Preparatório OLITEF 2026 | Aula 01 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

Prof. Mansinho Jr. www.youtube.com

Resumo Breve

O vídeo apresenta a primeira aula da série de preparação para a Olimpíada de Educação Financeira do Tesouro Direto, abordando conceitos fundamentais sobre dinheiro e o sistema financeiro nacional. Durante a aula, o professor discute a história do dinheiro, suas funções e o sistema financeiro brasileiro, com foco na importância da educação financeira.

  • O dinheiro como um mecanismo social que simplifica trocas, mede riqueza e preserva valor.
  • A organização do sistema financeiro nacional e suas entidades reguladoras.

Introdução e Preparação para a Olimpíada

O professor inicia o vídeo dando as boas-vindas aos alunos e informando que esta é a primeira de seis aulas preparatórias para a Olimpíada de Educação Financeira. O aluno deve estar ciente da participação nas aulas ao vivo para contar frequência e poder fazer a prova. Ele destaca que a lista de frequência ficará disponível por 24 horas após a gravação.

História do Dinheiro

Neste capítulo, o professor explica a evolução do dinheiro, começando com a vida nas cavernas onde não havia necessidade de moeda. Ele discute como o escambo funcionava como troca direta de mercadorias. O surgimento da agricultura e a ideia de reservar recursos são apresentados, levando ao desenvolvimento das primeiras formas de dinheiro, como sal e gado, que foram utilizados como mercadorias.

Funções do Dinheiro

O professor destaca quatro funções principais do dinheiro:

  1. Meio de troca que elimina a necessidade de escambo.
  2. Unidade de medida que permite a avaliação do valor de bens.
  3. Reserva de valor que possibilita guardar riqueza para o futuro.
  4. Padrão de pagamento que organiza transações econômicas.

Ele menciona a importância de entender essas funções para a educar financeiramente.

Sistema Financeiro Nacional

O professor fala sobre a estrutura do sistema financeiro nacional brasileiro, ressaltando que é um dos mais eficazes do mundo. A organização e regulamentação do sistema são discutidas, mencionando o Banco Central como o órgão que controla e regula todo o sistema financeiro. A importância da transparência e eficiência nas instituições financeiras é enfatizada.

Operadores do Sistema Financeiro

O vídeo finaliza com uma descrição dos operadores do sistema financeiro, incluindo bancos, cooperativas de crédito e corretoras de valores. O professor explica a função de cada tipo de instituição, destacando o papel dos bancos como mediadores entre indivíduos que têm dinheiro sobrando e aqueles que precisam emprestar. Ele discute a conta de juros e o conceito de spread bancário.

Questões de Revisão

Para concluir a aula, o professor apresenta questões da prova do ano anterior, testando o conhecimento dos alunos sobre a história do dinheiro e as funções do sistema financeiro. Ele anima a interação, pedindo que os alunos participem através do chat.

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Transcrição

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0:00 Olá, boa noite pessoal. Vamos começar a primeira das seis aulas que a gente tem programado para o paraa Olimpíada de de educação financeira do Tesouro Direto, a Olf 2025. A gente vai fazer duas preparações né com relação ao Abel Coelho. Uma vocês fazem lá na plataforma, tá todo mundo já com o seu link. que quem não tiver durante a semana vai me procurando. E a outra, as outras seis aulas a gente faz por enquanto aqui, tá? Se a gente vê que a quantidade tá reduzida, que é melhor a gente ir para um canto mais fechado, talvez a gente vá pro Google Meet, algum outro aplicativo, mas como a gente convidou, né, tem 520 alunos do do Abel inscritos por

0:46 enquanto, cadastrados por enquanto, né? a gente conversou sobre o que é inscrito, o que é cadastrado. Todas essas dúvidas a gente tira durante a semana quando a gente se vê presencialmente, tá? Como eu não posso fazer no matutino pro pessoal da tarde, nem no vespertino, pro pessoal da manhã, então estamos à noite. Eu sei que tem muita gente que ainda nem chegou em casa. Você sai da escola de 6:20, talvez alguém ainda tá aí pelos ônibus, pelos carros, mas fica gravado, fica salvo. A lista de frequência que vai contar, você só vai poder fazer a prova se tiver 50% de participação nessas lives aqui, né? Serão seis lives, então pelo menos três. Finalzinho da noite de hoje eu já lanço a lista de frequência aqui nos comentários, ainda não está aí, tá? E aqui no chat também para quem já tiver ao vivo e quem só for ver amanhã de manhã ou hoje mais tarde ou enfim, a

1:33 lista de frequência fica aberta por 24 horas. Então amanhã lá paraas 8 da noite eu vou fechar a frequência. A live para quem quer estudar, para quem for entrar, aí fica salvo pra posterioridade, né? Até quem for fazer a edição do ano que vem pode entrar nessa live e assistir. A live não se apaga, tá? O que vai fechar amanhã é a frequência, certo? Acho que é isso. Vamos começar a aula que é bom por isso, né? Não precisa ficar esperando. Espera o povo entrar. Não precisa, porque quem entrar e vê ah, eu tô no meio da live, volta lá pro começo e assiste desde o começo. O importante é pegar o conteúdo, tá bom? Ã, na apresentação que eu fiz para vocês deixa só melhorar aqui pro slide, assim fica melhor, tá? Não sei se tem alguém no chat, só diga se o áudio tá legal, se

2:20 dá para ouvir. Eu tô sem retorno de áudio. Eu tô com retorno aqui só do que eu vou ver. Eu vejo os comentários de vocês no chat, mas eu não tenho retorno de áudio. Então, se alguém puder dizer: "Não, o áudio tá bom, dá para ouvir, tá baixo, tá alto". Aí já me ajuda no controle aqui para ficar uma qualidadezinha bem legal, tá bom? Ã, em sala eu mostrei a vocês, tá? OK, o áudio, tá? Murilo disse que tá dando para ouvir, tranquilo, tá? Se tiver algum chiado, algum ruído, vão avisando aí no chat. Eu acompanho o chat. Eu só não tenho o retorno do áudio aqui, tá? Então, na sala, em sala, em cada sala e quando eu convidei os meninos do primeiro vespertino, eu mostrei mais ou menos o que é que a

3:06 gente vai ver. Então, não vou perder tempo hoje lembrando aquilo tudo, tá? A prova se divide em três grandes pedaços, eles chamam de macrotema e microtema, né? Mas eu vou chamar de tópicos, né? 1 2 3 tópicos. E dentro desses tópicos você tem ali subtópicos, tá? Então, hã, as quatro primeiras lives, as quatro primeiras aulas, a gente vai abordar educação financeira básica, tudo isso, quem já acessou a plataforma, quem já mexeu lá e boliu e faça isso mesmo. Entre na plataforma e saia mexendo em tudo lá, o que é o material que tem, se já tem simulado para esse ano e tem, que os meninos até do primeiro B vespertino, acho que muitos já fizeram, tá? Mexa no site, veja o que é que tem lá. Tem a trilha para você fazer, a trilha de todos os conteúdos. Então o que a gente vai estar fazendo aqui é falando um

3:52 pouco mais sobre o que tem lá no material, certo? Então você faz todo o o a trilha de aperfeiçoamento lá, preparatório paraa prova e aqui a gente só vai vendo melhor, explicando melhor, fazendo alguns exercícios. Em alguma semana a gente pode fazer carrute, eu acho que dá para fazer aqui também. e o primeiro B vespertino e o segundo e matutino vão ter além disso aulas presenciais porque dá para botar no RDA, tá? Então vamos, hoje a gente tem que conversar sobre, eu falei até, não sei quem me perguntou, mas eu disse: "Não, hoje a gente não toma tanto tempo". Quando eu fui olhar a prova do ano passado, esse tópico de hoje, esse tópico específico que é a história do dinheiro e o sistema financeiro nacional, foi muito pouco cobrado na prova. Ainda é cedo, só teve uma edição

4:39 para eu dizer: "Ó, nunca cobra". ou cobra pouco ou cobra muito. Não sei o que é que eles vão fazer esse ano. Só quando tiver cinco, seis adições, aí dá pra gente fazer um mapeamento, o que é que eles cobram, tá? Mas na prova do ano passado, desse primeiro tópico educação financeira básica, eles deram muita força lá a o controle de gastos, que é lá o tópico quatro, que é a quarta live que a gente vai fazer, tá? Live de hoje talvez seja mais curto, talvez a gente não bata nem até 8:30, mas vamos andando aqui. Vai que a gente se empolga, vai que vocês perguntam no chat. E sim, qualquer dúvida, qualquer pergunta sobre o que eu esteja falando, pode botar aí no chat. Se eu ver que eu vou ter uma explicação, depois eu falo, senão eu já respondo na hora e assim a gente vai caminhando, tá bom? Então hoje a gente tem que ver esses quatro pontinhos rápidos. história do dinheiro e

5:25 finalidade dele e depois história do banco, dos bancos, das instituições financeiras, do sistema financeiro nacional e as funcionalidades de cada uma. E aí depois de cada dupla de tópicos desses, tem três exercícios, três questões que caíram nas provas do ano passado, ou no nível um, ou no nível dois, ou no nível três, vocês vão ver a facilidade, a dificuldade de cada uma, mas caiu lá nas provas do ano passado, tá bom? Então, para começar a ideia do dinheiro, a história do dinheiro, quem já viu minha eletiva, quem era o terceiro e viu minha eletiva lá no primeiro ano, vai ver que eu contava uma história bem mais longa. Aqui eu vou ser mais curto, mais suscinto, porque no material da gente, no material do estudo, eles dão uma simplificada gigantesca na história do dinheiro. Não é tão simples assim que surge esse negócio que a gente adora, que se chama

6:10 dinheiro no mundo, né? Mas eu vou dar uma pincelada rápida aqui, sempre me baseando no que é que o material vai cobrar na prova. Não adianta eu ir lá para contextos filosóficos, contextos ah mais ideológicos, se a prova, em tese, não vai cobrar isso, tá? Então, se a prova é rasa, a gente vai mais ou menos contar a história com que a prova vai cobrar, tá bom? Então, só pra gente começar, só pra gente ter uma ideia do que seria esse tal rico dinheirinho, né? Ahã. Vamos só tentar imaginar, configurar na nossa cabeça o que seria um mundo sem dinheiro. Existiu algum momento da história que não havia dinheiro no mundo? Sim, por muito, muito tempo não havia necessidade de você ter essa ferramenta chamada dinheiro. Era um

6:55 mundo onde você tinha algumas características. Ah, a expectativa de vida era baixíssima, você morria por qualquer coisa. Você imagina, eu tô falando aqui lá no que mais antigo que você conseguir puxar da sua memória, do memória, não, que você não tava lá, né? Você conseguir puxar da sua imaginação de de antiguidade, de homem das cavernas, de do que você quiser pensar mais remoto possível. Então, existia alguma época na na humanidade em que eu só vivia do que eu tinha no dia. Eu acordava, se eu estivesse com fome, eu procurava alimento, eu me alimentava, eu dormia, eu cumpria basicamente minhas necessidades biológicas, fisiológicas e eu vivia por instinto. Claro que a gente foi evoluindo, é por isso que a gente é o topo da cadeia, enfim, polegar opositor, postura ereta. Mas em algum

7:43 momento eu vivi quase que como os animais ali tendo que eu me evoluí para ser o topo da cadeia alimentar. Ã, eu tinha essa vida de subsistência, eu não precisava, eu nem entendia a ideia de de guardar recursos, de de segurar recursos comigo. Eu vivia do que tinha ali na hora. Eu era ah, nômade, né? A gente não tinha residência fix fixa, a gente não tinha lugar fixo. Eu vivia onde tinha alimento, onde tinha meios de sobrevivência. na hora que esses meus de sobrevivência se acabavam, se isariam, eu ia para outro lugar. Então, eu era nômede, eu vivia de subsistência, eu tinha expectativa de vida baixíssima, portanto eu não fazia reserva de valor, reserva de alimento. Claro que isso foi evoluindo, evoluindo, evoluindo, até uma hora que o homem começa a se agrupar ah

8:31 em tribos um pouco mais maiores que depois viram a cidade, geralmente na beira de rios. Vocês estudaram isso lá em geografia e lá em história. E nesse momento aí sim eu começo com agricultura, a matemática vem surgindo também. E aí a ideia de reservar um pouquinho, né? Alguma hora o homem percebe que uma cimentezinha que ele deixou lá dá fruta e ele entende a lógica. Ah, então eu posso plantar. De dentro da ovelhinha que ele matava e comia. Ele vê que dá, sai outra ovelhinha com um tempo e ele pode segurar ali, manter o rebanho, criar ovelhas e aí não só caçar, né? Ele poderia ter a agricultura e a criação de animais. E aí com isso ele começa a se organizar. Quando surge essa etapazinha,

9:18 aí sim eu começo a ter a ideia de pensar no futuro, de reservar valor, de não usar tudo agora. e conhecendo outras tribos, conhecendo outras culturas, tendo acesso a outros lugares que não da minha existência, eu percebo que às vezes tem mercadorias em outro lugar que na minha tribo não tem, sei lá, um chinelo muito sofisticado feito com palha de coqueiro, mas protege o pé. Na minha tribo ninguém faz isso. Lanças de de caça ou alguma fruta específica. E aí nessa começa a ideia do escambo. Essa ideia de escambo sempre são cobradas nesse tipo de prova. O escambo nada mais é do que a troca direta entre mercadorias. Você tem fruta, você quer uma lança, você quer uma arma de caça, troca. Você tem uma vaca, você quer

10:05 trocar por vestimentos contra o frio, alguma coisa, troca. Então o escambo nada mais é do que a troca de mercadorias, sem uma intermediação, sem uma equiparação de valor, tá? Então, a troca imediata de duas mercadorias entre si, a gente vai chamar de escambo, lembre disso, sempre é cobrado nas provas e vai fazer a a primeira ligação do que seria dinheiro. Os escâ muito, muito tempo. Tudo que eu disser de evolução aqui não é de uma semana para outra, não é de mês para outro, é anos e anos de evolução, tá? até que o momento ele começa a se não mostrar tão eficiente. Até hoje, se você procurar, nós em Mossoró temos, né, quem é de Mossoró, quem tá acompanhando, acho que é todo mundo do Abel aqui, a gente tem

10:52 uma um lugar de de escambio. Claro que lá se usa dinheiro, já tá tudo certo, mas o vucvuco ali, se você chegar com uma bicicleta, talvez você saia com celular. Se você chegar com patins, talvez você saia com uma ferramenta de trabalho. Enfim, lá ainda se pratica. Claro que totalmente diferente dessa ideia ancestral aqui, porque aqui você não tinha mensuração. Quando alguém vai com a bicicleta lá pro vucuva, ele sabe o valor da bicicleta, ele sabe quanto custa aquela bicicleta. Então ele não vai trocar por nada que não seja um valor equiparado. Esse cambo aqui de antigamente não, eu não tinha essa mensuração. Se eu tô precisando de 1 L de leite, vontade de tomar remédio, medicação, não sei. E eu tenho que

11:38 trocar por três sacos de maçãs. E maçã é uma coisa que eu tenho de sobra suficiente lá na minha época. Então, para mim não tinha essa ideia de, "Ah, mas eu demorei mais para produzir, tudo que a gente pensa hoje, né? Demorei mais para produzir, gastei mais, foi mais necessário uso de recursos manuais para produzir, então não vou fazer essa troca". Nesse tempo aqui não tinha isso, mas em algum momento começa a se perceber isso. Não dá para fazer qualquer tipo de troca. Então, as sociedades, as culturas, cada um em seu lugar, cada um com sua realidade, começam a elencar o que a gente vai chamar de moedas, mercadorias. Ainda não tinha a moeda, a cédula, o metal. Então eles começam em determinados períodos da história, em determinados lugares, eles começam a a elencar alguns exemplos que já um deles que eu vou citar aqui foi

12:25 cobrado na prova do ano passado, o sal, né, já que era uma especiaria, já que era uma coisa difícil de achar em alguma localidade ali do mundo, o sal foi tido como uma moeda mercadoria. Então tudo se trocava por sal, por medidas de sal, tá? 1 kg de sal, 2 kg de sal, 3 kg de sal. Esse sistema de quilo, eu tô simplificando, né? Surge depois a ideia do do sistema de medidas, mas 1 kg de sal, uma medida de sal, duas medidas de sal, aí sim eu trocava tudo por sal e esse salmo apesar de ser uma mercadoria, mas era tudo equiparado em sal. Quantos unidades de sal vale uma vaca? Quantas unidades de sal vale um saco de maçã? E aí eu trocava tudo pro sal. É por isso que também foi cobrado na prova que até

13:10 hoje você recebe o salário no final do mês, vem da palavra, deriva da palavra salt que é o sal, tá? Outra coisa, cabeça de gado, capto, vaca, né? Foi, foi, foi moeda, mercadoria em algum lugar, em algum momento. E é por isso que nosso sistema é o sistema capitalista, né? Quando você vai iniciar o investimento, que a gente vai estudar lá paraa quarta live ou quinta live, você bota o capital para começar a render juros e até hoje chama capital por causa do capital por causa do capto, que é cabeça de gado, né? Media-se a riqueza de quem tem, quantas cabeças de gado tem, já que era uma moeda mercadoria, pimenta e outras coisas, tá? Então, várias mercadorias da época, pela sua dificuldade ou pela seu sua circulação em certo lugar, foi indicado

13:56 como mercadoria de base para fazer as transações econômicas. Muito depois surge a ideia do metal. O metal é a primeira, essas outras mercadorias que eu falo, né, o sal, a pimenta, a cabeça de gado, eram mercadorias que além de servir para troca, serviam para a pimenta para conservar os alimentos, assim como o sal, a vaca para alimento, para transporte, para meio de trabalho. Então, eram mercadorias que tinham serventia. Até que um dia alguém surge com a ideia de só usar os metais, depois surgimento dos metais, da idade dos metais. Aí eu tenho moeda de prata, moeda de cobre, moeda de ouro, moeda de de bronze, enfim, os metais que eu tivesse ali na região. Causa-se um um certo alvoroço. Disse: "Mas eu não vou

14:42 usar para nada, eu posso até usar uma espada de metal, mas uma fichinha de metal, qual o valor que isso tem?" já que não é uma mercadoria que eu posso consumir, que eu posso, Pouco tempo depois tudo se resolve, o metal se mostra muito mais eficiente com relação à a à logística, com relação ao armazenamento, né? Porque você guarda a pimenta, né? Reserva seu valor lá em pimenta, mas daqui a pouco ela apodrece. Você tem o sal? Se você tomar uma chuva, dependendo de como é que você tava armazenando esse sal, ou se passar pel riacho com um cavalo, né, com sal no lombo, você fica liso quando você chegar do outro lado. Então eu tinha, não sou não, enfim, eu tinha ali mercadorias que não eram tão eficientes. O metal aí sim ele tem a uniformidade,

15:31 ele não se desmancha na água, ele se dura por muito, muito, muito, muito tempo. E já para enganchar e para encurtar a história aqui, depois dos metais não vieram juntos as cédulas de papel, que aí foi outra revolução também que alguém disse: "Não, metal eu ainda aceito que vale, né? Vale alguma coisa, é difícil de achar, é metal precioso, mas um papel dizendo 10, sei lá, qualquer vamos usar para facilitar a ideia de hoje, né? R$ 10, o que é um papel escrito R$ 10? Como é que isso vai valer?" E aí, com muita luta também entende-se a lógica, né? teria que ter um lastro, não podia todo mundo imprimir, não era só escrever num papel. E aí a cédula também tem esse valor. Fica assim, viu? Fica salva paraa posterioridade.

16:16 A única coisa é a lista de frequência que eu vou botar no finalzinho que encerra amanhã, mas o vídeo fica até se você na semana antecedendo a prova quiser ver as seis, dá para ver as seis. Fica fica eternizado aqui, viu? Ah, que que eu tava falando das cédulas, né? Então, as cédulas também surgem. E aí é o que a gente tem até os dias atuais, claro, com as novas formas que a gente tem agora mais recente dos últimos tempos, né? Finalzinho do século XX para começo do século XX, você já tinha o cartão de crédito ali depois da década de 50. Ele vem ser popular agora no finalzinho dos anos 90, começo dos anos 2000, mas o cartão de crédito é algo um pouco mais antigo. E aqui pro Brasil a gente hoje já tem até outras transações.

17:03 A gente tem o Pix, que é uma forma de transferir dinheiro instantaneamente, muito eficiente. Então você tem essas outras formas de meios de pagamento, tá? Então, é mais ou menos essa a história do dinheiro. Quem quiser se aprofundar depois lá no grupo, eu mando material, eu mando um livro específico. Mas isso que a gente conversou agora, isso que você ouviu agora, depois dá uma resumida, tenta escrever alguma coisinha ou lá no material tem, tá? Tudo que eu tô falando aqui é mais ou menos o que a prova vai querer de você, tá? um um resumo específico. O dinheiro nada mais é do que um mecanismo social que simplifica trocas, mede riqueza, preserva valor, isso é importante, esses três, essas três funcionalidades e permite o planejamento econômico, tá? Claro que sua eficácia depende da

17:49 confiança na moeda e na estabilidade do sistema financeiro daquela região, daquele local, daquele país, tá? Então vai já pegando isso. Dinheiro e é só uma nota, é só um papel que eu troco. Ele é um meio de troca, ele mede a riqueza que uma pessoa tem e ele preserva valor para eu usar num futuro próximo, tá? Então eu vou citar aqui mais especificamente o que as provas sempre tend a cobrar quando fala dessa relação com dinheiro, que são quatro funcionalidades. Deixa eu só para você enxergar o texto todo, depois eu volto aqui. O áudio tá aí, né? Eu só desapareci, mas o áudio tá aí. Quatro funcionalidades básicas do dinheiro, que é bom você já começar a enraizar, memorizar, sempre enxergar o

18:34 dinheiro dessa forma. Ele é um meio de troca, como eu disse agora, né? E a primeira função, a função primordial do dinheiro é trocar por mercadorias, elimina a necessidade da troca direta. Então, a primeira coisa que o dinheiro faz, entre outras coisas, é eliminar a ideia do escambo. Agora, eu não preciso trocar mercadoria por mercadoria, né? Eu posso trocar tudo por aquele papel, por aquela moeda, passar aquele cartão ou transferir aquele Pix na nossa realidade aqui atual do Brasil, tá? Unidade de medida, ou seja, existe um padrão de valor, serve como referência para avaliar o valor de um bem. Todo mundo sabe, ah, esse carro é vale uns 80, uns 70, uns R$ 60.000. Quanto vale seu telefone? 2000, 3.400. Então,

19:20 imediatamente dá para saber, é caro, é barato. Claro, tem outras nuances aí, né? o que é caro ou o que tem valor. Ah, uma unidade que o pessoal faz também quando começa a se aprofundar em estudos sobre finanças é não olhar só o valor em real, é saber quanto eu ganho e quanto eu ganho por hora, né? Faço o meu salário, divido isso por tantas horas que eu trabalho no mês e aí eu vejo, eu ganho R$ 15 por hora, eu ganho R$ 20 por hora, eu ganho R$ 80 por hora. E aí pensa em algo que você deseja comprar e imediatamente faça equivalência. Quantas horas tu precisa trabalhar você, né, com o seu salário para comprar esse item. E às vezes você consegue decidir se não, não vale a pena, é muita, muita, muita

20:05 hora de trabalho para eu comprar. Então, porque o preço é um só para todo mundo, mas dependendo do qual profissão você tem, qual salário você ganha, você vai enxergar melhor se fizer por hora de trabalho, tá? Mas só uma dica aqui que lá na live 4 a gente vai falar desses termos de tentar se educar financeiramente e é o que pelo menos desse primeiro tópico é o que a banca mais cobrou na prova do ano passado, tá? Então unidade de medida eu tenho o padrão de valor. Outra coisa, deixa eu voltar para cá que eu acho que eu não atrapalho mais essa. Isso. Ah, reserva de valor, armazenamento de riqueza. Ou seja, eu tenho, mas eu não quero usar agora. Eu não preciso utilizar todo, tá? Depende da profissão, o quanto caro é.

20:51 Sim, sim, né? Mas tudo tudo tem o mesmo preço. É isso que eu tô falando. O preço é padrão. Quanto é um iPhone? Eu não sei. Vou chutar aqui. Um iPhone, o mais recente é R$ 7.000, R$ 9.000. Isso parece caro ou parece barato? Vai depender. Imagina uma pessoa que ganha R$ 4.000 por hora de trabalho. Eu não sei o que que essa pessoa faz, não sei qual é a profissão dela. Para ela um iPhone vai durar, sei lá, eu trabalho 2 horas, eu compro meu iPhone. Imagina uma pessoa que ganha R$ 12 por hora. Aí você vai dizer: "Não, não tem. Tem, tem muita gente que só ganha R$ 12, R$ 8, R$ 9 por hora". Então, quantas horas essa pessoa vai ter que juntar, vai ter que trabalhar, aguentar, sei lá, se ele não gosta do trabalho dele, né? aguentar abuso, enfim, tudo no mundo para poder juntar o dinheiro do iPhone, tá

21:37 entendendo? Então, o preço é um só, mas dependendo de quanto você ganha, uma coisa fica muito cara ou uma coisa não fica tão cara assim. Ah, a reserva de valor é quando eu tenho dinheiro, eu tenho os recursos, mas eu nem tenho tanta coisa para gastar. Que bom, a ideia é essa, né? Que a gente não tenha tudo para gastar com o dinheiro que a gente ganhe. E aí eu posso reservar isso para um futuro, seja um futuro muito a curto prazo, o mês que vem, ir para algum lugar a médio prazo, daqui a 2 anos, começar um curso, uma faculdade, ajudar um filho, um irmão, não sei, ou a longo prazo um plano de aposentadoria, já que eu tô organizado e todo mês tá sobrando um pouquinho, eu vou entrar em contato com a instituição financeira e vou fazer um plano de aposentadoria privado, além do público, se eu tiver o

22:23 INSS, tá? Então ele tem essa ideia de não poder ser, poder não ser melhor poder não ser usado todo de uma vez. Você não tem aquela pressa, ah, se eu não usar, o dinheiro vai acabar, se eu não usar ele vai derreter. Não. Você pode tanto guardar na sua casa, o que não é recomendável. Hoje em dia a gente tem celulares, aplicativos, que o dinheiro fica guardadinho lá rendendo juros, ou levar para um banco, né, um banco que você confie, uma coisa mais tradicional. Isso a gente vai conversar em outras aulas, tá? e até um pouquinho na aula de hoje. E a última funcionalidade do do dinheiro é muito parecida com a dois, é a padrão de pagamento deferido. Assim como eu tenho padronização de valorização de um bem, eu tenho o padrão de um pagamento. Ou seja, quando eu exerço alguma profissão,

23:09 quando eu trabalho, quando eu ah forneço minha mão de obra para alguém, eu vou receber aquilo em dinheiro. E a ideia que você receba, não venha trabalhar para mim que existe permuta, existe outras coisas, né? Eh, hoje a gente faz muito parcerias, né? Ah, anuncia meu canal que eu eu aumento sua rede social lá, outra rede social, não sei. Ah, e permutas também, empresas fazem muito isso, mas a gente no dia a dia quando trabalha, a gente quer receber em dinheiro. Quando a gente empresta, geralmente a gente empresta dinheiro e quer dinheiro eh para devolver esse pagamento, tá? Então ele também tem esse padrão definido de pagamento, ou seja, a a possibilidade de receber dinheiro

23:54 através de uma mercadoria que eu produzi, um serviço que eu prestei, ele também tem essa função, bom, de organizar. E aí eu tenho agora três perguntinhas do do da prova passada. Lembrando, eu não sei o nível, tem nível um, tem nível dois, tem nível três. Então eu trouxe três pra gente testar aqui mais ou menos se a gente entendeu tanto a história do dinheiro como a funcionalidade dele. E pelo menos nessa partezinha as questões não são tão pesadas não, tá? Eu leio, vocês dizem aí no chat e depois a gente discute o gabarito, como é que como é que a banca elencou a resposta correta, tá bom? Não sei se já tá aparecendo aí para vocês, mas vamos lá. Ao longo da história, evoluímos de formas primitivas. como o Escambo para sistema mais complexo, como

24:39 o Pix, por exemplo. Quais das vantagens abaixo? Não, isso isso tá sumindo das provas, provas do Enem, provas de concurso. Ele eles estão tentando tirar isso, né? Porque a gente sempre pensa, ele quer a correta. E aqui ele tá dizendo não, pelo menos botou em caixa alta, colocou em maiúsculo aí, né? Quais das vantagens abaixo não são oferecidas pelo dinheiro em relação ao scambo? Ou seja, qual coisa, qual melhoria das sete aí, das cinco aí o dinheiro não fez, né? Ou seja, ele quer a resposta errada. Vão dizendo aí no chat, eu não sei se demora um pouquinho o delay aqui do chat para mim, mas vão dizendo no chat o que é que você marcaria aí nessas opções tá? facilidade de transporte e

25:25 armazenamento. O dinheiro melhorou isso com relação ao escambo? E a gente tem que dizer o que não, né? Ah, padronização dos valores, falamos agora há pouco, divisibilidade em unidades menores, ou seja, posso fazer os centavos, que alguém até tá falando aí no chat sobre os centavos. Posso fazer os centavos, posso fazer notas menores. Dinheiro facilitou isso. O sal como pagamento mensal do trabalho ou maior segurança contra roubos e fraudes. E aí o que é que o dinheiro não fez com relação a escambo? Qual dessas cinco aí não é uma melhoria de ter surgido o dinheiro como a gente tem hoje? Tomar um gole d'água e eu vou

26:11 responder porque o chat tá paradinho aí. [Música] ninguém. Tá bom. Então, ah, resposta correta por causa que ele quer o errado, né? Ele quer o que não é oferecida. Com certeza absoluta. Olha, ele botou aqui nível de dificuldade fácil, né? Mas é do macrotema um e do microtema um, que é o que a gente tá estudando hoje de noite. O sal como pagamento mensal do trabalho. Acabei de falar, né? Hoje em dia a gente não aceita em raríssimas exceções, alguém trabalha por alguma mercadoria, por alguma coisa. A gente só quer pelo nosso trabalho dinheiro e tá mais do que certo, porque esse dinheiro pode ser transformado em qualquer outra coisa. Que que eu vou receber uma mercadoria

26:56 pelo meu trabalho, sendo que eu não sei se essa mercadoria vai sair das minhas mãos tão fácil, né? Não, trabalho para mim esse mês, te douas vacas. É legal uma vaca? É, mas eu tenho onde guardar. Alguém vai aceit? Eu vou pegar essa vaca e vou no supermercado e o homem do supermercado vai aceitar essa vaca. para eu comprar a minha feira e vai dar tudo certo. Não, né? Melhor trabalhar por dinheiro, porque esse dinheiro tu transforma rapidamente, liquidez imediata, você transforma rapidamente em qualquer outro bem que você queira, tá? Então, o item errado aí justamente era o não, né? O que ele não queria, letra D, era o gabarito dessa. Vamos para mais uma. Francisco estava lendo um livro de fantasia sobre a história da rainha Alice. Aline, desculpa. famosa por criar a primeira moeda da

27:42 história de seu reino, substituindo um antigo formato de troca entre roupas e alimentos. De novo falando sobre o escambo, eu falei lá que sempre a prova vai tocar nesse ponto. A criação da moeda foi uma etapa fundamental para o sucesso do reino já aqui. Agora ele quer qual das cinco opções é uma consequência que fez com que o sucesso do reino, o dinheiro pegasse melhor do que o escambo. E aí o que é que você marcaria? Diminui a necessidade de confiança entre os súditos, os os súditos da rainha. diminuiu a necessidade de confiança. Não pode até fazer aí uma secundária, né, mas não é uma das principais. Aumentou o número de alimentos produzidos no reino? Tem nada a ver. Isso aí é agricultura, é é produção de alimento, é plantar mais,

28:30 é produtividade maior. Não tem a ver com ela ter criado a ideia da moeda, né? Estabelecer uma taxa fixa para as trocas entre roupas e alimentos. Não, uma taxa fixa não. Se tivesse aí uma valorização, uma pádra, mas não é uma taxa fixa. Roupas e alimentos não tinha essa taxa fixa. Então você não, olha, já tem gente acertando aí no no no chat, né? Glaton já acertou. Melhorou a distribuição de roupas entre os habitantes? Não, nada a ver, né? E aí sim a sete, né? Que sete, Jesus. A é simplificou e padronizou o processo de trocas comerciais. Sim, né? Na hora que eu tenho a moeda, a cédula, o metal, sei lá, o dinheiro, né?

29:17 Eu tenho essa simplificação e padronização de trocas comerciais, apesar dele ter citado aqui roupas e alimentos ou entre qualquer outro bem e serviço, né? Então, letra e resposta correta. E a terceira e última sobre dinheiro, já pra gente partir paraa segunda etapa. Eu disse que hoje ia ser rapidinho. Ah, no século 20, questão também do macrotema um e do microtema um, que é o que a gente tá estudando hoje de noite, tá? No século XX, o dinheiro passou por grandes transformações. Uma delas foi a popularização do cartão de crédito. A gente vai tratar sobre cartão de crédito lá na live 4, mas como o nome já disse, cartão de crédito que você pode passar hoje, no final do mês você paga e você passa ela em 10, 12

30:02 vezes, enfim, que mudou a forma como as pessoas realizam compras. Qual das alternativas a seguir descreve corretamente o principal motivo para o surgimento do cartão de crédito? Principal motivo para o cartão de crédito, tá? A necessidade de carregar grandes quantias de dinheiro em espécie se tornou um risco à segurança? Faz sentido, mas não é a funcionalidade da a funcionalidade principal do cartão de crédito, né? É muito melhor você ter um cartão, seria mais o de débito, né? Porque para ter esse dinheiro, você teria que ter esse dinheiro na sua conta e aí você passaria o débito, o cartão, enfim, né? Mas não é a principal não. B.

30:47 A popularização dos celulares e a digitalização dos sistemas bancários. Não, não tem a ver com o cartão. Aí seria mais o Pix. O Pix. Se ele tratasse de Pix lá no texto, só a letra B tava legal. Letra C. a intenção de aumentar o controle do governo sobre as transações financeiras do cidadão. Alguém vai dizer: "É, faz sentido. O governo agora rastreia o que é que a gente faz, o que é que a gente compra. Tem um certo sentido, sim, mas não é a principal finalidade. O cartão de crédito não foi criado para isso. Claro, é uma consequência, já que a gente faz tudo no cartão e os nossos dados estão todos lá nos bancos, sim. Se um governo, se uma polícia quiser quebrar o sigilo fiscal e bancário de alguém para ter acesso a

31:33 suas transações, ele vai ter isso como ferramenta, mas não é a funcionalidade principal do cartão. Desejo de oferecer um método que permita os consumidores pagarem depois da data da compra. Faz todo sentido, mas vamos ler a e, né, que é a ideia do crédito. Eu não tenho, mas eu posso levar para casa. Eu posso comprar esse celular, mesmo sem ter o dinheiro para comprar o celular. que tem um negocinho no meu bolso que se chama cartão de crédito, que eu enfio lá na maquineta, aproximo hoje em dia, passo ela em tantas vezes e depois eu pago. Letra E, a necessidade de substituir o escambo que se mostrava ineficiente para transações de grande valor. Não, isso aí foi o dinheiro que fez. O dinheiro substituiu o scambo, simplificou tudo. O

32:18 cartão de crédito tem como principal função dentre essas cinco aí a letra D, né? Eu posso comprar mesmo que eu não tenha todo o dinheiro e eu vou comprar, eu vou levar para casa, mas eu não vou pagar hoje. No dia que eu comprei, eu vou pagar depois. Então, letra D é a correta. Com isso, a gente fecha essa primeira parte que é a ideia da história do dinheiro. Não se preocupa quem tá lá no grupo do WhatsApp ou quem não tá, né? Porque eu disse que tudo que eu mandar lá no grupo eu envio também pros meus líderes, pros contatos que eu tenho em cada turma. Daqui pro final da semana a gente manda mais questões sobre esse tema, tá? Mas de novo, relembrando, não foi muito cobrado ano passado. Vai ser de novo esse ano pouco cobrado, não sei. É só a segunda edição, a gente não sabe muita

33:03 coisa sobre a Olimpíada. Tá bom, bora lá. Tá dentro do programado, acho que a gente se despede antes das 8:30. Quem já tiver cansado, quem já, ô meu Deus, hoje de muita gente disse isso, né? Assim, eu queria até assistir, mas eu estudo de tarde e eu já chego lá nas últimas, eu não consigo mais pensar em nada, produzir nada. Não se preocupa, tá gravado. Se você chegou agora, volta. Se você não é do Abel e por acaso caiu aqui de para-queda, você não sabe nem o que eu que tô falando. O Abel, se você não é da escola Abel Coelho, mas alguém disse, vai ter essa Olimpíada e você procurou um vídeo, alguma aula, alguma coisa e chegou aqui do nada, fica à vontade, assista. Tem materiais, tem tudo no mundo aí. São lives preparatórias para Olimpíada do Tesouro Direto. Bom, mas vamos cuidar aqui que o nosso foco é no

33:48 nosso grupinho lá do WhatsApp do Abel Coelho e das nossas turmas, né? Segundos e terceiros anos da tarde e terceiros anos da manhã, além das duas turmas convidadas. Sistema financeiro nacional é outra coisa que tem na prova, né, que tem no programa, que também não foi tão cobrado, não foi tão aprofundado na prova do ano passado. No material lá, tanto de vocês como no meu, ele também pincela muito por cima a ideia do sistema financeiro. Ele tem mais preocupação nessa nessa nessa hora da do lidar com seu dinheiro, né, que vai ser lá a quarta live, que vai ser lá o o quarto tema, né? Mas vamos estudar, vamos passar por cima do sistema financeiro nacional, vai que esse ano ele quer cobrar mais um pouco, tá? Então

34:34 o SFN, o sistema financeiro nacional brasileiro, é organizado a fim de de garantir a estabilidade, transparência e eficiência do mercado financeiro. E existe ali uma divisão muito bem estabelecida. O nosso sistema financeiro brasileiro, né? A gente tem esse complexo de vira lata. Tudo do Brasil é ruim. O Brasil não. O nosso sistema financeiro, o nosso sistema bancário é um dos mais eficientes, um dos mais bem organizados do mundo inteiro. Você tem países de primeiro mundo que tem muito mais dinheiro que nós, mas tem um sistema financeiro ainda em desenvolvimento, uma coisa muito rudimentar, muito tradicional. Eles têm muito medo de de de evoluir muito rapidamente. O Brasil, por muita sorte, ou por muita eficiência, é um sistema

35:19 muito bem desenhado e sempre tá evoluindo a passo que a tecnologia aumenta. O Brasil não espera. Ah, não, o povo, o povo não tem, todo mundo não tem celular ainda, não. Mas já vamos lançar nossos aplicativos, vamos lá lançar nossas ferramentas. Ah, mas o povo não tem internet suficiente. Mas já vamos criar as páginas. Todo banco vai ter que sua página. Então, o nosso sistema financeiro é um dos mais bem desenhados, um dos mais elogiados no mundo todo pela organização, pela tecnologia envolvida. Somos um dos únicos países que já tem a ideia do Pix, né? Os outros ficam perguntando e quando é que a gente vai fazer e como é que a gente pode fazer, né? Essa transação imediata, transação eletrônica, que é a TED, a DOC, isso sim, todo canto já tem, né? Mas tão eficiente como o Pix, tão imediato e que

36:06 pegou e ajudou muita, muita gente que vende, né? que tem barraquinha, que tem tudo no mundo. Hoje em dia o Pix é uma realidade, a gente quase esquece de usar dinheiro de tanto tão fácil e tão tão prático que é o Pix. Então, o sistema brasileiro ele é bem desenhadinho e bem definido, bem dividido. Tem quem regula, que é quem manda, quem cria as normas, quem cria as leis, quem cria a regra, quem fiscaliza, né? Existe alguém para criar a regra, existe alguém para fiscalizar essa regra e os agentes operadores, que são as instituições, as instituições financeiras, que é quem faz a coisa acontecer, tá? Sempre fiscalizado e regulamentado por alguns órgãos. Então, já vá pensando na ideia de uma prova, né, de de uma prova de um concurso para banco ou da nossa prova aqui, que ele talvez adentre nessa ideia

36:53 de quem é que regula, quem é que fiscaliza e quem é que opera. E a gente vai ficar hoje só nessa ideia, tá? os agentes reguladores, que são os conselhos, geralmente são conselhos, tá? Ah, não se não tá no slide aí, esse slide eu compartilho depois com todo mundo, tá? Hora nenhuma eu digitei a palavra depois que eu tava lendo aqui, faltando 5 minutos para começar, eu tava lendo o slide, disse: "Meu Deus, eu não falei do Ben", né? Quem comanda tudo isso, quem manda em tudo, tudo é organizado, tudo é gerenciado pelo Banco Central Brasileiro, pelo Bassem. Tem gente que chama de BC, pode chamar também, tá? O Bassem é o Banco Central. Ele organiza tudo isso, ele manda em tudo isso. Ele é o controlador geral da parada todinha, tá? Do sistema financeiro. Sempre a gente vai ter o o

37:39 top, o o quem manda? O Banco Central. Claro que o Banco Central ele tem divisões, ele tem órgãos, ele tem ele participa de conselhos. E aí eu tenho essa divisão assim estruturada e você não vai ver o nome do Bassen, mas lembre sempre quem chefia tudo, tudo, tudo, tudo, tudo tem que passar pelo Banco Central Brasileiro Bassem, tá? Então, voltando aqui pros órgãos reguladores, quem regula é a CMN, o Conselho Monetário Nacional, a um dos três principais, tá? você vai ter outros agentes reguladores aí, a CNSP, que é o Conselho Nacional de Seguros Privados, e a CNPC, que é o Conselho Nacional de Previdência Complementar. Então, já bota isso. Quem regula, geralmente são conselhos, geralmente o nome da sigla lá

38:25 vai ter começando por conselho, tá? O CMN ele é o principal, né? Ele define todas as políticas monetárias, creditárias, ah, cambiais, o que a gente tá precisando comprar dólar, a gente tá precisando controlar a o fluxo do dinheiro no tesouro, a gente vai falar de tesouro em outra live, a gente vai falar de COPOM, que eu não tô falando aqui, é outra coisa, tá? Mas a CMN, o Conselho Monetário Nacional, ele é o principal órgão regulador do sistema financeiro do Brasil. Quase tudo passa pela CMN. O Nacional de Seguros Privados, como o nome já diz, regula o mercado de segurança e previdência privada, tá? Então, a aliança seguradora, BB Seguridade, algum plano de previdência, uma PGBL, uma VGBL, são regulados ali

39:12 pelo Conselho Nacional de Seguros Privados e da Previdência Complementar, justamente aqueles órgãos ah que pensam no futuro. Na aposentadoria, você tem o o INSS, né, que é o Instituto Nacional de Seguridade Social no Brasil para quem é CLT, para quem é carteira assinada. Então você vai ter lá uma previdência garantida, vai ser descontada do seu salário, não é um presente. Todo mês desconta um pedacinho do seu salário e durante 25, 30, 35, não sei quantos anos você vai trabalhar para se aposentar, no final vão definir lá o valor da sua aposentadoria. Em outros casos, quem é estatutário, quem quem pertence a outras redes que não é o INSS, você tem outros tipos de previdência. E tem gente que se planeja

39:58 já sabendo que a aposentadoria é baixa, que talvez não dê nem para comprar os remédios. Aí ele faz previdências privadas em bancos, em instituições que oferecem esse serviço e aí tem um Conselho Nacional de Presidência Privada Complementar para ficar de olho nisso, para regular essas aberturas, né? Um banco quer oferecer uma carteira de previdência complementar, com certeza vai ter que se submeter a uma avaliação do CNPC para saber se essa carteira vai a público ou não, tá? Então, quem regula, geralmente são conselhos. Quem regula são conselhos. Vá lembrando disso, que já ajuda muita coisa na prova, tá? Quem fiscaliza, já que os conselhos regulam, quem fiscaliza geralmente são as comissões, né? São as superintendências.

40:43 Então, a CVM, que é a Comissão de Valores Mobiliários, é uma das mais famosas, porque ela, ah, regula e fiscaliza lá todos os mercados de capitais, bolsa de valores, ações, ah, quase tudo passa pela CVM, tá? Os bancos, as instituições, as corretoras, quase tudo passa pela CVM, que é a Comissão de Valores Mobiliários. Falou em dinheiro, CVM regula, fiscaliza, tá? H, a Susep é a superintendência de seguros privados. Aí de novo, assim como você tem lá a parte de seguridade privada, que é os títulos de capitalização e os seguros de vida, seguro de carro, seguro saúde, enfim, qualquer outro tipo de seguro, você tem uma superintendência só para esses seguros. E a Previc, deixa eu sair do meio aqui para você ler o texto todinho,

41:31 é a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, tal como, ó, voltar aqui para regulador, você tem uma pro dinheiro, você tem uma pro seguro, você tem uma paraa previdência. Na fiscalização, você tem o principal pro dinheiro, você tem o principal pro seguro, você tem o principal para ah paraa previdência. Então você já vai desenhando isso. A ideia do sistema financeiro nacional é mais ou menos dividido entre tudo relacionado a dinheiro, a crédito, a financiamento, a investimento. Outra parte é relacionada à segurança, aos seguros e a outra parte a previdência, a aposentadoria. Isso já dá um desenho legal na sua cabeça para você responder algumas questões, tá bom? E aí os operadores, que são vários, usários e vários aqui eu trouxe quatro pra gente resumir e conversar um pouquinho sobre

42:17 ele, pra gente já partir pro final responder três questões do ano passado que abordou esse tema de sistema financeiro e eu já me despedi de vocês, tá? Estamos quase terminando. Ã, é muita coisa, principalmente é a primeira e já tá cheio de termo técnico. Não se assuste, vá recebendo o que você conseguir. Se tiver um tempo, leia, acesse a plataforma. Não vaiá dizer: "Meu Deus, mancinho me chamou para esse negócio, eu até fiquei animado." Mas é muita coisa, é muito nome, é muita técnica, vai dar certo, tá? Não se preocupe, não. Vaiá absorvendo. O que você conseguir absorver já é alguma coisa. E a gente ainda tem mais ou menos um mês e meio paraa prova. E aí a gente vai absorvendo e conversando. E uma coisa que você só

43:03 ouviu hoje, mas não conseguiu gravar lá no aula da frente. Lá numa aula mais à frente, eu falo e você, ah, lembrei. Então você vai fazendo sem querer, você vai fazendo as sinápses, você vai conseguindo absorver alguma coisa, tá? Não se aperrei, não se desespere, não desista. Não diga: "Deus me liva, eu vou fazer mais não. Mande tirar meu nome que eu tô fora dessa Olimpíada". Lembra que tem premiação, medalha de ouro, prata, bronze e um dinheirinho. Pouco, mas tem R$ 400 para quem for premiado, quem for medalhista, né? Os 10.000 primeiros lugares. Tudo isso eu avisei em sala. Bora pra gente se despedir. Ã, operadores, né, que são os que fazem o sistema acontecer. Nesses operadores, pelo menos a prova do ano passado, focou nos bancos, tá? Tudo ela queria saber sobre bancos e muito provavelmente o

43:48 padrão vai se manter, né? que é muito falando sobre o dinheiro, sobre a relação do dinheiro. Então, se você quiser dar uma lida mais aprofundada lá no material com relação aos bancos, faça, tá? Porque o foco provavelmente será esse. Mas só para não dizer que eu não falei de outros órgãos que operam nas como instituições financeiras, né, que operam no mercado financeiro, os bancos. E aí tem alguma diferença, bancos comerciais, bancos de investimentos. Hoje a gente tem os bancos digitais, até tem, mas hoje em dia todo banco tá fazendo tudo. Mais um pouquinho para trás você tinha banco que só cuidava de caderneta de poupança, ah, oferecia crédito. Mas hoje, quase todo banco que você entrar em um aplicativo, até esses

44:34 bancos virtuais de hoje em dia, esses bancos mais novos, lá você vai conseguir botar dinheiro na poupança, lá você vai conseguir ter um cartão de crédito, lá você vai conseguir financiar um carro, lá você vai conseguir fazer um consórcio, um seguro de vida, você não precisa procurar especificamente mais uma seguradora. Os bancos já oferecem. Então os bancos praticamente abraçaram tudo o que puder vender, porque no final ele tá vendendo e tá ganhando dinheiro, tá ficando mais rico. Então o que o banco puder fazer, ele tá fazendo. Outros não, tem cada um no seu quadrado. Uma seguradora, uma seguradora pode financiar um carro? Não, ela pode fazer o seguro do carro, ela tem esse impedimento, tá? Ah, uma corretora de valores pode financiar uma casa? Não, ela é feita especificamente para cuidar

45:19 de valores, investimentos em financiamento. Opa. Investimentos, aplicações, financiamentos, não, tá? A corretora de valor pode financiar? Não, não pode, tá? Mas os bancos, né? Não precisa mais ter essa ideia de o que é um banco comercial, o que é um banco de investimento. No Brasil você tem muitas raras exceções. O Itaú é um banco comercial. Qualquer banco que você pensar hoje em dia, praticamente vai ser um banco comercial, né? O BTG, se eu não tiver desatualizado, né, vai que do nada ele começa a fazer outras coisas. O BTG era um dos bancos que era exclusivamente banco de investimento. Você entrava lá para fazer investimentos, para investir, para, Claro, diversas formas. Você tinha diversas variedades. Não sei se hoje em dia o BTG já dá outras opções além de de

46:06 ser um banco de investimento, mas não fica preocupado com isso não, tá? O banco é um agente mediador, é o cara que vai pegar dinheiro de quem tem sobrando. Se tem sobrando, provavelmente eu vou guardar no banco e vai levar pro outro lado da moeda que tem alguém precisando. Alguém que por algum período, tomara que seja só por algum período, né? Ah, ganhou menos dinheiro do que tem para gastar, tá? Então, se ele ganhou menos dinheiro que tem para gastar, ele tá com dinheiro precisando. Tá com dinheiro precisando, não, tá precisando de dinheiro, que são os deficitários. Superavitários não é gente rica, tá? Não pensa de supervitar, é quem tem muito dinheiro, não é? Quem tem dinheiro sobrando. Quanto é a sobra? Não sei. Eu ganho 15. Gastei 150. Não sobrou 50, eu sou superavitário. Por

46:53 mais que seja R$ 50, você diz: "Ah, leva uma topada, precisa fazer um curativo, perdeu os 50". Mas se sobrou R$ 50 dos R$ 1.500 que eu ganhei, eu sou superavitário. E a ideia da gente é permanecer a vida todinha como superavitário. Quanto mais sobrar, melhor. Mas sobrando significa que já tá dando mais ou menos certo, porque grande parte do brasileiro, né, e a gente vai conversar sobre isso na quarta aula, ele tem dinheiro faltando, ele tem casa, ele tem o aluguel para pagar, ele tem a feira para fazer, ele tem. E quando soma tudo e que entra o dinheiro, ele vixe, né? Acabou o dinheiro, mas ainda tem o mês, né? O mês ainda tem. Acaba o dinheiro, o mês ainda tem. Ah, porque ele tá precisando. E aí o que que ele vai fazer? Tentar pegar dinheiro, tentar tomar crédito. Então o banco nada mais é

47:40 do que o intermediador. Entra, quem tem sobrando para quem tá faltando, tá? E aí ninguém é aconselhado a fazer isso diretamente. A gente sabe que tem pessoas que vivem disso, é uma contravenção, não é legal, tem um nome, né? Não precisamos citar. Ou às vezes a pessoa não vive disso, mas um familiar, um primo, irmão, um parente quer e aí procura diretamente você, né? A ideia de emprestar direto pessoa para pessoa. O bom pra gente ter segurança financeira, pra gente ter sanidade mental, é que a gente não saia emprestando dinheiro diretamente para as pessoas. A gente coloca num banco e deixa o banco fazer a parte dele, né? Que aí o banco assume o risco de cobra bem pouquinho por isso, né? O banco, isso eu falei com algumas

48:27 turmas que a gente conversou mais, né? Quem elaborou a prova foi a B3, foi o Tesouro Direto, provavelmente aí ligado às instituições financeiras bancárias. Então, sempre pense, quem fez a prova tem uma visão de mundo do lado do banco, do lado do banqueiro. Então, não vá para as respostas pensando no na coisa mais radical, não posso nem chamar de radical, que é o jeito que eu penso, né? Pensando na coisa mais do nosso lado, da nossa visão, porque quem fez a prova geralmente pergunta do jeito que o sistema financeiro acredita que as coisas são, né? brasileiro é descontrolado, o brasileiro não tem educação financeira, eles não se aprofundam em outras causas. E aí também

49:13 por isso que eu não posso me aprofundar, mesmo me segurando, tá? Então os bancos são esses agentes mediadores entre quem tem sobrando e quem tem faltando. E aí ele faz esse jogo de cintura. Claro, ele sempre ganha. Se ele me dar 1% porque eu guardei dinheiro lá, quando ele emprestar pro outro lado, ele vai cobrar uns 10%, ele vai cobrar umas 10 vezes mais para quando essa pessoa me pagar ele, ele me devolver o meu dinheiro com juros corrigidos. Aí eu saio feliz, né? Porque eu ganhei um pouquinho, mas ele ficou com quase tudo. O nome disso é spread bancário. Probável de cair em prova. O que é spread bancário? Lá no material que eu vou compartilhar no grupo, eu coloco o nomezinho bem bonitinho, tá? Spread bancário é a sobra do banco, é quanto ele lucra nessa conta

49:59 de pagar um pouquinho para quem dá para ele e cobrar muito de quem pede dinheiro emprestado a ele e aí vai ter o spread bancário, tá? Cooperativas de crédito são muito parecidas com os bancos, mas ela tem outras regras específicas para existir. Aqui em Mossoró a gente tem a CCOB e a CCRED, tá? são cooperativas de crédito, elas também fazem essa essa intermediação. Você tem um dinheirinho sobrando, traga pra gente que a gente tá emprestando para quem tem precisando, para quem tá precisando, né? Taxa de juros menores, tem algumas outras regras aí, são umas uma alternativa aos bancos, tá? Dizem ser mais justas, depois você pode dar uma lida sobre cooperativas de crédito. Corretora de valores, elas não fazem todos esses serviços bancários. Ela não empresta dinheiro, ela não, se

50:46 bem que tem uma alavancagem, mas é um termo muito técnico pra gente, né? Parece que a ela tá emprestando. Ela não financia carro, ela não faz seguro de vida, ela só pega seu dinheiro, né? Você deposita dinheiro nessa corretora de valores e ela te mostra ali meios de investir na bolsa de valores, de comprar dólar, de comprar ouro. E aí você, por meio da conta dessa corretora, você consegue fazer diversos investimentos. Lembrando, o banco faz isso. Todo e qualquer banco hoje também é uma corretora de valor. Então, quando você pensar no banco, o banco também faz serviço de corretora. Por exemplo, eu eu tenho conta no Banco Inter e minha corretora de valores é o Banco Inter. Eu não precisei procurar outra corretora. A XP é uma bem famosa, a Touro Investimentos é outra corretora de

51:33 valores. Mas hoje em dia, se você tem conta num banco e se você confia naquele banco, aquele banco pode ser sua corretora de valores também, tá? a bolsa de valores, que vai ter uma aula específica para ela. Eu acho que é a live seis, é a última aula sobre a bolsa de valores. Ela nada mais é do que o agente financeiro, a instituição financeira que cuida desse mercado de capitais, de compra de ações, de compra de de ouro, de compra de de dólar, tudo que você consegue pensar em renda variável, que a gente vai conversar sobre isso, a bolsa de valores faz. E a última delas, as seguradores, como eu já falei, a Porto Seguro, a alians, tem umas associações de seguro de carro aqui, um Mossoró é muito famoso isso e no Brasil todo isso espalhou. Elas não são seguradoras específicas, né? Não

52:19 são, mas são associações de pessoas que se juntam para fazer lá seu, sua proteção veicular, tá? As seguradoras é uma coisa um pouco mais robusta, um pouco mais séria também, um pouco mais cara, tá? E aí, por isso que muita gente vai paraas associações, as seguradoras não aceita todo tipo de veículo de todo ano, de toda a marca. Então tem algumas especificidades, mas as seguradoras e eu coloquei aí duas que são famosas por carros, mas você tem a Tokio Marine que faz seguro de vida, todo o banco, de novo, voltando pros bancos, todo banco também tem sua seguradora. Você tem a caixa seguridade, você tem o BB seguridade, você tem o seguro Bradesco. Então, todos os bancos também fazem seguros, tá? Mas as seguradoras protegem

53:04 contra imprevistos, né? Bati meu carro, tá no seguro, sofri um acidente, eu tenho um seguro contra a invalidez. Aconteceu alguma tragédia na família, existe uma segura de vida, existe seguro de incêndio, existe seguro residencial, vendem proteção, né? Te te dão ali a ideia de ah, você tem um medo implantado, roubo de carro, né? Ah, todo dia salta três, quatro carros na minha cidade, é muito perigoso. Então você já perto, então eu tenho medo, eu vou tentar me proteger desse medo. Eu vou comprar um seguro, eu vou fazer um seguro. Tá bom? Mais ou menos isso. Vamos agora, só pra gente terminar, bem que eu disse, a gente não passava das 8:30 hoje. As três perguntinhas que caíram o ano passado, que tinha a ver

53:49 com isso. Vamos ver se na explicação ficou fácil, senão a gente explica aqui na na pergunta, né? Qual é a resposta correta de novo? O tal do não, ó. Então já vê, é um padrão. Todas essas questões, questões oficiais que foi usada lá, foi tirada lá da provinha do ano passado, tá? Então já perceba que ele gosta desse negócio. Qual das coisas a seguir não representa? Não. Ou seja, você lê a primeira e vê muito bonito, é isso tá certo, mas nessa lógica ele tá perguntando o que é que tá errado, tá? Qual das alternativas a seguir não representam uma forma com o qual o banco pode ganhar dinheiro? Qual desses jeitos aqui o banco não faz para ganhar dinheiro? Tá seguro.

54:35 Seguro nada, desculpa. Letra A. Serviço. Se quiser responder no chat aí, viu? Enquanto eu li as opções. Serviço de consultoria. Serviço de consultoria e gestão de ativos. O banco faz isso? Sim. O banco gerencia nossos ativos, nosso dinheiro, nossa conta corrente e ganha dinheiro com isso. Tem a taxa de manutenção da conta, enfim, ele pode, alguma instituição muito grande, uma empresa, né, quer entrar em contato com o banco para ter acesso, para ter uma consultoria sobre investimentos. O banco faz isso. Emissão de moeda. Hum, hum. Deixa saber para depois. Emissão de moeda. Emitir moeda, imprimir dinheiro, não né? Ah, C. Investimentos em ativos

55:20 financeiros é só o que faz, né? Toda vida que o banco recebe dinheiro, ele procura o melhor lugar para investir dinheiro. Ele compra ouro, pode. O banco pode comprar ouro. Ele compra dólar, sabendo que o dólar tá embaixo, daqui a pouco tem uma projeção de aumentar. Sim, né? O banco toda hora ele tá tentando investir da melhor forma possível o dinheiro que ele tem para ter retorno e devolver aos clientes que emprestaram para ele uma migalhinha um pouquinho, né? taxa como tarifa da conta por serviço do gerente de relacionamento. Com certeza taxa de manutenção da conta, porque você tem um gerente exclusivo para falar com ele no no aplicativo, porque tem um sistema lá que toda vida que seu cartão é usado chega uma mensagem para você no aplicativo. Tudo isso o banco cobra taxas, a maioria deles, né? Alguns

56:07 bancos virtuais hoje quase não tem taxa nenhuma. Tem banco que diz que é zero taxa. A gente fica procurando para saber se garante mesmo que não cobra taxa de nada. Mas os grandes bancos, principalmente os bancos tradicionais, os bancos mais famosos, por tudo no mundo, né? Você vai num banco, aí você fica admirado, ô rapaz, o ar condicionado tava tão gelado, aí passou uma mulher me ofereceu café e tinha uma água mineral lá num copinho muito bonito. Você já pagou por tudo aquilo mesmo que você não use nada? A mes não não quero não. Café não beb é melhor beber que você já pagou, tá? Tem taxa para tudo no mundo, taxa de manutenção. A agência é linda, maravilhosa, muito organizada. Foi você que pagou tudo. Não sozinho, né? Mas cobraram taxa de você, taxa de outro, taxa de outro. E aí o banco

56:52 parece um lugar muito organizado, muito bonito muito o dinheiro saiu de você. Mas enfim, sim, ele cobra taxas. E juro sobre empréstimo, não, jamais. É caridade, né? Você vai lá e pega R$ 1.000 e daqui a 2 anos você devolve os mesmos R$ 1.000 porque o banco é um sujeito legal, é um sujeito, né, passivo, ele não tá a fim de enriquecer. Claro que não. Só o que ele cobra, se você pedir hoje, né, você pede hoje, você diz: "Não, daqui a 2 anos eu pago e amanhã, por muita sorte, você arranjou dinheiro". Não, eu vou pagar logo é amanhã, porque como eu pedi ontem, vou pagar ele um dia só, ele não vai nem vai ter juros, não vai ser do mesmo valor que ia durar dois anos, né? Mas demorou um dia para pagar, ele disse: "Não, um dia já faz diferença,

57:38 você já vai pagar juros". Então a única coisa que o banco não faz é emissão de moeda. Quem emite moeda é a casa da moeda, é a fábrica de moeda do Brasil, né? Você tem uma uma fábrica mesmo como uma fábrica de de boné, uma fábrica de de máquina, uma fábrica que ela imprime o dinheiro tudo certinho, tudo bonitinho e aí esse dinheiro vai pro Banco Central e o Banco Central emite, tá? Só tem valor depois que o Banco Central disser que tem. Enquanto tiver lá nele. Ah, o dinheiro não tem valor. Ah, roubaram a casa da moeda, né? Assaltaram a casa da moeda, entraram com um caminão lá e levaram dois caminhão dinheiro. Não vale de nada. Porque aquele papel que tá lá como dinheiro, ele ia ser dinheiro daqui a pouco, quando fosse emitido pelo Banco

58:24 Central, mas ele tem um código de rastreio que ainda não foi utilizado. Então se houvesse possível, tem a série, né, lá o a Casa de Papel. Quem assistiu e prestou atenção direitinho, além de imprimir o dinheiro, eles tiveram que criar codificações de rastreamento, que é aquele meio números e letras que tem lá no cantinho da sua nota. Eles tiveram que criar que já tivessem sido usados, porque aí não permitia que seja rastreado, porque hipoteticamente houve um assalto na casa da moeda, ou seja, na fábrica, pegaram o dinheiro lá e começaram a usar esse dinheiro. Como ele não tinha sido usado ainda, era só o governo dizer, ó, a partir de hoje notas com final 07 e 13, sei lá, dava o código lá, essa nota não vale. E aí dava um trabalho, ia ser uma

59:10 trabalheira gigantesca. Algumas notas iam passar, o pessoal não ia toda a hora que pegasse dinheiro olhar. Mas em muitos casos o comerciante, né, e o banco, porque o comerciante é quem geralmente deixa no final de todo dia o dinheiro no banco, o comerciante ia ter muito cuidado de olhar cada nota, né? Ó, essa nota tá com código inválido. Essa nota não vale nada. Essa nota foi a nota do assalto. Dá para fazer isso. Por isso que em 2004 ou 2005, depois vocês procuram no Google e lê sobre ou aqui no YouTube deve ter algum vídeo bem didático sobre. Houve um assalto ao Banco Central em Fortaleza. Sabendo disso que não eram amadores, eles só pegaram notas usadas, notas que algumas delas já iam ser incineradas, já iam ser tocadas fogo, elas já estavam

59:57 para ser descartadas, porque se eles pegassem notas novas não iam ter valor nenhum, tá? Então, ah, quem emite dinheiro é o Banco Central, fabrica na Casa da Moeda e o Banco Central emita. Ah, não é um banco, Marcinho, mas não é todos os bancos, né? O Itaú pode imprimir dinheiro? Não. O Banco do Brasil pode imprimir dinheiro? Não. OK. Ahã. Me alonguei nessa, por isso que a gente bateu uma hora, mas eu já estou finalizando, tá? Mas é bom vocês escutarem a história, depois leia. Assalta o Banco Central e aí vocês entendem melhor. Segunda questão de sistema financeiro. Emanuel estava com um pouco de dinheiro sobrando e decidiu emprestá-lo ao banco, ou seja, depositar em um banco, recebendo um valor em juros no processo. Aquilo que eu falei, né? Você tem dinheiro sobrando, deixa lá no banco que

1:00:42 o banco vai te devolver com juros. Pouquinho, mas vai. Após receber o dinheiro de Emanuel, o banco emprestou para Anderson, ou seja, já fez aquela intermediação lá, pega de quem tem sobrando, empresta para quem tá faltando. Também recebendo valor com juros, claro, muito mais altos. Qual é o papel econômico que o banco exerce nessa situação? O que é que o banco fez? É o que eu expliquei há uns minutos atrás, né? Criou uma relação de amizade entre Emanuel e Anderson? Jamais. Emanuel e Anderson talvez nunca se encontre, nunca se veja, nem saiba da existência um do outro, né? O banco não tem que chamar, ei, é porque o dinheiro que que você vai receber foi um menino que depositou, você tem que encontrar com ele e vou passar o zap dele para não existe isso, tá? Os bancos organizam e facilit e

1:01:27 facilitam a circulação do dinheiro. Muito provavelmente essa B tá muito bonitinha, organizam e facilitam a circulação do dinheiro. Veja sempre perguntando algo positivo sobre o banco. O banco é legal? O banco faz esse serviço? Faz, tá? Aumenta a demanda de dinheiro? Não. Aumentar a demanda de dinheiro é outra coisa para outra aula. Diminui a oferta de dinheiro. Não, se não aumenta também não diminui, tá? existe esse controle de oferta, demanda e diminuir e aumentar, mas não é o banco que faz esse serviço, não. É outro banco, é o Banco Central, tá? Mas é coisa para outra aula. Investe o dinheiro em uma empresa que tem alto potencial de crescimento? Não tem nada a ver né?

1:02:12 O banco pode fazer isso, pode investir no emprego, pode, mas nessa situação do texto, o que ele fez foi organizar e facilitar a intermediação de dinheiro entre quem tem exatamente a B, Cleedson de novo, né? A é a intermediação entre quem tem sobrando com quem tá faltando esse dinheiro, tá? Então essa é a intermediação. Ele sempre vai perguntar coisas lega que a resposta serão coisas legais sobre o banco. Ah, é um facilitador. É porque organiza? É porque então já pensa nisso, né? Por mais que você não goste, por mais que você seja muito a ver essa ideia do sistema bancário, dos bancos, quem criou nossa prova sempre vai perguntar coisas positivas sobre o banco, tá bom? E vamos paraa última que já tá ficando tarde.

1:02:58 Depois eu pergunto lá no grupo a vocês pelo horário de início da gente se é melhor a gente papai sete ou o contrário, né? Para algumas pessoas que moram longe, principalmente os que estudam à tarde, se é melhor a gente deixar para começar às 8, mas depois a gente vê isso, tá? Hoje eu decidi 7:30 que nem 7 nem 8. Durante a semana a gente vai conversando para ver a da

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