¡Cuidado! Querer ser lo que no eres puede destruirte | Dante Gebel

YO_SOY_VIDA www.youtube.com

Breve Resumo

O vídeo aborda a importância de descobrir e seguir o propósito individual, em vez de viver de acordo com as expectativas dos outros ou imitar o sucesso alheio. O orador partilha experiências pessoais e exemplos bíblicos para ilustrar como cada pessoa é única e tem um design específico de Deus.

  • A maioria dos suicídios ocorre aos domingos à noite devido à proximidade com a rotina laboral.
  • Problemas laborais afetam mais a saúde do que divórcios ou lutos.
  • É crucial descobrir o propósito para o qual nascemos, em vez de imitar os outros.

Introdução: A Importância de Descobrir o Propósito

O orador começa por destacar que a maioria dos suicídios ocorre aos domingos à noite e os ataques cardíacos às segundas-feiras de manhã, devido ao stress relacionado com o trabalho. Ele enfatiza que a infelicidade no trabalho afeta mais a saúde do que um divórcio ou luto, e que fazer algo para o qual não se nasceu é a maior causa de stress. O sucesso verdadeiro reside em descobrir o propósito para o qual cada um nasceu, e não em imitar os outros ou buscar um salário melhor. O orador partilha a sua própria experiência de tentar imitar os outros e a decisão de trabalhar apenas naquilo que gosta.

A Anedota da Mala Trocada: Metáfora para Vidas Alheias

O orador conta uma história de quando trocou de mala num aeroporto e ponderou usar roupa feminina para dar uma palestra em Porto Rico. Esta anedota serve como metáfora para as pessoas que vivem vidas que não são suas, forçadas por pais, líderes religiosos ou expectativas sociais. Ele critica pais que impõem os seus sonhos aos filhos e líderes religiosos que atribuem "malas alheias" aos fiéis, como missões para as quais nem todos são chamados. O orador defende que os pais devem ajudar os filhos a descobrir as suas próprias identidades e dons, em vez de os moldar à sua imagem.

Instruir a Criança no Seu Caminho: Despertar a Sede Interior

O orador interpreta o provérbio 22:6 ("Instrui o menino no seu caminho...") como um convite para "ler" cada filho como um livro, em vez de o "escrever". Ele explica que cada criança nasce com um "disco rígido preprogramado" e que os pais devem sintonizar-se com as características inerentes e os traços congénitos dos filhos. Deus já preparou o "arco" de cada criança, apontado para uma direção específica, e os pais devem ajudar a "soltar a seta" no momento certo. O orador enfatiza que instruir um filho no seu caminho significa estar em conformidade com o seu dom, lendo o itinerário que Deus desenhou para ele.

O Design Divino: Pontos Fortes e Fracos Prefigurados

O orador partilha a sua experiência pessoal com o síndrome de Asperger, que inicialmente considerou uma falha, mas depois percebeu que era parte do seu design divino. Ele enfatiza que Deus prefigura os nossos pontos fortes e fracos e coloca os nossos filhos numa trajetória específica. Os filhos não são uma extensão dos pais, mas sim indivíduos emprestados que vão voar o seu próprio voo. O orador critica a ideia de que os filhos devem realizar o que os pais não conseguiram e defende que os pais devem ver os filhos como projetos de investigação, ajudando-os a descobrir as suas capacidades.

Exemplos Bíblicos: José, David e Jesus

O orador usa exemplos bíblicos para ilustrar como as tendências da infância prefiguram as capacidades adultas. José, desde jovem, interpretava sonhos e tornou-se líder no Egito. David, pastor e músico, dominou a guerra e a música na vida adulta. Jesus, aos 12 anos, foi encontrado entre os mestres da fé, mostrando a sua inclinação para os negócios do Pai. O orador questiona se conhecemos verdadeiramente o coração dos nossos filhos e para que foram "tensados" e "apontados".

Moisés e Paulo: Culto e Preparado para o Propósito

O orador destaca Moisés, o príncipe do Egito, que assimilou as costumes da corte e se tornou culto e capacitado. Também menciona Paulo, que estudou com os melhores mestres de Jerusalém e defendeu a lei com zelo. Deus "empaquetou" Paulo para o seu propósito, e da mesma forma, Deus entrega aos pais um "livro" (o filho) para ser estudado e explorado. O orador partilha a sua própria experiência de ser um "turpe" para a carpintaria, ao contrário do seu pai, e como o seu pai o incentivou a seguir a sua paixão pelos livros.

O Manuscrito dos Pais: Guião para Reagir ao Propósito do Filho

O orador enfatiza que Deus encarrega os pais de escrever um "manuscrito" para aprender a ver para onde o filho vai. Este manuscrito não é o guião do filho, mas sim o guião dos pais sobre como reagir ao propósito para o qual o filho foi criado. O maior presente que podemos dar aos nossos filhos é ajudá-los a descobrir as suas próprias riquezas, em vez de lhes dar as nossas. O orador reitera que não há nada mais frustrante do que ser obrigado a viver com "maletas alheias", mesmo que sejam dos nossos pais.

A Epidemia da Infelicidade no Trabalho: Sinais e Consequências

O orador destaca que sete em cada dez pessoas não são felizes com o seu trabalho, o que leva a mau humor, stress e problemas de saúde. Ele critica a mentalidade de "viver para pagar" e a busca por um estilo de vida que não se pode ter. O orador enfatiza que o nosso design define o nosso destino e que Deus nos dá não só a capacidade de fazer coisas, mas também o desejo de as fazer. Ele cita o Salmo 139 para ilustrar como Deus nos forma no ventre materno, tecendo o nosso temperamento, caráter e personalidade.

Equipados desde o Ventre: Habilidades Inatas e Propósito Divino

O orador afirma que chegamos ao mundo completamente equipados, com habilidades inatas e um propósito divino. Ele cita Efésios 2:10 para enfatizar que somos "feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que andássemos nelas". Cada bebé é uma ideia nova na mente de Deus, e ninguém pode duplicar a nossa vida. O orador critica a tendência de imitar os outros e defende que devemos ser quem somos, pois só temos uma oportunidade para brilhar.

O Currículo de Deus: Inteligência, Ciência e Arte

O orador usa o exemplo de Besalel, o construtor do templo, para ilustrar como Deus nos enche com inteligência, ciência e arte para inventar e trabalhar. Ele enfatiza que a criatividade vem de Deus e que o pensamento secular não consegue assimilar isso. A sociedade atual não vê o autor por trás do livro, o arquiteto por trás do edifício, o propósito por trás da vida. O orador critica a ideia de que podemos ser o que quisermos ser, pois o que queremos ser pode não coincidir com aquilo para o qual fomos programados.

A Escola e a Igreja: Sistemas que Ignoram o Propósito Individual

O orador critica o sistema educativo, que foi desenhado para a revolução industrial e não valoriza a criatividade e a imaginação. Ele partilha a sua própria experiência de ser corrigido pela professora por desenhar uma casa diferente do modelo. O orador destaca que o sistema educativo estigmatiza o erro e aniquila a criatividade das crianças. Ele também critica a igreja, onde muitas vezes se espera que todos sejam iguais e se renuncie à exclusividade para se integrar no grupo.

A Inteligência Dinâmica e Única: Passada pelo Filtro da Paixão

O orador destaca que a habilidade académica nem sempre é sinónimo de inteligência e que muitos grandes génios reprovaram na escola. Ele enfatiza que o problema das escolas é que não se valoriza a inteligência, mas sim a capacidade de se desenvolver em algumas disciplinas. O orador defende que a inteligência que Deus nos deu é dinâmica, diversa e única, e que tudo deve ser passado pelo filtro da paixão.

A Fábula de Jotão: Olivo, Figueira, Videira e a Sarça

O orador partilha a fábula de Jotão, onde as árvores procuram um rei. O olivo, a figueira e a videira recusam a oferta para continuar a produzir azeite, figos e uvas, respetivamente. A sarça, que nunca deu fruto, aceita a oferta e ameaça a todos. O orador usa esta fábula para criticar líderes que são como a sarça, ambicionando um trono que não é seu e perdendo o que tinham de bom ao nascer. Ele enfatiza que nem todo o mestre tem que ser diretor de escola e que é melhor ser cabeça de rato do que cauda de leão.

A Armadura de Saul: O que Serve a Outros Não Serve a Nós

O orador usa o exemplo de David, que recusou a armadura de Saul para lutar contra Golias com as suas próprias armas. Ele enfatiza que o que serve a outros não serve a nós e que muitas vezes carregamos armas alheias, como as expectativas dos pais ou líderes religiosos. O orador defende que não há um plano genérico de Deus e que o que faz crescer uma orquídea seca um cacto. Deus trata as pessoas de maneira diferente, e a nossa singularidade individual é o que nos permite relacionarmo-nos com Deus de maneira diferente.

A Cordura e o Temor de Deus: Melhor é o Pouco com Temor

O orador enfatiza a importância de pensar com cordura e de examinar os nossos dons, pontos fortes e fracos. Ele cita Provérbios 15:16 ("Melhor é o pouco com o temor do Senhor do que o grande tesouro onde há turbación") para defender que é melhor ser idóneo com pouco do que ter muito com o trabalho errado. O orador conclui partilhando a sua própria experiência de tentar imitar os outros e a importância de descobrir para que nascemos.

A História do Agricultor: A Falta de Perspetiva

O orador conta a história de um agricultor que queria vender a sua granja porque estava cansado do trabalho. No entanto, ao ouvir o anúncio que o agente imobiliário preparou, percebeu que toda a sua vida procurou um lugar como aquele. Esta história ilustra como a falta de perspetiva pode fazer-nos perder a nossa verdadeira paixão.

O Segredo dos Seus Olhos: A Paixão Incontrolável

O orador partilha uma cena do filme "O Segredo dos Seus Olhos", onde um agente judicial percebe que um suspeito de um crime é um fanático por um clube de futebol. O agente conclui que a paixão é incontrolável e que o suspeito não pode mudar a sua paixão, mesmo que mude de cara, casa ou família. O orador usa esta cena para enfatizar que a paixão sai das nossas entranhas e que não podemos escondê-la.

Conclusão: Produzir Frutos e Ser Único em Deus

O orador conclui incentivando a todos a produzir os frutos que Deus implementou em nós. Se somos olivos, produzamos azeite; se somos figueiras, produzamos figos; se somos videiras, geremos uvas. Ele reitera que não devemos ser como outros e que a ambição de querer ter uma coroa que não é nossa pode fazer-nos perder o único que tínhamos de bom. O orador finaliza com uma oração, pedindo a Deus para revelar o propósito de cada um e para abençoar a todos com uma vida próspera, bendita e cheia de gozo.

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Transcript

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0:00 La mayor parte de los suicidios, hablando en serio, ocurre los domingos por la noche. Los domingos por la noche es el más alto índice de suicidio. Porque la gente al ver la cercanía del lunes con un examen, la universidad, la facultad del trabajo, la oficina, el cubículo, la ratonera, donde tiene que ir a trabajar, se deprime y se quita la vida. La mayoría de los infartos masivos, los infartos cardíacos, las arrimas, ocurren los lunes a la mañana. Es increíble. Hay un estudio que dice que el no estar feliz en lo que uno hace laboralmente afecta más la salud que un divorcio, que un luto. Los padecimientos de salud, los más importantes son por problemas laborales. Más que cualquier otro causante de estrés es estar haciendo algo para lo cual no naciste. Ponerte ropa que no es tu maleta, mejor

0:47 es lo poco con el temor de Jehová que el gran tesoro donde hay turbación. Dice Proverbios 15:16. Entonces, no dejemos que el comezón por quienes no somos o el oído por los aplausos nos descarrile de aquello para lo cual nacimos. Te lo digo por experiencia. Yo traté de imitar tanta gente a lo largo de mi vida, a veces hasta tengo vergüenza de recordarlo. Pero el éxito no lo define un mejor salario, un crédito, rendir exámenes. El éxito es descubrir para qué nacimos. No falta los 19 años que mirando las vías del tren en una estación decidí comprar mi libertad. Le dije, "No, aunque me cueste lo que me resta de vida, yo voy a trabajar para que me paguen por aquello que me gusta hacer." Hace varios años, cuando recién empezaba

1:34 a predicar por el mundo, recuerdo que tenía que ir a una conferencia en Puerto Rico con escala en Miami. Salía de Argentina, hacía escala en Miami y viajaba a la isla del Encanto. Cuando llegué a Florida, fui hasta la banda de equipaje y sin querer tomé una maleta equivocada. se le parecía mucho a la mía. El mismo tamaño, el mismo color, la misma textura, la misma marca, muy parecida. La tomé del carrusel y me apresuré a tomar la la conexión. Pero mientras corría a la siguiente puerta de embarque siento que el peso es diferente. Miro la etiqueta y me percaté que no era mi maleta. Entonces, para quitarme toda duda, paro ahí, la abro y

2:19 me di cuenta que la mayoría del contenido es la ropa femenina, calzones, brcieres. Así que solo tenía dos opciones, ponerme la ropa femenina y dar mi conferencia igual en Puerto Rico, lo que hubiese sido todo un suceso, un escándalo, o regresar y rastrear mi maleta original. Así que regresé, pero perdí la conexión y como era un orador novato, recién estaba empezando, un muchachito, al no poder recuperar rápido mi maleta original, suspendí mi viaje a Puerto Rico, suspendí el viaje ahí hablé con los anfitriones, le dije, "No puedo llegar." Me dijeron, "Vente que te compramos ropa igual." Pero yo estaba muy aferrado a mis cosas. Tenía inclusive la Biblia. En ese entonces yo no tenía la destreza que tengo hoy para viajar, que todo lo llevo conmigo. Nadie me pierde nunca más nada. Gracias a los chicos de Avianca, yo aprendí que todo

3:05 va conmigo, todo. Calzones, ropa de aseo, biblia, todo. Pero en aquel entonces no, yo despachaba todo. Pasé la noche en el aeropuerto de Miami y al día siguiente me regresé frustado a mi Argentina. No, lo de Avianca es una broma porque después me llama la gente de Avianca. El otro día puse algo, me llamó toda la gente de Avianca que sacara lo que había puesto, ¿no? Eh, por decir una marca o una pude haber dicho otra cosa, pero pero era Bianca. Así que nadie quiere [risas] viajar con una maleta ajena, nadie. Es espantoso. Y entonces yo me preguntaba al recordar este incidente, "¿Y por qué no sucede esto en la vida?" [música] Porque hay un montón de gente, digo, que vamos por la vida a la fuerza, a veces comprendas que no son nuestra y que ni siquiera son nuestra talla. Eso es algo que suelen hacer muy seguido nuestros

3:52 padres lo hacían. Tu abuelo era pastor, yo soy pastor y tú algún día, hijo, vas a heredar esta iglesia porque eres tercera generación de predicadores. Y a lo mejor el muchacho no quiere saber nada con ser un predicador. No tiene problemas con ser cristiano, pero no quiere dedicarse a lo del papá y lo del abuelo. Los líderes de la iglesia también nos asignan valijas ajenas desde el púlpito. Nos dicen, "Dios está buscando misioneros en Uganda. Acepta el llamado, ve al África, eh, porque el creador le va a gustar que tú aceptes el reto. Y no todos tienen el llamado a ser misioneros. Algunos envían recursos. Recién veíamos imágenes donde no todos podemos ir a Venezuela, pero podemos enviar semillas de nuestro tiempo para

4:39 que otros puedan hacer la tarea. Y esto no es mala disposición, es que no todos tienen el mismo llamado. Los padres, las madres, enfrentamos esa gran decisión. Porque vamos a hacer, cuando tenemos un bebé, lo miramos y decimos, "Vamos a hacer a nuestros hijos a nuestra imagen o les vamos a dejar asumir las identidades que Dios les dio. ¿Los vamos a hacer a nosotros o vamos a verlos como individuos? Porque como padres aceleramos o retardamos, liberamos o reprimimos los dones de nuestra descendencia. Es nuestra responsabilidad. Nuestros hijos van a pasar una gran parte de su vida beneficiándose, agradecidos o recuperándose de nuestra mala influencia. Pero nosotros tenemos ascendencia sobre ello. Proverbios 22:6

5:25 dice, "Instruye al niño en su camino y cuando sea viejo o cuando sea grande no se apartará de él." Y uno tiene que tener cuidado como interpreta este versículo, porque esto no significa si lo llevo a la iglesia obligado, si le obligo a leer la Biblia, tal vez en algún momento se revele, pero tarde o temprano la semilla quedó y va a volver. No significa eso. El proverbio no hace tal promesa. El proverbio dice que la salvación le corresponde a Dios. ¿Qué podemos hacer los padres? preparar el terreno, plantar la semilla, pero quien da el crecimiento es el Señor. Entonces, podemos mostrarles el camino, ¿sí? Obligarlos no no se puede. Cuando es chiquito, sí van con nosotros y se acabó. Después hay una edad que uno no puede a los golpes traerlos a la

6:10 iglesia. Entonces, ¿qué enseña este pasaje a los padres? Significa ver cada hijo como un libro, pero no para escribirlo, sino para leerlo. Los recién nacidos vienen con un disco duro, preprogramado. Ya viene escrito la frase griega que traducimos como instruye. En el versículo instruye al niño desciende de la misma raíz griega que dice despierta la sed. O sea, para instruir a un niño en su camino, tenemos que ponernos a tono con sus características inherentes, con sus rasgos congénitos. Y entonces ese es su camino. El salmo 7:12 dice, "Dios afilará su espada y tiene ya preparado su arco. Lo ha tensado." O

6:57 sea, el arquero tiende su arma, lo tensa, hace puntería sobre el blanco y en el momento que nuestro hijo nace, Dios ya hizo lo mismo. Nos lo da tensado, apuntado hacia alguna parte, a cierta dirección. Entonces, Dios nos da, nos permite criar a un arco que ya está tensado hasta el día en que como padres tenemos que dejar soltar a saeta, decirle, "Bueno, ahora hay que dejarlo volar." Yo sé que hay mamis acá que dicen, "No, ¿cómo lo voy a dejar si tiene apenas 45 años? ¿Qué sabe de la vida?" Pero ese es otro problema. Aparte, eso es un tema de dipo. Nada tiene que ver con no soltar. Hm. Instruye al niño en su camino. ¿Qué camino? El camino en conformidad su con su don. instruye al niño en su camino, no dice necesariamente en el camino de

7:43 Dios, aunque eso es inherente, en el camino por el cual él ya nace. O sea, uno tiene que leer el itinerario que Dios diseñó para cada hijo. No podemos ver a nuestros hijos como una página en blanco para escribir, ¿no?, que espera nuestra pluma, que que va a hacer lo que yo quiera, no. Es algo que ya viene escrito y que uno como padre tiene que estudiar. Entonces, en cada hijo, Dios deposita una visión, un propósito, un destino. Y cuando llega a nuestros brazos, hay una inclinación. Ese niño, aunque sea chiquitito, tiene un conjunto de características ya establecidas. Desde el vientre de nuestra madre, Dios nos forma. Esa inclinación ya está fijada, ya está determinada. Antes de que el niño sea entregado a nuestro

8:30 cuidado, dice la palabra que él ya eligió, ¿qué vamos a hacer? ¿Cuál era nuestro propósito? O sea, no es un pedazo de barro maleable, voluble. Él ya ha sido establecido. Cada hijo ha sido establecido, ha sido inclinado hacia algo. Y los padres que nos propongamos instruir correctamente al chiquito o a la chiquita, vamos a descubrir esa inclinación, en qué es bueno, qué es lo que le gusta. Entonces, Dios, a mí me fascina saber que Dios nos diseñó por anticipado. A mí me resolvió muchos temas de culpa porque yo empecé mucho tiempo que yo había nacido fallado porque algún cablecito se me soltó. Entonces, cuando me descubren el síndrome de Asperger, yo digo, yo tengo un leve autismo, un autismo de alto funcionamiento. Yo pensé siempre que eso

9:15 era una incapacidad, algo como que a Dios dice, "Oy, estaba mirando para otro lado." Justo cuando él nacía. Saddam Hussein también estaba creciendo y miraba para el otro lado y se me escapó. Después dije, "No, hay una razón. Dios prefigura nuestros puntos fuertes y nuestros puntos débiles y a nuestros hijos les coloca una trayectoria." Y no son una extensión nuestra. ¿Cómo nos cuesta a los padres no ver a nuestros hijos como una extensión? Son nuestros, son míos. Técnicamente son nuestros hijos, pero están prestados. que ya ha visto partir a sus hijos de la casa saben que fueron prestados, no son para siempre, no son nuestra propiedad, ni siquiera para poder psicopatearlos, ni tampoco manejarlos por teléfono. No

10:01 vas a venir a ver a tu madre que no [risas] sé cuánto tiempo voy a estar viva. No es para eso, no es para psicopatearlo, no es para manipularlos. Son individuos que van a volar su propio vuelo. Tampoco nacieron para lograr lo que nosotros no pudimos. frase que parece muy noble, mi hijo, mi hija va a hacer lo que yo no pude. Yo no pude estudiar y ella va a estudiar. No es una extensión. Dios te ha dado otro trozo de vida para hacer lo que no pudiste. Claro que uno quiere lo mejor, pero Dios nos entregó a nosotros un proyecto investigativo que tenemos que realizar por 18, 20 años a lo máximo. Un proyecto investigativo, ¿para dónde va? No es que va a terminar lo que nosotros no pudimos. Yo me casé joven, voy a hacer que se case vieja. Yo eh me quedé embarazada a los 18, esta que no se

10:47 embaraza hasta los 50. No va a pasar eso. Fino que los padres decimos eso. ¿Cómo te vas a poner de novia los 23 años? Pero si vos te casaste mamá, los 17 eran otros tiempos. A los 17 eras una mocosa también en el año 40, pero es una mocosa, ¿no? Antes éramos más maduros, no éramos más maduros, era igual, es lo mismo. Pero las tendencias de la en la infancia prefiguran las capacidades de adulto y nosotros hay que tenemos como padres que leerlas, descubrirlas, afirmarlas discernirlas estimularlas. Fíjate en José, 17 años ya interpretaba sueños y ya se perfilaba como un líder. Ya adulto, interpreta los sueños del faraón y es el líder de la nación egipcia. David, el joven David,

11:33 el pastorcito, tenía dos puntos fuertes desde el nacimiento, desde que era muchacho y por primera vez hace su incursión en las escrituras. ¿Qué tenía? Sabía pelear y hacer música. Mató un león a un oso por defender las ovejas y tocaba el arpa. ¿Cuáles fueron las dos actividades que dominaron su vida de adulto? La guerra y la música. Cantamos sus salmos hasta hoy y era David el guerrero. Jesús incluso mostró sus inclinaciones desde su infancia. ¿Dónde encontraron José y María al chiquito perdido extraviado de 12 años? José el carpintero no lo encontró entre carpinteros. Estaba entre los maestros de la fe, entre los intérpretes de la Torá. Y Jesús le dice, "¿Por qué me buscabais? ¿No sabías que en los negocios de mi padre me es necesario

12:19 estar?" Parece que dijera, "Pero vieron mi inclinación, pa. Viví bajo el techo de ustedes 12 años. ¿De verdad no conocen todavía mi corazón? En 12 años, ¿qué creen? Que me voy a escapar a la carpintería. Entonces, la pregunta es, ¿conocemos el corazón de nuestros hijos? ¿Los conocemos de verdad? No solo si son buena gente, que no me cabe la menor duda. Si conocemos, ¿para qué fueron tensados, apuntados? ¿Pueden las inclinaciones tempranas servir como bosquejos originales? del del retrato final adulto. Y sí, hagamos memoria, hay algo que permanece de nuestra infancia todavía, sea que nos dediquemos a eso o no, que todavía permanece, se llama la esencia. Otro ejemplo, Moisés, el príncipe de Egipto, asimiló de

13:05 chiquitito las costumbres de la corte. No era un ignorante, no era un neófito. Estudió la sombra de los mejores astrónomos, matemáticos, los mejores juristas del mundo conocido de la época. 1500 años después aún se lo recordaba por haber crecido con toda la sabiduría de los egipcios y poderoso en sus palabras y obras. Dice Hechos 7:22, o sea, era un tipo culto, preparado, capacitado, con una dialéctica exquisita. Avanzamos casi dos milenios y nos encontramos con Pablo, que estudió con los mejores maestros de Jerusalén, se alineó con los fariseos y defendió la ley con celo. En su momento dice Pablo, "Celo yo." En cuanto a celo, fíjense, si seré celoso que era perseguidor de la

13:50 iglesia. Dice en Filipenses 3:6, mira qué celoso que era. Era Pedro era capaz de tolerar la hipocresía de la iglesia. Pedro era diferente, pero Pablo era de mecha corta. Pablo estallaba. Con Pablo estabas adentro o afuera. frío caliente. Y Dios lo empaquetó así desde que era Saulo. Lo empaquetó para su propósito. Y en cuanto a nuestros hijos, Dios nos entregó un libro, insisto, sin leer una isla, sin explorar. Y dice, "Te voy a dar el privilegio de casi por dos décadas estudiarlo." Y mira sus tendencias infantiles, porque estoy seguro que van a predecir las habilidades adultas para cual para lo cual yo lo llamé. Mira, por las venas de mi padre corría a hacer rin de madera. Él no tenía sangre. una vez se abrió y le salió a Serrín. No tenía sangre y mi

14:35 papá, aunque se quejaba, amaba construir muebles. Era un evanista, que es una suerte de carpintero especializado. Construía sillas, mesas, modulares, etcéteras. Pero Dios le dio un hijo turpe para la carpintería. el menor, este servidor que están viendo, que no sabía distinguir la diferencia entre un cerrucho a un formón o un martillo. Y mi padre trató de enseñarme y yo traté de aprender. Y para ser honesto, traté de aprender algo. Trabajé un par de años en la carpintería de papá, pero más de una vez me quedé dormido lijando una madera porque a mí la carpintería me anestesiaba hacía y me dormía de parado como los caballos, pero los libros me fascinaban. Podía pasar días enteros, veranos enteros. Mi verano ideal era una pila de libros para leer. ¿Qué hace un carpintero con un hijo que adora leer y

15:22 escribir? Bueno, dejarlos por las tardes al regreso de la carpintería, porque acá no quiero vago, decía el viejo. Al regreso de la carpintería que enviara sus dibujos por correo a distintas editoriales. Mi padre era muy limitado académicamente, pero nunca lo escuché decirme, "Vas a morir siendo carpintero." Él dijo, "Si podés ser algo más, es mejor que andar cortándote los dedos como tu padre." Tal vez comprendió mi inclinación o tal vez no quería que me muriera de hambre, pero de ningún modo me ignoró. Él supo a su forma instruir a su hijo en su camino. Dijo, "Este me salió raro." Que era como si decía antes. Antes no existía la palabra extrovertido, introvertido, bipolar. Era me salió uno raro. Es como que la psicología no tenía palabras para definirlo. Y este no, este no salió como

16:08 el abuelo, como el padre. Era así. Entonces, Dios nos encarga a los padres que escribamos un manuscrito, que digamos, "Señor, quiero que me enseñes a ver para dónde va mi hijo." Y ese manuscrito no es el guion de nuestro hijo, es nuestro guion. ¿Cómo vamos a a reaccionar para lo cual él ya fue creado? O sea, el mayor regalo que podemos hacerle a nuestros hijos no no es darle nuestras propias riquezas, sino hacerlas descubrir las propias. Por eso, insisto, no hay nada más frustrante que el hecho que te obliguen a vivir con maletas ajenas, así sea el equipaje de nuestros propios padres. Y a veces los padres nos frustramos porque no quieren ser como nosotros, porque no quieren seguir nuestra carrera, pero le damos una maleta que no es la nuestra y anda

16:54 nuestro hijo con un brcier o con tacos altos y y era la maleta de mamá, no era la maleta de él. Dicen las estadísticas que de cada 10 personas que trabajan, siete no son felices con lo que le toca hacer. Siete son es una epidemia, son es una estadística alarmante de cada 10, siete no le gusta el trabajo que está haciendo. Por eso la gente tiene tan mal humor en el tránsito. A la hora pico no hay gente cantando canciones ni llorar y llorar. No va la gente así porque vienen locos de un trabajo que no les gusta o van a un trabajo que no les gusta. El 70% de la gente aborrece los lunes, sueña con los viernes, no me diga que son ustedes, se arrastra toda la semana para llegar al sábado. La mayor parte de los suicidios, hablando en serio, ocurre los domingos por la noche. Los domingos

17:39 por la noche es el más alto índice de suicidio. Porque la gente al ver la cercanía del lunes con un examen, la universidad, la facultad del trabajo, la oficina, el cubículo, la ratonera, donde tiene que ir a trabajar, se deprime y se quita la vida. La mayoría de los infartos masivos, los infartos cardíacos, las arrimmias, ocurren los lunes a la mañana. Es increíble. Hay un estudio que dice que el no estar feliz en lo que uno hace laboralmente afecta más la salud que un divorcio, que un luto. Los padecimientos de salud, los más importantes son por problemas laborales. Más que cualquier otro causante de estrés es estar haciendo algo para lo cual no naciste. Ponerte ropa que no es tu maleta. Yo sé que están pensando, "¿Y quién puede darse el lujo de hacer lo que le gusta? Vamos a

18:25 llegar ahí, pero las ciudades están repletas de personas que viven para trabajar, como cuando uno llega a este país y descubre a tantos hispanos que viven para pagar. Ya ni siquiera viven para ganar, viven para pagar." Porque están metidos en tantos créditos, en tantas deudas, que todo lo que le resta de vida tienen que trabajar todo el día para pagar una casa que está vacía todo el día, está desocupada porque los dueños están trabajando. Uno va a barrios importantes en Florida, que cuando va descendiendo el avión, ve que todos, todos, todos tienen piscinas. Todas las piscinas, como te dije una vez, están vacías porque la gente dueña de las piscinas, de las albercas, están trabajando para pagarlas y casi nunca tienen tiempo de meterse. Los los las parrillas, los lugares para ser asado están errumbrados, llenos de polvo, de telas de araña, porque tienen que

19:10 trabajar para pagar un estilo de vida que en realidad no pueden tener todavía y eso te causa un estrés espantoso. Entonces, nos olvidamos que nuestro diseño para lo cual nacimos define nuestro destino. Pablo le dice a los filipenses, en Filipenses 2:13, Dios es el que produce el querer como el hacer por su buena voluntad. O sea, Dios no solo te va a dar para hacer cosas, sino el deseo de hacer esas cosas. El deseo nunca se va. Camina junto con nuestra capacidad. Siempre lo que deseamos, lo que nosotros creemos que somos buenos, va a la par de nuestra capacidad, de los talentos. Yo no voy a desear ser un piloto de la NASA o un astronauta si no tengo la capacidad para hacerlo. Eso se llama flatulencia mental. para decirlo de un modo fino, no hay otra manera de

19:56 decir que no te la voy a decir porque queda feo, pero eso se llama pensar un concepto de ti mismo que no te corresponde. Pero generalmente nuestros deseos van conjunto con lo que sabemos, porque salimos del vientre de nuestra mamá con un equipamiento singular. David lo dice de la siguiente manera en el salmo 139 dice, "Mis huesos no te fueron desconocidos. Cuando yo en los recóndito fui formado, está hablando del vientre de la mamá, allí, cuando en lo más profundo de la tierra era yo entretejido, entretejido, tus ojos vieron mi cuerpo en gestación. O sea, que antes que existieran las ecografías, Dios ya veía cómo nos íbamos formando en el útero. Todo ya estaba escrito en tu libro, dice David. Todos mis días estaban diseñando,

20:44 aunque no existía ni uno solo de ellos. dice [música] el salmista. Entonces, Dios, ¿qué hace? Nos entrete en esa cámara oculta llamado vientre. Y el maestro de los tejedores selecciona los hilos de nuestro temperamento, la textura de nuestro carácter, el estambre de nuestra personalidad, [música] todo antes de que naciéramos. Nadie dice, "Bueno, es que yo soy así por falta de asofólico de mi mamá." No, ya estaba diseñado. No es que me caí de la cuna, no. Todo tiene un propósito, aunque algunos parecen, pero no, pero tiene un propósito. Entonces, Dios no nos pone en el mundo indefensos, con las manos vacías, a ver, a ver qué pasa con tu vida. Llegamos completamente

21:29 equipados. A mí me me huele a la cabeza eso. Somos más que una confluencia de cromosomas heredados o traumas de la niñez. Ahora, yo no te estoy diciendo que salimos del vientre eh con una carrera tatuada en el pecho. Yo no nací, le dijeron a mi mamá. Mamá, le acaba de nacer un bebé hablador. No fue así. Pero nuestro nacimiento fue acompañado, no con una hoja impresa con nuestras habilidades, pero fue acompañado con habilidades innatas que a medida que íbamos creciendo, si nuestros padres no se daban cuenta, nosotros nos dábamos cuenta de ciertas habilidades, de ciertas inclinaciones. Y eso viene de Dios, eso viene desde nuestra desde el vientre. Dice la palabra, "Porque somos hechura suya, creados en Cristo Jesús para buenas obras, las cuales preparó de

22:15 antemano. No somos un plan B, de antemano, dice Efesios 2:10, para que anduviésemos en ellas." Entonces, cada bebé, insisto, es una idea totalmente nueva en la mente de Dios con un propósito. Nadie puede duplicar nuestra vida, nunca vamos a hacer otro jamás. Una semilla de higo puede crecer, convertirse en higuera, pero nunca jamás se va a transformar en un rosal. Jamás. Puede llegar a ser una higuera sana, una higuera atrofiada, pero nunca un pino, nunca un roble, nunca un nogal. Es higuera. Dios nunca nos creó para ser otra persona. Y cómo nos cuesta esto, ¿eh? A uno le lleva años ser [música] quien uno es. Todavía yo no me siento que soy todo lo que Dios destinó para mí, pero uno va llenándose de influencias externas, imitando aquel a

23:02 ver si se parece al otro. Pero él diseñó nuestro temperamento, nuestros dones, nuestras pasiones, nuestros deseos, nuestra singularidad es producto de Dios. Y a veces uno ve con horror en las noticias cómo existe gente que se opera, se deforma la cara para aparecerse a Michael Jackson. Quiero tener la cara de Michael Jackson. No, lo que quiere es tener la plata de Michael Jackson y nunca la va a tener. Pero qui, por lo menos se conforma con la cara. Hay uno que se operó, no sé si en Asia para parecerse a Ken, al muñeco Ken. Hay una que se opera para parecerse una Barbie. Se sacó todas las costillas de acá para tener cintura. O sea, uno dice, "De verdad, ¿quién quiere parecerse un muñeco?" A Bosle like Gear se parece, ¿no? ¿A quién? Algunos, pero ¿quién quiere parecerse un muñeco? Pero solo podemos ser nosotros. Si yo no logro ser yo, tengo solo una oportunidad para brillar. Si no logro ser yo, el mundo se

23:48 lo habrá perdido. Nadie es como yo, nadie es como ustedes. Nadie es como tú. Nadie. Y Dios implanta nuestras nuestras pasiones. Mira como Dios describió a un talabel, que no es muy conocido, en realidad no es Besabel, es Besalel. que no es muy conocido, pero era un constructor del templo en los tiempos de Salomón. Dice, "Lo he llenado del espíritu de Dios." [música] Dios habla de él. Dice, "Este es su currículum, su su hoja de vida. Lo he llenado del Espíritu de Dios con inteligencia, en ciencia, en todo arte, para inventar diseños, para trabajar en oro, para trabajar en plata, en oro, en bronce, en todo artificio de piedras engastadas y un artificio de madera para trabajar en toda clase de labor. Eso

24:33 está en Éxodo 31:3, la hoja de vida de un diseñador que llega a construir el templo. Y a mí me fascina esto. Lo he llenado para inventar, para trabajar. Una vez se dice, "Yo nací creativo." Como que eso vino o del de alguna parte, eso viene de Dios. Hay gente que no para de de de crear, de gestar, que está hasta las 2 3 de la mañana pensando ideas. Y eso es algo que regala Dios para un diseño gráfico, para para pintar, para dibujar, para crear desde la nada. Y el pensamiento secular no acepta eso. No logra asimilarlo del todo. Porque la sociedad actual no ve al autor detrás del libro, no le cuesta ver al arquitecto detrás del edificio, al propósito detrás de la vida. Nos dice, "No, no, no. Tú puedes hacer lo que

25:19 quieras ser. Tú vas a lograr ser lo que quiera ser." Y a veces lo que queremos ser no coincide con aquello para lo cual fuimos programados. ¿Por qué? Porque lo que queremos ser es producto de toda una invasión de los medios de comunicación que nos dicen que tenemos que ser y deformamos el lenguaje, deformamos las maneras de vestir, deformamos nuestro comportamiento porque todo el mundo lo hace, pero eso es como decir coman steercol porque un millón de moscas no pueden estar equivocadas. Dante habla hoy. No podemos hacer lo que la mayoría, porque todo el mundo lo está haciendo. Ni siquiera en la escuela tratan de desempacar nuestra propia maleta. Hagan memoria, ¿quién iba a la escuela a nuestro tiempo y la maestra decía, "A ver, este, ¿qué habilidad traerá de nacimiento?" Llegamos y nos asignan una maleta distinta. Yo ayer veí una

26:05 conferencia de Ken Robinson, que en su ahora falleció hace poco, pero la reina saber lo nombró sir. Es un británico nacido en Liverpool y es un asesor internacional sobre educación que fue considerado durante su vida un experto en asuntos relacionados con la creatividad. Y él decía cosas que yo sabía de chico, pero no ponía no sabía articularlas en palabras. Él decía que la creatividad tenía que ser tan importante en la educación como la alfabetización, que en las escuelas se desprecia la creatividad y se premia al que es bueno en matemáticas, en historia, en lengua. Como una vez te conté, yo llegué a la escuela y la maestra segundo tercer día de colegio en primer grado, nos pidió, "Dibujen una

26:52 casa, dibujen su propia casa." Yo hice mi casa que era como una caja de zapato, cuadrada, espantosa, fea. ¿Qué dijo la maestra? No, Gebel, esa no es una casa. Y dibujó en el pizarrón una casa con un techo a dos aguas, una casa alpina así como en Suiza, una chimenea, un caminito, dos árboles y un perro. Ahí me enteré que yo no tenía casa y si dibujaba una casa diferente, me decía que le hiciera de nuevo hasta que se parezca a la casa que la loca, que la maestra esta había hecho en el pizarrón. Pero eso hace el sistema educativo, hace que los chicos sean menos inteligentes porque no utilizan la imaginación, no se los deja ser creativos y cuando egresan, cuando salen, son mucho menos creativos que cuando ingresaron, mucho menos. Por eso Albert Einstein decía, "Yo tuve

27:38 muchos periodos de creatividad nada más que se interrumpieron cuando fui al colegio." Después llega el ámbito profesional. Uno crece y ¿qué piden las empresas? Queremos gente creativa, innovadora, emprendedora. Queremos gente que piense originales, que busquen soluciones propias y van todos los alumnos de las buenas notas que no saben hacerlo porque no saben pensar. Le enseñaron hasta cómo dibujar una casa, porque en la escuela, que era donde eran buenos, le daban la solución a seguir y a priori lo que primaba era hacer las cosas como las decía el maestro, sin pensar diferente. Es más, acuérdense cómo se veía el error en el colegio estigmatizar el error era se estigmatizaba un cero, un uno en mi tiempo se calificaba del uno al 10 y me ponían cero y ahora doble cero. Ya tiene

28:25 la bicicleta. Me ponían dos ceros. mata la creatividad de los chicos porque uno dice, "No me puedo equivocar." Entonces, para crear, para innovar, lo primero que hay que perder es el miedo a equivocarse. Y los niños dejan de probar, dejan de experimentar, porque dice, "Cuando pienso diferente, me ponen un cero." Y entonces el sistema de educación actual establece que los errores son negativos y se va aniquilando la creatividad de cada niño, la creatividad que Dios le dio a cada niño en el vientre de la madre. Entonces, no se educa la capacidad de crear, no se educa la capacidad de imaginar. está en la universidad te dicen, "Lea este libro y haga un resumen." O sea, el sistema educativo se diseñó para la revolución industrial allá por el siglo 19, porque al fin de cuentas uno estudiaba para salir a trabajar, ¿se acuerdan? No se diseñó el sistema educativo para ver con qué don

29:11 nació este tipo, con qué don nació esta chica para ver si lo podemos explorar. No era sacar afuera lo que había, era acumular adentro. No se buscaba hacer feliz a un niño, era estudiar para que salga a trabajar y se gane la vida. Todos los sistemas educativos actuales datan del siglo XIX, que había que salir a conseguir un empleo en la fábrica. Y cuando un niño contesta algo distinto a lo esperado, los maestros lo corrigen y van cercenando, sincelando su capacidad de crear. El chico no quiere ser innovador, no se atreve a nada. Por eso hace unos años se llegó la conclusión que la habilidad académica no siempre es sinónimo de inteligencia. Alguien tendría que decir amén. Ah, pensé que era burro hasta hoy. No, uno dice, "Yo tenía malas notas en el colegio. Eso no significa que eras menos inteligente."

29:57 Mirá el suspiro de alivio que hay. Cientos de grandes genios reprobaron en la escuela. Los chicos, no escuchen esto. Albert Einstein, Isaac Newton, Winston Churchill, Thomas Edison, Charles Darwin, Alexander Grahambell, Luis Pastor, Picasso, Unamuno, Bill Gates, Steve Jobs, todos reprobaron, le dijeron, "Sos un burro." Y gracias a esos burros tenemos celular, luz eléctrica, vacunas, pero nos acostumbramos a creer, nos acostumbramos a creer que un niño que no le va bien en el colegio necesariamente no es inteligente, a lo mejor es creativo. De hecho, yo no estoy haciendo una apología. No estoy una apología porque ahora se me va a armar un lío. No estoy haciendo una apología a no estudiar, pero técnicamente yo solo aprobé la escuela primaria. Después vino el doctorado de honoris causa de grande,

30:42 que significa por causa del honor que me dio una universidad en otorgamiento al mérito, pero técnicamente yo solo terminé la primaria. Y el problema de las escuelas no se es que no se valora la inteligencia, sino la capacidad de desarrollarse en algunas asignaturas. Entonces, el sistema, insisto, actual de las habilidades naturales que Dios le dio y para eso uno tiene que quitarse las ideas preconcebidas, como el hecho de que todo el mundo tiene que ir a la universidad. Si no va a la universidad, entonces estás condenado. No, el que va a la universidad porque tiene que gustarle ir a la universidad. ¿Por qué meter en la universidad alguien que dice, "Yo no quiero ir a la universidad?" Pues se va a armar una rebelión, pero ya están acá, no se pueden mover. No es necesario rendir materias, rendir el examen. Ya pasé el examen. ¿Cuánta gente pasaron todos los exámenes y actualmente se están muriendo

31:28 de hambre? Yo me encontré con chicos que estudiaban conmigo, que eran los mejores en matemáticas. están buscando trabajo, manejan un taxi con el mayor respeto que me merece ese oficio, pero digo, no se prepararon para eso. Entonces, ese es un reto en el ámbito educativo, cambiar el concepto de inteligencia, porque la inteligencia que Dios nos regaló es dinámica, es diversa y es única, pero todo tiene que ser pasado por el filtro, el tamí de la pasión. ¿Qué es lo que nos apasiona? ¿Qué circuito puso Dios que nos apasiona? Y después uno llega a la iglesia y uno dice, "Sí, en el colegio me trataron como un burro." llega a la iglesia, peor pensar es un crimen. Es como que nos dicen, "Ahora deje los pecados y el cerebro flotando en las aguas del bautismo y queda el cerebro ahí y después vienen los hieres, juntan los cerebros en una bolsa y lo tiran

32:13 porque a partir de ahí nos hacen repetir como oro. Para parecer un ungido hay que gritar desaforadamente desquiciado. Y ese es el gran síndrome y el flagelo de las iglesias, que por años nos predicaron nos predicaron que todos éramos aves, que todos íbamos a volar y habíamos algunos que éramos unas ranas que por más que agitemos las patas toda la vida, no vamos a volar. Y sabes lo que pasa, que uno cree que tendría que volar y ahí uno se siente con culpa, pecador. ¿Sabe cuánta gente en la iglesia dice, "Yo voy a la iglesia y nunca me agarró la chiripiorca ni el temblequeo." Y entonces un día empieza a imitar así solidariamente para ver si le sale, porque se siente mal, porque uno dice, "A lo mejor tengo que volar." Y cuando uno se atreve a ser diferente, viene el insulto. Apóstata. nos ven sin leer la Biblia o vestidos diferentes y

32:59 ya todo ese ese ese clonamiento de ovejas o de apóstoles o de pastores nos miran y nos dicen a mí en mi caso, artista showman dicen a mí. No es showman, es showman showman. Pero, pero, ¿naste a la mayoría de los oradores que todos se parecen, todos hablan igual, todos gritan igual, todos oran igual? Y la mayoría de los crecentes también se parecen, son la copia al carbón de otro. renuncian a la exclusividad para integrarse al grupo. Sacrifican la singularidad en el altar de la superficialidad. No hay nada más agotador que fingir. Yo crecí en una tradición evangélica donde la vida intelectual se miraba con un espíritu de sospecha. Cualquier autor o enseñanza fuera de la Biblia era humanismo satánico necesariamente. Y si no sabían

33:45 qué era, por las dudas decía, "Eso debe ser nueva era." Que nunca entendían qué cuerno era nueva era, pero lo raro nueva era, ¿no? Porque yo leí de un psicólogo nueva era, que era como un insulto, no entiendo lo que es, pero por las dudas nueva era. Yo hace poco veía a un consiervo decir, "Dante, predica con palabras de humana sabiduría, como si la de él fueran de Neptuno, de Plutón." Yo yo me acuerdo de dónde cre que saque las palabras humana sabiduría. Yo me acuerdo que cuando era chico, no me olvido más, nos visita un predicador intelectual que eso no abundaban porque los predicadores que venían siempre más o menos eran hermanos humildes, sencillitos, el más académico preparado se tragaba las la menos ese posible, pero el resto hablaba mal este porque eran eran hermanos humildes, así los

34:31 valoramos. Cuanto peor hablaba, cuanto menos preparado. No sé por qué estoy diciendo esto, más ungido era. Y un día vino alguien y mencionó al pasar a Simon Freud en su mensaje. Dijo, como dijo Simon Freud. Y apenas terminó el pastor lo agarró y le dijo, "¿Por qué menciona gente mundana en el púlpito? No le alcanza con los héroes de la Biblia." Y él dice, "Yo solo hice una mención de una de las mentes más dominantes del siglo XX, un brillante neurólogo que ganó el premio Gete por su influencia sobre la lengua alemana. forjador de la mente moderna. Y usted me dice que yo tengo que ignorarlo solo porque usted no puede saber ni mencionar un solo título de los libros que él escribió. Yo lo tengo que ignorar. Dijo, "Perdón." "Perdón", dijo. Esa magnífica frase me encantó. Dijo, "Perdón." "Perdón por estar más capacitado intelectualmente que usted." "Perdón. Perdone que no sé

35:18 ignorante", dijo. No soy menos ungido por eso. Pero a veces tenemos miedo de saber más o de ser creativos porque creemos que va a tentar contra nuestra fe. Lo que pasa que desde el hogar, desde el hogar nos dijeron, "Vas a hacer la carrera que no pudo terminar tu papá. Vamos al colegio, así se dibujan las casitas, burros. Venimos a la iglesia y dice, así se adora a Dios." No pienses, no cuestione, no pregunte, acéptelo por fe. Entonces, somos humanos prefabricados y Dios no nos dio la maleta de nuestro abuelo, la maleta de nuestro pastor. Nos empacó en forma deliberada singular personal arbitraria. Y cuando vivimos según el equipaje que Dios nos dio, empezamos a vivir con una vida llena de felicidad. Yo he visto a mucha gente que perdió el gozo en la iglesia, fuera de la iglesia, en un oficio. Hace unos días estaba viajando y la zafata, nunca vi una

36:04 zafata así, una cara de limón abinagrado, pero de verdad parecía que quería estrellar el avión. Apaga el celular, abrocha cinturón, cállase la boca. Yo no ni ni agua le pedí porque digo esta esta vieja mecta o tenía un mal día o estaba en una asignación incorrecta. ¿Qué es triste? Porque cada uno de nosotros puede hacer algo que solo nosotros podemos hacer. Ningún otro puede hacerlo. Gálatas 6:4 dice, "Cada cual examine su propia conducta y si tiene algo de que presumir que no se compare con nadie." No, no, no se puede comparar con nadie. Yo ayer me acordaba la historia de de Henry Ford, que en cierta ocasión se le paralizó toda la la cadena de montaje que tenía Michigan, que es donde originalmente estaba Ford. Y los generadores se atascaron y los

36:49 ingenieros de Ford no daban. con la solución. Así que Ford llama a un viejo amigo, Charlie. Llega Charlie, observa los medidores, los cables, ajusta un tornillo y el sistema regresa a la normalidad y después Fa los días recibe una factura de Charlie por 10,000 10,0001 y la cifra le pareció excesiva Ford y le manda una nota, "Charlie, me parecen exagerado, 000 perdón, $,000 por solo ajustar un tornillo." Y Charlie le escribió una nueva factura esta vez detallada. Querido Henry, es cierto, por ajustar un tornillo por saber cuál ajustar 10,000 restantes. Hay tornillos que solo nosotros sabemos ajustar. El gran tema es que podemos pasarnos toda una vida desconociendo la habilidad única que teníamos de saber

37:35 qué tornillo ajustar. Y Dios es un artesano, un fabricante y nos hizo a nosotros todos luchamos con pecados diferentes, con nos relacionamos con Dios de una manera diferente. Somos distintos. Hay una famosa fábula. las escrituras. Fábula, aú muy que le pese a los religiosos, fábula, ahí está. De hecho, se le atribuye a Esopo. Si ustedes buscan en Google van a ver que es fábula de Esopo. No es de Esopo, el gran fabulador, sino que le pertenece a las escrituras. Mucho antes que los lectores de la Biblia se extasiaran con la parábola del buen samaritano o del hijo pródigo, existió una fábula semiescondida en las Escrituras. El narrador de esta fábula es Jotam, el hijo de Gedeón, uno de los hijos de Gedeón, único sobreviviente de una

38:20 matanza, de una masacre de 70 hombres, ordenado por su hermano Abimelec, que quería hacerse con el trono, que era un nefasto megalómano, que había asesinado a toda su familia, ahora iba por su hermano Jotam porque los concedaba peligroso para sus planes políticos, dictador totalitario. Y Jotán no sabe cómo hacer para que Israel cobre valor en contra de su hermano. Y entonces en Jueces 98 les cuenta una fábula. Les dice, "Cierta vez los árboles fueron a elegir rey y le dijeron al olivo, reina sobre nosotros." Y el olivo respondió, "Yo voy a dejar de hacer aite con tal de tener la honra de Dios y los hombres para ser más grande sobre los árboles. De ninguna manera seguiré haciendo aceite." Entonces los árboles fueron a

39:06 la higuera. Anda, reina sobre nosotros. Y la higuera respondió, "Voy a dejar mi buen fruto dulce al paladar para hacerme grande entre los árboles." No, bajo ningún punto de vista. Y luego entonces los árboles fueron a David y le dijeron, "Reina sobre nosotros." Y la vi respondió, "He dejar de he dejar de hacer mi mosto, he de dejar de hacer vino que alegra a los hombres para ser grande sobre los árboles." Entonces, como se le acabaron las opciones a los árboles, fueron a buscar la zarza chiquitita espinosa fea "Anda reina sobre nosotros." Y la zarza dice, "Sí, si en verdad me buscaron, venid, abrigaos bajo mi sombra. Y si no lo hacen, que salga fuego de mi zarza, porque las zarzas solían incendiarse en el desierto por el calor. La zarza que

39:51 ardía en sí misma no era eso el milagro que sorprendió a Moisés, sino que no se consumía. Las zarzas solían arder, pero se se consumían inmediatamente. Y esta zarza dice, "Sí, pónganse bajo mi sombra y si no los voy a devorar hasta los cerros del Líbano." Ya los amenazó de entrada. Los árboles hicieron al olivo, la higuera y a la vid una invitación al trono. Reina sobre nosotros. Uno por uno rehusaron la oferta. El olivo quería seguir dando aceite. La higuera quería seguir dando higos, la vi quería seguir dando uvas. Todos se negaron a pagar el precio de la promoción de hacer algo para lo cual no habían nacido para hacer. Todas las plantas estaban orgullosas de sus misiones originales. ¿Por qué abandonar la fructificación? Al final, ¿quién aceptó la oferta? La zarza. Justo la planta que nunca en la

40:37 vida dio un solo fruto. Nunca. Lo único que podía dar la pobrezarsa era lastimar a quien se pusiese bajo su sombra y amenazar a quienes lo hicieran. De esta manera, Jotán estaba representando al hermano, diciendo, "Mi hermano es una zarza, es un imbécil. lo que está queriendo que todos nos petamos debajo de él y mi hermano no existe. Me recuerda muchos gobiernos, empresas, incluso iglesias que el menos capaz, el más inútil es jefe. Como aquel pastor que decía, "Este este hijo me salió arquitecto y este y este me salió ingeniero y aquel no. Aquel es un inútil, seguro va a predicar y ocupar mi lugar." O sea, la ambición de creer. Una corona que no es nuestra puede hacernos perder lo único que teníamos de bueno al nacer. No todo maestro tiene que llegar a ser director de escuela. No todo músico puede dirigir una una orquesta.

41:24 Yo recuerdo algunos que tuve a mi alrededor alguna vez en la vida que me dijeron, "Yo fui llamado a ser pastor y hasta la fecha son número uno, pero de una iglesia que nunca creció. O abandonaron el llamado, se cansaron, como no pudieron crecer, se fueron a otro llamado. Pero como las zarzas sin frutos, amaban ser cabeza de ratón en lugar de ser cola de león." Hay gente que ama ser col cabeza de ratón. No importa, tenga cuatro miembros. Le dicen apóstol ja dígame apóstol chaparrón dime apóstol apóstol el delirio de ser algo que no somos hace que perdamos el propósito. No porque los árboles nos ofrezcan el trono, tenemos que aceptarlo. Ni porque un rey nos ofrezca una armadura, nos la tenemos que poner. Cuando David se ofrece como voluntario, Saúl intentó darle su armadura de soldado. Claro, si lo vio indefenso al pobre David, Goliat armado

42:11 hasta los dientes y lo que cualquier rey de la edad de hierro hubiese hecho. David rechazó la armadura, escogió las piedras, fue hasta el gigante y nos enseñó una lección. Lo que sirve a otros no nos sirve a nosotros. David con una onda era un enemigo mortal. Con la armadura era una mala copia de Saúl. Él decidió que no era Saúl. Él era David. Para bien o para mal. Lo que iba a ayudar a Saúl lo iba a estorbar a David. Cuántas veces cargamos armas ajenas, maletas ajenas que nos dio el pastor, el apóstol, mi padre, mi maestro. Escuchamos que alguien ora 2 horas antes de predicar. y queremos orar igual y no, Dios trata de otra manera y nos sentimos culpables porque no somos como él, nos frustramos porque no nos funciona lo que le funciona al otro es que estamos tratando de caminar con la armadura de

42:57 Saúl. No hay un plan genérico de Dios, porque eso nos frustra. No hay un solo plan para todos. Lo que hace crecer una orquídea seca un cactus. En el reino no funcionan las tallas universal. Dios trata a diferentes personas de manera distinta. Imagina un padre que diga, "Todos mis hijos los voy a tratar exactamente igual. Los va a amar igual, pero tratar igual, no te creo. No todos reaccionan por las mismas recompensas, son impactados por el mismo castigo. ¿No tienes hijos que no le importa un cuerno del castigo y otro que sufre por el mismo castigo? ¿No tienes hijos que le dice, "Te quito el iPad?" Y otro dice, "No." Y son individuos diferentes. Mismos padres. O eso le hicier creer a tu marido, pero mismos padres, mismoges, misma familia, una constitución interna diferente. Nuestra singularidad

43:43 individual es lo que nos permite relacionarnos con Dios de manera diferente a cómo se relaciona en otros. Yo no soy David Chaw, Benny Billy Grahan, Katherine Colman, yo soy Dante Gel. Yo me relaciono de otra manera. Cada uno es cada quien con el propósito que nació. ¿Estamos claros? ¿Sí o no? Pero tenemos la tendencia de batalla única. como si el médico receta la misma medicina para todo, que hay una sola receta para crecer, hay una sola receta para que Dios te bendiga. No, hay una enorme diferencia, somos diferentes, hay un trato individual, no es lo mismo una diabetes que un zarpullido. Entonces, no te pongas la armadura. No te pongas la armadura que te ofrecen. Nuestra singularidad va a definir nuestro camino. Examinar mis dones, mis puntos fuertes, mis puntos débiles. Dice la

44:30 Biblia, "Cada uno piense de sí con cordura." Romanos 12:3 con sentido común. La cordura le dice a la higuera, "Tú vas a dar higos, a los olivos vas a dar aceite. A la viid tú vas a dar uvas." ¿No es mejor ser idóneo con poco que que tener mucho con el trabajo equivocado? Mejor es lo poco con el temor de Jehová que el gran tesoro donde hay turbación. Dice Proverbios 15:16. Entonces, no dejemos que el comezón por quienes no somos o el oído por los aplausos nos descarrile de aquello para lo cual nacimos. Te lo digo por experiencia. Yo traté de imitar tanta gente a lo largo de mi vida, a veces hasta tengo vergüenza de recordarlo, pero el éxito no lo define un mejor salario, un crédito, rendir exámenes. El éxito es descubrir para qué nacimos. Los padres les tenemos que dar ese consejo a los hijos. A mí me dijeron, "Estudia

45:17 algo que tenga una salida laboral rápida." Y me enviaron 2 años en una escuela técnica. Esa es la secundaria que no pude terminar. Perdí dos preciosos años de mi vida entre cables, teléfonos y transistores en Sios años más en una carpintería. No fue hasta los 19 años que mirando las vías del tren estación decidí comprar mi libertad. Y dije, "No, aunque me cueste lo que me resta de vida, yo voy a trabajar para que me paguen por aquello que me gusta hacer." Y las esposas, oigan, las esposas deberían aprender este axioma. ¿Quieres un esposo que siempre llegue feliz? Hola, mi amor. Qué linda que estás. Vamos para el cuarto. Uno, uno, uno así o un gordo gruñón que llegue arrastrado y se desplome con una cerveza. Diga, "Me está matando el

46:02 trabajo." Bueno, pero con eso pagamos el mortgage. Bueno, pero con el mortgage viene el gordo gruñón. Es así. Es mejor ser feliz con poco que infeliz con mucho. Proverbios 13:7 dice, "Hay quienes pretenden ser ricos y no tienen nada y hay quienes pretenden ser pobres y ya tienen muchas riquezas." Hay muchos piojos resucitados", decía mi papá, y hay otros que tienen mucha riqueza y no se dan cuenta que las tienen. Te voy a regalar una última historia antes de irnos. Magnífica, por cierto. Un agricultor empezó a a sentirse cansado, asteado, frustrado, descontento con su granja. Se quejaba que siempre tenía que estar cuidando, cortando los juncos que estaban junto al lago, que estaban en su propiedad. Y entonces él veía que sus caminos se extendía por encima de las colinas, de las laderas, y tenía que

46:48 siempre ir cuesta arriba. puesta abajo. En sus pastizales, este, pasían vacas gordas. Qué dolor de cabeza. Arriar las vacas alimentarlas tener en buen estado las cercas para que no se fueran las vacas. Así que un día dijo, "Me voy a mudar a un barrio elegante. Se acabó." llamó un agente de bienes raíces, un agente inmobiliario, le hizo planes para poner la granja en las listas de venta y día después su agente le telefoneó para que aprobara el anuncio, el aviso que iba a aparecer en el periódico local y se lo leyó al granjero. Dice, "A ver qué le parece." Vendo una hermosa granja en un lugar ideal y apacible, tranquilo, sereno, enmarcado por suaves colinas, alfombrado con prados verdes, regado por un

47:33 cristalino lago de aguas frescas y bendecidos con reces bien cebadas. Y el hombre del otro lado dice, "Me lo lee de nuevo". Y después de escucharlo por segunda vez, dice, "Cambié de opinión, no voy a vender. Toda mi vida busqué un lugar así, toda mi vida." Pero la falta de perspectiva hace que uno pierda su verdadera pasión, ¿no? Y a propósito de la pasión, hay una película argentina ganadora de los Ócar que alguna vez me tocó entrevistar en CNN a su director que llama Campanela y José Luis Campanela se llama El secreto de sus ojos, que ganó el Óscar a la mejor película extranjera, obviamente es Argentina. Y en el filme hay dos agentes judiciales que tratan de localizar a al principal sospechoso de un crimen, el cual se encuentra con paradero desconocido. Y ambos protagonistas llegan a la conclusión que el sospechoso

48:20 es un hincha, un seguidor, un fanático acérrimo de un club de fútbol. Así que con toda seguridad, si van al partido que se disputa esta noche donde juega su equipo, es posible que lo encuentren esta noche. Y uno de ellos, de los personaje que interpreta Guillermo Franchela, dice, "¿Te das cuenta, Benjamín? El tipo, el tipo puede cambiar de todo para esconderse, de cara, de casa, de familia, de novia, de religión, pero hay una cosa que no puede cambiar. No puede cambiar la pasión porque la pasión es incontrolable. Va más allá de las apariencias, de las costumbres, de los hábitos. La pasión sale de nuestras entrañas. No se pueden esconder porque tarde o temprano salen a la luz, brotan y como el granjero del aviso, hay una

49:06 pasión bajo nuestras narices justo ahí, que no estamos viendo, no estamos valorando, no estamos buscando. Dios implementó esas pasiones. Dios implementó esa clase de frutos. Si somos olivos, produzcamos aceite. Si somos higueras, produzcamos higos. Si somos vid, generemos uvas. Yo no quiero ser como otros predicadores. Yo iba a congresos y me frustraba porque no era como ellos. Y yo dije, a lo mejor yo estoy queriendo dar higos y soy una vidarza o el rey del bosque. Entonces la ambición de querer tener una corona que no es nuestra puede hacer perdernos lo único que teníamos de bueno. No porque los árboles nos ofrezcan el trono, tenemos que aceptarlo. No seamos torpes como la zarza y no aceptemos ser los reyes del bosque solo porque nadie más

49:53 quiere serlo. Somos únicos en él [música] y para él por siempre. Vamos a celebrar al Rey de Reyes. Si sientes que Dios habló, dale un aplauso al Rey de Reyes grande. Cierra el aplauso. Silla la palabra diciendo, "Señor, hay palabra de Dios hoy en River. Bendito eres. No, no, no. Fuerte, fuerte, fuerte. Celebra, celebra, celebra al rey. Bendito eres. Más, más, más. El rey está en casa. Que lo sagrado no se vuelva común. Uy, levanta tus manos. Vamos a orar para despedirnos. Padre, he transmitido lo que creo me has dicho que diga este tu pueblo. No he omitido nada de lo que creo es tu revelación, pero ahora muchos

50:40 están recibiéndote como su salvador en el corazón. Los que están por primera vez, los que nos miran desde otras partes del mundo, católicos, testigos de Jehová, ateos hasta hoy, judíos, musulmanes mormones independientemente en lo que creas, reformado, calvinista, arminiano. Tal vez necesites un reencuentro con el Señor y decirle, "Señor, quiero los últimos años de mi vida reencontrarme con mi propósito." Primero, acepta al Señor en tu corazón si no lo tienes. Dile, "Perdona mis pecados. Anota mi nombre en el libro de la vida." Y luego todo el mundo, todo el mundo, todo el mundo levante las manos. Vamos a orar, vamos a unirnos en un mismo sentir, vamos a recuperar el propósito. ¿Para qué has nacido? ¿Para qué has nacido? Dice el Señor. ¿Para qué te he gestado? Por algo Dios nos puso en ese barrio, en esa familia, en aquella

51:26 ciudad. Y [música] por años pensando que debimos a nacer en otro sitio, otros hermanos, otros padres. dice, "No, yo te puse. Tu carácter, tu temperamento, dice el espíritu, ha sido moldeado por esa trayectoria, por esa infancia, esa adolescencia donde pasó lo que tenía que pasar, donde la soledad forjó tu temperamento, donde aún defenderte de los abusos te hizo fuerte, el caminar largas cuadras hasta el colegio y defendiéndote de bullying, que en ese entonces ni siquiera se llamaba así. Hoy te paró en la vida como un adulto seguro de lo que quieres, de lo que no quieres. Todo ha sido gestado para el propósito. Cada oso, cada león del cual arrebataste ovejas de sus garras fue propósito para

52:12 entrenarte. Para Siion, dice Dios. Yo te estoy entrenando con cada detalle, con cada tormenta, con cada tribulación. No estás listo para la siguiente asignación hasta que yo no te moldee. Vamos, levanta la mano y recibe esta temporada. Recibe esta temporada de parte de Dios, Señor. Una temporada de crecimiento, de fragua, de estar sobre el Yun. Una temporada donde el alfarero trabaja con nosotros, moldea nuestro carácter. Ay, como duele. Pero yo haré de ti un especial tesoro. Yo entraré el oro, yo quitaré la basura, yo quitaré la escoria y saldrán cosas buenas a la luz. Dice, "Todos orando, todos, todos, todos,

52:59 niños jóvenes ancianos adultos vamos, los que tengan el bautismo del espíritu, intercedan como el Señor les da. Vamos ahí donde están. Los que no abran la boca de algo, Dios la va a llenar en casa. Uy, algo está ocurriendo porque Dios busca originalidad. He buscado gente que se pare en la brecha entre los vivos y los muertos, dice el Señor. Pero esa gente debe saber que el propósito es único. No habrá otro Moisés, no habrá otro Abraham, no habrá otro Jonás, no habrá otro Gedeón, no habrá otro Pedro, otro Pablo, no habrá otro. No hay otro, no hay otro, no hay otro Dante, no hay, no hay otro Juan. No hay otra María. No hay otro. Dice el Señor, yo soy quien te eligió y te puse como propósito en la humanidad. Vamos,

53:45 vamos, vamos. Levanta las manos, adora al Señor. Dile, "Señor, hay algo que se está liberando en la atmósfera ahora. Yo declaro bendición. Yo proclamo una vida próspera, bendita, llena de gozo, fluyendo en el espíritu, fluyendo en el llamado, en la asignación que Dios te ha dado." Uy, impresionante. Más, más, más, más. Padre, presencia del espíritu sopla del norte, del sur, del este y del oeste. Vamos, clama. Clama al Señor. Me encantaría que clames al Señor. Los últimos minutos vamos a decir, "Señor, yo estoy recibiendo ahora la revelación de mi asignación original." No es algo nuevo que Dios pondrá. Es lo que ha estado en tus genes, lo que ha corrido

54:30 por tus venas, viajaba por tu ADN. Ese llamado ha viajado por tus genes por años y se despierta el gen, se despierta el llamado, se despierta el propósito. Y cuando eso se despierte, no habrá nadie que tenga lo que Dios te dio, asignación, propósito en la vida. Padre, gracias por esta mañana. Gracias porque nos estamos yendo llenos [música] de tu espíritu, llenos de compasión, llenos de fe, llenos de propósito. [música] Uy, impresionante, jóvenes. Levanten las manos. Beban, beban, beban, beban. Hay de los que estaban frustrados porque no podían culminar sus estudios o no tenían un diploma en la pared. Dios dice, "Yo te puesto con propósito. [música] No tengas temor. No es el hombre el que califica. El hombre ve lo que el hombre

55:18 ve. Pero yo miro el corazón", dice el Señor. Le dijo a Samuel, "No te confundas. Yo miro el corazón, lo que la gente no ve. Yo pongo mi barómetro en el corazón. Eso es lo que mido, dice el Señor. Recibe, recibe, recibe, recibe, Padre. Ahora, ahora, ahora, ahora estamos comenzando el mes de febrero en bendición, declarando que el propósito nos llevará lejos, que abrirá caminos, que abrirá senderos, que abrirá los cielos. Yo lo creo, yo lo declaro, yo lo proclamo [música] yo bendigo a este tu ejército, a estos tus obreros de primera línea. Sopla sobre ellos [música] tu bendición. Declaramos bendición. Declaramos victoria en tu nombre, Señor. Amén. Amén. Gloria a Jesús. Que ese aplauso se

56:03 escuche hasta Beckerfield. [risas] Vamos, vamos, vamos. Celebra, celebra, celebra el rey.

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