A gente vê que é o que eles pregam, não é o que eles fazem. Então, eh, esse é o grande problema que eu vejo eh desse povo que gosta de falar bonitinho, de botar uma roupagem linda numa coisa que a gente sabe que não é legal, é porque a gente sabe que eles não fazem isso. A gente sabe que eles não são aquilo que eles

32:29 estão vendendo ser. Então, eh, tá aí. E nada dura para sempre. A máscara cai. Espero que muitas máscaras que a gente tem visto, principalmente aqui no nosso país, não demorem a cair, porque tá ficando caro paraa população brasileira e principalmente pra gente que gosta de produzir, que gosta de gerar riqueza, que quer dar um futuro melhor, ter um país melhor no futuro, sabe qual é o caminho, mas tem esses entraves dessas pessoas que querem vender o que elas não são. O que elas só querem, no fundo, é tirar proveito da sociedade como um todo. Pois é, né? Eh, a gente não pode perder a piada aqui. O Eno já colocou um banana Va, mas tem uns que merecem. Kaká.

33:15 Então, é mais ou menos isso, né? Eh, gente, isso aí eu acho que que é muito importante, é assintomático quando a gente fala desses identitários, né, que nada mais são do que autoritários, que acham que devem mandar nos outros. E esse tipo de mandar nos outros, que é muito típico da esquerda, o Macron é um representante da esquerda identitária, com toda a postura dele, desde o da relação com o clima, a outras relações, né, à toa que a direita até mais radical vem crescendo na na França. E e aí a gente vê isso, ou seja, é é é a falta, né, de de respeito, é uma desconstrução de valores, desconstrução da sociedade que vai levando e chega nisso. Ou seja, né, a mulher de um presidente descendo do avião dá um tapa nele e dê um tapa.

34:02 Não há não há sombra de dúvida. Aquilo ali é assim, eh, existe fato, existe narrativa. O fato a gente vê a narrativa, depois a gente tenta engolir. Dona Maria José Barrosa, ela foi muito prudente, ela colocou assim: "E, a esposa Brigite deve estar com ciúmes da Janja, né? É possível que o outro dia tava tendo uns abraços, né, mais quentes lá, né? A gente sabe se lá que que isso queria dizer, né? Mas então nós vamos aproveitar para mudar também. A Janja, ela quer falar aí, Nilton. Eu não sei do que que ela quer falar. Será que é do tapa da Brigit do Macron? Solidarizar com com o Macron. A Jan já deu uma declaração muito interessante na volta da viagem com a China, porque um dos, né, das pessoas

34:50 que estavam presentes, uma reunião edou, falou: "Ih, a Jan já abriu a boca durante a reunião lá e levou uma levou uma uma advertência do Xiping. Falou: "No, que que você tá falando aqui?" Isso gerou uma repercussão muito negativa na nossas relações internacionais, o pessoal do Inamarati, houve uma conversa na imprensa e como consequência a Jan já falou: "Eu vou surpar essa onda, eu vou me empoderar e eu vou pra imprensa para dizer que eu falo mesmo, eu falo o que eu quiser do jeito que eu quiser." E o que é muito interessante, né? Né? Cada um eh tem tem a língua e usa ela da maneira que bem entende. E a Janja, o que ela não entende é que ela não representa

35:37 absolutamente ninguém. Se ela fala, fale si mesma, fale como um indivíduo. E nessa qualidade ela tem toda a liberdade do mundo para se manifestar. Mas quando ela tá numa reunião internacional, a pessoa que tem, deixa eu usar uma expressão da esquerda, que tem lugar de fala, infelizmente o presidente Lula é o marido dela, ele que foi eleito, né, 50% mais um da população para expressar a opinião eh da da República Brasileira e não a Jan. Ah, onde eu tiver possibilidade de falar, não, fica quieta, não é o seu lugar de falar seja onde for. Eh, não é assim. Então, nas questões governamentais, elas têm que se

36:23 reservar ao direito de ser apenas a esposa do presidente da República, nada mais. Então, ela não tem poder de falar representando absolutamente ninguém, especialmente nas reuniões oficiais. E a cereja do bolo daquela declaração e o que ela vem agora toando espaço na imprensa é que ela falou lá para buscar repressão aos que falam aqui. É isso que ela foi e eh se manifestar na China. Ó a XGP. Inclusive você dá um jeito no seu TikTok aí para poder calar as pessoas do Brasil. manda algum chinês para lá para poder, né, sob a legação da desinformação, fake news e etc. Ela quer

37:12 justamente calar os brasileiros. Ela fala tanto, Carlos Eduardo, que não quer ouvir absolutamente ninguém. Pois é, né? E ela deu a entrevista essa semana pra Folha de São Paulo falando isso, que ela sabe o que ela fala, ela não é burra, ela tem noção do que ela fala e ela quer falar. Ela não quer ficar calada. E aí, Nilton? Assim, poxa, se ela quer falar como indivíduo, tudo bem, né? Espera mais um pouquinho, espera mais uns dois ano que o Lula já deve deixar o governo dentro em breve para poder falar como uma pessoa normal. A esposa do presidente, a primeira dama, ela tem uma representatividade, né? Essa representatividade ela passa por educação, elegância, postura, né? é um

37:58 simbolismo do carro que a gente vê sendo desconstruído, mas assim, a gente vê sendo desconstruído também pelo presidente, várias vezes falando com a voz embargada, talvez por álcool ou não. Então assim, a gente vê que hoje nós estamos passando no Brasil um momento muito delicado e que aí eu penso se o povo tá notando isso, né? ou se o povo tá querendo é bolsa família, Marcelo, e aceitando o o mexe no meu, mas faz, né, alguma coisa. Que que você acha? Rapaz, eu lembro de um quadro que vocês vão lembrar, não tô falando da primeira dama não, hein. Eu lembro da Ofélia, do Chico Anice, que ela falava que só abria a boca quando tinha certeza, né? E quando

38:45 a gente vê uma coisa dessa, quando a gente pensa liberdade de expressão, quer dizer, o Nto mais uma vez abordou muito bem, ela pode falar à vontade, ela só não pode abrir a boca achando que tem certeza para falar do Brasil e para falar da gente. Agora sim, eu acho que para pras nossas pretensões aqui em relação ao que a gente pensa eh de política, de tudo aí, daquilo que deve ser o Brasil, tá sendo uma ótima, né? Porque cada vez que ela abre a boca, ela arrebenta ainda mais com um governo que consegue se arrebentar cada vez mais. Só que é o seguinte, eles indo pro buraco, né, igual a estatal aérea lá, o tal do desastre que a gente falou no começo, o buraco tá fundo, a gente tá, o negócio tá ficando complicado. E aí, Carlos Eduardo, a gente fica até a gente perde

39:31 até o fio da meada para falar todo o resto. Eh, eh, você mencionou algumas questões aí em relação à Bolsa Família, aquelas políticas que o governo pretende implementar. as velhas eh falácias e e produções de utopias, ficar inventando coisa como se isso fosse verdade, identitarismo. Aí eles falam disso, aí você vê um cara que defende uma pauta identitária tomando um tab na cara, entendeu? Então assim, eh é isso, é é acho que é a a hipocrisia, né? A fala, à vontade daquilo que não se sustenta. É a velha esquizofrenia que a gente tem feito menção aqui toda vez que a gente tá aqui no Largadeu, porque toda vez sempre tem alguma coisa que foi dito tipo Ofélia, vem para cá e a gente faz a

40:17 festa. Essa loucura é o Brasil do eh eh fala quem quer, né, porque tem certeza e nós ouvimos porque temos juízo. Pois é, né? E eh o peixe morre pela boca, dizem, né? Aí você pode entender do jeito que você quiser, tá? De eu queria conversar com você e pedir sua opinião. Não tem tanta coisa, tanta relação direta com a Janja, não. Mas o o o meu objetivo é é saber o seguinte, eh você tem, né, e eh uma visão do IOF lá que ia ser cobrado e o governo quer arrecadar. tá querendo arrecadar de qualquer jeito. Final das contas, eles tiraram o IOF em menos de 6 horas que

41:03 foi divulgado por conta de medo do Nicolas fazer um novo vídeo, né? Uhum. Esse que é o meu problema. É, nem a questão do IOF, que a gente sabe que é tudo de ruim ali, mas com medo de um novo vídeo que que viralizasse. E aí, será que o o que mais faz estrago ao governo é vídeo do Nicolas ou é a fala do Jan? Da Janja tá dentro. Eu acho que cara eh eh eu em 2022 eu, poxa, queria muito que o Lula fosse derrotado na na nas urnas, eh, que ele perdesse as eleições, saísse moralizado, era o meu sonho. Mas, eh, enfim, eu acho que pro Brasil teria

41:51 sido muito melhor, muito menos pior, sem sombra de dúvida. Mas o Lula ganhou eleição, assumiu, enfim. E cara, tá sendo maravilhoso, maravilhoso assim, tá sendo ruim porque eu gosto do Brasil, queria ver o Brasil numa outra, em um outro patamar, aproveitando toda a potencialidade que ele tem. Só que, poxa, a gente tá vendo o Lula mostrar toda a sua incompetência, porque todos nós sabemos que ele é incompetente. Tipo, eu eu não sei quem pensa que o Lula tem condições de gerir uma empresa, tão pouco um país. Então, eh, eu tô gostando, eu tô achando bom a Janja falar, podia falar mais, eu acho

42:36 que tem que abrir mais espaço para ela falar, entendeu? Agora só não podemos também deixar ela nos calar, né? É aquele negócio, quem fala tem que saber ouvir também. Então, poxa, a gente tá vendo aí todo esse embate de PGR querendo, pedindo ao STF que regule as redes sociais, que proíba quem eles não concordam de falar. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com isso. Eu acho que eh sem liberdade de expressão nós não temos democracia. Aí eles são tão defensores da democracia, eu não tô entendendo. Tem uma dicotomia aí que eu não consigo, eu não consigo compreender, entendeu? De repente eu seja eh incapaz disso. E o En falou uma coisa muito boa, eh, pô, tá quase uma Dilma. Mas você

43:23 sabe, Anic, eu acho que no fundo, no fundo, o desejo do Lula era ter transformado a Janja numa numa Dilma, a sucessora dele. Só que tipo, a coisa tá indo pro brejo, meu amigo. O mundo hoje é outro. Eh, a as coisas hoje acontecem diferente. Aí deu muita sorte lá atrás de ter pego uma casa muito bem arrumada, bem ou mal, pelo Fernando Henrique. Eh, ter surfado uma onda de bound commodies, que gerou muita arrecadação, permitiu que ele fizesse um bando de besteira, se envolvesse um bando de escândalo. Hoje a coisa é diferente. Hoje não tem espaço para para manobras erradas. E ele tá fazendo uma série de manobras erradas, táando aí no que a gente tem visto. Fala

44:10 mais, Jangel. Eh, pois é. O Lula 3, ao meu ver, é o seguinte. Ele está conseguindo se desgastar literalmente porque ele não acompanhou o mundo, não acompanhou a tecnologia, né? O PT e o Lula, principalmente, eles são incapazes de entender que hoje todo mundo tem um microfone e uma câmera na mão. Todo mundo fala, todo mundo ouve, todo mundo se conversa, né? Conversa em paralelo. É, é uma um conhecimento difuso que passa para todo mundo. Ninguém tem mais controle. A Globo não tem controle. Folha de São Paulo, Estadão, eh, propaganda do governo, nada disso tem mais controle. Então, com isso, a gente vê exatamente quem é o presidente. A gente vê seus valores, a gente vê seus desvalores, a gente vê sua capacidade, a

44:57 gente vê sua incapacidade, a gente vê a esposa dele como ela é, como a primeira dama, né, aparece, como ela e e ela se comporta. Eu não tenho dúvida disso não, Tadeu. O início do governo Lula foi o preparo paraa Janja já ser alguma coisa política no futuro. Só que parece que ela conseguiu vir se desconstruindo progressivamente, não foi? Eh, foi que eu eu falo, né, assim, o o trabalho é tão árduo, eles conseguem fazer um um um trabalho com tanta dificuldade, né, igual o Lula, por exemplo, a inércia faz o país crescer. Se você não fizer nada, o país vai crescer. 3%, ainda mais um país tem um agro forte igual o Brasil, 3 4% ao ano. E eles conseguem fazer o

45:44 Brasil eh eh não crescer. Foi igual aqui em Minas, né, o PT, eles conseguiram quebrar o estado. Se você não fizesse nada, o estado dava certo, mas eles conseguem quebrar o estado. Então assim, isso aí é um esforço quase Hercúlio para acabar, né, com um país, acabar com o estado e talvez acabar até com muitos disciplem do que eu tô falando. Newton, vamos despedir. Boa noite, pessoal. Vamos lá, sua mensagem despedida. Cas Eduardo, Tadeu, Marcelo, todos vocês que não assistem. Eu não vou citar todos, mas Virna aqui que tá sempre vindo, Heno e os nossos habituais assinantes do podcast Largad. Muito obrigado. A gente tá crescendo cada vez mais, né, Casa Eduardo? O bom de ver

46:30 durante a semana a gente tá atingindo mais de 200, 300 pessoas e quem sabe agora a gente explode e vai para 1000 na próxima no próximo mês. E é isso. Vamos tentar manter as nossas esperanças de liberdade, que as pessoas entendam que é importante preservar a liberdade, como diz alguns ditados populares aí, né? A vigilância sobre a liberdade é muito importante para que a gente não perca ela no momento seguinte. Mas Eduardo Marcelo, deixa a Dilma falar, deixa a Janja falar, deixa o Marcelo falar. Vai lá, Marcelo. Eu só abro a boca quando eu tenho certeza, hein? E aí eu vou falar para vocês, vejam o Largadeu, curtam, eh, divulguem, vão lá

47:16 nas nossas redes sociais. Foi o que o Nton falou, é uma é um bate-papo descontraído e a gente precisa perseguir a liberdade para que a gente tenha, porque se a gente eh fechar os olhos, tapar os ouvidos, fechar a boca, por isso que a gente precisa deixar ela falar, a gente vai perder a nossa liberdade. Então, boa noite, muito obrigado a todos vocês. Venham para o próximo. E larga deu, hein? É, e as coisas vêm a pouqu aos pouquinhos mudando. A gente não tá tão ruim assim não, né, Tade? É, depende do ponto de vista aqui. Pessoal, sempre um prazer estar com vocês. Eh, eu tenho estado ausente aí, mas sinto falta

48:03 de toda terça-feira a gente ter esse bate-papo eh descontraído e poder falar e trazer a nossa visão aí sobre os assuntos. Então, um ótimo resto de semana a todos aí. E fiquem com Deus, gente. E agradecer a quem chegou aqui até agora conosco, né, que o o Largadeu a gente vem tentando trazer esse perfil, fazer comentários, algo descontraídos, mas sempre fundado com essa visão, ou seja, que um estado não é para o bem, o estado ele é um mal necessário, ele tem que ser menor, a gente tem que ter o controle do estado e não o estado ter o controle da vida do cidadão, né? Então, com isso, a gente pede para vocês realmente assim, curtam, compartilhem, falem pros outros. Se tiver crítica, manda pra gente perguntas

48:50 ao longo da do programa para que a gente possa interagir e que a gente possa trazer para vocês o que há de melhor, né, dentro das nossas capacidades. Naturalmente a gente cada dia ficar mais estimulada a estudar mais, aprender mais para poder ter um conteúdo de mais qualidade. Um abraço e boa noite a todos. Fiquem com Deus. Larga Deus. [Música]

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